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sábado, 25 de outubro de 2014

Reihané matou o alegado violador. Foi executada no Irão As autoridades judiciais iranianas enforcaram esta madrugada Reihané Yabarí, a jovem de 26 anos condenada à morte por matar o homem que a tentou violar, segundo alegou, confirmou a mãe, a conhecida atriz, Shole Pakravan.

HOJE NO "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Reihané matou o alegado violador. 
Foi executada no Irão

As autoridades judiciais iranianas enforcaram esta madrugada Reihané Yabarí, a jovem de 26 anos condenada à morte por matar o homem que a tentou violar, segundo alegou, confirmou a mãe, a conhecida atriz, Shole Pakravan.

"Enforcaram a minha filha, enforcaram a minha filha", disse, entre soluços, a mãe, que esperava este trágico desfecho desde o início do mês, após as sucessivas recusas de perdão por parte da família do homem, o médico Morteza Abdolalí Sarvandí, que trabalhou para o Ministério dos Serviços Secretos.

A jovem estava presa há sete anos e tinha 19 anos na altura dos factos, em 2006.
Em finais de setembro, foi transportada do centro prisional onde cumpria pena para a prisão de Rajaishahr, perto de Teerão, e onde se realizam as execuções.
Na altura, reativaram-se as campanhas e os apelos internacionais para evitar o enforcamento, que foi temporariamente suspenso.
Organizações defensoras dos Direitos Humanos, como a Amnistia Internacional e a Human Rights Watch, pediram a anulação da sentença, alegando que o julgamento de Yabarí não teve as garantias necessárias.

A União Europeia também instou as autoridades iranianas a revogar a decisão judicial e a desenvolver um novo processo.
Mais de 24.000 pessoas assinaram uma carta impulsionada pela plataforma Avaaz para pedir a suspensão da execução, defendendo que a jovem agiu "em defesa própria" e na rede social Facebook houve várias campanhas para apoiar a causa, com páginas intituladas "Eu sou Reihane Yabarí" e "Salvemos Reihane Yabarí da execução no Irão".O relator especial da ONU para os Direitos Humanos no Irão, Ahmed Shaheed, também apelou para que fosse travada a execução e realizado um novo julgamento, justificando que parte da acusação à jovem se baseou numa confissão que foi obtida através de torturas.

No último mês, as autoridades iranianas tentaram sem êxito obter o perdão da família do falecido, que se negou a exercer o direito do perdão previsto na lei islâmica que impera no Irão.

A mesma lei contempla a chamada "retribuição", ou seja, sangue paga-se com sangue.
"Quero que o direito de sangue do meu pai se cobre o mais cedo possível", declarou à EFE há algumas semanas Yalal Sarvandí, filho do homem que esteve na origem da execução da jovem.

Segundo a condenada, o médico contratou-a para o ajudar a decorar o gabinete e levou-a a um edifício onde a tentou violar, pelo que se defendeu com uma pequena faca com a qual o atingiu no ombro, mas não o matou.

* O Irão é assim, um povo infeliz governado por gente sórdida, por políticos para quem a brutalidade é "pão com manteiga". Nem percebemos porque existem portugueses a trabalhar em lugares de destaque, sabendo que os  contratantes tratam as  mulheres como um ser desprezível.
A lei islâmica da retribuição é  crueldade própria de um Estado que não é de direito..



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PSD e Helena Roseta unem-se contra Costa Reunião de câmara aprovou alteração aos estatutos que permitem à Emel ter negócios em Angola ou concorrer à gestão da Carris e Metro. Oposição une-se para suspender decisão.

PSD e Helena Roseta 
unem-se contra Costa

Reunião de câmara aprovou alteração aos estatutos que permitem à Emel ter negócios em Angola ou concorrer à gestão da Carris e Metro. Oposição une-se para suspender decisão.

O PSD, o movimento Cidadãos por Lisboa e a restante oposição vai unir-se para tentar travar a decisão da reunião de câmara, aprovada esta quarta-feira apenas pelos vereadores do PS, de alterar os estatutos da EMEL – Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa.


Em causa está uma alteração que permitirá à EMEL ter negócios fora de Portugal (como Angola e Cabo Verde) que a oposição entende que deve ser a assembleia municipal a aprovar e não os vereadores.

