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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

ESTA MÁQUINA É O DIABO ! TUDO DEVORA !

Máquina do diabo devora árvores em apenas alguns segundos


A empresa Denis Cimas gravou um vídeo com uma demonstração demoníaca de uma das suas máquinas mais poderosas. A "Mulcher", como foi batizada, é capaz de devorar uma árvore numa questão de segundos, num estilo que mais parece uma máquina de barbear.


SETE INCRÍVEIS FACTOS SOBRE O COLISEU ROMANO QUE VOCÊ GOSTARÁ DE SABER - “Enquanto o Coliseu se mantiver de pé, Roma permanecerá. Quando o Coliseu ruir, Roma ruirá. E quando Roma ruir, todo o mundo ruirá!” – Bede, o venerável.

O Coliseu Romano, era na antiguidade, uma das maiores obras de engenharia. Triunfo da excepcional capacidade inventiva e arquitetônica dos romanos. Podia ser visto a centenas de quilômetros e se erguia como um verdadeiro colosso, chamando atenção para o poderio da cidade de Roma. E para os condenados, que ali chegavam simbolizava o começo do fim.
Localizado próximo ao Fórum Romano, o Coliseu é na realidade um gigantesco anfiteatro, comissionado pelo imperador Vespasiano por volta do ano 70 DC, que pertencia à dinastia Flávia. A poderosa e megalítica estrutura foi criada como um presente ao povo romano, que em épocas passadas haviam sofrido perdas e reveses indescritíveis nas mãos de Nero. Daí o fato do Coliseu ser chamado oficialmente de Anfiteatro Flávio. Sua construção foi impressionante e originou métodos novos e cálculos matemáticos extremamente avançados até para a época, bem como estudos de solo que ainda hoje impressionam pela acurácia. Foi inaugurado cerca de 9 anos depois, com os famosos 100 dias de jogos, que envolviam combates entre gladiadores e feras selvagens.
Caiu em desuso naturalmente após 4 séculos. A magnífica arena resistiu a inúmeros terremotos ao longo das eras, mas parte de sua estrutura foi perdida, assim como parte dos seus materiais, inclusive o maravilhoso mármore travertino, foi usado como fonte para outras obras consideradas mais importantes.
Alguns fatos históricos chamam muita atenção na vida deste gigantesco ícone da Roma Antiga:
“Enquanto o Coliseu se mantiver de pé, Roma permanecerá. Quando o Coliseu ruir, Roma ruirá. E quando Roma ruir, todo o mundo ruirá!” – Bede, o venerável.

7 incríveis factos sobre o Coliseu Romano

1. O local onde hoje se encontra o Coliseu, era um vale e originalmente ficava a cerca de 15 metros abaixo do nível atual.

O sítio original onde o Coliseu foi criado, chamado vale do Coliseu, era na realidade uma região completamente inóspita, cercada por morros dentre eles o Palatino, o Celio, o Velia, que desapareceu e outros. Nos tempos anteriores à sua construção, o nível do chão se encontrava a impressionantes 15 metros abaixo. Chuva e água enchiam estas depressões e formavam neste vale, dependendo da estação do ano, um grande lago ou um pântano completamente inabitável. Estas águas por épocas inundavam tudo ao redor e se espalhavam pela cidade. Seu volume imenso era drenado naturalmente para o rio Tibre.
Tempos mais tarde, a área ganhou popularidade. Mais uma vez o espírito empreendedor romano veio à tona. Drenagens foram realizada e a construção de gigantescas residências foi iniciada. Por volta de 64 DC, com o impiedoso incêndio que tomou conta de Roma, o imperador Nero, usou esta área para uma de suas mais extravagantes obras, a criação da Domus Aurea, aquela que seria sua residência, seu palácio. Muitos cidadãos romanos, pobres, ricos, senadores e influentes foram impiedosamente desapropriados para a construção. Conta-se que a Domus Aurea continha tantos prédios e construções, que nem Nero conseguiu em vida conhecê-los todos.
7 incríveis fatos sobre o Coliseu Romano que você precisa conhecer
Na depressão do vale, onde se formava o lago com as chuvas, Nero fez construir um lago artificial, extravagante e ornado com um pórtico e colunas. O antigo lago se tornou um gigantesco parque particular, cercado de mansões luxuosas, animais, fontes belíssimas e extravagâncias de toda sorte.
Com a morte de Nero, Roma entrou em colapso político, fome e revolta. Algo precisava ser feito. Vespasiano, num ato de coragem e manobra política impressionante, ganhou a simpatia dos romanos devolvendo à cidade a área que a ela pertencera outrora. Desta forma por cima do suntuoso palácio de Nero, iniciou a construção do Anfiteatro que levaria o nome de sua dinastia – Anfiteatro Flávio. É importante saber, que a obra-prima que é o Coliseu, não existiria caso algum visionário romano não houvesse visto um futuro naquela região tão infeliz e inóspita que era o vale do coliseu.

