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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

MONSTRO FINANCEIRO À BEIRA DE PRECIPÍCIO, A LUZ NO TÚNEL MOSTRA UMA OUTRA SOCIEDADE - A República do capitalismo bancário mais desclassificado e indigente domina as nossas vidas.

MONSTRO FINANCEIRO À BEIRA DE PRECIPÍCIO, A LUZ NO TÚNEL MOSTRA UMA OUTRA SOCIEDADE

1 - Quando o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ) denunciou, há cerca de um mês, que uma enorme estrutura de evasão fiscal, que enquadrava, pelo menos, mais de 340 grandes empresas capitalistas internacionais, principalmente, aquelas que incluíam os maiores bancos de Wall Street e da City londrina, estava organizada, e funcionou – e continua a funcionar - sob a aprovação e supervisão dos governantes do Luxemburgo, onde pontificava o ex-primeiro-ministro  e actual presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, uma exclamação, uníssona, surgiu entre os comentadores político-económicos, minimamente decentes de todo o Mundo:

A República do capitalismo bancário mais desclassificado e indigente domina as nossas vidas.

Na realidade, os sucessivos escândalos financeiros do grande capital, que abalam o chamado *mundo ocidental* - ou seja o centro do grande capital bancário especulativo -, desde o chamado +caso Madoff+ nos Estados Unidos em 2008, passando, também, naquele ano, pela falência do banco Lehman Brotheres, que, na altura, deteria cerca de 460 mil milhões de euros de activos, passando para o outro lado do Atlântico, onde em 2012, os grandes bancos, Barclays, HSBC, Lloyds e Royal Bank of Scotland, estavam, em vias de falência, tendo sido recapitalizados com dinheiro do Estado.

Em menor escala, mas igualmente dentro do mesmo tipo de vilanagem, estão os negócios fraudulentos e ruinosos, dos bancos portugueses, nomeadamente, BCP, BPN, BPP e BES, ou espanhóis, com o Bankia.


 

(Bernard Madoff, foi um dos homens fortes do NASDAQ, e, era o presidente de uma sociedade de investimento, que se tornou um dos pilares de Wall Street.

Profundamente ligado ao *lobby* judaico norte-americano, de que era um dos +sumo sacerdotes+, foi acusado, em Dezembro de 2008, de ter praticado uma fraude gigantesca que poderá ter ultrapassado os 65 mil milhões de dólares. O envolvimento de grandes bancos é aterrador, mas só Madoff foi detido!!!

Ainda em 2008, deu-se nos Estados Unidos a maior falência de uma empresa capitalista no país, precisamente, o banco Lehman Brothers. Quando se deu a falência, a instituição financeira tinha em activos cerca de 460 mil milhões de euros. Desapareceram.

O Estado, através das Administrações, primeiro, George W. Bush e Barack Obama, sacaram o dinheiro aos contribuintes, para recapitalizar aquele banco, bem como outros, como o Goldman Sachs e o Bank of América.

Em 2010, em Inglaterra foi divulgado que os grandes bancos, Barclays, HSBC, Lloydes e Royal Bank of Scotland – bem como sete outros de menores dimensões – estavam metidos, até ao pescoço, num colossal esquema de especulação financeira, com a venda de produtos fictícios ou de alto risco que entraram em colapso.

O contribuinte foi o lesado, pois foi-lhe sacado dinheiro para recapitalizar aquela horda de proxenetas financeiros.

Os casos dos bancos portugueses são conhecidos: os capitalistas financeiros portugueses defraudaram, abertamente, os depositantes e pequenos accionistas, o Estado, numa relação promíscua entre políticos, banqueiros especuladores desclassificados, lobbies maçónicos e outros e da própria Igreja Católica).

2 – A realidade desta roubalheira toda – sem qualquer efectiva repressão, com mão de ferro, sobre os seus fautores: banqueiros, especuladores financeiros, responsáveis de topo das principais empresas económico-financeiras, desde a alta tecnologia até aos latifundiários, que sacaram as grossas fatias dos fundos comunitários e a protecção dos Estados – está no restrito exercício do poder real pela lumpen grande burguesia capitalista.

O episódio Juncker é, pois, relevante e significativo: quem está no poder na União Europeia não é a burguesia no seu conjunto, mas um seu extracto, que é a mais desclassificado, a grande burguesia capitalista especuladora.

Do poder, estão, praticamente, excluídos os outros sectores dessa burguesia, bem como a pequena burguesia e, de maneira mais evidente, as classes trabalhadoras.

O que, em termos de economia política, representa que o sector produtivo capitalista, aquele que mostra o seu verdadeiro poder desenvolvementista, já nada significa, do ponto de vista do capital financeiro mundial, - sim porque este capitalismo é transnacional, e pouco se interessa com os processos produtivos harmónicos e cooperantes de Estados e Nações-o objectivo é manter dependência do Capital, que eles detém todos os processos da estrutura económica.

