AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

em rota de despedida


FOTOGALERIA ESPECIAL - ÍNDIOS BRASILEIROS CONTRA O ABATE DE ÁRVORES NAS SUAS TERRAS -

Amazon Guerreiros lutam por seus Árvores

O fotógrafo da Reuters Lunae Parracho  foi recentemente 

em 

busca dos índios que lutam contra a desflorestação



ATENÇÃO !  - a tradução é do motor google e têm algumas 


deficiências mas dá apara entender


Um guerreiro índio Ka'apor persegue um lenhador que tentava escapar depois que ele foi capturado durante uma expedição na selva para encontrar e expulsar os madeireiros do território indígena Alto Turiaçu, perto do Centro do município Guilherme no nordeste do estado do Maranhão do Brasil na Amazônia , em 7 de agosto de 2014 Cansado do que eles dizem é a falta de assistência do governo suficiente para manter madeireiros de suas terras, os índios Ka'apor, que, juntamente com outras quatro tribos são os habitantes legais e cuidadores do território, enviou seus guerreiros para expulsar todos os madeireiros que encontram e montaram acampamentos de monitoramento nas áreas que estão sendo exploradas ilegalmente.(Reuters / Lunae Parracho)

2
Um caminhão transporta toras ao longo de uma estrada de terra que leva para fora do território indígena Alto Turiaçu, visto de dentro de um veículo pertencente à tribo indígena Ka'apor em 02 de agosto de 2014. (Reuters / Lunae Parracho) # 

3
Ka'apor índios guerreiros gesto aos membros da sua tribo como eles partem em uma expedição na selva para procurar e expulsar os madeireiros do território indígena Alto Turiaçu, na aldeia de Waxiguy Renda perto do Centro do município Guilherme na bacia do Amazonas, em agosto 7 de 2014. (Reuters / Lunae Parracho) # 

4
Ka'apor índios arcos mão e flechas para os guerreiros tribais que viajam de caminhão através de sua aldeia de Ximborenda, no caminho para procurar e expulsar os madeireiros da região nordeste do estado do Maranhão em 06 de agosto de 2014.(Reuters / Lunae Parracho) # 

5
A Ka'apor indiano observa como um grupo de guerreiros partem em uma expedição na selva para procurar e expulsar os madeireiros do território indígena Alto Turiaçu em 07 de agosto de 2014. (Reuters / Lunae Parracho) # 

6
Armado Ka'apor indígenas guerreiros caminhar durante sua expedição para expulsar os madeireiros em 07 de agosto de 2014.(Reuters / Lunae Parracho) # 

7
Armado Ka'apor indígenas guerreiros caminhar durante sua expedição para expulsar os madeireiros em 07 de agosto de 2014.(Reuters / Lunae Parracho) # 

8
Ka'apor índios guerreiros estão ao longo de um logger eles capturado e amarrado dentro do território indígena Alto Turiaçu em 07 de agosto de 2014. (Reuters / Lunae Parracho) # 

9
Guerreiros amarrar madeireiros que descobriram no nordeste do estado do Maranhão em 07 de agosto de 2014.(Reuters / Lunae Parracho) # 

Ka'apor índios guerreiros usam varas para bater madeireiros capturados no território indígena Alto Turiaçu em 07 de agosto de 2014.(Reuters / Lunae Parracho) # 

Ka'apor índios guerreiros ligam capturado madeireiros em 7 de agosto de 2014. (Reuters / Lunae Parracho) # 

Um guerreiro se prepara para atear fogo a um caminhão de registo descobriram no território indígena Alto Turiaçu em 07 de agosto de 2014. (Reuters / Lunae Parracho) # 

Um guerreiro índio Ka'apor está perto de um caminhão de registo queima durante uma expedição na selva para procurar e expulsar os madeireiros em 07 de agosto de 2014. (Reuters / Lunae Parracho) # 

Guerreiros amarrar e remover as calças e sapatos de madeireiros capturados em 07 de agosto de 2014. (Reuters / Lunae Parracho) # 

