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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Pinturas incríveis sobre madeira

Pinturas incríveis sobre madeira

www.rotinatensa.com.br

HÁ TEORIAS PARA TODOS OS GOSTOS, UMAS PODEM SER CERTAS, OUTRAS TOTALMENTE DISPARATADAS, EIS AQUI MAIS UMA ! - Por Que Grandes Cidades Desabitadas Estão Sendo Construídas na China? Não temos a menor ligação com as fontes e matéria a seguir, principalmente ao que diz respeito a religião e crenças do autor. Apenas leiam e pesquisem para saber mais sobre o mistério que envolve estas cidades…


Não temos a menor ligação com as fontes e matéria a seguir, principalmente ao que diz respeito a religião e crenças do autor. Apenas leiam e pesquisem para saber mais sobre o mistério que envolve estas cidades…
Cidades Chinesas Vazias!?
"Por que a China está construindo grandes e bem-planejadas 'cidades fantasmas' que estão totalmente vazias de pessoas? O Alerta Vermelho de Jerome Corsi reporta que as fotografias do Google Earth da China mostram cidades de vasta complexidade, formadas por altos edifícios comerciais, edifícios governamentais, edifícios residenciais e casas, todos conectados por malhas de estradas vazias — com algumas das cidades localizadas em regiões realmente inóspitas na China."
"As imagens dessas 'cidades-fantasmas' — após incontáveis bilhões de dólares terem sido gastos no projeto e construção das cidades — revelam que ninguém mora nelas. As fotografias parecem ser de gigantes cidades cenográficas construídas para a filmagem de algum filme apocalíptico em que algum tipo de bomba de nêutrons, ou um desastre natural bizarro, elimina as pessoas da face da Terra e deixa os arranha-céus, estádios esportivos, parques e estradas perfeitamente intactos. Uma das cidades fantasmas chinesas foi construída no meio de um deserto no interior da Mongólia."
"Business Insider mostrou uma série de fotos dessas cidades chinesas fantasmas. Uma delas mostrava que não havia carros na cidade, exceto cerca de uma centena estacionados em pátios em grande parte vazios em torno de um edifício governamental, e outra fotografia mostrava um belo pântano-parque com pessoas acrescentadas usando o Photoshop."
"A China tem agora um inventário estimado de 64 milhões de casas vazias. Ela está construindo até vinte novas cidades fantasmas por ano nas vastas áreas desabitadas do país."
Esta situação é mais do que bizarra! Ela não faz qualquer sentido. E, certamente, não parece ser de bom senso!
Portanto, precisamos procurar outro sentido.
De 1984 até 1996, fiquei admirado em ver como Deus sistematicamente abria uma porta depois da outra para que eu pudesse compreender a vindoura Nova Ordem Mundial, o reinado do Anticristo. Deus trouxe três ex-satanistas até mim, em períodos de tempo diferentes, para que eu pudesse me concentrar naquilo que cada um iria me ensinar. Além disso, cada um deles tinha um nível diferente de especialização no ocultismo e no plano para produzir o vindouro Anticristo e seu reinado de curta duração. Cada um deles me falou sobre o plano a partir da perspectiva de alguém que conhecia internamente a Nova Ordem Internacional. Cada um deles tinha sido gloriosamente salvo por meio do poder e do sangue de Jesus Cristo!
Considere o seguinte:
1) O primeiro ex-satanista era um ex-membro da Casa da Teosofia e da Igreja Mundial de Deus. Em janeiro de 1991, ele me disse enfaticamente que uma pessoa poderia ler mil livros de Nova Era e não compreender o plano para produzir o Anticristo, mas se essa mesma pessoa lesse os dez livros corretos, compreenderia o plano perfeitamente. Portanto, ele queria me indicar os dez livros corretos.
Passei os três anos seguintes estudando minuciosamente cada um desses dez livros com ele. Durante a última parte desse tempo, dois outros livros foram publicados, que ele considerou altamente proveitosos para o estudo, de modo que os investigamos também.
