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sábado, 10 de maio de 2014

A imutável natureza dos povos "Há povos fadados a serem sempre nada. Obreiros laboriosos, sob o estalar dos chicotes, vêem-se incapazes de um acto colectivo e espontâneo de criação"

A imutável natureza dos povos

"Há povos fadados a serem sempre nada. Obreiros laboriosos, sob o estalar dos chicotes, vêem-se incapazes de um acto colectivo e espontâneo de criação"
Há momentos determinantes da história dos povos. De entre esses momentos são particularmente relevantes aqueles em que um povo diz não aos poderes instituídos, refundando-se, com a aceitação da generalidade da comunidade, mesmo que tenham resultado de actuações de apenas um punhado de descontentes. Esses momentos refundacionais marcam o compasso do tempo universal, bem como os tempos das vidas de cada um. Mudam a história e mudam as histórias.
Certos povos, contudo, são avessos à mudança. São intrinsecamente obedientes. Visceralmente inertes. Mantêm-se por centúrias sujeitos às mesmas estruturas de poder, ainda que com alteração de regimes. São comunidades que variando de orientação política de quem os conduz, se mantêm sempre sob o mesmo tipo estrutural de domínio: permanentemente sob ditaduras, ora com um pendor, ora com o pendor oposto, tudo aceitam, sem questionar a legitimidade despótica ou absolutista do poder que sobre si é exercido.
Já outros povos anseiam permanentemente por mudanças. E mudam. As convulsões são permanentes. Refundam-se a cada virar de esquina. Não mudam apenas caras e cores políticas. Alteram a estrutura dos Estados, reconfiguram os equilíbrios políticos e chegam mesmo a modificar a base geográfica em que assentam.
Há, por fim, aqueles povos que não desejam nada. Agradecem apenas que alguém os conduza. Seja em que sentido for e nos moldes que aprouverem a quem tenha a força suficiente para os subjugar. Por regra são aqueles povos que, ouvidos nas ruas, nos cafés, nos táxis, discordam de tudo. Contestam tudo. Protestam quanto a tudo. Mas apesar disso, limitam-se a esperar tudo. São povos messiânicos, no sentido de que o que os mantém vivos é a esperança num salvador. Nada fazem enquanto "todo". Os desconfortos que todos sentem, mais ou menos profundamente, nas suas vidas, não motivam mais do que escárnio e maldizer. Mais abertos, ou mais ocultos, os protestos não passam disso mesmo. De palavras mais ou menos inflamadas, com mais ou menos secretismo. Esbirros teóricos. São os povos do palpite e da crítica. Do "eu cá acho que"...
São povos fadados a serem sempre nada. A não fazerem nada. Sem uma força motriz e de comando, são inertes. Obreiros laboriosos, sob o estalar dos chicotes, vêem-se incapazes de um acto colectivo e espontâneo de criação. Quem os oiça, porém, acredita que moveriam montanhas à força de braço. Vã esperança: às ocultas ou em público, falam, criticam, gritam, protestam! Chamados a conduzir os seus destinos, assobiam para o lado, fingem não entender, e esperam que passe.
São povos destinados ao jugo dos mais fortes, dos mais espertos, dos mais afoitos. Sabendo-se enganados, preferem sê-lo, a reagir. Em ditadura ou em democracia, vivem sempre a mesma infelicidade. Conscientes do seu fado, mas conhecedores da sua natureza, limitam-se a viver conduzidos, na ânsia calada de que algo mude para si, já que nunca mudará para todos.
*São os países do "para inglês ver", do "entre mortos e feridos alguém há-de escapar" e, pior que tudo, do "em terra de cegos quem tem olho é Rei"!

Por Saragoça da Matta

Advogado, escreve à sexta-feira

Gabou-se no Facebook que o seu processo prescreveu e que ficou com 6.7 milhões de euros Chamou o Ministério Público de “ladrão” por lhe ter “metido” 6.7 milhões ao bolso. Diz ainda que vai pedir uma indemnização a Portugal por terem deixado prescrever o processo.

Gabou-se no Facebook que o seu processo prescreveu e que ficou com 6.7 milhões de euros

Chamou o Ministério Público de “ladrão” por lhe ter “metido” 6.7 milhões ao bolso. Diz ainda que vai pedir uma indemnização a Portugal por terem deixado prescrever o processo.
O caso, que parece insólito, aconteceu mesmo. Num grupo do Faceboo chamado QUE SE LIXE A TROIKA – QUEREMOS AS NOSSAS VIDAS – a Luta vai Continuar o empresário e antigo arguido Manuel Macedo afirmou que o Ministério Público era “ladrão” porque “deixou prescrever o processo e me meteu 6.7 milhões no bolso”.
Além de confirmar que tem na sua posse esse montante, afirma ainda onde é que ele está: ” Se mos tivesse exigido a tempo, eu tê-los-ia pago. Assim….. ficam no banco, no Luxemburgo. Sobre isto já disse tudo. Queixa-te á PGR. Basta que mandes a noticia pra a PGR e ainda te podes constituir assistente no processo”.
A discussão começou quando Manuel Macedo se queixava das atitudes dos administradores do grupo TRIBUNAL NA JUSTIÇA, também no Facebook. O post está público e pode ser visto por qualquer pessoa que tenha uma conta Facebook.

