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domingo, 2 de novembro de 2014

RIA FORMOSA: DEMOLIÇÕES SÃO DECISÃO POLITICA! Ainda que as casas das ilhas barreira se situem em terrenos do Dominio Publico Maritimo, a verdade é que a haver igualdade no tratamento das questões que envolvem aquele Dominio, todo o edificado nele contido deveria ser demolido. No entanto verifica-se que as entidades publicas, a começar pelos governos socialistas ou social-democratas, são elas proprias a promover, a apoiar, a facilitar ou a favorecer interesses que nada têm a ver com a salvaguarda do patrimonio do Estado, isto é de todos nós.

RIA FORMOSA: DEMOLIÇÕES SÃO DECISÃO POLITICA!

Ainda que as casas das ilhas barreira se situem em terrenos do Dominio Publico Maritimo, a verdade é que a haver igualdade no tratamento das questões que envolvem aquele Dominio, todo o edificado nele contido deveria ser demolido. No entanto verifica-se que as entidades publicas, a começar pelos governos socialistas ou social-democratas, são elas proprias a promover, a apoiar, a facilitar ou a favorecer interesses que nada têm a ver com a salvaguarda do patrimonio do Estado, isto é de todos nós.
Para proceder ás demolições inventaram um POOC e um POPNRF, em que se um diz mata o outro diz esfola, a pretexto de renaturalizar (demolir) as ilhas barreira. Como se vê na Ilha Deserta, a renaturalização deu lugar a um enorme apoio de praia, ficando o seu proprietario na posse unica e exclusiva da exploração daquela ilha.
O POOC define desde logo os criterios a que devem obedecer os chamados apoios de praia, apontando para uma "privatização" de faixas da praia, em que o uso terá de ser pago em detrimento da livre fruição publica, o que deixa antever o que está na forja.
São estes planos de ordenamento que condicionam as actividades tradicionais da Ria Formosa, criando zonas de interdição absoluta da presença humana para pescadores e mariscadores mas que permite o uso balnear, como se não fossem compatíveis as duas actividades. São estes planos que condicionam com restrições a náutica profissional e ao mesmo tempo apoiam e fomentam a náutica de recreio, como se houvesse qualquer incompatibilidade entre elas.
Sobre o cordão dunar inventam-se os maiores disparates atribuindo-se as culpas aos mesmos de sempre, pescadores e mariscadores, pelo pisoteio quando todos sabem que ele tem origem nos veraneantes.
Quando foram lançadas as petições para a suspensão dos planos de ordenamento que afectam a Ria Formosa, algumas das associações das ilhas barreira depois de se terem mostrado solidarias, roeram a corda, justificando-se com razões de índole politica.
Não é por acaso que o governo tem tanta pressa nas demolições. O POOC foi aprovado em 2005 e com duração prevista para dez anos, ou seja estamos a um ano de uma "providencial" revisão, revisão essa que pode permitir a edificabilidade nas zonas agora objecto de demolições. E certamente que se justificarão com construções em madeira e no sistema de estacas para permitir a livre circulação das areias.
A verdade é que os governos, sejam eles do PS ou do PSD, elevaram o turismo à condição de eixo essencial e prioritário do desenvolvimento e por isso se preparam para entregar todo aquele vasto território à exploração de interesses alheios ao Povo em geral. Essa é a razão principal das demolições e só não foi já levada á pratica porque entretanto veio a crise em que mergulharam o País com este tipo de apostas. Portanto a aposta passa por gastar dinheiro nestas demolições, sem qualquer retorno, em lugar de levarem à pratica medidas de defesa da erosão costeira ou da navegabilidade das barras, bem mais económicas e de maiores benefícios para as populações locais.
Uma correcta politica de defesa da erosão costeira permitia que as manchas de areal crescessem em largura e altura, criaria condições para a pratica do surf e um banco de biodiversidade que só enriqueceria a costa e consequentemente a pesca e o turismo.
Os moradores das ilhas barreira devem unir a sua luta à dos pescadores e mariscadores, criar uma comissão que os represente e dar luta a esta canalha que mais não sabe que oprimir os mais fracos.
REVOLTEM-SE, PORRA!
LUTEM, PORQUE SEM LUTA NÃO HÁ VITORIA! 