2) O segundo ex-satanista tinha sido líder em um conciliábulo de magia negra e aprendido a praticar a magia dos Illuminati. Esse homem me ensinou a tradição oral do plano, um plano que é tão insidioso que nunca poderia ser publicado na forma impressa.
3) A terceira pessoa era uma ex-satanista, uma "Filha das Trevas", que foi colocada totalmente sob controle mental por seu próprio pai, que estava vinculado com os Illuminati.
Mas, Deus também abriu outras portas periodicamente para me ajudar em minha compreensão. Ele abriu uma porta muito importante em abril de 1999, quando recebi uma ligação telefônica de um autor e pesquisador cristão. Ele estava entusiasmado porque tinha acabado de aprender um aspecto muito secreto do plano da Nova Ordem Mundial de um agente aposentado de um Serviço de Inteligência. Esse autor cristão tinha ficado retido em um aeroporto devido a uma falha mecânica no avião que faria seu voo de conexão. Ele se dirigiu a um bar/restaurante para comer alguma coisa. Após terminar sua refeição, um homem embriagado acenou para ele ir até sua mesa e acompanhá-lo. O autor cristão aceitou o convite, levando seu refrigerante com ele.
Aquele homem bêbado, ao se embebedar ainda mais, revelou sua formação muito interessante. Durante sua carreira, ele tinha sido alocado muitas vezes a projetos relacionados com a vindoura Nova Ordem Mundial. Imediatamente, os ouvidos de meu amigo cristão ficaram atentos e ele incentivou aquele homem bêbado a falar mais.
Subitamente, o ex-oficial da Inteligência se inclinou para o autor cristão e cochichou o seguinte para ele:
"— O que vou lhe dizer é algo muito secreto e que quase ninguém sabe. Se alguma vez você repetir isto, simplesmente vou negar que eu tenha lhe dito. Se você avançar rapidamente no tempo depois que a velha ordem for demolida e a Nova Ordem Mundial estiver estabelecida, descobrirá uma coisa muito chocante. As únicas etnias vivas na Terra serão os mestres europeus caucasianos e os trabalhadores/escravos chineses. Os chineses fornecerão a mão de obra que os mestres Illuminati necessitam para manterem seus estilos de vida sofisticados. Todos os outros povos e etnias serão erradicados."
Ele então continuou, dizendo que os negros tinham sido especificamente marcados para a total extinção!
Quando os líderes do sistema satânico ganharem o controle absoluto sobre o mundo, o Cristo deles "purificará" a Terra. Os escritos ocultistas indicam que o Cristo da Nova Era primeiro estabelecerá seu poder e autoridade sobre todo o mundo por sete anos. Em seguida, ele lançará uma "ação de limpeza" que erradicará todos os povos indesejados e desnecessários.
Agora, sabemos que todos os grupos étnicos, exceto o mestres brancos de origem europeia e os trabalhadores chineses serão erradicados — completamente.
Desde abril de 1999, tenho esperado por alguma evidência que os Illuminati estejam preparando os chineses para serem os trabalhadores para os mestres Illuminati. Sabendo que são necessários anos e muito dinheiro para construir as instalações que os trabalhadores chineses operarão e em que viverão, não estou surpreso em ver essas cidades vazias serem construídas!
Portanto, essas cidades vazias provavelmente estão sendo construídas pelos Illuminati para os trabalhadores chineses.
Finalmente, vejo os indícios que confirmam o fato fantástico que aquele ex-oficial da Inteligência contou para o autor cristão!
Os Illuminati devem estar esperando que o Cristo Maçônico deles aparecerá em apenas mais alguns anos, como essas cidades vazias testificam.

A guerrilha do Araguaia - Saudações amigos e amigas, e camaradas hoje volto a publicar um texto que fala de um capítulo da história brasileira.

A guerrilha do Araguaia



Saudações amigos e amigas, e camaradas hoje volto a publicar um texto que fala de um capítulo  da história brasileira.

O que foi a Guerrilha do Araguaia?