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Quem é Manuel Macedo?

Um artigo do Expresso, datado do início deste ano, afirma que Manuel Macedo ” ficou conhecido por defender os interesses da Indonésia na altura da ocupação de Timor-Leste, esteve, em 2003, seis meses em prisão preventiva por causa deste processo, que corre no Tribunal de Barcelos”.
O processo arrastou-se durante dez anos, sem nunca existir acusação. É por isso que Manuel Macedo irá pedir a indemnização no Tribunal Europeu, possivelmente por atraso na justiça.
Continuando na área dos processos não concluídos, disse o Publico em 2002 que “as suas actividades de apoio à ocupação do território de Timor pelo regime de Suharto terão motivado uma outra investigação, para apurar presumíveis actos de espionagem a favor da Indonésia. Este inquérito não teve continuidade, sendo arquivado pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal”.
Contactado pelo Tugaleaks, Manuel Macedo afirmou que o Tugaleaks podia publicar “o que quiser” e que “[e]m sede própria eu responderei. Mas, tal como a muitos outros, também o aconselho a queixar-se da prescrição do processo à PROCURADORIA GERAL DA REPUBLICA”.

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Prescrever processos tornou-se moda?


Há poucas semanas o Tugaleaks noticiou que uma procuradora, classificada como “medíocre” pelas avaliações internas, deixou prescrever dezenas de processos importantes. Na altura, no acórdão dos juízes podia ler-se que “a produtividade extremamente reduzida, o desempenho funcional descuidado, os atrasos relevantes em processos urgentes e de risco, a somar às apontadas deficiências técnicas, são índices de que a continuidade da requerente em funções é danosa para os cidadãos e compromete a regular administração da justiça.”

Câmara Municipal de Coimbra adquire veículo Audi por 51 mil euros… para uso do presidente

Câmara Municipal de Coimbra adquire veículo Audi por 51 mil euros… para uso do presidente

Um Audi no valor de 51 mil euros foi adquirido em poucos dias, por ajuste direto. Segundo fontes oficiais do Município, o carro destina-se ao uso pelo presidente.
A crise, a Troika e o aumento dos impostos parecem não abalar a saúde financiera da Câmara Municipal de Coimbra, um Município a cargo do PS. Nos últimos dias de Abril foi adquirido um carro, no valor de 51 mil euros. Todo o processo de ajuste direito decorreu em poucos dias e a população começa-se a não achar piada.

Câmara Coimbra Câmara Municipal de Coimbra adquire veículo Audi por 51 mil euros... para uso do presidenteFoto: ICoimbra


Aquisição demorou dois dias

A aquisição desta viatura demorou apenas dois dias. No Portal BASE, o portal do Governo onde são publicados os ajustes directos, encontra-se ainda o prazo de um dia para a entrega do carro.
Segundo o blog Coimbra Jornal, do jornalista Mário Martins. A 28 de Abril a Divisão do Património e Aprovisionamento apresenta a proposta, um dia mais tarde o Presidente da Câmara despacha favoravelmente (receberam, as propostas todas num dia?) e no dia 30 de Abril é proposta a aprovação e aprovada a compra.
Comenta ainda o jornalista, no seu blog pessoal, que “numa altura em que a generalidade dos cidadãos vê aumentar as dificuldades financeiras com que vive, a aquisição do automóvel é um sinal claro de que a crise está ultrapassada e que a retoma da Economia é uma realidade”.

O carro é só para o presidente…

Segundo fontes oficiais da Câmara Municipal de Coimbra, esta aquisição “destina-se ao uso do Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Dr. Manuel Machado, que é também o Presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses”.



Esta foi sem dúvida uma aquisição rápida e benéfica para a empresa Auto Maran que em finais de 2013 tinha também vendido uma viatura 4×4 por 34.440EUR ao Município de Torre de Moncorvo bem como outras viaturas variadas vendidas ao INEM.

Para a Câmara Municipal de Coimbra, o valor dos 51 mil euros junta-se aos ajustes directos já efectuados no valor de 77.376.086,12EUR. Isto é, os 77 milhões de euros… mais IVA.

