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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Alegorias dos meses do ano

Alegorias dos meses do ano

A Biblioteca Brasiliana da USP colocou  disposição do público seu maravilhoso acervo digitalizado, aquilo que de mais raro e precioso pode haver em termos literário e histórico. As ilustrações, a seguir, extraídas do Almanach Familiar para Portugal e Brazil (1868), é uma pequena mostra desses achados que se perderam ao longo dos tempos, mas que agora foram recuperados digitalmente para acesso livre na Internet. As imagens representam alegorias de cada mês do ano, simbolizando-os inclusive etimologicamente. Muito interessante!
JANEIRO - A etimologia de Janeiro vem de Jano, deus que os romanos figuravam com duas caras: uma simbolizando o ano que fundava, e outra, o ano que principiava. Neste dia presenteavam-se os romanos uns aos outros, oferecendo tâmaras, figos e mel, com o nome de janualia.
FEVEREIRO - A etimologia desta palavra, na opinião de alguns, provém do culto particular, que, durante este mês, se prestara a Jano, e que os romanos denominavam februalia; na opinião de outros, está fundamentado nos sacrifícios em honra dos mortos, igualmente chamados februalia, e que se celebravam também durante este mês.
ABRIL - O nome deste mês deriva-se da palavra latina aperireabrir, porque é neste tempo que a terra abre o seio, e se adorna de flores. É o mês que marca o principio da primavera. Os romanos consagravam-no a Vênus: e era representado por um homem, dançando ao som de um instrumento.
 
MAIO - Na opinião de alguns etimologistas este mês era chamado maius em honra dos senadores, que se chamavam majores. Na opinião de outros, vem Maio do nome da deusa Maia, filha de Atlas e mãe de Mercúrio. Outros em fim, querem que esta palavra tenha a origem de Maia ou Maiesta, nome da mulher de Vulcano, porque, no dia das calendas deste mês, o sacerdote deste deus oferecia sacrifícios àquela deusa.
 
JUNHO - Para explicar a etimologia desta palavra, supõe-se que este mês foi consagrado a Juno ou a Hebe, deusa da juventude, ou a Junio Bruto, fundador da liberdade romana.
JULHO - Depois da morte de Júlio César, reformador do calendário Romano, decretou o cônsul Marco Antônio, que para honrar o illusre senador, nascido a 12 deste mês, se lhe desse o nome de Julius do qual  se originou o nome de Julho.
AGOSTO - O numero dos dias deste mês  tem variado muito, quando era o sexto chamava-se Sextilis: tinha então 30 dias. Quando Numa reformou o calendário, acrescentando-lhe Janeiro c Fevereiro, deu-lhe só 29 dias. Mais tarde, Júlio César fê-lo de 31 dias. Não sofreu de então para cá alteração alguma.
SETEMBRO - O nome latino September mostra claramente, que a principio era este mês o sétimo. Não obstante passar a ser o nono, tem conservado o nome primitivo.

OUTUBRO - Este mês é assim chamado, por ser o oitavo do calendário de Rômulo; e posto haver passado a décimo, no de Numa, e ter, desde então, ocupado sempre este lugar,  tem contudo conservado o mesmo nome. Os imperadores e o senado romano muitas vezes lho quiseram mudar. Era mês consagrado a Marte.
NOVEMBRO - Na origem do império romano, depois de Rômulo haver fundado a cidade, que devia ser um dia a senhora do mundo, denominou-se este mês November como o nono que era. Os romanos consagravam-no a Diana.
DEZEMBRO - Chama-se assim este mês, por ser o décimo do ano de Rômulo. O imperador Comodo quis dar-lhe o nome deAmazona em honra a uma dama romana, de quem trazia o retrato num anel, vestida de amazona. Não vingou a ideia ; e mais tarde tornou a dar-se-lhe o nome de Dezembro, posto que fosse o duodécimo mês do ano. Era consagrado a Vesta.

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Observação:
Não foi localizada imagem referente ao mês de março, infelizmente...

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Somewhere Over the Rainbow - Israel Kamakawiwo'Ole TRADUÇÃO

Uma visita às tascas da cidade de Èvora

ISTO É O PORTO

ESPECIAL DESENVOLTURAS& DESACATOS - Robin Williams – os filmes da sua vida A carreira de Robin Williams começou em 1977 e contou com centenas de participações em filmes, séries televisivas e teatro. Uma das características que mais lhe reconheciam era a sua versatilidade.

Robin Williams – os filmes da sua vida


A carreira de Robin Williams começou em 1977 e contou com centenas de participações em filmes, séries televisivas e teatro. Uma das características que mais lhe reconheciam era a sua versatilidade.

