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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

O LEGADO DEVASTADOR QUE OS EUA DEIXARAM NO VIETNAM

Durante a Guerra do Vietname, o exército dos EUA pulverizou aproximadamente 20 milhões de litros de herbicidas em mais ou menos 5,5 milhões de hectares de área rural e selva vietnamita, uma extensão maior que o tamanho do estado da Paraíba, segundo o The New York Times. Os soldados americanos pulverizaram esses produtos químicos para expulsar os soldados vietcongues, que usavam as folhagens para se camuflar. 

Estas 12 fotos mostram o legado devastador dos Estados Unidos no Vietnã
O principal herbicida, apelidado de Agente Laranja, consistia de dois químicos, um dos quais foi contaminado com uma cepa tóxica de dioxina, segundo o The Times. As dioxinas são muito instáveis devido a suas características de um peróxido e, segundo a Organização Mundial da Saúde, estes compostos são "tão tóxicos" que podem provavelmente provocar o cãncer,m estão relacionados com problemas e deformações congênitos e também com uma doença grave de pele chamada cloracne.

Quase 40 anos após a Guerra do Vietname, uma estirpe particularmente nociva de dioxina ainda satura terras vietnamitas, sua vida selvagem e águas subterrâneas, garantindo com que aldeões sintam os seus efeitos por gerações. A Cruz Vermelha do Vietnã estima que o agente laranja causou pelo menos 150 mil deformações congênitas, desde o fim da Guerra do Vietname.

A renomada e genial fotógrafa Paula Bronstein viajou ao Vietname em 2011 para documentar a terceira geração de vietnamitas sofrendo os efeitos do agente laranja. Os pobres aldeões continuam a ter problemas de saúde, e orfanatos estão cheio de crianças com deficiência provocada pelo agente laranja.

Parece que nos últimos anos, missões americanas fizeram alguns esforços para limpar os locais com traços dioxina e o governo americano doou U$ 46 milhões em ajuda geral para deficientes vietnamitas. Ainda assim, alguns críticos argumentam que os EUA não fizeram o suficiente para aceitar a culpa pelos efeitos nocivos do agente laranja a longo prazo.
Residentes deficientes do orfanato de Ba Vi vagam sobre o grande pátio posando para a câmera.
Estas 12 fotos mostram o legado devastador dos Estados Unidos no Vietnã 01
Foto: Paula Bronstein

Le Van Khanh, 38 (à esquerda) posa ao lado de sua mãe, Nguyen Thi Huyen em Cam Lo, no Vietnã. Le Van nasceu surdo, deficiente mental com pernas deformados, ele usa cadeira de rodas a maior parte do tempo e sua mãe idosa não consegue lidar fisicamente com o problema do filho. Dona Nguyen perdeu dois filhos, e recebe uma pequena ajuda de custo do governo.
Estas 12 fotos mostram o legado devastador dos Estados Unidos no Vietnã 02
Foto: Paula Bronstein

Nguyen Xuan Minh, 4 anos, em um berço no Hospital Tu Du, em Ho Chi Minh. Ele nasceu deformado em decorrência dos efeitos do agente laranja, e foi abandonado pelos pais.
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Foto: Paula Bronstein

Le Thi Mit alimenta seu filho Nguyen Van Choui, 26, em sua casa em Cam Lo, no Vietname.
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Foto: Paula Bronstein

Mãe empurra carrinho com seu filho deficiente, que ela afirma sofrer os efeitos do agente laranja, enquanto pede esmola perto de um shopping.
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Foto: Paula Bronstein

Filha de mãe solteira, Trong Thi Kiev, 17, que é cega, surda e tem espinha bífida, descansa em uma rede. A mãe faz o que pode todos os dias para fazer face às despesas e para se dividir entre os cuidados com a filha severamente deficiente e seu trabalho. Trong perdeu seu primeiro filho, devido a defeitos congênitos graves de dioxina.
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Foto: Paula Bronstein

Órfãos deficientes são alimentados pela equipe médica no orfanato Ba Vi.
Estas 12 fotos mostram o legado devastador dos Estados Unidos no Vietnã 07
Foto: Paula Bronstein

