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sexta-feira, 27 de junho de 2014

DIFERENÇAS CULTURAIS ÁRABES E OCIDENTAIS - Evolução e perspectivas da dinâmica familiar

Evolução e perspectivas da dinâmica familiar
Família e as suas tradições
Fátima Ribeiro

Índice

Conteúdo

Introdução

Este trabalho foi realizado com o objectivo de adquirir conhecimentos sobre a evolução da família, e as diferenças entre o casamento Árabe e o casamento Ocidental. É abordado o conceito da família e a evolução desta ao longo dos tempos, bem como as diferenças culturais entre o povo Ocidental e o povo Árabe, as formas com se efectua os dois casamentos, e os direitos e deveres dos noivos.
É um tema muito interessante pois com este trabalho podemos tomar consciência de como a religião interfere nas diferentes culturas e casamentos.

Conceito família

A família é uma “instituição” extremamente antiga que foi sofrendo diversas mudanças ao longo do tempo, tanto em relação ao seu papel social quanto referente às funções internas estabelecidas para cada integrante.
A família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. É umgrupo de pessoas, ou um número de grupos domésticos ligados por descendência (demonstrada ou estipulada) a partir de um ancestral comum, matrimónio ou adopção.
Dentro de uma família existe sempre algum grau de parentesco. Os membros de uma família costumam compartilhar do mesmo sobrenome, herdado dos ascendentes directos. A família é unida por múltiplos laços capazes de manter os membros moralmente, materialmente e reciprocamente durante uma vida e durante as gerações.
Podemos então, definir família como um conjunto invisível de exigências funcionais que organiza a interacção dos membros da mesma, considerando-a, igualmente, como um sistema, que opera através de padrões transaccionais.
No interior da família, os indivíduos podem constituir subsistemas, podendo estes ser formados pela geraçãosexo, interesse e/ou função, havendo diferentes níveis de poder, e onde os comportamentos de um membro afectam e influenciam os outros membros.
O conceito família tem sofrido uma mutação ao longo dos anos, nos tempos mais remotos a família era constituída por avôs, pais, tios, primos, filhos, netos, sobrinhos, cunhados, genros, noras, entre outros.
Nos dias de hoje já é totalmente diferente, a família ou é constituída por apenas por pai, mãe e filhos ou então por famílias monoparentais.

Evolução da família ao longo dos tempos

  • Família típica do inicio do século XX
Família nuclear extensa
  • Família Nuclear actual
  • Família monoparental
O conceito actual de família evoluiu de tal maneira, que já se discute a legalização do casamento homossexual no nosso país, o que da nascerá um novo género de família, já existente noutros países.

O que é o casamento?

