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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O que é ser tripeiro, afinal? - Que vos posso dizer eu dos tripeiros que vocês ainda não saibam? Que, segundo a lenda, os habitantes do Porto passaram a ser assim designados, em virtude do apoio prestado à armada que partiu para a conquista de Ceuta, em 1415, oferecendo aos expedicionários toda a carne disponível, ficando apenas com as tripas para se alimentarem? Mas isso já todos vocês sabem…

O que é ser tripeiro, afinal?




Que vos posso dizer eu dos tripeiros que vocês ainda não saibam? Que, segundo a lenda, os habitantes do Porto passaram a ser assim designados, em virtude do apoio prestado à armada que partiu para a conquista de Ceuta, em 1415, oferecendo aos expedicionários toda a carne disponível, ficando apenas com as tripas para se alimentarem? Mas isso já todos vocês sabem…
 Poderia enaltecer os tripeiros pela sua hospitalidade, pela sua abnegação, pela sua sinceridade e autenticidade, pelo amor desmesurado à cidade que os torna, por vezes, excessivamente bairristas? Mas isso também não é novidade…
Poderia dizer-vos que ser tripeiro é ter o privilégio de passear junto ao Douro, da Ribeira até à Foz, namorar com uma garina na Rua dos Abraços, tropeçar em bueiros entupidos, fechar as malas com aloquetes, tomar cimbalinos e pingos, comer francesinhas ou orelhas, celebrar a noite de S.João lançando balões e saltando a fogueira, ou encher a Avenida dos Aliados para celebrar mais uma vitória do Dragão.
Ou, talvez ainda, que ser tripeiro é ver os putos empolgados em corridas de sameiras, é cerrar fileiras para defender os emblemas da cidade que alguns políticos pretendem destruir ou vender aos interesses dos privados, é o regatear cantado nas manhãs do mercado do Bolhão. Poderia acrescentar que ser tripeiro é chamar paneleiro a um maricas, ou filho da puta a um amigo que nos trai. É ir a um baile para estar no roçocom a namorada, passear por uma “ilha” onde as mães gritam para os filhos: "Anda cá meu filho da puta, quem te deu ordem p'ra comeres esse mulete?" ou os admoestam dizendo "vai fazer piruetas nos cornos do teu pai!"
Mas quem sou eu para vos falar dos tripeiros? Já não vivo no Porto há mais de 40 anos pelo que, ao tentar descrevê-los, corro o risco de estar a traçar um perfil desajustado da realidade actual.Na tentativa de ser mais preciso, pedi ao Beto, um amigo dos tempos da escola primária, que se encontrasse comigo num café da Areosa. Não lhe disse qual era o assunto. Disse apenas que tinha urgência em falar com ele.
Já não via o Beto há uns 10 anos e, enquanto esperava, fiz rewind...



Concluída a instrução primária, o Beto abandonou a escola. Tinha então 14 anos e de imediato se iniciou no ofício de trolha. Foi sol de pouca dura. Dois anos mais tarde tornava-se aprendiz de picheleiro, actividade em que desde logo se mostrou hábil, alcançando enorme popularidade na Areosa, onde nascera. Donas de casa a braços com canos entupidos, lavatórios a transbordar ou sanitas renitentes em cumprir a sua função, recorriam aos bons ofícios do Beto que aliava a sua competência profissional a uma enorme simpatia. Mas Beto não era apenas popular entre as donas de casa. Beata sempre apagada nos lábios carnudos, jeans coçados, t –shirt de cor indefinida , onde despontava um Bob Marley desbotado, passeava , gingão, pela rua entoando os últimos sucessos de Rui Veloso e despertando a cobiça das garinas. 
Quando se aproximava da porta do café que diariamente frequentava ao fim do dia, abrandava a marcha, afagava as repas, puxava o blusão comprado em Vandoma a uns ciganos, endireitava as costas e entrava com ar triunfal. Lançava um olhar rápido pelas mesas a avaliar o gado, para marcar a presa e dirigia-se ao balcão. De costas e olhando fixamente a presa, pedia invariavelmente em voz alta: 
“Inácio! Um lanche e um fino.”
Foi neste momento que o Beto entrou. Mantém o andar gingão e o ritual de afagar asrepas e endireitar as costas antes de entrar, mas a beata apagada já não baila nos seus lábios. Quando me viu abriu os braços que só se fecharam na troca de um longo abraço.
Da última vez que nos encontrámos, prometeste que quando fosses a Lisboa me ligavas, lembras-te?
"Eu num bou a Lisboa, pá… Tenho medo c'aquilo seja cuntagioso, carago! Se calhar nem debia estar aqui cuntigo, pá. Tás há tantos anos, lá ( na verdade ele diz naquela merda) que já te debe ter pegado a maleita, pá".
Mas nem vais ver os jogos do Dragão a Lisboa,Beto?
"Debes de estar maluco, pá! Bejo pela Sport TV,aqui no café, porque é menos uma hipótese que têm de me cuntaminar, carago! Aquelas multidões num são recomendábeis, pá! Lagartos e águias? Porra, toda a gente sabe que têm peçonha, nem era preciso a gripe dos porcos para os cuntaminar!".
Rimos a bom rir até o Beto me tocar no braço e, aproximando os lábios do meu ouvido, perguntar :
"Já biste aquela garina que tá atrás de ti?
Qual? A da mini-saia?
Exacto. Pena ter um foguete, carago, mas tem umas boas trancas, lá isso tem.
Não ganhas juízo Beto? Como é que a Nanda te atura?
Julgas que estamos em Lisboa, pá? Aqui ainda são os machos quem manda, num birámos copinhos de leite… Olha lá, afinal qu’é que me queres?
Estou a escrever uma coisa e queria saber a tua opinião sobre os tripeiros.