Órfãos deficientes são banhados pela equipe médica no orfanato Ba Vi.
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Foto: Paula Bronstein

Le Thi Mit ao lado de um de seus dois filhos deficientes, Nguyen VanTrong, 22, em sua casa em Cam Lo, no Vietname. Sua deficiência foi causada devido aos efeitos da dioxina. Eles vivem uma vida sem fisioterapia ou educação.
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Foto: Paula Bronstein

Crianças deficientes brincam na escola especial Thanh Tam em Da Nang. A nova escola particular é dirigida por instituições de caridade católicas com a ajuda de várias organizações não-governamentais como a Children of Vietname.
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Foto: Paula Bronstein

Soldados detectam munições que não explodiram e desfolhante do Agente Laranja durante o lançamento do projeto "reabilitação ambiental de contaminação por dioxina", no centro de Da Nang, em 2011.
Estas 12 fotos mostram o legado devastador dos Estados Unidos no Vietnã 11
Foto: Paula Bronstein

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A PIOR FAMÍLIA DO MUNDO

capa

Cada família pode ser disfuncional de diversas maneiras, mas normalmente, com boa comida e bebidas alcoólicas, essas feridas nos fundamentos familiares não ficam tão evidentes – embora não cicatrizem nunca.

Mas há algumas famílias que realmente são tão disfuncionais que uma ou mais pessoas acabam pagando por isso com suas próprias vidas. Conheça os Knorrs.

THERESA

família
Theresa Cross se casou com Clifford Clyde Sanders em 1962, depois de tê-lo conhecido há apenas cinco meses. Ela ficou grávida de uma menina logo depois, e a família parecia saudável. Isso foi verdade, mas só até o dia em que Theresa começou a suspeitar de que Clifford estaria sendo infiel. Embora ela não tivesse prova alguma, ela estava convencida de que Clifford estava dormindo com outras mulheres e foi se tornando possessiva.
Durante uma discussão, em que Theresa estava furiosa e dizendo a seu marido que ele não passou tempo o suficiente com ela em seu aniversário, Clifford decidiu deixá-la e terminar o casamento.
Theresa deu um tiro nas costas do marido enquanto ele ia embora.

SEGUNDO CASAMENTO E ABUSO INFANTIL

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Theresa foi julgada e declarada inocente, por ter afirmado que só assassinou o marido por questão de legítima defesa e para proteger sua filha que havia acabado de nascer. Ela logo se casou com um veterano de guerra chamado Robert Knorr, e teve quatro de seus seis filhos com ele. Sua relação com as crianças era extremamente abusiva.
Ela as queimava com cigarros, atirava facas nelas, e dava comida a elas até que vomitassem. Ela fazia com que uma criança imobilizasse a outra para castigar uma a uma. Certa vez, ela chegou a apontar uma pistola para a cabeça de sua filha mais nova. “Cale a boca ou eu te mato”, disse ela.

SUESAN

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Theresa se divorciou de Knorr e manteve a guarda dos filhos. Ela se casou mais duas vezes. Eram suas filhas mais velhas, Suesan e Sheila, que sofreram os abusos mais severos. Elas estavam se tornando mulheres jovens e bonitas, e Theresa só envelhecia. Ela acreditava que Suesan havia se transformado em uma bruxa, e estava fazendo com que ela engordasse, através de magias e rituais. Theresa acorrentou Suesan em sua cama e a espancou, e então forçou as demais crianças a baterem nela também.
Eventualmente, Theresa atirou no peito de sua própria filha. Suesan sobreviveu, mas depois que Theresa forçou que um de seus irmãos removessem a bala, a garota ficou doente e estava morrendo de uma infecção. A mãe ordenou a seus filhos que colocassem o Suesan no porta-malas do carro, e todos foram à beira de um rio, no meio do mato, onde queimaram a garota ainda viva.

SHEILA

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Com Suesan fora de seu caminho, Theresa começou a canalizar seu ódio para Sheila. Ela teria forçado Sheila a se prostituir para sustentar a família, e estava feliz com o dinheiro que recebia de sua filha, mas logo desenvolveu uma paranoia de que ela estaria passando uma DST a todas as pessoas na casa por usarem o mesmo banheiro. Ela trancou Sheila em um armário até que ela confessasse que tinha uma DST.
A garota morreu dentro do armário, de fome, seis dias depois. Ela ordenou a seus filhos que colocassem o corpo de Sheila numa caixa e a jogassem na beira da estrada.