O casamento e/ou matrimónio é o vínculo estabelecido entre duas pessoas, mediante o reconhecimento governamental,religioso ou social e que pressupõe uma relação interpessoal de intimidade, cuja representação arquetípica são asrelações sexuais, embora possa ser visto por muitos como um contrato.
Normalmente quando um casal decide casar é porque se amam, querem passar o resto dos seus dias juntos.
Casamento Oriental
No Oriente existe dois tipos de casamento, o religioso e o civil.
Para iniciar um processo de casamento, é necessário ir a uma Conservatória do Registo Civil da área de residência de um dos noivos, com os seguintes documentos: 1) Certidão de Nascimento dos noivos; 2) Bilhetes de Identidade ou Passaportes válidos dos noivos.
Os nomes dos noivos serão afixados no respectivo cartório, para consulta pública durante um mês.
Imagem 1 casamento Ocidental
O Civil é uma união socialmente confirmada entre um homem e uma mulher (com ou sem filhos) mediante comunhão de vida e bens.
Aspectos que podem interferir num processo de casamento:
  • Idade inferior a 16 anos;
  • Demência notória, mesmo que durante intervalos lúcidos;
  • Interdição ou inabilitação por anomalia psíquica;
  • Casamento anterior não dissolvido, católico ou civil, mesmo que realizado no estrangeiro e ainda não transcrito ou integrado em Portugal;
  • Parentesco (vínculo que une duas pessoas em virtude de uma delas descender de outra ou de ambas procederem de um progenitor comum) na linha recta ou no segundo grau da linha colateral (ex: irmãos);
  • Afinidade na linha recta (vínculo que liga um dos cônjuges aos parentes do outro);
  •  Falta de consentimento dos pais ou do tutor no caso de maiores de 16 anos mas menores de 18 anos, quando não suprida pelo Conservador do registo civil;
  • Parentesco no terceiro grau da linha colateral (tio e sobrinha).
Casamento tradicional religioso
O casamento religioso é efectuado na igreja, quem o realiza é um padre, deverá estar presente os noivos, os padrinhos da noiva, os padrinhos do noivo, e claro amigos e familiares.
Diz a tradição que a noiva deve casar de branco, quem a acompanha ao altar deve ser o pai.
Na entrada para a igreja, a noiva é seguida pelas damas de honor, na mão leva um lindo buquê.
O noivo já deve de estar a espera da noiva quando esta entra na igreja, juntamente com os padrinhos e madrinhas no altar, estes serão as testemunhas.
Na igreja os noivos fazem as promessas e trocam alianças.
De seguida é o copo de água, que é o local onde se comemora o matrimónio, onde á comes e bebes para toda a gente comemorar a união do casal, e onde está o bolo de noiva, que todos por norma observam.
É tradição os noivos fugirem do copo de água para irem para a lua-de-mel.
A lua-de-mel é um período de celebração entre o casal.
Fazem-se viagens de sonho e vivem-se momentos únicos e inesquecíveis.
E aqui inicia-se a vida a dois.
Direitos e deveres conjugais
O casamento produz, naturalmente, determinados efeitos entre os quais um conjunto de deveres e direitos conjugais recíprocos:
Dever de cultivar o amor na vida conjugal;
Dever de respeito e coabitação mútuos;
Dever de fidelidade;
Dever de cooperação;
Dever de assistência;
Dever de sustento, guarda e educação dos filhos;
Não cometer adultério;
A mulher pode escolher em colocar ou não o nome do marido;
O casal pode escolher entre casar sob Comunhão de bens, Separação de bens ou
Comunhão de bens adquiridos.

Casamento Árabe

O casamento árabe é totalmente diferente do casamento Ocidental.
Se no ocidente as pessoas casam por amor no casamento árabe a mulher é tratada como que se fosse um objecto de troca. Por vezes a noiva só conhece o noivo no dia do casamento.
Neste caso é a família do noivo que procura uma noiva que considere adequada ao noivo.