Quer isto dizer que a actual míngua das finanças públicas é um processo forjado, há muito, pelo capitalismo financeiro (através dos seus agentes e lacaios colocados em postos-chaves) para que o Estado esteja, total e permanentemente na sua mãos.

A crise financeira mundial de 2008 veio mostrar isso mesmo: inicia-se nos Estados Unidos da América, com uma voracidade tremenda – praticamente todos as principais instituições bancárias e de seguros entram, ou estão à beira do colapso.

a máquina de fabricação de dólares chegou ao fim

Wall Street, sem meias medidas, através da Reserva Federal (o Banco Central norte-americano) obrigou a Administração de Washington a lançar-se num frenesim de multiplicação de dólares para acudir ao *buraco* enorme da dívida privada.

E,  de uma penada, fez girar o movimento da sacagem de dinheiro para o sistema financeiro europeu subserviente.

Para pagar *aos credores* - esses abutres financeiros de Wall Street – o poder político europeu, em sintonia, foi despojar, com todas as artimanhas fraudulentas e manipuladoras, os salários e pensões dos sectores mais desprotegidos das classes trabalhadoras e dos pensionistas, que já deixaram de laborar.

Mas, esta manigância distorcia, propositadamente, os equilíbrios orçamentais, por muito que os apologistas desse poder político o fizesse ecoar, em grandes parangonas, nos seus meios de comunicação social.

Na realidade, o deficit público cresceu, integrando na dívida pública, a privada, não só nos Estados Unidos, como na União Europeia.

Os capitalistas financeiros engordaram, fomentaram a corrupção, enriqueceram os seus sequazes políticos, transformaram o Estado num imenso *poço sem fundo* de gatunagem e vilanagem.

Desde Bruxelas até Lisboa.

Desde Juncker até Passos Coelho, passando por Sócrates e Paulo Portas, ou Miguel Macedo

Não há equilíbrio orçamental enquanto não se impuser limitações drásticas às especulações financeiras e económicas, enquanto não se entrar no corte sem contemplações dos interesses do poder económico e político dominante.

Porque o deficit estatal é o maná onde medra toda a chafurdice humana que está ao serviço do lumpem capitalismo financeiro, a fonte real de todo o enriquecimento sem controlo e sem qualquer tipo de pudismo moral.

3 – A denúncia da evasão fiscal *legal* do capitalismo internacional, através do Luxemburgo, com Juncker a ser *coroado* Presidente da Comissão Europeia – todos os casos que serpenteiam pelo mundo do capital dos EUA à China, passando pela UE – é o exemplo acabado da actual situação do poder político nos diferentes Estados e Nações, aparentemente, diferenciadas no seu exercício.

EUA, China, Rússia, UE, Brasil, Índia, África do Sul, México, Irão ou Argentina nada mais são do que uma coligação concorrencial de uma imensa e tentacular empresa especuladora accionista, cujas partes buscam a supremacia mundial, ou, no mínimo, uma repartição por parcerias para explorar as riquezas dos povos, dos Estados ou das Nações.

O que sucedeu com Juncker/Luxemburgo, ratificado pela fina nata dos representantes dos capitalistas europeus em Bruxelas, ou das manigâncias de Wall Street/Reserva Federal, ou no pequeno Portugal, o domínio dos banqueiros no poder político, representa, exactamente, essa relação social:

Em todos esses escândalos – acrescento os dos chineses, denunciados em 2008, em que os banqueiros e administradores financeiros das grandes empresas estatais sacavam os lucros em proveito próprio das mesmas, ou oligarcas russos que controlam a Duma, o Kremlin ou os governos regionais – é o lumpem capitalismo financeiro que faz as leis, através dos seus representantes, enquadra toda a estrutura superior da Função Pública, manipula a magistratura a seu favor, inventado, de vez em quando, uma investigação em que atinge uma ou duas personalidade, ficando tudo na mesma, controla as grandes empresas de comunicação social, dirigindo e manipulando a informação.

4 – Um grande acontecimento mundial trouxe uma realidade que obrigou as diferentes classes e sectores classistas afastados do poder a olhar para o Mundo de outra maneira, já o referimos: a crise profunda financeira, económica, política e social iniciada em 2008, e, até agora, sem solução no sistema em que vivemos.

O bordel capitalista financeiro – e os seus serventuários políticos, executivos e militares – estão confrontados com uma efervescência larvar e crescente – conflitos constantes, a maior parte das vezes sangrentos, levantamentos de milhões de pessoas, desde os Estados Unidos à China, a ineficácia na recomposição da economia produtiva, o desemprego galopante, as migrações avassaladoras de pessoas em busca de uma vida melhor – está a tornar o seu edifício estatal transnacional cada vez mais paralisado.


No fundo, a situação está a entrar num precipício, principalmente porque esse capitalismo financeiro que enquadra e domina o modo de produção vigente  apresenta fissuras enormes, e, é ele, quer queiramos, quer não, que está a regular, a subordinar todo o conjunto da vida social e das suas relações no interior dos Estados, grupos de Estados, Nações, futuras Nações.

