AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


sexta-feira, 13 de junho de 2014

Protesto contra encerramento de escola na praia de Faro decorreu hoje


Protesto contra encerramento de escola na praia de Faro
decorreu hoje


O Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS), membro da FENPROF, promoveu hoje, sexta-feira, 13, mais uma ação de 
luta, desta vez contra o encerramento da Escola do 1.º ciclo da Ilha do Ancão (Praia de Faro), no concelho de Faro.

Esta é uma das escolas do distrito de Faro que pertence à lista que o Ministério de Educação e Ciência (MEC) enviou para a 
Associação Nacional de Municípios Portugueses na semana passada.

Dezenas de pais e encarregados de educação, o vereador da câmara eleito pela CDU, António Mendonça, e a população 
em geral uniram-se aos protestos que reivindicam o não encerramento da escola. 

“Esta escola é descrita pelos pais e encarregados de educação como um estabelecimento onde é excelente a qualidade de 
ensino, bem como a ligação à comunidade onde está inserida. Uma das grandes dúvidas que permanece é saber porque é 
que diversas entidades [Câmara Municipal de Faro, Delegação Regional da Educação] afirmam não haver motivos de
preocupação, pois existem ‘garantias’ que não irá encerrar mas, contudo, continua a fazer parte da lista do MEC das escolas 
em situação de encerramento”, assinala o sindicato, em comunicado.

Na ação de protesto, foram recolhidas assinaturas para o abaixo-assinado promovido pelo SPZS, que será enviado a várias 
entidades.

FREGUESIA DE SANTA BÁRBARA DE NEXE - ACTIVIDADES DA JUNTA DE 28 DE MARCHO A 13 DE JULHO DE 2014


A DANÇA - FOLCLORE - BALLET CLÁSSICO - CAN CAN - STREAP TEASE (INCLÚI VÍDEOS) -BAILARINAS FAMOSAS - BAILARINAS DE OUTROS TEMPOS- ALGUMAS HISTÓRIAS E FOTOGALERIA

Maria Alexandrova
maria
Maria Alexandrova nasceu em Moscou em 1978.
Em 1997, ela se formou na Escola Acadêmica de Coreografia de Moscou (classe do professor S. Golovkina) e no mesmo ano ingressou no Ballet Bolshoi, Cia onde trabalhou com o famoso Semyonova Marina e Tatiana Golikova.
Maria Alexandrova é distinguido por suas linhas bonitas, artísticas e técnica original.

maria2 
Repertório inclui: Ramze (Filha do Faraó), papel-título (La Sylphide), Mekhmene Banu (Legend of Love), Myrtha (Giselle), Kitri e Street Dancer (Don Quixote), Queen of the Ball (A Fantasy em Casanova Theme), peças de solo em Sonhos sobre o Japão, Symphony in C, A Bela Adormecida, La Bayadère, Romeu e Julieta, Chopiniana, A Megera Domada.
Prêmios: Golden Prémio no Concurso Internacional de Ballet VIII Em Moscou (1997).
Veja abaixo Maria Alexandrova interpretando Swan Lake – Lago dos Cisnes:

VÍDEOS








VÍDEOS DANÇA DO VENTRE




Como surgiu a dança do ventre

A dança do ventre é uma famosa dança praticada originalmente em diversas regiões do Oriente Médio e da Ásia Meridional. De origem primitiva e nebulosa, datada entre 7000 e 5000 a.C, seus movimentos aliados a música e sinuosidade semelhente a uma serpente  foram registrados no Antigo Egito, Babilônia Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia, e tinham como objetivo preparar a mulher através de ritos religiosos dedicados a deusas para se tornarem mães. Com a invasão dos árabes, a dança foi propagada por todo o mundo. A expressão dança do ventre surgiu na França, em 1893. No Oriente é conhecida pelo nome em árabe raqṣ sharqī(رقص شرقي, literalmente "dança oriental"), ou raqṣ bládi (رقص بلدي, literalmente "dança da região", e, por extensão, "dança popular"), ou pelo termo turco çiftetelli (ou τσιφτετέλι, em grego).
É composta por uma série de movimentos vibrações, impacto, ondulações e rotações que envolvem o corpo como um todo. Na atualidade ganhou aspectos sensuais exóticos, sendo excluída de alguns países árabes de atitude conservadora.





cancan é uma dança francesa.Desde 1850Céleste Mogador, dançarina vedete do Bal Mabille, em Paris - que mais tarde se juntaria a orquestra do cabaré Moulin Rouge - inventou uma dança nova, a quadrilha: Oito minutos para cortar a respiração em harmonias perfeitas e com Offenbach como mestre da música incontestável.
A quadrilha era composta por meninas de 1,70 metro de altura, vestindo roupas coloridas e esvoaçantes, com liberdade de movimentos, ao som de trombones e cornetas. A nova dança foi considerada um ritmo endiabrado, de contrapeso, flexibilidade, em passos extremos de sensualidade e acrobacias, em que as dançarinas, em seu traje fascinante, faziam perder a cabeça de toda a Paris.
Em Londres, em 1861Charles Morton, inspirado pela quadrilha francesa, inventou o cancan. O termo refere-se aos ruídos provocados pelos passos marcados da própria dança. Enquanto na Inglaterra a dança chocava os ingleses, que chegavam a condená-la como "indecência", na França, o cancan não parava de crescer, mantendo como quesitos as dançarinas de 1,70 m, e a arte de mexer os quadris, levantar as saias e frou-frous, exibindo as jarreteiras, encantando e provocando o desejo no público entusiasmado.
Algumas das grandes damas do cancan francês foram Louise Weber (La Goulue), Jane Avril e Yvette Guilbert.
O cancan foi tema inspirador para muitos pintores do impressionismo, como Toulouse-Lautrec.
Alguns cabarés tornaram-se internacionalmente famosos pelo cancan, como o Moulin Rouge e o Chat Noir.