O casamento é um contrato entre o homem, a mulher e o seu pai, o guardião.
Neste contrato o noivo tem de dar um dote ao guardião, este acordado pelas duas famílias e pode ser em dinheiro, animais ou objectos.
Imagem 2 casamento Árabe
A noiva deve estar em estado de pureza no dia do casamento. Isso significa que ela não pode ser esposa de outro homem.
O casamento não pode ser consumado durante o período de espera. Ela não pode ser infiel ou degenerada e não pode estar entre as categorias proibidas para o marido:mãe, avó, filha, irmã, tia paterna, tia materna, mãe adoptiva, irmã de leite, enteada, neta, irmã da esposa ainda viva, mulher que maldiz o marido, ou a mulher em estado de ihram.
A noiva tem direito a receber a quantia referente ao contrato e fazer dela o que entender.
Caso a noiva não esteja presente, duas testemunhas perguntam à noiva se dá ao seu representante poderes para celebrar o contracto e se concorda com a quantia paga.
A cerimónia de noivado implica tal como no Ocidente implica a troca de anéis
O vestido da noiva para o noivado é oferecido pela família do noivo. Este dura três meses, quando este tempo é ultrapassado tem de se fazer um novo acordo.
Neste período de tempo os dois só se podem encontrar na presença do pai ou do irmão.
O noivo depois de decidir a data do casamento e de comunicar ao Íman da mosquita deve de procurar o presente para entregar á noiva no dia do casamento.
O noivo tem de escolher o presente perfeito, pois é entregue durante a cerimónia, a entrega do presente é muito importante.
Neste casamento a noiva tem de seguir certos costumes.
Um a dois dias antes do casamento é feito uma massagem à noiva com uma pasta a base de açafrão, sândalo e óleo de jasmim, providenciado pela família do noivo.
Na noiva também são feitas “tatuagens”nas mãos e nos pés com henna, que é uma planta (Lawsonia inermis), de onde é extraído um corante de cor acastanhada. Depois é comercializado.
As “tatuagens” só podem ser feitas por mulheres solteiras e até ao casamento a mulher não pode sair mais de casa.
A roupa do casamento também é oferecida pela família do noivo, e normalmente tem a cor de vermelho cereja.
Ao noivo é colocado um símbolo sob a forma de sinal.
Este casamento é muito bonito, e ao contrário do nosso país, quem faz a procissão é o noivo, nela estão ao amigos e os familiares, ela começa da casa do noivo até ao sitio onde é realizado o casamento.
Esta procissão também é acompanhada por música.
Quando o noivo chega ao local, o irmão da noiva e o noivo trocam um copo de sherbet e também dinheiro.
Antes de iniciar a cerimónia o sacerdote pergunta á noiva e ao noivo se estão de acordo com o casamento.
O noivo e a noiva sentam-se em locais distintos.
Depois da cerimónia é costume atirar moedas aos noivos, para dar sorte.
Na primeira noite de casados os noivos dormem separados, o noivo dorme na casa da família da esposa, mas com o seu irmão
Pode acontecer outra tradição, quando a noiva entra na sua nova casa, a sua sogra segura o Corão sobre a noiva e sobre o noivo. Quatro dias depois do casamento a noiva é levada para a casa dos seus pais. A recepção do casamento acontece quando o noivo leva a noiva e a sua família de volta para uma recepção dada pela sua família.
É aqui que as duas famílias se tornam numa só.
Alguns direitos e deveres no casamento árabe
Foi com o advento do Islam que a mulher passou a desfrutar de uma posição dignificada, sem qualquer traço de paternalismo ou exploração, um ser responsável, a quem são exigidos deveres, mas a quem também são assegurados direitos, em igualdade de condições com o homem. Homens e mulheres são criaturas de Deus, e o melhor entre eles é o mais justo, o mais piedoso, independentemente de sexo, raça, cor, posição social etc.
  • O noivo deve proteger sempre a noiva e prestar auxilia sempre que necessário;
  • Os noivos têm de se respeitar mutuamente;
  • Não cometer adultério;
  • Entre outros.
A família
A família é a base da sociedade islâmica. São muito estimadas, a paz e a segurança oferecidas por uma unidade familiar estável, e vista como essencial para o crescimento espiritual de seus membros. Uma ordem social harmoniosa é criada pela existência das famílias. As crianças são consideradas tesouros e raramente deixam a casa antes do casamento.
Os mais Velhos
No mundo islâmico, não há asilos para pessoas velhas. O esforço de cuidar dos pais nesse tempo difícil de suas vidas é considerado uma honra e uma bênção como uma oportunidade para um grande crescimento espiritual. Deus exige que não só se reze pelos pais, mas que se aja com compaixão ilimitada.
A Comida
O código que os muçulmanos observam proíbe o consumo de carne de porco e de qualquer tipo de bebida tóxica. O Profeta ensinou que o corpo tem direitos. O consumo de comida saudável e a manutenção de um estilo de vida saudável são vistos como obrigações religiosas.
Sistema escolar
O sistema escolar da Arábia Saudita é parecido com o dos Estados Unidos, com o ano académico que vai de Setembro a Junho. As crianças começam aos seis anos e estudam doze anos até se graduarem. A partir daí, tem opção de ir para uma universidade.
O currículo enfatiza os estudos islâmicos, junto com matérias académicas, o desporto e as artes. A educação bem como o atendimento médico, são grátis até a universidade.
O árabe é a línguas oficial e é falado por todos os sauditas. O inglês é ensinado nas escolas públicas e a maioria dos habitantes do país fala essa língua, principalmente os homens de negócios. Algumas escolas particulares oferecem uma segunda língua estrangeira, normalmente o francês.

Conclusão

A realização deste trabalho foi bastante importante para mim, pois não tinha noção de que existiam tantas diferenças socioculturais entre o povo Ocidental e o Árabe.

Entre estes povos destaca-se muito mais os direitos das mulheres no casamento Ocidental do que no casamento Árabe, num tempo não muito distante as mulheres árabes quase que não tinham direitos no casamento. Com a evolução dos tempos, este facto tem vindo, lentamente, a ser alterado. Hoje em dia os direitos das mulheres Árabes são mais valorizados mas ainda ficam muito aquém do que se pode verificar no Ocidente.

