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sábado, 14 de junho de 2014

O secretário-geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), Carlos Silva, acusou neste sábado, em Vila Nova de Cerveira, a CGTP de ser uma "organização autofágica

O secretário-geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), Carlos Silva, acusou neste sábado, em Vila Nova de Cerveira, a CGTP de ser uma "organização autofágica, amarrada a princípios político-partidários e assente numa política de destruição".
Segundo Carlos Silva, a CGTP "é uma organização autofágica". "A autofagia é uma coisa parecida com canibalismo, mas são aqueles que se comem a si próprios, que se destroem por dentro, que põem em causa o mérito do seu trabalho, porque é de sindicalistas e de sindicatos que estamos a falar, que têm todos uma mesma virtude que é defender os trabalhadores", afirmou. 
"Mas, quando se deixam amarrar por princípios político-partidários em que há um partido, o PCP, o mais ortodoxo de toda a Europa Ocidental, que faz da sua política uma política de destruição, de separatismo de sectarismo, de oposição a tudo o que é unidade e, sobretudo, de rejeição da convergência - a não ser que a convergência lhes dê jeito -, então como é que os trabalhadores se podem sentir confortados?", questionou o líder da UGT, no encerramento do congresso distrital da UGT de Viana do Castelo.

NUNO MELO UM ALARMISTA ALDRABÃO

NUNO MELO DEPUTADO EUROPEU POR UM PARTIDO QUE JÁ NÃO EXISTE E QUE AGORA ANDA A FOLGAR (JÁ ESTÁ NOVAMENTE INSTALADO NO TACHO) DEPOIS DAS BORRACHEIRAS QUE APANHOU NA CAMPANHA ELEITORAL COM O ANÃO DO PSD PAULO RANGEL VOLTOU A BOTAR A BOCA NO TROMBOMNE E COMO JÁ É USUAL SAIU MERDA.

DIZ O BEBÉ CAGADINHO DE FRALDA QUE MÁRIO NOGUEIRA FOI VISTO A RIR ENQUANTO O CAVACO DESMAIAVA NO 10 DE JUNHO.

A POLÍTICA QUE ELES APRENDERAM É ESTA...A DA ALDRABICE A CONFUSÃO, A INTRIGA PARA CONFUNDIR OS INCAUTOS.
RÁPIDAMENTE OS BLOGS DE DIREITA FIZERAM ALARIDO DO ACONTECIMENTO BASEADO NA FOTO DO SINDICALISTA QUE SEMPRE QUE FOR A UMA MANIFESTAÇÃO ANTI-GOVERNO TERÁ QUE LEVAR AGORA UMA CARA FÚNEBRE.

AQUI ESTÁ A PROVA DO "CRIME"


Não se sabe quem tirou a fotografia nem em que momento foi captada, se antes se depois do desmaio do Presidente, sendo que o próprio autor do comentário se identifica apenas com um número.

Ora, como se viu pelas televisões, os manifestantes encontravam-se a enorme distância do púlpito onde o Presidente desmaiou e dificilmente podiam saber o que acontecera ao Presidente. Como é sabido, não é raro que quem acompanha no local acontecimentos que mobilizam muitas pessoas não se aperceba imediatamente do que acontece no centro desses acontecimentos, os quais, contudo, chegam rapidamente a quem os segue pela televisão. A razão é simples: as câmaras de televisão e as objectivas dos fotógrafos fixam-se prioritariamente no palco dos acontecimentos e não na sua periferia onde geralmente se encontra o público.



RESPEITO PELO HOMEM, RESPEITO PELO CIDADÃO


RESPEITO PELO HOMEM, RESPEITO PELO CIDADÃO

NADA MELHOR DEFINE UM HOMEM QUE A SUA DIGNIDADE.

QUEM A QUER ROUBAR, DETURPAR OU CONFUNDIR É SUSPEITO À PARTIDA DE NÃO TER AUTORIDADE MORAL PARA FAZER QUALQUER TIPO DE CONSIDERAÇÕES SOBRE A SUA VIDA (A DO CIDADÃO) OU A VIDA SOCIAL DE TODOS OS CIDADÃOS.

PODEMOS TODOS RESPEITAR OS COMPROMISSOS ESSENCIAIS E HUMANOS DA VIDA EM SOCIEDADE OU DE-RESPEITAR QUEM NOS ENGANA E OPRIME SEMPRE QUE ISSO SEJA EVIDENTE E REIVINDICADO PELO POVO
NA SUA LUTA DE EMANCIPAÇÃO TOTAL PERANTE QUEM O EXPLORA E O TRAVA NA SUA LUTA POR MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA.

EXISTE O DIREITO (NATURAL) À DESOBEDIÊNCIA QUANDO EXISTEM IRREGULARIDADES GRAVES E APROVEITAMENTO CONSCIENTE DE-RESPEITANDO AS ASPIRAÇÕES DE UM POVO A UMA VIVÊNCIA SOCIAL DIGNA, COM JUSTIÇA E EM LIBERDADE..