Pôster de Henri de Toulouse-Lautrec de 1895.
O Can-Can é uma mistura da Polca e da Quadrilha e foi dançado pela primeira vez em 1822. Durante alguns anos, foi declarado ilegal, por ser considerado imoral e indecente, sendo então proibido pela polícia. O Can-Can é caracterizado principalmente por passos firmes e saltitantes, chutando alto e fortemente a perna. Normalmente o figurino desta dança consiste em meias de renda, botas de saltos altos, corpetes, penas na cabeça e saias de babados. Depois da liberação da dança, ela tornou-se muito popular por volta de 1830, e sua popularidade durou até 1944, quando então esta passou a ser apresentada em revistas e comédias musicais, principalmente na França. Originalmente o Can-Can era dançado por ambos os sexos; hoje, entretanto, é dançado só por mulheres. As músicas mais conhecidas do Can-Can foram compostas por Jacques Offenbach. O pintor Toulouse-Lautrec pintou quadros célebres de dançarinas de Can-Can.
VÍDEOS CAN CAN


ONDE NASCEU O PRIMEIRO GRUPO DE FOLCLORE PORTUGUÊS






www.folclore-online.com

VÍDEOS FOLCLORE PORTUGUÊS


VIRA
FANDANGO

ALGARVE




bailarinas nos seus trajes antigos










































Agripina Yakovlevna VaGganova (1879- 1951)

Bailarina Soviética. Nasceu e estudou em St. Petersburg, dançou por 19 anos no Kirov Ballet, onde seu brilhante trabalho de pés e saltos deram à ela o título
" Rainha das Variações ". Em 1921, começou a ensinar na Escola Coreográfica de Leningrado ( hoje, Escola do Ballet Imperial ), e em 1934, tornou- se diretora. Seu sistema de ensino, com grande influência soviética, é
baseado em muitas análises dentro de escolas de técnica clássica e importância da coordenação de todo o corpo, enfatizando a força das costas. Seus fundamentos foram publicados com o nome de: Classic Dance, em 1934.

Alessandra Ferri

Alessandra Ferri nasceu em Milão, na Itália, e estudou na Escola de Ballet do Teatro Alla Scala; com quinze anos ganhou uma bolsa do Conselho Britânico, concedida pela primeira vez a uma bailarina, e foi para Londres continuar sua formação na Escola do Royal Ballet. Em 1980 integra-se à companhia, depois de ter vencido o "Prix de Lausanne", um concurso internacional para estudantes de dança. O ano de 1983 foi o de sua confirmação: aos 19 anos conseguiu o 'cargo' de bailarina principal da companhia. Sir Kenneth MacMillan a escolheu como protagonista de seus trabalhos, como Romeu e Julieta, Manon, Mayerling, e criou para ela A Diferent Summer e Valley of Shadows. Recebeu a mais alta comenda britânica e foi indicada como Bailarina do Ano pela revista Dance and Dancers e pelo New York Times.
Alessandra migrou para o American Ballet Theatre durante a administração de Mikhail Baryshnikov, no ano de 1985, e acompanhou a companhia em uma turnê mundial. No ano seguinte estreou no cinema com o filme 'Emoções', no qual faz par com Baryshnikov. A bailarina conseguiu o feito de ser convidada para se apresentar com o Paris Opera Ballet no espetáculo Carmen (1992), de Roland Petit, feito alcançado por pouquíssimos artistas. Também estrelou o filme para a TV intituladoLa Luna Incantata, que recebeu um prêmio no Festival de Cannes. Seguiu a década de 90 sempre com muitos trabalhos. Em 1997 publicou o livro 'Aria', do qual é modelo e co-autora junto com o fotógrafo Fabrizio Ferri.
Alessandra Ferri, além de ser excelente bailarina, consegue dar o tom certo a personagens que precisam de alto grau de interpretação. Por isso fica tão maravilhosa nos papéis de Giselle, Julieta e Manon. É uma exceção dentro do ballet italiano, que nos últimos tempos tem enfrentado uma estagnação e não produz nenhuma grande estrela para o cenário da dança mundial. Se quiserem vê-la dançando, recomendo seus vídeos de Romeu e Julieta, com o Royal Ballet (1989), e de Giselle (1993), com o ABT.
Altynai Asylmuratova