Segundo apurou o Observador, na reunião da assembleia municipal de terça-feira, a presidente Helena Roseta (eleita pelo movimento Cidadãos por Lisboa) vai apresentar uma proposta a reivindicar que seja este órgão a ter a palavra decisiva sobre os estatutos da EMEL, que deverá ser apoiada por todos os partidos da oposição. Roseta confirmou ao Observador que essa proposta será discutida na segunda-feira com os vários partidos. “Vou tentar desampatar esta questão que não é apenas uma questão de Lisboa”, afirmou, referindo-se às regras das autarquias no relacionamento com as empresas municipais.

O movimento Cidadãos por Lisboa equaciona pedir também um parecer à tutela, a secretaria de Estado das Autarquias Locais, sobre a decisão tomada em reunião de câmara.

“A proposta da presidente será muito oportuna. O que está em causa não é a EMEL nem a sua gestão. O que está em causa é a violação do princípio da confiança que deve existir entre os eleitores e os eleitos. Percebemos bem que António Costa não gosta de ser escrutinado pelas suas decisões. Não podemos abdicar de escrutinar a câmara e as suas empresas. Há algum problema nisso? António Costa não leva este assunto à assembleia municipal por alguma razão em especial? Era importante por uma questão de transparência e de confiança que reconsiderasse”, afirmou ao Observador o líder da bancada social-democrata na assembleia municipal, Sérgio Azevedo.

A decisão de quarta-feira foi tomada depois de já ter havido um parecer subscrito por todas as forças políticas representadas na Comissão de Mobilidade da Assembleia Municipal de Lisboa a defender que a competência para aprovar tal alteração pertencia exclusivamente à assembleia municipal.

A proposta aprovada foi no sentido de “mandatar o representante do município de Lisboa na assembleia geral da empresa [Manuel Salgado] para aprovar essa alteração” aos estatutos que permitirá à empresa ter novos “projetos de internacionalização” e poder vir a gerir os transportes públicos (motivo que suscita mais dúvidas por parte do PSD).

Na prática esta alteração permitirá à Câmara de Lisboa, através da Emel, concorrer à concessão da operação da Carris e Metro, no concurso que o governo quer lançar ainda este ano. Esta semana António Costa reafirmou a sua oposição à concessão a privados, defendendo a gestão municipal dos transportes públicos.


Os vereadores do PS muniram-se também de um parecer jurídico para defender a sua competência em fazer esta alteração. Não foi possível obter esta sexta-feira mais esclarecimentos da câmara.
Segundo o Público, a votação desta proposta já tinha estado agendada por duas vezes, mas acabou por ser adiada depois de vários vereadores da oposição e dos Cidadãos por Lisboa (eleitos na lista do PS), terem manifestado dúvidas sobre a sua legalidade e defendido que ela deveria também ser apreciada pela assembleia municipal.

O autor do parecer da Comissão de Mobilidade, o deputado municipal Fernando Nunes da Silva, dos Cidadãos por Lisboa, afirmou esta semana ao Observador que a interpretação de António Costa é “suis generis” e “viola a lei sobre atribuições das autarquias locais e competência dos seus órgãos”.

Nunes da Silva lembra ainda que em 2011, quando Costa não tinha maioria absoluta (só há um ano conseguiu ter essa maioria absoluta), esta questão sobre a internacionalização da Emel foi uma das condições que o movimento Cidadãos por Lisboa colocou para celebrar acordo com o presidente de câmara. “Retirar o que foi negociado quando não tinha maioria absoluta é altamente criticável e esta alteração de comportamento não é bom sinal”, disse.

O deputado municipal critica a expansão da EMEL para Angola ou Cabo Verde pelo facto de, assim, uma empresa municipal de Lisboa, por exemplo, “passar a reger-se pelo direito angolano”.

O parecer da Comissão de Mobilidade diz que a “interpretação” de que a alteração de estatutos de uma empresa municipal não tem de ser submetida à apreciação da assembleia “contraria a prática existente no município de Lisboa e em inúmeros outros municípios portugueses”.