Tripeiros é como bocês nos chamam lá em baixo num é?Tá bem, antes tripeiros qu’ alfacinhas qu’é nome de mouro maricão. Tripas é qu'é comida de gente, alface é p'ós grilos!
Lá estás tu a desancar nos lisboetas, Beto. Isso não é complexo?
Cumplexo de quê? De bos ber todos os dias feitos baratas tontas, cada bez mais parecidos co’as gajas e a querer casar gajos cum gajos? Fosga-se!
Pronto, tá bem, Beto,não batas mais no ceguinho e diz-me lá o que pensas dos tripeiros…
Os tripeiros? Somos os máiores , caral…! Isso toda a gente sabe…

Pois é, o Beto está cheio de razão. Os tripeiros são mesmo os “máiores”, excepto quando emigram para Lisboa e perdem as suas características peculiares. Mas quis que fosse ele a dizer-vos isso, porque a minha opinião pode ser suspeita.

Adenda: escrevi este texto para as Crónicas de Graça, uma rubrica que, durante cerca de um ano mantive às sextas feiras com a minha amiga Paty, no Crónicas do Rochedo e no Ares da Minha Graça.
Lembrei-me de a recuperar, a propósito do post que amanhã publico no CR, na rubrica "Bibó Porto"


cronicasontherocks.blogspot.pt

VAI-TE EMBORA PÁ !


VAI-TE EMBORA PÁ !

É ASSIM QUE ELES TRABALHAM !
DIRECTOR DA ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DEMITE-SE (A PRIMEIRA CABEÇA A ROLAR) PARA QUE O MINISTRO FIQUE DESCULPABILIZADO DAS BURRICES E DOS PREJUÍZOS QUE ESTÁ A FAZER NO SECTOR DA EDUCAÇÃO.

DEPOIS O MINISTRO COM UMA GANDA LATA VAI AO PARLAMENTO E DIZ QUE O ACONTECIMENTO É INÉDITO...UM MINISTRO ! VEJAM BEM UM MINISTRO PEDIR DESCULPA AOS PROFESSORES, AOS PAIS E AOS DEPUTADOS.
FAZ A MERDA TODA, O SECRETÁRIO DEMITE-SE E DEPOIS HIPOCRITAMENTE VAI PEDIR DESCULPA ENQUANTO CONTINUA COM AS SUAS POLÍTICAS.

The Doors - Hello, I Love You

Jethro Tull - Locomotive Breath

The Doors - Touch Me

Como era o sexo na Idade Média? Na era medieval, a vida entre quatro paredes ficou mais recatada por causa da influência da Igreja Católica. No mundo ocidental, tudo que era relacionado ao sexo - excepto a procriação - passou a ser pecado.

Como era o sexo na Idade Média?