olhaolivre.blogspot.pt

DÃO ARMAS A QUEM NÃO SABE LER - GNR arromba porta e faz busca em casa errada porque confundiu o apartamento Direito com o Frente - leia aqui este surpreendente relato

GNR arromba porta e faz busca em casa errada porque confundiu o apartamento Direito com o Frente

Operação realizada em Alcochete foi “uma bronca”. GNR entrou na casa errada, com escudos e armas de alto calibre, à procura de um presumível traficante que… vivia na casa ao lado.
Parece um filme de cinema, mas foi bastante real. Esta terça-feira, em Alcochete, pelas 11h, a GNR entrou na casa de Cheila Silva, quando esta tinha acordado há minutos.
A porta foi aberta à força, pela Unidade de Intervenção do Comando Territorial de Setúbal, não tendo a visada ouvido qualquer toque de campanha. Após a abertura de porta, vários militares com escudos, armas de alto calibre e luzes invadiram a sua casa.
Cheila foi algemada e tratada como uma criminosa. “Algemem-na” e “mãos atrás das costas” foram palavras tecidas pelos militares após a entrada. Cheila tentava-se aperceber da situação; ia tentando falar com alguém. “Calada, apertem bem as algemas”, diziam-lhe friamente.
Quando estavam prestes a sair com Cheila algemada, descalça, com uns calções e uma t-shirt, alguém pensou em perguntar-lhe como ela se chamava e “onde estava” um homem. Afinal procuravam um homem, não uma mulher.
Repararam finalmente no erro. Entraram na casa errada. Fonte da GNR informou ao Tugaleaks que o mandato era para um andar na fração D, e foram à fração F. “Foi uma bronca quando o comando soube disto”, indica a mesma fonte.
Quando repararam no erro, as coisas ficaram mais calmas. Cheila deixou de estar algemada, passou a estar rodeada de militares da GNR preocupados com ela.
Tal como explica no Facebook, esta foi “a pior experiência” que passou na vida. Não ganhou para o susto, mas podia ser muito pior.
O Tugaleaks falou com Cheila e sabe que esta situação divulgada, porque “isto não pode acontecer” e que não está colocado de parte um pedido de indemnização cível”.“Se cá estivesse o meu filho seria ainda pior”, contou ao Tugaleaks.

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Este engano foi na sequência de uma operação do Destacamento Territorial do Montijo, no decurso de um processo-crime delegado pelos serviços do Ministério Público da Moita – 2ª Secção Criminal da secção de Almada da Comarca de Lisboa. Na operação, que decorreu em Alcochete (local onde se deu o “engano”), Odivelas, Moita e Montijo, foram detidas várias pessoas, mas o Tugaleaks sabe que uma delas saiu em Liberdade. O crime? Tráfico de estupefacientes, nomeadamente cocaína.
Das buscas resultou a apreensão de 1110 doses de cocaína, 1 arma de fogo, 44 munições de vários calibres, 20 armas brancas, um colete balístico, 47 telemóveis, entre outros itens.

GNR confirma situação

O Tugaleaks contactou a associação sindical com maior representatividade, a APG/GNR. Nuno Guedes, do núcleo de Lisboa, informou-nos que a APG/GNR “não comenta o episódio por questões de operacionalidade e segurança interna” e remeteu os esclarecimentos adicionais para o Gabinete de Imprensa da GNR. Acrescentam apenas que lamentam o sucedido, “não é hábito acontecer”, e esperam que os eventuais danos provocados sejam devidamente reparados.
Por sua vez, o Major Marco Cruz das relações Públicas da GNR informou que “por lapso, foi feita a entrada numa residência que não era visada” e que “foi identificado de imediato o erro, tendo a GNR assumido todas as responsabilidades decorrentes dessa ação, designadamente os danos materiais causados”.
Informa ainda que não foi precisa “qualquer assistência hospitalar à visada, apesar de ter sido disponibilizada pelos militares da GNR presentes no local”, facto confirmado pelo artigo de Facebook de Cheila Silva.