Altynai Asylmuratova, combinando instrução soberba com um poder expressivo raro e beleza constrangedora temperou com um ar de exotismo, veio como um vento refrescante na fase internacional e deu para audiências Ocidentais uma visão virtualmente ideal de balé russo em finais do século XX .Muitos a consideram a última grande bailarina da linhagem ilustre de São Petersburgo.
Nascida em 1961 dentro de uma família de bailarinos , Altynai Asylmuratova foi destinado de certo modo pa se tornar u,ma bailarina. Ela estudou na Academia Vaganova em Leningrad. Depois de graduação em 1978 ela uniu o Ballet Kirov e se torna principal em 1982.
No Kirov ela trabalhou principalmente com Olga Moiseyeva que representou um papel crucial no seu desenvolvimento .
Em janeiro de 2000 ela foi nomeada a Diretora Artística da Vaganova Ballet Academy.
Seu repertório inclui:
Com o Ballet Kirov :
papel de título em La Sylphide
papel de título em Giselle
Odette-Odile
 em Lago do Cisne
Nikiya em La Bayadère
Fada
 lilás em A Bela Adormecida
Aurora em A Bela Adormecida
Masha em O Quebra-nozes
Kitri
 em Don Quixote
solista em Esmeralda Pas de Six
papel de título em Raymonda
Medora
 em Le Corsaire
solista em Paquita Grand Pas
Fanny Cerrito em Pas de Quatre
Zobeide em Sheherazade
papel de título em O Pássaro de Fogo
solista em Chopiniana
Shirin
 em Lenda de Amor
Mekhmene Banu em Lenda de Amor
Zarema em A Fonte de Bakhchisarai
Julieta em Romeo e Julieta (chor. Lavrovsky)
Aegina em Spartacus (chor. Jakobson)
Caroline em Le jardin aux lilas (chor. Tudor)
Terpsichore em Apollo
solista em Tema e Variações
1º movimento de à noite
papel de título em Carmen (chor. Petit)
papel de título em Manon (chor. MacMillan)
Com American Ballet Theatre (ABT) :
Nikiya em La Bayadère
Com Royal Ballet :
Natalia em UM Mês no País (chor. Ashton)
papel de título em Manon (chor. MacMillan)
Julieta em Romeo e Julieta (chor. MacMillan)

Ana Botafogo

Com 7 anos Ana Botafogo tocava triângulo na bandinha de um conservatório de música, onde depois teve as primeiras aulas de balé. Com 11 entrou para a academia de Lêda Iuqui que foi também primeira-bailarina do Teatro Municipal. Mais tarde foi estudar na França. Ela só iria estudar por três meses, mas conseguiu aí seu primeiro contrato profissional, no Balé de Marseille, do Roland Petit. Permaneceu nela por dois anos. Ao retornar ao Brasil, devido ao golpe militar, o Teatro Municipal se encontrava fechado. Rumou para Curitiba, onde foi interpretar o papel-título de Giselle no Teatro Guaíra. Após mais dois anos volta ao Rio, onde em 1981 é admitida no Municipal como primeira bailarina.
Estreou no Municipal com o balé Coppélia, o que abriu muitas portas para convites internacionais. 'Muito trabalho e perseverança', recomenda Ana para aqueles que iniciam a carreira. 'A magia da dança acontece no palco, mesmo que alguém às vezes nem perceba, tem o dedo Dele'. Ana acredita que Deus lhe dá forças para trabalhar, sempre presente em sua vida, e também quando leva alegria para as pessoas através de sua dança.

Anna Pavlova

Anna nasceu em São Petersburgo no dia três de janeiro de 1881, filha de pais pobres. O primeiro espetáculo de ballet que assistiu em sua vida foi A Bela Adormecida, aos oito anos de idade, quando Anna emocionou-se tanto que resolveu o que fazer da sua vida: dançar.
Ela estudou na Escola Imperial de Ballet de São Petersburgo de 1891 a 1899, quando se formou. Antes de uma excursão para a Holanda, Anna pegou um resfriado que agravou-se e transformou-se em pneumonia, vindo a falecer em 23 de janeiro de 1931. O papel pelo qual ela ficou mais conhecida foi A Morte do Cisne, que Mikhail Fokine coreografou especialmente para ela. Outra conquista de Anna foi que ela conseguiu popularizar o ballet para todos. Anna se transformou na mais aclamada bailarina de sua época . Ficou marcada por doar ao público todo o sentimento, tudo aquilo que sentia ao dançar.Um detalhe comovedor na vida de Pavlova , foi que 15 dias antes de sua morte , já com pneumonia dançou pela última vez sua obra preferida "A Morte do Cisne". É considerada a melhor bailarina da época moderna.
Diaghilev
O nome de Diaghilev ocupa lugar de destaque na história da dança contemporânea pela inestimável contribuição de seu trabalho renovador e por ter apresentado o ballet russo ao mundo ocidental pela primeira vez. Filho de pais nobres, Serge nasceu na província russa de Novgorod a 19 de março de 1872. Dotado de rara sensibilidade, dividia o seu tempo entre múltiplas atividades artísticas. Promovendo exposições e concertos, a exemplo da primeira exposição de impressionistas franceses na Rússia (1899-1900) e as Noites de Música Contemporânea (1901), com execuções de obras de jovens compositores russos e estrangeiros como Debussy, Ravel e Dukas. Encorajado por numerosas personalidades parisienses, Diaghilev organizou com sucesso exposições de arte ora na capital francesa oraem São Petersburgo, chegando a fundar nesta última cidade o jornal Mir Isskoustva (O Mundo da arte).
O ballet só entrou definitivamente na vida de Serge Diaghilev no dia em que ele assistiu a famosa bailarina italiana Virgínia Zucchi dançar no Teatro Imperial de São Petersburgo. Seu primeiro trabalho no novo setor foi a supervisão da remontagem completa do ballet Sílvia. No primeiro semestre de 1909, promoveu com êxito absoluto a temporada do Ballet Russo do Teatro Chatelet de Paris, chamando a atenção pela suntuosidade do espetáculo e pela perfeição do conjunto que tinha em seu elenco: Vaslav Nijisnky, Anna Pavlova, Michel Fokine, Tamara Karsavina, Adolph Bolm, Vera Karalli, Mikhail Mordkin. Esses espetáculos marcaram o início de uma revolução da arte teatral do Ocidente, particularmente no ballet.
Exibindo-se em vários teatros do Ocidente, a companhia de Ballets Russes de Diaghilev estreou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 17 de outubro de 1913, com La Sylphide, Le Spectre de la Rose, Le Pavillon d'Armide e Danças Polovtsianas do Príncipe Ígor.
No começo da Grande Guerra de 1914, Diaghilev permaneceu um ano em Veneza, mudando-se depois para a Suíça, onde recebeu convite de Otto Kahn, diretor do Metropolitan Opera House, para se apresentar nos Estados Unidos. Essas turnês alcançaram retumbante sucesso com reprises anuais. O Principiado de Mônaco contratou a Companhia de Diaghilev em 1923 para a Ópera de Monte Carlo, com o novo nome de Ballets Russes de Monte Carlo.
O último espetáculo da companhia foi realizado no Convent Garden, em Londres, em 26 de julho de 1929, apresentando no programa O Baile de Balanchine, O Filho Pródigo e Bodas de Aurora. Diaghilev morreu menos de um mês depois (19 de agosto de 1929) em Veneza.
O seu grandioso empreendimento não acabou com sua morte, deixando imortalizada uma época gloriosa na história da dança neste século.
O segredo dos 21 anos de permanente sucesso da companhia de Diaghilev, num trabalho de vanguarda, teve sempre como base uma equipe de artistas excepcionais escolhidos entre os melhores da época.
Como disse Serge Lifar: "Não podemos tentar continuar o trabalho criador de Diaghilev. Ele foi o criador de pessoas que criavam obras-primas".
Fanny Elssler