Na era medieval, a vida entre quatro paredes ficou mais recatada por causa da influência da Igreja Católica. No mundo ocidental, tudo que era relacionado ao sexo - exceto a procriação - passou a ser pecado. Até pensar no assunto era proibido! O único que se dava bem era o senhor feudal: além de colocar cinto de castidade em sua esposa, ele tinha o direito de manter relações sexuais com qualquer noiva em seu feudo na primeira noite do casamento dela. A datação tradicional da Idade Média vai de 476, queda do Império Romano do Ocidente, a 1453, queda de Constantinopla. Já no Oriente, em países asiáticos, a liberdade sexual era maior. Os homens orientais podiam, por exemplo, ter quantas mulheres quisessem, desde que conseguissem sustentar todas. "Mas o segundo casamento tem de ter autorização da primeira esposa. Isso foi feito para a mulher não ficar sozinha e desamparada", diz o historiador Claudio Umpierre Carlan, professor da Universidade Federal de Alfenas (MG) e pesquisador da Unicamp.

PROIBIDO

Sexo era pecado e deveria ser evitado a todo custo

NAMORO
Por volta do século 12, surgiu o chamado amor cortês. Na corte, o cavaleiro levava o lenço da mulher amada. Mas era uma amor platônico e infeliz - como os casamentos eram arranjados por interesses econômicos, o cavaleiro e a dama quase nunca ficavam juntos. Os noivos arranjados muitas vezes só se conheciam por meio de retratos pintados a óleo.

Posições
Só uma posição era consentida pela Igreja: a missionária (atual papai-e-mamãe). Ela tem esse nome porque os missionários cristãos queriam difundir seu uso em sociedades onde predominavam outras práticas. Para os cristãos, ela é a única posição apropriada porque, segundo são Paulo, a mulher deve sujeitar-se ao marido. O recato entre quatro paredes era tamanho que, em alguns lares mais tradicionais, o casal transava com um lençol com um furo no meio!

Masturbação
Para desincentivar o prazer sexual solitário, surgiram nessa época os mitos de que os meninos ficavam com espinhas ou calos nas mãos caso se masturbassem. Se uma menina se tocasse, ou estava tendo um encontro com Satã ou havia sido enfeitiçada por bruxas. A paranoia era tão grande que muitos tomavam banho vestidos - até o banho era considerado um ato libidinoso.

Casamento
A família da noiva, que podia casar logo após a segunda menstruação, pagava um dote (dinheiro ou bens) ao noivo, que tinha, geralmente, entre 16 e 18 anos. Mas havia proibições, claro: o papa Gregório I proibiu o casório entre primos de terceiro grau, e Gregório III proibiu a união de parentes de até sexto grau!

Ciência
A anatomia não evoluiu muito na era medieval, mas os conhecimentos técnicos para evitar o sexo, sim! Não há consenso entre os historiadores sobre a invenção do cinto de castidade, mas acredita-se que o modelo mais antigo seja o de Bellifortis, de 1405. Feito de metal, ele tinha aberturas farpadas que permitiam urinar, mas não copular. Também foi inventada a infibulação, técnica de costura da vagina para garantir a fidelidade da mulher ao senhor feudal quando ele viajava.

Homossexualidade
A relação homossexual era chamada sodomia e era crime com pena de morte, além de ser considerada heresia pela Igreja - os homossexuais poderiam até ser queimados em fogueiras. No Oriente, era aceito - mas na surdina. Por exemplo, em exércitos em guerra, era preferível a relação entre soldados do que recorrer a prostitutas.

Prostituição
Como os homens não podiam ter prazer com as esposas, com quem só transavam para procriação, a procura por prostituas era grande. Ao mesmo tempo em que eram malvistas pela sociedade e pela Igreja, as profissionais do sexo tinham que doar metade de seus lucros ao clero - foi o que instituiu o papa Clemente II (1046-1047).

Pecados
Segundo a suma teológica de são Tomás de Aquino, documento escrito de 1265 a 1273, havia dois tipos de pecado pela luxúria:

- Pecado contra a razão

Fornicação e adultério, por exemplo


- Pecado contra a natureza

São os pecados que contrariam a ordem natural do ato sexual. Aí se incluem masturbação, sexo com animais, homossexualidade e a prática antinatural do coito. Leia-se: não podia ser feito sexo em orifícios não naturais (boca e ânus), mesmo que fosse entre marido e mulher!