Guerrilha do Araguaia foi um movimento guerrilheiro que se concentrou região amazônica brasileira, ao longo do rio Araguaia, entre fins da década de 1960 e a primeira metade da década de 1970. Criada por militantes do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), tinha por objetivo fomentar uma revolução socialista, a ser iniciada no campo, baseada nas experiências vitoriosas da Revolução Cubana e da Revolução Chinesa.

Combatida pelas Forças Armadas a partir de 1972, quando vários de seus integrantes já haviam se estabelecido na região há pelo menos seis anos, o palco das operações de combate entre a guerrilha e os militares se deu as margens do rio Araguaia, nas atuais divisas dos estados do Pará, Tocantins e Maranhão.

O plano dos guerrilheiros

A decisão de atuar por meio das armas viria depois da decretação do AI-5 e do endurecimento do regime militar. Outros partidos também tentaram seguir pelas armas no meio rural e urbano.

Estima-se que o movimento que pretendia derrubar o governo militar, tomar o poder fomentando um levante da população, primeiro rural e depois urbana, e instalar um governo comunista no Brasil como havia sido feito em Cuba e na China , era composto por cerca de oitenta guerrilheiros sendo que, destes, menos de vinte sobreviveram, entre eles, o ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), José Genoíno, que foi detido pelo Exército em 1972, ainda na primeira fase das operações militares. A grande maioria dos combatentes, formada principalmente por ex-estudantes universitários e profissionais liberais, foi morta em combate na selva ou executada após sua prisão pelos militares, durante as operações finais, em 1973 e 1974. Mais de cinquenta deles são considerados ainda hoje como desaparecidos políticos.

Quem eram os combatentes

A grande maioria dos ditos guerrilheiros eram pessoas ligadas a movimentos estudantis e políticos nos estados do sul e sudeste do Brasil. Após o golpe militar muitos desses ativistas, alguns ligados ao PC do B, passaram a ser perseguidos pelo regime militar nos grande centros. Esses grupos rumaram para regiões mais interioranas do Brasil, para se organizarem e erguerem uma resistência.

Muitos dos guerrilheiros ajudaram a financiar as armas usadas pelos mesmos, que incluíam desde facões até revólveres calibre 38. O grupo conquistou a simpatia dos camponeses locais, prestando serviços a comunidade, uma vez que muitos dos guerrilheiros eram médicos. Essa união acabou gerando certas controvérsias.


A versão oficial

Na época poucas pessoas fora das rodas militares sabiam da existência do grupo de militantes atuando na região do Araguaia. Mesmo após os conflitos as informações não eram muito divulgadas a esse respeito, principalmente por causa da censura imposta aos veículos de imprensa da época.

A presença de camponeses nos confrontos
Na Universidade de Brasília, o jornalista e historiador Hugo Studart defendeu sua tese de doutorado, “Em Algum Lugar das Selvas Amazônicas: As Memórias dos Guerrilheiros do Araguaia (1966-1974)”. A participação de camponeses na Guerrilha do Araguaia tem sido subestimada, afirma Studart. Na tese, assinala Carvalho, o pesquisador “reúne 31 nomes de camponeses mortos e de dois desaparecidos na guerrilha”. A Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, da Secretaria de Direitos Humanos lista seis mortos. Em matéria sobre o assunto “O Globo” assegura que “12 mortes” são “apresentadas como casos consolidados”.

Camponeses da região detidos por militares
A pesquisa de Studart revela, anota Carvalho, que “76 camponeses pegaram em armas ou serviram de ‘apoio forte’ aos guerrilheiros. Os militantes do Partido Comunista do Brasil (PC do B) eram 79. “Os camponeses foram relegados a mera estatística pelos grupos de direitos humanos, que se preocuparam apenas com os guerrilheiros, a maioria estudantes de classe média e profissionais liberais”, contou Studart ao jornal do Rio de Janeiro.

Um relatório do Serviço Nacional de Informações (SNI), citado por Studart, “informa que até 15 de novembro de 1973 haviam sido presos 161 camponeses considerados ‘apoio’ dos guerrilheiros e outros 42 estavam sendo procurados. Ou seja, o SNI havia identificado 203 camponeses ligados à guerrilha” (o trecho entre as aspas é de “O Globo”).

