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sábado, 13 de setembro de 2014

O TROCA TINTAS JULGA QUE ENGANA ALGUÉM COM ESTAS "CRÍTICAS" AOS SEUS COMPARSAS. MARQUES MENDES DIS QUE O QUE O GOVERNO ESTÁ A FAZER É MUITO FEIO !

O TROCA TINTAS JULGA QUE ENGANA ALGUÉM COM ESTAS "CRÍTICAS" AOS SEUS COMPARSAS.


Na antena da SIC, Marques Mendes criticou duramente tanto a demissão da equipa de Vítor Bento da gestão do Novo Banco como as posições do Banco de Portugal e do Governo. Sobre o Executivo, diz mesmo que está a ter “uma posição de hipocrisia”, algo que pode trazer problemas “a longo prazo".
Para o social-democrata, embora a demissão seja um problema, “não é o fim do banco”. Ainda assim, não concorda com a demissão em bloco da administração: “tinham o direito mas tinham o dever de ficar”, disse, acrescentando que podiam não concordar mas “não tinham o direito de abandonar o barco”. No seu espaço de comentário deixou ainda a crítica à equipa demissionária de “não pensar nem no país, nem no banco, nem nos clientes”.

Marques Mendes afirmou também que estava definido que o Novo Banco deveria ser vendido no prazo de dois anos, daí a desvalorização que faz do pedido de demissão, feito com base no facto de o projeto atual ser diferente do contexto em que a equipa de Vítor Bento aceitou tomar posse.
Sobre a posição do Executivo, o comentador considerou que este está a fazer de conta “que não é nada com eles”, deixando o Banco de Portugal isolado, e acrescentando que "é muito feio o que o Governo está a fazer". Já sobre o supervisor, o antigo líder do PSD adiantou que “esta é a última oportunidade para o Banco de Portugal sair bem da fotografia”, considerando que a melhor solução deveria ser antecipar a venda do banco.
Marques Mendes revelou ainda que “entre hoje e amanhã” deverá haver novidades sobre os nomes que irão agora assumir a gestão do Novo Banco.

notícias ao minuto

5 de Outubro de 1910 - A Revista à portuguesa, a liberdade no palco

5 de Outubro de 1910

A Revista à portuguesa, a liberdade no palco

por
Vítor Pavão dos Santos

Jornal Se7e 04-10-1978

Coisas boas em jornais

Nascimento Fernandes e Carlos Leal, os compadres de «Agulha em Palheiro», observam os padrecas expulsos, na Praça dos Restauradores.


«O 5 de Outubro de 1910 também para a revista foi uma grande data, pois restituiu-lhe a liberdade de criticar tudo e todos, livrando-a, por largos anos, da sua mais feroz e constante inimiga: a censura.
E porque o teatro de revista contava então com artistas e autores de grande talento, essa liberdade foi aproveitada para criar uma série de espectáculos memoráveis, que fizeram da década de 10 talvez a mais brilhante de toda a já longa história da revista à portuguesa.


Nascimento Fernandes, o actor de revista mais popular da década de 10, e André Brun, autor de revistas e comédias de grande sucesso, em desenhos de Amarelhe.



«Apoteoses à «portuguesa»

Passada a apertada ditadura de João Franco, que terminou em sangue em 1908, com o assassinato do rei D. Carlos e do príncipe herdeiro, durante o reinado breve de Manuel II conheceu-se um abrandamento da censura. Contudo, apesar de então se registarem alguns êxitos de estalo, o lápis azul ainda riscava que se fartava, banindo os acontecimentos políticos mas fechando os olhos à pornografia, estado de coisas que os críticos do tempo não se atemorizavam nunca de denunciar nos seus jornais.
Na noite em que havia de rebentar a revolução republicana funcionavam em Lisboa seis teatros e doze animatógrafos, além, claro está, do Coliseu dos Recreios, onde The Nicoleto's, fantasistas sobre aeroplano, causavam sensação.
Quanto a revistas, no Music-Hall, das 8 à meia-noite, entre variedades várias, o espectador podia saborear De olho alerta, com o aplaudido quadro «Na tasca dos Tesos», enquanto no Teatro Salão Fantástico se representava. É Fantástico. Portanto, apenas duas revistas e das mais modestas.
Depois, estalou a revolução, houve tiros em barda, ferveu a bordoada, a família real pôs-se ao fresco e eis Portugal transformado, a par da França e da Suíça, em mais uma República da Europa. Passada pois a primeira agitação, os teatros começaram a ir abrindo. Logo no dia 11 de Outubro reapareceu É Fantástico, toda orgulhosa de ser a única revista em cena, e anunciando uma nova apoteose: «A República Portuguesa».
A 12, foi a vez do velho Teatro das Variedades reabrir as suas portas, oferecendo uma nova e exaltante apoteose, em que a «Portuguesa» era cantada por toda a companhia.
Por último, a 13, o Teatro Etoile, que ficava ali à Estrela, juntou também à revista Duras de roer a já indispensável apoteose à República.
Entretanto, as revistas de maior sucesso das últimas temporadas, ABC, Sol e sombra, País do vinho, eram repostas com nova desenvoltura e libertas de antigos cortes. Não aparecia, no entanto obra nova de interesse.
Mais duas revistas, estreadas em Dezembro, Roupa lavada, no Teatro Alegria, e Antes e depois, no Fantástico, pouco se aproveitaram da liberdade readquirida. E assim terminou 1910, tendo como único grande sucesso a opereta O fado, toda convencional e passada no século XIX, entre marialvas e severas.