Revista Mundo Estranho

CONHEÇA OUTRAS FORMAS DE SER BELO EM OUTRAS CULTURAS


Foto: Anderson S Silva

Você sabia que uma pessoa, de acordo com o padrão de beleza de seu país, pode ser considerada feia em outra cultura? O bonito para você pode ter outro significado para outro povo quando falamos sobre diferenças culturais.
Não existe um padrão de beleza universal, mas sim padrões de beleza de cada cultura. Em cada lugar, a beleza é vista de formas diferentes e não há como compará-las, pois o que pode ser bonito para você, pode ser estranho para o outro.
Cada lugar tem seus ideais, princípios, modo de ver a vida, hábitos e costumes. Com a beleza acontece o mesmo, cada povo tem sua forma de enxergar o que é belo e é necessário termos a cabeça aberta para entender que a beleza é diversificada e deve ser valorizada da forma como ela é.
Em tribos indígenas espalhadas pelo mundo, a beleza é buscada das formas mais radicais e bizarras do ponto de vista do ocidente, por exemplo, as tribos do sudoeste asiático, alargam o pescoço, as da África, alargam os beiços. Nas sociedades asiáticas, o uso de pó branco no rosto é considerado um ideal de beleza. No Oriente Médio, o uso de burcas, joias, tatuagens e hennas são muito valorizadas para eles.
Na cultura ocidental, a busca pelo corpo sarado e perfeito é valorizado, mas em outras culturas não, para outros países, passar horas na academia pode ser considerada uma prática bizarra.
O fato é que padrões de beleza ditam regras e comportamentos que são seguidos há milhares de anos. Cada povo tem a sua diferente percepção daquilo que é bonito e o mais importante é que todos respeitem e valorizem as diferenças. Viva a diversidade.

Confira duas tribos indígenas que possuem padrões de beleza culturalmente diferentes do ocidente.

Povo Mursi – Etiópia

As mulheres da tribo Mursi, desde pequenas, são encorajadas a colocar um disco no lóbulo de suas orelhas ou de seu lábio inferior. Como passar dos anos, o tamanho dos discos vão aumentando até que se obtenha uma grande deformação. Para muitas pessoas isso pode parecer loucura, mas para essa tribo, este tipo de “mutilação” é seu padrão de beleza.
Foto:
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Foto: Rod Waddington
Foto: Bryan_T
Foto: Rod Waddington
Foto: Rod Waddington
Foto: Rod Waddington
Foto: Rod Waddington

Tribo Padaund, Tailândia

Nesta tribo, as mulheres usam anéis de bronze no pescoço desde jovens. Quanto mais alto for o pescoço, mais bonita a mulher é considerada. Ao contrário do que se imagina, as mulheres não morrem ao retirar o anel, porém, a musculatura do pescoço fica enfraquecida.
Foto: Jennifer
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M Lehmkuhler
Foto: collection of old photos
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A MAIOR PRAIA ARTIFICIAL DO MUNDO - Com 300 metros de comprimento e 100 metros de largura, a Seagaia Ocean Dome é a maior praia artificial do mundo, segundo o Guinness World Records

Seagaia Ocean Dome fica em Miyazaki (Japão) e é a maior praia artificial do mundo - Foto: Seagaia Ocean Dome/Divulgação

Com 300 metros de comprimento e 100 metros de largura, a Seagaia Ocean Dome é a maior praia artificial do mundo, segundo o Guinness World Records

Quem construiria uma enorme praia artificial a menos de 300 metros de uma natural? Quem respondeu os japoneses, acertou! A “Terra do sol nascente” e da High-Tech construiu a maior praia artificial do mundo. Reconhecida peloGuinness World Records, a Seagaia Ocean Dome fica na cidade de Miyazaki, no Japão. Se sua beleza encanta os turistas do mundo inteiro, seu tamanho comprova o título de maior praia indoor do mundo, com 300 metros de comprimento por 100 metros de largura.
praia artificial pertence ao Resort Sheraton Seagaia, mas os turistas que não estão hospedados também podem utilizar o local pagando uma taxa de US$ 50 (cerca de R$ 107). Principal atração turística da região, a praia artificial tem capacidade para cerca de 10 mil pessoas ao mesmo tempo e recebe 1,3 milhão de turistas por ano. Totalmente reformada em 2007, o Seagaia Ocean Dome foi inaugurado em 1993.

Entre as diversas opções de lazer dentro da praia indoor, se destacam as piscinas com ondas para surfe, uma montanha-russa, 17 bares e um vulcão que ‘expele lavas’. Assim como o vulcão, tudo dentro do Seagaia Ocean Dome é artificial. Com um clima frio na região, a praia também possui uma temperatura ‘artificial’ que gira em torno de 30ºC. Já na água, a média é de 28ºC.