O FIM DA MALDADE

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O cheiro do corpo de Sheila ainda permanecia na casa. Por isso, Theresa ordenou que sua filha mais nova, Terry, queimasse o lugar, no ano de 1986. Foi apenas no ano de 1993 que Terry (que havia fugido alguns anos antes) conversou com a polícia e contou a história de sua família.
A polícia encontrou Theresa em Salt Lake City, trabalhando com uma cuidadora de uma idose de 86 anos de idade. Ela recebeu duas penas de prisão perpétua pelo assassinato de suas filhas e pelo assassinato de seu ex-marido. Ela morreu na prisão em 2011. Um de seus filhos, Robert, também foi culpado parcialmente pelos assassinados, além do fato de também ter matado outra pessoa não relacionada.

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LEIA AQUI DEZ CASOS MORTAIS MUITO BIZARROS

10. Mulher morre em seu próprio funeral

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Não é piada. Fagilyu Mukhametzyanov, 49, de Kazan, na Rússia, acordou no meio de seu próprio funeral. A mulher tinha sido declarada morta de ataque cardíaco e sua família e amigos estavam reunidos sobre seu caixão aberto.Ela despertou e começou a gritar, tendo sido imediatamente levada de volta para o hospital. Infelizmente, a mulher só viveu mais 10 minutos.

9. Acidente aéreo mata 3 pessoas dentro de um simulador de voo

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A simulação de voo terminou com uma dose dura de realidade quando um Beechcraft King Air 200, decolando em Wichita, Kansas (EUA), perdeu potência e se chocou contra o prédio da Kansas Flight Safety. Além do piloto, três pessoas que estavam praticando segurança de voos dentro de um simulador também pereceram.

8. Homem afoga em festa para salva-vidas

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É irônico o suficiente que alguém se afogue em uma festa de salva-vidas, mas a reviravolta ainda mais estranha é que eles estavam comemorando a primeira temporada sem afogamentos na região! Quatro salva-vidas estavam de fato de plantão quando Jerome Moody foi encontrado completamente vestido no fundo de uma piscina no Departamento de Recreação de New Orleans (EUA). 100 salva-vidas estavam no local comemorando, junto com outros 100 convidados. Jerome, que foi visto nadando de roupa, não era um salva-vidas.

7. Advogado cai de prédio tentando provar que janela é inquebrável

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Gary Hoy era um advogado que gostava de se exibir aos estagiários. Em 9 de julho de 1993, em frente de um grupo de estudantes, ele se jogou contra uma janela no topo do edifício Toronto-Dominion Centre para provar que ela era inquebrável. Hoy gostava de fazer esse truque todos os anos. No entanto, desta vez, a moldura da janela se desalojou, de maneira que Hoy se provou errado na frente do grupo horrorizado.

6. Proprietário da Segway morre em um Segway

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Ironia ao máximo: o proprietário britânico da empresa Segway, Jim Heselden, morreu depois de cair de um penhasco dirigindo exatamente sua criação. Heselden estava usando seu veículo de duas rodas para dar uma volta pelas redondezas, quando especula-se que ele perdeu o controle e caiu 12 metros para sua morte.

5. Ex-prisioneiro no corredor da morte acidentalmente eletrocutado

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Essa é de entrar no top 5, com certeza. Lawrence Baker, condenado por assassinato em primeiro grau em 1979, foi salvo do corredor da morte em 1987 e sentenciado à prisão perpétua em vez disso. No entanto, isso não o impediu de ser eletrocutado em uma cadeira (na verdade, o seu próprio vaso sanitário de alumínio). Baker estava assistindo TV e usando fones caseiros quando sentou-se no vaso. Aparentemente, houve um curto-circuito com a fiação, que lhe deu um choque mortal.