2. O nome Coliseu tem relação com o Imperador Nero.

Segundo as fontes da época, no monte Velia, hoje inexistente, que ficava entre o monte Esquilino e o monte Palatino, numa área ocupada pelo templo de Vênus e Roma ficava o suntuoso vestíbulo para a entrada do palácio de Nero.  Nesta entrada de seu suntuoso complexo, ou vestíbulo, Nero erigiu uma gigantesca estátua  de si próprio de bronze, que era metal importantíssimo na época, de cerca de 37 metros de altura, o famoso Colosso de Nero – Colossus Neronis. Nome que originaria futuramente o nome Coliseu. Uma ironia política, uma vez que o Coliseu haveria de ser criado para que se esquecesse a memória do tirano Nero. E esta estátua, segundo fontes históricas dão a entender, permaneceu nas proximidades do Coliseu por muito tempo, tendo seu rosto alterado diversas vezes para homenagear outros nomes além do tirano Nero.
A gigantesca monstruosidade foi criada nos moldes do famoso Colosso de Rhodes.

3. Foi necessária a criação de uma via especial para sua construção.

O Coliseu e seu interior.
Os números da espetacular obra de engenharia conhecida como Colloseo falam por si só. O Anfiteatro tem nada menos que 188 metros em seu maior eixo por 155 metros em seu menor. As paredes do anel externo se erguem a mais  de 52 metros acima do solo. Mais de 100.000 metros cúbicos de mármore travertino foram utilizados na sua construção, sendo 45000 apenas na área externa.
Contam dados antigos que a quantidade de trabalhadores era tão grande que não era possível que ficassem todos dentro do espaço de construção ao mesmo tempo. Tal fato obrigou a criação de uma estrada gigantesca com cerca de 6 metros de largura e mais de 20 quilômetros, para permitir que todos se locomovessem e os materiais fossem trazidos ao local de construção. Os blocos de mármore ficavam presos um a um por presilhas de ferro e se estima que foram usados mais de 300 toneladas de ferro.
Você pode saber mais sobre o Coliseu em um roteiro por Roma de 4 dias aqui neste post.

4. A aparência final do Coliseu Romano, é pouco lembrada hoje em dia.

Quando se pensa em Coliseu, a lembrança é das ruínas de uma icônica obra de arquitetura, em meio a uma praça por onde circulam milhões de turistas diariamente, como a mostrada abaixo. Porém, deve-se lembrar que o Coliseu foi construído no mais fino material da época, o mesmo que foi usado em inúmeras estátuas famosas pela cidade de Roma, e anos mais tarde, utilizado em outras edificações como igrejas e Basílicas, que foi o mármore travertino. Desta forma, deve-se ter em mente que além de ser uma obra de grande porte, o Anfiteatro Flávio era igualmente uma obra de enorme e grandiosa beleza.
Coliseu Hoje Roma - Itália
Esta é a imagem icônica em nossa mente. Uma poderosa obra de engenharia e deleite para turistas do mundo inteiro.
O Coliseu na antiguidade. Roma - Itália
Esta é a visão que se tinha do magnífico Coliseu à época de sua construção e de seu apogeu. As duas imagens se sobrepõem, nos dando uma ideia da grandiosidade da construção. Dados técnicos da época mostram que o Coliseu permitia a entrada fácil de mais de 50 mil espectadores, divididos por áreas específicas, conforme seu bilhete de entrada, por suas mais de 80 entradas em forma de arco. Obra nenhuma na atualidade é capaz de igualar tal feito. Os corredores foram projetados para que a multidão se locomovesse de forma rápida e disciplinada.