Mapa da Seagaia Ocean Dome


Seagaia Ocean Dome fica em Miyazaki (Japão) e é a maior praia artificial do mundo - Foto: Seagaia Ocean Dome/Divulgação
Seagaia Ocean Dome fica em Miyazaki (Japão) e é a maior praia artificial do mundo – Foto: Seagaia Ocean Dome/Divulgação
Seagaia Ocean Dome fica em Miyazaki (Japão) e é a maior praia artificial do mundo - Foto: Seagaia Ocean Dome/Divulgação
Seagaia Ocean Dome fica em Miyazaki (Japão) e é a maior praia artificial do mundo – Foto: Seagaia Ocean Dome/Divulgação
Seagaia Ocean Dome fica em Miyazaki (Japão) e é a maior praia artificial do mundo - Foto: Seagaia Ocean Dome/Divulgação
Seagaia Ocean Dome fica em Miyazaki (Japão) e é a maior praia artificial do mundo – Foto: Seagaia Ocean Dome/Divulgação
Seagaia Ocean Dome fica em Miyazaki (Japão) e é a maior praia artificial do mundo - Foto: Seagaia Ocean Dome/Divulgação
Seagaia Ocean Dome fica em Miyazaki (Japão) e é a maior praia artificial do mundo – Foto: Seagaia Ocean Dome/Divulgação
Seagaia Ocean Dome fica em Miyazaki (Japão) e é a maior praia artificial do mundo - Foto: Seagaia Ocean Dome/Divulgação
Seagaia Ocean Dome fica em Miyazaki (Japão) e é a maior praia artificial do mundo – Foto: Seagaia Ocean Dome/Divulgação
Seagaia Ocean Dome fica em Miyazaki (Japão) e é a maior praia artificial do mundo - Foto: Seagaia Ocean Dome/Divulgação
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Um paraíso que poucas pessoas conhecem! As Dunas de Maspalomas é um espetacular campo de areia com 4km quadrados localizado na cidade turística de Maspalomas, no sul da ilha de Gran Canaria das Ilhas Canárias

Um paraíso que poucas pessoas conhecem!

As Dunas de Maspalomas é um espetacular campo de areia com 4km quadrados localizado na cidade turística de Maspalomas, no sul da ilha de Gran Canaria das Ilhas Canárias. A areia se originou a partir de recifes de coral esmagados em grãos dourados finos de calcário pela ação de moagem das geleiras ao longo de milhares de anos atrás. As correntes oceânicas arrastaram para a praia e de lá o vento os acumulou, transformando o local em uma imensa extensão de dunas. A areia é soprada para o interior da praia e se acumula ao redor dos arbustos, conhecidos como balancon, que são pontos de paisagem natural. Uma vez que a areia acumulada cresce mais do que o seu arbusto de proteção, ele começa a mover-se através do campo de dunas e assim criar a paisagem deslumbrante, ondulante. Ainda hoje, as dunas estão se movendo a uma taxa de 2 a 5 metros de leste a oeste. Esta área foi declarada Reserva Natural em 1987.
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Só um pouco mais sobre o plantio de Maspalomas Palmeira (Palmeral) há um outro espaço natural protegido – La Charca, uma lagoa que fica entre o mar e a areia, proporcionando um ponto de descanso para aves migratórias da Europa para a África. A enorme extensão de dunas de areia começa além deste ‘lagoa’, mudando sua forma continuamente, esculpida pelo vento que vem do oceano.
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www.truenoticias.com.br

A Revolução dos Cocos "The Coconut Revolution" uma guerra que ninguém viu (inclui vídeo traduzido em português)

