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terça-feira, 23 de setembro de 2014

NADA MAIS SIMPLES ! PARA QUE SERVEM AS DIVULGAÇÕES DOS VÍDEOS TRABALHADOS PELA CIA, AGORA SÃO DOIS COELHOS NA MESMA CAJADADA - Aviões dos Estados Unidos começam a atacar Estado Islâmico na Síria


Aviões dos Estados Unidos começam a atacar Estado Islâmico na Síria


Aviões dos Estados Unidos começam a atacar Estado Islâmico na Síria
William Lewis, Reuters

Pela primeira vez desde o início do conflito com o Estado Islâmico, os aviões norte-americanos atacaram os jihadistas em território sírio. A ação conta com o apoio de vários países árabes, não tendo até ao momento sido referida qualquer participação de nações europeias. O Governo sírio confirmou que tinha sido previamente informado do ataque.

A ofensiva internacional atacou diferentes zonas controladas pelos jihadistas na Síria e junto à fronteira com o Iraque. O ataque visou especialmente armazéns de armamento, locais de treino, de apoio, pontos de controlo e alguns edifícios ocupados por líderes do Estado Islâmico. Foram também atacadas posições do Al-Nusra, ramo sírio da Al Qaeda.

A ofensiva foi lançada a partir de navios de guerra, estrategicamente colocados no Mar Vermelho e no Golfo Pérsico. Os ataques tiveram início perto das 23h30 em Lisboa e atingiram várias províncias sírias e zonas próximas da fronteira com o Iraque.

A operação internacional ainda se encontra em curso, motivo pelo qual pouca informação tem sido oficialmente divulgada pelo Pentágono. O contra-almirante John Kirby confirmou a operação realizada pelos EUA e por "nações parceiras" em território sírio. Kirby anunciou ainda terem sido utilizados caças, bombardeiros e mísseis Tomahawk. 
Fontes anónimas, próximas do Pentágono, indicam que a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, a Jordânia, o Qatar e o Bahrein estão envolvidos na operação. A Jordânia já confirmou que participa nesta ofensiva. Até ao momento, não foi referida a participação de qualquer nação europeia. A NATO já negou qualquer envolvimento, tal como a Inglaterra, que está ainda a analisar a possibilidade de participar nos ataques aéreos.
Uma nova frente de combate
Com este ataque, fica aberta mais uma frente de combate às forças do Estado Islâmico e aquela que será uma das mais importantes. Estima-se que cerca de dois terços dos combatentes do Estado Islâmico se encontrem em território sírio, principalmente na cidade de Raqqa, que foi proclamada como a atual capital do Estado Islâmico na Síria. Ao expandir os ataques para a Síria, a coligação internacional tenta conter a ameaça islâmica no seu próprio bastião.

Infografia Bombardeamentos

Só na província de Raqqa foram realizados mais de 20 ataques aéreos, segundo informação divulgada pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos à Associated Press. Os ataques atingiram a própria cidade de Raqqa, mas também as cidades de Tabga, Ein Issa e Tel Abyada, junto à fronteira com a Turquia. O observatório confirma que os ataques vitimaram pelo menos 20 combatentes do Estado Islâmico. 
Damasco e Moscovo apelam ao respeito pela soberania síria
O Governo de Damasco confirmou que tinha sido previamente informado da realização desta ofensiva internacional. Uma informação transmitida por Washington ao enviado permanente de Damasco nas Nações Unidas, anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Síria.

Em comunicado, o Ministério sírio garante apoiar "qualquer esforço internacional" para combater os jihadistas do Estado Islâmico e o ramo sírio da Al Qaeda. No entanto, insiste na necessidade de ser respeitada a sua soberania nacional e as leis internacionais.

Também a Rússia reagiu à ofensiva dos Estados Unidos. O ministro dos Negócios Estrangeiros considera que os ataques aéreos "violam a soberania da Síria" e contribuem para "destabilizar a situação na região", avança a agência russa Ria Novosti. Moscovo considera que qualquer ação militar num estado soberano deveria ser autorizada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas e pelo Governo local.