* Os "Petrozedu" falam mais alto. Se esta alteração acontecer poderá haver a possibilidade de algum angolano comprar a EMEL. Nem José Socrates conseguiu piscar tanto o olho ao capital quanto António Costa, já se sabe que acordos com o actual edil só são cumpridos os que lhe trazem vantagem.

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Passos atribui subsídios a quatro «novos» governantes

Passos atribui subsídios a quatro «novos» governantes

Passos atribui subsídios a quatro «novos» governantes

O primeiro-ministro, Passos Coelho, decidiu, sob proposta dos respectivos ministros e com luz verde da ministra das Finanças, atribuir um subsídio diário de 25 euros, com efeitos retroactivos, a quatro novos elementos do elenco governativo, avança o Jornal de Negócios.



A edição online do Jornal de Negócios revela, esta quarta-feira, que quatro secretários de Estado, nomeadamente Berta Cabral, Fernando Alexandre, João Grancho, e Nuno Vieira e Brito, vão ter direito a um subsídio de alojamento no valor diário de 25 euros e com efeitos retroactivos.
A decisão foi tomada pelo gabinete do primeiro-ministro Passos Coelho depois de apresentada a proposta pelos líderes dos ministérios a que pertencem e do “parecer favorável da ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Albuquerque.”
Segundo o Jornal de Negócios, os subsídios atribuídos, no “montante de 50% do valor das ajudas de custo estabelecidas para as remunerações base superiores ao nível remuneratório 18”, têm um valor diário de 25,10 euros, o que por mês perfaz um total de 778,10 euros para as despesas com a habitação em Lisboa.
Porém, esta ajuda tem “efeitos a partir da data da sua posse e pelo período de duração das respectivas funções”.
Ora, a secretária de Estado da Defesa, Berta Cabral e o secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, Fernando Alexandre, tomaram posse em Abril deste ano mas João Grancho, secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, e Nuno Vieira e Brito, que tem a pasta da Alimentação e da Investigação Agroalimentar, entraram para o Governo em Outubro do ano passado e Fevereiro deste ano, respectivamente.
Contas feitas: João Grancho, natural do Porto, terá a receber 7.781 euros; Nuno Vieira e Brito, 5.446 euros, Berta Cabral, natural dos Açores, e Fernando Alexandre, de Braga, vão receber cada um 3.112 euros. Pelo que, só em retroactivos, o Governo vai pagar a estes quatro secretários de Estado perto de 20 mil euros, de acordo com a decisão de Passos Coelho hoje publicada em Diário da República, mas com data de 10 de Setembro.

Só mais uma linha para desentupir o nariz

Homem que foi internado sem ser louco conta história na primeira pessoa O homem que esteve quase três meses internado na ala psiquiátrica do Egas Moniz deu uma entrevista ao i, por considerar que é preciso um rosto para que algo mude




HOJE NO 
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Homem que foi internado sem ser louco conta história na primeira pessoa

O homem que esteve quase três meses internado na ala psiquiátrica do Egas Moniz deu uma entrevista ao i, por considerar que é preciso um rosto para que algo mude
 .
Como é que foi estar dentro de uma ala psiquiátrica durante meses sabendo que não estava doente? 
Em primeiro lugar estava num hospital e ninguém me dizia do que é que eu padecia, nunca me foi mostrado nenhum relatório a dizer o porquê de eu ter sido internado compulsivamente. Isso foi o pior.

Mas percebeu pelo ambiente que o que estaria em causa seria uma alegada doença mental? 
Naturalmente. Desde há muito tempo que há familiares que me dizem que eu tenho um problema...

Porque é que acha que isso acontece? 
Eu trabalhava de madrugada até ser internado, porque a equipa que eu geria estava espalhada pelo mundo inteiro e eu não tinha horas. Estava sempre ligado e mal havia um toque no computador eu acordava. E isso contribuiu para a criação de uma imagem de que eu não estava bem.

Culpa os seus familiares mais próximos por terem pedido o seu internamento? 
Não, o problema aqui não está no até ao internamento. Isso é do foro privado e acredito que o tenham feito por preocupação. O problema para mim vem a seguir e prende-se com a forma como eu sou internado sem qualquer avaliação médica.