Grande rival de Marie Taglioni, a austríaca Fanny Elssler (1810-1884) era exatamente o oposto da grande bailarina. Fanny era mais viva, mais humana, mais sensual, conhecida como a dançarina "pagã", enquanto Taglioni era a "cristã". Ficou famosa também pelas danças folclóricas que levou para o ballet, como a tarantela, a gitana e a cachucha (dança espanhola dançada com tal acerto que simbolizou o temperamento exuberante da bailarina).
Fonte: Ballet - arte, técnica, interpretação, Dalal Achcar
Enciclopédia CD-Rom Encarta
George Balanchine

Considerado o verdadeiro criador do bailado contemporâneo e um dos maiores influenciadores do mundo da dança de nossos dias, George Balanchine nasceu em São Petersburgo, em 1904, com o nome de Georgi Militonovitch Balanchivadze. Por influência do pai compositor, o jovem bailarino estudou composição e piano no Conservatório de Leningrado, o que se tornaria no futuro a base para ser considerado pelos críticos como "o coreógrafo de maior conhecimento musical de nossos tempos".
Ingressando na Escola Imperial em 1914, formou-se na mesma instituição sete anos depois, mas já agora com o nome de Escola de Bailado do Estado Soviético. Estreou como coreógrafo em 1923, com um pequeno grupo de bailarinos entre os quais Alexandra Danilova. No ano seguinte, a pequena companhia que tinha o rótulo de "Os Bailarinos do Estado Russo", aproveitou uma turnê pelo estrangeiro para fugir para o mundo ocidental. Foi quando Balanchine ingressou com seus bailarinos na Companhia de Diaghilev,
criando coreografias importantes como La Pastorale, Jack in the Box e Triumph of Neptune. Com a morte de Diaghilev, tornou-se o primeiro coreógrafo do Ballet de Monte Carlo, produzindo então La Concurrence, Cotillon e Le Bourgeois Gentilhomme. Nessa ocasião, descobriu e lançou talentos como Baronova e Toumanova. A seguir, criou uma série de obras para Les Ballets 1933 de Edward James,
entre os quais Mozartiana, Errante, Songes e Os Sete Pecados Capitais.
A convite de Lincoln Kirstein, Balanchine partiu para os Estados Unidos em fins de 1933 para fundar a Escola de Bailado Americano. Desde então, numa sucessão de trabalhos e aventuras que culminou com a fundação do New York City Ballet, Balanchine passou a liderar o bailado na América do Norte juntamente com Kirstein. Considerado como o mestre no bailado abstrato com base de inspiração na música, George Balanchine é um dos mais brilhantes, talentosos e férteis coreógrafos de nossa época, influenciando outros coreógrafos como William Dollar, John Taras e Todd Bolender. Como diretor artístico, além de coreógrafo,
Balanchine tende a menosprezar o cenário e os figurinos, em parte por razões financeiras, em parte devido às suas çoncepções sobre a relação entre a música e o movimento. A produção de Balanchine como coreógrafo já ultrapassou 80 bailados. Os mais importantes sendo: Serenade, Le Baiser de la Fée, Ballet Imperial, Night Shadow, Theme and Variations, Quatro Temperamentos,
Sinfonia in C, Agon, A Valsa, Western Sinfonia, Liebeslieder Walzer, Sonho de uma noite de verão, Jewels, Le Bourgeois Gentilhomme. Faleceu em abril de 1983.
Jean-Georges Noverre

Dançarino, coreógrafo e escritor de dança francês, Noverre nasceu em 1727 em Paris. Revolucionário em suas concepções, como provam suas Lettres sur la danse et les ballets (1760), quis romper com tudo o que
tornava pesada a tradição clássica (máscaras, vestidos com anquinhas, saltos altos)
e criou novas regras e novos suportes (música, cenários, mise-en-scène).
ALgumas lições deste livro ainda são atuais. Inventor do ballet de ação, colaborou com Gluck (Medéia e Jasão, 1763) e
Mozart (Les petits riens, 1778). Entre suas atividades, Noverre exerceu a de professor de dança, que ensinou até mesmo Maria Antonieta. Morreu em Saint-Germain-en-Laye, em 1810.
Márcia Haidée