A QUEM NOS ENGANA E NÃO CUMPRE COM AS RESPONSABILIDADES GOVERNATIVAS OU DE OPOSIÇÃO, BEM PODE O POVO FAZER O MANGUITO A ESSES OPORTUNISTAS.

SE UM CIDADÃO OPTA POR UM PARTIDO E SE REVÊ NELE, O PARTIDO TEM QUE RESPONDER ÀS EXPECTATIVAS DESSE CIDADÃO E NÃO CRIAR UMA ELITE DE DIRIGENTES CARNEIRISTAS E CONSERVADORES, MANHOSOS, PSEUDO - INTELECTUAIS ILUMINADOS QUE SÓ VISLUMBRAM O PARTIDO E OS SEUS INTERESSES DE CONTINUAR A EXISTIR PARA ALGUNS, LUDIBRIANDO OUTROS NA SUA BASE.

O POSICIONAMENTO IDEOLÓGICO DO HOMEM É DA SUA RESPONSABILIDADE E É A SOCIEDADE QUE O JULGARÁ PELAS SUAS ACÇÕES AS BOAS E AS MÁS.

TUDO ISSO TERÁ QUE SER OBJECTO DE UMA DISCUSSÃO AMPLA, VERDADEIRA E LIVRE DENTRO DOS ORGANISMOS NOS QUAIS O CIDADÃO ACREDITA.

O CONTRÁRIO É TRAIR, MENTIR E DETERMINARÁ A CREDIBILIDADE DOS CIDADÃOS NOS ORGANISMOS, INSTITUCIONAIS E CONSTITUCIONAIS DA SOCIEDADE ONDE OS CIDADÃOS SE INSEREM.


António Garrochinho

AFINAL A CULPA NÃO ERA DO CONTABILISTA Caso BES tem de ser investigado pela PGR e pelo reguladores. Os precedentes do BCP, do BPN e do BPP a isso obrigam



AFINAL A CULPA NÃO ERA DO CONTABILISTA


Caso BES tem de ser investigado pela PGR e pelo reguladores. Os precedentes do BCP, do BPN e do BPP a isso obrigam


Falar do Banco Espírito Santo (BES) e do grupo construído à sua sombra não é a mesma coisa que falar do BPN, do BPP ou até mesmo do BCP - nenhum destes três tinham a dimensão histórica, económica e política que a família Espírito Santo comporta. Falar do BES é falar de uma estrutura empresarial com mais de 140 anos, que atravessou com sucesso a monarquia, a I República, o Estado Novo, as nacionalizações do 25 de Abril, as privatizações e a entrada no euro. É falar de um banco que conseguiu ganhar laços profundos com a ditadura mas também com a democracia, com que fez as pazes nos anos 90. É falar de um grupo cuja rede de contactos e influência atinge todos os sectores relevantes da sociedade portuguesa.
Além da influência do grupo do BES, vivemos um período de recuperação económica frágil, em que aquilo que o governo menos precisa é de nacionalizar ou intervir num dos cinco maiores bancos nacionais.
Compreende-se por isso o silêncio cauteloso com que as autoridades receberam ontem as revelações bombásticas do contabilista do GES chamado Machado da Cruz. E o que disse? Que o presidente Ricardo Salgado, o controller José Castella e os administradores José Manuel Espírito Santo e Manuel Fernando Espírito Santo Silva sabiam que as contas da Espírito Santo Internacional (ESI), holding de controlo do sector financeiro e não financeiro do Grupo Espírito Santo, não reflectem a situação real da sociedade desde 2008. Dito de outra forma: que as contas de uma holding que está tecnicamente falida e tem um buraco de 1,3 mil milhões de euros são falsificadas há mais de seis anos.
Face a tais acusações (que os administradores José Manuel e Manuel Fernando Espírito Santo negam), as cautelas políticas passam a perder algum sentido - estas só tiveram lógica enquanto os pormenores foram apenas do conhecimento de Passos Coelho, Carlos Costa ou Carlos Tavares. A partir do momento em que o descalabro do GES está na praça pública e Ricardo Salgado é acusado preto no branco de autorizar a falsificação das contas do banco, impõe-se uma intervenção pública da Procuradoria-Geral da República, do Banco de Portugal e da Comissão de Mercados de Valores Mobiliário. É importante que os cidadãos em geral, e os accionistas e depositantes do BES em particular, saibam que as autoridades estão a defender os seus interesses e a defender a legalidade da República. Ricardo Salgado pode ter sido o homem mais poderoso do país nos últimos 20 anos, mas os precedentes de Jardim Gonçalves no BCP (ou de Oliveira Costa no BPP e João Rendeiro no BPP) obrigam as autoridades a agir.
Se não for possível investigar devido a conflitos jurisdicionais com o Luxemburgo (país onde a ESI tem sede social), isso deve ser explicado com a maior das transparências.
Uma intervenção desta natureza, e a saída rápida de Ricardo Salgado, pode ajudar a pacificar a autêntica guerra civil que reina na família Espírito Santo - condição sine qua non da repetição do sucesso do aumento de capital desta semana nas restantes operações de reestruturação que faltam.