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domingo, 7 de dezembro de 2014

Bobi - intimidade do lar


ESTA MULHER CAMINHOU SEM CALÇAS PELAS RUAS DE NOVA YORQUE E NINGUÉM NOTOU.

Foi assim que contrataram uma equipe de pintura corporal chamado "The Body of Art" para que pintassem uma mulher da cintura para baixo simulando uma calça jeans.

Desta forma queriam ver se alguma pessoa nas ruas da cidade notaria que efetivamente as calças naão não eram reais e se tratava simplesmente de uma pintura. 

A modelo em qüestão, caminhou por todas as ruas, utilizou um caixa e inclusive entrou à loja de roupa e pediu que lhe mostrassem um jeans parecido aos que usava. Acha que notaram que em realidade estava nua? Veja o vídeo 








ENGENHEIRO RUSSO MOSTRA AQUI AS SUAS MARAVILHOSAS FOTOS DAS RAPOSAS NO CÍRCULO ÁRTICO - A remota região ao nordeste de Chukotka na Rússia é uma inóspita tundra ártica, mas mesmo nesta paisagem brutal e isolada, o fotógrafo russo Ivan Kislov encontra belos sinais de vida entre as raposas que vivem e caçam nos bosques locais.

A remota região ao nordeste de Chukotka na Rússia é uma inóspita tundra ártica, mas mesmo nesta paisagem brutal e isolada, o fotógrafo russo Ivan Kislov  encontra belos sinais de vida entre as raposas que vivem e caçam nos bosques locais. Kislov, que mora na cidade portuária de Magadan, trabalha em Chukotka como engenheiro de minas e quando tem um tempinho de folga durante seus longos turnos, ele recorre à fotografia como uma classe de relaxamento a sua dura rotina.1
Engenheiro russo passa suas horas de folga tirando fotos de raposas no Círculo Ártico 01
Ele gosta de fazer  caminhadas em lugares inacessíveis, canoagem ou apenas passeios para observar a vida selvagem. Embora tire fotos de tudo o que vê, de ursos e renas até lobos e arminhos, Ivan diz que as raposas são frequentemente modelos muito dispostos:

- "As raposas têm curiosidade e podem chegar muito perto. Então eu aproveito para usar algulares e teleobjetivas", diz Ivan em seu perfil do Facebook.

Pese que a fotografia seja um hobby para o engenheiro russo, suas fotografias de vida selvagem não ficam nada a dever para os melhores e mais influentes fotógrafos do gênero.
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ANIMAIS EXTRAORDINÁRIOS - OS BURROS DE POITOU - A bela região de Poitou, a 500 km a sudoeste da capital francesa, Paris, abriga um segredo. Alguns segredos são obscuros e mortais; este, no entanto, é bonitinho e fofinho. As espécies de burro de Poitou, tão adorável quanto um burro pode ser, têm algo totalmente diferente e uma notável história para contar

bela região de Poitou, a 500 km a sudoeste da capital francesa, Paris, abriga um segredo. Alguns segredos são obscuros e mortais; este, no entanto, é bonitinho e fofinho. As espécies de burro de Poitou, tão adorável quanto um burro pode ser, têm algo totalmente diferente e uma notável história para contar. Como uma espécie que oscilou à beira da extinção, mas graças a um trabalho extremamente difícil por parte dos ambientalistas, parece que seu futuro está finalmente, garantido.