Apesar de um grande susto, Cheila não concorda nem se conforma com a forma como foi tratada.

DÃO ARMAS A QUEM NÃO SABE LER?
(Relato de uma jovem portuguesa!)



Ontem apanhei o susto da minha vida. Foi tão grande que quis esquecer tudo e não falar sobre nada. Tomei uns calmantes que me mantiveram tão calma que decidi desculpar tudo... 
Mas hoje, acordei e pensei: “Ganda cena, aconteceu mesmo!”
Não dormi quase nada a pensar e até sonhei com isto.
NÃO POSSO FICAR CALADA!
Eu tinha acabado de me levantar, estava no corredor porque ia a cozinha, ainda meio ensonada, e ouço aquilo que me parece uma explosão, dou um pulo e vejo uma mão cheia de homens encapuçados entrarem me pela casa adentro..
O meu primeiro pensamento foi que eram ladrões. Fugi para a cozinha e com o pânico, aos gritos, amaranhei, ou tentei amaranhar, por uma parede.
Quando me viro de frente só vi luzes que me ofuscavam apontadas a minha cara e canos de metralhadoras.
Pensei "isto não está a acontecer" e gritei : "Isto é alguma partida? É algum treino?"
Eu estava em pânico. Gritaram para que me deitasse no chão. Só depois de me deitar no chão, por não ter as luzes apontadas aos olhos consegui, perceber que aquilo eram fardas e percebi que os senhores encapuçados tinham a sigla GNR na roupa.
Pensei "passa-se qualquer coisa na rua e vieram ajudar-me”.
Deitei me no chão enquanto gritava: “Eu deito-me mas expliquem-me, por favor expliquem- me!”
Continuava apavorada mas mais calma por perceber que eram polícia e não ladrões até que oiço um grito forte e duro "algemem-na"!
Nesse instante parei de gritar.
Gritaram:"mãos atrás das costas!" Meti as mãos atrás das costas e com toda a calma do mundo perguntei: "Algemem-na? Porquê? Deixem-me ir buscar os meus documentos, deixem-me identificar. Eu nem sou a proprietária da casa, é alugada!"
Gritaram de novo: "Calada! Apertem bem as algemas!"
Voltei a entrar em pânico. Retomei os gritos: "Deixem-me ir buscar os meus documentos por favor!"
E eles, sempre a gritar: "Cale-se! Não tem que falar. Já vai falar onde tem de falar!"
Ao que eu respondi: "Mas daqui a nada tenho que ir buscar o meu filho à escola. Deixe-me ligar a alguém!"
A resposta: "CALADA!"
Entrei em pânico. Não sabia o que fazer! Não sabia o que se passava nem o que ia acontecer. O que queriam fazer…
Não sabia porque me estavam a fazer aquilo.
Depois de revistarem a casa ouço o grito: "LEVEM-NA!"
Fiquei ainda pior.
Levantaram-me do chão, pegaram-me pelos braços e arrastaram-me pelo corredor.
Eu esperneei e gritei: “Por favor, não! Eu tenho um filho, isto é uma vergonha. Assim não! Deixem-me vestir! Pelo menos vestir…"