A possibilidade de atacar as posições jihadistas em território sírio tinha sido já adiantada por Barack Obama, no discurso em que anunciou a estratégia contra o Estado Islâmico, no passado dia 11 de setembro. O Governo de Damasco, apoiado por Moscovo, tinha reagido, referindo que qualquer ataque - sem ser autorizado pelas Nações Unidas ou coordenado com as autoridades sírias - seria interpretado como um ato de agressão e uma violação da soberania síria. No entanto, os EUA tinham eliminado qualquer possibilidade de colaboração direta com Damasco. 
Oposição Síria saúda ofensiva
A oposição síria já saudou os bombardeamentos realizados pelas forças internacionais e defende a continuação dos ataques até à erradicação completa do Estado Islâmico na Síria. Membros da oposição apelaram para que sejam evitadas baixas civis e para que não seja esquecida a luta contra o regime de Bachar Al-Assad. “Esta guerra não pode ser ganha apenas por meios militares”, considera Hadi al-Bahra, para acrescentar que “é necessária uma estratégia global, que tenha em conta os interesses políticos, económicos e sociais”.

O líder da oposição síria considera que este processo deve ser apoiado pela comunidade internacional, mas que deve ser aplicado pelos sírios.

Para além das posições do Estado Islâmico, foram também atacadas zonas controladas pelo ramo sírio da Al Qaeda. Os ataques foram efetuados de forma isolada pelos Estados Unidos, perto de Alepo, no norte da Síria. Foram mortos mais de 50 combatentes da Al Qaeda, segundo os dados fornecidos pelo Observatório Sírio dos Direitos do Homem à AFP. Os bombardeamentos norte-americanos causaram ainda a morte de oito civis, entre os quais três crianças.

O embaraçoso silêncio de Passos Primeiro-ministro falou muito mas não disse nada de relevante. E continua a não responder a uma pergunta simples: recebeu ou não cinco mil euros mensais durante três anos nos anos 1990?

O embaraçoso silêncio de Passos

Primeiro-ministro falou muito mas não disse nada de relevante. E continua a não responder a uma pergunta simples: recebeu ou não cinco mil euros mensais durante três anos nos anos 1990?

Pedro Passos Coelho respondeu esta terça-feira às perguntas levantadas nos últimos dias sobre os seus rendimentos, as suas declarações ao fisco e as informações que prestou à Assembleia da República nos anos 1990.
Em directo nas televisões, o primeiro-ministro foi mais do que cauteloso. Repetiu a frase “não posso ser mais claro nem mais aberto do que isto” e anunciou que iria pedir, no próprio dia, que a Procuradoria-Geral da República o investigue e verifique se cometeu “eventuais ilícitos”. No fim, como nunca ouvimos em 40 anos de democracia, disse mesmo que tiraria “as consequências” das conclusões da investigação.
Passos falou muito, mas não disse nada de relevante.
O que Passos Coelho não disse é particularmente barulhento. O primeiro-ministro mantém um absoluto silêncio sobre uma pergunta simples que este jornal faz há dois anos: entre 1997 e 1999, recebeu ou não dinheiro do Centro Português para a Cooperação, a ONG criada e financiada pela Technoforma? Se recebeu, Passos tem um problema: não o declarou às finanças. Se não o recebeu, porque é que simplesmente não o afirma? A questão é relevante porque Passos disse por escrito que, nesse mesmo período, era um deputado com regime de exclusividade na Assembleia da República, tendo recebido por isso perto de 30 mil euros.
Ninguém se lembra com rigor científico o que escreveu num formulário oficial há 17 anos. Mas ninguém se esquece se, há 17 anos – e durante três – recebia uma avença fixa de cinco mil euros. Cinco mil euros são um belíssimo salário hoje. Em 1997, seriam seguramente ainda mais memoráveis. É incompreensível que Passos Coelho não se lembre e não responda a esta pergunta. E não o fazer é tudo menos ser “muito claro”. É o oposto. É ser obscuro, é não ser transparente.
Do mesmo modo que o pedido de investigação que pretende enviar à PGR só não é um bluff mediático se o primeiro-ministro entregar as suas declarações de IRS e uma autorização de levantamento do sigilo bancário. Abrir o jogo, mostrar as cartas e não ter medo do que aí vem.

Activistas espanhóis "ocupam" Selvagens em protesto

Activistas espanhóis "ocupam" Selvagens em protesto

Foto: Lusa

Um dia agitado nas Selvagens, território habitualmente silencioso. Um grupo de militantes desembarcou na ilha, hasteou a bandeira espanhola e quer falar com as autoridades portuguesas. A Marinha na Madeira já enviou um navio para controlar a situação.