E daqui estão a retirar-se, ou vão retirar-se consequências, sejam reacionárias ou revolucionárias, mas são estas que estão a buscar alternativas, ainda em titubeio, com algumas obscuridades, de um novo tipo de poder.

E isto porque – ainda que não haja uma percepção em toda a sua extensão, mas existem indícios explícitos – as forças sociais que produzem, que laboram (materiais e classistas) estão a avançar, ainda que não se percebam todos os contornos, para confrontar o modelo produtivo que nos governa e dirige.

 EUA em chamas

Não se pode dizer, com clareza, nem afirmar que vai ser do pé para mão, mas aproximam-se tempos – não sei dentro de quantos anos – de que um revolucionamento social em larga escala pode ocorrer.

E o foco, para mim, neste momento está centrado na União Europeia.

Claro que, para ser vitoriosa, esta perspectiva terá de conter a prática, mas também a teoria dessa revolução.

Não nasce e vence, por obra e graça do espírito santo.

tabancadeganture.blogspot.pt

SAIU DO CESTO AO TOQUE DA FLAUTA -Manuel Ferreira Leite "Embaraço para o PS" é ter usado caso BPN em campanha

.Manuel Ferreira Leite "Embaraço para o PS" é ter usado caso BPN em campanha

Manuela Ferreira Leite, antiga líder social-democrata, comentou esta quinta-feira, na TVI, a detenção de José Sócrates. Remetendo-se a uma posição de silêncio, a ex-ministra referiu uma situação que pode causar “embaraço” ao PS: “o comportamento do Partido Socialista quando houve o problema BPN foi utilizar como arma de arremesso este caso em várias campanhas eleitorais, de forma inqualificável”
PAÍS
Embaraço para o PS é ter usado caso BPN em campanha
Reuters

“Quando fiz uma campanha contra o engenheiro José Sócrates, o momento estava completamente dominado pelo caso Freeport e nunca ninguém me ouviu abrir a boca em campanha eleitoral sobre essa questão”, atirou, para depois explicar que prefere acreditar que a missão dos partidos é apresentar propostas para o país e não comentar a situação dos seus militantes.
Porém, lembrando uma campanha eleitoral que disputou contra José Sócrates, Manuel Ferreira Leite afirmou que essa foi a postura que assumiu também nessa altura, momento em que o caso Freeport era amplamente noticiado.
“Estou genuinamente convicta que aquilo que os partidos podem transmitir, que podemos desejar dos partidos, não é a análise do comportamento de A, B ou C, mas sim aquilo que têm para nos oferecer”, concluiu, lembrando uma situação de aproveitamento político contrário, da parte do PS.
“O comportamento do Partido Socialista quando houve o caso BPN foi o de o utilizar como arma de arremesso em várias campanhas eleitorais, de forma inqualificável. É isso que mais embaraça o partido socialista, agora. Espero que na próxima campanha eleitoral isso não aconteça”, terminou. 

Grande explosão de lava no vulcão da ilha do Fogo - As sete bocas da erupção vulcânica que assola desde domingo a ilha do Fogo, Cabo Verde, uniram-se esta quinta-feira numa só, provocando uma grande explosão de lava com a torrente a ter cerca de um quilómetro de largura.

Grande explosão de lava no vulcão da ilha do Fogo


As sete bocas da erupção vulcânica que assola desde domingo a ilha do Fogo, Cabo Verde, uniram-se esta quinta-feira numa só, provocando uma grande explosão de lava com a torrente a ter cerca de um quilómetro de largura.
 

Chá das Caldeiras poderá ser totalmente destruída

Segundo observou a Lusa no local, às 18.25 horas locais (19.25 em Portugal continental), as sete bocas juntaram-se a uma oitava que surgira cerca de quatro horas antes. A torrente de lava, que se estendia inicialmente por 600 metros de largura e 4,5 quilómetros de comprimento, aumentou assim significativamente, pondo em risco a povoação de Portela, em plena Chã das Caldeiras, onde dezenas de populares tentavam salvar os bens das residências do povoado.
Pela segunda vez em menos de 24 horas, as autoridades cabo-verdianas abriram uma segunda estrada de terra para permitir a todo o tipo de carrinhas e camiões o acesso à Portela, onde os habitantes locais esventraram literalmente as suas casas, colocando portas, janelas, sanitas, móveis, colchões, pratos, tachos, entre outros bens, nas encostas da cratera de Chã das Caldeiras.
Desconhece-se para já qual a amplitude e consequências da mudança de fase da erupção vulcânica, que agora provém de uma só mini-cratera, comparada com a de Chã das Caldeiras.
Alguns troços da segunda estrada construída na quarta-feira, após uma primeira ter sido consumida pela lava, estavam já com as brasas incandescentes junto à berma.
Esta manhã de quinta-feira, o primeiro-ministro cabo-verdiano José Maria Neves considerou que erupções vulcânicas já atingiram o estatuto de "catástrofe", com a destruição de casas, cisternas de água e currais de Portela.
José Maria Neves apelou à ajuda internacional, indicando que será aprovado em breve o plano de ação pós-crise, ainda dependente da evolução do vulcão, que tem sofrido imprevisiveis picos diários de atividade.