Noutro documento, aparentemente do Centro de Informações do Exército, “militares identificam 36 nomes de ‘apoios fortes’ à guerrilha”, relata Carvalho. “O documento relaciona 10 camponeses mortos. Outros 142 camponeses são apresentados como ‘apoios fracos’ aos guerrilheiros, sem participação política direta”, conta “O Globo”.

O camponês José Ribeiro Dourado, citado na pesquisa, foi morto porque deu comida ao guerrilheiro Osvaldo Orlando da Costa, Osvaldão, um dos chefes da guerrilha. A mulher de José Ribeiro relatou a Studart que um filho do casal, Deusdete, foi preso pelos militares. “O rapaz fora obrigado pelos militares a cortar a cabeça do pai morto”, anota “O Globo”.

Deusdete nunca mais se recuperou, deprimiu-se, tornou-se alcoólatra e enlouqueceu.

Os militares descobrem a guerrilha

A história oficial afirma que em 1972 os militares brasileiros tomaram conhecimento do grupo de guerrilheiros do Araguaia. Numa emboscada ao comunista Carlos Marighella, os militares descobrem documentos com pistas sobre a guerrilha, confirmadas com a prisão e a tortura do ex-guerrilheiro Pedro Albuquerque. Pedro sustenta até hoje que os militares já sabiam a respeito do grupo do Araguaia na época, eles apenas estariam atrás de confirmações.

Acredita-se que o governo já tivesse informações a respeito da existência de um grupo de guerrilheiros, uma vez que militares brasileiros já haviam sido enviados para o Panamá, para receberem treinamento de táticas anti guerrilhas.

Os conflitos no Araguaia

Ao todo três operações foram realizadas pelos militares brasileiros na região do rio Araguaia: A Operação Papagaio, A Operação Sucuri e a Operação Marajoara.


Em 21 de abril de 1972 os militares começaram a entrar na região, entre Marabá e Xambioá, primeiro com uma pequena equipe de cinco homens, um grupo de batedores do CIEx chefiado pelo major Lício Maciel - que trazia consigo como prisioneiro Pedro Albuquerque - e logo em seguida com um batalhão de 400 homens acantonado em cada cidade. Bases foram sendo instaladas no interior e em agosto o total chegava a 1500 homens. Mascarando suas intenções reais, a notícia espalhada era que se tratava de uma manobra do IV Exército, cuja sede ficava em Recife, a 1600 km dali.


Mesmo com um número tão elevado de homens, o exército começou mal a campanha. Suas patrulhas frequentemente sofriam emboscadas. As patrulhas eram lentas e barulhentas, ao contrário dos guerrilheiros. O uso de helicópteros por parte dos militares também era uma aviso para os guerrilheiros que alguma patrulha estaria se movimentando na região.

Cabo Odilio Cruz Rosa, o primeiro morto na Guerrilha do Araguaia
Após meses de conflitos uma retirada do grande contingente de soldados teria sido vista como uma vitória por parte dos guerrilheiros, e muito comemorada pelas partes da comunidade local que apoiavam o movimento. Isso serviu para que os olheiros do exército, que tinham sido infiltrados nas redondezas, conseguisse identificar alguns guerrilheiros e simpatizantes, e principalmente em quais localidades esses grupos poderiam estar atuando.

Em outubro de 1973 as tropas retornaram a região, mas dessa vez foram enviados apenas 400 soldados, todos sem uniformes. A equipe estava altamente armada, porém o armamento estavam sendo armazenado em vários povoados chaves.


Os conflitos na região teriam durado até o final de 1973, início de 1974. Estima-se que os vários confrontos teriam deixado cerca de 76 mortos do lado da guerrilha e 16 mortos dos lados dos militares.

