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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Raquel Tavares - Fala da mulher sozinha

Estado pagou à troika mais de 1.400 milhões em juros e comissões

Estado pagou à troika mais de 1.400 milhões em juros e comissões  Estado pagou à troika mais de 1.400 milhões em juros e comissões

O Estado pagou mais de 1.400 milhões de euros à troika até Agosto em juros e comissões relativos ao empréstimo concedido no âmbito do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF), segundo números oficiais hoje divulgados.
De acordo com a síntese da execução orçamental, hoje publicada pela Direcção-Geral do Orçamento (DGO), nos primeiros oito meses do ano, o Estado pagou à troika (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) 1.416,8 milhões de euros em juros e 17,7 milhões em comissões, totalizando os custos do empréstimo internacional os 1.434,5 milhões de euros.
Até Agosto de 2013, o Estado tinha desembolsado 1.263,7 milhões de euros em juros relativos ao empréstimo internacional e 31,4 milhões em comissões, tendo o custo da ajuda externa atingido os 1.295,1 milhões de euros nesse período, abaixo do custo total verificado entre Janeiro e Agosto de 2014.
Considerando todos os instrumentos de dívida pública da administração central, a despesa com juros e encargos da dívida directa do Estado aumentou 11%, cifrando-se nos 4.515,5 milhões de euros até Agosto.
A DGO refere que este crescimento é explicado sobretudo pelo "aumento da rubrica de 'Obrigações Tesouro' (OT), em resultado de recompras deste tipo de instrumento, do primeiro pagamento do cupão da 'OTFev2024', bem como pelos encargos com 'Empréstimos PAEF'".
Lusa/SOL

Em 2009 Passos assumia exclusividade ao Negócios - Em 2009 Passos assumia exclusividade ao Negócios Pedro Passos Coelho tem recusado responder de forma directa sobre se estava ou não em regime de exclusividade no Parlamento. Mas em 2009 numa entrevista ao Jornal de Negócios, agora recuperada por aquele diário económico, o primeiro-ministro referia claramente estar em exclusivo como deputado.

Em 2009 Passos assumia exclusividade ao Negócios  

Foto: Manuel de Almeida/Lusa
Em 2009 Passos assumia exclusividade ao Negócios
Pedro Passos Coelho tem recusado responder de forma directa sobre se estava ou não em regime de exclusividade no Parlamento. Mas em 2009 numa entrevista ao Jornal de Negócios, agora recuperada por aquele diário económico, o primeiro-ministro referia claramente estar em exclusivo como deputado.
“Quando decidi em 1999 sair do Parlamento, onde tinha estado duas legislaturas, estava em exclusividade, não tinha outra fonte de rendimento; decidi sair e não tinha nada garantido”
“Quando decidi em 1999 sair do Parlamento, onde tinha estado duas legislaturas, estava em exclusividade, não tinha outra fonte de rendimento; decidi sair e não tinha nada garantido”, disse Passos ao Negócios em Janeiro de 2009.
A resposta era dada para mostrar que não dependia da vida política para viver: “Não podia ficar empregado da política. Ia fazer 35 anos e achei que esse [era] o limite para fazer outras coisas na vida. Se um dia regressasse à política, regressaria”.
Apesar destas declarações, a Assembleia da República continua a sustentar que Passos não estava em regime de exclusividade como deputado.
Em comunicado, o gabinete da secretaria-geral da Assembleia assegura que “não existe uma declaração de exclusividade relativa ao período que medeia entre Novembro de 1995 e 1999”.
Aliás, o mesmo comunicado não dá relevância ao facto de o próprio Passos Coelho ter invocado essa exclusividade para requerer um subsídio de reintegração quando deixou a Assembleia.
A secretaria-geral da Assembleia explica que o deferimento desse pedido “não atende à questão formal da existência ou inexistência da declaração de exclusividade, mas sim à situação factual relativa aos dados sobre os rendimentos do período em causa”.

POLITIQUICE RECICLÁVEL, ATÉ QUANDO??? - contentores reciclagem A semana passada foi pontuada por momentos que se queriam dramáticos e que se tornaram hilariantes.

POLITIQUICE RECICLÁVEL, ATÉ QUANDO???

 contentores reciclagem
A semana passada foi pontuada por momentos que se queriam dramáticos e que se tornaram hilariantes.
Nuno Crato, de binómio de Newton ao pescoço, não resistiu ao patético de afirmar que “Estão a assistir a uma coisa que não é comum na História, que é um ministro chegar ao parlamento e reconhecer a responsabilidade por uma não compatibilidade de escalas, e um ministro assumir que o assunto vai ser corrigido”.
Passava a ferro a exibição de Paula Teixeira da Cruz que, no dia anterior, dependurada da venda da justiça, pedia desculpa em nome do Ministério da Justiça, pelo caos instalado nos tribunais depois de uma muito propalada reforma judicial. Para Crato ministras a pedirem desculpa é coisa vulgar. Mulheres, já se sabe estão sempre prontas para o perdoa-me, mas só um homem, um homem como ele é que seria capaz de acto tão invulgar. É preciso estar cego pela presunção e vaidade.
Para o retrato de família ficar completo Passos Coelho, amnésico em realçaõ a ter recebido cinco mil euros mês durante, pelo menos, três anos, isto de 5000 euros a menos ou mais por mês é,para ele um pormenor, já olha para o futuro radioso mais longínquo. Promete que em sete anos, à velocidade de cruzeiro de 0,5% ao ano, acaba com a sobretaxa do IRS. Razão poderosa para os portugueses lhe confiarem a governação até ao ano 2021. Ano em que todos teremos a ocasião de comemorar facto tão extraordinário que, diz ele, lhe ocupa e dirige todos os actos de governação. Acabará SE !!! Para esse SE, poderão os cidadãos olhar com desconfiança e votar em…António José Seguro ou António Costa?
Poderão???
Curiosa dicotomia de antónios, que ontem teve mais um folhetim em directo, onde se esbateu e enterrou quaisquer princípios e ideologia que ainda sobrevivessem no PS. Isto do socialismo ter sido atirado para a gaveta pelo pai fundador, onde se encontra fechado a sete chaves, dá muito jeito para a discussão política ser substituída pelo mútuo ferrar de caneladas e consequentes nódoas negras que deve ter esgotado as reservas de Trombocid ( passe a publicidade ) nas farmácias de serviço em Lisboa e arredores.
Será que vamos continuar com esta politiquice e estes politiqueiros que se têm reciclado há quase quarenta anos?
Foi uma emana e meia de espectáculos de entreter para desviar as atenções do que é fundamental, cada vez mais urgente: MUDAR DE POLÍTICA !!!

pracadobocage.wordpress.com

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