HOJE - Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Lisboa, Comício/Festa da CDU Estas eleições são um importante contributo na afirmação da alternativa patriótica e de esquerda que o País precisa!

Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Lisboa, Comício/Festa da CDU

Estas eleições são um importante contributo na afirmação da alternativa patriótica e de esquerda que o País precisa!




Iniciamos aqui com este grandioso comício a Campanha Eleitoral para o Parlamento Europeu.
Esta não é uma batalha secundária. Uma batalha que possamos subestimar, muito menos num momento tão grave e preocupante como aquele que o nosso País atravessa.
Esta é uma batalha de grande importância para o prosseguimento da luta do nosso povo pelo direito a decidir do seu futuro e pela salvaguarda e garantia dos seus interesses.
Esta batalha eleitoral que temos entre mãos é a continuação por outros meios – com o voto de cada um – da luta que os trabalhadores, o nosso povo, nós próprios, temos vindo a travar.
E vamos prossegui-la, para derrotar um governo e uma política muito concreta que PS/PSD/CDS concertaram entre si, afundando a vida de milhares e milhares de portugueses, hipotecando o seu futuro!
Uma batalha que pode e deve ser mais um importante contributo que se soma às grandes lutas de massas, na construção e afirmação da alternativa patriótica e de esquerda que o País precisa!
Uma batalha que para ser concretizada com êxito, precisa de alargar a votação na CDU!
Precisamos de mais votos na CDU e precisamos de eleger mais deputados!
É esse o desafio que temos pela frente nos próximos dias e até 25 de Maio, dia das eleições – fazer crescer a CDU e com ela, reforçar a luta pela verdadeira alternativa e vencer a batalha por uma real mudança na situação do País.
Uma verdadeira mudança que só será efectivamente concretizada reforçando a única força que tem um projecto distinto dos que nestes últimos 37 anos governaram o País.
A única força que dá garantias de conduzir consequentemente e levar até ao fim a batalha pela derrota da política de direita e das forças que em Portugal e na Europa a protagonizam. A única força que luta pela concretização de uma nova política para servir o povo e o País, e não a especulação, os agiotas e os grandes banqueiros.
Os desafios que temos pela frente não são apenas dos candidatos. Não são apenas dos activistas da CDU, mas de todos aqueles - democratas, patriotas - que não aceitam, nem se conformam com a ideia de que este governo e as políticas das troikas nacional e estrangeira continuem a afundar o País e a destruir a vida dos portugueses.
Todos nesta batalha somos candidatos! Todos nesta batalha são necessários!
Precisamos de ganhar muitos portugueses para que nenhum voto se perca!
Trazer os desiludidos com uma política de logro e engano sistemático, anos e anos de governos de política de direita e do desastroso processo de enfeudamento do País ao FMI, ao BCE, à União Europeia do directório das grandes potências e dos monopólios.
O balanço que fazemos da pré-campanha eleitoral que agora termina diz-nos que podemos e devemos confiar nesta grande e combativa força que é a CDU!
Concluímos este período com o sentido do dever cumprido, uma convicção baseada no trabalho ímpar que desenvolvemos, na experiência e na intervenção qualificada, uma acção determinada pela defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do país.
Realizámos milhares de contactos por todo o país, efectuámos reuniões, encontros, visitas, arruadas, comícios, uma actividade sem paralelo entre as forças políticas que concorrem a estas eleições para eleger deputados ao Parlamento Europeu.
Nenhuma outra força poderia ter ido para o terreno como nós fomos, como foi a CDU, de cabeça erguida, prestando contas do trabalho realizado, afirmando com total franqueza e transparência as propostas apresentadas e as posições assumidas.
Milhares de contactos que nos permitem enfrentar esta campanha eleitoral seguros das nossas potencialidades, seguros da força das convicções e da ligação do projecto distinto que apresentamos à realidade vivida pelo nosso povo e pelo nosso país.
CDU que encontra a sua razão de ser das suas propostas na sua ligação aos interesses e aspirações de todos quantos são hoje vítimas de uma política de exploração e de destruição.
A única grande força que apresentou propostas para a solução dos problemas do País.
Propostas que correspondem aos interesses de quem trabalha ou vive dos rendimentos do seu trabalho, como servem os interesses e aspirações de outros sectores igualmente massacrados pelas políticas das troikas nacionais e estrangeira, pela política de direita e pela dependência e subserviência face ao grande capital e às grandes potências da União Europeia.
No programa da CDU encontrarão resposta às suas inquietações e uma solução para os seus problemas os pequenos e médios empresários, o comércio tradicional, os pequenos e médios agricultores e a agricultura familiar, os homens e as mulheres da cultura e das ciências, os jovens trabalhadores e os estudantes.