Quando diz que não tinha horas é porque trabalhava ao computador - fazia jogos - e não cumpria um horário normal... 
Sim, trabalhava com uma empresa sueca, desde que arranjei um sistema em que peguei em scripts deles e gerei uma nova fórmula de game play nos jogos deles. Ou seja, em vez de termos coisas que aconteciam por probabilidade eu fiz cadeias dinâmicas que estavam continuamente a ocorrer por baixo do jogo base e que faziam com que este fosse sempre diferente, mas plausível mediante as histórias. E começaram-se a juntar a mim pessoas de outros países, mais talentosas que eu. Esta minha ideia começou a ter sucesso e às tantas a empresa ofereceu-me a possibilidade de fazer um jogo de estratégia.

Consegue agora perceber o que aconteceu até ao dia em que a PSP o foi buscar?  
Tudo começa quando a minha cunhada fala com uma médica amiga dela.

Uma espécie de cunha? 
Acho que sim, não tenho provas de que foi mesmo uma cunha. Mas os documentos referem que foi ela que descreveu o meu caso a uma colega. A forma como tudo foi conduzido indica isso.

Confirma que nunca foi visto por nenhum médico até a PSP o ir buscar a casa... 
Nunca.

Quando chega acompanhado da PSP ao Hospital de São José o que é que lhe passava pela cabeça? 
Não sei. Lembro-me de a médica que me recebeu ter posto a mão em cima das minhas e dizer-me: "Vamos ser amigos, Carlos?" Não achei nada daquilo normal, entenderia se ela estivesse a falar com uma criança, não comigo, que tinha 41 anos e estava bem. Naquele momento era eu que estava a achá-la louca. Rebati esta situação e ainda me foi perguntado: "Ah, não quer? Porquê?" Não sabia o que responder.

Esta médica escreveu que não viu qualquer sinal de doença, mas deu seguimento ao internamento. Quando é transferido para o Egas Moniz percebeu que uma das médicas que lá estava era a tal conhecida da sua cunhada? 
Não, nunca me apercebi de nada. Não a conhecia. E nem sabia quem é que tinha feito a informação clínica do meu caso, não sabia de nada.

Quando começou a dizer que não estava doente o que é que é que lhe diziam? 
O enfermeiro que me recebeu, por exemplo, respondeu-me: "Está bem, Carlos. A gente daqui a 15 dias falamos para ver se continuas a achar o mesmo..." Desde o início que diziam: "Todos dizem o mesmo, você precisa de ser tratado."

Desconfiou de si logo nessa altura? 
Não tive dúvidas nenhumas e quanto mais pessoas via contra mim, mais força tinha. Um amigo meu dizia-me que se eu sobrevivesse àquilo seria uma fortaleza mental. Lá dentro qualquer um dá em maluco.

Como é que se refugiava? 
Agarrei-me a rotinas, fazia tudo à mesma hora e levantava-me cedo. Decorava os dias da semana, as horas e tentava não vegetar. Tinha noção de que não podia perder as referências, isso era perigoso.

Deitava os comprimidos fora... 
Sim, fi-lo até poder. Fui apanhado a primeira vez por esse enfermeiro e aí, como eu era muito ajuizadinho, ele limitou-se a dar-me de novo os comprimidos.

À medicação intramuscular é que não conseguia fugir... 
Quinze dias após entrar deram-me Risperdal Consta, que é muito pesado. E deram-me, não por eu andar a deitar os outros comprimidos fora, mas porque era medicação complementar. A solução para eu tomar os comprimidos passou por moê--los e darem-mos na água.

E é quando começa a tomar toda a medicação que começa a ficar mais em baixo... 
Sim, até aí andava normal sem qualquer medicação. Eles é que não sabiam.

Quer um apuramento de responsabilidades? 
Claro. Há cinco médicos que terão de responder por esta situação.

E a sua cunhada coloca-a no rol dos médicos ou no dos familiares? 
Essa pessoa não me via há mais de 15 meses. Entra no lote dos médicos porque também tem de respeitar a sua ética profissional e não agir com base em imagens feitas.