Getty Images
“É difícil escolher um momento que represente a carreira de Robin Williams”, começa por dizer Matt Zoller Seitz no obituário que assina para o site do crítico Roger Ebert. Há vários filmes que marcaram o seu percurso cinematográfico e os espectadores. Selecionámos dez.
1. Bom dia Vietname (1987) Foi o primeiro grande sucesso da carreira de Robin Williams e o papel que o confirmou como um ator dramático. Williams interpretava o papel de Adrian Cronauer, um DJ da Força Aérea norte-americana destacado para Saigão em plena Guerra do Vietname. A frase “bom dia Vietname”, que Williams gritava repetidamente, tornou-se um clássico do cinema.
2. Um russo em Nova Iorque (1984) Três anos antes, Williams fizera um papel que lhe valeu o seu primeiro Globo de Ouro. Era o do músico russo Vladimir Ivanoff, que, chegado à Big Apple, encantado com a liberdade americana, decide desertar da União Soviética.
3. O clube dos poetas mortos (1989) ‘Carpe diem’ era a palavra de ordem deste filme, que Matt Zoller Seitz considera o melhor da década que se seguiu ao sucesso de Bom dia Vietname. Aqui, Williams desempenhava o papel de John Keating, um professor de inglês idealista confrontado com um conjunto de rapazes de um colégio com regras altamente restritas. Aqui nascia também outro clássico do cinema moderno – a frase “O Captain, my Captain”.
4. Despertares (1990) Foi a “salvação da sua carreira”, escreve Seitz. Neste filme, em que contracenava com um Robert de Niro cuja personagem acabara de acordar de um coma longo, Williams interpretava o papel de Malcom Sayer, um psicólogo que tinha de lidar com o paciente.
5. Hook (1991) Eis Robin Williams a contracenar com Dustin Hoffman num filme de aventura de Steven Spielberg – um dos géneros preferidos quer do realizador, quer do ator. Aqui, Williams é Peter Bann, que à semelhança do Peter Pan tem de lidar com o Capitão Gancho, que lhe raptou os filhos.
6. Aladdin (1992) Talvez não se recorde, porque quando estreou entre nós Aladdin veio com dobragem em português do Brasil, mas Robin Williams era quem dava a voz ao Génio na versão original do filme. Williams “nasceu para fazer” este papel, afirma Matt Zoller Seitz.
7. Papá para sempre (1993) Segundo a crítica, não é um filme particularmente bem conseguido, mas Papá para sempre (no original, Mrs. Doubtfire) é provavelmente a longa-metragem mais querida de Williams pelos seus fãs. Foi um tremendo sucesso de bilheteira e levou para casa um Óscar de melhor maquilhagem, pelo trabalho de transformar Robin Williams na estranha Mrs. Doubtfire, que, afinal, mais não era do que Daniel Hillard, o homem que apenas queria passar tempo com os seus filhos.
8. Casa de Doidas (1996) Não é dos seus papéis mais conhecidos, mas Casa de Doidas - adaptação do original francês La Cage aux Folles que, aliás, também já mereceu adaptação por parte de Filipe La Féria – mostra-nos um Robin Williams a interpretar Armand Goldman, o dono de um cabaret homossexual que enfrenta o desafio de esconder à família da noiva do filho quem realmente é.
9. O Bom Rebelde (1997) Tornou-se imediatamente num clássico do cinema do fim do século XX e trouxe finalmente a Robin Williams um Óscar: o de melhor ator secundário. Com assinatura de Gus Van Sant, o filme conta a história da relação atribulada entre Will Hunting (que, aliás, dá nome à película em inglês - Good Will Hunting), interpretado por um jovem Matt Damon, e Sean Maguire, o psicólogo representado por Williams.
10. Câmara Indiscreta (2002) Um filme muito contrário ao género com que nos habituou. Robin Williams, aqui Seymour Parrish, começa por ser uma personagem com a qual empatizamos: é um revelador profissional de fotografias completamente sozinho no mundo, não tem família nem amigos. À medida que o filme avança, Parrish desenvolve uma obsessão pouco saudável por uma família específica.
Estes são apenas alguns dos muitos filmes da carreira de Robin Williams. Um dos seus últimos papéis foi o de Eisenhower, no filme de 2013 O Mordomo, mas para história ficam ainda Patch Adams, O Homem Bicentenário, Insónia ou, por fim, Flubber: o professor distraído.
“As lágrimas do mundo são de uma quantidade constante. Por cada pessoa que começa a chorar, noutro local há alguém que pára. O mesmo se aplica ao riso”. As palavras são de À Espera de Godot, a peça de Samuel Beckett que Robin Williams representou em 1998 e que Matt Zoller Seitz recorda, em jeito de conclusão.