Aos 3 anos já tinha aulas de balé clássico. "Lembro-me de falar a minha mãe que queria ser uma das maiores bailarinas do mundo", conta. E conseguiu. Aclamada como a "Maria Callas da dança",
ela já foi disputada por coreógrafos como Maurice Béjart,
Glen Tetley e John Neumeier e
dançou com parceiros famosos como Richard Cragun (seu marido por 16 anos), Rudolf Nureyev e Jorge Donn.
A garota que começou a carreira aos 15 anos, no consagrado Royal Ballet, em Londres,
ainda é assediada com convites de coreógrafos e bailarinos do mundo todo. Ela se mantém em forma e continua com um preparo físico invejável por causa da dança. "Danço nas horas vagas, danço quando estou feliz, danço quando estou cansada", afirma Márcia aos 62 anos, mostrando a receita de um corpo flexível e uma alma sempre jovem. Nada a impede de recolocar as sapatilhas e subir ao palco. Em outubro de 1999, apresentou-se com o bailarino brasileiro Ismael Ivo, com a peça Tristão e Isolda, na Alemanha. "Eu não vou parar nunca de dançar", diz.

Marie Taglioni

Com o aparecimento de Marie Taglioni inaugura-se a
época romântica do ballet. Bailarina sueca estudou
na França adquirindo todos os métodos da escola
francesa , sem perder a virtuosidade da escola
italiana , que aprendeu com seu pai , mestre de ballet
e coreógrafo renomado Filipo Taglioni.
Foi Marie Taglioni que introduziu o uso geral das
pontas . Possuía uma incrível capacidade de saltar,
que durante seus vôos parecia uma mariposa ou um silfo,
podia (assim como Nijinsky )rmanecer momentaneamente
suspensa no espaço, parecia desafiar as leis da
gravidade. Até o traje sofreu modificações profundas
depois de Taglioni. Retirou-se dos palcos aos 43 anos ,
depois de haver atuado por meio século , numa época
em que era costume de 10 a 15 anos no máximo.
Taglioni é considerada depois de Anna Pavlova a
melhor bailarina da época moderna.

Marius Petipa

Marius Petipa chegou na Rússia em 1847, após o
diretor do Teatro Maryinsky tê-lo oferecido a posição
de primeiro bailarino e um salário de 10,000 francos
por ano. le permaneceu ali pelo resto da vida,
trabalhando sob supervisão de Jules Perrot por 15 anos
antes de o substituirem por mestre de ballet.
Petipa revestiu a arte que havia estagnado nas
demonstrações virtuosas da técnica clássica
apresentada sem um conteúdo dramático.
Sob sua direção artística, a Rússia se transformou
no país-líder do ballet. Ele mesmo coreografou
aproximadamente 60 peças, entroduziu o conceito de
balé de longa-metragem e construiu o repertório da
compania Russa.
Como coreógrafo, Petipa deu muito de sua atenção
às passagens de solistas, marcando cada passo para
suavizar as capacidades de seus bailarnos e
conscientemente esculpindo os bailarinos à forma
estrutural da música. Trabalhando com colaboradores de primeira classe como Tchaikovsky, Petipa foi mais
que capaz de coreografar obras-primas qe são executadas
até hoje. Seu senso treatral o lidou a dar efeitos de
palco que eram convincentes. Ele acreditava em dançar
pelo amor da dança.
Como instrutor da Escola Imperial, Petipa aumentou os
estandartes para a técnica da dança e coreografias na Rússia à novas alturas. Ele atingiu o grau de coreógrafo em 1890.
Sua produção de A Bela Adormecida atingiu um sucesso estrondoso, e foi seguido de grandes
trabalhos como Dom Quixote, La Bayadère e Zoraya.
Também vieram Cinderella, uma versão completa de O
Lago dos Cisnes, Raymonda e Harliquinade, entre
outros. A Bela Adormecida permanece como o ponto
mais alto da união de Tchaikovsky e Petipa; é o
apogeu do Ballet Clássico Russo.

Mikhail Baryshnikov

Dançarino americano de origem soviética ( Ri-ga 1948 ).
Durante uma tournée decidiu permanecer no Canadá e
ingressou no Balé Nacional desse país. Em seguida,
tornou-se estrela do American Ballet Theatre
(1974 - 1978), para o qual criou várias obras
( Hamlet connotations, de J. Neumeir, 1976 ),
fundindo diversos estilos. Estrela do New York City
Ballet de 1978 a 1980, foi nomeado diretor artístico
do American Ballet Theatre ( 1980 ). .Atuou no cinema
em Momentos de decisão, de H. Ross ( 1977),
O Sol da Meia Noite e outros. Atualmente não atua
mais no ballet clássico , após Ter dançado obras
imortalizadas como "O Corsário" e "Dom Quixote"
prefere se dedicar o obras mais modernas e
contemporâneas.
Olga Chenchikova