Adelaide Ferreira - Dava tudo

Righteous Brothers - Unchained Melody (High Quality)

IN(DEPENDÊNCIAS) - Artigo de Helder Barros, em "Bird magazine"

Artigo de Helder Barros, em "Bird magazine"



IN(DEPENDÊNCIAS)



HÉLDER BARROS

Existe hoje em dia, uma casta de políticos na nossa praça que, ao fim de muitos anos de tentativa de assalto ao poder, por formas e meios diversos, estribados em organizações e/ou ideologias políticas, descobriram recentemente uma excelente forma de se catapultarem para mais altos voos na política, de uma forma mais rápida e bombástica, atalhando caminho.


Alguns destes seres, por exemplo, enquanto enquadrados em organizações partidárias, tornaram-se famosos por realizarem campanhas de oposição interna, fora dos locais próprios para tal, fazendo deste modo mais oposição, que a verdadeira oposição, passe a redundância. Na maior parte dos casos, com um pé dentro e o outro pé de fora… dá sempre muito jeito, para urdir as intrigas… (in)dependências…


É do conhecimento geral que, quando se faz parte de uma organização, seja ela de que cariz for, não se deve quebrar o sigilo sobre a informação critica ao funcionamento da mesma. Mas, neste caso, como se trata de gente com um ego que ultrapassa a sua dimensão física e humana, consideram perfeitamente normal este tipo de comportamento, que, no entanto, corroi até destruir qualquer organização.


Claro está que são pessoas que se pronunciam muito na primeira pessoa em tons estridentes – eu isto, eu aquilo, eu… aqueloutro – com sérias limitações no trabalho em equipa e que não são capazes de gerarem consensos, avessos à colegialidade, simplesmente porque se consideram seres especiais, iluminados por entidades divinas, incapazes de partilhar ou de aprender algo, com algum semelhante. A procura de soluções interpares, ou de discussões procurando um consenso o mais alargado possível, torna-se numa derrota para eles. Isso não, as suas ideias são sempre luminosas, únicas, brilhantes na sua obscuridade...


E que se passeiam em diferentes areópagos com a vaidade dos convencidos, daqueles que sabem tudo, considerando todos os outros ignaros, levando a que a sua própria mesquinhez acabe, mais cedo ou mais tarde, por se revelar.


Outros lavram opiniões e manifestos escritos, de tal modo herméticos na sua forma, cujo objectivo dos mesmos deverá passar certamente pela sua não compreensão integral, mas antes por evidenciar um estilo linguístico muito elaborado, no sentido de alimentar a sua vaidade intelectual.


O populismo brota das suas manifestações públicas, como a chuva cai neste outono aguadeiro, apresentando soluções para todos os males. Aos olhos destes visionários tudo está mal, nada é bem executado pelos outros, só eles têm a panaceia para todos os problemas, a solução para todas as obras, enfim, autenticos predestinados.



Nos últimos tempos, este tipo de populismo acentuou-se e aglutinou-se num conceito político dos chamadosindependentes, facto que até considero lógico, dado que estes seres não estão predispostos a cumprir minimamente os estatutos de qualquer organização política. Quem não viu antigos autarcas retirados coercivamente de candidaturas autarquicas, por práticas de abuso de poder, corrupção e diversos processos judiciais, a criarem imediatamente um putativo movimento independente?... Independentes de quê e de quem!


E como são individualistas e muito senhores das suas opiniões, tendo solução fácil para tudo, pelo menos do seu ponto de vista, nada como um agrupamento destas personalidades raras, para o fervilhar de todo um ideário sóciopolitico que reformulará de forma celestial o funcionamento da nossa República.


A bem da verdade, deve-se dizer que quase todos andaram atrelados a algum partido político no início das suas carreiras políticas, ou em qualquer momento da sua vida. Alguns quando se viram aflitos, até encontraram refúgio em partidos e/ou organizações, cujos líderes eram autênticos arrivistas e populistas. A sua inspiração política tinha que beber em alguma fonte ideológica e de especial modus operandi…


O atual funcionamento dos partidos é muito criticável, todos temos que concordar com isso. Os cerca quarenta de anos de funcionamento da nossa Democracia começam a revelar vícios de funcionamento e uma falta de renovação das instituições e de insuficiente participação cívica que urge combater. É absolutamente verdadeira e inconstetável esta realidade.



A corrupção, um flagelo que atinge a sociedade Portuguesa desde tempos imemoriais, que inclusive disseminamos pelos quatro cantos do mundo, não nos dignifica, nem nos fortalece enquanto nação, com este deficiente e indecoroso funcionamento das nossas instituições, que acarretam graves repercussões sociais, como temos assistido ultimamente.