Grupo Zebra

Com o final dos conflitos as tropas deixaram o local. No lugar das tropas e grupos de batedores foram formadas pequenas patrulhas de caçadores chamadas de Grupos Zebra. Compostas de mateiros e militares, especialmente sargentos e cabos, adentraram a selva por meses caçando os guerrilheiros sobreviventes desgarrado. Vários ex-guerrilheiros foram mortos assim e recompensas financeiras pagas aos soldados. Para identificação de guerrilheiros mortos, e posterior recebimento das recompensas, os militares os fotografavam antes de enterrá-los na mata. Quando não havia uma câmera disponível, cortava-se o polegar direito, a mão inteira do cadáver ou mesmo a cabeça.  Em outubro de 1974, a última sobrevivente foi encontrada, descalça e mancando no mato. Era Walkíria Afonso Costa, a "Walk", ex-estudante de Pedagogia da UFMG. Levada à Xambioá, foi executada em 25 de outubro de 1974.

Walkíria Afonso Costa
Em 2009, o Major Curió revelou que as Forças Armadas executaram 41 guerrilheiros no Araguaia depois de serem presos vivos.


Operação Limpeza

Depois que as recompensas foram pagas mediante a comprovação da morte dos guerrilheiros, em 1975 os militares iniciaram o processo de limpeza. Onde os dados das ações militares, como fotografias e outros documentos foram incinerados. Tropas voltaram a região do Araguaia para eliminar rastros que ainda pudesse existir a respeito dos confrontos e das habitações dos guerrilheiros.

Nas operações, que duraram cerca de 10 dias, muitos corpos foram desenterrados e removidos para áreas militares. 

Sobreviventes
De todos os integrantes da guerrilha que atuavam no Araguaia no início da Operação Marajoara, apenas dois escaparam: Ângelo Arroyo, morto dois anos depois em São Paulo, no episódio conhecido como Chacina da Lapa e Micheas Gomes de Almeida, o "Zezinho do Araguaia", que, acompanhando Arroyo na travessia do Maranhão e do Ceará para escapar da área de conflito, desapareceu por mais de vinte anos, sendo encontrado em Goiânia em 1996 depois de viver em São Paulo com outra identidade, e ainda hoje vivo.

Foto com desaparecidos da época do regime militar


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EM BUSCA DOS ÚLTIMOS REIS DE ÁFRICA - Alfred Weidinger é um fotógrafo austríaco especializado na África e que tem um interesse por pessoas. Mais precisamente, desde de 2012, Alfred buscou com sua câmera os remanescentes das monarquias dos maiores reinados africanos. Essa busca resultou em um conjunto de belos retratos da nobreza Africana do século 21, intitulado “Last Kings of Africa”, Os Últimos Reis da África.

Em Busca dos Últimos Reis da África


Em seu trono, o Fon Ndofoa Zofoa III de Babungo, Província Noroeste, Camarões
(Fotografia: Alfred Weidinger; Reprodução/Internet, AfricanDigital Art).

Alfred Weidinger é um fotógrafo austríaco especializado na África e que tem um interesse por pessoas. Mais precisamente, desde de 2012, Alfred buscou com sua câmera os remanescentes das monarquias dos maiores reinados africanos. Essa busca resultou em um conjunto de belos retratos da nobreza Africana do século 21, entitulado “Last Kings of Africa”, Os Últimos Reis da África.


O Notável do Fo de Bamendjou, Província Oeste, Camarões
(Fotografia: Alfred Weidinger; Reprodução/Internet, AfricanDigital Art).

Yagbongwura Tuntumba Sulemana Jakpa Bore Essa, Rei de Gonja, Damongo, Ghana
(Fotografia: Alfred Weidinger; Reprodução/Internet, AfricanDigital Art).
A composição das fotos é inspirada nas fotografias dos Reis, Chefes e Anciãos africanos tiradas do final do século 19 até o início do século 20. Aquelas fotografias se tornaram mundialmente famosas por terem sido disseminadas em formas de cartões postais e itens colecionáveis. Aquela tendência foi inciada pela curiosidade sobre a África nascida paralelamente ao nascimento do domínio colonial europeu naquele continente e, evidentemente, aquelas fotos carregavam o peso da subjugação da África aos poderes estrangeiros.

Hoje, as fotografias destes monarcas funcionam, sobretudo, como registro de um passado que sobrevive sem o poder político, mas com a força da tradição.