Eu estava descalça, com uns calções e uma t`’shirt de pijama.
Quando estavam prestes a sair comigo a rua naquele estado alguém me puxou de forma abruta para a sala que ficava em frente à porta da rua, puxou uma cadeira e sentou-me.
Um dos mascarados gritou: "COMO É QUE SE CHAMA? "
Eu dei a resposta. Tremia por todos os lados e disse: "Cheila. eu chamo-me Cheila."
Perguntam de seguida: "Onde está..." e dizem o nome de um homem. Na minha casa o único homem é o meu filho...
Eu não respondi logo. Primeiro ri me tanto, por perceber que ia ficar esclarecido, e depois esclareci: “Não é nesta casa! Aqui não vive nenhum homem!"
Eles perceberam que estavam na casa errada e foram para outra.
No entanto continuei naquela cadeira, sentada e algemada, porque, diziam eles "o protocolo deve ser seguido até ao fim!"
Eu pedi por favor para me tirarem as algemas disse que estava demasiado exaltada e que a mão estava dormente mas responderam que não podiam até se esclarecer tudo...
Mantiveram-me algemada naquela cadeira.
Olhei para trás e vi a minha mão roxa e disse: "Estou a ficar com a mão roxa. Não podem alargar as algemas?"
Responderam-me que não. Disseram que iam chamar o "cabo da operação ".
Enquanto permanecia algemada explicaram-me que esta era uma investigação que vinha de há muitos meses e que tinha havido um engano.
Eu disse "Então já me podem tirar as algemas?"
Responderam-me que já tiravam. Era só mais um bocado. Disseram-me que se eu não me mexesse não me aleijavam tanto…
Até que apareceu um senhor e gritou: "DESALGEMEM A RAPARIGA!"
Depois, super-simpáticos perguntaram se precisava de ir a um hospital. Disseram que pagavam os estragos e que estavam preocupados comigo. Perguntaram se me tinham aleijado. Eu só queria sair dali. Disse que estava tudo bem e fui logo para casa da minha irmã que me deu uns calmantes.
Foi a pior experiência porque já passei. E se ontem eu não queria tocar neste assunto, hoje só quero que sejam repreendidos.
É verdade que DEPOIS foram simpáticos mas isto não se faz. Isto não pode acontecer. O meu filho estava na escola mas podia estar em casa. Não pode ser!
Foi por muito pouco que não sai à rua naqueles preparos e algemada.
Só não aconteceu porque não me calei como ordenaram.
ESTAS COISAS NÃO PODEM ACONTECER! NÃO PODEM MESMO!
Para eles foi só uma operação calma em que tiveram uma entrada fácil numa casa onde não foi oferecida resistência. Para mim, para mim foi um filme de terror que nunca mais acabava.
Isto não pode ficar assim!!!
E dou aqui a conhecer porque tem havido mais gente a relatar me casos destes.
Ouvi alguém dizer e é verdade:
"Mas então, dão armas a quem não sabe ler?"