Ka'apor índios guerreiros lançar um logger (camisa listrada) depois de capturá-lo durante a sua expedição em 7 de agosto de 2014.(Reuters / Lunae Parracho) # 

Um guerreiro usa uma motosserra para arruinar um dos logs que eles descobriram em 07 agosto de 2014. (Reuters / Lunae Parracho) # 

Um guerreiro índio Ka'apor derrama gasolina sobre um caminhão de registo antes de atear fogo a ele em 7 de agosto de 2014.(Reuters / Lunae Parracho) # 

Um caminhão de registo queima depois que foi descoberto e incendiada por Ka'apor índios guerreiros em 07 de agosto de 2014.(Reuters / Lunae Parracho) # 

Ka'apor índios guerreiros amarrar e remover as calças de um madeireiro em 07 agosto de 2014. (Reuters / Lunae Parracho) # 


Madeireiros, aliviado de suas calças e sapatos, fugiu após ser liberado pelo Ka'apor índios guerreiros em 07 de agosto de 2014.(Reuters / Lunae Parracho) # 

No seu "livro-vingança", Valérie Trierweiler diz que Hollande trata os pobres por "desdentados" A ex-primeira-dama francesa escreveu um livro amargo sobre a sua relação (e separação) com o Presidente de República

No seu "livro-vingança", Valérie Trierweiler diz que Hollande trata os pobres por "desdentados"

A ex-primeira-dama francesa escreveu um livro amargo sobre a sua relação (e separação) com o Presidente de República
Valérie Trierweiler e Hollande no dia da eleição deste, em Maio de 2012 AFP
A antiga primeira-dama francesa, Valérie Trierweiler, escreveu um livro sobre os anos em que viveu com o Presidente François Hollande, tentando dar à opinião pública a imagem correcta do homem com quem viveu e do político que governa a França. Os comentários não são bons nem para um lado nem para o outro e falam de uma "tragicomédia"."Merci pour ce moment" (obrigada por este bocadinho, em tradução livre), tem 320 páginas e o jornal Le Monde escolheu um trecho para pré-publicação. É o mais danoso para Hollande, revelando que, na intimidade do lar, o Presidente trata os pobres por "desdentados".
"Ele apresenta-se como uma pessoa que não gosta dos ricos. Na realidade, o Presidente não gosta dos pobres. Ele, que é um homem de esquerda, diz em privado: ‘Os desdentados’, muito convencido do seu sentido de humor".
Paris Match também citou partes do livro, que chegou esta quinta-feira às livrarias. Apesar de Valérie Trierweiler, que é jornalista, trabalhar nesta revista, deram-lhe capa e escolheram um trecho mais sentimental, a mostrar a ferida que Hollande provocou na companheira (não eram casados), quando esta foi confrontada com as notícias de que o Presidente tinha uma amante.
"Vou-me abaixo, não percebo isto, meto-me na casa de banho. Agarro no pequeno saco de plástico que tem os soporíferos (...) François seguiu-me. Tenta agarrar o saco. (...) Agarra-o e o saco cai. Os comprimidos espalham-se pelo chão. Tento recuperá-los. Agarro no que posso. Quero dormir. Não quero passar pelo que está para vir. (...) Quero fugir. Perco a consciência".