Um grupo de militantes espanhóis da Alternativa Nacionalista Canária (ANC) está nas Ilhas Selvagens desde segunda-feira num protesto pela reivindicação de soberania sobre o arquipélago português e contra as possíveis explorações petrolíferas na zona. 

O alerta foi dado pelos vigilantes do parque natural da Madeira, que comunicaram às autoridades marítimas que os espanhóis içaram a bandeira das Canárias no local, disse à Renascença o porta-voz da Armada, Paulo Rodrigues Vicente.

"Esta é uma acção de protesto. É um grupo que se auto-intitula Alternativa Nacionalista Canária. Chega ao local, cerca das 22h00, o navio patrulha da Marinha Portuguesa que tem a bordo também dois agentes da Polícia Marítima e que se dirigem para o local para tomar conta da ocorrência, perceberem o que se está a passar e falarem com as pessoas que lá estão”, adiantou o porta-voz da Armada.

O grupo exige falar com autoridades portuguesas. "Somos independentistas. O tema das Selvagens tem que ser resolvido com Portugal. Temos que aplicar a lei do mar e traçar uma linha mediana com a Madeira, o que colocaria as Selvagens em águas das Canárias. Tal como o fazemos com as linhas medianas com Marrocos", afirmou Pedro Gonzalez, porta-voz da ANC, à agência Lusa.

Gonzalez explicou, contudo, que a acção não pretende “abrir qualquer conflito com Portugal” - que tem a soberania sobre as Selvagens - mas antes “sensibilizar os portugueses para o problema das prospecções petrolíferas.”

Espanhóis fugiram "ao controlo" dos vigilantes

O comandante da Capitania do Porto do Funchal confirma o envio de um navio patrulha para as ilhas Selvagens.

Félix Marques acrescenta que os vigilantes da natureza, que estão ao serviço do Parque Natural da Madeira, naquele território, "comunicaram a presença de dois espanhóis das Canárias que terão efectuado uma acção de protesto, içando a bandeira de Espanha no local". O comandante adianta que já comunicou a situação ao chefe de Estado-Maior da Armada.

O responsável salienta que "nada impede, com autorização do Parque Natural, que as pessoas possam desembarcar e visitar a ilha", mas que neste caso o desembarque aconteceu na segunda-feira. Os espanhóis fugiram "ao controlo" dos vigilantes.

Discórdia entre Portugal e Espanha O facto de estas ilhas se encontrarem mais próximas do arquipélago das Canárias do que do da Madeira (165 quilómetros a norte das Canárias e a 250 quilómetros a sul da cidade do Funchal) tem provocado alguma discórdia entre Portugal e Espanha.

Em Setembro doiano passado o Governo espanhol enviou uma carta às Nações Unidas, na qual questionava a jurisdição do arquipélago e considerava as Selvagens não como ilhas, mas como rochedos, o que significaria uma redução substancial da Zona Económica Exclusiva portuguesa.

Uma semana depois Portugal contestou o documento, explicando que a "plataforma continental portuguesa além das 200 milhas náuticas na região Leste, para Oeste do arquipélago da Madeira, constitui o natural prolongamento do território da ilha da Madeira e do território de Portugal Continental", portanto, assim assumindo que as Selvagens são portuguesas.

Apoio legal a accionistas do BES cria polémica Pequenos accionistas dizem existir pressões a favor da firma de advogados de Miguel Reis, que divulgou publicamente a acta do BdP.

HOJE NO "DIÁRIO ECONÓMICO"

Apoio legal a accionistas do 
BES cria polémica

Pequenos accionistas dizem existir pressões a favor da firma de advogados de Miguel Reis, que divulgou publicamente a acta do BdP.

O Movimento de Pequenos Accionistas do BES diz existir uma "onda de pressões que tem vindo a ser aplicada sobre os pequenos accionistas, no sentido de contratarem a Sociedade de Advogados Miguel Reis". Uma firma que ficou conhecida, recentemente, após ter tornado pública a acta da reunião do Banco de Portugal (BdP) que aprovou a constituição do Novo Banco.