Portugueses revoltados com proibição de falar a língua materna no Luxemburgo

Portugueses revoltados com proibição de


falar a língua materna no Luxemburgo



O caso de um director de turma que proibiu os alunos de falar português nas aulas, uma decisão aplaudida pela ministra da Família do Luxemburgo, está a preocupar a comunidade portuguesa no país, que considera a medida "castradora".

Para o presidente da Confederação da Comunidade Portuguesa no Luxemburgo (CCPL), a proibição pode levar também a um sentimento de desvalorização da língua materna, contrariando as políticas do Governo luxemburguês, que vem defendendo a importância do português para o sucesso escolar dos imigrantes.

"Eu compreendo que na escola os alunos se exprimam na língua em que estão a ser ensinados, mas proibir genericamente o português nas aulas é uma forma de castração", disse à Lusa José Coimbra de Matos, sublinhando que "se as crianças partirem do princípio que a língua delas é proibida no sistema escolar, vão sentir-se inferiorizadas em relação aos outros".

O dirigente associativo acusou ainda o Executivo luxemburguês de "incoerência" entre "aquilo que diz e aquilo que faz".
"O Governo luxemburguês diz que tem de se apostar no multilinguismo, e depois surge uma medida destas", lamentou Coimbra de Matos.

O presidente da Confederação Portuguesa garantiu à Lusa que o caso não é único no Luxemburgo, e diz que há mesmo creches em que a língua portuguesa é proibida.

"Pessoas que trabalham em creches públicas informaram-nos que as crianças são punidas se forem apanhadas a falar português", contou à Lusa Coimbra de Matos, para quem a medida discrimina sobretudo a comunidade portuguesa.
"Será que os que falam inglês ou italiano têm o mesmo tratamento?", questionou o presidente da CCPL.

O caso, noticiado pela Rádio Latina, mereceu a aprovação da ministra da Família e da Integração do Luxemburgo, Corinne Cahen.
Num 'post' publicado pela ministra na rede social Facebook, Corinne Cahen defendeu a promoção da aprendizagem de várias línguas "desde o ensino precoce".
Em comentário ao 'post' da ministra, um dia depois, uma mãe disse que temia que "o tiro saísse pela culatra", acrescentando: "Na turma do sétimo ano da minha filha, 14 dos 20 alunos são portugueses, e o director de turma decidiu que não podem falar português nas aulas, mas que o luxemburguês é obrigatório".


A ministra respondeu ao comentário, dizendo: "Decisão acertada do director de turma".
Para o presidente da Confederação da Comunidade Portuguesa no Luxemburgo, o comentário da ministra mostra que há "dois pesos e duas medidas" na política do Executivo luxemburguês.
"O próprio Ministério da Educação do Luxemburgo diz que é importante valorizar a língua materna e quis que o português fosse incluído no boletim escolar, e agora surge este caso que ainda por cima é aprovado por alguém com responsabilidades no Governo", lamentou o dirigente associativo.
O 'post' na página do Facebook da ministra da Família, a que a Lusa teve acesso, foi entretanto apagado.

A Lusa tentou ouvir a ministra sobre este caso, mas fonte do seu gabinete informou que Corinne Cahen está fora do país.
A Lusa questionou também a autora do comentário na rede social que denunciou o caso da proibição de falar português, mas a mãe da aluna do 7° ano (o primeiro ano do ensino secundário no Luxemburgo) recusou revelar em que liceu o caso se passou ou prestar declarações.
No Luxemburgo há cerca de 100 mil portugueses, que representam cerca de 20 por cento da população no país.

Segundo dados do Ministério da Educação do Luxemburgo, o português é a segunda língua materna mais falada nas escolas do país, com 28,9% de falantes, a seguir ao luxemburguês, com 39,8%, mas à frente dos outros dois idiomas oficiais do Grão-Ducado, francês (11,9% de falantes) e alemão (2%).

Os alunos portugueses representam mais de vinte por cento dos estudantes em todos os níveis de ensino no país, uma percentagem que no ensino secundário técnico ronda os 28 por cento, segundo dados do Ministério da Educação de 2012/2013.

O presídio de segurança mínima na Noruega Afrouxando as algemas, o presídio de baixa-segurança da ilha de Bastoy, na Noruega, conseguiu alcançar a menor taxa de reincidência criminal do mundo.

O presídio de segurança mínima na Noruega

Afrouxando as algemas, o presídio de baixa-segurança da ilha de Bastoy, na Noruega, conseguiu alcançar a menor taxa de reincidência criminal do mundo. À disposição dos 120 moradores da ilha norueguesa de Bastoy, há quadra de tênis, campo de futebol, saunas, câmara de bronzeamento artificial, sala de cinema, estúdio musical e uma biblioteca. Os quartos são mobiliados e equipados com TV a cabo. 


O trabalho na fazenda, na colheita, na lavanderia, na balsa ou na pesca rende cerca de 57 coroas norueguesas (ou 20 reais) por dia para cada um. Ao contrário do que se imagina, no presídio com a menor taxa de reincidência da Europa não há celas, armas, cassetetes ou câmeras de monitoramento; apenas uma regra: nada de álcool, drogas e violência.