Também verifiquei que o povo árabe segue muito os costumes e as tradições, o que vai contrastar com o que se pode verificar no Ocidente. No Ocidente cada vez mais as tradições são esquecidas.

Na cultura Árabe as pessoas mais velhas são muito respeitadas, no entanto pude constatar que no Ocidente o mesmo já não acontece, perdeu-se o respeito pelos mais velhos, o que é muito triste. Considero que seria importante dar mais valor e ter mais em consideração estas pessoas, pois o que somos deriva deles.

Netgrafia





Quando "o" português morre - Já terá o mundo parado para pensar sob que alicerces desempenharíamos todas as nossas funções e complementariedades sociais sem termos a possibilidade de usufruir de uma base cultural forte?

Quando "o" português morre

Já terá o mundo parado para pensar sob que alicerces desempenharíamos todas as nossas funções e complementariedades sociais sem termos a possibilidade de usufruir de uma base cultural forte?
Será justo afirmar que o dia-a-dia da humanidade se destaca pela fruição ou pelo gozo, pelo simples gozo, de se valer e de se reconhecer nos seus escritos, nas suas sonoridades, nas suas palavras, nos seus feitos, nas suas afirmações culturais?
Que integridade encontra um povo, este mesmo povo português, na sua irredutível procura por um nada cheio de muita coisa? O que detém das suas indestrutíveis e corajosas demandas por conquistar significados e conceitos que enalteçam "as armas e os barões assinalados" mundo fora e país adentro?
O que procura o mesquinho português no meio dos seus trocos e das suas gavetas cheias de refugiadas e escondidas memórias? O que quer "ele" quando afirma que construiu parte do mundo, descobriu metade do globo, conquistou um terço dos povos e levou avante a sua língua, o seu aspecto, as suas tradições e, acima de tudo, a sua religião através das valiosíssimas e íntegras Cruzadas?
O que me foge quando tento julgar o meu país, o meu povo, o meu vazio e a minha sensaborona azia de ter tudo na mão e de tudo ter deixado fugir ao longo dos séculos? O que me falta quando me julgo? O que se me esconde quando aponto o dedo àqueles que fazem os possíveis e os impossíveis para recolherem aos seus aposentos, para se refugiarem nos seus estrondosos falhanços e para dormirem bem tapadinhos sob as suas cobertas de prepotente indiferença? Talvez, em perspectiva, me falte aquilo que tenho de sobra: frontalidade.
Impossível será o ser humano encontrar em si uma brilhante capacidade para a aprendizagem, para o reconhecimento do erro e para a consequente tomada de sinceridade no dia-a-dia. Mas fazer dessas condicionantes explicação para a constante apatia pela qual nos arrastamos é desumano. É errado. É inconsequente. É, por fim, aceitável.
Nunca será grande o povo que releva a sua grandeza para o desaparecido, para o simplesmente memorável. Tudo isto se explica porque na memória nem tudo cabe e nos livros de História poucos olhos cabem. E quando findar? E quando nos esquecermos do quão grande fomos? E quando eu não me interrogar mais do porquê de me ser difícil criticar o meu povo? E quando eu tiver orgulho em desdenhar da bandeira que já nem mais à suavidade da brisa se faz dançar? Será aceitável também?
Desapareceu um homem que falava em português, que escrevia em português, que sonhava em português, que se emocionava em português e que vivia em português. Morreu um homem que vivia, do seu modo, Portugal. Quis uma das suas badaladas personagens, um tal Deus, que este fosse espalhar pensamentos, polémicas e verdades inconvenientes entre aqueles que já não vêem, já não ouvem e já não vivem. Existirá, porventura, sofrimento maior do que perpetuar na morte a sofrida jornada de uma vida? Mereceu Saramago escrever para mortos que de forma tão bela e natural se chamam e se fazem passar por vivos?
Terá Saramago "atirado" tão ao lado quando afirmou que perpetua perante os nossos olhos "a paz podre e a apatia geral"? Que erro tão grande comete o homem que vira costas à sua pátria quando a sua pátria faz a diligência de, desde logo, o abandonar? Que fez Saramago? Não foi português? Não falou bem a língua? Não a escreveu segundo os correctos parâmetros? Ou tê-la-á, por outro lado, escrito e falado da melhor forma?...
Qual é a forma mais certa e certeira de se ser nacional? Qual é a equação que nos permite afirmar que Portugal não é mais aquilo que nunca chegou sequer a conseguir ser, sem nos vermos a braços com uma pública ofensa à integridade do nosso país e dos nossos costumes? Ser português será assim tão pesado para que não possamos desprender-nos, por um segundo que seja, das nossas cegueiras e, dessa forma, vermos com os olhos de ninguém aquilo em que nos vamos imprudentemente transformando? Não serei eu português se criticar o meu país, da sua base ao seu todo? Espera-se o desprezo para todos aqueles que querem mais e melhor para um Portugal que ninguém realmente quer? Não terá Saramago sido um verdadeiro português, "o" verdadeiro português, quando cuspiu no prato que não tinha mais orgulho em alimentá-lo? Que tormentas não terá "o" verdadeiro português enfrentado para esquecer aquilo que nunca terá esquecido?...
Um dia levantar-nos-emos das nossas pútridas camas e choraremos por tudo aquilo que exigimos dos outros, mas que nunca chegámos a ter de nós mesmos. Um dia o respeito e o apreço que esperamos de outrem não o encontraremos nem nas nossas gavetas, nem junto dos nossos contados trocos. Um dia talvez tenhamos a dignidade suficiente para nos dobrarmos, mas sempre de cabeça bem levantada, perante um homem que tenha a coragem para dizer o que pensa e o que lhe vai na alma. Um dia encontraremos neste nosso enorme nada uma medida, um ajuste, uma melhoria...e talvez nesse dia notemos que esse mesmo ajuste tinha sido discutido, anos e anos atrás, da forma mais corajosa possível, por um velho calvo e perdido no meio das suas loucas pontuações e devaneios metafóricos.
O homem que procura a discussão, o diálogo e o raciocínio conjunto não procura a destruição do seu país ou do seu povo...talvez procure, em vez disso, preencher um vazio, já por si, tão cheio de nada. Tenhamos primeiro orgulho nos nossos e só depois lhes cuspamos em cima.


