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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Os Maiores Vigaristas do Mundo

Os Maiores Vigaristas do Mundo

Marcelo Nascimento – O filho do Dono da Gol

vigarista 1
Quase não dá para acreditar. Mas grande parte das aventuras vividas pelo paranaense Marcelo Nascimento da Rocha – ou Victor Hugo, Juliano Silva ou Marcelo Ferrari Contti, outra de suas 16 identidades – é verdadeira, como confirmaram testemunhas e reportagens.
A sua ousadia maior foi ter-se passado por Henrique Constantino, filho do dono da empresa de aviação Gol. A escritora Mariana Caltabiano compilou esse e outros casos de Nascimento durante um ano gravando depoimentos seus na prisão do Centro de Triagem de Curitiba. O fruto das entrevistas é o livro “Vips – Histórias Reais de um Mentiroso”, em que Nascimento relata, em primeira pessoa, aventuras dignas de um filme. Apesar de ter passado a maior parte de seus 29 anos entre mentiras e vigarices, Nascimento só ficou famoso em 2001. Naquele ano, fugindo à polícia depois de ter sido preso no Acre transportando drogas no avião que pilotava, ele resolveu se divertir. Passou quatro dias num camarote do Recifolia, o Carnaval fora de época da capital pernambucana. Comeu, bebeu e foi elogiado por famosos e modelos usando o nome de Constantino, filho do dono da Gol. Tirou fotos com a modelo Joana Prado, a Feiticeira, então no auge da fama. Foi apresentado pela directoria do Recifolia a Amaury Jr., o que lhe rendeu uma entrevista para a TV. “Fiquei extremamente impressionado com ele, porque é uma pessoa de alto magnetismo”, contou o apresentador à autora do livro. Amaury até pegou boleia no jacto que o “filho do Constantino” havia emprestado a companhia aérea, e ficou surpreendida quando soube da farsa. Nascimento foi condenado por cinco crimes: fraude, falsidade ideológica, associação com o tráfico, apropriação e uso indevido de farda e insígnia, no caso deste último pela Justiça Militar. No tempo em que serviu o Exército, fingiu ter uma patente maior e vendeu motos que seriam leiloadas. As vigarices que conta no livro poderiam colocá-lo em mais uma série de inquéritos policiais e desencadear outras sentenças. O vigarista está numa prisão em Avaré, no interior de São Paulo, e ficará preso por mais quatro anos. Isso se não fugir da cadeia, como já fez três vezes, inclusive enquanto Mariana preparava o livro.

Frank Abagnale – O Rei dos Golpes Curiosos

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Frank William Abagnale foi um dos maiores falsificadores que os Estados Unidos já teve na sua história.
A sua história de vida serviu de inspiração para o filme “Catch Me If You Can” (Prenda-me se for capaz), baseado na sua biografia não oficial de mesmo nome. O seu primeiro golpe foi cheques sem fundo, que descobriu que era possível quando foi forçado a fazer cheques com quantias superiores ao que tinha guardado. Isso, entretanto, funcionou até a hora que o banco parou de emitir mais cheques, o que fez com que abrisse mais contas em bancos diferentes, eventualmente criando novas identidades para isso. Por um período de dois anos, Abagnale disfarçou-se de piloto da companhia aérea Pan Am “Frank Williams” para obter voos de graça pelo mundo por deadheading (pilotos ganham viagens de graça para outras cidades pelo mundo por outras companhias aéreas como cortesia quando precisam fazer voos nestas cidades) em voos normais. No primeiro destes voos, não sabia onde estava o seu assento. Uma hospedeira teve o privilégio de mostrar a Abagnale onde estava o assento. Ele conseguiu falsificar um cartão de identificação da Pan Am através de um modelo e um certificado de piloto da FAA (Federal Aviation Administration). Ele também conseguiu um uniforme da Pan Am fingindo ser um piloto autêntico que perdeu seu uniforme. Frank também forjou outros títulos que lhe fizeram trabalhar sob 8 identidades, além de ter usado muitas outras para forjar cheques, cujo volume de prejuízos passou de 2.5 milhões de dólares em 26 países. Com todo o dinheiro disponível devido aos golpes baixos, criou um estilo de vida, namorando comissárias de bordo, comendo em restaurantes caros, comprando roupas caras. Frank foi preso na França em 1969 quando uma comissária da Air France reconheceu o seu rosto no cartaz que anunciava a sua captura. Quando a polícia francesa o prendeu, todos os 26 países em que cometeu fraude pediram a sua extradição. Em 5 anos, um jovem nova-iorquino de classe média fingiu ser piloto de avião, médico, advogado e professor. Passou cheques falsos em quase todos os estados americanos e em mais de 10 países. E fez uma fortuna de milhões de dólares. Frank começou a carreira aos 16 anos, quando passou mais de 3 mil dólares em cheques sem fundos do pai dele em postos de gasolina. Pouco tempo depois, virou profissional no ramo. Passou a abrir contas com documentos falsos e a imprimir seus próprios cheques. Para levantar menos suspeitas na hora de sacar dinheiro, fingiu ter uma das profissões que mais davam status nos anos 60: piloto de avião. Com menos de 21 anos, Frank já tinha acumulado mais de 500 mil dólares. Passou 5 anos na prisão, e acabou solto com a condição de ajudar o governo a prevenir fraudes com documentos. Actualmente ele preside a Abagnale and Associates, uma empresa de consultoria contra fraudes financeiras.

