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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Bebe - Malo

ROBERT GALLO - O HOMEM QUE DESCOBRIU OU CRIOU O VIRUS DA SIDA - Em Abril de 1984, o Dr. Robert Gallo entrou com um pedido de patente nos Estados Unidos para a sua invenção, o vírus HIV. Normalmente, quando uma patente é apresentada e aprovada, como a do Dr. Gallo foi, quem usa o produto ou invenção deve um pagamento de direitos ao inventor.


Em Abril de 1984, o Dr. Robert Gallo entrou com um pedido de patente nos Estados Unidos para a sua invenção, o vírus HIV. Normalmente, quando uma patente é apresentada e aprovada, como a do Dr. Gallo foi, quem usa o produto ou invenção deve um pagamento de direitos ao inventor.
Assim, mantendo as leis de propriedade intelectual das suas interpretações mais completas, é preciso perguntar  porque é que o Dr. Gallo ainda tem de mover uma acção judicial visando recuperar os danos do uso da sua invenção? Por mais estranho que este cenário possa parecer, existe a necessidade de avaliações complementares.
A evidência científica é completa e convincente, o vírus da Sida é um produto bi-criador do programa Especial de Vírus dos EUA. O programa especial de vírus era um programa de desenvolvimento de vírus federal que persistiu nos Estados Unidos entre 1962 e 1978. O programa Especial de Vírus dos EUA foi então adicionado como “complemento” para inoculações de vacinas na África e Manhattan. Pouco tempo depois, o mundo estava sobrecarregado com infecções em massa de um retrovírus humano que diferia de qualquer doença humana conhecida, era altamente contagiosa e, mais importante, que poderia matar.
Uma revisão do fluxograma deste programa (“lógica da investigação”) revela que os Estados Unidos procuravam uma “partícula do vírus” que teria um impacto negativo nos mecanismos de defesa do sistema imunológico. O programa procurara modificar o genoma da partícula de vírus em que unia uma doença animal chamada “visna”.
De acordo com os procedimentos dos Estados Unidos da América, a Sida é um vírus desenvolvido em laboratório através do peculiar vírus Visna, detectado pela primeira vez em ovelhas Islandêsas. Recentemente, cientistas norte-americanos e mundiais confirmaram com 100% de certeza a gênese de laboratório da Sida. Este facto é ainda mais enfatizado quando se analisa a natureza ‘multipla de união’ do gene do HIV ‘tat’ e o estudo do Dr. Gallo de 1971 “Reverse Transcriptase of Type-C virus Particles of Human Origin”.
O estudo de Dr. Gallo de 1971 é idêntico ao seu aviso de 1984 sobre a Sida. Após uma revisão mais minuciosa os registos revelam que ele apresentou a sua patente da Sida, antes de a anunciar juntamente com a secretária Heckler. No início deste ano (2013), Dr. Gallo admitiu o seu papel como um “Oficial de Projectos” para o programa de desenvolvimento de vírus federal, o Vírus Especial.
O fluxograma do programa e os 15 relatórios são as provas irrefutáveis do ‘plano secreto para abater populações do mundo através do desencadeamento de um micro-organismo biológico que eliminaria a humanidade”. À luz desta verdadeira gênese da maioria do desinvestimento biológico do mundo, são os Estados Unidos que detêm os pagamentos de direitos para as inocentes vítimas. Cada vítima da Sida é merecedora de um pedido formal de desculpas e uma sensação de um final económico para uma invenção da morte e de desespero, perpetrada pelos Estados Unidos.
Os olhos do mundo estão sob a Equipa do Escritório Geral de Contabilidade e Saúde, sob a direção de William J. Scanlon. Entre 1964 e 1978, o programa de vírus federais secreto gastou 550 milhões de dólares do contribuinte para inventar a Sida. Agora é necessário gastar o que for preciso para desmantelar uma invenção que levou ao maior crime contra a humanidade na história do mundo.
Fonte: Prisaoplanetaria.com

FOFURA !? PARECE MAS NÃO É ! - Se você, assim como eu é fã de bichinhos, mas por alguma razão não pode tê-los, eis a solução que Lee Cruz um escultor GENIAL do Alasca encontrou. O artista cria os bichinhos com tecidos e tinta, o resultado é incrível, dá uma olhada