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Singularidades extraordinárias de animais extraordinários: Poitou, o burro com dreadlocks 01
O Poitou é uma espécie Equus asinus  e basicamente é um burro com dreadlocks. Ao que parece, ele pode ter sido geneticamente modificado para satisfazer os desejos caprichosos da filha de um bilionário, mas na verdade ninguém sabe bem ao certo. O que sim sabem é que ele era utilizado na criação de mulas -uma das atividades tradicionais da região-.
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Singularidades extraordinárias de animais extraordinários: Poitou, o burro com dreadlocks 02
No entanto, a história de sucesso do Poitou estava destinada a não durar. Com o advento da indústria e da agricultura mecanizada, a chamada para o Poitou diminuiu e a demanda de animais caiu, assim como os números deste asno surpreendente. A espécie quase chegou um declínio terminal com muitos agricultores locais exterminando os próprios animais ou vendendo seus rebanhos, cujo destino era desconhecido, mas basta usar a imaginação para saber para onde estes animais estavam sendo levados.
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Singularidades extraordinárias de animais extraordinários: Poitou, o burro com dreadlocks 03
Então, em 1977, uma pesquisa revelou que havia apenas doze garanhões -os locais chamam de Baudets- e treze fêmeas -Anesses-. Se algo não fosse feito rapidamente Poitou deixaria de existir. As autoridades locais, interessadas em manter este remanescente único, vestigial da história local, juntamente com os parques nacionais franceses, criadores e cientistas, se alaram para criar um livro genealógico que permitisse recriar a espécie.
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Singularidades extraordinárias de animais extraordinários: Poitou, o burro com dreadlocks 04
Graças a este programa já existem mais de cem Poitous de cada gênero em sua região nativa; vivendo bem e prontos para produzir um pouco mais. Em todo o mundo existem cerca de mil. Com determinação a organização em prol do Poitou mostrou ao resto do mundo de que as espécies altamente ameaçadas de extinção podem ser trazidas de volta da beira do abismo.
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Singularidades extraordinárias de animais extraordinários: Poitou, o burro com dreadlocks 05
Os animais mais apreciados são aqueles com os dreadlocks mais distintas: a marca registrada do Poitou. A espécie está ganhando popularidade devido à sua natureza altamente dócil. Ao contrário de muitas espécies de burros, este é pura diversão e é capaz de formar relacionamentos amorosos com seus humanos.
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Singularidades extraordinárias de animais extraordinários: Poitou, o burro com dreadlocks 06
É verdade que ele é só para os ricos: cada Poitou pode custar até cinco mil dólares. E não espere ser capaz de manter um em seu quintal. O asno pode alcançar até um metro e meio de altura.
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Eles precisam de pelo menos um hectare cada e, como são animais altamente sociais, precisam de companhia íntima e constante de sua própria espécie por isso precisam ser mantidos em números.
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Segundo os criadores desses animais, sua popularidade entre as ricas estrelas do rock acabou sendo uma outra vantagem para eles, já que, por causa disso, dificilmente voltarão a frequentar qualquer lista de extinção e desaparecimento.
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PORTUGUÊS COMPRA A SUA PRÓPRIA ILHA E ESTABELECE COM SUCESSO O SEU PEQUENO REINO -Renato Barros, um português de 56 anos, conseguiu estabelecer seu próprio país ao adquirir uma pequena ilha no porto do Funchal, Ilha da Madeira, Portugal. Nomeou-a Principado da Pontinha e ungiu-se príncipe "Renato II, o Justo". Pontinha, na verdade, tem 178 m2, onde moram apenas quatro cidadãos: Dom Renato, sua esposa, seu filho e filha. Além de seu passaporte Português, Barros tem um passaporte da Pontinha com o número 0001.

Renato Barros, um português de 56 anos, conseguiu estabelecer seu próprio país ao adquirir uma pequena ilha no porto do Funchal, Ilha da Madeira, Portugal. Nomeou-a Principado da Pontinha e ungiu-se príncipe "Renato II, o Justo". Pontinha, na verdade, tem 178 m2, onde moram apenas quatro cidadãos: Dom Renato, sua esposa, seu filho e filha. Além de seu passaporte Português, Barros tem um passaporte da Pontinha com o número 0001.

Português compra pequena ilha e estabelece com sucesso seu próprio reino
Professor de arte por profissão, Renato hoje também desempenha as funções de policial, jardineiro, zelador e membro da família real de seu próprio país.

  - "Eu sou o que eu quero ser - que é o sonho de todos, não é mesmo?", disse ele.   - "Se eu decidir que quero ter uma canção nacional, eu posso escolher, e posso mudá-la a qualquer momento. O mesmo com a minha bandeira, que poderia ser azul hoje, amanhã vermelha. É claro que o meu poder é único e absoluto aqui, onde eu sou o verdadeiro soberano".