A acusação surge na página do Facebook em tom de alerta, e aqui os responsáveis deste movimento "lamentam que algumas pessoas com responsabilidades no assunto em apreço estejam a realizar uma enorme pressão, a favor do escritório do Dr. Miguel Reis, sem que tenham também o cuidado de apresentar quaisquer outras propostas". "Lamentamos também o facto de a campanha supra citada estar a ser conduzida sob a ameaça da falta de tempo, e a ser catalogada como a única capaz de defender de forma competente, e com a urgência necessária, os pequenos accionistas do BES, não lhes possibilitando o período de reflexão necessário (e recomendado) para apreciarem e analisarem quaisquer outras propostas, e de, em conjunto, decidirem o caminho que pretendem seguir", acrescenta a mensagem.


O Diário Económico confirmou junto do Movimento de Pequenos Accionistas do BES que a alegada pressão não está a ser realizada pela firma de advogados em causa, mas sim por outros accionistas do BES, que supostamente estarão já a ser representados por esta Sociedade. O Movimento considera que "na base da pressão que está a ser exercida sobre os pequenos accionistas para que assinem os contratos de representação o mais depressa possível" está uma estratégia jurídica centrada na impugnação/anulação da medida de resolução aplicada ao BES, para a qual existe um prazo legal de 90 dias.


Contactado pelo Económico, Miguel Reis nega qualquer pressão e diz mesmo "recusar assinar qualquer contrato com quem se sinta pressionado". "Não estamos a pressionar ninguém, somos pessoas sérias. Só contactamos com quem nos contactou, não andamos atrás de ninguém, não somos vigaristas. Este mundo está cheio de vigaristas". Adiantando que: "Não estamos neste processo para ganhar dinheiro mais sim com um sentimento de serviço cívico". A Sociedade de Advogados Miguel Reis, juntamente com mais três firmas, constituíram entretanto um consórcio para a defesa dos investidores do BES (CBIDES).

Movimento crítica política de honorários
Na sua política de prestação de serviços, este consórcio define o modelo de financiamento deste processo nos seguintes moldes: pagamento de 50 euros por investidor, pagamento adicional de um cêntimo por acção, pagamento de 10% do valor recebido (a título de taxa de sucesso) e reembolso ao consórcio dos valores das custas de parte e despesas que tenham sido adiantadas. 

O Movimento de Pequenos Accionistas do BES diz que esta proposta "é a mais onerosa (de longe) de todas" as que lhes foram "apresentadas (inclusive de escritórios de advogados mais conceituados e com vasta e profunda experiência na área do direito financeiro português)", calculando em cerca de 300 mil euros os custos imputáveis aos seus associados.

Criticam ainda o facto da mesma "não contemplar quaisquer benefícios em termos de escala, dado que à medida que mais accionistas forem aderindo os custos totais (assim como individuais) não diminuem, antes pelo contrário, aumentam". Classificam ainda de "cobrança cega" o facto de o valor ser fixado por acção detida e não por montante investido. Isto porque um investidor que tenha investido 100 euros e comprado acções a dez cêntimos terá mil acções, enquanto alguém que tenha investido 500 euros, comprando acções a um euro, terá 500 acções, logo pagando menos apesar de ter investido mais.


Os valores apresentados aplicam-se apenas aos processos colectivos, tendo os processos individuais valores próprios de honorários e despesas. O Económico confirmou com Miguel Reis a sua intenção, negociada caso a caso com os clientes, de intentar múltiplas acções individuais. "Estamos neste momento a preparar três acções colectivas e temos muitos modelos de acções individuais". E acrescentou: "Já fizemos uma série de queixas criminais individuais e até agora não cobrámos nem um cêntimo".

Em resposta no Facebook, Miguel Reis classificada o comunicado de "ofensivo da sua dignidade", adiantando que irá apresentar queixa criminal contra os seus autores.

* É melhor aguardar próximos desenvolvimentos, acusar sem fundamento é calúnia, somos avessos a isso. A grande vigarice, comprovada, é da família espírito Santo.


apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.p

Marinha de Guerra a caminho das Selvagens para travar “ocupação” de espanhóis

Marinha de Guerra a caminho das Selvagens para travar “ocupação” de espanhóis

Navio da Marinha na Madeira vai rumar às Ilhas Selvagens para verificar os contornos da ação de protesto de dois independentistas de Canárias, que reivindicam aquele território português.