Valérie Trierweiler, que tem 49 anos, foi hospitalizada durante uma semana depois deste episódio. O fim da relação foi anunciada por Hollande no dia 25 de Janeiro. No trecho publicado pela Paris Match também se fica a saber que o Presidente confirmou a Valerie que mantinha um caso amoroso com a actriz Julie Gayet, mas primeiro disse que o caso durava há meses, finalmente admitiu que durava há um ano.
Valérie Trierweiler não foi a primeira ex-primeira-dama a escrever um livro sobre a separação de um Presidente francês. Em 2013 a ex-mulher de Nicolas Sarkozy, Cécilia Attias, publicou "Une envie de vérité" (um desejo de verdade), em que conta o divórcio. Attias desabafou, terá feito algum dinheiro com as vendas, mas não foi o que escreveu que feriu o político Sarkozy.
Não se sabe se as 320 páginas de Trierweiler (a editora espera um best-seller, anunciando que a primeira edição tem 200 mil exemplares) poderão afectar Hollande, que é um Presidente pouco popular e que continua a cair nas sondagens por motivos puramente políticos — o relato da ex-companheira, diz este jornal, tenta mostrá-lo como um homem "desumanizado" pelo poder e inconsequente na vida privada. Um amigo de Hollande disse, sob anonimato, ao Le Monde, que apesar de impopular o Presidente não é olhado pela opinião pública francesa como uma pessoa antipática ou má.
Já Trierweiler, que entrou no Eliseu em 2012 e saiu em Janeiro de 2014, nunca foi uma figura popular junto da opinião pública francesa. Nas legislativas de 2012 criou indignação em alguns sectores e grande irritação entre os socialistas ao apoiar, nas legislativas, o rival de Ségolène Royal, que também viveu com Hollande e é a mãe dos quatro filhos do Presidente (e ministra).
A relação de quase três décadas entre Royal e Hollande chegou ao fim em 2007, quando os media franceses expuseram uma relação entre o actual Presidente e Valerie Trierweiler. Esta considera que Hollande nunca quebrou um laço de dependência em relação a Royal.
O jornal El País chama a "Merci pour ce moment" um "livro-vingança" contra o homem que a traiu. E sugere que outro livro, que chegará às livrarias na semana que vem, fará mais danos na presidência Hollande — a atravessar uma fase de grande debilidade política — do que a memória amarga da antiga primeira-dama.
Este outro livro, "Moi, president" (eu, presidente), foi escrito pelo jornalista Valentin Spitz a partir de conversas com Arnaud Montebourg, que foi demitido recentemente do cargo de ministro da Economia depois de uma cisão com o Presidente sobre o rumo que este deu à política económica. "Hollande está sempre a mentir", diz no livro Montebourg, que lidera a facção mais à esquerda do PS francês e aspira a ser o próximo candidato do partido à presidência já nas próximas eleições.