Fo Djomo Kamga de Bandjoun, Província Oeste, Camarões
(Fotografia: Alfred Weidinger; Reprodução/Internet, AfricanDigital Art).

Bissagou Mamadou, Lamido de Mokong, Camarões
(Fotografia: Alfred Weidinger; Reprodução/Internet, AfricanDigital Art).

Bissagou Mamadou, Lamido de Mokong, Camarões
(Fotografia: Alfred Weidinger; Reprodução/Internet, African Digital Art).

Nana Yaw Daani II, Co-Governante do Novo Juaben, Gana
(Fotografia: Alfred Weidinger; Reprodução/Internet, African Digital Art).

Alhadji Isse Tize, Lamido de Mogode, Kapsiki, Camarões
(Fotografia: Alfred Weidinger; Reprodução/Internet, AfricanDigital Art).

Alhadji Isse Tize, Lamido de Mogode, Kapsiki, Camarões
(Fotografia: Alfred Weidinger; Reprodução/Internet, AfricanDigital Art).

Bakary Yerima Bouba Alioum, Lamido de Maroua, Camarões
(Fotografia: Alfred Weidinger; Reprodução/Internet, AfricanDigital Art).

Hoje, a nobreza Africana sobrevive. Atualmente existem cerca de 250 reis tribais na África—um vestígio de uma era passada. Nesta posição, esses líderes preservam suas tradições, e suas sabedorias e poderes ainda são honrados. Ao mesmo tempo em que suas heranças culturais são por eles preservadas, eles se estabelecem enquanto uma ponte entre o passado, presente, e com o futuro. As fotografias de Alfred Weidinger retratam o esplendor e vitalidade destes lendários líderes, cujo legado continua apesar das mudanças dos tempos.

E uma boa notícia para os moradores da cidade de São Paulo. “O Museu Afro Brasil celebrará o dia Internacional da África com duas novas exposições”: “Objetos simbólicos – Casa do Patrimônio de Porto Novo, Benin” e “Espírito da África – Os Reis Africanos”. Sim, a segunda é a exposição dos retratos da nobreza africana feitos por Alfred Weidinger. A exibição no Museu Afro Brasil estreou no último dia 22 e se encerrerá em 3 de agosto de 2014. Visitem a Website do Museu Afrowww.museuafrobrasil.org.br para maiores informações.


Alfred Weidinger
(Reprodução/Internet
Alfred Weidinger. Nascido em 1961. Com formação em História da Arte e Antropologia Clássica pela Universidade de Salzburgo, Alfred Weidinger, em 1992, escreveu sua monografia sobre as paisagens do pintor Gustav Klimt, e sua tese de 1998 abordou os primeiros trabalhos do pintor austríaco Oskar Kokoschka. Ele trabalhou como curador de museus e agências de arte em Viena, e suas pesquisas tiveram foco em belas artes e fotografia nos séculos 20 e 21.
Mas desde 1980 o fotógrafo-acadêmico tem trabalhado com foto-documentário na África onde também realizou uma série de retratos. Ele fotografa tanto digitalmente quanto com filme. Seu último projeto é este belíssimo documentário fotográfico sobre os últimos reis e chefes da África, e para o 50o. aniversário do Massacre de Rechnitz em 2015, Weidinger produziu o documentário “Árpád e Géza”.
Seu perfil no site Fotopedia informa: “Alfred tem um ponto de vista único que combina a qualidade da pintura com uma ênfase humanista nas pessoas que ele fotografa. Ele se especializou em fotojornalismo e fotografia turística. Sua paixão é o preto & branco, assim capturando a beleza do dia a dia. A África é seu continente favorito para a fotografia. Ele trabalha quase que exclusivamente com a Leica, e usa as lentes 50mm e 35mm com mais frequência do que a telefoto. Seu instrumento fotográfico é uma Leica M3-P com Noctilux-M 50mm, 0.95, e uma Leica S2 com lentes de 35 e 70mm”.
Visite a Website de Alfred Weidinger e veja todas as fotos dos nobres africanos. A série completa se encontra também disponível na página do fotógrafo no Flickr