Bastoy é um dos únicos quatro presídios de baixa-segurança do mundo. Na ilha, os apenados — que durante as noites têm apenas cinco guardas para vigiá-los — fazem tudo do que a criminologia moderna os privou. Os ex-assassinos, ex-ladrões e ex-traficantes trabalham, estudam, se divertem, se exercitam e tomam sol. Aqui, o prefixo “ex” não é por mera generosidade, e sim pela baixíssima taxa de reincidência criminal. Apenas 16% dos que cumpriram pena em Bastoy voltam ao crime.


Bastoy faz exatamente o oposto dos presídios convencionais, onde os presos são trancafiados sem qualquer tipo de responsabilidade pessoal, alimentados e tratados como animais, diz o diretor da prisão. No cargo desde 2007, o psicoterapeuta (especializado na escola da Gestalt) Arne Nilsen já trabalhou em presídios ingleses e passou mais de dez anos no Ministério da Justiça norueguês antes de mudar-se para a ilha. Para ele, é preciso olhar as punições com um sentimento menos vingativo e repressor. 


“Privar uma pessoa da sua liberdade por um certo período já é um castigo suficiente em si, sem que seja necessárioprecarizar as condições do presídio”, disse Nilsen, ao jornal inglês The Daily Mail. Ao contrário dos modelos mais rígidos, o sistema penal norueguês não prevê nem pena de morte nem prisão perpétua, e o tempo máximo que um cidadão pode passar na cadeia é de 21 anos.


Além de exercitar a convivência social dos condenados, as tarefas de trabalho também ajudam a gerir o modelo de negócios da ilha. “Bastoy é na verdade a prisão mais barata da Noruega”, defende Nilsen. Com a força de trabalho dos presos, Bastoy precisa contratar menos funcionários e ainda assim consegue produzir parte da sua comida e do seu combustível. Para ajudar a fechar as contas, medidas “sustentáveis” como o uso de energia solar e restrição da circulação de automóveis diminuem os custos.


Entre os 70 funcionários (35 guardas) que compõem a equipe, Bastoy oferece aos presos enfermeira, dentista, fisioterapeuta e uma creche para crianças. Pelo menos uma vez por semana, todos podem receber uma visita de até três horas. “Encontros íntimos” também são permitidos e prisioneiros com filhos pequenos podem passar um dia inteiro com suas namoradas e companheiras.


As restrições ao álcool, às drogas e às condutas violentas são claras e inflexíveis. Se alguém quebrar as regras, Bastoy conta com duas celas escondidas e fechadas, com portas de ferro e sem janela especialmente para os infratores aguardarem a transferência de volta para os presídios comuns. Segundo um dos presos, já faz mais de dois anos desde que foi habitada pela última vez, quando um dos condenados foi pego com bebida no quarto.
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O florido festival dos Pátios de Córdoba A cidade de Córdoba, no sul da Espanha, explode em flor com festas especiais - veja também ruas diferentes & charmosas

O florido festival dos Pátios de Córdoba

cidade de Córdoba, no sul da Espanha, explode em flor com festas especiais celebrando a estação das flores. Os donos dos pátios decoram suas grades de ferro ornamentadas e varandas com plantas e flores, principalmente jasmim, gerânio e cravos. Tapetes de flores, mosaicos islâmicos feitos à mão, e outros adornos florais característicos adornam os pátios.



Normalmente, quase todos os pátios são de propriedade privada e não estão disponíveis para apreciação pública durante o resto do ano, mas durante o festival os pátios decorados são abertos para que todos possam ver. O pátio melhor conservado e o mais belo é escolhido por meio de votação de especialistas em botânica e historiadores e o vencedor é reconhecido não só com um prêmio financeiro, mas também com o prestígio e a admiração de ter o melhor pátio da cidade.


O clima de Córdoba é bem quente e seco, e assim as casas locais foram construídas com um pátio central em toda a história da cidade, que remonta aos tempos romanos. Mas foram os árabes que começaram a decorar os pátios e introduziram as plantas, elementos de jardinagem e espelhos d'água, como forma de manter as casas mais arejadas e frescas.