ELE NÃO PERCEBE QUE O PARCEIRO É UMA IMITAÇÃO

OS CHINESES NÃO TÊM IDADE QUANDO SE TRATA DE PREPARAÇÃO FÍSICA

QUEM SUSPENDEU SARAH WEST ? - Antes de mais, imagino que queiram saber quem é Sarah West. É a primeira mulher a comandar um grande navio de guerra da Royal Navy. Depois, imagino que queiram saber por que foi a Sarah suspensa.

QUEM SUSPENDEU SARAH WEST?

HMS Portland
HMS Portland
Antes de mais, imagino que queiram saber quem é Sarah West. É a primeira mulher a comandar um grande navio de guerra da Royal Navy. Depois, imagino que queiram saber por que foi a Sarah suspensa. Pois bem, envolveu-se amorosa e sexualmente com o seu subalterno o tenente Richard Gray, de 35 anos. Sarah tem 42.
Os dois, com a ajuda de 183 marinheiros, encostaram o HMS Portland nas Caraíbas, onde estavam numa missão de combate ao narcotráfico, e voaram para o Reino Unido, já suspensos de todas as funções na Marinha.
Mas quem é que suspendeu Sarah West? Para o Richard estamo-nos nas tintas, porque o Richard é um rapaz novo e não tarda está a comandar navios na Maesrk.
Ora bem, eu não quero imaginar se os camarotes dos navios da Royal Navy falassem. E quem diz os camarotes, diz a ponte, os corredores, a sala das armas, dos mísseis, dos motores, a cantina, o refeitório e seguramente até a instável âncora deve ter visto o que não queria. Então e vão entalar desta maneira Sarah West?
Na Europa, em 2014, ainda se apedrejam mulheres tal como acontece naqueles países esquisitos. Não se apedreja literalmente – ao menos isso – mas expõe-se a sua vida privada nas capas dos jornais, fazendo da comandante prostituta, porque só uma prostituta deve ser expulsa de um navio por  se enrolar com um marinheiro.
Quantos oficiais da Royal Navy não se amaram uns aos outros como a eles mesmos nesses tormentosos mares? E quantos foram exibidos na praça pública como a Sarah West? É apedrejamento, sim. É uma total falta de respeito por esta mulher e por todas.
Suspenda-se quem suspendeu Sarah West, porque de um envolvimento inofensivo – e até feliz – acabou por se destruir a imagem das mulheres na Marinha.
Em que é que a segurança nacional dos britânicos foi afectada quando Sarah West se apaixonou ou simplesmente interessou pelo tenente Richard Gray? Mais perigoso é um homem ou uma mulher privados das suas mais elementares necessidades. Esses sim podem largar mísseis sem querer. Esses sim, porque não fazem o amor, estão sempre disponíveis para fazer a guerra.
À Royal Navy devia interessar o que os seus comandantes fazem no comando e o que faz quem por eles recebe o poder delegado quando eles vão dormir, ou não. À Royal Navy não devia interessar, como nunca interessou, o que os comandantes dos navios fazem no camarote ou em cima das cartas náuticas.Shame on you!
Nota: Não estou portanto de acordo com o ex-almirante da Royal Navy, Lord West (não é da família da Sarah), que sobre este assunto disse esta coisa maravilhosa: «Se ela teve uma relação com alguém sob o seu comando, então desilude outras mulheres na Marinha real, pois há pessoas que vão agarrar nisto e dizer é por isto que as mulheres não deviam estar em navios.» Exacto, Lord West. Por essa lógica, os navios da Royal Navy andavam vazios. Tinham de se governar sozinhos. Sim, Lord, porque também já houve muitos homens da Royal Navy que não resistiram à solidão no mar. Isto para não falar na enorme quantidade de elementos das Forças Armadas – britânicas mas não só – que não podem visitar regiões inteiras do globo sob pena de encontrarem vinte ou trinta adolescentes a quem deviam pagar a universidade.

lobidocha.com

No Ministério da Justiça a ineptidão e a incompetência andam de mãos dadas! - Ouvi hoje nas notícias as palavras da Sra. Ministra (faz de conta) da Justiça, alegando em sua defesa que a SUA reforma era uma "grande reorganização judiciária e que seria normal haver alguns problemas de alguns dias...", e tive de ir ler uma vez mais a "Lei da Organização do Sistema Judiciário" - Lei n.º 62/2013, de 26/08, e o Decreto-lei que procede à sua regulamentação daquela lei - Decreto-lei n.º 49/2014, de 27/03.