No programa da CDU encontram o compromisso de uma força que tudo fará no Parlamento Europeu para propor e defender políticas de aumento e protecção da produção nacional, defendendo preços justos à produção, a criação de emprego com direitos, o combate efectivo ao desemprego, a defesa da soberania nacional como garante da prevalência dos interesses nacionais e simultaneamente a solidariedade entre países e povos vítimas das políticas da UE.
Propostas que têm sustentação na coerente política patriótica e de esquerda que defendemos para o País.
Uma política que partindo da necessidade e urgência de garantir a renegociação da dívida, assume nas suas opções fundamentais a defesa e desenvolvimento dos sectores produtivos nacionais, a recuperação para o Estado do sector financeiro e de outras empresas e sectores estratégicos para relançar o desenvolvimento do País.
Uma política de valorização do trabalho e dos trabalhadores, da justa distribuição do Rendimento Nacional e da recuperação de salários e rendimentos roubados; uma opção por uma política orçamental de combate ao despesismo e à despesa sumptuária, baseada numa componente fiscal de aumento da tributação dos dividendos e lucros do grande capital e de alívio dos trabalhadores, dos reformados, pensionistas e das micro, pequenas e médias empresas; uma política de defesa e recuperação dos serviços públicos, em particular no que concerne às funções sociais do Estado.
Mas, caros amigos e camaradas, esta pré-campanha eleitoral está marcada também por outros factos significativos, desde logo, pela intensificação das manobras de mistificação e mentira para alijar responsabilidades próprias da parte do PSD, do CDS e do PS na grave situação que o País enfrenta e iludir os reais objectivos das suas opções e da sua política em relação ao futuro.
Nunca se mistificou e mentiu tanto, em tão curto espaço de tempo!
Se a mentira e a mistificação pagassem impostos, estes partidos iam à falência.
Da parte do governo e da sua Aliança eleitoral, assistimos a uma campanha de propaganda, um colossal embuste, tentando criar a ilusão de uma mudança da sua política para o futuro e tentar levar ao engano outra vez os portugueses.
Veem anunciar novas promessas que vão ao arrepio das suas verdadeiras intenções.
Tal como no passado, prometem agora fazer o contrário do que têm feito e pretendem continuar fazer.
Proclamam aos sete ventos que a concretização do Pacto de Agressão foi um êxito, passando por cima das muitas e muitas vidas destruídas, dos dramas escusados, infligidos de forma deliberada a centenas de milhares de portugueses.
Querem riscar uma realidade que tornou o País ainda mais frágil e que hipotecou o seu futuro!
Tentam com tais manobras rasurar três anos de governação desastrosos para o País.
Mas não há propaganda, manobrismo político e demagogia que possam apagar a sua responsabilidade por estes anos de ruína económica e social, nem iludir, como pretendem, a responsabilidade daqueles que entregaram o País às mãos da Troika estrangeira.
Nada pode apagar a sua responsabilidade pelo brutal desemprego, pelo empobrecimentode milhões de portugueses, pelas centenas de milhares de cidadãos empurrados para baixo do limiar da pobreza. Nada pode apagar a sua responsabilidade pelo aumento das desigualdades e das injustiças sociais.
Nada pode apagar a acção destruidora de uma política, de um Pacto e de um governo que fez implodir milhares de pequenas e médias empresas dos mais vários sectores com a sua política de empobrecimento geral e destruição do mercado interno.
Nada pode apagar as consequências da sua política de ataque aos direitos, salários e reformas e a sua devastadora acção de desregulação das relações laborais para impor a lei da selva e de uma exploração do trabalho sem limites.
Nada pode apagar o retrocesso que impuseram ao País nos mais diversos domínios, na cultura, na investigação, na ciência, no poder local, nos serviços públicos necessários ao bem-estar e às necessidades das populações, assegurando os seus direitos primordiais, seja na garantia do direito à saúde, à segurança social, à educação.
Tal como nada pode apagar a responsabilidade de o País, depois de tantos sacrifícios, ter ficado a braços com uma dívida incomensuravelmente maior. Mais 51 mil milhões de euros que ata de pés e mãos o nosso desenvolvimento!
São três anos trágicos que somados às medidas e políticas de austeridade dos PEC do governo do PS, se traduziram num gigantesco retrocesso na vida dos portugueses e do País.
Este é o momento de os penalizar pelos males que fizeram, mas também pelo que pretendem fazer no futuro, derrotando os seus objectivos!
E o que esboçam para o futuro, ao contrário do que afirmam, é a continuação da política de empobrecimento dos trabalhadores e do povo!
Cantam loas à conclusão do programa dito de Assistência Económica e Financeira com a troika. Falam de um grande êxito e de “liberdade de decisão reconquistada”!
Só fala de êxito quem não quer ver o que se passa no País e iludir a realidade da vida agravada e cada vez mais difícil dos portugueses.
Confundem os interesses dos banqueiros, dos grandes grupos económicos, dos especuladores e agiotas com os interesses do povo português.
