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domingo, 18 de maio de 2014

Nyotaimori significa a ''apresentação do corpo feminino", muitas vezes referida como "sushi no corpo", é uma prática extremamente rara de servir sashimi e sushi no corpo de uma mulher, normalmente nu, mulheres tornam-se literalmente em bandejas humanas.







Nyotaimori - Sushi no corpo

Nyotaimori significa a ''apresentação do corpo feminino", muitas vezes referida como "sushi no corpo", é uma prática extremamente rara de servir sashimi e sushi no corpo de uma mulher, normalmente nu,  mulheres tornam-se literalmente em bandejas humanas.


Essa prática no Japão é feita por raros restaurante, geralmente ligados à máfia japonesa e foi bem repercutida na mídia nos anos 90. Os países ocidentais gostaram da ideia e importaram para os seus países, no entanto com regras de higiene mais rígidas.
Por questões de higiene, os diversos restaurantes ocidentais são obrigados a colocar um plástico transparente entre o corpo e a comida. Outras regras foram impostas aos clientes : Não podem falar com a “bandeja humana”, muito menos tocar, ou dizer qualquer coisa ofensiva para ela.

Nyotaimori é uma prática tradicional bastante antiga no Japão, onde gueixas eram treinadas para ficarem imóveis durante horas. Para eles, Nyotaimori é uma verdadeira apresentação artística, onde cada alimento é colocado no lugar apropriado.

Embora a prática seja geralmente feita em mulheres, há lugares que oferecem sushis em corpos masculinos e são chamados de Nantaimori. VEJA VÍDEO








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Welcome to Trofa!" - "Welcome to Trofa", foi a saudação com que ontem Paulo Rangel acolheu Jean-Claude Juncker, na deslocação ao Norte de Portugal do candidato conservador à chefia da próxima Comissão europeia.

Welcome to Trofa!"

"Welcome to Trofa", foi a saudação com que ontem Paulo Rangel acolheu Jean-Claude Juncker, na deslocação ao Norte de Portugal do candidato conservador à chefia da próxima Comissão europeia. Juncker fala bem inglês, muito embora essa não seja uma das três línguas do seu país. Mas posso supor que Paulo Rangel já faça parte de uma geração portuguesa para quem o francês é uma língua menos cómoda.

Dito isto, este post é menos sobre o cosmopolitismo linguístico e mais sobre as críticas que, segundo a imprensa, Juncker deixou ao "programa socialista de governo", que alguém lhe deve ter traduzido. É pena que Juncker não se tenha informado melhor antes de se pronunciar. Se acaso tivesse falado com alguns dos vários amigos socialistas que tem em Portugal, eles ter-lhe-iam explicado que esse programa ainda não existe, que naturalmente só deverá aparecer quando eleições legislativas estiverem à vista.

Mesmo assim, antes que alguma vestal rosa se ponha para aí a falar de "ingerência" ou coisa do género, é importante deixar claro que, passando as instituições comunitárias a ter uma dimensão de escolha nacional, projetando-se cada vez mais as grandes formações políticas europeias na nossa vida interna, temos de nos habituar a que estas figuras mandem os seus "bitaites" sobre opções dessa nossa ordem política. É a vida, como diria alguém que espero que, em breve, ande por aí de novo.

Juncker não é o candidato socialista. Mas, aqui entre nós - e só espero que os socialistas não me oiçam! - é um excelente candidato, um homem sério e que já provou ser nosso amigo, um europeísta que, por exemplo, sabe bater o pé à Alemanha.

Se os suíços quiserem, o salário mínimo mais alto do mundo será 3270 euros - Fixação de um valor mínimo de 4000 francos decidida hoje em referendo. Governo e patrões acenam com o risco do aumento do desemprego, sindicatos dizem que valor deve ser lido à luz do elevado custo de vida no país.

Se os suíços quiserem, o salário mínimo mais alto do mundo será 3270 euros

Fixação de um valor mínimo de 4000 francos decidida hoje em referendo. Governo e patrões acenam com o risco do aumento do desemprego, sindicatos dizem que valor deve ser lido à luz do elevado custo de vida no país.