A apimentada Júlia Mendes, que morreu logo em 1911 e deixou nome que ainda perdura.


As sindicâncias indiscretas

O ano de 1911 começou mal para a revista. A 2 de Fevereiro morreu, com apenas 26 anos, Júlia Mendes, um dos grandes nomes dessa época, famosa pela genica das suas rábulas e o sentimento dos seus fadinhos, lenda boémia que perdurou até aos nossos dias.
Finalmente, a 4 de Fevereiro, o famoso empresário e autor Luís Galhardo meteu ombros a apresentar no Avenida, a primeira revista em que se criticavam decididamente os novos tempos. Rotulada de revista política, Nem mais nem menos prometia fazer sensação.
Mas o público, sempre imprevisível, é que não gostou nada, recebendo o espectáculo, na estreia, com uma monumental pateada e atirando saquinhos de pimenta para o palco. Ao fim de 12 dias a peça, saía de cena, sem ter conseguido agradar a ninguém. Era uma linguagem nova que se tornava necessário encontrar. Entretanto, a gente dos teatros andava em grande agitação, pois, à mistura com as questões políticas, sociais e económicas, surgira mais a chamada «questão teatral», a que os jornais davam grande destaque.
É que a jovem República também se interessava em debater o Teatro, procurando dar-lhe uma nova dignidade. Por isso, uma portaria nomeara uma comissão de inquérito à arte teatral, a tão falada «sindicândia», que muitos tinham por insultuosa. Em face de tal medida, Júlio Dantas, republicano e comissário do Governo junto do agora chamado Teatro Nacional de Almeida Garrett (ex-D. Maria II) estava demissionário, assim como o inspector do Conservatório, outro dramaturgo de fama, mas este convicto monárquico: Eduardo Schwalbach.
Talvez para desafrontar Schwalbach, o público acorria a rir com uma das suas comédias mais célebres: A bisbilhoteira, reposta no República (ex-D. Amélia e futuro S. Luiz), com Adelina Abranches e Chaby Pinheiro. Quando chegou o Carnaval, foi A bisbilhoteira, como era de regra reforçada com uma pequena revista, de apenas uma hora e um quarto:Num rufo.
Servida por um elenco de nomes grandes, com os compadres feitos por Chaby, no «Homem do Bombo», e Adelina, numa recriação do seu travesti na famosa peça O Garoto de Lisboa, o êxito ultrapassou largamente o Entrudo. Só para ouvir Ângela Pinto cantar, em francês, em dueto com Alexandre de Azevedo, a «Valsa dos apaches», não havia teatreiro que lá não fosse várias vezes. A revista começou a aprender a falar.


Nascimento Fernandes no policia, Carlos Leal no compère, Lucinda do Carmo na bandeira monárquica e Delfina Vitor na bandeira republicana, no célebre número das Bandeiras de «Agulha em Palheiro», (1911).