Só fala de liberdade de decisão reconquistada quem pretende continuar a política de mistificação e mentira e quer manter e continuar a iludir o País com a sua política de submissão ao grande capital nacional e estrangeiro e às grandes potências.
A resposta à dita liberdade está já aí com o anunciado regresso no próximo mês de Setembro dos senhores da Troika a determinarem o que deve ser o Orçamento do País!
Esse Documento – o tal DEO - que o governo aprovou há dias e que confirma que a agressão vai continuar com novos cortes, mais impostos, mais medidas penalizadoras dos rendimentos das classes e camadas populares.
Um Documento que fala de reposição dos rendimentos cortados aos trabalhadores e aos reformados, mas do que na realidade se trata é da confirmação e prolongamento do roubo dos salários e das reformas, tornando permanente aquilo que anunciara ser transitório.
O mesmo em relação aos reformados e pensionistas que viram transformada a Contribuição Extraordinária de Solidariedade que deveria acabar agora como prometeram, por uma nova taxa de carácter permanente.
Uma completa mistificação que tem ainda a agravá-la um novo aumento do IVA e da TSU.
Mas o governo ainda não disse tudo. Não disse que estão a congeminar uma contra-reforma do sistema de pensões para dar uma nova machadada nas reformas.
Vão continuar a política de desregulação do mercado de trabalho, nomeadamente com o objectivo da destruição da contratação colectiva!
Ainda ontem foi entregue na Concertação Social uma proposta que, a concretizar-se, vai permitir baixar ou retirar parte das retribuições e direitos aos trabalhadores! Eles que ainda há dias diziam que não pretendiam baixar remunerações aos trabalhadores do sector privado!
É tudo isto e o que virá nessa carta de intenções do FMI e na nova versão da falsa Reforma do Estado, que abre as portas ao plafonamento das contribuições para a segurança social, à privatização da saúde, da educação e o que mais vamos ver!
Quem pode acreditar num governo que passou a vida a mentir, a dizer uma coisa e a fazer outra!
Não, camaradas e amigos, a saída limpa é uma fraude, como é a sua anunciada libertação com este governo e esta política de submissão nacional!
Se o povo fosse na conversa dos êxitos, da recuperação que aí está, pronta a ser servida, não tardaria a ver a saída limpa transformada na continuação da limpeza do seu bolso e dos magros rendimentos e vidas- sim, porque nos grandes eles não tocam!
Mas o que revelou também esta pré-campanha foi a confirmação de que entre os partidos da troika nacional não há diferenças substanciais em relação às políticas europeias, como não há, no essencial, em relação às políticas nacionais.
Ao ouvirmos o PS e os seus candidatos ou os candidatos da Aliança do governo, ninguém assume a responsabilidade pela situação do país - a culpa morre sempre solteira.
Andam há 37 anos a governar o país à vez!
Querem-nos fazer crer que a crise é apenas o resultado da acção dos dois últimos governos: um porque gastou de mais, o do PS de Sócrates - e o outro, o actual governo do PSD/CDS, porque foi além da dose da austeridade que ambos haviam combinado quando submeteram o país ao programa da troika.
Querem assim iludir, mais uma vez, as verdadeiras causas da crise e da sua comum responsabilidade, empolando diferenças secundárias e circunscrevendo os problemas do País à política orçamental mais recente.
Passam assim, uns e outros - PS e PSD/CDS - uma esponja por cima de uma política nacional conduzida anos a fio pelos seus respectivos governos.
E por uma política europeia marcadamente neoliberal e monetarista, políticas que contribuíram para congelar as políticas de crescimento e desenvolvimento do país.
Querem desligar a mais recente evolução da nossa vida colectiva das suas políticas de recuperação capitalista e restauração monopolista, prosseguidas de forma sistemática, orientadas para promover a exploração do trabalho e a transferência dos recursos do País para os grandes grupos económicos nacionais e estrangeiros que fragilizaram o País e o tornaram mais vulnerável às crises.
Políticas que conduziram a uma economia cada vez mais dependente, em nítida perda das suas capacidades competitivas que se acentuaram com a adesão de Portugal à União Económica e Monetária e consequente implementação da moeda única em condições desvantajosas para o país.
Políticas que impulsionaram uma escandalosa centralização e concentração da riqueza nas mãos de uns poucos que tudo dominam e submetem aos seus interesses o poder político e a economia do país.
Querem desligar a situação criada pelas políticas de desregulamentação financeira e a política de casino que alimentaram, em detrimento da produção real e das condições de vida dos trabalhadores e do povo, dos processos de liberalização e privatização dos sectores básicos e dos serviços públicos que deram um impulso à desindustrialização do país e à liquidação de importantes sectores da sua economia produtiva.
A sua concordância em matérias de fundo, há muito verificada e confirmada nesta pré-campanha, está bem patente na comum vassalagem que prestam em relação ao Tratado Orçamental que coarta a nossa soberania e impõe o pagamento da dívida e da redução do défice ao ritmo de “mata cavalos”
Por isso os vemos falar do Tratado Orçamental como coisa sua.