Estes pátios eram espaços especiais onde as famílias se reuniam para festejar, celebrar ou apenas conversar buscando escapar do calor do verão. Você ainda pode encontrar alguns pátios que datam do século 10, quando Córdoba era o centro de Al-Andalus, o califado muçulmano na Península Ibérica e sua maior cidade com meio milhão de habitantes.


O festival dos Pátios foi organizado pela primeira vez pela Prefeitura de Córdoba em 1918, e a primeira competição aconteceu em 1921. No entanto, foi preciso esperar até 1933, quando eles começaram realmente a se popularizar com grandes prêmios. Em 1980, a "Fiesta dos pátios" foi declarada como Festa de Interesse Turístico Nacional e em 2012 os pátios de Córdoba foram reconhecidos como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco.


Ruas Diferentes & Charmosas

Ruas laterais são muitas vezes pequenas ruas estreitas, geralmente com belas fachadas e varandas, que são cobertos com várias flores e videiras. Disponível, principalmente, apenas para pedestres,  são um locais favoritos para turistas e fotógrafos.

1. Antibes - França -   É uma estância turística, no sudeste da França. Encontra-se no Mediterrâneo, Côte d'Azur, situado entre Cannes e Nice. A parte antiga de Antibes tem uma rua fascinante, possui muitas lojas de arte, residências que torna um passeio agradável.
2. Jerez - Espanha -  Esta rua fantástico está localizado na cidade de Jerez, na província de Cádiz,  Andaluzia. As árvores são fixadas para trás contra as paredes, permitindo assim que a copa forme ao longo da rua. A rua está localizado na parte antiga da cidade.  Hoje é passarela para pedestres e é uma parte de uma adega local. 
3. Eguisheim - França -  É uma aldeia em Alsácia, no nordeste da França. A vila é um membro da Les Beaux. É uma  das mais belas aldeias da França, um destino turístico muito popular. É agradável passear nas ruas estreitas, a luminosidade varia de acordo com a temporada e destaca o colorido de casas.
4. Cunda Island - Turquia - Rua com casas cujas fachadas são decoradas com padrões artísticos, está localizado na ilha de Cunda, uma pequena ilha no Mar Egeu ao largo da costa noroeste de Ayvalık, Balıkesir, Turquia. 
5. Veneza - Itália -  Veneza, um dos mais importantes destinos turísticos do mundo, por sua arte e arquitetura. A cidade tem uma média de 50 mil turistas por dia. É considerada uma das mais belas cidades do mundo. Esta rua é uma das muitas linhas de ruas com um canal, um dos lugares favoritos para os turistas.
6. Giverny - França - É uma aldeia no departamento de Eure no norte da França, mais conhecido como o local da casa e jardim do pintor Claude Monet. Rua estreita é um verdadeiro parque floral, muito agradável para caminhar.
7. Fiskargränd - Visby - Suécia - É uma das ruas mais fotografadas na Suécia. É popularmente chamada de "root Fish" a partir de 1600. Fiskargränd, tem sido usado como um nome de rua desde a década de 1750. rosas entre outras, foram plantadas no início da década de 1940.
8. Rua em Nerja - Espanha - "Rua Branca" da imagem está localizado em Nerja - cidade pequena, andaluz. A cidade é composta por ruelas íngremes de paralelepípedos sinuosas casas brancas com muitas flores. 
9. Rua em Cartagena - Colômbia - Está localizada na parte antiga da cidade de Cartagena. A arquitetura é um dos principais atributo, a cidade tem muitas casas coloniais, além de infra-estrutura turística moderna.

10. Rua em Orvieto - Itália - Orvieto é uma cidade na província de Terni, sudoeste da Umbria, Itália. Esta bela cidade é cheia de encantadoras ruas estreitas.

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