4. Político morre em ataque falso com intenção de despertar simpatia

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Em 1979, Nitaro Ito era aspirante a político para Câmara dos Representantes do Japão, mas não estava indo bem nas pesquisas. Ele sentiu que precisava de um golpe para angariar simpatia e votos. Assim, pediu que um funcionário lhe desse um soco, e então ele iria esfaquear-se na perna para adicionar drama ao “ataque falso” contra sua pessoa. Infelizmente, esse truque acabou por se revelar mortal – durante a falsa agressão, Ito acidentalmente cortou uma artéria importante em sua própria perna e rapidamente sangrou até a morte.

3. J. I. Rodale, entusiasta de alimentos orgânicos, morre de ataque cardíaco

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Essa quase não dá para acreditar. J. I. Rodale foi o primeiro grande entusiasta dos alimentos orgânicos. Ele também era muito desconfiado da medicina tradicional, e inventou muitas “curas” orgânicas para doenças, incluindo a poliomielite. Em 7 de junho de 1971, ele apareceu no programa de Dick Cavett, vangloriando-se que tinha “decidido a viver até os cem anos” e que “nunca se sentiu melhor em sua vida”. No entanto, ao sentar-se no sofá enquanto Cavett estava entrevistando um segundo convidado, Rodale sofreu um ataque cardíaco e morreu no ar com a idade de 72 anos.

2. Homem morre em um protesto contra capacetes para andar de moto

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Phillip A. Contos era contra a lei de obrigatoriedade do uso do capacete, e estava em um protesto junto com outros 550 motociclistas para mostrar como se sentia sobre o assunto. Durante o passeio, Contos derrapou e voou sobre o guidão de sua Harley, caindo no cimento. Os médicos concluíram que, se ele estivesse usando um capacete, teria sobrevivido.

1. Praticante de BASE jumping morre ao prestar tributo a um amigo morto

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BASE jumping (paraquedismo a partir de uma estrutura fixa ou penhasco usando um paraquedas próprio para baixas altitudes) é considerado um esporte extremamente perigoso, com 242 mortes desde 1981. Duas dessas mortes foram Álvaro Bultó Sagnier, um ator espanhol que faleceu nos Alpes, e o chef Darío Barrio. Barrio morreu durante a execução de uma manobra similar à que matou Sangier, concebida como uma homenagem ao seu falecido amigo.

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Ferraz da Costa "É quase impossível condenar seja quem for por corrupção"

Ferraz da Costa "É quase impossível condenar seja quem for por corrupção"

Ferraz da Costa, presidente do Fórum para a Competitividade, adiantou ao Jornal de Notícias que a condenação por corrupção em Portugal é “quase impossível”, devido às cautelas dos partidos com as legislações aprovadas no Parlamento.
PAÍS
É quase impossível condenar seja quem for por corrupção
DR
O responsável, instado a comentar as recentes detenções de altas figuras da sociedade, como o diretor do SEF e um ex-primeiro-ministro, revelou que os impasses à condenação por corrupção não dependem da forma como a lei é aplicada, mas sim da legislação que é aprovada no Parlamento.
“Todos nós sabemos como os partidos sempre foram especialmente cautelosos em termos de, através da lei, tornais mais fácil a incriminação de ilícitos nessa área”, explicou.
E, termina Ferraz da Costa, “ninguém tem dúvidas” de que em Portugal existe “um elevado grau de corrupção”.

Obras faraónicas, diz ele A não ser que se queira regressar ao tempo das estradas onde mal cabia um camião o país não pode prescindir daquilo a que o ainda primeiro-ministro designa pejorativamente obras faraónicas.

Obras faraónicas, diz ele

A não ser que se queira regressar ao tempo das estradas onde mal cabia um camião o país não pode prescindir daquilo a que o ainda primeiro-ministro designa pejorativamente obras faraónicas. Não direi que o discurso de Passos Coelho em matéria de obras públicas é digno do salazarismo porque no tempo do outro regime foram feitas obras como o porto de Leixões, a barragem de Castelo de Bode, a ponte sobre o Tejo, obras que para os padrões da época não estariam atrás de qualquer outra feita posteriormente.
  