Instrumento a preservar e a aplicar, para o PSD/CDS - sem disfarce - e para o outro, o PS, apresentando a fantasiosa óptica da “leitura inteligente” ou da “aplicação inteligente” (sic).
A inteligência é, aliás, a palavra-chave com que passaram a disfarçar as suas semelhanças!
Uns, a Aliança do governo, para justificar a política da ditadura do défice a todo o custo e por cima de toda a folha, diz que a consolidação orçamental é um objectivo essencial. O PS também acha, mas afirmam que a consolidação tem que ser (sic) “inteligente”.
Rangel diz que é preciso realismo nas políticas, Assis fala de ”pragmatismo inteligente” - nem mais, nem menos!
Eles pensam, no essencial, da mesma maneira, apenas jogam com as palavras.
É um falso confronto!
É por isso que uns, a Aliança do governo falam da necessidade do “consenso” dos partidos da troika, assente num acordo de regime para depois das eleições. O candidato do PS, Francisco Assis, fazendo jus à sua inclinação direitista, diz que sim, que é preciso o consenso, mas com a direita crítica, onde cabem todos os que têm afundado o País e que Rangel quer dentro do consenso.
O PS lá vai tentando passar entre os pingos da chuva das suas responsabilidades no estado a que chegou o país e na destruição da vida da maioria dos portugueses. Mas por mais que seja essa a sua vontade, não se livra de lhe serem apontadas as marcas da sua política.
É que não houve decisão ou orientação estrutural decidida pelo Parlamento Europeu, tal como cá, que não tenha a marca do PS, com a sua companhia de sempre na política de direita - PSD e CDS.
Por mais que procurem escapar a esse debate - e procuram - não têm forma de contornar que lá como cá têm o rabo preso na política que inferniza a vida aos trabalhadores e ao povo, políticas que alienam o interesse nacional e comprometem o futuro do país.
O PS aí está a cumprir o seu papel, colocando-se do lado em que sempre esteve, do lado dos interesses do grande capital. Ainda agora, quando anda a prometer que não aumentará impostos, ao mesmo tempo que não se compromete em baixá-los, porque diz que não sabe como encontrará o país se for primeiro-ministro.
É que o mesmo PS que ainda não é governo e diz não saber como encontrará as finanças do país, é o mesmo PS que se juntou ao governo para reduzir o IRC.
Nos seus cartazes de propaganda escrevem lado a lado “mudança”, mas quanto mais garrafais são as letras mais deixam transparecer que o conteúdo dessa mudança é vazio.
Mudança que é apenas alternância que é o que o PS oferece ao povo português dentro do disfarce de grande oposição verbal e formal.
Assis declara que tem como referência a governação do PS de Sócrates.
Afirma, disputando a primazia das maldades com o governo do PSD/CDS, que houve mais reformas, devia dizer contra-reformas, no tempo de Sócrates do que nos últimos três anos.
As ditas reformas de Sócrates conhecemo-las nós e o povo, que viu com seus PEC que deram início aos ataques à Escola Pública e Serviço Nacional de Saúde com o encerramento de escolas aos milhares, de centros de saúde e serviços de urgência fechados.
Viram-nas os trabalhadores da Administração Pública com o ataque que iniciou aos salários e direitos e que este governo do PSD/CDS continuou e aprofundou.
Vimo-los na contra-reforma da Segurança Social que introduziu pela primeira vez do factor de sustentabilidade com o tal critério da esperança de vida para diminuir aumentar na prática a idade da reforma e diminuir o valor das pensões.
Vimo-los a lançar contra o sistema de protecção social público, em primeira mão, um ataque às prestações sociais e ao direito universal à saúde e à educação com a famigerada introdução da “condição de recursos”.
Assis tem um desacordo que não é de fundo, mas de táctica em relação a Rangel. O Pacto de Agressão, a política de austeridade que ambos aceitaram e defendem deveria para Assis ser comido às colheres no PEC I, II, III, IV e nos que haviam de vir ao ritmo de 3 em 3 meses se o governo de Sócrates continuasse!
É por tudo isto que a nossa candidatura – a candidatura da CDU – é de facto a única candidatura verdadeiramente alternativa ao actual rumo, seja para Portugal, seja para a Europa.
É por tudo isto que o voto na CDU é a atitude mais coerente de todos aqueles que não se resignam e lutam para derrotar este governo e a política de direita.
É por tudo isto que o voto na CDU é o contributo fundamental para derrotar aqueles que como Rangel dizem que a nossa Constituição da República é letra morta e é fundamental para não termos mais do mesmo como propõe o PS ao afirmarem que isto só lá vai com mais federalismo!
Dar mais força à CDU é dar mais força à luta dos trabalhadores e do povo. É dar força à ideia que é possível e está ao nosso alcance uma real alternativa sustentada numa política patriótica e de esquerda capaz de assegurar a elevação das condições de vida dos trabalhadores e do povo e defender os interesses, a soberania e a independência de Portugal.
Dar mais força à CDU é afirmar que com a força do povo, é possível um Portugal com futuro, numa Europa dos trabalhadores e dos povos.
Vamos para o combate que aí está. Vamos à luta com confiança!