Algum médico tentou demovê-lo de agir? 
Quando saí do internamento e fui levar as injecções no ambulatório, estava já a ser seguido por um outro médico. Esse já tinha algum sentido crítico e percebeu que tinha de negociar comigo, mas também sentia que não podia cessar o tratamento porque estava inserido na equipa médica que me medicou.

Mas que tipo de negociação? 
Em Abril disse-lhe que não podia continuar, estava de rastos, e que a minha vida estava destruída. E ele disse-me: "Tiro-lhe as injecções, mas esquece todo este caso..." Quinze dias depois veio pedir--me para não interpretar mal as suas palavras, que só não queria era que eu ficasse a viver o passado.

Quando a juíza concluiu que não estava doente, foi uma vitória? 
Sim, claro, deu-me algum alento. Desde aí nunca mais fui ao médico.

Foi mais importante isso ou a principal vitória será quando forem descobertos os responsáveis? 
Quando forem descobertos os responsáveis, eu não tenho ilusões: isto vai acompanhar-me para o resto da vida.

Como descreve o que lhe aconteceu? 
É estranho, durante os quase três meses que estive "preso" fui visto apenas uma hora e cinco minutos. Isto revela tudo. Aqueles homens são cartomantes da mente, não são médicos.

Como assim? 
Dão a mesma resposta a todos e acertam na maior parte das vezes, porque de facto a maioria dos que lá vão parar são mesmo doentes.

* Raramente  editamos entrevistas, mas esta é uma entrevista medonha, não por culpa do jornalista ou do entrevistado, mas pelo medo que esta situação nos provoca. Nós que manifestamente somos a favor do SNS, queremos estes médicos irradiados da medicina pública. Apelamos modestamente ao Director Geral de Saúde que leve este caso até às últimas consequências, são os valores que defende que estão em causa.

* A entrevista é conduzida por Carlos Diogo Santos
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ATÉ À MORTE

João P.Moutinho

O FAMOSO LEÃO DE LUCERNA

Leão de Lucerna

Desde o início do   século XVII , um regimento de mercenários suíços serve como parte da Casa Real de França. Em 6 de Outubro de 1789 , o rei Luís XVI foi forçado a se mudar com sua família de o Palácio de Versalhes para o Palácio das Tulherias, em Paris. Em junho de 1791 , E tentou fugir para Montme'.
Durante o dia de 10 de agosto de 1792 , os revolucionários invadiram o palácio.  O combate irrompe espontaneamente e a família real foi para Tuileries para se refugiar  na Assembleia Nacional Legislativa . 
Guardas suíços, com falta de munições, foram surpreendidos por números superiores de adversários. Uma carta escrita pelo rei, que foi encontrada , ordenava aos guardas suíços para retirar e retornar aos seus quartéis, mas isso não foi levado em conta 
Dos guardas suíços que defendiam os Tuileries, mais de 600 foram mortos durante os combates ou massacrados após a sua rendição. Estima-se que 200 outros morreram na prisão de suas feridas ou foram mortos durante os Massacres de Setembro que se seguiram.
Além de uma centena de guardas que conseguiram fugir das Tuileries, os únicos sobreviventes do regimento são um destacamento de 300 homens enviados para Normandy.
 Haviam Oficiais suíços entre os guardas mortos, embora  e o major Karl Josef von Bachmann - no comando das Tuileries - foi  guilhotinado em setembro, ainda vestindo seu casaco uniforme vermelho.Dois oficiais suíços sobreviveram alcançado um grau superior de Napoleão .

Memorial 

A iniciativa de criar um monumento foi feita pelo Karl von Pfyffer Altishofen , um oficial da guarda que estava de licença em Lucerna na época dos acontecimentos. Ele começou a levantar dinheiro em 1818 para realizar a obra .
O projeto foi concebido pelo escultor dinamarquês Bertel Thorvaldsen e esculpida por 1820 - em 1821 por Lukas Ahorn, no precipício de uma antiga pedreira de arenito perto de Lucerna. Ele mede dez metros de comprimento e seis metros de altura.O monumento traz uma inscrição em latim , Helvetiorum Fidei ac Virtuti (Para a lealdade e bravura dos suíços). O leão moribundo é mostrado empalado por uma lança , cobrindo um escudo que ostenta a flor de lis da monarquia francesa  ;outro escudo próximo a carrega as armas da Suíça . Uma inscrição na escultura lista os nomes dos oficiais e um número aproximado de soldados mortos (DCCLX ou 760) e de sobrevivência (CCCL é 350).
Mais tarde foi feita uma cópia do leão deitado  em 1894 por Thomas M. Brady 2 por sua Confederação Lion localizado no Cemitério de Oakland , em Atlanta ( EUA ).