O país carece de uma rede de transporte ferroviário de mercadorias com uma bitola europeia que ligue os nossos portos e as nossas zonas industriais aos mercados europeus e a outros portos europeus, cerece de um porto de Lisboa moderno, liberto dos constrangimentos da cidade e com taxas e taxinhas portuárias competitivas, isto para referir apenas duas obras inquestionáveis.
  
Esta oposição doentia a qualquer obra que não seja uma estradinha estreita decorada com eucaliptos revela não um político austero e poupado mas sim um político ignorante que apela aos falsos valores do salazarismo ara justificar as suas opções. É uma pena que Passos Coelho não aplique aqui os seus raciocínios simplistas de confusão de uma família com o país, perceberia que as famílias á vezes têm de investir numa casa maior ou num carro novo.
  
A questão não está em recorrer a argumentos ruralistas, o problema do desenvolvimento de um país é bem mais sério do que um discurso de aldeia para comemorar uma qualquer efeméride partidária. Mesmo com grandes constrangimentos financeiros o país tem de fazer opções e fazer opções correctas é incompatível com discursos de jantaradas sem qualquer seriedade.
  
Mesmo que a opção seja fazer obras pequenas o país tem de pensar grande e para isso precisa de um primeiro-ministro com uma grandeza que Passos Coelho insistem em não ter, mesmo depois de estar no governo há mais de três anos continua a ser frustrante ouvir as patacoadas de alguém que foi talhado para ser pequeno e a única coisa faraónica que consegue trazer ao país é a sua própria ignorância e irresponsabilidade na abordagem de temas para os quais não está devidamente preparado.

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UMA HISTÓRIA DE AMOR ENTRE UM BRITÂNICO E UMA ALEMÃ NO MEIO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL -Dizem que no amor e na guerra vale tudo, pois esta é uma história de amor no meio de uma guerra: a do amor impossível do britânico Horace Greasley e da alemã Rosa Rauchbach em lados opostos do conflito durante a Segunda Guerra Mundial.

Dizem que no amor e na guerra vale tudo, pois esta é uma história de amor no meio de uma guerra: a do amor impossível do britânico Horace Greasley e da alemã Rosa Rauchbach em lados opostos do conflito durante a Segunda Guerra Mundial.

Uma história de amor entre um britânico e uma alemã no meio da Segunda Guerra Mundial
Horace Greasley
No Natal de 1918, vinham ao mundo dois gêmeos em um pequeno povoado da campina inglesa, Ibstock, no condado de Leicestershire, Reino Unido. Harold e Horace decidiram ficar em sua aldeia natal para ajudar seus pais no sítio familiar. Horace, quando podia, também trabalhava algumas horas na barbearia do povoado e ali se inteirou que a Alemanha tinha invadido a Tchecoslováquia.

Tudo em sua vida mudou. Ante os posteriores movimentos da Alemanha, o Parlamento britânico aprovou em 1939 a lei de instrução militar que obrigava todos os homens com idades compreendidas entre os dezoito e quarenta anos -os irmãos tinham 21- a submeter-se a um treinamento militar básico durante seis meses para depois passar à reserva ativa.
Uma história de amor entre um britânico e uma alemã no meio da Segunda Guerra Mundial
Rosa Rauchbach
Não tiveram tempo nem de terminar o treinamento, às sete semanas foram alistados na 2ª companhia do 5º batalhão de Leicestershire e enviados a França integrados na Força Expedicionária Britânica (BEF) para conter a ofensiva alemã. Ainda que inicialmente a BEF logrou certo sucesso, nada puderam fazer ante o poderio dos panzers alemães. Em maio de 1940, o oficial no comando, lord Gord, ordenou a retirada para Dunkerque para evacuar o que restava da companhia. Ninguém mais soube de Harold e Horace... bem, aqui começa sua aventura.

