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domingo, 24 de agosto de 2014

Google tem relatório com todos os lugares onde você esteve; confira com os seus próprios olhos

Google tem relatório com todos os lugares onde você esteve; confira com os seus próprios olhos


30-day-tracking-google-650x315Bruno Garattoni, na Superinteressante
Se você usa um celular Android, o Google monitora a sua localização. Talvez você já soubesse disso. Mas ao ver a lista compilada pelo Google, você provavelmente vai levar um susto. Ela mapeia todos os seus passos, 24 horas por dia, dia após dia, mês após mês, ano após ano – e organiza numa espécie de calendário. Clique aqui para conferir. Inclui absolutamentetudo.
O Google vigia a sua localização para fornecer “serviços relevantes”, como resultados de busca relacionados ao lugar onde você está. É legítimo, e não é exclusividade do Android (desde 2011, sabe-se que o iPhone faz algo similar). Mas também é meio perturbador – pois o celular transmite a sua localização mesmo se você estiver com o Google Maps fechado e o GPS desligado.
Um prato cheio para os robôs do Google (que já têm acesso aos seus emails, chats, buscas e até navegação na internet), e um banquete tentador para os espiões da NSA. Há quem diga que quem não deve não teme. Mas se você acha que isso tem um pouco de “1984″, em tese é possível desligar o monitoramento. Entre nas configurações do Android, abra o item Serviços de local e desmarque as opções “Serviços de localização do Google” e “Localização e pesquisa do Google”. Isso irá deixar o Google Maps mais lento, pois ele passará a depender exclusivamente do GPS (no iOS 7, as configurações relevantes ficam em “Serviços de localização”).

www.pavablog.com

UM VERDADEIRO ARTISTA COM PAPELÃO

olhem o que este homem faz com papelão





















www.blogdotioben.com.br

As academias de "esposas perfeitas" para as SS nazis

As academias de "esposas perfeitas" para as SS nazis


Admiradora de Hitler, geneticamente impecável, e profissional nas tarefas de casa. Este era o objetivo das "escolas de namoradas" da Alemanha nazista para a mulher dos oficiais das SS. A mulher nazista deveria ter as seguintes características: ser admiradora de Adolf Hitler, geneticamente impecável e profissional nas tarefas.

De acordo com documentos recentemente encontrados nos Arquivos Federais alemães, a "menina nazista " dos anos 30 e 40 devia formar-se na "escola de namoradas ". O curso durava cerca de seis semanas. O papel das mulheres na Alemanha nazista era servir como um " pilar da raça germânica ".

   

 Para casar com seu namorado das fileiras da SS ou outro oficial nazista , uma mulher seria obrigada a fazer o curso onde as ensinavam cozinhar, costurar , limpar , passar, decorar a casa , além de cuidar e educar crianças. Também davam-lhes noções sobre como se comportar corretamente em eventos sociais e ensinavam-lhes " conhecimentos especiais sobre a genética e a raça". Após o curso, recebiam um certificado que lhes permitia casar em uma cerimônia neo- pagã diante de um altar decorado com símbolos nazistas, na presença de membros da Wehrmacht, as forças armadas unificadas de Alemanha nazista 1935-1945 , que surgiram após a dissolução das Reichswehr. As "escolas de namoradas" foram fundados após o comandante da SS , Heinrich Himmler , assinar a respectiva ordem em 1936. A primeira escola foi aberta na ilha de Schwanenwerder, no Lago Wannsee , próximo de Berlim. A pessoa que liderou o projeto foi Gertrud Scholtz-Klink, a mulher de mais alto escalão do Terceiro Reich, que liderou o NS-Frauenschaft ( Liga Nacional Socialista de Mulheres), além de ser amiga pessoal de Himmler e uma ativista nazista fervorosa.

  

As escolas usufruíram de grande popularidade, mas, quando a escassez de homens por causa da guerra começou a ser notada, os nazistas tiveram de repensar o ideal feminino, que passou a ser o de uma mulher trabalhadora em prol da guerra.



www.baratonta.com

Queda do avião que matou Eduardo Campos - câmera de segurança - VÍDEO


Confira o vídeo inédito que mostra queda da aeronave de Eduardo Campos!



Imagens gravadas por uma câmera de segurança de um prédio em Santos, litoral paulista, mostram pela primeira vez a queda da aeronave que matou o presidenciável Eduardo Campos (PSB) e outras seis pessoas no último dia 13 de agosto.