A morte engrandece para todo o sempre os para sempre esquecidos



brilhantementeinsano.blogspot.pt

Os "holocaustos" que não devem ser esquecidos.

Os "holocaustos" que não devem ser esquecidos.

        Ontem eu estava buscando em um de meus cadernos para a posteridade (um caderno onde  guardo todos os artigos impressos, recortes de revistas e jornais que acredito que devam ser guardados) artigos e acontecimentos que denunciam o que considero  holocaustos   e que algumas vezes  passam despercebidos , quando não deveriam passar. Há coisas que não devem ser esquecidas e jogadas para baixo do tapete. Enquanto eu puder falar e mostrar, o farei . É o mínimo que posso fazer.






O massacre Palestino



O massacre pelo descaso:
 Milhares de crianças, homens e mulheres morrem de fome na Somália e em vários outros lugares do mundo.


(Todas as crianças dessa imagem foram fuziladas, menos o menino que está em destaque e que eu tive a honra de conhecê-lo)
2ª Guerra mundial

Santa Inquisição 

e Finalmente : O grande holocausto para Cristo:

Então disse Davi: Esta é a casa do SENHOR Deus,
e este é o altar do holocausto para Israel” 
1 Crônicas 22

Holocausto - grego antigo holokauston: “holos” [todo] + καυστον [queimado] tem origens remotas em sacrifícios e rituais religiosos da Antiguidade, em que plantas, animais e seres humanos eram oferecidos às divindades, sendo completamente queimados durante um ritual.
Sacrifícios humanos oferecidos aos deuses sempre pautaram a história da humanidade, não importa o ano, a cultura e crença. Os deuses não abrem mão de um corpo e do seu sangue em sua dieta, nunca.
A separação de uma criança pequena de sua mãe, na primeira infância pode gerar um conflito de tal envergadura que os meios normais para resolvê-lo serão destroçados, segundo estudiosos no assunto.