5. Na Roma moderna, um dos montes que formam a cidade foi completamente destruído em favor do Coliseu.

Monte Velio destruído
A destruição da região do Monte Velia para a construção da via dei Imperio, por Mussolini. Fonte: http://www.the-colosseum.net/architecture/velia.htm
Roma é classicamente descrita como a cidade dos sete morros. Na antiguidade, ela foi erigida por sobre morros de diferentes tamanhos, cujos nomes ainda perduram até hoje. Um dos primeiros documentos que lista estes montes, data da época de Constantino, que cita os seguintes nomes: Celio, Aventino, Palatino, Capitolio, Esquilino, Quirinale e Viminale. Em escritos anteriores, uma região, conhecida como Velia ou monte Velio, que é um prolongamento do Palatino em direção ao monte Esquilino é também reconhecida.
É difícil acreditar, entretanto, que com o decorrer das eras um destes montes foi literalmente destruído para dar origem a uma imensa avenida, que passou a cortar um dos maiores tesouros da humanidade, o Fórum Imperial Romano em direção ao Coliseu.
Isto aconteceu por volta de 1930, por ordem de Benito Mussolini. O monte Velio sempre foi, na Roma antiga aquele que dava um aspecto de Sagrado ao local. Em sua região foram erigidos templos importantes e relacionados com as vitórias do povo romano, como por exemplo o templo de Júpiter. Ele foi literalmente riscado de sua existência, tendo sido aplanado até seu completo desaparecimento, de forma que hoje mal se tem lembrança de que houvera um morro ali.
Tal fato não é novo na história Romana. Para a construção do Mercado de Trajano, Apolodoro de Damasco, o inigualável arquiteto que acompanhava Trajano em suas campanhas, escavou e destruiu parte do monte Quirinale, fazendo sua obra gigantesca dentro das região escavada do monte.
A foto acima, reflete o início da obra pelos anos 30, demonstrando parte do morro já sendo destruída. Na foto abaixo, a construção final com as tropas de Mussolini andando por ela com o Coliseu ao fundo.
Parada fascista nos anos 30 na Via dei Fori Imperiali.
Parada fascista nos anos 30 na Via dei Fori Imperiali. Fonte: Wikipedia
Via dei Foro Imperiali

6. Os Romanos criaram uma forma extremamente engenhosa de reduzir o calor e da chuva dentro do anfiteatro.

O sistema de velas - Velarium do Coliseu.
O sistema de velas – Velarium do Coliseu. Fonte: www.rome4all.com
A temperatura dentro do anfiteatro poderia chegar a extremos nos meses quentes do ano, de forma que o risco de morte ou asfixia ou mesmo hipertermia poderia ser muito acentuado. Durante as épocas chuvosas o espetáculo não poderia continuar. Desta forma alguma medida deveria ser tomada para proteger os espectadores e para que o Coliseu não parasse.
Foi criado o engenhoso Velarium, que como o próprio nome sugere, vem de velas de navio. Um destacamento de navegadores foi trazido do Golfo de Napoles para operar o imenso mecanismo que fechava o Coliseu, deixando-o completamente coberto. Um sistema de polias era o responsável pela engenhosa estrutura que direcionava o vento para as pessoas que ali estavam, amenizando o calor. Na foto acima pode-se ver o Velariumfechado. na foto do item 4, também pode-se ter uma ideia do Velarium.