Penso, contudo, que não será de forma individual, mas antes de forma colectiva, com uma maior e melhor participação civica no funcionamento nas instituições, que poderemos melhorar de forma significativa a gestão da coisa pública.


Eu acredito em movimentos legitimos de independentes que defendam causas coletivas. Mais, considero que fazem falta à nossa Democracia, serão ótimos contrapoderes ao poder das classes dominantes, como diria Manuel Sérgio. Mas, movimentos independentes de políticos frustrados, de seres que nas estruturas partidárias nunca conseguiram alcançar os seus objetivos de poder, só podem redundar em mais do mesmo. Nada para construir, um Mundo inteiro para destruir...



E é muito difícil conciliar egos que transbordam aos corpos dos seus portadores e agregá-los numa organização, denominando-a de independente, para dar um ar moderno à coisa... tal é contranatura, como se poderão opor uns aos outros dentro de quatro paredes?... como irão depois todos a todos os lados contar as suas aventuras que alimentam o seu ego?...



A pior atitude que se pode ter em Democracia, passa pelo alinhar no coro dos anunciadores de uma nova era, da tal organização baseada no poder decisório de seres independentes sequiosos de poder, atacando os partidos políticos por fora e por dentro, com a demagogia dos iluminados. Se os políticos não servem, mudemo-los, mas a nossa Democracia baseia-se numa estrutura partidária. E apesar desta ter muitos defeitos, que os tem, até esta data ainda não apareceu melhor forma de governação... e o populismo é um risco demasiado perigoso para um jovem Estado Democrático como o nosso...

lusibero.blogspot.pt

Primeiros britânicos condenados por jiadismo - Dinamarca pagou subsídio de desemprego a 28 jiadistas

Primeiros britânicos condenados por jiadismo


Dois irmãos, de 24 e 30 anos, tornaram-se, esta quinta-feira, nos primeiros britânicos a serem condenados por crimes de terrorismo, após voltarem da Síria, onde se juntaram ao Estado Islâmico contra Bashar al-Assad.
EPA
Hamza (esquerda) e Mohommod Nawaz (direita) condenados pela Justiça britânica

Mohommod e Hamza Nawaz foram condenados a quatros anos e meio e três anos de prisão, respetivamente. Foram os próprios a confessar que ingressaram num campo de treino terrorista sírio no ano passado.Segundo o juiz, os irmãos não planearam ataques em território britânico, nem sequer ficou demonstrado que estiveram na frente de combate, havendo apenas provas da sua participação no campo sírio.

Dinamarca pagou subsídio de desemprego a 28 jiadistas


A Dinamarca pagou subsídios de desemprego a 28 dinamarqueses que estavam na Síria a combater ao lado do grupo Estado Islâmico, segundo dados dos serviços de informações dinamarqueses.

Dinamarca pagou subsídio de desemprego a 28 jiadistas

FOTO KAI PFAFFENBACH/REUTERS
























Cidade síria de Kobani debaixo de fogo

Dos 28 cidadãos identificados pelos Serviços de Segurança e Informações (PET) dinamarqueses, 15 foram intimados a devolver o dinheiro, oito continuam sob investigação e cinco casos foram arquivados por falta de provas, segundo o tabloide dinamarquês "BT".Segundo o jornal, os serviços de informações chegaram a estes dados cruzando informações de várias autoridades.
"É extremamente importante que não sejamos ingénuos", disse a ministra da Justiça, Mette Frederiksen, ao jornal.
A Dinamarca tem um dos melhores sistemas de proteção no desemprego, com os beneficiários a receberem até 801 coroas (108 euros) por dia por um prazo que pode chegar aos dois anos.
Alguns dos jiadistas referidos recebiam no entanto quantias significativamente inferiores, segundo o jornal.
A Dinamarca é, proporcionalmente, um dos países ocidentais com mais cidadãos a combater na Síria nas fileiras do grupo radical Estado Islâmico.
Os serviços de informações estimaram em junho que "mais de 100" dinamarqueses foram para a Síria, mas um especialista em Médio Oriente, Naser Khader, considerou que o número deve ser maior.
"O número está a crescer em vários países, por que haveria de ser diferente na Dinamarca?", questionou Naser Khader, numa entrevista ao jornal "Berlingske".
Desde junho, data daquela estimativa, o Estado Islâmico obteve uma projeção crescente e isso, explicou Khader, significa conseguir recrutar mais combatentes.
Na Suécia, os serviços secretos estimam que 300 nacionais tenham viajado para a Síria para combater nas fileiras dos extremistas, em França 400, no Reino Unido 500 e na Alemanha 550.

SOCRATES SAI EM LIBERDADE? Sócrates foi apanhado de massa na mão. E depois? Significa isso que será condenado ou pelo contrario, tudo se conjuga para que saia em liberdade?

SOCRATES SAI EM LIBERDADE?