O lagarto basilisco ele pode andar sobre a água

O lagarto basilisco ele pode andar sobre a água


O lagarto basilisco, tem o apelido de "Lagarto Jesus Cristo", é chamado assim porque ele realmente pode andar sobre a água em referência à passagem bíblica de Mateus 14:22-34 em que Jesus Cristo anda sobre as águas ... Seu nome real é basilisco e é originário da América Central (florestas do Panamá, Costa Rica, Honduras e Nicarágua)e está relacionado com a Iguana.O Lagarto Jesus gosta de viver perto da água, dessa forma, quando ela se assusta com um predador que se aproxima, pode chegar à água e correr pela superfície. Seus predadores são grandes pássaros, cobras, peixes, outros répteis maiores e alguns mamíferos.


O lagarto basilisco é um ser que consegue fazer uma coisa que muitos consideram como sendo um milagre: Andar sobre a água.

Por ter patas traseiras com uma grande área escamosa, esses seres conseguem criar um bolsão de ar, assim quando seu pé toca na água, acaba não afundando.

O ar comprimido no movimento de descida do pé, cria uma espécie de chão provisório, que dura apenas alguns centésimos de segundo. Mesmo assim, o animal consegue usar esse chão provisório para impulsionar a perna para o próximo passo.

Unindo essa rapidez na perna junto com seu peso baixo, o lagarto basilisco consegue chegar a andar 20 metros em cima da água.

Vídeo: lagarto basilisco andando na superfície da água






vidadosanimais10.blogspot.com.br


Novo navio de 347 metros impressiona em rio na Alemanha

Novo navio de 347 metros impressiona em rio na Alemanha

Operação de traslado do Quantum of the Seas pelo Rio Ems, na Alemanha, atraiu olhares de curiosos

O Quantum of the Seas, nova mega embarcação da Royal Caribbean International que será inaugurada em novembro deste ano, já deixou o estaleiro Meyer Werft, em Papenburg, na Alemanha, para a Holanda, onde receberá os últimos retoques. Mas esse processo é bem diferente do que ocorre em outros estaleiros, devido a sua localização. Em funcionamento desde 1795, o Meyer Werft fica a 32 quilômetros do mar mais próximo, o Mar do Norte, e os navios construídos neste local precisam ser levados através do Rio Ems.
Com o Quantum of the Seas essa operação já curiosa e delicada foi ainda mais impressionante, já que ele foi o maior navio já construído no estaleiro. Levar um gigante de mais de 167 mil toneladas e 347,78 metros de comprimento através das águas de um rio não é simples e envolveu um grande processo e planejamento para dar certo. Confira como esse trabalho é realizado.
- O transporte do Quantum of the Seas entre o estaleiro Meyer Werft e o Mar do Norte através dos 32 quilômetros pelo rio Ems levou 10 horas, o mesmo necessário para voar de Nova York, nos Estados Unidos, a Atenas, na Grécia.
- O tempo de transporte de um navio pelo Rio Ems varia com base em uma série de condições climáticas e naturais específicas. O momento exato da travessia precisa ser muito bem calculado.