Em 25 de maio, Horace foi capturado em Carvin, no sul de Lille. Ele e o restante dos prisioneiros tiveram que caminhar durante dez semanas a passo forçado atravessando a França e a Bélgica até chegar a Clervaux (Luxemburgo). Os que sobreviveram foram colocados em um trem, e após uma viagem de vários dias em condições infra-humanas chegaram ao campo de prisioneiros Stalag XXI-D em Silesia (Polônia). Foram dias de trabalhos de sol a sol, acompanhados de algumas surras, escassa comida e compartilhamento da cama com piolhos e ratazanas.
Uma história de amor entre um britânico e uma alemã no meio da Segunda Guerra Mundial
Horace Greasley conhece Heinrich Himmler.
Quando terminou o inverno de 1941, os sobreviventes foram transladados a outro campo em Lamsdorf (Polônia), que nada tinha a ver com o anterior. Ainda que tinham que trabalhar durante dez horas em um canteiro de mármore, podiam banhar-se com água quente, recebiam várias refeições ao dia e dormiam sobre algo que podia ser chamado de cama.

Herr Rauchbach, o proprietário do negócio, sabia que o trabalho na pedreira dependia de que a condição física dos prisioneiros fosse aceitável, de modo que tentou assegurar mínimas condições aos prisioneiros. Rosa, sua filha de dezessete anos, trabalhava no campo como intérprete. Horace logo ficou atraído por ela, mas, logicamente, em seu estado sabia que ela nunca repararia nele.
Uma história de amor entre um britânico e uma alemã no meio da Segunda Guerra Mundial
Horace (direita) retratado em um campo de prisioneiros de guerra na Polônia.
Desde aquele momento, propôs-se, na medida de suas possibilidades, recuperar a imagem do que era: um jovem de vinte e três anos. Depois de várias semanas e já com melhor aparência, começaram a trocar olhares e da paqueram passaram aos encontros furtivos. Quando tinham um ano de relação e os encontros já eram diários, Horace foi enviado para um campo em Freiwaldau, perto de Auschwitz, a uns quarenta quilômetros de distância de sua amada. Aquilo parecia o fim de tudo. Mas não.
Uma história de amor entre um britânico e uma alemã no meio da Segunda Guerra Mundial
As condições do novo campo eram muito parecidas ao de Lamsdorf, mas não tinha Rosa. Horace tinha que voltar vê-la. Exercendo sua antiga profissão de barbeiro, ganhou a confiança dos alemães e tinha certa liberdade de movimentos que lhe permitiram conhecer com detalhes a segurança do campo. Quando preparou um plano de fuga, e graças a outros prisioneiros que trabalhavam na área externa, conseguiu se comunicar com Rosa para se encontrar com ela no bosque atrás da pedreira.

Chegado o dia da fuga e com a cumplicidade de seus colegas do campo e os que transportavam as mercadorias, fugiu e conseguiu encontrar Rosa. Após os correspondentes abraços, beijos, lágrimas... Rosa disse que ele tinha que escapar, mas para onde? O lugar mais próximo onde poderia estar em segurança era a neutra Suécia a 420 quilômetros. Horace decidiu deixar a fuga de lado e preferiu ficar ali mesmo como prisioneiro dando umas escapadelas para ver sua amada de vez em quando.

Nos seguintes encontro, e para alegria dos colegas que ajudavam Horace a sair a cada noite, Rosa levava frutas, verduras e inclusive um rádio que permitiu o grupo conhecer dia a dia o rumo da guerra. Durante dois anos e meio mantiveram mais de duzentos encontros.

Em 24 de maio de 1945, os prisioneiros do campo foram liberados e Horace foi colocado em um caminhão, sem poder se encontrar com Rosa, e foi repatriado ao Reino Unido. Voltou a Leicestershire, durante um tempo seguiram trocando cartas e preparando seu reencontro até que Rosa deixou de escrever... faleceu enquanto dava a luz ao filho natimorto de Horace.
Uma história de amor entre um britânico e uma alemã no meio da Segunda Guerra Mundial
Horace em 2008.
Horace ficou mortificado e durante um par de anos andou lambendo a sarjeta, até que um dia decidiu refazer sua vida: montou uma barbearia, pouco mais tarde uma empresa de transportes quando conheceu aquela que seria sua esposa.