observador.pt

DUAS FOFURAS


O urso e a armadilha do pote de mel

O urso e a armadilha do pote de mel




Por factos e outras evidências que entram olhos a-dentro dos portuguesesclientes e não clientes dessa teia de malfeitores que foi o GES/BES (com o Ricardo-dos-mitos-caídos à sua frente), a metáfora do ursinho dentro do pote de mel poderá corresponder ao que se espera da Justiça (leia-se, da imagem que dela fazemos) em Portugal. Uma justiça que, quer diante dos cidadãos quer diante das empresas redunda num total falhanço, por ser cara, lenta e terrivelmente injusta e incompetente, situação de garrote agravada por um Estado ultra-liberal - e duma titular da pasta cuja noção do sector não vai além dum balcão administrativo que emite papéis e cobra emolumentos. Obrigando, segundo o proposto Mapa judiciário as pessoas gastarem uma "pipa de massa" só para se deslocarem aos tribunais. 

O que prova que em vez duma ministra da Justiça, o Estado deixou-se colonizar por uma "barbie-manga-de-alpaca" que aplica à Justiça a visão lancinante do talhante: corta, corta, corta até osso, de modo a ajustar os outputs com os inputs financeiros cabimentados e autorizados pelo Terreiro do Paço, dirigido pela Miss Swaps.

Esta deriva serve para enquadrar o papel do ursinho dentro do pote de mel (na imagem supra), ou melhor, a armadilha que a Justiça teria que saber desenvolver para apanhar o referido "urso" que, alegadamente, terá canalizado para um país da Ásia um fragmento da sua imensa fortuna, feita à custa dos desgraçados dos clientes a quem o ex-BES enganou dolosamente, porque utilizou indevidamente os seus recursos para benefício pessoal - de um ou alguns membros - do clã Espírito Santo. 

Ora, o caçador de ursos sabe que para caçar a sua presa não o pode fazer deixando entrever ao urso o que está a acontecer, i.é, o urso enfurece-se sabendo que está sendo caçado, e ao sentir-se encurralado a eficácia da caçada fica comprometida.

Sabendo isto, que já é algo, a Justiça em Portugal, deveria colocar pequenas armadilhas - como iscos de mel - ao dito urso. Talvez fosse a forma mais inteligente de o caçador/Justiça não arriscar a vida/eficácia do processo e, assim, conseguir desmantelar os esquemas do GES/BES e, ao mesmo tempo, recuperar activos do grupo para reembolsar os clientes lesados, incluindo aqui os mais ávidos - como os pequenos, médios e grandes accionistas, também filhos de Deus e completamente ludibriados pelas principais autoridades políticas e regulatórias deste Portugal à beira-mar plantado... 

No fundo, a Justiça em Portugal poderia demonstrar neste caso, até porque já goza do mau precedente do BPN (protegido pelo actual locatário de Belém) - a aplicabilidade do princípio do "vazio" e do "cheio" na relação da Justiça com arguidos tão especiais quanto "importantes" e problemáticos, sobretudo pelos meios e património que envolvem. 

A Justiça teria, neste caso, que se perfilar como um bom guerreiro e chamar a si os arguidos mais difíceis, tendo para o efeito que induzir os "ricardos" deste país a irem ao encontro da Justiça, de modo a esgotar a energia deles. À Justiça não compete atacar o vazio com o cheio, isso seria como atirar pedras a ovos. 

E o ricardo, consabidamente, não é um "ursinho" qualquer, é já uma velha raposa que lidou com vários regimes, vários PM e PR e conhece os segredos de todos eles e de cada um em particular, o que constitui um trunfo para o urso que agora está sendo caçado, pois a qualquer momento aquele pode denunciar os poderes (e os podres) que ora se pretende fiquem no limbo e geridos segundo a lei de omerta


macroscopio.blogspot.pt

ARTISTAS FAMOSOS DE GRAFFITI


Banksy

O grafiteiro anónimo é um activista declarado e uma das principais características de seu trabalho é a criação de pequenas intervenções que geram grandes repercussões. Sempre que você ver o stêncil de um desenho famoso com modificações que faça você questionar a sociedade, pode crer que é do Banksy. Mas lembre-se que ele faz isso na Inglaterra.

Alex Senna

Alex Senna é um dos grafiteiros brasileiros mais talentosos da atualidade. A principal marca do seu trabalho é o passarinho que aparece em todos os desenhos, seja em PB ou na famosa santa colorida, sempre assobiando notas musicais ou corações.

Aryz

O grafiteiro espanhol Aryz, um dos mais famosos de toda a Europa, tem como principal característica sua paleta de cores índigo e a personificação de animais. Se você ver um macaco usando faixas, um cachorro em corpo de humano ou qualquer outro ser com um toque zumbi é dele.