No Ministério da Justiça a ineptidão e a incompetência andam de mãos dadas!
Ouvi hoje nas notícias as palavras da Sra. Ministra (faz de conta) da Justiça, alegando em sua defesa que a SUA reforma era uma "grande reorganização judiciária e que seria normal haver alguns problemas de alguns dias...", e tive de ir ler uma vez mais a "Lei da Organização do Sistema Judiciário" - Lei n.º 62/2013, de 26/08, e o Decreto-lei que procede à sua regulamentação daquela lei - Decreto-lei n.º 49/2014, de 27/03.
Temos que a primeira Lei tem já mais de 1 ano de existência e o seu decreto-lei regulamentar quase meio!
Apreciando os factos, temos que passado mais de um ano da promulgação daquela nova lei de organização judiciária, hoje, dia 1 de setembro de 2014, princípio do novo ano judicial, e depois desbaratados erroneamente e sem fim à vista vários milhões de euros dos contribuintes, com muitos magistrados a trabalhar em contentores e com salas de audiências instaladas em pré-fabricados, os processos amontoados e empilhados ao deus dará, centenas de oficiais de justiça em falta e por colocar, várias secções e outros juízos instalados provisoria e aleatoriamente por várias outras localidades, sem identificação ou previsão legal, muitas obras por concluir e outras por começar, com a plataforma CITIUS inacessível, em resumo, os cidadãos e os advogados sem saber onde estão os seus processos e impossibilitados de intervir nestes, os prazos a correr e sem se poderem cumprir, os julgamentos suspensos e, o que é evidente, a justiça suspensa, como se em estado de sítio se encontrasse, e com todos os prejuízos sociais, económicos, jurídicos e legais daí decorrentes, ou seja, com o manifesto e gravíssimo prejuízo para a cidadania, para o estado de direito e a aplicação da justiça, temos agora de apreciar e julgar das qualidades, ou da falta delas, da Sra. Ministra.
E já vemos, que é manifestamente incompetente, porque teve muito mais de um ano para prever os efeitos da temerária reforma que iria levar a cabo, portanto, teve todo o tempo e as muitas possibilidades de, com razoabilidade e normalidade, previamente prever no que se metia, como a se acautelar, como melhor e devidamente devia ter feito, mas não fez, ao invés preferindo continuar a agir com arrogância e prepotência, para cumprir com eficácia e escrúpulo o que se propôs fazer.
Ou, temos nós agora de lhe perguntar: face às últimas palavras e respetivas desculpas esfarrapadas da senhora ministra, afinal, tudo o que ela fez  durante este tempo todo, foi de tal modo irresponsável e não pensadamente, elaborando a lei em cima do joelho e, depois, não se pôs, como devia, a ditar no alcance e nas consequências do seus (infelizes) atos? Mas, então isso ainda é pior, é o sinal de um problema de inadequação mental daquela personagem, e isso é algo que não se pode aceitar em alguém que chega a um alto cargo ministerial!
Mas, como já estamos a ver, ela não só mediu devidamente e com cautela a empreitada na qual se meteu, nem, como agora se prova, sabia o tempo e os meios necessários para lograr o bom cumprimento das suas vãs e falsas promessas.
Logo, o que se demonstra à saciedade, a Sra. Ministra é manifestamente incompetente!
E também, ao não conseguir cumprir com a obrigação legal a que se propôs, portanto, a de colocar a funcionar normalmente os tribunais na data proposta e correspondente ao início do novo ano judicial de 2014, e sabendo ela antecipadamente não ter a arte e o engenho para tanto, mas teimosamente o levando por diante, demonstra também ser inepta.
Como podemos facilmente alcançar, tamanha mediocridade seria suficiente para, num país normal e decente, demitir um qualquer responsável público, quanto mais um titular de um alto cargo como a da Ministra da Justiça.
Mas, não esqueçamos, como já dizia Eça de Queiroz,:
      "Ordinariamente todos os ministros são inteligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o Estadista. É assim que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos políticos. Política de acaso, política de compadrio, política de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível conservar a sua independência?"
       - in "O distrito de Évora" (1867)

euacuso.blogs.sapo.pt

CULTURA SOLIDÁRIA - O dono dum carro estacionou-o num parque pago e perdeu a chave. Como recurso deixou um texto para o agente fiscalizador contando o sucedido. Em resposta o agente desejou-lhe sorte para encontrar a chave e não o multou!

CULTURA SOLIDÁRIA

 O dono dum carro estacionou-o num parque pago e perdeu a chave. Como recurso deixou um texto para o agente fiscalizador contando o sucedido. Em resposta o agente desejou-lhe sorte para encontrar a chave e não o multou!


 Esta jovem sentou-se junto a um menino mendigo que estava a tentar ler um livro abandonado.


 O dono de outro carro deixou a janela aberta em dia de chuva, um transeunte arranjou a solução para menorizar estragos.


 Dois colegas almoçam juntos, aproveitando o tempo um lê para o outro que é cego.


A dona de um cão que morreu oferece as bolas de ténis com as quais ele brincava, aos donos de outros cães.


 O proprietário duma esplanada saca dum chapéu da mesma para levar três senhoras até ao carro num dia de forte e imprevísivel chuvada.


 A senhora comprou duas refeições rápidas, ofereceu uma ao mendigo, comeu a outra junto dele para conversar um pouco.


 Um carteiro gentil deixa mensagens semelhantes nas caixas de pessoas que vivem sós.


 Um centro de dia teve de encerrar de súbito por avaria na cozinha,um polícia decidiu comprar refeições rápidas e oferecê-las a alguns utentes do centro.


Esta lavandaria oferece a lavagem da roupa aos desempregados que tenham de ir mais "compostos" a uma entrevista de emprego.


DÁ PARA APRENDER OU VAMOS CONTINUAR A "CAGAR" SENTENÇAS?

apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt