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terça-feira, 4 de novembro de 2014

0S 28 CAMINHOS MAIS BELOS E IMPRESSIONANTES NO NOSSO MUNDO

Durante toda a nossa vida pegamos estradas e caminhos que permeiam nossa literatura, poesia, arte, expressões linguísticas, música, cultura, política pública.. Caminhos são capazes de atiçar a imaginação humana – eles podem trazer aventura, promessa, alteração, solidão, medo, paz, tranquilidade.. Não há nada como um passeio por um belo caminho para limpar a nossa cabeça – ou para preenchê-lo com ideias! Não mesmo! Por isso, selecionamos os 28 caminhos mais impressionantes e belos do mundo! Veja:

1 – Spring In Hallerbos Forest, Bélgica

os mais belos lindo caminho


2 – Rhododendron Laden Path, Monte Rogers, Virginia, EUA

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3 – Padley Gorge, Peak District, Reino Unido

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4 – Spring In Dog Mountain, Washington, EUA

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5 – Dark Hedges, Irlanda

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6 – Bamboo Path, Kyoto, Japão

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7 – Spring In Woodburn, Oregon, EUA

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8 – Caminho até o moinho de vento Halnaker, em Sussex, Reino Unido

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9 – Caminho do Outono, Kioto, Japão

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10 – Wisteria Flower Tunnel Path, Japão

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11 – Winter Forest Path, República Checa

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12 – Trajeto da floresta no outono

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13 – Túnel do Amor, Ucrânia

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14 – Hitachi Seaside Park Path, Japão

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15 – Caminho Springtime, Holanda

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16 – Rhododendron Tunnel no Reenagross Park, na Irlanda

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17 – Jacaranda Tree Alley

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18 – Outono no Cárpatos Brancos, Eslováquia

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19 – Caminho de Taiping Mountain, Taiwan

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20 – Caminho da floresta em Baviera, Alemanha

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21 – Migliarino San Rossore Park Path, Pisa, Itália

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22 – Caminho da floresta na Rússia

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23 – Caminho do outono

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24 – Caminho sob a Blooming Trees

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25 – Nascer do sol no inverno no trajeto no Parque Nacional Campigna, na Itália

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26 – Mount Rainier, Washington, EUA

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27 – Woodburn, Oregon, EUA

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28 – Cotton Tree Alley Em Taiwan

lindos caminhos
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A honra de Passos Coelho É sempre difícil saber como se mede a honra em pessoas da estirpe de Passos Coelho, que fazem da mentira e das meias verdades modo de vida.

A honra de Passos Coelho

É sempre difícil  saber como se mede a honra em pessoas da estirpe de Passos Coelho, que fazem da mentira e das meias verdades modo de vida.
Ontem, numa qualquer sessão de propaganda em Lisboa, o líder do PSD garantia que para ele é ponto de honra tirar Portugal do défice excessivo em 2015 (abaixo de 3%)
No mesmo dia, Bruxelas  asegurava que o défice português será de 3,3%.
Se as previsões de Bruxelas estiverem certas, temos fortes razões para nos preocuparmos.  Lá para a primavera, vem aí um orçamento rectificativo que nos deixa de pantanas porque, para salvar a honra, Passos Coelho não hesitará em impor mais sacrifícios aos portugueses em ano eleitoral, mesmo que isso ameace a sua reeleição.
Outra hipótese é Passos  exigir à Marilu que martele as contas e as aldrabe para esconder o défice. Algo que não é novo e agrada a ambos. Se, mesmo asim, perder as eleições, quem vier a seguir que se amanhe.
Há ainda uma terceira hipótese, mais optimista. Como ninguém sabe - nem ele próprio- onde  Passos Coelho escondeu a honra, pode ser que se marimbe no défice e, durante a campanha eleitoral, encontre desculpas esfarrapadas para justificar o falhanço nas metas que se propôs atingir. O TC pode ser, uma vez mais, o alibi perfeito, pois é quase certo que algumas das medidas do OE 2015 serão chumbadas.
Nesse caso, só pagaremos os desvarios de Passos Coelho em 2016. Com língua de palmo pois, se vier a ser reeleito, o líder do PSD  será implacável.