Muita infelicidade e muita enfermidade mental se devem a influências ambientais na mais tenra idade. Entre 4 e 9 anos o cérebro de uma criança, na verdade, torna-se duas vezes mais ativo como um cérebro adulto. Esta atividade intensa mantém-se em dobro até a criança atingir a idade de 10 anos.

Crianças são esponjas sensoriais, arquivos infinitos e espaçosos aguardando a cada momento novos comandos e informações do ambiente sobre cheiros, formas, texturas, densidade, tons etc como novos programas a serem executados e compartilhados no decorrer de seu crescimento. Quem tiver acesso a essa gama de arquivos = maneja uma nação.

Infância roubada
Em 1884, a frequência escolar se tornou obrigatória por lei ao estatuto de índios com menos de 16 anos de idade. Quando as escolas residenciais eram a única opção, as crianças eram muitas vezes retiradas à forçade suas famílias, ou, seus familiares eram ameaçados com multas ou prisão, se eles não conseguissem matricular seus filhos a tempo.

As escolas indianasresidenciais do Canadá foram parte de uma rede de "residenciais" escolas para os povos aborígenes do Canadá - Primeiras Nações [anteriormente "índios"], Metis e Inuit [anteriormente "esquimós"] financiados pelo governo canadense Departamento de Assuntos Indígenas, eadministrada por igrejas cristãs, em especial a Igreja Católica no Canadá e a Igreja Anglicana. 

Nas escolas indianas seu principal papel foi o de converter crianças indígenas  amar cristo e para "civilizá-las". Sem nenhum contato com suas famílias por até 10 meses a um ano, por causa da distância entre suas comunidades e escolas afastava a cada dia, a ligação com seus ancestrais culturais.

As primeiras escolas residenciais foram estabelecidas na década de 1840 e a última escola residencial foi fechada em1996. Ao final dos anos 1960, mais de 100 mil foram obrigados a frequentar a Escola de embarque indiana. Em muitas das escolas, os alunos foram desencorajados ou proibidos, sujeitos a castigos corporais por falar sua língua de origem - aslínguas indígenas - até mesmo entre si e fora da sala de aula, de modo que o Inglês ou Francês seriam sua cultura dali em diante, fazendo com que sua própria língua fosse esquecida além da crença do seu povo. Devendo adorar a cristo e nada mais.

Ex-alunos das escolas alegaram que os funcionários e professores tinham praticado genocídio cultural e etnocídio. A punição corporal foi muitas vezes justificada por uma crença de que era a única maneira de "salvar almas", "civilizar" o selvagem, ou punir fugitivos.

Em 1909, o Dr. Peter Bryce, superintendente médico geral para o Departamento de Assuntos Indígenas (DIA), informou o departamento que entre 1894 e 1908, as taxas de mortalidade em algumas escolas residenciais no oeste do Canadá variou de 30% a 60% em 5 anos (ou seja, 5 anos após a entrada, 30% a 60% dos estudantes tinham morrido, ou 6-12% ao ano). 

Matando o “índio” na criança.
Crianças sofreram surras, choques elétricos, esterilização forçada, experimentação médica, fome, estupro, assim como várias outras formas de tortura e abuso sexual e assassinato. Jovens indígenas tornaram-se grávidas como resultado de estupro, ou até freiras ficaram grávidas depois de abusar sexualmente de jovens adolescentes.


Desde 01 de outubro de 2011 pesquisas arqueológicas e teste autorizados pelos anciãos da Kanien'keha: Nação ka, foram realizados no Instituto de Mohawk - escola residencial. 

Valas comuns de crianças da etnia indígena Mohawk enterradas em massa foram descobertas pelo radar de penetração no solo no Instituto Mohawk, instituto operado pelo Vaticano antes de seu fechamento ocorrido em 1970.

Testemunhas oculares da comunidade indígena Mohawk afirmaram que presenciaram sacerdotes em túnicas vermelhastorturando crianças em rituais e muitos deles estão enterrados ao redor da própria escola e suas mortes não foram comunicadas a suas famílias.

Como membros originais da Liga Iroquois, ou Haudenosaunee, os indígenas Mohawk eram conhecidos como os “Guardiões da Porta Oriental”. Por centenas de anos, eles guardaram a Confederação Iroquois contra a invasão vinda por esse sentido por tribos da Nova Inglaterra e em menores áreas de Nova York e pelos colonos chegados da Europa.