George Parker – O Audacioso

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Parker foi um dos mais audaciosos vigaristas da história americana. Ele fez a sua vida vendendo marcos públicos de New York para turistas incautos. O seu objeto favorito para venda era a Brooklyn Bridge, que ele vendeu duas vezes por semana durante anos. Convencendo os clientes ingénuos que com a compra da ponte Brooklyn, os contemplados donos da ponte podiam ganhar uma fortuna controlando o trânsito, mediante um pagamento de uma portagem. Mais de uma vez a polícia teve que remover os ingénuos compradores da ponte que tentavam erguer barreiras. Outros marcos públicos que ele “vendeu” foram: o Madison Square Garden, o Metropolitan Museum of Art, Grant’s Tomb e a Estátua da Liberdade. George tinha muitos métodos diferentes para fazer a sua venda. Chegou a criar um falso “escritório” para gerir seus imóveis. Ele produziu um enorme e impressionante quantidade de documentos falsos para provar que ele era o legítimo proprietário de cada um dos imóveis que colocava à venda.

Joseph Weil – O Sedutor de Pessoas Honestas

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Joseph “Yellow Kid” Weil foi um dos mais famosos vigaristas da sua época. Ao longo da sua carreira, acredita-se ter roubado mais de 8 milhões de dólares. Os seus amigos mais próximos diziam que o seu grande trunfo era conhecer muito bem a natureza humana. A sua frase célebre: “Eu não aplico golpes em pessoas honestas, somente naqueles que acham que podem ganhar algo sem dar nada. Para essas, eu dou nada, em troca de algo”. Weil também dizia que a maioria das pessoas que conhecia possuia o que ele chamava de “lado animal” muito mais forte que o seu lado racional, e o apelo de “ganhar algo sem dar nada” seduzia a maioria das pessoas: “Quando as pessoas aprenderem – e eu duvido que elas irão – que não podem ganhar algo de graça, o crime irá desaparecer e viveremos em grande harmonia”.

Bernard Madoff – Golpe Milionário e Símbolo da Crise Mundial

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Se Charles Ponzi foi o pai da fraude financeira mais consagrada por vigaristas no mundo inteiro, Madoff é o responsável por sofisticar as pirâmides financeiras. O vigarista apresentava-se como um hábil investidor e filantropo judeu nos Estados Unidos. Em 1960 fundou uma sociedade de investimento que se tornou queridinha dos engravatados de Wall Street. Mas de génio das finanças, Bernard Madoff não tinha nada. Ele formou uma grande pirâmide especulativa, assim como seu guru Charles Ponzi. O mentiroso simplesmente usava o dinheiro aplicado por novos investidores para remunerar os antigos. Assim como toda a pirâmide, quando a sociedade de investimento parou de receber novos membros, o esquema se desmontou. No total, o calote foi de mais de 50 biliões de dólares, um verdadeiro recorde. Grandes bancos como o HSBC e o Santander perderam muito dinheiro por causa de Madoff, eleito como um dos símbolos da Crise Económica Global. O mentiroso, hoje em dia, repousa na prisão, após ter sido condenado a 150 anos nos Estados Unidos.

www.xonei.com

ZÉ DO TELHADO E REMEXIDO - ROBINS DOS BOSQUES À PORTUGUESA !?