Fofura – Parece mas não é

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Se você, assim como eu é fã de bichinhos, mas por alguma razão não pode tê-los, eis a solução que Lee Cruz um escultor GENIAL do Alasca encontrou. O artista cria os bichinhos com tecidos e tinta, o resultado é incrível, dá uma olhada 
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SETE COISAS SOBRE O MACARRÃO INSTANTÂNEO QUE VOCÊ DECERTO NÃO SABE



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Você é um dos muitos fãs do macarrão instantâneo? Esta imagem acima rodou o mundo depois que uma mulher de Fortaleza – CE, encontrou um rato dentro de uma embalagem de macarrão instantâneo. Não sabemos como esta história acabou, mas fomos atrás de outras coisas que você provavelmente não sabe sobre o macarrão instantâneo mais querido do mundo, que atualmente serve até como matéria-prima para criar sanduíches e até donuts.
O macarrão instantâneo é rápido e fácil de se fazer, por isso ele é a salvação para muitos estudantes, pessoas que moram sozinhas, para quem não tem o menor jeito na cozinha ou para aqueles apressadinhos que não tem tempo para fazer uma comida mais elaborada.  Se você faz parte dessa turma, confira baixo 7 coisas sobre esse alimento que talvez você ainda não saiba:

1 – O primeiro macarrão instantâneo era considerado um item de luxo

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Embora hoje em dia o lámen seja considerado um item baratinho, no passado, ele costumava ser muito caro no Japão. Momofuku Ando, o criador dos produtos ramen Nissin, inventou o “Chicken Ramen”, um lanche instantâneo à base de macarrão que podia ser consumido de forma fácil e em qualquer lugar, em 1958, quando notou que a comida era escassa após a Segunda Guerra Mundial.
Mas quando o produto chegou às prateleiras dos supermercados japoneses, ele era visto como muito caro, pois os noodles frescos eram vendidos por cerca de 1/6 do preço do Nissin.

2 – É o item mais vendido em uma prisão norte-americana

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O comissário da prisão de Rikers Island, em Nova York, deve sempre se certificar de que o estoque de Cup Noodles esteja completo no local. O produto é vendido no presídio por 35 centavos e, de acordo com o New York Post, é o alimento mais popular por lá. Os guardas fornecem água quente aos prisioneiros para eles prepararem os seus copinhos de macarrão. Porém, algumas vezes, os presos descartam o macarrão e usam os pacotinhos de tempero para dar mais sabor à comida sem graça da prisão.

3 – Apenas alguns sabores são, de fato, vegetarianos

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Pode ser difícil de acreditar que pacotinhos de temperos dos macarrões sabor frango ou carne realmente contêm substâncias de origem animal, mas eles têm. De acordo com o The Huffington Post, o sabor frango (da Nissin americana) inclui gordura de frango desidratada, da mesma forma que o sabor carne também tem gordura bovina em pó.

4 – A China come macarrão instantâneo mais do que qualquer outro país.

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Apesar de ser uma invenção japonesa, a demanda global da China por macarrão instantâneo é a mais alta do mundo, de acordo com Associação Mundial do Macarrão Instantâneo (sim, isso existe!). Em 2013, a China consumiu mais de 46 bilhões de pacotes de macarrão. A marca chinesa Tong-Yi é vendida em quase toda parte no país, desde grandes hipermercados até bancas de rua.

5 – De acordo com uma pesquisa, os japoneses consideram o lámen como a melhor invenção deles

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Além de toda a tecnologia que o Japão forneceu ao planeta, em 2000, o Instituto de Pesquisa Fuji declarou que os japoneses são muito orgulhosos por introduzir macarrão instantâneo ao mundo. “Eles se sentem dessa forma porque macarrão instantâneo realmente representa o legítimo ‘Made in Japan’, não só por ser um alimento nacional, mas global”, disse o Instituto em um comunicado na época.