Navio da Marinha vai averiguar no local a intensidade dos protestos espanhóisJOSE SENA GOULAO/LUSA

O comandante da Capitania do Porto do Funchal afirmou esta terça-feira que o navio do dispositivo da Marinha na Madeira vai rumar às Ilhas Selvagens para verificar, no local, os contornos da ação de protesto de dois independentistas de Canárias.
“A unidade naval atribuída ao comando da Zona Marítima da Madeira já está a preparar-se para largar e ir para o local, para verificar o que se está a passar, acautelar alguma segurança que seja necessária, garantir e perceber o que se está a passar”, disse Félix Marques a propósito da notícia sobre o grupo de militantes da Alternativa Nacionalista Canária (ANC) que “desembarcou” na segunda-feira nas Ilhas Selvagens.
Estes elementos protagonizaram um protesto simbólico de contestação às prospeções petrolíferas previstas na zona e de reivindicação de soberania sobre aquele arquipélago que fica mais próximo do arquipélago das Canárias.
O responsável da autoridade marítima da Madeira adiantou que o navio-patrulha leva cerca de dez horas a chegar aquelas ilhas e que, “provavelmente quando chegar, os espanhóis” já terão abandonado a Selvagem Pequena.
“Se o navio-patrulha lá chegar e estiverem os espanhóis, provavelmente não estarão, vamos tentar perceber o que está a acontecer, qual o objetivo do protesto e, em tempo útil, serão tomadas as medidas adequadas para o efeito”, declarou.
Félix Marques acrescentou que os vigilantes da natureza, que estão ao serviço do Parque Natural da Madeira, naquele território, “comunicaram a presença de dois espanhóis das Canárias que terão efetuado uma ação de protesto, içando a bandeira de Espanha no local”.
O comandante adiantou que este episódio foi igualmente comunicado ao Chefe de Estado-Maior da Armada, “que fará os contactos a nível ministerial, para o ministério da Defesa e Negócios Estrangeiros sobre o que está a acontecer”.
O responsável salientou que “nada impede, com autorização do Parque Natural, que as pessoas possam desembarcar e visitar a ilha” mas que neste caso o desembarque aconteceu na segunda-feira, tendo os espanhóis “fugido ao controlo” dos vigilantes.
Félix Marques acrescentou que se trata de um grupo de cinco pessoas e que dois “terão permanecido ou não terão regressado para a embarcação ou terão desembarcado esta noite para esta ação de protesto”.
O porta-voz do ANC explicou hoje à agência Lusa que a ação não pretende “abrir qualquer conflito com Portugal” – que tem a soberania sobre as Selvagens -, mas antes “sensibilizar os portugueses para o problema das prospeções petrolíferas”.
Pedro Gonzalez reiterou que a ANC defende a independência do arquipélago das Canárias e que, nesse cenário, “se teria que conversar com Portugal”, sugerindo que deve ser aplicada “a lei do mar e traçada uma linha mediana com a Madeira, o que colocaria as Selvagens em águas das Canárias”, à semelhança do que acontece com Marrocos.
As Ilhas Selvagens estão mais próximas do arquipélago das Canárias do que do da Madeira (165 quilómetros a norte das Canárias e a 250 quilómetros a sul da cidade do Funchal).
O Presidente da República visitou as Selvagens em julho de 2013, numa deslocação de soberania. Segundo nota da Presidência, os motivos da visita eram vários, incluindo o estratégico. O último Presidente português a visitar as Selvagens fôra Jorge Sampaio, cerca de dez anos antes.

FOTOGALERIA ESPECIAL DESENVOLTURAS & DESACATOS - BOA TARDE AMIGO(A)S E CAMARADAS ! TENHO O PRAZER DE VOS APRESENTAR IMAN MALEKI - AS MAIS BELAS PINTURAS DO MUNDO - PINTORES FAMOSOS

IMAN MALEKI nasceu em Teerão, no Irã em 1976 e sempre foi fascinado pela magia da pintura. Ele tinha apenas 15 anos quando começou a estudar com o maior pintor realista do Irão, Morteza Katouzian.
Desde então, sua arte é um sucesso, suas pinturas realistas já participaram de várias exposições. O artista é considerado o melhor pintor realista do mundo, por sua incrível técnica de pintura e talento brilhante

FOTOGALERIA

Atenção ! se preferir diminuir o tamanho das imagens é favor clikar numa delas.








































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