Zé do Telhado: O Robin dos Bosques Português!

Sobrinho-neto do salteador Sodiano, que durante anos espalhou o medo na serra do Marão, entre o Minho e Trás-os-Montes, e filho de Joaquim do Telhado, capitão dos ladrões, José Teixeira da Silva, conhecido como Zé do Telhado, trazia nos genes a vocação que lhe deu fama: bandido.

Zé do Telhado (1818-1875)

Aos 14 anos de idade, Zé do Telhado deixou a aldeia natal de Castelões, em Penafiel, e foi para Lousada aprender o ofício de castrador com um tio francês, casado com uma irmã da sua mãe. Aprendeu o ofício e apaixonou-se pela prima, mas quando se declarou, o pai da moça rejeitou-o por ser pobre. Partiu então para Lisboa, onde se alistou no regimento de lanceiros da rainha, em 1837. Teve o baptismo de fogo na Revolta dos Marechais, ao lado do duque de Saldanha, e deixou a tropa para casar com a prima Ana Lentina. Em 1846-1847, participou na Revolta da Patuleia, salvando a vida ao futuro primeiro-ministro Sá da Bandeira e foi medalhado com a Torre e Espada, a mais alta condecoração portuguesa. Deixou a tropa com o posto de sargento. Ao regressar a casa, viu-se na miséria, perseguido pelos credores. Sem trabalho e sem pão para alimentar os filhos, Zé do Telhado aderiu ao bando de salteadores de que já fazia parte o seu irmão Joaquim.

Carreira do Famoso Salteador!

Tornando-se chefe da quadrilha em 1849, chefia ainda nesse ano, o assalto à casa do lavrador Maciel da Costa, em Macieira. Em Janeiro de 1852, o bando assalta o rico Solar do Carrapatelo, que rendeu 40.000 cruzados, uma fortuna para a época. Três meses depois, novo assalto em Celorico de Basto. Perseguido pela tropa e polícia, Zé do Telhado tem gestos de uma audácia incrível, chegando a aparecer em público em Vila Meã (Amarante), num dia de feira para provar o vinho. Os assaltos continuaram até 1859.

Denunciado, chegou a matar um dos traidores, mas acabou por ser preso quando se preparava para fugir para o Brasil. Levado para a Cadeia da Relação do Porto, aí conheceu o escritor Camilo Castelo Branco, a cumprir pena por adultério, a quem contou a sua história.

Em 1861 Zé do Telhado foi condenado ao degredo e desterrado para Angola. Tornou-se comerciante de borracha, cera e marfim e voltou a casar. Morreu em Malanje, em 1875, aos 57 anos de idade. Como roubou sempre aos mais ricos, Zé do Telhado foi chamado de Robin dos Bosques Português. Hoje existe uma avenida com o seu nome em Castelões, Penafiel, e ruas em Marco de Canaveses e em Mouriz, Paredes.

João Brandão: O Terror das Beiras!

Natural de Midões, concelho de Tábua, João Brandão tornou-se uma lenda em toda a Beira.

Casa onde nasceu João Brandão: o Terror das Beiras.

Durante a Guerra Civil fez parte dos Voluntários da Rainha, no campo liberal, juntamente com o pai e os irmãos. Com sucessivos golpes e revoltas que opuseram cartistas e setembristas, e mais tarde, regeneradores, históricos e progressistas, João Brandão e o seu bando, semearam o terror nas Beiras, conforme os interesses dos dirigentes do governo e da oposição em Lisboa e dos caciques locais. Tanto atacava os miguelistas, como fazia causa comum com eles, como aconteceu durante a Revolta da Patuleia, em 1847. 


João Brandão (1825-1880)Em breve as motivações políticas passaram a dar cobertura a crimes de delito comum, como roubos, assaltos e mortes que se multiplicaram ao longo dos anos em que correu a serra da Estrela a cavalo, à frente dos seus homens armados de trabucos, clavinas e bacamartes. Quando foi acusado de matar o padre Portugal, João Brandão traçou o seu destino. O governo mandou contra ele a tropa: em 1869 foi preso em Tábua, julgado e condenado ao degredo. No ano seguinte, o "Terror das Beiras" foi desterrado para Angola. João Brandão morreu no Bié, em 1880, com 55 anos de idade.