Sócrates foi apanhado de massa na mão. E depois? Significa isso que será condenado ou pelo contrario, tudo se conjuga para que saia em liberdade?
Uma reflexão sobre o circo montado à volta da detenção de José Sócrates, mostra-nos o envolvimento de uma Policia de Segurança Publica que nunca teve a menor preparação nem está vocacionada para a investigação da criminalidade económica. A haver o envolvimento da Policia Judiciaria, que tem equipas especializadas para o efeito, então seria lógico que fosse ela a proceder à detenção de Sócrates. Mas não foi. Se fosse, muito provavelmente, Sócrates estaria nos calabouços da PJ e não no "hotel" de Évora.
O tipo de criminalidade que é apontado a Sócrates define-se em pequenos detalhes e tudo indicia que mais depressa do que se pensa Sócrates estará na rua a rir na cara de cada um e muito especialmente na cara daqueles que viram na sua detenção, uma mudança na justiça portuguesa.
Já ontem chamávamos a atenção para o facto de Sócrates poder vir a regularizar a situação fiscal dos capitais repatriados, socorrendo-se do Regime Especial de Regularização Tributaria, fazendo cair o crime de fraude fiscal e parte do de branqueamento de capitais.
Também ontem alertávamos para a dificuldade na prova do crime de corrupção e a verdade é que não passa pela cabeça de ninguém que haja corrupção sem corruptores, corruptores que o Ministério Publico, de candeia na mão, ainda anda à procura e não os encontrando. Pelo andar da carruagem, Sócrates ainda terá de ser beatificado, porque o Ministério Publico se encarregará da sua plena absolvição.
Ao não conseguir provar que houve corrupção, lá se vai o resto da acusação de branqueamento de capitais, o que não quer dizer que não haja marosca, mas deixa de fazer sentido manter Sócrates em prisão.
Mas a massa essa existe e de que maneira! Mas donde veio tanta massa? Sócrates deve explicar, se é que consegue dar uma explicação convincente, de como conseguiu angariar o pé de meia que ostenta. É que se o não fizer poderemos estar perante mais um dos muitos casos de enriquecimento ilegítimo, que os partidos do arco do Poder sempre fizeram questão de não criminalizar, este sim, um crime politico.
Então porque foi preso Sócrates? Sócrates era a referencia maior do PS actual e havia que jogá-lo abaixo, montando uma encenação que o retirasse do comentário politico. E determinados sectores do Ministério Publico prestaram-se a isso, fazendo uma investigação incompleta e inconclusiva, não se sabe se por incompetência ou premeditada,  de forma a que fosse possível montar um circo mediático capaz de aniquilar qualquer outro, que não Sócrates.
O Ministério Publico pôs a carroça à frente dos bois ao não ter assegurado que teria provas bastantes para mandar também acusar e deter os possíveis corruptores de Sócrates, tal como aconteceu com o sucateiro de Ovar no processo Face Oculta.
Mas será que o volte face no processo determina a inocência de Sócrates? Perante a duvida, mais vale absolver um criminoso do que mandar prender um inocente. O melhor será pôr todos na rua!
Para aqueles que acreditaram que havia mudado algo na justiça à portuguesa desenganem-se. Esta justiça e este Ministério Publico apenas são capazes de condenar o pilha galinhas. A justiça portuguesa tem o cunho próprio de quem exerce o Poder e não o do Povo que espera e desespera por uma verdadeira justiça, onde todos sejamos iguais.
SÓCRATES PREPARA-SE PARA A LIBERDADE!

olhaolivre.blogspot.pt

E QUE FIM LEVARAM OS "HUMANITÁRIOS" QUE IAM SALVAR OS LÍBIOS COM BOMBAS E DRONES ? -

E que fim levaram os “humanitários” que iam salvar os líbios com bombas e drones?!

E que fim levaram os “humanitários” que iam salvar os líbios com bombas e drones?!
por [*] Gleen Greenwald e [**] Murtaza Hussain, The Intercept
WHAT HAPPENED TO THE HUMANITARIANS WHO WANTED TO SAVE LIBYANS WITH BOMBS AND DRONES?

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

"Em suma, é quase impossível exagerar os horrores que os líbios são obrigados a enfrentar diariamente, e a miséria tomou conta do país.
Tudo isso leva a uma pergunta óbvia: que fim levaram todos os “humanitários” que tanto insistiram que seriam movidos por profunda e nobre preocupação pelo bem-estar do povo líbio, quando clamavam a favor da intervenção pela OTAN? Quase sem exceção, os que advogavam a favor de ação militar da OTAN em campo na Líbia sempre disseram que a ação seria motivada, não por objetivos primariamente estratégicos, ou pelos recursos naturais líbios, mas por puro altruísmo (sic..)."