www.pcp.pt

FOI NA BRINCADEIRA E ELE FICOU SATISFEITO



Como Su-24 russo paralisou destroier americano - Como Su-24 russo paralisou destroier americano Foto: RIA Novosti Na semana passada, na Internet russa foi discutido ativamente um comunicado de como um bombardeiro da frente russa Su-24 equipado com um o sistema de neutralização radioeletrônica de última geração havia paralisado no mar Negro o mais sofisticado sistema americano de combate Aegis a bordo do destróier Donald Cook.

Como Su-24 russo paralisou destroier americano

Como Su-24 russo paralisou destroier americano

Na semana passada, na Internet russa foi discutido ativamente um comunicado de como um bombardeiro da frente russa Su-24 equipado com um o sistema de neutralização radioeletrônica de última geração havia paralisado no mar Negro o mais sofisticado sistema americano de combate Aegis a bordo do destróier Donald Cook.

O destróier participava das manobras americano-romenas que tiveram como missão demonstrar a força, diz Pavel Zolotarev, perito em assuntos políticos:
“Em 10 de abril, o Donald Cook armado de mísseis cruzeiro Tomahawk entrou em águas neutras do mar Negro. Os exercícios tiveram por fim intimidar e demonstrar a força em resposta à posição da Rússia na Ucrânia e na Crimeia. Destaque-se que a entrada de navios militares americanos neste espaço aquático contraria a convenção sobre o caráter e os prazos de permanência no mar Negro de vasos de guerra dos países não banhados por este mar.
A Rússia, por seu lado, enviou um avião desarmado Su-24, para sobrevoar o destróier americano. Contudo, este avião, como consideram peritos, foi equipado com um sistema russo de luta radioeletrônicade última geração. Segundo esta versão, o Aegis ainda de longe teria interceptado a aproximação do avião dando alerta de combate.
Tudo decorria como de habitude, tendo os radares da nave calculado a distância até o alvo. Mas de repente todos os telas se apagaram. O Aegis deixou de funcionar e os mísseis não receberam a indicação do alvo. Entretanto, o SU-24 sobrevoou a coberta do destróier, fez uma viragem de combate e imitou um ataque de mísseis. Depois fez uma volta e repetiu durante 12 vezes consecutivos a manobra.
Pelo visto, todas as tentativas de reanimar o Aegis e indicar o alvo ao sistema de defesa antiaérea fracassaram. A reação da Rússia à pressão militar dos EUA foi terrivelmente tranquila, considera Pavel Zolotarev:
“A demonstração foi bastante original. Um bombardeiro sem armas, mas equipado com um sistema de neutralização radioeletrônicade radares do inimigo deu certo atuando contra o destróier com o sistema mais sofisticado de DAA e de DAM a bordo. Mas este sistema de baseamento móvel, neste caso marítimo, tem um defeito considerável – as possibilidades de acompanhar os alvos, que funcionam bem quando há vários navios e é possível coordenar-se entre si. Mas neste caso havia só um destróier. Ao que tudo indica, o algoritmo de trabalho dos radares da nave no sistema Aegis não funcionou sob a ação do sistema de neutralização radioeletrônicaa bordo do Su-24. Por isso foi provocada não apenas uma reação de nervos ao próprio fato do sobrevoo, praticado largamente só no período da Guerra Fria. Houve a seguir mais uma reação ao fato de o sistema mais sofisticado, em primeiro lugar a sua parte informativa, de radares, não ter funcionado em plena medida. Por isso, a parte americana reagiu tão nervosamente”.
Após o incidente, como escreve a mídia estrangeira, o Donald Cook entrou com urgência num porto da Romênia, onde 27 tripulantes do navio solicitaram demissão escrevendo nos pedidos, como se diz, que não pretendem arriscar suas vidas. Tal é confirmado indiretamente por uma declaração do Pentágono, em que se afirma que esse ato tem desmoralizado a tripulação do destróier americano.
Quais podem ser as consequências militares do incidente no Mar Negro, provocado pelos Estados Unidos? Comenta Pavel Zolotarev:
“A meu ver, os americanos irão refletir sobre o aperfeiçoamento do sistema Aegis. Este é o puro lado militar. Mas é pouco provável que politicamente sejam dados quaisquer passos por uma ou outra parte. Essas ações são suficientes. Entretanto, este é um momento desagradável para os americanos. Em geral, o sistema de DAM, que estão desenvolvendo, absorve meios colossais e é necessário provar cada vez que eles devem ser canalizados do orçamento. Ao mesmo tempo, a componente terrestre do sistema de DAM – contra-mísseis em poços – foi testado em condições ideais, mostrando uma baixa eficácia. Este fato é escondido minuciosamente pelo Pentágono. O mais sofisticado sistema Aegis de estacionamento marítimo também revelou neste caso seus defeitos”.
O sistema com que o Su-24 havia chocado o destróier americano Donald Cook tem o nome convencional de Khibiny, como se chama um maciço montanhês na península de Kola, na região polar da Rússia.
O Khibiny é um sistema de neutralização radioeletrônicade última geração com que serão equipados todos os aviões prometedores russos. Há pouco o sistema foi testado em exercícios num polígono na Buriátia. Pelo visto, os testes foram bem-sucedidos, se em breve foi decidido testar o sistema em condições próximas do combate.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2014_04_21/Como-Su-24-russo-paralisou-destroier-americano-9182/