A «agulha em palheiro»

Mas o primeiro sucesso a valer da revista em liberdade estreou-se, ainda em Fevereiro, no Apolo (ex-Príncipe Real), chamavá-se Agulha em palheiro e ficou em cena a temporada toda, fartando-se depois de ser reposta.
Os seus autores, Ernesto Rodrigues, Félix Bermudes e Lino Ferreira, tinham já um nome cuja fama não ia parar de crescer, a música era de Filipe Duarte e Carlos Caldéron, maestros dos bons, e os figurinos, nada mais nada menos que da autoria de José Malhoa, Alberto Sousa, Valença e Emérico Nunes. Tudo de primeira ordem. Também o elenco reunia quanto havia de melhor no género: jovem, Carlos Leal, compère por excelência durante mais de 40 anos, era o Zé Quintolas. Nascimento Fernandes, o cómico de talento fulgurante, que havia de dominar, quase sem competição, a década de 10, dividia-se entre o Galapito e o indispensável polícia 123. Lucinda do Carmo, actriz versátil, que saltava dos dramas de Ibsen para a revista apimentada, apesar de já andar pelos 50 anos, era ainda uma grande vedeta e emprestava a sua lendária mordacidade à figura da «Sindicância», essa novidade da vida portuguesa que a todos assustava e tudo devassava.
Liberta e irreverente, a revista encontrara enfim o modo de dissecar, à gargalhada, o panorama nacional e as suas novas perspectivas. Um dos quadros mais ousados era, pela certa, o que ironizava a expulsão das ordens religiosas, metendo a ridículos os padrecas, que cantavam compungidos: «Adeus belas frescatas / com freitas e beatas». Depois de tantos anos de silêncio imposto a tudo o que tivesse cheiro de sacristia, uma tal liberdade era uma festa. E havia, como era de esperar, um número às greves que rebentavam sem parar, pondo em cena «costureiras, floristas, sopeiras, telefonistas e parteiras, a reclamarem furibundas, ante a plateia deliciada, e a cantarem em coro: «Seja uma por todas e todas por uma / na greve ao patrão».


Chaby Pinheiro, o homem do bombo, e Adelina Abranches, o garoto de Lisboa, compadres de «Num Rulo».


Também as disputas em mudar ou não a bandeira nacional, assunto que mobilizara a opinião pública, mereciam um quadro que alcançou foros de escândalo. Enquanto Lucinda, na deposta bandeira azul e branca, se cobria de ricas sedas, entenderam os figurinistas que a jovem cantora Delfina Vítor, que representava a triunfante bandeira verde e encarnada, se deveria vestir de tecido popular e grosseiro. Mas a actriz é que não esteve pelos ajustes. Sentindo-se amesquinhada, rasgou o fato em pleno ensaio e gritou: «Não visto esta bodega!»
O caso constou, e tanto bastou para que se armasse uma pateada valente na estreia, sendo a actriz vaiada aos gritos de «Fora, talassa!», o que, para o tempo, seria como hoje corrê-la como fascista. Debulhada em lágrimas, a pobre Delfina mal conseguia explicar que, ao fim e ao cabo, o que ela queria era vir vestida com sedas, como as vedetas, e não havia política nenhuma no caso. Enfim! O caso pitoresco passou, Delfina agradou e a revista, uma vez encontrada a sua nova maneira de falar, foi acumulando êxitos, como Có-có-ró-có (1912), O 31 (1913), Novo mundo (1916), e tantos mais, contanto para escrevê-la com Ernesto Rodrigues, Félix Bermudes e João Bastos (a imbatível parceria), o grande André Brun, Luís Galhardo, Lino Ferreira e uma mão-cheia de outros. E actores como Nascimento Fernandes, Estêvão Amarante, Carlos Leal, Amélia Pereira e Joaquim Costa, não paravam de somar sucessos.
A liberdade era usada para criticar tudo e todos, e não havia politico que lhe escapasse. E sempre de cabeça erguida e com gargalhada sonante, lá seguiu a revista o seu caminho.»

Vítor Pavão dos Santos
Jornal Se7e 4-10-78
Fotos copiadas do Jornal Se7e

citizengrave.blogspot.pt

O SONHO AMERICANO

NOS DIAS DE HOJE POR TODOS OS CANTOS DA 

AMÉRICA, O "SONHO AMERICANO" TRADUZ-SE NESTA 

FOTO.

QUE OS AMERICANOS CONFUNDAM PORTUGAL COM 

ESPANHA, QUE SEJAM UM POVO IGNORANTE, 

EGOCÊNTRICO, EGOÍSTA, BELICISTA E QUE SE 

JULGUEM O CENTRO DO MUNDO ISSO É LÁ COM ELES 

MAS A PROVA DE QUE TAL POLÍTICA É ERRADA ESTÁ 

AQUI.

NÃO CONSEGUEM CUIDAR DOS SEUS PRÓPRIOS 

CIDADÃOS.


olhar pró ceu

DÓI-ME CONSTATAR QUE AS PESSOAS SE AUTO-ALIENAM OLHANDO PRÓ CÉU ESPERANDO QUE ALGUÉM RESOLVA OS SEUS PROBLEMAS SABENDO QUE SÓ A UNIDADE REAL DOS CIDADÃOS PODE RESOLVER TODO OU QUALQUER PROBLEMA QUE EXISTA EM SOCIEDADE.
SÓ O POVO SE PODE LIBERTAR DO JUGO A QUE ESTÁ SUBMETIDO, NINGUÉM MAIS TEM SOLUÇÕES E MUITOS DOS QUE AS APREGOAM UTILIZAM A DEMAGOGIA E NEM ESTÃO INTERESSADOS NA VERDADEIRA EMANCIPAÇÃO DAS CLASSES QUE PRODUZEM E AINDA MANTÉM ESTE PAÍS A FUNCIONAR.
ESTÃO DEMASIADO PREOCUPADOS COM OS SEUS EMPREGOS, TACHOS E TACHINHOS E AINDA POR CIMA SÃO COVARDES DEMAIS PARA ENCABEÇAREM QUALQUER LUTA CONTRÁRIA AO PODER ESTABELECIDO.
SE O POVO SABE DISSO E NÃO AGE , NÃO TEM O DIREITO DE REIVINDICAR O QUE QUER QUE SEJA POIS ISSO SÓ DEMONSTRARÁ A SUA IGNORÂNCIA E INFANTILIDADE.
A UNIDADE E A DERROTA DAS POLÍTICAS FASCISTAS QUE NOS FEREM HÁ DÉCADAS CONSTRÓI-SE COM QUEM ESTÁ DISPOSTO A LUTAR NA LINHA DA FRENTE CONTRA QUEM NOS ROUBOU TUDO O QUE FOI CONQUISTADO COM ABRIL.

António Garrochinhio

Confirmação Oficial: Equipa de Vítor Bento demitiu-se do Novo Banco - A notícia avançada este sábado pelo Expresso, de que a equipa de Vítor Bento teria pedido demissão do Novo Banco, foi agora confirmada pela administração da recém-criada instituição bancária, avança a SIC Notícias.

Confirmação Oficial: Equipa de Vítor Bento demitiu-se do Novo Banco

A notícia avançada este sábado pelo Expresso, de que a equipa de Vítor Bento teria pedido demissão do Novo Banco, foi agora confirmada pela administração da recém-criada instituição bancária, avança a SIC Notícias.
ECONOMIA
Oficial: Equipa de Vítor Bento demitiu-se do Novo Banco
DR
"Gostaríamos de salientar que não saímos em conflito com ninguém, mas apenas porque as circunstâncias alteraram profundamente a natureza do desafio com base no qual aceitáramos esta missão em meados de julho", sublinham os responsáveis, que assumiram funções há apenas dois meses.
E acrescentam: "Entretanto, contribuímos para a estabilização do banco, pusemos em marcha as ações necessárias para a normalização e melhoria do seu funcionamento e lançámos a elaboração de um plano de médio prazo. E foi já encetado um processo para a rápida venda do banco, gerido pelo Fundo de Resolução e pelo Banco de Portugal".
Devido às razões acima enunciadas, os três gestores entenderam "ser agora oportuno passar o testemunho a uma outra equipa de gestão".
Em jeito de despedida, Vítor Bento, José Honório e João Moreira Rato dizem acreditar que "o Novo Banco é uma grande instituição, com gente muito dedicada, clientes leais e uma atividade de negócio que pode dar um importante contributo para a recuperação da economia portuguesa".
No dia 03 de agosto, o BdP tomou o controlo do Banco Espírito Santo (BES), depois de o banco ter apresentado prejuízos semestrais de 3,6 mil milhões de euros, e anunciou a separação da instituição em duas entidades distintas.
No chamado banco mau ('bad bank'), um veículo que mantém o nome BES mas que está em liquidação, ficaram concentrados os ativos e passivos tóxicos do BES, assim como os acionistas.
No 'banco bom', o banco de transição que foi chamado de Novo Banco, ficaram os ativos e passivos considerados não problemáticos.

NOTÍCIAS AO MINUTO

'Mar Nosso' Navio: Espanha recusa pagar para retirar corpos de portugueses

'Mar Nosso' Navio: Espanha recusa pagar para retirar corpos de portugueses

Familiares dos pescadores desparecidos no naufrágio do 'Mar Nosso', juntamente com a autarquia de Vila do Conde e a Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar acusaram o armador espanhol do arrastão de os enganar, ameaçando recorrer aos tribunais.
PAÍS
Navio: Espanha recusa pagar para retirar corpos de portugueses
Reuters

Elisa Ferraz, a presidente da Câmara, defende que o armador os enganou, justificando: "Desde o primeiro momento o armador manifestou-se completamente disponível para fazermos um trabalho de prospeção. Depois, começamos a sentir que aquela disponibilidade se estava a desvanecer".

A autarca contou que a Câmara pediu orçamentos para a prospeção, num valor que ronda os 300 mil euros e inicialmente o armador se prontificava a pagar.
"Reunimos com o armador e compreendemos que 

estavam de lado a estas situações, deram o dito por não dito e não iriam cumprir aquilo que tinha sido a decisão inicial", contou Elisa Ferraz, revelando que "Claudino Gonzalez desapareceu, num desprezo total pelas vidas".
José Festas, presidente da Associação Pró Maior Segurança dos Homens do Mar, alega que o armador não quer resgatar os corpos porque não quer pagar os custos da operação.
"Há dois seguros que eles podem acionar, um de responsabilidade civil e o do barco, ou seja, se eles em 700 mil euros que é o valor do barco, se gastarem 300 mil, só lhes pagam 400. Já era mexer-lhes no dinheiro".
O dirigente considera a atitude do armador "desumana".
Margarida Santos, mulher de Francisco Santos, um dos desaparecidos, lamentou a falta de justificações da parte dos sobreviventes. "Nunca vieram falar connosco, contar o que se passou", disse.
Para a viúva, "ele [o armador] foi uma pessoa muito inteligente, sempre disse o que a gente queria ouvir, foi ganhando tempo, passaram quatro meses e agora vem o inverno. Enganou-nos a todos".
"Eu acho que o armador tem o dever moral de trazer os nossos maridos para cima. O meu marido trabalhou 17 anos naquela empresa para agora dizer, pronto acabou, têm de se conformar com a ideia", contou.
Margarida Santos lembra ainda as dificuldades que está a ter, tal como Alexandrina Carinho, mulher de Manuel Carinho, outro desaparecido, a nível burocrático, uma vez que o marido não é considerado morto, mas sim desaparecido.
"Não temos certidão de óbito, nas finanças não podemos fazer nada, a nível burocrático está como desaparecido".
Alexandrina Carinho, que além do marido tinha um cunhado a bordo, que sobreviveu, revela que este nunca lhe deu uma explicação.
"Ele veio no dia a seguir e eu perguntei-lhe o que era feito do meu marido e ele disse que não sabia. Passa por mim, vira-me a cara, ninguém fala comigo".
No final, famílias e entidades defenderam: "Pensamos agir judicialmente".
Elisa Ferraz apela ainda à geração de um "movimento nacional" através do qual seja possível "operacionalizar os meios para trazer o barco à tona ou ir buscar os corpos".

notícias ao minuto

PROPAGANDA, CAMUFLAGEM, EMBUSTE, MALDADE E HIPOCRISIA


PROPAGANDA, CAMUFLAGEM, EMBUSTE, MALDADE E HIPOCRISIA


SOMOS MANIETADOS HABILMENTE PELO FASCISMO E PELO IMPERIALISMO ATRAVÉS DAS REDES SOCIAIS, JORNAIS, RÁDIOS E TELEVISÃO.
SUCEDEM-SE PUBLICAÇÕES, GRANDES REPORTAGENS COMO POR EXEMPLO DA 1ª E 2ª GUERRA MUNDIAL E DO DEFUNTO NAZI ADOLFO HITLER ENQUANTO POR AÍ BROTAM NOVOS HITLER(S) NOVOS MUSSOLLINIS, NOVOS SALAZARES. E A EXTREMA DIREITA FLORESCE NA EUROPA E NO MUNDO