- O Quantum of the Seas foi o maior navio a deixar o estaleiro alemão e viajar pelo Rio Ems. Com 167 mil toneladas e 347,78 metros de comprimento, o navio ficou a apenas alguns centímetros das margens do rio em vários trechos.
- O navio teve que passar por pontes de automóveis e trens. Quatro pontes precisaram ser abertas ou removidas para a passagem. A energia elétrica de três locais ao longo do percurso precisou ser desligada.
- O navio precisou ser manobrado de ré pelo rio para aumentar o controle. Isso também serviu para proteger o sistema de propulsão da embarcação. Foram usados três sistemas de GPS e quatro pilotos para assegurar uma passagem segura.
- Para ter uma operação bem-sucedida é necessário contar também com algumas condições naturais. A velocidade do vento não pode ultrapassar 20 nós (37 km/h) e a lua precisa estar nas fases nova ou cheia.
- Os diques precisaram ser fechados para garantir a profundidade necessária para o casco de um navio tão grande.
- Dois rebocadores com 9 mil cavalos de força foram necessários para guiarem o navio. O transatlântico se movimentou a aproximadamente 2 a 3 nós pelo rio, a mesma velocidade de caminhada de uma pessoa de 40 anos









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- Milhares de pessoas observaram na beira do rio, muito de perto, o transporte do navio entre o estaleiro de Meyer Werft e o Mar do Norte.

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Aguiar-Branco. "Vamos ganhar as eleições porque somos melhores que António Costa" - Aguiar-Branco acusou o PS de António Costa - vencedor das primárias para a escolha do candidato socialista a primeiro-ministro, contra António José Seguro - de "falta de ideias", mas logo a seguir desvalorizou o maior partido da oposição

Aguiar-Branco. 
"Vamos ganhar as eleições porque 
somos melhores que António Costa"

Aguiar-Branco acusou o PS de António Costa - vencedor das primárias para a escolha do candidato socialista a primeiro-ministro, contra António José Seguro - de "falta de ideias", mas logo a seguir desvalorizou o maior partido da oposição

O ministro da Defesa Nacional defendeu hoje que o atual Governo obterá a confiança dos portugueses nas legislativas porque é melhor do que o PS de António Costa e tem obra feita que precisa de ser continuada.
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"Não vamos ganhar as próximas eleições porque somos menos maus que António Costa, nós vamos vencer as próximas eleições porque somos melhores. Também não vamos ganhar as eleições apenas pela obra feita durante este mandato, a minha convicção é de que vamos vencer por tudo aquilo que esta obra permite fazer no futuro", declarou José Pedro Aguiar-Branco.

O ministro da Defesa, e militante social-democrata, fez estas afirmações perante os deputados do PSD e do CDS-PP, durante as jornadas da maioria parlamentar que decorrem na Assembleia da República, sem se referir à questão sobre como vão os dois partidos apresentar-se às eleições legislativas previstas para 2015: em coligação ou separados.

Depois de falar do setor da defesa, Aguiar-Branco elogiou a ação do Governo PSD/CDS-PP em geral, sustentando que foram feitas "verdadeiras reformas estruturais" e que se operou "uma mudança de mentalidades no país" e uma "alteração do modelo de desenvolvimento económico", tendo alguns "campões nacionais" ficado para trás nesse processo.

"Há quatro anos, a ideia para gerar riqueza assentava sobretudo na construção, nas grandes obras públicas e privadas, era um modelo de desenvolvimento assente em cinco ou seis grandes campeões nacionais, que arrastavam consigo muitas outras empresas de pequena e média dimensão. Quatro anos depois, a verdade é que alguns desses campeões ficaram para trás, mas o resto dos milhares de empresas continuam a fazer pela vida, a serem mais eficazes, a venderem mais e a exportarem mais", declarou.

O ministro da Defesa alegou que "o Governo criou uma nova doutrina, que ultrapassa a pura lógica partidária", e que "a partir de agora, nenhum Governo no futuro poderá voltar a ganhar eleições prometendo autoestradas ou de uma forma simples dizendo que vai reduzir impostos, seja de que partido for".

Aguiar-Branco acusou o PS de António Costa - vencedor das primárias para a escolha do candidato socialista a primeiro-ministro, contra António José Seguro - de "falta de ideias", mas logo a seguir desvalorizou o maior partido da oposição.

"Não temos de estar preocupados em saber se o líder do PS é o António José Seguro ou o António Costa. O que nos deve a nós preocupar é o que temos de fazer nos próximos quatro anos. Temos de consolidar todas as mudanças que fomos capazes de fazer", concluiu.

* Estará Aguiar Branco a fazer campanha para o partido ou a pôr-se em bicos de pés para retentar a liderança do PSD?




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