UMA GUERRA QUE NINGUÉM VIU

ESTANTE: O filme “A revolução dos Cocos”, de uma guerra entre minorias e o poder imperialista. Pelo viés de Bibiano Girard.
Sua pequena terra onde vive seu pequeno povo é dividida entre dois países do chamado Primeiro Mundo com o desígnio, já examinado, de explorar seu território no arrebatamento dilacerante do capital por minérios importantes para o funcionamento do outro mundo, o pós-moderno e urbano, diferente de sua cultura pacata e rural.
Seu povo é pequeno, vive em uma ilha afastada dos grandes centros e recebe um embargo econômico e estrutural do país mais próximo que antes governava sua terra. A eletricidade é desligada, a alimentação é cortada, e todos os outros aparatos de sua sobrevivência somem, de uma hora para outra, e todo o resto, que permaneceu inteiro, é bombardeado pelas forças do novo inimigo: seu antigo governo tirano, o qual vendeu sua terra a uma grande multinacional: a Rio Tinto Zinc.
“A Rio Tinto é uma multinacional inglesa e australiana do ramo de mineração, com escritório central Londres, Inglaterra. A empresa britânica Rio Tinto Company foi formada em 1883 para explorar minas de cobre em Rio Tinto, no Sul da Espanha. Pouco depois, em 1905, surgiu na Austrália a Consolidated Zinc Corporation, relacionada à extração de zinco em Broken Hill. A fusão das duas empresas ocorreu em 1962, formando a RTZ (The Rio Tinto-Zinc Corporation)” – informações retiradas da apresentação da empresa.
A Rio Tinto, então, entra no território onde você vive, abre uma cratera abissal onde antes havia floresta, explora, consegue o que quer, e vai embora por que seu povo não quer mais viver sob o caudilhismo da multinacional. Ela parte, mas deixa de herança cicatrizes ambientais para os próximos 200 anos.
A gigante cratera que pode ser vista por imagens de satélite.
Geograficamente, etnicamente, culturalmente, Bougainville sempre foi parte das Ilhas Salomão. Contudo, cem anos atrás, o imperialismo, como aconteceu nos quatro cantos do globo, decidiu mudar isso de forma antidemocrática. Muitos foram os mandantes da Ilha de Bougainville desde que seu explorador, o francês Louis de Bougainville, “descobriu” o paraíso.
Sob tratados ditatoriais entre Alemanha e Inglaterra, Samoa foi dividida em duas: “vamos deixar A Samoa Ocidental pra vocês”. Inglaterra disse: “fique com Bougainville”. E assim consecutivamente, passando pelas mãos da Inglaterra e Japão até ser tomada por Papua Nova Guiné, que conseguiu independência em 1975, Bougainville viveu sob o ataque feroz dos mercantilistas afobados. A ilha chegou a pertencer mais a um empreendimento do que a qualquer governo ou tipo de comando estatal que estivesse acima dos negócios dos estrangeiros.
Mas nesta pequena ilha vivia um povo díspar. Um povo intenso e distinto. Se todas as cenas do filme “A revolução dos Cocos” forem verdade, a luta entre os armados da BRA, exército de Boungaiville, contra o exército PNG, da Papua Nova Guiné, pela independência dos primeiros, o local e a guerra que lá existiu por muitos anos é uma amostra declarada de revolução. Revolução de um povo pobre, desarmado, doente e sob embargo econômico, vivendo em montanhas a partir do sistema igualitário de vida, plantando o necessário para se alimentar, conseguindo energia elétrica a partir de pequenas hidrelétricas fabricadas com destroços e sapiência puramente humana. Um povo que luta contra o bombardeio de helicópteros contra armas de mão, mas que mesmo assim tem tempo de criar sua própria música a partir do coco. Não só a música, mas a força da água da fruta para a saúde, a casca queimada para tratar de ferimentos, um inseticida à base de pó de coco, azeites, combustíveis e até mesmo sabão.
O filme envolve o espectador através da trilha sonora aconchegante, a qual em algum momento serão mostrados os instrumentos, uma história emocionante de luta armada de uma minoria contra o imperialismo, e uma tentativa de sociedade ainda desconhecida pela maioria do mundo: do povo mandando no governo.
Nem mesmo eles sabem afirmar se isso vai dar certo. Mas um de seus líderes, o qual perambula pela mata cortando lenha para as mulheres velha viúvas, explica em uma passagem o porquê de uma de suas falas: “o governante deve limpar as botas de seu povo”. Através de três principais motes de dar sequencia a tentativa de libertação: 1. Lutar pelo homem e sua cultura; 2. Pela terra e o ambiente e 3. Independência, a pequena ilha de Bougainville foi ganhando adeptos da causa e conseguindo até mesmo o apoio popular e de dissidentes do PNG.
A revolução dos Cocos” é um filme leve, por mais que o assunto possa parecer pesado, e mostra, em aproximados 50 minutos, que o mundo é feito de milhares de culturas e que nenhuma delas pode se sobressair sobre as outras. “Não há saberes maiores ou menores, há saberes diferentes”*.
Bougainville é a maior das ilhas do grupo que forma o arquipélago das Ilhas Salomão e faz parte da Papua-Nova Guiné. Tem uma população aproximada, contando suas ilhas menores vizinhas, de 175.600 habitantes. Hoje, desde o cessar-fogo de 1997, Bougainville é reconhecida internacionalmente como uma região politicamente autônoma.
www.revistaovies.com

Imperdível !!! A história contada por esse documentário é tão incrível, que poderia ser uma fábula.