7. Durante muito tempo, o Coliseu foi envolto em mitos e não se sabia para que ele servia.

Uma panorâmica do coliseu romano.
Na idade Média, mais precisamente por volta do século VII, as fontes históricas começaram a associar o termoColysaeus ao Anfiteatro Flavio. Tal fato pode parecer estranho, uma vez que o coliseu hoje é mundialmente famoso e séculos e séculos de história já foram contadas e recontadas. Outrora, nos primórdios da Idade Média, o acesso à informação era muito seletivo e sua divulgação sofria censuras e distorções impressionantes.
Por estas épocas se começou  a falar o nome Coliseu, em referência ao Colossus Neronis, a qual permanecia nas proximidades. Isto passa a ideia de que a função primordial do monumental anfiteatro há muito havia sido perdida e havia sido substituída por uma aura de mistério e lendas. Os cidadãos pareciam haver esquecido para que aquela monumental obra fora construída.  Algumas fontes medievais, falam dele como o Templo do Sol, um lugar de adoração. Outros, como por exemplo o historiador cristão Tertuliano, descreve o lugar com grande indignação e pavor, citando-o como um templo dedicado à adoração de todos os demônios. É interessante perceber como a memoria transforma os fatos ao longo das eras.
Só muitos anos mais tarde, com os estudos dos primeiros humanistas como Poggio Bracciolini é que o Coliseu foi novamente associado ao Anfiteatro Flavio relacionado às fontes antigas.
À espera da Via Crucis no Coliseu, em Roma, com o Papa Francisco.
À espera da Via Crucis no Coliseu, em Roma, com o Papa Francisco. Fonte: www.sacbee.com
Interessante notar ainda é o fato de que após a mudança da liderança papal para o Vaticano, o Coliseu passou paradoxalmente a ocupar mais espaço na mente da população, por ser uma obra gigantesca e afastada do centro da cidade e carregada de fatos históricos importantes. Se tornou tão importante e tão venerada que se tornou o símbolo da urbs Aeterna, o que mais uma vez distorceu seu significado, chegando a ser proclamado como o símbolo do TRIUNFO DO CRISTIANISMO sobre seus perseguidores. De fato, com o passar dos séculos o monumento ganhou cada vez mais associações com o cristianismo e com os martírios dos primeiros cristãos, que haviam sido enviados para a morte em sua arena. Esta ideia foi tornada oficial através de um decreto papa datado de 1675. Em 1720, uma das estações da Via Crucis foi estabelecida no Coliseu.
A famosa frase citada no início deste nosso artigo, retrata o espírito desta época e demonstra a veneração que se tinha ao Coliseu como elemento de vitória e triunfo.
www.nadacerto.com.br

O mistério das intrigantes crateras na Sibéria foi finalmente revelado

O mistério das intrigantes crateras na Sibéria foi finalmente revelado

As misteriosas crateras que surgiram na Sibéria recentemente levantaram inúmeras teorias conspiratórias. Alguns diziam se tratar de extraterrestres, outros de uma queda de meteorito... e por aí vai.

Mas o verdadeiro motivo para a existência das curiosas crateras que surgiram na Sibéria pode ter sido revelado por cientistas. A razão para o surgimento desses enormes buracos pode ser mais simples do que se pensava. Segundo pesquisadores, o que criou essas estranhas e intrigantes crateras na Sibéria foram explosões de gás metano.

Cratera de 4 metros de diâmetro, na Península Taymyr. Créditos: Siberian Times
Andrei Plekhanov, um arqueólogo do Centro Científico de Estudos do Ártico, na Rússia, liderou expedições às intrigantes crateras. Segundo ele, o ar normalmente contém apenas 0.000179% de metano, porém, ao redor das crateras, esse valor chegava a quase 10%.

Os pesquisadores afirmam que o aumento das temperaturas no verão do hemisfério norte pode ter sido um dos gatilhos para essas possíveis explosões de gás metano. Com o solo descongelado, o gás teria ficado preso em bolsões, e a pressão natural no subsolo fez com que esse gás tentasse escapar, e por isso, as explosões podem ter acontecido.

Cratera de 15 metros de diâmetro, na região do Distrito Taz. Créditos: Siberian Times
A primeira cratera foi descoberta em meados de julho desse ano, e tinha cerca de 80 metros de diâmetro e 60 de profundidade, na Península de Yamal. Outras duas crateras foram descobertas na Península Taymyr, e no Distrito de Taz, uma com 4 e a outra com 15 metros de diâmetro, respectivamente.
Cratera na Península de Yamal. Créditos: Siberian Times
O estudo foi publicado na revista Nature. Segundo o próprio autor, Andrei Plekhanov, os resultados ainda são preliminares.

Fonte: SiberianTimes / WasingtonPost

www.curtoecurioso.com

QUÃO GENEROSO SOIS SENHOR !