Este Fontanário foi erigido em homenagem a João Brandão: o Terror das Beiras.

Joaquim José de Sousa Reis "O Remexido"

Natural de Estômbar, Lagoa, José Joaquim de Sousa Reis ganhou a alcunha de "Remexido" por se ter rebelado (remexido) contra a autoridade do tutor com quem vivia, em São Bartolomeu de Messines, que se opunha ao seu casamento. Durante a Guerra Civil tomou partido pelos miguelistas e quando o desembarque das tropas liberais do duque da Terceira, em 1833, abriu uma segunda frente no Algarve, o Remexido chefiou um grupo de guerrilheiros que levou a cabo diversas acções violentas por toda a região, tendo como base a serra, onde se escondia do inimigo. Com a derrota de D. Miguel e o fim da guerra, em 1834, as forças absolutistas foram desmobilizadas, mas o carácter irregular das acções do Remexido fez com que os vencedores procurassem vingança. Como não o encontraram, os liberais queimaram-lhe a casa em Messines, açoitaram publicamente a sua mulher por se recusar a revelar o seu paradeiro e mataram-lhe um filho de 14 anos.

Joaquim José de Sousa Reis "O Remexido" (1797-1838).

O Remexido não perdoou, tendo reactivado a guerrilha, agora transformada em bando armado, e pôs o Algarve a ferro e fogo. Em Agosto de 1836, o Remexido atacou o quartel da infantaria de Messines, incendiando as instalações e matando vários soldados antes de se retirar da localidade, que ocupou durante várias horas. As autoridades de Lisboa mandaram sucessivas expedições contra o Remexido, mas nunca conseguiram encontra-lo no seu refúgio na serra algarvia. 

Foi a partir da serra algarvia, que o Remexido cobrou tributos e requisitou alimentos nas povoações. Ficou célebre o seu assalto ao correio de Lisboa. O atrevimento do Remexido fez tremer o governo liberal, já de si dividido entre as facções cartista e setembrista.

O seu braço direito era o padre Marçal José Espada, o que aumentou a credibilidade do Remexido junto das populações. Em Julho de 1838, a sua sorte mudou. Atacado na serra por uma força de cavalaria muito superior, o Remexido fez-lhe frente e resistiu durante um dia inteiro até que ordenou a retirada. Mas durante a manobra foi reconhecido e capturado.

Joaquim José de Sousa Reis "O Remexido", foi levado para Faro, e julgado em conselho de guerra, sendo depois fuzilado no dia 2 de Agosto de 1838, aos 40 anos de idade. 


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JOHN DILLINGER - a sua história - Não há dúvidas de que John Dillinger é o gângster mais aclamado da história, sendo mais amado pelo povo do que detestado, saiba mais detalhes da difícil vida de nosso querido ladrão de bancos, da infância, a Época da Grande Depressão, até a sua morte, mas lembrado e famoso até os tempos atuais.



JOHN DILLINGER


Não há dúvidas de que John Dillinger é o gângster mais aclamado da história, sendo mais amado pelo povo do que detestado, saiba mais detalhes da difícil vida de nosso querido ladrão de bancos, da infância, a Época da Grande Depressão, até a sua morte, mas lembrado e famoso até os tempos atuais.
John Herbert Dillinger nasceu em 22 de junho de 1903, em Indianápolis. Sua altura era 1.70 m. Seus pais, John Wilson Dillinger e Mary Ellen “Mollie” Lancaster, possuíam uma pequena mercearia. Mollie morreu quando John tinha apenas três anos de idade, sendo então criado por Audrey, sua irmã de 17 anos. O pai de John se casou novamente quando ele tinha um pouco mais de idade, nove anos. O pai de John sempre mudava constantemente de humor, não era um pai atencioso, e lhe batia diariamente. Com essa situação, Dillinger começou a frequentar uma gangue chamada “The Dirty Dozen”, no qual ele era líder, onde praticavam furtos de carvão em vagões ferroviários, aos 16 anos.