Apenas três anos depois da intervenção militar pela OTAN contra a Líbia e com a intervenção elogiada pelos interventores como se tivesse sido retumbante sucesso, a Líbia é país em colapso total. A violência e a anarquia são de tal modo disseminadas, que “praticamente nenhum líbio consegue viver vida normal” – escreveu Stephen Kinzer, da Brown University, no Boston Globe, semana passada.

David Cameron (E), Mustafa Abdul Jalil (C) e Nicolas Sarkozy os "herois" de fancaria na Líbia

Mês passado, o Parlamento líbio, sem exército funcional que lhe garanta proteção contra milícias fortemente armadas, foi obrigado a fugir de Trípoli e abrigar-se num barco grego

O New York Times noticiou em setembro que
(...) o governo da Líbia declarou (...) que perdeu o controle de seus ministérios para uma coalizão de milícias que tomou a capital, Trípoli, em mais um sinal claro do esfacelamento do estado.
A luta sectária e atraso nos pagamentos destruíram quaisquer tentativas que EUA e Grã-Bretanha tenham feito para treinar soldados líbios, o que levou os dois países, semana passada, a abandonar completamente programas futuros:
(...) nenhum único soldado foi treinado pelos EUA, porque o governo líbio não compareceu com o dinheiro prometido.
A Agência Associated Press noticia hoje que uma cidade inteira, Derna, rendeu-se e jurou fidelidade ao Estado Islâmico no Iraque e Levante [ing. ISIS],
(...) tornando-se a primeira cidade fora do Iraque e da Síria a unir-se ao ‘califado’ anunciado pelo grupo extremista.

Derna, invadida pelo ISIS, fica entre Benghazi e Trípoli



Relatório distribuído pela ONG Anistia Internacional há duas semanas, documentava que
(...) milícias foras-da-lei e grupos ilegalmente armados de todos os lados do conflito na Líbia ocidental, cometem cada vez mais e maiores crimes de abusos de direitos humanos, inclusive crimes de guerra.
Em suma, é quase impossível exagerar os horrores que os líbios são obrigados a enfrentar diariamente, e a miséria tomou conta do país.

Tudo isso leva a uma pergunta óbvia: que fim levaram todos os “humanitários” que tanto insistiram que seriam movidos por profunda e nobre preocupação pelo bem-estar do povo líbio, quando clamavam a favor da intervenção pela OTAN? Quase sem exceção, os que advogavam a favor de ação militar da OTAN em campo na Líbia sempre disseram que a ação seria motivada, não por objetivos primariamente estratégicos, ou pelos recursos naturais líbios, mas por puro altruísmo.

Nicholas Kristof, do New York Times, escreveu:
(...) a Líbia nos faz lembrar que às vezes é possível usar ferramentas militares para fazer avançar causas humanitárias.
Anne-Marie Slaughter, ex-assessora do governo Obama, clamava que
(...) a intervenção tinha a ver com manter “valores universais” os quais, por sua vez, encaminhariam na direção de alcançar os objetivos estratégicos dos EUA.

ISIS/ISIL chega em Derna, Líbia 


Ao justificar a guerra ante os norte-americanos (mais de uma semana depois de os ataques já terem começado), o presidente Obamadecretou:
(...) há nações capazes de fingir que não veem atrocidades em outros países. Os EUA, não. Os Estados Unidos da América são diferentes.
O caso é que “fingir que não veem” as atrocidades atuais – e atualmente ainda muito piores que antes – na Líbia é, precisamente, o que fazem hoje os EUA, seus aliados e a grande maioria dos “humanitários” que tanto pregaram guerras e mais guerras. De fato, depois que o bombardeio foi suspenso, os pró-guerra só se mantiveram interessados na sorte do povo líbio por tempo suficiente para se vangloriarem da própria “clarividência” e para vingar-se dos que haviam discordado deles.

Slaughter teve sua “volta da vitória” com uma coluna assinada no Financial Times do dia 24/8/2011, sob o título:“Por que se comprovou que os céticos quanto à ajuda humanitária à Líbia sempre estiveram errados” [orig. Why Líbia sceptics were proved badly wrong]. Nessa coluna ela desqualifica todos que diziam que “ainda é cedo para avaliar” e que:
(...) em um ano, ou numa década, a Líbia corre o risco de desintegrar-se em conflitos tribais ou em insurgências islamistas, ou racha ao meio, ou apenas passa, de um ditador, para outro.

O parlamento líbio se esconde em um "ferry-boat"... grego!