Fonte: br.noticias.yahoo.com

ALGUMAS FOTOS E SUA HISTÓRIA


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Pertences de um traficante preso em Manhattan, incluindo uma pintura de si mesmo como Scarface


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Menina que sobreviveu 11 dias em uma floresta na Sibéria. Sobreviveu comendo frutos silvestres e água do rio antes de ser encontrada por seu cão, que saiu do seu lado para buscar ajuda

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Anfiteatro romano de 2000 anos de idade ainda em uso

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Perfil de um bombardeiro B-2 Spirit, ao lado de uma ave de rapina, sua inspiração

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Depois de longa carreira no wrestling profissional, lutadores exibem suas vastas coleções de cicatrizes

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Fotos de uma estação de isolamento pronta para tratar pacientes de Ebola, em Berlim

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‘Andador’ inventado por uma mãe que permite que crianças deficientes consigam andar

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A diferença entre um morango fresco da fazenda e do supermercado

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Lista de convidados da FIFA para a grande final do Brasil

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Escada rolante para quem usa bicicleta, na Noruega

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Esta é a aparência do olho de um crocodilo

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Um olho mágico, através do qual os guardas e convidados podiam acompanhar a agonia das pessoas enquanto morriam numa câmara de gás em Mauthausen

Foi identificado o jhadista britânico que matou o jornalista James Foley.

Identificado o jihadista que matou refém americano

Foi identificado o jhadista britânico que matou o jornalista James Foley. Chama-se Abdel-Majed Badel Bary. Tem 23 anos e abandonou Londres em 2013, passando para a Síria através da fronteira turca.  Durante algum termpo foi rapper em Inglaterra. Conhecido nos meios islâmicos como o Jihadi John, gabou-se em redes sociais de com os raptos e com os reféns ter feito grande fortuna. Pretenderia sair para o Kwait ou para o Qatar. O pai natural do Egipto é um radical islâmico que aguarda julgamento em Nova York por participação em atentados em Nairobi. Os ingleses, tão relapsos, em identificar estes terroristas, mostram agora preocupação.
A justiça internacional deverá exercer-se. Implacavelmente.


Abdel-Majed Badel Bary

Passos Coelho e o culto da personalidade - Alguém deve advertir o dr. Passos Coelho para que tenha mais recato na exposição da sua figura e nas banalidades dos discursos que profere.

Passos Coelho e o culto da personalidade



Alguém deve advertir o dr. Passos Coelho para que tenha mais recato na exposição da sua figura e nas banalidades dos discursos que profere. Estamos perante a mais desapiedada manifestação do culto da personalidade. Nem Brejnev foi tão longe. As televisões, essas, então, fornecem-nos, de manhã à noite, a figura cada vez mais funesta, por triste e enfadonha, do homem que nos calhou, lamentavelmente, como primeiro-ministro. O dr. Passos nada diz de novo porque nada de novo tem a dizer-nos. Mas a maléfica acção que exerceu, nos últimos três anos, em Portugal, é de molde a constituir crime passível de cadeia. Repare-se que deixou de sorrir, o cabelo está a rarear-lhe, as afirmações são cada vez mais pesadas e trágicas. Há dias, um leitor enviou-me, pela Internet, claro!, a sobreposição de uma foto de Passos com o perfil do dr. Salazar. Os indivíduos são iguais, apenas com a ligeira diferença de que Salazar sabia quem era, e lia, com mão diurna e mão nocturna, o Padre António Vieira, a quem Fernando Pessoa chamou o Imperador da Língua Portuguesa.
O eng.º Ângelo Correia, criador da criatura Pedro Passos Coelho, seu protector e amparo, devia, acaso, exercer influência nesta "estouvania" de protagonismo. O engenheiro é homem inteligente, lido, e com uma cultura política muito bem estruturada, além de saber que a discrição e o resguardo são os melhores guardiões de quem desempenha ofícios públicos. A sua trajectória responde por ele. Sei do que falo e não oculto a minha estima por Ângelo Correia. O facto de a ele me referir publicamente é a forma de chamar a atenção de quem me lê para a necessidade de haver quem possa sacudir Passos Coelho e evitar que diga tanto disparate.
Percebe-se que o homem soçobra dia a dia, mas o problema é o que vai encontrar quem o substituir. Costa ou Seguro, as coisas não são muito claras. Embora o primeiro disponha de mais possibilidades, a atentar nos apoios e nas intenções de voto; e o segundo tenha, por exemplo, entre outros, o lúgubre Carlos Silva, da UGT (que desapareceu das grandes lutas populares e cívicas), como amigo de peito e de convicção, a companhia, com perdão da palavra, não é muito recomendável. Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
A embrulhada em que estamos metidos, agravada pelo escândalo do BES, embora haja quem o queira amenizar, configura uma das mais graves situações em que nos encontramos, desde o Liberalismo. E a tendência é para que sejamos nós, a arraia-miúda, a pagar os estragos. Não se sabe muita coisa da profundidade da crise, mas conhece-se, por exemplo, que o dr. Ricardo Salgado vai receber, anualmente, por relevantes serviços prestados, uma renda de quase um milhão de euros. Haja Deus e haja Freud e, se não é pedir demasiado, que haja, também, o Tio Patinhas!
Entre as soberbas e nunca assaz louvadas constantes aparições do dr. Passos, a inocuidade de um Governo ignaro que se rege por uma cartilha por ele próprio desconhecida, e uma oposição que se arrasta penosamente, lá vamos nós, desprotegidos e cabisbaixos, percorrendo um destino cada vez mais assombrado.
José Brandão e a força de um grande combate
Tenho por José Brandão uma estima e uma admiração que não concedo a muita gente. Ao longo dos anos, este pesquisador tenaz e penetrante, tem vindo a publicar livros que constituem uma espécie de história marginal dos nossos infortúnios. Nada demove este homem de coragem rara, e, periodicamente, publica trabalhos notabilíssimos, pela seriedade, pelo rigor e pela grandeza da procura. José Brandão, nos tempos difíceis e perigosos, militou na acção directa, e participou na Acção Revolucionária Armada, organização do PCP, não sendo ele comunista. Os imperativos morais e de consciência levaram-no à participação na luta contra o fascismo, sem nada querer em troca. Pagou com a cadeia e com a tortura, de que hoje tem sequelas, a nobreza do seu carácter. Este meu honrado amigo e probo historiador, acaba de publicar, pela editora Saída de Emergência, um livro fundamental, pela informação que recolhe e pela sabedoria da escolha. "A História da Pobreza em Portugal", ("Nove séculos de Bancarrotas, Resgates e Má-Gestão, de
Afonso Henriques à Troika dos Nossos Dias"), constitui um documento imprescindível para que conheçamos o que de infortúnio nos tem aparecido no caminho. Nesta hora dramática da vida portuguesa é bom, é indispensável e urgente ler este livro de José Brandão. A não perder.