Em 2008 ele publicou o livro "Do the birds still sing in Hell?" ("Os pássaros seguem cantando no inferno?") onde Horace conta suas penúrias e sua história de amor. O que infelizmente Horace não poderá ver -faleceu em 2009 com 91 anos- é o filme da sua vida; A Silverline Productions comprou os direitos do livro para adaptar ao cinema e o produtor Stratton Leopold já está com preparando para começar as gravações. Os papéis de Horace e Rosa devem ser vividos por Robert Pattinson e Kristen Stewart.


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FOTOGRAFIA ESPECTACULAR - A ÉPICA BELEZA DOS ÚLTIMOS FARÓIS NO MUNDO (34 FOTOS)

Os faróis, esses sentinelas impávidos que cuidam os navegantes dos perigos da escuridão e que portanto cuidam à escuridão e ao mar dos navegantes cegos, estão a pouco tempo de se tornarem obsoletos. Os radares GPS usurparam pouco a pouco à arquitetura de navegação e com isso estas estruturas vão pouco a pouco apagando as luzes. Mas ainda temos no mapa alguns dos mais belos, valentes e intrépidos, a maioria no Reino Unido.

A épica beleza dos últimos faróis do mundo
O farol é um símbolo quase universal de segurança e orientação que ajudou muitos marinheiros a encontrarem o seu caminho de casa desde os tempos mais remotos. Tudo começou quando antigos marinheiros eram guiados por fogueiras enormes construídas em morros, que mais tarde foram elevadas a condição de faróis. Isto cresceu gradualmente, cada vez mais alto e mais forte e mudou-se mais perto do mar.

A maioria dos faróis da atualidade ainda em pé são monumentos épicos à capacidade humana. Os faróis que ainda restam são maravilhas da arquitetura e engenharia prática e resistente, iluminando o pior que os mares têm para oferecer. Com estas fotos podemos nos banhar na pura épica que transmitem estes faróis antigos.


Farol Cast-Iron, Whiteford, UK
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 01
Via: Matthew Jones

Farol Petit Minou, Brest, França
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 02
Via: Alexander Riek

Farol congelado no Pier Norte de St. Joseph, Michigan, EUA
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 03
Via: Thomas Zakowski

A épica beleza dos últimos faróis do mundo 04
Via: Charles Anderson

Porto, Portugal
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 05



Praia de Victoria, Califórnia, EUA
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 06
Via: Dave Gaylord

Viavelez, Astúrias, Espanha
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 07
Via: Manu Díaz

Farol da Ponta de Itapuã, Salvador.
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 08
Via: Wikimedia

Schleswig-Holstein, Alemanha
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 09
Via: Holger Schmitt

Talacre, Wales, UK
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 10



Ilha Andros, Grécia
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 11
Via: Mary Kay

San Esteban De Pravia, Espanha
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 12
Via: Saghani

Holyhead, Anglesey, Wales, UK
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 13
Via: Joe Daniel Price

Canal de Beagle, Argentina/Chile
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 14
Via: Skel Shizuko

Fastnet Rock, Irlanda
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 15



Lange Nelle Ostend, Bélgica
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 16
Via: Piet Flour

Baía Sturgeon, Wisconsin, EUA
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 17
Via: Ratul Maiti

Santander, Cantabria, Espanha
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 18
Via: Marina Cano

Stångholmen, Lysekil, Suécia
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 19
Via: Henrik Aleborg

Farol de Itapuã, Lagoa dos Patos
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 20



Anta Maria, Ilha Bait, UK
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 21
Via: Steven Walden

Kermorvan, Bretanha, França
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 22
Via: Nicolas Rottiers

Newhaven Breakwater, Sussex, Inglaterra
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 23
Via: Peter

Portland Head, Maine, EUA
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 24
Via: Yegor Malinovskii

Ilha Mouro, Espanha
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 25



Brest, França
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 26
Via: Stefan Cruysberghs

ILha Mouro, Espanha
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 27
Via: Juan Carlos Ruiz

Molnes, Noruega
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 28
Via: freeezzzz

Old Scituate, Massachusetts, EUA
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 29
Via: Francisco Marty

Farol de Mãe Luiza, Natal
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 30
Via: Natal Praias

Porto, Portugal
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 31
Via: Veselin Malinov

Aurora-Filled Sky, Islândia
A épica beleza dos últimos faróis do mundo 32
Via: Gunnar Gestur


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