BURLA NOS RESTAURANTES, ESTEJAM ATENTOS AO TOTAL DOS RECIBOS. AJUDEM A TRAVAR MAIS ESTA CHAGA...

BURLA NOS RESTAURANTES, ESTEJAM ATENTOS AO TOTAL DOS RECIBOS. AJUDEM A TRAVAR MAIS ESTA CHAGA...


NOVA BURLA: RESTAURANTES APRESENTAM RECIBOS, ONDE O TOTAL NÃO CORRESPONDE AO SOMATÓRIO!!!
A mim, já me aconteceu 2 vezes. A desculpa do empregado foi que a máquina se deve ter esquecido de apagar a conta do cliente anterior... Mas agora já se descobriu que não é erro, mas sim roubo e burla.
Não acreditem na conversa do erro, porque isto é roubo descarado e planeado, e sempre que acontecer peçam o livro de reclamações e guardem o recibo. 

A CONTA NO RESTAURANTE É MAIS UMA NOVA FORMA DE ROUBAR, E SEM PAGAR IMPOSTOS. 
Devemos conferir a conta e o total. 
Quando vamos a um restaurante, e chega a hora de pagar, muitos nem conferem a conta. Eu confiro e encontro várias vezes coisas a mais. Mas o pior foram os dois casos que apanhei neste último ano. Mesmo os que conferem a conta, esquecem-se de conferir a soma, apenas reparam se tem alguma coisa a mais e não somam. 
Por isso os donos dos restaurantes, decidiram esconder mais um roubo. Colocam os consumos correctos, mas o somatório oculta um valor que não aparece na lista, mas que a máquina adiciona ao total. 
Este caso da imagem não é nenhum dos meus, mas serve apenas de exemplo, para ajudar a alertar. Porque o descaramento deles é grande pois chegam a roubar 30, 40 60 euros. Depende das contas. Por isso esteja atento... não confie nem nas máquinas.
E COMPAREM O RESULTADO !
2,90
5,80
33,60
4,50
18,80
18,80
23,00
3,90
--------
111,30
Mas a máquina somou 173,20 !!
Conseguem adulterar a calculadora para ir ao bolso dos distraídos. Basta colocar na memória, um valor que será transmitido à conta final, isto é, se na memória positiva colocarem 50 euros, este valor fica no TOTAL da conta mas não aparece descriminado na lista.
Se descoberto o erro, eles simplesmente dizem que foi culpa da máquina, e seguem o saque.
É mais um esquema para nos ROUBAR !
CONFIRA BEM AS SUAS CONTAS A PARTIR DE HOJE! DENUNCIE E PARTILHE ESTA BURLA.

apodrecetuga.blogspot.pt