Olga Chenchikova nasceu em Moscou 17 de maio de
1956 . Inicialmente sua mãe a levou a audição para
o Moscou Instituto Coreográfico mas ela não foi aceita.
Ela ganhou uma medalha prateada no Moscou Competição
de Balé Internacional em 1973 e foi premiada com um elogio especial de Konstantin Sergeyev da Escola de
Vaganova. Ela se formou da Escola de Permanente em
1974 e foi levada imediatamente para a companhia de balé do Teatro de Permanente.
Ela permaneceu lá durante três anos executando
vários papéis clássicos, como Paquita, Kitri, e
Aurora que trouxeram grande sucesso a ela e a
aclamaram em St Petersburg. Durante este tempo
ela executou também excursões com a companhia na
Europa Ocidental e já tinha recebido o aplausos de
críticos na Áustria para os desempenhos dela em
Paquita e O Lago dos Cisnes.
Em 1977 ela apresentou-se no Teatro de Maryinsky
como Odette-Odile, dançando com Sergei Vikulov.
Alla Shelest a preparou para este debute auspicioso e depois do desempenho ela foi convidada a unir-se a
companhia. Ela se tornou um das luzes principais do
Balé de Kirov depressa. Inicialmente, ela foi lançada
freqüentemente em papéis mais dramáticos, como Aegina em Spartacus por Jacobson e Zarema, mas rapidamente se via que ela era uma bailarina
clássica de presença
excepcional e o mainstay do seu repertório foram
Aurora, Kitri, Nikiya, e Raymonda. Sua presença era
triunfal em balés contemporâneos que usam um
vocabulário de estilo clássico. Os trabalhos de
Vinogradov, Béjart, e Petit acharam nela uma grandeza
épica que deu para suas criações uma real sensação
de profundidade emocional. O papel de Mekhmene Banu em A Lenda de Amor se tornou um das suposições melhores dela.
O papel com que a maioria das audiências Ocidentais a associa é o divertissement cintilante Paquita no qual muitos a consideram insuperável. O orgulho, grandeza, verdadeiro classicismo, aliado à técnica perfeita e
harmonia completa de movimento a tornaram uma das
melhores bailarinas na história do Kirov.
Chenchikova é uma atriz boa mas a força motriz das
interpretações clássicas é a estrutura da própria
dança clássica. Ela pode construir os passos clássicos
com uma astúcia e sutileza sem igual. . O papel de
Nikiya em La Bayadère, um dos mais desafiadores no
repertório clássico para qualquer dançarino, as danças
do primeiro ato são no princípio ingênuas, então
apaixonado, afetuoso e dramático, o segundo solo
de ato é de melancolia e o final ' Reino das Sombras
requer um adherance rígido ao estilo clássico de
Petipa onde os desafios técnicos devem ser despachados
com facilidade para recrear a qualidade do inanimado ' shade'. A Nikiya de Chenchikova convencia puramente
só pelo seu domínio e variedade clássica .
Ela também era capaz por estes meios para compensar
a falta de uma elevação . A Giselle dela era um
triunfo artístico por causa do seu poder dramático
carregado profundamente um feltro que age no primeiro
ato e as emoções no segundo ato em vindo a esfera da
coreografia de dentro e não se concentrando somente
na altura e ligeireza da elevação do II ato.
Chenchikova sofreu um dano principal durante um
desempenho de Don Quixote em 1995 e levou três meses
descansam para tender o dano. Ela ensaiou para
preparar para alguns dos seus papéis clássicos
novamente mas sentindo que estava na hora de parar
decidiu virar a atenção completa ensinar. Porém, ela
dançou na produção nova de Goya por José Antonio em
1996. Eles foram os últimos desempenhos em fase.
Como um professora ela está principalmente comprometida
como um repetiteur sênior no Maryinsky.
Ainda os seus alunos principais incluem Diana Vishneva,
Maya Dumchenko e Sofia Gumerova ela também trabalhou
com Irina Zhelonkina, Tatiana Amosova, Anastasia
Volochkova, e Natalia Sologub.

O repertório dela inclui:

papel de título em Apartamento de Carmen (chor. Klimova - Permanente)
Beatrice em Criado de Dois Mestres (chor. Boyarchikov - Permanente)
Swanhilda em Coppelia
Odette-Odile em O Lago dos Cisnes
Aurora em A Bela Adormecida
Medora em Le Corsaire
papel de título em Giselle
Kitri, Street Dancer , Rainha do Dryads em Don Quixote,
papel de título em Raymonda
Zarema em A Fonte de Bakhchisarai
Nikiya, Gamzatti em La Bayadère,
Mekhmene Banu em A Lenda de Amor
Aegina em Spartacus (chor. Jakobson)
Solista e papel título em Paquita
Fada em Fada das Montanhas de Rondsky (chor. Vinogradov)
Esmeralda em Notre Dame de Paris (chor. Petit)
Solista em Theme and Variations
Valse em Ivan Susannin
Baya em Goya (chor. o Antônio)
Rudolf Nureyev

Rudolf Nureyev nasceu na Rússia Soviética, se
transformando num dos mais celebrados bailarinos
do século 20 e o primeiro superstar homem do mundo
da dança desde Vaslav Nijinsky. Ele espantava o
público com giros e saltos espetaculares, mas era
seu temperamento apaixonado e sentimental que o fez um fenômeno. mas seu auge foi atingido em 1962 quando
ele fez par com a aclamada bailarina Margot Fonteyn do British Royal Ballet. O magnífico virtuosismo de
Nureyev se mostrou um contraponto à elegância matura de Fonteyn, e logo sua parceria rejuvenesceu a carreira da moça e estabeleceu a dele. Fora sua
ligação ao Royal Ballet como um 'permante artista
convidado' por vinte anos, Nureyev não era afiliado
com a compania de dança. Ele trabalhou como artista
convidado por todo o mundo, tanto como bailarino e
depois como coreógrafo. Nos anos 70 ele se envolveu
com o drama. Apareceu na tevê e em filmes, ele também fez tour nos EUA como o Rei de Sião, numa relembrança do clássico musical da Broadway 'O Rei e Eu'.
Nureyev fez sua última aparição pública em outubro de 1992, como diretor na estréia parisiense de uma nova produção de La Bayadère. Nureyev morreu em 1993, em Paris, França .
Svetlana Zakharova