Dillinger na infância

Tempos depois, abandonou a escola e começou a trabalhar em uma oficina mecânica.. Esperando boas esperanças do seu pai este lhe deu o desprezo. O pai de Dillinger vendeu a casa onde moravam e foi para uma fazenda em Mooresville, Indiana. Pensando que o comportamento do filho iria mudar, Sr. Dillinger estava totalmente enganado. John continuou com o seu emprego em Indianápolis e com suas atividades noturnas, envolvendo lutas, bebidas e prostitutas.

O Pai de Dillinger, John Wilson Diliinger
Em 1923, Dillinger se alistou na Marinha, mas acabou desistindo. Aos 20 anos, ele conheceu e se casou com Beryl Hovious, uma garota de 16 anos, mas os obstáculos de tentar manter seu emprego e de ter um casamento jovem, acabaram o levando a tomar decisões indevidas, o que acabou levando Beryl a pedir o divórcio, anos mais tarde.

Beryl Hovious
Seu primeiro crime foi cometido em 6 de setembro de 1924, junto com um amigo chamado Edgar Singleton, que supostamente o incentivou a ser um gângster. Os dois roubaram a mercearia que pertencia ao Sr. Frank Morgan. Dillinger acabou batendo nele, e este acabou caindo no chão. Os dois foram presos, e Dillinger, sendo o mais jovem dos dois, e sem antecedentes criminais, foi condenado a 10 anos de prisão. Singleton, contratou um advogado, e foi solto mais cedo. Na prisão, Dillinger acabou fazendo amizade com Harry Pierpont, Van Homer Meter, Makley Charles, John Hamilton, Walter Dietrich e Clark Russel, os futuros membros de sua gangue. Em 22 de setembro, Dillinger e seus homens fugiram da Prisão Estadual de Indiana, matando acidentalmente o Xerife Jess Sarber. Em 1934, começa um relacionamento com Billie Frechette, ascendente de franceses.
Alguns bancos roubados por John Dillinger:
- Central National Bank, Indianápolis= U$ 74.000, em 23 de outubro de 1933.
- First National Bank, Iowa= U$ 52.000, em 13 de março de 1934.
- Securities National Bank, Dakota do Sul= U$ 49.000, em 6 de março de 1934.
- Comercial National Bank, Indiana= U$ 29.000, em 30 de junho de 1934.
Em 25 de janeiro de 1934, Dillinger foi preso em Tucson. Dillinger acabou sendo extraditado de avião para Indiana. Foi algemado e arrastado para o avião.

Dillinger sendo retirado do avião
Foi neste tempo em que a famosa foto de Dillinger colocando o braço no ombro do promotor Robert Estill foi tirada, sugerida por jornalistas.

Famosa foto de Dillinger com o braço no ombro de Estill
Em 27 de maio de 1934, se submete a uma cirurgia plástica plástica e começa a ficar desesperado depois  da prisão de Billie, em Chicago. Fica conhecido como O Inimigo Público Nº 1 do FBI e com a sua cabeça valendo U$ 10,000 de recompensa.

Cartaz de recompensa por Dillinger
Em 4 de julho, Dillinger se muda para o apartamento de Anna Sage, a ” Dama de Vermelho”, uma ex-prostituta romena com problemas de deportação. Agora, Dillinger namora com Polly Hamilton, ex-prostituta de Anna e garçonete e adota o nome Jimmy Lawrence. Sage faz um acordo com Melvin Purvis, e em 22 de julho de 1934, Dillinger convida Sage e Polly para assistir ” Manhattan Melodrama”, no Cinema Biograph, em Chicago. Sage avisou a Purvis, e os três foram ver o filme. E Dillinger sabia o tempo todo que os agentes o aguardavam lá fora.

Cinema Biograph
Ao saírem do cinema, Dillinger foi baleado seis vezes nas costas. Sage foi recompensada com U$ 5.000, mas acabou sendo deportada. Morreu em 1947 de insuficiência hepática.

Anna Sage
Mesmo com o fim trágico, John Dillinger nunca deixará de ser o Herói da Época da Grande Depressão, e do Inimigo Público do FBI, mas sempre estará em nossas memórias.

Assinatura de John Dillinger