Senhor, encontrámos nativos de tez escura e pouca roupa...
- Ponham os homens a trabalhar e divirtam-se com as mulheres, que bem precisais. E livrai-vos de quem resistir.
- Quão generoso sois, senhor!

- Senhor, os indígenas adoram os seus próprios deuses...
- Colocai sob a espada quem não se converter à nossa fé. Só há um Deus!
- Quão gracioso e devoto sois, senhor!

- Senhor, encontrámos matéria prima útil ao reino e ao comércio!
- Explorai tudo e enchei as naus até ao máximo com tais preciosidades.
- Quão engenhoso sois, senhor!

- Senhor, os povos locais têm diversas carências de produtos da manufatura...
- Carregai os nossos barcos com o excesso de produção da metrópole.
- Quão inteligente sois, senhor!

- Senhor, as economias locais acumularam dívidas enormes aos fornecedores ocidentais...
- Aproveitai esta situação para reestruturar as economias ao gosto das nossas empresas, e perdoai uma ou outra dívida.
- Quão Clemente sois, senhor.

- Senhor, os pretos estão a morrer de SIDA, de ébola, de malária, de um espinho no dedo do pé...
- Calai-vos com esse drama e deixai-os entregues à sua sorte, que nós nada temos que ver com eles. E além disso, são muitos. Acima de tudo, controlai portos e aeroportos.
- Quão racionais sois, senhor.

PUDERA ! OS GAJOS E GAJAS DO PSD E CDS É QUE NÃO TÊM MISERICÓRDIA ALGUMA NOS TACHOS QUE OCUPAM POR LÁ ! -Lugares-chave da Misericórdia de Lisboa são ocupados por militantes do PSD e do CDS



Lugares-chave da Misericórdia de Lisboa são ocupados por militantes do PSD e do CDS

Fazer as contas é tarefa impossível porque a instituição não fornece os dados mínimos. Mas os elementos disponíveis indiciam que a dependência partidária da Santa Casa se tem vindo a agravar.
O número de dirigentes da Misericórdia de Lisboa cresceu 23% entre 2012 e 2013 VÍTOR CID