O crescimento da intolerância religiosa - Estamos a assistir ao crescimento da intolerância religiosa um pouco por todo o mundo. Nacionalismo e separatismos, bem como conflitos que opõem etnias ou religiões, mascaram as verdadeiras razões políticas e estratégicas subjacentes, arrastando e alimentando ódios há muito esquecidos.

MARIA JOÃO TOMÁS

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O crescimento da 
intolerância religiosa

Estamos a assistir ao crescimento da intolerância religiosa um pouco por todo o mundo. Nacionalismo e separatismos, bem como conflitos que opõem etnias ou religiões, mascaram as verdadeiras razões políticas e estratégicas subjacentes, arrastando e alimentando ódios há muito esquecidos.

A guerra entre o Hamas e Israel é um desses casos. Termina hoje, quarta-feira, o alargamento do cessar-fogo entre Israel e o Hamas. Esta guerra tem impressionado o mundo inteiro, não só pela destruição de escolas, hospitais e bairros habitacionais, como também pelas mortes de civis, entre os quais se contam muitas crianças e bebés, gerando sentimentos de ódio como há muito não se via. Pela primeira vez em décadas, ouvem-se vozes acaloradas antissemitas, ou seja, contra os judeus, como sionistas, defendendo o nacionalismo judaico, dividindo opiniões e não deixando ninguém indiferente. Esquecendo que estamos perante um conflito político, e arranjando bodes expiatórios religiosos, é realmente uma forma muito cómoda de entender o que se passa, mas é também a mais fácil para fazer crescer os fundamentalismos que, na Europa, estão a ter expressão na vitória dos partidos de extrema-direita e neonazistas.

Outro exemplo é o califado islâmico que semeia o terror e persegue as minorias na região, quer sejam cristãs, yazidis, curdos, druzos e outros. Várias organizações de direitos humanos falam em autênticos genocídios e limpezas étnicas feitos por estes jihadistas que, em nome do islão, legitimam as suas ações. Mais uma vez, são motivos bem mais mundanos que levam a estas ações, como o acesso aos poços de petróleo ou ao controlo e posse de uma região, na falta de um poder político forte. Da Malásia ao Mali, dos EUA à Europa, chegam todos os dias novos combatentes ao Iraque e à Síria, enquanto outros grupos juram fidelidade e prometem estender o território para outras regiões. Também aqui se cai facilmente na tentação de culpar os muçulmanos, acusando a sua religião de incitar à violência e à intolerância, crescendo a islamofobia, que por sua vez arrasta cegamente o extremismo, quer o islâmico quer o de outras religiões, numa bola de neve que invariavelmente conduz a novos conflitos.

Na Síria e no Líbano, a luta entre muçulmanos sunitas e xiitas continua, confundindo-se com o apoio político a Assad, enquanto no Iraque tem o apoio dos opositores ao governo de Maliki. No Bahrein, a população de maioria xiita luta contra um governo sunita, temendo-se que o mesmo venha a alastrar-se a outras zonas do golfo. No Líbano, cresce o jihadismo e o perigo de o país vir a ser transformado num califado islâmico.

No Paquistão e na Índia, aumentam os conflitos entre muçulmanos e hindus tendo, mais uma vez, como razão de fundo antigas querelas políticas e étnicas, enquanto em Myanmar, budistas e muçulmanos se guerreiam por motivos de cariz semelhante.

As crenças pessoais e religiosas são do foro privado, e aí devem permanecer, não devendo ser usadas para justificar fins ou atitudes políticas, ou de afirmação cultural e tribal. Por vezes, é o caminho mais fácil para entender conflitos, ou para os começar, mas fazê-lo é incentivar e perpetuar a guerra, contrária aos princípios de paz, que todas as religiões defendem.

Professora universitária, ISCTE. 

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
19/08/14 

MAIS UMA GALERIA ESPECIAL - O MUNDO MARAVILHOSO DOS GRAFFITIS 24AGO2014