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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

FOTO GALERIA ESPECIAL DESENVOLTURAS & DESACATOS - ADIADA - MANIFESTAÇÃO PRÓ INDEPENDÊNCIA NA CATALUNHA, ESTA MANHÃ




























UM GRUPO DE TRINTA NAZIS APARECEU PARA DEFENDER A SOBERANIA ESPANHOLA


TANTO PARA ESPANTAR COMO PARA SABOREAR - O FIGO

TANTO PARA ESPANTAR COMO PARA 

SABOREAR - O FIGO

Sabia que esta conhecida fruta, é na verdade um pseudofruto?
E que se desenvolve de uma maneira um tanto bizarra?
Pois é, os figos passam por um processo de polinização com vespas, que acabam por ficar dentro deles.
Isso mesmo! Os figos contêm vespas digeridas mortas, que ficam presas no seu interior durante a polinização. Sem este ciclo mortal, nem a figueira nem a vespa, se poderiam reproduzir.



POLINIZAÇÃO
A relação figo-vespa resume-se ao facto de nenhum dos dois ser um reprodutor muito eficiente. Desta forma, eles apenas encontraram uma maneira inusitada de se ajudarem  mutuamente. Como referido anteriormente, o figo é um pseudofruto constituído por uma inflorescência, sendo mais conhecido como sicónio*.
*Conceptáculo carnudo, quase fechado, onde ficam incluídas as flores e depois os aquénios da figueira
.



Como é como uma flor invertida, a maioria dos insectos responsáveis pela polinização não consegue chegar ao pólen. Sem eles, a figueira não iria dar frutos ou sementes. Porém, existe um insecto - a vespa-do-figo - que descobriu uma maneira de “viajar” para o sicónio e, consequentemente, polinizar a planta.

VIAGEM SEM VOLTA
Mas para a vespa, a viagem é só de ida. Como já foi dito, estas vespas são reprodutores ineficientes e precisam de um ambiente muito específico para alimentar as suas larvas. Local adequado? O interior do figo!
A vespa fêmea adulta entra no figo através de uma pequena passagem conhecida como ostíolo. O único problema é que o ostíolo é tão estreito que as asas e antenas da vespa são arrancadas quando ela se move dentro da passagem, o que significa que nunca mais sairá de lá. Esta missão suicida permite-lhe encontrar o lugar ideal para colocar e nutrir os seus ovos.





Uma vez os ovos chocados, dá-se origem a um grupo de larvas do sexo masculino e outro do sexo feminino.
Os machos passam toda a sua curta existência nos túneis através do figo, enquanto as fêmeas terão uma rota de escape quando estiverem completamente desenvolvidas. Cada vez que uma fêmea voa para fora da flor do figo, carrega um pouco de pólen com ela e levá-lo-à a outro sicónio, que será a sua viagem sem volta, dando início novamente ao ciclo que sua progenitora fez um dia.

 E, para complicar ainda mais as coisas, se ela entrar num sicónio "fêmea" (figos têm flores masculinas e femininas), não vai encontrar o ambiente perfeito para os ovos acabando por morrer. Porém poliniza com sucesso a flor da figueira.

Tudo o que leu até aqui não significa que cada vez que comer um figo estará também consumindo pedaços de vespas fêmeas suicidas e a sua prole masculina morta. Isto porque os figos têm uma enzima chamada ficina que transforma as vespas mortas em proteína, que se tornam parte da fruta. Nada do corpo real da vespa permanece.

apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt


O perigo amarelo - A minha avó materna costumava dizer que o perigo para o mundo não eram os comunistas.

O perigo amarelo

A minha avó materna costumava dizer que o perigo para o mundo não eram os comunistas. Conta a minha mãe que, segundo a minha avó, o mundo devia estar atento, mas era ao perigo amarelo. Percebi que lembrar isso aliviava a minha mãe. Entendia ela que o perigo amarelo era a China, que ficava muito longe. Além disso, - ainda segundo a minha avó- esse perigo só viria no século XXI, pelo que a minha mãe fazia contas e dizia:
No ano 2000 já cá não estarei. Se fosse viva teria 85 anos.
Em 2014, constato que a minha mãe estava duplamente enganada. Não só está quase a fazer 100 anos, como o perigo amarelo de que a minha avó falava não era certamente a China. Era este:
Tal como a Al Qaeda, esta organização de amarelas está dividida em células. A célula portuguesa tem vários membros, sendo esta a mais perigosa, por ser oxigenada:

cronicasdorochedo.blogspot.pt

HOJE NO "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA" Coelho diz que resíduos hospitalares não são "queimados" na Madeira desde Março

HOJE NO "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Coelho diz que resíduos hospitalares não são "queimados" na Madeira desde Março

O presidente do Partido Trabalhista Português (PTP) e deputado à Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Coelho, alertou hoje que os resíduos hospitalares da Região "não estão a ser tratados e queimados" desde Março.

Em declarações frente à Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais, José Manuel Coelho, disse que os resíduos hospitalares "estão a ser empacotados e armazenados numa secção da Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos da Meia Serra "perigando a saúde de quem lá trabalha". "Esta situação, denunciada ao nosso partido por trabalhadores desta unidade, mantém-se desde Março e, alegadamente, deve-se à falta de equipamentos, porque o Governo Regional não tem dinheiro para os adquirir", disse. "É mais barato mandar para o continente para ser destruído. Só que não mandam desde Março e todas as semanas vão caixas para a Estação com resíduos hospitalares", acusou.

A agência Lusa tentou, sem sucesso, obter uma reacção da administração da empresa que gere a Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos da Meia Serra. 

* Será verdade esta negligência absurda?

apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

José Mário Branco - "Do que um homem é capaz" (Resistir é vencer) 2004

Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, ressaltou que "não é justo que um punhado de bilionários possam afogar uma nação."

Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, ressaltou que "não é justo que um punhado de bilionários possam afogar uma nação."

"Não é justo que um punhado de bilionários possam afogar um país  e extorquir uma sociedade inteira ameaçando-a com defaults,  afastando-a do resto do mundo ", afirmou o presidente da Argentina, numa cerimónia na Casa do Governo, transmitida na televisão nacional. " O vencermos nâo  é apenas a posição da Argentina, é uma posição quem  tem dignidade e quer defender os direitos de seu povo, é a posição de todos os países que não querem ser enganados ", disse Kirchner, referindo-se ao voto da Assembleia Geral da ONU, que aprovou a criação de um quadro legal para a reestruturação da dívida soberana e observou que "mais do que um triunfo da Argentina era um triunfo da dignidade das pessoas".  Nesta terça-feira a Assembléia Geral da ONU  aprovou , com 124 votos a favor, 11 contra e 41 abstenções uma iniciativa Argentina para ser obtido um quadro jurídico para reestruturar sua dívida soberana. O chanceler argentino,  Hector Timerman, descreveu como "histórica" ​​a proposta de reestruturação da dívida soberana.   Entretanto, na Argentina as comissões plenárias de Orçamento, Finanças e Petições, Poderes e de Regulamento dos Deputados, deram o seu parecer sobre o projecto Soberano da Lei de Pagamento, que será votada hoje, quarta-feira, no plenário da Assembleia Nacional. O artigo propõe a desenvolver ferramentas para assegurar o pagamento de títulos do governo reestruturados em 2005 e 2010, há uma alternativa proposta pelo Governo a "mecanismos de recolha de obstrução ilegítima e ilegal". 

antreus.blogspot.pt

41º aniversário do 11 de Setembro de 1973 - Ary dos Santos - homenagem ao Povo do Chile






HOMENAGEM AO POVO DO CHILE

Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro

Nas suas almas abertas
traziam o sol da esperança
e nas duas mãos desertas
uma pátria ainda criança

Gritavam Neruda Allende
davam vivas ao Partido
que é a chama que se acende
no Povo jamais vencido
– o Povo nunca se rende
mesmo quando morre unido

Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.

Alguns traziam no rosto
um ricto de fogo e dor
fogo vivo fogo posto
pelas mãos do opressor.
Outros traziam os olhos
rasos de silêncio e água
maré-viva de quem passa
Uma vida à beira-mágoa.

Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.

Mas não termina em si próprio
quem morre de pé. Vencido
é aquele que tentar
separar o povo unido.
Por isso os que ontem caíram
levantam de novo a voz.
Mortos são os que traíram
e vivos ficamos nós.

Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que nasceram para o Chile
morrendo de corpo inteiro.

  
José Carlos Ary dos Santos 

O burgesso fino - Tem as mãos inchadas de tantas notas ostentar. A abastança contrasta com o pardieiro de onde vem de origens. Trepou a escada do êxito. Teve olho para o negócio. E prosperou.

O burgesso fino

In http://uploads2.wikiart.org/images/edouard-manet/the-monet-family-in-their-garden-at-argenteuil-1874(1).jpg

Tem as mãos inchadas de tantas notas ostentar. A abastança contrasta com o pardieiro de onde vem de origens. Trepou a escada do êxito. Teve olho para o negócio. E prosperou.
Começou a conviver com gente endinheirada. A imitar comportamentos. Se a linhagem dos abastados era o perfume do consumo requintado, o burgesso tinha de se aprimorar na fineza. Observador, começou por anotar comportamentos à medida que alimentava as borlas que os finos de fino recorte precisavam. Anotou o que diziam os das famílias endinheiradas e seu séquito, o que comiam, onde comiam, os temas de conversa, as vernissages obrigatórias, os objetos de ostentação, a roupa que distinguia a seita, as artes que passou a frequentar. O problema é que o berço humilde, miserável até, não deixava esconder as lacunas por onde escorriam os lapsos de língua, os lapsos de postura, os lapsos, apenas lapsos, que revelavam a terrível vacuidade em que medrava.
Fazia-se transportar em potente bólide, nem que as mãos e os pés muitas vezes não soubessem domar a potência sobredotada. O bólide passou a ficar guardado na garagem para o fisco não desconfiar dos sinais exteriores de riqueza e não o interrogar pelos parcos réditos declarados. Documentava-se, contudo, para poder intervir nas conversas de salões onde os ricos trocavam impressões de amador sobre as proezas ao volante de quem a conta bancária numa offshore permitira a compra do brinquedo. Fazia gala de amesendar em restaurantes de fino recorte gastronómico, onde se serviam à mesa os parcos repastos que faziam gala aos modismos gastronómicos do momento. O pior da transfiguração foi a dieta durante os outros dias, pois uma rechonchuda personagem não quadrava com os círculos distintos onde também havia conversas sobre as iguarias degustadas, forma física a custo e amantes proletárias  e submissas.
Ele e a consorte socializavam nos círculos das artes. Iam às óperas, mal conseguindo esconder o bocejo prolongado a sinalizar a precisão do intervalo. Iam às exposições, onde os ricaços competiam no arrematar de obras de arte como quem competia na comprovação de façanhas sexuais. Arrematou alguns quadros impressionistas. A consorte achava que a palete de cores combinava com a decoração da mansão. Nunca se lhe ouviu uma palavra hermenêutica acerca dos quadros que, por falta de espaço, passaram a preencher as paredes frias da garagem onde hibernava o bólide de elevada potência. Como se fazia constar que tinha atribulações com a gramática no discurso falado, teve lições privativas com eméritos professores. Ensinaram-lhe gramática, sintaxe, figuras de estilo e truques para manter um discurso com fio condutor e sem atropelos à língua nativa. Também aprendeu a jogar golfe.
E, tudo isto, sem que embolsasse grande prazer. Eram os imperativos da socialização com a casta de endinheirados. Às vezes, ao deitar, entrava na antecâmara dos sonhos, escorregava para o pretérito do novo rico em que se transformara. E sonhava com gastronomia popularizada, a motoreta e as viagens com o ar a esborrachar-se no rosto gordo, a música de arraial, um mundo sem pintura indecifrável, as férias no sul pejado de turistas ingleses, a boçalidade em forma de palavra e de gesto, a adiposidade a mais que, todavia, dispensava sacrifícios das dietas. Mas não podia decair. Os pergaminhos tinham sido ganhos a tanto custo, não podia decair. O mundo em simulacro era o seu habitatnatural.

AS MAIS BELAS PINTURAS DO MUNDO - PINTORES FAMOSOS - EDWIN HENRY LANDSERR - A SUA PAIXÃO, OS ANIMAIS - BIOGRAFIA E FOTO GALERIA

Edwin Landseer

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Retrato de Landseer, feito na década de 1860
Sir Edwin Henry Landseer
 (7 dMarço de 1802Londres — 1 de Outubro de 1873) foi um pintor e escultor inglês, bastante conhecido por suas pinturas de animais — ervídeos. Entretanto, as obras mais conhecidas de Landseer são as esculturas: os leões da Trafalgar Square, em Londres.



Vida e obra

Landseer foi uma espécie de menino prodígio cujos talentos artísticos foram precocemente reconhecidos; estudou com vários artistas, incluindo Benjamin Robert Haydon, um pintor muito conhecido e controverso que encorajou o jovem Landseer a realizar dissecações no intuito de compreender por completo a estrutura muscular e esquelética animal.
Em 1815, quando ainda tinha 13 anos, Landseer já havia exibido suas obras na Academia Real Inglesa. Foi eleito um associado da Academia Real aos 24 anos, e cinco anos mais tarde, em 1831, tornou-se acadêmico. Em 1850, foi nomeado Cavaleiro, e apesar de ter sido eleito presidente da Academia Real, em 1866, Landseer recusou o convite.
Landseer foi um personagem notável na arte inglesa do século XIX, e suas obras podem ser encontradas no Tate Britain, no Victoria and Albert Museum, na Kenwood House e na Coleção Wallace, em Londres. Ele também colaborou com seu colega pintor Frederick Richard Lee.

FOTOGALERIA

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 O PINTOR - AUTO RETRATO