Visto de fora, o aceso debate das últimas semanas na Suíça dá a ideia de um país alheio à realidade para lá das suas fronteiras. Com a Europa a debater-se ainda com uma crise que deixou milhões no desemprego, os suíços decidem neste domingo em referendo a fixação de um salário mínimo nacional. O valor proposto? Quatro mil francos suíços (3270 euros) que deixam a anos-luz o que é pago nos países do Sul da Europa e que é superior aos dos países vizinhos. Mas para os sindicatos, autores da proposta, trata-se apenas de garantir que os trabalhadores menos qualificados conseguem viver do seu salário num dos países mais caros do mundo.
Este é a terceira vez em menos de um ano e meio que a democracia directa na Suíça – onde para convocar um referendo federal bastam cem mil assinaturas – “interfere” na política de salários do país: em Março de 2013, os eleitores decidiram que os accionistas das empresas têm o direito de vetar as remunerações e prémios dos administradores; sete meses depois, chumbaram uma proposta que proibia que os salários dos executivos fossem superiores a 12 vezes o salário do trabalhador com menor remuneração. A estes juntou-se um outro referendo, em Fevereiro, que determinou a reintrodução de quotas para imigrantes vindos da UE, apesar da oposição dos empresários e do Governo federal e dos alertas de Bruxelas para as consequências da decisão nas relações bilaterais.
“A Suíça sempre foi conhecida como um país credível, estável, liberal e aberto, mas estas votações estão a tornar as coisas difíceis para as empresas”, disse à Reuters Daniel Kalt, economista do banco UBS, alertando para o risco de a “insegurança legal tornar a Suíça menos atractiva para os investidores”.
Esse é um dos argumentos usados pelas confederações patronais para rejeitarem a fixação de um salário mínimo que a Suíça até aqui não tinha e que, a ser aprovado, seria o mais alto do mundo, mesmo após a ponderação com o custo de vida no país. Os 22 francos por hora (18 euros) propostos pela União Sindical Suíça (USS) ultrapassam em muito o que vigora na Austrália (o equivalente a 11,18 euros), que detém o actual recorde mundial de salário mínimo. Na Alemanha, onde a fixação de um valor mínimo por hora de trabalho foi uma das chaves para o acordo de grande coligação entre a CDU de Angela Merkel e os sociais-democratas, os patrões vão pagar 8,5 euros por hora a partir de Janeiro.
Prós e contras
Feitas as contas, um trabalhador a tempo inteiro (42 horas semanais), receberia um mínimo de 3270 euros por mês, muito acima dos 1921 euros pagos no Luxemburgo, até agora o país europeu com a remuneração garantida mais alta. Em Portugal, o salário mínimo antes de impostos é de 485 euros por mês; na Bulgária, com a remuneração mais baixa dos 21 países da UE que têm este dispositivo, é de apenas 174 euros.
“O salário mínimo exigido vai pôr em risco o emprego e vai tornar ainda mais difícil o acesso ao mercado de trabalho das pessoas com baixas qualificações e dos jovens”, avisou o Conselho Federal (o governo suíço) quando o referendo foi anunciado. Os patrões acrescentam que a medida pode levar as grandes empresas a deslocar a produção para países onde a mão-de-obra seja mais barata e provocar um aumento generalizado dos preços – a confederação de agricultura, uma das mais críticas da proposta, admitiu que as frutas e legumes podem chegar aos consumidores 25% mais caros.
“Esta é uma medida que não ajuda a criação de emprego”, disse Peter Brabeck-Letmathe, presidente da Nestlé ao Wall Street Journal. A multinacional, uma das maiores e mais emblemáticas do país, já paga aos seus trabalhadores acima desse valor, mas Letmathe afirma que os negócios mais pequenos, sobretudo nas regiões rurais, teriam dificuldades em acompanhar a subida dos salários.
Avisos que os suíços parecem ter levado a sério: as últimas sondagens indicam que 64% dos eleitores planeia votar “não” no referendo deste domingo, ainda que o desfecho dos referendos na Suíça seja por tradição imprevisível.
Mas os sindicatos, apoiados pela oposição de esquerda, asseguram que a proposta não só é sustentável (os 4000 francos equivalem a 60% do salário médio do país, uma porção idêntica à de outros países europeus) como terá um impacto reduzido na economia suíça. Isto porque, sublinham, apenas 9% dos 4,2 milhões de trabalhadores do país recebem abaixo daquela fasquia e a maioria trabalha em sectores dependentes da procura interna, como a hotelaria, serviços domésticos ou pequeno comércio – os menos abrangidos pelas convenções colectivas de trabalho. “Como é que se vão deslocalizar? Será que os suíços vão passar a cortar o cabelo na Polónia ou na Hungria”, questionava-se Ewald Ackermann, dirigente da USS ao site Swissinfo.