Svetlana Zakharova é sem dúvida a maior estrela
jovem do Balé Kirov na atualidade . Isto é o resultado do jovem talento dela, a partir de seu avanço rápido
na companhia seu estilo esbelto, fisicamente
talentoso, extremista-flexível e preferindo extensões extremas e linhas sinuosas, Svetlana Zakharova é o
epítome da raça nova de bailarinas do Kirov ao fim
do século XX .
Depois de obter segundo prêmio em 1995 na competição
dos dançarinos jovens Internacionais em St. Petersburg
(Vaganova Prix), ela foi admitida imediatamente ao
terceiro curso na Vaganova Ballet Academy
(classe de Elena Evteyeva) e se formou no Kirov em 1996.
No ano seguinte ela foi promovida a solista.
Nas primeiras quatro tournes com o Kirov e debaixo
da direção experiente de Olga Moiseyeva lhe foram
oferecida oportunidades volumosas. Porém, confrontou
desde o princípio com uma variedade de estilos que
varia dos padrões acadêmicos de A Bela Adormecida e
o mundo lírico de Giselle, para o romanticismo
estilizado de Chopiniana, os dracma-balés do período
soviético, e os padrões neoclássicos de Balanchine,
os resultados eram freqüentemente variáveis e Zakharova
necessitava obviamente de tempo para achar seu lugar
formal no repertório. Uma de suas melhres atuações
foi em O Lago de Cisne, com um suave e comovedora
Rainha de Cisne .
Svetlana Zakharova viajou o mundo com o Kirov
(notavelmente o REINO UNIDO, o E.U.A., Alemanha,
Áustria, O Países Baixos, Austrália, o Japão) e seus
bailarinos dançando com partners como Igor Zelensky,
Viktor Baranov, Evgeni Ivanchenko, Igor Kolb, e Danila
Korsuntsev.

O repertório dela inclui:

Princesa Florine em A Bela Adormecida (1996)
A Morte do Cisne(1996)
Maria em A Fonte de Bakhchisarai (1996)
Masha em O Quebra-nozes (1996)
Gulnara em Le Corsaire (1997)
papel de título em Giselle (1997)
a Noiva em Les Noces (chor. Miroshnichenko) (1997)
Rainha do Dryads em Don Quixote (1997)
Solista no Pas de Deux de Tchaikovsky (1997)
Valsa e Menina de Mazurka em Chopiniana (1997)
A amiga de Julieta em Romeo e Julieta(1997)
Aurora em A Bela Adormecida(1998)
Terpsichore em Apollo (1998)
solista em Serenade (1998)
1º movimento em Sinfonia em C (1998)
Odette-Odile em O Lago dos Cisnes (1998)
Poema de Êxtase (chor. Ratmansky) (1998)
Medora em Le Corsaire (1999)
Nikiya em La Bayadère (1999)
Diamantes em Jóias (2000)
papel de título em Manon (chor. MacMillan) (2000)
Kitri em Don Quixote (2000)
Vaslav Nijinsky

Vaslav Nijinsky nasceu na cidade de Kiev em 28 de
fevereiro de 1890 e foi o segundo filho do casal
Thomas Laurentiyevich Nijinsky e Eleonora Bereda,
os dois célebres bailarinos (inclusive seu pai era
conhecido pelo virtuosismo e seus saltos). Aos nove
anos, Nijinsky entrou na Escola Imperial de Dança de
São Petersburgo, onde seus professores descobriram
seu extraordinário talento. Quando ele tinha 16 anos,
o encorajaram para se formar e ingressar no Teatro
Mariinsky. Ele recusou, preferindo completar seus
anos de colégio comum. Já naquela época o chamavam
de 'a oitava maravilha do mundo'. Nijisnky se formou
na primavera de 1907 e no dia 14 de julho daquele ano
ele passou a ser solista do Mariinsky. Ele dançou
todos os papéis principais do Mariinsky e também do
Teatro Bolshoi, onde ele era bailarino convidado.
Logo veio o sucesso.
Em 1909 Sergey Diaghilev, ex-assistente do
administrador dos Teatros Imperiais, foi convocado
pelo Duque Vladimir a organizar uma companhia de
ballet com membros do Mariinsky e do Bolshoi.
Diaghilev decidiu levar a companhia para Paris
naquela primavera e convidou Nijinsky para ser o
bailarino principal.
Sua expressão de beleza, sua leveza e força de aço,
sua elevação, a capacidade de 'voar', seu virtuosismo
e sua atuação dramática o transformaram num gênio do
ballet. Nijinsky teve um caso de amor com Diaghilev,
o que fazia muitos acreditarem que ele só havia cedido
espaço para suas coreografias pensando no lado afetivo.
Os dois se desentenderam pouco antes da tournée da
companhia pela América do Sul, e Diaghilev não
acompanhou o seu grupo, ficando na França resolvendo
alguns assuntos. Enquanto isso, Nijinsky se desesperava
ao achar que seu amor não o queria mais, noivou no
Brasil com Romola Pulsky, bailarina do corpo de baile,
e casou-se em 1913 na Argentina com uma moça da
companhia só para atacar Diaghilev, que ao saber da
notícia, o demitiu de sua companhia e de seu coração.
Essa decepção amorosa serviu para agravar a
esquizofrenia de Nijisnky, que o fez parar de dançar
em 1919, aos 29 anos. Ele viveu desse ano até sua
morte na Suíça, França e Inglaterra, e faleceu em
Londres em 1950.