Os serviços da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa são controlados em grande parte, desde a posse de Santana Lopes em Setembro de 2011, por pessoas próximas do provedor e dos membros da sua equipa, muitas delas com ligações directas ao PSD e ao CDS.
Não se trata propriamente de uma novidade, visto que a SCML é gerida há muitos anos, tanto pelo PSD, como pelo CDS e pelo PS, numa lógica partidária. Actualmente, porém, e tanto quanto é possível avaliar, esta lógica ganhou peso dentro da instituição.
A mesa, composta pelo provedor, vice-provedor e três vogais, é, por via dos estatutos, nomeada pelo primeiro-ministro e pelo ministro da Segurança Social. Daí para baixo as fidelidades políticas e pessoais destacam-se tradicionalmente entre os critérios de nomeação e contratação dos quadros e dirigentes.
Traçar um retrato rigoroso da distribuição de poder em função dessas filiações não é, todavia, tarefa fácil. Desde logo porque, por mais que se tente, não há informação disponível e suficiente sobre quem faz o quê ao nível das chefias e direcções da instituição. Tanto mais que, entre 2012 e 2013, o número dos seus dirigentes cresceu 23%, passando de 190 para 233.
O PÚBLICO pediu nos últimos meses informação detalhada sobre o assunto — atendendo a que a SCML, ao contrário das restantes misericórdias do país, é tutelada pelo Estado, cabendo ao Ministério da Segurança Social a “definição das orientações gerais de gestão” e a “fiscalização” da sua actividade —, mas não obteve resposta concludente.
Numa primeira fase foi remetido para o site da instituição, onde apenas apareciam os nomes de parte dos dirigentes de topo, embora alguns deles não correspondessem às pessoas que estavam em funções. Recentemente o site foi actualizado, mas continua a não constar do mesmo os nomes dos dirigentes intermédios. E mesmo entre os directores e subdirectores  há muitos que lá não estão, como os do Departamento de Jogos, da Direcção de Aprovisionamento e da Direcção dos Assuntos Jurídicos. 
Em todo o caso, a consulta do site e os dados recolhidos em documentos oficiais indiciam que a situação se agravou em relação ao mandato anterior, em que o provedor era o socialista Rui Cunha.
Começando pela mesa, além de Santana Lopes, dois dos seus vogais são membros importantes do PSD: Helena Lopes da Costa, ex-deputada do PSD e ex-vereadora da Câmara  de Lisboa quando Santana era presidente; e Paulo Calado, ex-vereador do PSD em Setúbal e sócio da sociedade de advogados Global Lawyers, criada por Santana Lopes. No lugar de vice-provedor está Fernando Paes Afonso, um destacado militante do CDS que já integrou os seus órgãos nacionais.
No tempo de Rui Cunha, para lá dele próprio, não havia mais nenhum dirigente socialista de relevo na cúpula da Misericórdia.
Por outro lado, em lugares chave da instituição encontram-se agora pessoas como Helena do Canto Lucas, directora do Departamento de Gestão Imobiliária e Património, Irene Nunes Barata, directora da Direcção de Aprovisionamento, e Teresa Paradela, subdirectora do Património, todas muito próximas do actual provedor. 
A primeira entrou como jurista para a EPUL durante o mandato de Santana Lopes na Câmara de Lisboa, passou depois para uma das suas empresas de reabilitação urbana e, em Setembro passado, intregrou a lista do PSD à Câmara da Figueira da Foz, da qual Santana foi presidente entre 1998 e 2002. É casada com um advogado que partilhou com ela e com Santana Lopes um escritório em Lisboa, além de ser sócio deste na imobiliária Espaço Castilho. 
A segunda foi directora do Departamento de Apoio à Presidência da câmara de Lisboa no mandato de Santana. A terceira, além de arquitecta do quadro da câmara da capital, tem sido candidata a vários órgãos autárquicos em listas do PSD.
Entre os nomes conhecidos como próximos do provedor está também Lídio Lopes, um antigo vice-presidente da Câmara da Figueira e até há pouco líder histórico da concelhia local do PSD, que ocupa as funções de subdirector do Departamento de Qualidade e Inovação da Misericórdia.
Em postos chave aparece igualmente Anabela Sancho, directora operacional do Departamento de Jogos, que é casada com o antigo ministro e dirigente do CDS Telmo Correia. Também a mulher do deputado centrista João Gonçalves Pereira, Joana Lacerda, desempenha funções na Direcção de Aprovisionamento.

Espanhol com Ebola segue em estado estável em Madri Primeiro europeu infectado chegou à Espanha nesta quinta-feira após contrair a doença na Libéria

Espanhol com Ebola segue em estado estável em Madri

Primeiro europeu infectado chegou à Espanha nesta quinta-feira após contrair a doença na Libéria


O missionário espanhol infectado chegou à Espanha nesta quinta-feira
Foto: Ignacio Gil-ABC / Reuters
primeiro europeu infectado com o vírus Ebola que matou mais de 932 pessoas na
África Ocidental, o padre espanhol Miguel Pajares, tem estado de saúde estável
em um hospital em Madrid nesta quinta-feira, após ter sido buscado na Libéria,
disseram representantes do setor de saúde. 
Pajares, de 75 anos, estava trabalhando para uma organização não
governamental na Libéria e foi repatriado junto a sua colega Juliana Bohi,
uma freira que não contraiu a doença.
A Libéria declarou Estado de emergência por conta da crise do Ebola. 
“Os pacientes chegaram bem, embora desorientados. Ambos agora estão em
quarentena”, disse o representante de saúde de Madri Javier Rodriguez em uma
coletiva de imprensa. 
O avião médico que voou da Libéria trazendo Pajares e Juliana de volta à
Espanha pousou em uma base militar de Madri pela manhã (horário local), e os
dois pacientes foram escoltados pela polícia para o hospital Carlos III. 
O hospital esvaziou todo o sexto andar para tratar os dois pacientes, de acordo
com um sindicato do setor de saúde. 
Altamente contagioso, o Ebola, que ainda não possui cura, mata mais da metade
das pessoas que o contraem. Vítimas sofrem de febre, vômito, diarreia e
hemorragia externa e interna. 