cronicasdorochedo.blogspot.pt

Extremistas avançam em Espanha, França, Reino Unido e Grécia

Extremistas avançam em Espanha, França, Reino Unido e Grécia


França, segunda maior economia, Reino Unido, terceira maior economia, Espanha, quinta maior economia. Frente Nacional, UKIP e Podemos ameaçam fazer implodir o poder do centro político que fundou e mantém a Europa a 28
Vinte e seis milhões de desempregados, milhões e milhões de imigrantes de dentro e fora da Europa, aumento da insegurança, crescimento económico anémico, risco de deflação, uma máquina burocrática monstruosa que consome milhões de euros dos contribuintes europeus, normas, directivas e imposições de uma Comissão Europeia e de um Parlamento Europeu que afectam cada vez mais as populações dos Estados-membros e os seus interesses. Este caldo explosivo alimentou e alimenta cada vez mais os nacionalismos de direita e esquerda e ameaça fazer implodir o centro político que construiu e alimenta o projecto europeu. Mas se a União Europeia cava a sua sepultura, os poderes nacionais, dominados por democratas-cristãos e social-democratas, fazem de coveiros em casa própria com os abusos de poder, os nepotismos e a corrupção.
Espanha, Podemos e corrupção O caso mais óbvio em matéria de corrupção é de momento Espanha. Outubro foi o mês com mais arguidos (141), num momento em que decorrem no país mais de 1700 investigações judiciais envolvendo 500 dirigentes políticos, essencialmente do Partido Popular, no poder, e do PSOE, até agora o principal partido da oposição.
Só em Outubro estalaram o caso dos cartões de crédito opacos, da Caja Madrid, a operação Púnica - com 50 detidos, incluindo seis presidentes de câmara (alcaides) e um ex-dirigente do PP em Madrid - a detenção de Oleguer Pujol, filho do ex-presidente catalão Jordi Pujol e a constituição de arguido do ex-responsável do PP Angel Acebes.
É neste quadro que surge como um furacão na política espanhola o Podemos de Pablo Iglesias, que em pouco mais de um ano elegeu cinco deputados para o Parlamento Europeu e aparece à frente das sondagens para as legislativos. Sendo um partido de extrema-esquerda que quer ocupar o centro político, o Podemos ameaça claramente pôr em causa o papel de Espanha na União Europeia.
Reino Unido abre a porta da UE E se em Espanha é assim, no Reino Unido a porta está completamente aberta para a saída do país da União Europeia. As principais forças políticas, do Partido Conservador aos trabalhistas, passando pelos liberais-democratas, estão obrigadas a seguir as posições do UKIP, partido anti-Europa vencedor das últimas eleições europeias, particularmente em matéria de imigração. Cameron quer limitar a livre circulação a cidadãos europeu, um pilar essencial da União Europeia, posição que merece um forte repúdio de Bruxelas, ao ponto de a chanceler Merkel admitir como certa a saída do Reino Unido da União Europeia, algo que pode acontecer ainda antes do prometido referendo europeu marcado para 2017. Um Reino Unido fora da Europa depois de nunca ter estado na zona euro seria uma machadada séria em todo o projecto europeu.
Terramoto Le Pen em França... Mas não é só em Espanha e no Reino Unido que existem ameaças sérias ao projecto europeu. A França de Hollande e Valls vai a votos em 2017 e a Frente Nacional de Marine Le Pen é claramente a favorita nas presidenciais, com tudo o que isso significa. Partido de extrema-direita, anti-Europa e antiportas abertas à imigração, com a Frente Nacional à frente da segunda maior economia da União, esta seria apanhada por um violento tsunami.
...e na Grécia do Syriza Embora a Grécia não tenha um grande peso económico na Europa a 28, o caso grego não é de somenos. Basta ver qual foi a reacção da Europa quando o país entrou em bancarrota em 2010. Foi um terramoto violento que obrigou Bruxelas e as maiores capitais europeias a salvar o país, que ainda continua na corda bamba. A crise económica, a austeridade violenta imposta a Atenas desde 2010, o empobrecimento da população, a maior taxa de desemprego da Europa, provocaram o surgimento de uma extrema-esquerda fortíssima, anti-euro, anti-Europa, e de uma extrema-direita nazi como quarta força política. O Syriza aparece à frente das sondagens e depois da implosão dos socialistas é natural que os conservadores de Samaras sigam o mesmo caminho.

É neste quadro político, em que surgem um pouco por todo o lado movimentos como o de Peppe Grilo em Itália, que o império europeu, qual castelo de cartas, ameaça implodir a curto ou médio prazo. Sem apelo nem agravo.

UM PAÍS DE CACA!!!!!!!!(Através de o País do Burro" Da longa série "Ali Babá e os 40 me(r)dalhões"

UM PAÍS DE CACA!!!!!!!!(Através de o País do Burro"




Da longa série "Ali Babá e os 40 me(r)dalhões"



O ex-presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, afirmou hoje que "o reconhecimento" de Portugal, através da condecoração entregue pelo Presidente da República, significa que "foi correcta a decisão" que tomou de deixar o Governo em 2004”. Durão gostaria tanto que o reconhecimento de Cavaco fosse o reconhecimento dos portugueses como eu gostaria de ter um Presidente da República que soubesse sê-lo. Mas seja. Já que estamos em maré de silogismos, substituamos Durão por Zeinal. Fica assim: o ex-administrador da PT , Zeinal Bava, afirmou no tal dia em que Cavaco Silva costuma aproveitar-se do cargo que ocupa para distribuir medalhas pelos amigos em nome dos portugueses que "o reconhecimento" de Portugal, através da condecoração entregue pelo Presidente da República, significa que "foi correcta a decisão" que tomou de aproveitar o cargo que ocupava na PT para, pela calada da noite, emprestar 900 milhões que não eram seus ao gang do nosso amigo Salgado”. Nosso, de Zeinal e de Cavaco, bem entendido. Porque nosso, no caso, nossa, só mesmo a humilhação nacional de ver constantemente as Ordens Honoríficas, com as quais até há tão pouco tempo a República distinguia os melhores entre os melhores, subitamente a servirem para condecorar alguns dos maiores delinquentes da nossa História. A mesma que um dia há-de contar que “naquele tempo, os patifes condecoravam-se uns aos outros". E que "os portugueses não se ralavam”.

lusibero.blogspot.pt