Yulia Makhalina

Yulia Makhalina é um verdadeiro fenômeno nos palcos do
Kirov . Porém no inicío de sua carreira ninguém
acreditava em seu futuro promissor , talvez pelo seu
físico alto e longo e até mesmo mais pelo estilo de
desempenho dela, freqüentemente desafiando limites
estilísticos no classics com extensões ouzadas e
linhas flexíveis .Porém, poucos poderiam ter previsto
que ela não era de fato nada menos que o arauto do
agora geralmente apreciada e aclamada pelo tipo de
bailarinas de São Petersburgo.
O repertório de Makhalina cercou a série inteira de
papéis clássicos logo. Porém, ao contrário alguns dos
antecessores dela, até agora Makhalina sempre preferiu
ficar no teatro dela.
Com suas qualidades físicas , um porte cortês, real,
com a calma de um técnico soberbo, Makhalina não é
superada em papéis como a Fada Lilás, Raymonda,
Paquita, Odette-Odile, e Nikiya. Os retratos dela da
Rainha de Cisne e do La Bayadère ganharam uma
combinação notável de intensidade física e emocional
a tempo e os faz entre os melhores no Kirov.
Makhalina também está perfeitamente em casa na
atmosfera mágica de O Pássaro de Fogo, enquanto a
retribuição dela de Mekhmene Banu, a rainha trágica
de Grigorovich em Lenda de Amor, é uma realização
principal.
Constantemente trabalhando nas caracterizações dela,
Makhalina afundou os papéis menos óbvios também
prosperamente. Apesar de seu físico e incongruência
de stylistical, a Giselle dela está tocando e está
intrigando pela sinceridade dela e honestidade; a
Kitri dela é vivaz, engraçada e enérgica.
No início do século XXI está duro predizer em qual
direção que a carreira de Makhalina virará. Em todo
caso seria uma grande piedade para ver um talento
gostar de que sua permanência privou das
possibilidades artísticas de uma carreira fora do
Maryinsky.
Yulia Makhalina tem viajado mundialmente com o Kirov.
Os seus partners incluem Andris Liepa, Konstantin
Zaklinsky, Alexander Gulyaev, Igor Zelensky, Farukh
Ruzimatov, Alexander Kurkov, e Evgeni Ivanchenko.
Ao Kirov ela tem trabalhado principalmente com Olga
Moiseyeva, Gennady Selyutsky, e Elena Evteyeva.
Ela está um recipiente da Medalha de Ouro na
Competição de Balé Internacional em 1990, em Paris
(com Igor Zelensky). Em 1998 ela recebeu o
Benois de la que Danse computam em Moscou para a
interpretação dela de Mekhmene Banu.
Marc Haegeman

O repertório dela inclui:
· Myrtha em Giselle
Rainha das Dryads em Don Quixote
· Medora em Le Corsaire
· Odette-Odile em Lago de Cisne
· Gamzatti em La Bayadère
· Kitri em Don Quixote
· Grand Pas Classique
· Fada Lilás em A Bela Adormecida
· Nikiya em La Bayadère
· Papel Título em Giselle
· Bailarina de Paquita
· Masha em O Quebra-nozes
· Terpsichore em Apollo
· Pas de Deux do Tchaikovsky
· 2º movimento em Sinfonia em C
· Mekhmene Banu em Lenda De Amor
· Papel Título em Raymonda
·Papel Tílulo em La Sylphide
· Papel título em Anna Karenina (chor. Prokovsky)
· Maria em A Fonte de Bakhchisaray
· Zobeide em Scheherazade
· A Morte do Cisne
· Marie Taglioni em Pas de Quatre
· 3º movimento em à noite
· Papel Título em O Pássaro de Fogo
·Condessa de Elba em Goya-Divertissement (chor. o Antônio)
· Juliet em Romeo e Juliet
· Papel Título em Carmen (chor. Petit)
·Papel Título em Manon (chor. MacMillan)

grandesnomesdoballet.blogspot.pt





























































História do Strip-Tease 


O Strip Tease nasceu na década de 20 por causa de uma disputa pela atenção do público no show business norte americano. Os teatros chamados burlescos perdiam terreno para o avanço do cinema como diversão de grandes platéias. A solução encontrada foi colocar jovens bonitas tirando a roupa ao vivo, fazendo a audiência dos teatros.

Rose Louise Hovick (1914-1970) mais conhecida como Gipsy Rose Lee foi um grande nome do Strip-Tease. Rainha do Burlesco, dizem que ela foi à inventora desta arte, mas em um texto no museu do sexo (Mosex)de New York diz que, ao contrário da crença popular, Louise Hovick não inventou o Strip-Tease pois em 1.927 muitas garotas já ficavam peladas no teatro dos quatro irmãos Minskys, na Broadway.

A história aponta Gypsy Rose mais por suas formas do que por seu pioneirismo, e além das formas ela criou a maioria dos trejeitos desta arte, como alguns pequenos gestos, girar e atirar as ligas para a platéia e outros. Naquela época o que mais excitava um homem era a curiosidade, por esse motivo que elas nunca tiravam a parte de baixo do lingerie.

No famoso filme Striptease, Erin Grant (Demi Moore) também arrasa em um Strip-Tease, sem ficar completamente nua. Em outro filme recente intitulado Femme Fatale, Rebeca Romijn fez um Strip-Tease belíssimo, muito sensual, ficando somente de lingerie e, com certeza, os homens que assitiram essa cenas ficaram muito excitados.

A tradução do nome Strip-Tease é tira e excita.Tirar a roupa de uma maneira especial é fascinante e excitante. Essa arte existe ha anos e sempre esteve em evidência, porém nestes últimos anos, temos havido um aumento de interesse muito grande por mulheres de quase todas as idades, inclusive as casadas!

VÍDEOS STREAP TEASE