6 – Há um museu no Japão dedicado ao Cup Noodles

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O chamado Museu Cup Noodles é dedicado à história do produto e da mente de Momofuku Ando. O museu apresenta uma míni-fábrica, onde os visitantes podem fazer suas próprias misturas de lamen, entre outras atrações.

7 – Macarrão instantâneo no espaço

Momofuku Ando queria fazer um macarrão prático e fácil de comer não só na terra, mas também no espaço e ele conseguiu em 2005.
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Dois anos antes de morrer, Ando criou o “Space Ram”, um macarrão embalado a vácuo feita em pedaços bem pequenos (para que eles pudessem ser preparados sem a utilização de água fervente) e um caldo mais grosso (para evitar dispersão). O produto foi feito especialmente para a viagem do astronauta japonês Soichi Noguchi no ônibus espacial Discovery.
Hum .. Isso acontece só comigo ou realmente o miojo nunca fica pronto em 3 minutos? Por falar nisso, comecei a matéria falando de um rato que uma mulher encontrou dentro de uma embalagem de miojo. Não sei se essa informação apareceu na mesma onda do rato da coca-cola.. Mas se eu encontrasse um.. Nunca mais consumiria! Sério .. ficaria traumatizado, assim como eu fiquei ao ver a reportagem que a Record fez do cara que encontrou um rato dentro de uma garrafa de coca, e que depois disso ficou com sérios problemas de saúde – não sei se é verdade, inclusive a coca fez uma campanha para provar que é mentira, porém… Mas voltando ao assunto do macarrão instantâneo, meu sabor favorito é o de tomate.. E o seu, leitor? Compartilhe a sua opinião conosco abaixo nos comentários!

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Sistema Nacional de Controlo de Velocidade concluído em 2015 O Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, que contará com 30 radares móveis em 50 locais, vai estar concluído em 2015, segundo a proposta do Governo das Grandes Opções do Plano.


Sistema Nacional de Controlo 
de Velocidade concluído em 2015

O Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, que contará com 30 radares móveis em 50 locais, vai estar concluído em 2015, segundo a proposta do Governo das Grandes Opções do Plano. 
O documento, enviado aos parceiros sociais e que a agência Lusa teve acesso, adianta que o Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (SINCRO) vai contribuir "de forma significativa para a redução da sinistralidade" naqueles 50 locais.

No próximo ano o Governo diz que vai continuar "a dar prioridade ao combate à sinistralidade rodoviária, através não só da prevenção e da fiscalização seletiva dos comportamentos de maior risco, mas também através do contínuo lançamento de campanhas e ações de esclarecimento e sensibilização dos condutores".
Na área da administração interna, a proposta refere também que o processo de informatização dos postos e das esquadras da GNR e da PSP, e a sua ligação integral à Rede Nacional de Segurança, deverá ficar concluído este ano, esperando-se em 2015 "uma redução sensível dos custos com comunicações".

O documento indica igualmente que se vai promover à "eliminação das fragilidades identificadas" no SIRESP (Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal), acrescentando que os ministérios da Administração Interna e das Finanças estão a trabalhar, no âmbito da comissão de negociação, para tentar obter "uma redução dos encargos com o sistema, renegociando o contrato com a SIRESP".

A proposta das GOP refere que o plano de investimento em instalações policiais vai continuar em 2015, bem como "o ritmo de entradas" de novos elementos para as forças de segurança.

Porém, realça que "apesar de as novas entradas não compensarem totalmente as saídas ocorridas e previstas -- o que resultará numa diminuição gradual do número de elementos nas forças de segurança, já em curso desde 2008 -- tal não afetará a capacidade operacional das forças de segurança, dada a adoção de novos modelos de policiamento e a reorganização dos dispositivos policiais, com a consequente reafectação dos recursos humanos às atividades operacionais".

A proposta refere que será feita a revisão das leis orgânicas das duas forças de seguranças e dos estatutos do pessoal da GNR e da PSP, "nomeadamente no que respeita à organização de carreiras e aos princípios gerais em matéria de remunerações".

Para o próximo ano, o Governo pretende ainda promover "a revisão do atual modelo de financiamento dos corpos de bombeiros, tendo em vista um quadro de estabilidade e previsibilidade dos recursos financeiros disponíveis para o desenvolvimento da missão de proteção e socorro às populações".