E insiste que nada jamais poderia ser pior que deixar Gaddafi no poder. Assim sendo, então,
(...) a Líbia é a prova de que o ocidente, afinal, é capaz de fazer escolhas com sabedoria.
Assim também Kristof aproveitou seu momento de fama para celebrar o quanto sempre acertara em suas avaliações e previsões e balanços, para visitar Trípoli no mesmo mês de agosto, e de lá anunciou que os norte-americanos eram vistos como heróis pelos líbios agradecidos. Embora toda sua coluna fosse carregada de ressalvas, sobre inúmeras coisas que ainda poderiam acabar terrivelmente mal, o colunista mesmo assim não se envergonhou de escrever que:
(...) essa foi das raras forças de intervenção militar movidas por razões humanitárias, e teve sucesso (...) e que (...) só em raros momentos há forças militares capazes de promover direitos humanos. A Líbia até aqui é modelo para esse tipo de intervenção.
Quando a derrota de Gaddafi já era iminente o blog Think Progress, que apoia a Casa Branca, explorou as emoções resultantes (exatamente como os Republicanos fizeram quando Saddam foi capturado), para provocar os Republicanos: “Será que John Boehner ainda acha que as operações militares dos EUA na Líbia são ilegais?” – Como se assassinar Gaddafi pudesse justificar aquela guerra, mesmo depois de o Congresso ter negado autorização para os ataques, ou, então, como se o assassinato de Gaddafi pudesse, só ele, assegurar resultado que favorecesse os líbios.


Gaddafi assassinado


A mesma cena de patética autocongratulação repetiu-se também em outros países que participam da guerra.

No momento em que o Canadá encenava um espantoso desfile militar comemorativo da vitória na Líbia, com exibição de aviões da Força Aérea sobre o Parlamento em Ottawa, a Líbia mergulhava rapidamente na mais absoluta anarquia, noticiou The Chronicle Herald.

Em setembro de 2011, o Christian Science Monitor narrou como
(...) líderes ocidentais voam paraTrípoli para celebrar a vitória dos rebeldes e oferecer apoio à nova Líbia, cujo sucesso eles veem como modelo para outras revoluções árabes. O presidente francês Nicolas Sarkozy e o primeiro-ministro britânico David Cameron (na foto acima) mergulharam com prazer nos agradecimentos dos líderes favoritos da OTAN para a transição líbia, por terem combatido uma guerra “por razões exclusivamente humanitárias”.


Este artigo encontra-se em : PÁTRIA LATINA 




Mafarrico Vermelho

AS ESCOLAS DE PORTUGAL RACIONAM A COMIDA QUE SERVEM ÀS NOSSAS CRIANÇAS.

AS ESCOLAS DE PORTUGAL RACIONAM A COMIDA QUE SERVEM ÀS NOSSAS CRIANÇAS.



Depois de termos denunciado uma “micro solha” numa escola da Moita, chegou-nos ao conhecimento um “micro pão” com cerca de 10cm num lanche escolar.



O Lanche custa 0.40c e tem fruta e pão com cerca de 10cm com manteiga, fiambre, queijo ou compota. É servido, pelo menos, na Escola Básica do 1º Ciclo com Jardim de Infância de Ouressa, que pertence à Zona de Sintra.

A denúncia chegou-nos por um encarregado de educação que nos indicou que “quando vi o pão até me arrepiei” porque “tem menos de metade do tamanho de uma carcaça normal”. Assim, indica, “vou preferir anular o lanche e enviar um lanche decente”.

O Tugaleaks sabe que está a ser ponderada uma queixa á DRELVT – Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo – com conhecimento ao Agrupamento de Escolas.



Contactado o Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro, o Director António Castel-Branco informou o nosso órgão de comunicação social que “o pão não corresponde a uma refeição completa, sendo acompanhado por um pacote de leite, num dos lanches, complementado com uma peça de fruta ou um iogurte, no outro. Os 0,40 € (0,36 € para quem adquire com o almoço) incluem o pão, o recheio do mesmo e uma peça de fruta ou um iogurte“. Indicou ainda que “não tivemos até ao momento qualquer reclamação por parte dos pais sobre a quantidade de comida disponibilidade aos filhos, quer nos almoços, quer nos lanches, tendo já reportado a presente queixa“.







Para reportar esta queixa, o Agrupamento de Escolas fê-lo certamente à Câmara Municipal de Sintra, que é quem efectua a distribuição dos almoços na escola. Mas estes, parecem estar mais preocupados em discutir com a oposição do que em responder ao Tugaleaks ou em providenciar refeições de qualidade aos alunos.


Acusações sobre refeições escolares com a oposição

A Câmara Municipal de Sintra, dirigida pelo PS, tem sofrido críticas da oposição. Marco Almeida do movimento “Sintrenses com Marco Almeida” afirma num artigo que “a Câmara Municipal de Sintra anunciou no arranque do Ano Letivo, com pompa e circunstância, a redução do custo das refeições escolares e a possibilidade de acesso ao lanche a um ‘preço simbólico'”, acusando a CM Sintra de ganhar 0.16C por lanche.

Em resposta, o blog do PS “Todos por Sintra” afirmou num artigo com o título “A mentira de Marco Almeida” que é uma “mentira” e uma “calúnia” e que “não vale de tudo na política”.



O Tugaleaks contacotu a Câmara Municipal de Sintra que, embora tenha lido o nosso pedido de informação enviado por e-mail, não o comentou.

Se que não vale de tudo na política, o que é que vale na alimentação das nas crianças?


lusibero.blogspot.pt