Belin

O artista alemão tem uma característica bem peculiar. Ele cria retratos hiperrealistas misturados com ilustrações. Sempre que você encontrar um desenho, que parece uma foto, de um idoso fazendo algo incomum, a chance de ser dele é imensa.

Crânio

O artista brasileiro tem como principal marca os desenhos de índios azuis, que lembram Avatares, realizando atividades comuns do século XXI. Viu um índio azul com os olhos pintados de vermelho assistindo TV ou mexendo no smartphone? Pode crer que é do Crânio.

Edgar Mueller

Outro alemão que tem uma marca própria é o Edgar Mueller. Ele cria desenhos em 3D sempre relacionados aos elementos da natureza. Se você ver uma cachoeira ou uma bela paisagem pintada no meio da rua provavelmente foi ele que fez, mas você precisa estar na Europa.

Eric Grohe

Esse é incrível. O artista norte-americano Eric Grohe é capaz de recriar um perfeito cenário vintage em um simples muro. Quando você encontrar algo surreal e ficar na dúvida se deve ou não andar em direção, não ande, pois provavelmente será um desenho de Eric. Outra característica dele são os pilares gregos e as portas em arcos, presentes em quase todas suas obras.

Kurt Wenner

Assim como Edgar Mueller, o norte-americano Kurt Wenner também faz desenhos em 3D no chão, porém ao invés de paisagens, ele cria imagens surrealistas usando a técnica da projeção em perspectiva.

Kobra

Eduardo Kobra é outro brasileiro famoso no mundo do grafite. Conhecido por usar a técnica da aerografia, Kobra tem como principal característica os retratos multicoloridos, como esse do Mário Lago, e a pintura de enormes painéis pela cidade de São Paulo.

Os Gêmeos

Os brasileiros mais badalados do grafite são os irmãos d'Os Gêmeos. Com seus personagens quase sempre de pele amarela, carregando adornos, roupas e acessórios dos mais variados estilos é fácil reconhecer quando se está diante de um trabalho deles.

Smug

Por fim, o artista escocês conhecido como Smug tem como sua principal característica os desenhos em 3D que parecem sair da parede, como o desse lowrider.

www.obaoba.com.br

O IRAQUE EM CAOS - fotogaleria dos refugiados

O IRAQUE EM CAOS





Os deslocados da minoria Yazidi , que fogem da violência das forças leais ao Estado Islâmico no Sinjar cidade, montando um burro eles fazem seu caminho para a fronteira com a Síria, na periferia de Sinjar  perto da cidade fronteiriça síria de Elierbeh, em 10 de agosto de 2014 militantes Estado islâmico mataram pelo menos 500 membros da Yazidi minoria étnica do Iraque durante a sua ofensiva no norte do país
Yazidi combatentes iraquianos, após passar pelo túmulo de uma criança que morreu de desnutrição na cidade curda de Dohuk na região autônoma do Curdistão do Iraque, onde as famílias Yazidi se refugiaram depois fugiram da área do Monte Sinjar em 10 de agosto de 2014 milhares de Yazidis , uma minoria de língua curda na sequência de uma fé antiga enraizada no Zoroastrismo, fugiram de suas casas, há uma semana, quando militantes Estado islâmico atacaram a cidade de Sinjar. (Ahmad Al-Rubaye / AFP / Getty Images) #


No IS-capturada, aldeia cristã ( antiga Bartella), no norte do Iraque, os militantes do Estado Islâmico e combatentes tribais derrubaram bandeiras curdas da sede do Partido Democrático do Curdistão, em 7 de agosto de 2014 na quarta-feira, militantes invadiram um conjunto de aldeias cristãs aldeias, juntamente com a região curda semi-autônoma do país
Parentes choram a morte de um lutador do povo curdo Proteção Units (YPG), que foi morto durante confrontos com combatentes do estado islâmico na cidade iraquiana de Rabia, na fronteira do Iraque-Síria, durante seu funeral na cidade de Ras al-Ain, na Síria de província Hasakah em 6 de agosto de 2014 as forças curdas atacaram combatentes Estado islâmico perto da capital regional curda de Erbil, no norte do Iraque na quarta-feira em uma mudança de tática apoiados pelo governo central do Iraque para tentar quebrar o impulso dos islamitas. (Reuters / Rodi Said) #
Deputadas do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) tomam posição na linha de frente em Makhmur, cerca de 50 km ao sul de Arbil, a capital da região autônoma curda do norte do Iraque, onde os confrontos com Estado Islâmico (IS) militantes estão em curso, em 9 de agosto de 2014 Makhmur, é uma das áreas que tinham sido atacados por combatentes jihadistas nos últimos dias.

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