A guerra e morte dos pobres, "paga" pelos ricos - A Ucrânia impôs nesta quinta-feira (31 Julho) um imposto de guerra de 1,5% sobre o salário mensal das pessoas físicas para custear o conflito com os rebeldes pró-russos, já que representa uma grande carga para os cofres do Estado.

A guerra e morte dos pobres, "paga" pelos ricos



A Ucrânia impôs nesta quinta-feira (31 Julho) um imposto de guerra de 1,5% sobre o salário mensal das pessoas físicas para custear o conflito com os rebeldes pró-russos, já que representa uma grande carga para os cofres do Estado.

 "Serão 15 grivnas (moeda ucraniana) por cada mil. Esse é o imposto de guerra, embora eu prefiro chamá-lo de imposto para o restabelecimento da paz no país", assegurou o deputado pró Junta fascista Sergei Sobolev, autor da iniciativa.

 O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, cifrou hoje em cerca de R$ 12 milhões (US$ 5,6 milhões) diários o custo da “operação antiterrorista” para a luta contra os rebeldes pró-russos nas regiões de Donetsk e Lugansk, que começou em Abril. O imposto de guerra faz parte das novas leis sobre orçamento e política fiscal aprovadas hoje pela Rada Suprema (parlamento) depois que o atual primeiro-ministro, Arseni Yatseniuk, ameaçou renunciar se essas medidas de ajuste não fossem ratificadas.

No entanto, nem todos apoiaram o imposto, já que Oleg Tiagnibok, líder do partido fascista ucraniano Sbovoda (Liberdade) e antigo membro da coligação majoritária, opinou que a guerra deveria ser financiada pelos empresários.  "Não são os ucranianos que devem pagar este imposto. Os ucranianos já custeiam os coletes anti-balas, os capacetes e os uniformes de seus filhos e amigos. O imposto deveriam ser pagos pelos oligarcas que nos levaram a esta situação", disse.

O jornalista Yuriy Butusov escreveu que um milionário ucraniano, o assessor do bilionário Ihor Kolomoysky, Nikolay Kolesnyk (na foto em cima), vendeu o seu relógio Breguet e está a vender a viatura Maserati para equipar o batalhão pró governamental Kryvbas com três viaturas UAZа e um KraZ blindado, que o batalhão usará nas missões de patrulhamento. Como deputado da Câmara Municipal de Kryviy Rih, “curador” do batalhão «Kryvbas», assessor do governador da província de Dnipropetrovsk, Kolesnyk responde pelo apetrechamento e funcionamento do 40º batalhão das forças governamentais. Possivelmente, ele também passará ser o curador do 39º batalhão, pois neste momento a unidade sente problemas com os equipamentos. Sabe-se que o deputado Kolesnyk não apenas faz as compras para os seus homens, ele também faz as entregas, conhece a situação militar no terreno sob responsabilidade do «Kryvbas»: a vila da Amvrosiivka e os seus arredores e o setor «D». E certamente cobrará a sua "comissão" pelo "acto patriotico".

Outro empresário e milionário ucraniano, Vyacheslav Konstantinovsky (1961), decidiu vender a sua viatura pessoal Rolls-Royce Phantom para apoiar as forças governamentais do batalhão Kyiv-1. Konstantinovsky, juntamente com o seu irmão Oleksander, controla o grupo empresarial Kyiv Donbas Development Group, nomeadamente o negócio da restauração. Entre os seus projetos mais conhecidos se encontra a rede da fast-food ucraniana Puzata Hata (literalmente a Casa Barriguda, criada em 2003 e atualmente com 40 restaurantes espalhados pela Ucrânia) e uma rede mais exclusiva, de apenas 14 casas, Carte Blanche. Além disso, faz parte do grupo o complexo hoteleiro e de escritórios Sky Towers, situado na cidade de Kyiv e avaliado em 512,2 milhões de dólares. Em 2013 a revista ucraniana Focus, avaliou a fortuna dos irmãos Konstantinovsky em 355 milhões de dólares, colocando os na 44ª posição entre os 200 ucranianos mais ricos.

A guerra dos oligarcas criminosos ucranianos é um investimento no seu futuro.