Imagine a população de uma ilha - desapropriada por uma concessão de extração de cobre – cansada de ver suas matas serem destruídas, sabotam as instalações da maior mineradora do mundo.
Depois disso, enfrentam com flechas, as metralhadoras do país que domina a ilha, depois enfrentam o militares da Austrália, depois os mercenários e um embargo de 7 anos.
Como conseguir armas, alimentos, combustíveis, energia elétrica e medicamentos com o embargo?
Criatividade, otimismo e força de vontade transformaram esse povo da ilha de Bougainville num dos melhores exemplos de sustentabilidade e resistência do mundo.
Talvez, juntamente com "The Take" o mais belo documentário aqui postado.



FADO TROPICAL - Chico Buarque e Ruy Guerra

Gente miserável - Não é apenas o salário mínimo que é miserável, tudo o que está sendo disto e feito neste capítulo revela miséria humana, a começar pelo comportamento dos políticos que usam a miséria dos mais pobres para manobras partidárias eleitoralistas.

Gente miserável


Não é apenas o salário mínimo que é miserável, tudo o que está sendo disto e feito neste capítulo revela miséria humana, a começar pelo comportamento dos políticos que usam a miséria dos mais pobres para manobras partidárias eleitoralistas. 
  
Quando ministros, líderes empresariais e líderes sindicais amigos do Ricardo Salgado falam em associar o salário mínimo à produtividade propondo aumentos simbólicos estão sendo miseravelmente desonestos. Desde que se discute o salários mínimo já este salário sofreu cortes por via dos aumentos de impostos e da inflação muito superiores ao aumento que se propõe.
  
Quando esta gente faz passar a ideia de que o país vai à bancarrota por causa de mais cinco ou dez euros de salário mínimo não só estão protegendo o que de pior há no meio empresarial português como centram o desenvolvimento da economia portuguesa no sucesso empresarial de empresas cuja sobrevivência depende dos salários mais baixos, habitualmente pago aos trabalhadores menos qualificados. Um economia que depende do sucesso destas empresas não tem qualquer potencial de crescimento.
  
Mesmo a opinião de Seguro e do seu pau mandado da UGT de que o salário mínimo deve depender do aumento da produtividade na economia é ridículo, o aumento da produtividade da economia é mais influenciado pelos sectores mais tecnológicos da economia do que pelas empresas que dependem de salários mínimos baixos. Não são as empregadas domésticas, os restaurantes que fogem aos impostos ou os subempreiteiros da construção civil que promovem o crescimento económico e o aumento da produtividade de que fala Seguro.
  
O debate do salário mínimo só revela que tempos empresários, governantes e políticos da oposição miseráveis, se a honestidade e competência desta gente fosse remuneradas devidamente ficariam muito aquém de receber o salário mínimo com que andam entretidos.

jumento.blogspot.pt

Estudo - Portugueses gastaram mais de 400 milhões com smartphones

Estudo Portugueses gastaram mais de 400 milhões com smartphones

Os portugueses gastaram 441 milhões de euros em reparações e substituições de 'smartphones' nos últimos sete anos, segundo um estudo divulgado hoje por uma empresa norte-americana de reparação tecnológica.
TECH
Portugueses gastaram mais de 400 milhões com smartphones
Lusa
O estudo aponta ainda que a maior parte dos acidentes com estes equipamentos acontece em casa (51%), enquanto um quinto dos problemas foram causados por outra pessoa que não o proprietário. Quase 60% dos donos de 'smartphones' tiveram de esperar mais de uma semana pela reparação do equipamento, indica ainda.
Os responsáveis por este estudo admitem ainda que os donos de animais são mais propensos a ter um acidente com o seu equipamento (81%).
O Inquérito sobre Acidentes com Smartphones na Europa da SquareTrade foi realizado em agosto de 2014, utilizando os programas online RearchNow e Qualtrics. Os dados foram recolhidos junto de mais de 13.000 utilizadores de smartphones em toda a Europa, incluindo Portugal.