Um número total de indígenas mortos no genocídio canadense pela Coroa Britânica é de aproximadamente 25 milhões de pessoas, e equivale a um dos genocídios mais secretos do mundo.

Lembrando que o Vaticano e a coroa da Inglaterra - eram efetivamenteimunes a processos sob as leis existentes e costumes.


Rainha Elizabeth e o príncipe Phillip
diretamente ligados ao sumiço de 10 crianças indígenas.

William Combes 59 anos e com boa saúde foi um dos sobreviventes do grupo de três meninos aborígines Kamloops que afirmavam terem testemunhado o rapto de 10 crianças.

"Em outubro de 1964, quando eu tinha 12 anos, eu estava na escola Kamloops e fomos visitados pela Rainha da Inglaterra e o Príncipe Phillip ...O dia em que a rainha chegou à escola, eu fazia parte de um grupo de crianças que iam a um piquenique com ela e seu marido e alguns dos sacerdotes, até um prado perto de Creek”

"Eu lembro que foi estranho, porque todos nós tivemos que abaixar e beijar seus pés, uma bota branca atada. Depois de algum tempo, eu vi a rainha deixar o piquenique com 10 crianças da escola, e as crianças nunca mais voltaram. O grupo que desapareceu tinha 7 meninos e 3 meninas, com idade entre 6-14 anos de idade ..."

Infelizmente esse depoimento foi apenas gravado e não pode ser confirmado pessoalmente pelas autoridades no Tribunal Internacional para Crimes de Genocídio contra a Igreja no dia 12 de setembro 2011, em Londres, pois W. Combesfaleceu de maneira não esclarecida num hospital Geral de Vancouver, dia 26 de fevereiro de 2011

Johnny Bingo DawsonRicky Lavallee  e William Combes
estão todos mortos


Johnny Bingo Dawson, morreu de espancamento por policiais, 6 de dezembro de 2009. Ricky Lavallee, testemunha de espancamento do amigo J. Bingo morreu subitamente de causa não revelada no dia 3 de janeiro de 2009

Todos esses 3 homens foram sinceros ativistas indígenas e apoiadores do Tribunal Internacional para Crimes contra a Igreja de Cristo e o Estado. Todos eles falaram publicamente da cumplicidade da Coroa de Inglaterra com o genocídio das crianças indígenas de escolas residenciais. 

Mais de 50 mil crianças indígenas ainda estão desaparecidas das escolas residenciais sem paradeiros.

O Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e dos Estados instaurou um processo judicial em Bruxelas, na Bélgica e em Dublin, na Irlanda por crimes de genocídio contra crianças indígenas e contra a humanidade, sendo os réus (a Rainha) Elizabeth Windsor, chefe de Estado do Canadá e chefe da Igreja Anglicana da Inglaterra e Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI chefe da Igreja Católica que participou do planejamento e encobrimento do genocídio infantil, de acordo com as evidências forenses.

Há muitos casos sobre crimes contra crianças e muitos que a humanidade desconhece e não faz questão de saber, pois não interessa essa divulgação.

Kincora é um internato de 168 meninos de uma casa em Belfast, na Irlanda do Norte com idade entre 15 a 18 anos, que foram violentados entre 1963 e 1968. 

Casa Pia – crianças molestadas por políticos influentes.

Esmola demais - santo, desconfie!
Não sabemos se realmente esses seres serão punidos algum dia pelos atos que lhes foram atribuídos, mas isso talvez não importe tanto quanto o fato de demonstrar ao publico mundial incrédulo, que há um ritual de sacrifício atuante diariamente em todas as partes desse planeta que envolve o sumiço de crianças e o nome cristo.

Os deuses não estão preocupados se vamos descobrir ou não a realidade sobre esse holocausto cotidiano. Isso não os afeta, há muitos humanos que darão continuidade a essas violências por séculos e séculos sem contestar – faz parte da evolução pessoal.

O importante aqui é apenas entender como a coisa funciona,como “eles” manipulam a mente de um grupo e conduzem seus objetivos eras por eras.

Se você já entendeu isso... a justiça já foi feita.

Fonte do artigo: http://bloglaurabotelho.blogspot.com.br/2013/04/holocausto-para-cristo.html