É JUSTO QUE SE DEVAM LEMBRAR E CONDENAR OS CRIMES DO PASSADO E DÁ-LOS A CONHECER AOS MAIS JOVENS MAS O PASSADO NÃO PODE SER UMA CAPA PARA CAMUFLAR OS CONFLITOS ACTUAIS BEM MAIS PERIGOSOS E CRIMINOSOS.
AS GUERRAS ANTIGAS SERVEM DE ACESSÓRIO DISSIMULADOR PARA QUE NÃO SE CONDENEM OS NOVOS CONFLITOS EM CURSO QUE NA EUROPA E NO MUNDO JÁ FIZERAM MILHÕES DE MORTOS, OMITEM-SE AS CHACINAS COMO NO CASO DA PALESTINA MAIS PRECISAMENTE NA FAIXA DE GAZA, NO IRAQUE, NO AFEGANISTÃO, NA SÍRIA, NA ÁSIA NA UCRÂNIA, E AS MORTES POR BOMBARDEAMENTOS E DRONES NO MÉDIO ORIENTE .
TODAS ELAS TÃO CRIMINOSAS, BESTIAIS E HORRENDAS COMO AS DO PASSADO SÉCULO XIX e XX.
FALA-SE DE PAZ,ASSASSINANDO, ENQUANTO FORUM(S), CIMEIRAS DE SENHORES ENGRAVATADOS DIZEM ENVIDAR ESFORÇOS PARA SOLUÇÕES PACÍFICAS QUE O PAPA VAI ABENÇOANDO MAS QUE SÃO UM COMPLETO ARDIL E O BRANQUEAMENTO MAIS VERGONHOSO DOS IMPERIALISMOS NOMEADAMENTE DOS USA.
EXEMPLOS, AS AGRESSÕES E O GENOCÍDIO DOS PALESTINIANOS POR PARTE DE ISRAEL COM APOIO DE PAÍSES DA EUROPA E A ASCENSÃO DA POLÍTICA BELICISTA LEVADA A CABO PELO PALHAÇO FRANCOIS HOLLAND QUE FALHANDO NA POLÍTICA INTERNA DA FRANÇA RESOLVE LAMBER O CU AOS USA AO MESMO TEMPO QUE DESVIA AS ATENÇÕES DAS BURRICES GOVERNATIVAS E DA MENTIRA QUE FEZ DO SEU MANDATO COMO PRESIDENTE DA FRANÇA.
TUDO PREPARADO, COZINHADO, ALINHAVADO AO PORMENOR PARA ENTRETER E DESVIAR AS MASSAS TRABALHADORES DAS SUAS REIVINDICAÇÕES E ASPIRAÇÕES A MUNDO MELHOR E MAIS JUSTO.
VAMOS ASSISTINDO IMPAVIDOS A CRIMES MONSTRUOSOS, A ASSASSINATOS, A VITÓRIAS E À ASCENSÃO DE POLÍTICOS COLOCADOS NO PODER PELO DINHEIRO DOS CAPITALISTAS E DA BANCA ( AS ELEIÇÕES JÁ NÃO SÃO PRECISAS). VAMOS ASSISTINDO CALMOS E SERENOS À DERROCADA DAS LIBERDADES E DA JUSTIÇA SOCIAL, AO DESTRUIR DE CONQUISTAS QUE CUSTARAM MORTES, SOFRIMENTOS, TORTURA E FAMÍLIAS DESTRUÍDAS PARA QUE O MUNDO, OS PAÍSES TIVESSEM GOVERNOS MAIS JUSTOS E REPRESENTATIVOS DO POVO.
VAMOS ASSISTINDO À ASCENSÃO DE POLÍTICOS MEDÍOCRES, QUE NADA PERCEBEM DE GOVERNAÇÃO E SÓ GOVERNAM PARA ELES E PARA A CLASSE DOMINANTE, A DO CAPITAL.

ATÉ QUANDO !

António Garrochinho

Eu, é mais croquetes. - Talvez a Festa do Avante seja um antro de ladrões e vigaristas ligados ao BES e ao BPN.

Eu, é mais croquetes.

Talvez a Festa do Avante seja um antro de ladrões e vigaristas ligados ao BES e ao BPN. Talvez seja um sítio perigoso e mal frequentado onde estamos sujeitos a levar uma injecção atrás da orelha. Talvez a Festa do Avante não tenha qualidade musical suficiente - mesmo sabendo que começou na sexta com a Sinfonieta de Lisboa e acabou no domingo com os Buraka Som Sistema, e que pelo meio também teve Camané, Jorge Palma, Sérgio Godinho, Simone de Oliveira, O
questrada, Diabo na Cruz, Júlio Pereira, Legendary Tiger Man, etc, etc. Ou, talvez, na Festa do Avante não haja área VIP, croquetes e Gin à borla, e promessas de empregos (arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza...). Talvez seja por isso tudo e, se calhar, por mais alguma coisa, que os fabulosos concertos da Festa do Avante não têm direito a páginas nos jornais e reportagens na televisão. Não sei se é ou não é, mas faz-me espécie, e como eu é mais croquetes, estou a meditar no assunto para ver se arranjo resposta.

Luis Varatojo (facebook)

em rota de despedida