CR


cris-sheandbobbymcgee.blogspot.pt

A mão atrás do arbusto: afinal, havia outra! - As notícias dos últimos dias indiciam que a NATO está a preparar, para o cenário da Ucrânia, um dossiê de provas idênticas às inventadas por Bush para invadir o Iraque ( e que Durão Barroso jurou ter visto).

A mão atrás do arbusto: afinal, havia outra!


As notícias dos últimos dias indiciam que a NATO está a preparar, para o cenário da Ucrânia,  um dossiê de provas idênticas às inventadas por Bush para invadir o Iraque ( e que Durão Barroso jurou ter visto).
É por isso oportuno  lembrar o que se passou com as provas recolhidas pelo Ocidente em relação ao abate do avião da Malaysia Airlines

Nas horas e dias seguintes sucederam-se as "provas" de que era a mão de Putin que estava atrás do arbusto para cometer aquele crime hediondo.
As televisões publicaram videos de conversas que confirmavam o envolvimento da Rússia e a responsabilidade de Putin. E nem faltou o Nuno Rogeiro, na SIC, a entrevistar um jornalista do Paris Match que até fotografara o Buk. 
Muitas horas, provas e críticas depois, a ONU declarava Putin criminoso de guerra, a UE e os EUA aplicavam mais sanções à Rússia, a  opinião publicada dava o assunto por encerrado e a  opinião pública dormia descansada. Só que, tal como acontecera no Iraque, a história estava mal contada e surgiram provas de que afinal o avião malaio tinha sido abatido pelos ucranianos.
 Sobre isso, porém, não há notícia. Excepto aqui



cronicasdorochedo.blogspot.pt

Parlamento - Partidos com 'língua afiada' para Costa e ministra das Finanças

Parlamento Partidos com 'língua afiada' para Costa e ministra das Finanças

Carlos Costa, governador do Banco de Portugal e a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, vão ser ouvidos esta quinta-feira no Parlamento para esclarecerem a solução encontrada para o BES e, por isso, os partidos já prepararam uma lista enorme de perguntas para fazer aos dois governantes. Segundo o Expresso Diário existem várias questões, mas há uma que é comum a todos os partidos: "Como é que num momento tudo estava controlado e, de repente, deixou de estar?".
POLÍTICA
Partidos com 'língua afiada' para Costa e ministra das Finanças
A questão que todos os partidos têm para fazer a Carlos Costa é, segundo o Expresso Diário, simples: “Como é que num momento tudo estava controlado e, de repente, deixou de estar?”
Os deputados da Comissão Parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública (COFAP) querem perceber todos os acontecimentos das últimas semanas antes de o Banco Espírito Santo ter sido dividido entre ‘banco mau’ e Novo Banco.
“Porquê este modelo? Quais as consequências previsíveis?”, estas são algumas das perguntas preparadas por Alberto Martins, deputado do Partido Socialista.
Já para Pedro Filipe Soares, do Bloco de Esquerda, a preocupação deveria centrar-se nas garantias que existem sobre o dinheiro dos contribuintes. “Esta solução não dá essas garantias”, garante Filipe Soares. E o comunista Agostinho Lopes realça que é preciso que “o Governo esclareça como não há prejuízo dos contribuintes se está a arriscar capital dos portugueses”.
Duarte Pacheco, do PSD, pretende que o governador do BdP esclareça este “caráter inovador” da solução escolhida. “Se não for esclarecido ficará sempre esta dúvida na próxima vez que disserem que está tudo controlado”, uma opinião que é aliás partilhada por Agostinho Lopes: “o Governador não pode andar durante meses a dizer que há solidez e depois, da noite para o dia, há um buraco do tamanho de uma cratera”.
Reservadas para a ministra das Finanças estão as dúvidas que passam pelas salvaguardas que existem sobre o dinheiro envolvido e pela forma como serão defendidos os interesses dos contribuintes.
O Partido Comunista vai mesmo mais longe e já tem uma pergunta ‘afiada’ para fazer: "Queremos saber se o Governo passou a ser dirigido pelo Banco de Portugal. Quem manda em quem?”.
Para os deputados esta história ainda não chegou ao fim, pois ainda há muito para acertar com o Novo Banco e é necessário perceber de que forma irá decorrer este processo.