15 de Setembro manifestação Lisboa

HOJE EM LISBOA - "Artivistas" fazem performance na Sec. Estado da Cultura

"Artivistas" fazem performance na Sec. Estado da Cultura


"Artivistas" fazem performance na Sec. Estado da Cultura
Fotografia © JOÃO RELVAS/LUSA
A "performance artivista" realizada hoje no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, onde funciona a Secretaria de Estado da Cultura, exigiu "o fim da política cultural mercantilista que está a ser aplicada", disse um dos participantes.
A performance, liderada pelo artista plástico Rui Mourão, intitulou-se "Morrem lentas as urnas onde não cabem os sonhos", e terminou perto das 17:45 de hoje, depois da entrega de três cartas com as declarações de princípio dos "artivistas" na portaria do palácio.
"As três cartas têm o mesmo texto, uma é endereçada ao secretário de Estado da Cultura, outra ao ministro da Cultura e a terceira ao Diretor Geral do Património Cultural", disse Mourão. 
Segundo Rui Mourão, na carta estão expressos os argumentos que defendem, nomeadamente "1% [do Orçamento do Estado] para a Cultura, como recomenda a UNESCO, a gratuitidade todos os domingos nas entradas no Museus, e preços mais reduzidos nos outros dias". 
Outras exigências expressas são "o fim da política cultural mercantilista que está a ser aplicada, baseada nessa visão exclusivamente economicista em que se passou a avaliar os museus pelo valor das suas receitas (de bilheteira, lojas, aluguer de espaços, etc.), dependendo disso os futuros orçamentos anuais de cada museu, e a reposição do Ministério da Cultura". 
Esta foi a terceira "performance artivista" do artista plástico Rui Mourão depois das realizadas no Museu do Chiado, em Lisboa, no dia 04 de julho, intitulada "Os nossos sonhos não cabem nas vossas urnas", e no Museu Nacional de Arte Antiga, também na capital, no dia 17 de agosto, sob o título "Os vossos sonhos não cabem nas nossas urnas". 
Em declarações à Lusa, Rui Mourão afirmou que tem recebido "diversos apoios de outros artistas, alguns até que emigraram e também grupos artísticos". 
Hoje, entre os participantes na "intervenção artivista de protesto" esteve "um coreógrafo português que já pisou importantes palcos internacionais de Washington a Manaus", no Brasil, salientou. 
A "performance artivista de protesto" de hoje reuniu cerca de 30 pessoas que caminharam no pátio central do Palácio da Ajuda lendo, em jeito de recitação, autores como Almada Negreiros, Fernando Pessoa, Luís de Camões, António Gedeão, Herberto Hélder e Miguel Torga, entre outros. 
Quatro dos "performers" envergavam uma máscara de uma cabeça de porco simbolizando o poder e davam ordens aos restantes, agrediam os outros que se defendiam com o livro que liam, e os submetiam a formar o símbolo do euro, "demonstrando que para o poder a Cultura é apenas euros", explicou Rui Mourão. 
"Tem de haver mais poesia, não pode ser só a lógica economicista do dinheiro. A arte não pode ser vista apenas na perspetiva de sacar dinheiro", defendeu Rui Mourão que acrescentou que os "artivistas" são contra a venda das obras de Joan Miró, da coleção do ex-BPN, defendo a sua exposição num espaço público. 
A iniciativa "artivista" suscitou a curiosidade dos funcionários dos diferentes gabinetes que funcionam no palácio, alguns, no início, sem conhecer o contexto opinaram que seria "uma praxe académica", enquanto outros prontamente consideram que era "um ensaio para uma dessas peças modernistas".
A performance incluiu um "drone" manipulado por um dos intervenientes, que filmou toda a coreografia, que incluiu a simulação por um dos "porcos" de um ato sexual com a placa "património cultural" colocada na entrada do edifício que dá acesso aos gabinetes governamentais.

VOCÊ NEM IMAGINAVA QUE EXISTISSEM PORTAS DE ENTRADA COMO ESTAS - VEJA E DELICIE-SE !






























casavogue.globo.com