Renato teve a chance de comprar a ilha 14 anos atrás, quando uma família britânica abastada queria vendê-la por 25 mil euros (78 mil reais), porque não tinha nenhuma utilidade para eles. Ninguém queria comprá-la, mas quando Renato ouviu falar da oportunidade em uma festa, decidiu que era aquilo que queria para ele. Só tinha um probleminha: ele não tinha o dinheiro.
Português compra pequena ilha e estabelece com sucesso seu próprio reino
Ele tentou então encontrar parceiros de negócios, mas todos pensavam que ele estava louco por querer gastar tanto dinheiro com o que era essencialmente um amontoado de pedras, com uma caverna, uma plataforma, sem eletricidade e sem água corrente. Assim, ele acabou vendendo várias de suas posses, reuniu todas as suas economias e comprou o lugar para si. Naturalmente, sua esposa, família e os amigos todos pensaram que ele tinha perdido a cabeça.
Português compra pequena ilha e estabelece com sucesso seu próprio reino
Mas ele estava confiante de sua compra, porque sabia que ia resultar no queria: plena liberdade.

 - "Quando o Rei de Portugal originalmente vendeu a ilha em 1903, ele e todos os governadores assinaram um documento da venda de todas as 'possessões e domínios' da ilha"
, explicou Renato.

- "Isso significava que eu poderia fazer o que quisesse com ela: eu poderia abri um restaurante ou um cinema, mas ninguém pensou que alguém iria querer fundar um país. Então foi isso que fiz: decidi que esta não seria apenas mais um afloramento rochoso no porto do Funchal, seria a minha ilha".
Português compra pequena ilha e estabelece com sucesso seu próprio reino
Depois que comprou o monte de pedras, Renato fez uma visita diplomática ao governador da Madeira, apresentando-se como o governante do estado vizinho. Em resposta, o governador ameaçou recusar-lhe energia, a menos que ele vendesse a ilha de volta ao estado. Renato não estava interessado na oferta, então simplesmente montou um painel solar e um pequeno moinho de vento para gerar sua própria eletricidade.

 - "Talvez no futuro eu consiga gerar energia a partir do oceano ao redor da Pontinha"
, disse ele. - "Eu sou um pacifista e não preciso de muito dinheiro".
Português compra pequena ilha e estabelece com sucesso seu próprio reino
Dom Renato conta que não vive em seu país em tempo integral, mas pode ser encontrado lá na maioria das vezes:

 - "A minha família, por vezes também sai do país, e outras pessoas vêm todos os dias, porque o país é aberto para os turistas"
, disse Renato, que não acredita em fronteiras. Mas há momentos em que ele prefere ficar sozinho na Pontinha, quando se sente incomodado pelo poder excessivo do Estado Português.
Português compra pequena ilha e estabelece com sucesso seu próprio reino
- "A Madeira é cercada por água, mas por algum motivo, todos nós temos que pagar para nadar no oceano agora, com os pontos de natação. Ainda assim, eu tenho a minha ilha, o que significa que eu posso nadar a hora que eu quiser e onde eu bem entender: é como se alguém tivesse me dado a chave para as águas".

Renato admitiu que a sua decisão de comprar a ilha teve muito a ver com a sua idade.

 - "Meu filho tem 27 anos e se eu tivesse a sua idade, provavelmente iria vender a ilha e comprar uma Ferrari"
, disse ele. - "Mas já estou com 56 e quero desfrutar de tudo o que tenho. A Pontinha significa 'um ponto'. Toda a mudança do mundo começa com algo muito pequeno, e este é o meu país, apenas um ponto pequeno", poetiza.
Português compra pequena ilha e estabelece com sucesso seu próprio reino
Embora ele não tenha recebido ainda direitos oficiais de um país, o caso da Pontinha está sendo revisado pela comunidade internacional, inclusive pelo Governo Português e pelas Nações Unidas. Há até uma entrada na Wikipédia com os dados, bandeira e brasão do Principado, cujo lema é : "Verbum volat, scriptum manet" ("As palavras faladas voam, as escritas permanecem").

Dom Renato está bastante confiante de que seu pedido será aprovado porque não há nenhuma boa razão para recusar. Ele ressalta que tem boas relações com o governo brasileiro e se o Principado for reconhecido, será uma porta de entrada para a Europa.
Português compra pequena ilha e estabelece com sucesso seu próprio reino
De qualquer forma, o príncipe deveria abrir o olho com as fronteiras de seu país, já que o website do Governo Pontinhense, por este momento, foi invadido e hackeado por uma empresa japonesa de fotocópias.
Fonte: The Guardian


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