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sexta-feira, 9 de maio de 2014

“TERRORISTA ISLÂMICO” AFINAL ERA AGENTE DOS SERVIÇOS SECRETOS BRITÂNICOS Abu Hamza é um alegado terrorista Islâmico da Grã-Bretanha que ganhou notoriedade pelos seus discursos inflamados, apelando, entre outras coisas, à violência contra não-muçulmanos.


“TERRORISTA ISLÂMICO” AFINAL ERA AGENTE DOS SERVIÇOS SECRETOS BRITÂNICOS


Abu Hamza é um alegado terrorista Islâmico da Grã-Bretanha que ganhou notoriedade pelos seus discursos inflamados, apelando, entre outras coisas, à violência contra não-muçulmanos. Há cerca de uma década que é uma figura nacionalmente conhecida no Reino-Unido, precisamente por ser o tipo de indivíduos que dá má fama à comunidade Islâmica, confirmado através da sua atitude e discurso a narrativa daqueles que veiculam uma imagem negativa do Islão, narrativa que beneficia sobretudo a industria de segurança e militar dos países Ocidentais, providenciando uma razão para inflacionar os mecanismos de repressão e vigilância internos, ao mesmo tempo dando legitimidade às invasões e operações militares Ocidentais pelo mundo Islâmico fora.
Porém muitos na comunidade Islâmica têm vindo a comunicar profundas suspeitas para com personagens como Abu Hamza, acusando-os de serem de facto agentes duplos que recebem ordens e remuneração dos serviços secretos Ocidentais. Estas suspeitas, muitas vezes ridiculizadas como sendo simples teorias de conspiração, acabam de serem confirmadas no caso de Abu Hamza, cujo advogado recentemente revelou que este tem trabalhado com grande proximidade com a principal agência de serviços de inteligência do Reino-Unido, o MI5, agência conhecida na cultura popular como sendo a empregadora do agente secreto mais conhecido do mundo, a personagem semifictícia James Bond.
O conceituado jornal Britanico ‘The Independent‘ confirmou estas revelações a 7 de Maio de 2014:
“Abu Hamza ‘Estava Secretamente a Trabalhar com o MI5′ de Forma a ‘Manter as Ruas de Londres Seguras’
Pregador islâmico radical ajudou a polícia britânica e serviços de inteligência a ‘aliviar as tensões com a comunidade muçulmana’, segundo alegações do seu advogado
Uma ilustração de Abu Hamza durante o seu julgamento num tribunal de Nova Iorque
Uma ilustração de Abu Hamza durante o seu julgamento num tribunal de Nova Iorque
Abu Hamza, o pregador islâmico radical famoso pelos seus sermões cheios de ódio, estava na realidade a trabalhar secretamente com os serviços de inteligência Britânicos ‘para manter as ruas de Londres seguras’ ao ‘esfriar os ânimos mais exaltados’, segundo afirmações do seu advogado em um tribunal dos EUA.
Segurando o que ele (o advogado) afirma serem relatórios da Scotland Yard, Joshua Dratel descreveu o membro do clero como um ‘intermediário’, que cooperou com MI5 e a polícia para tentar acabar com os raptos de reféns estrangeiros e de forma a aliviar as tensões com a comunidade muçulmana na Grã-Bretanha.
A admissão extraordinária vai alimentar teorias de conspiração que ele foi autorizado a pregar o ódio sem ser preso por tanto tempo no Reino Unido precisamente porque estava a trabalhar com as autoridades de segurança.
A ilustração (do advogado de Abu Hamza) do imam Egípcio com o temperamento exaltado apresentou uma imagem muito diferente daquela previamanete apresentada por procuradores, que o acusaram de operar uma rede global de terror a partir da mesquita de Finsbury Park, no norte de Londres


kancella alexandre (google+)


A PARTIR DE HOJE O DESENVOLTURAS & DESACATOS PASSARÁ A INFORMAR O M0VIMENTO DAS BOLSAS

BOLSA DE LISBOA









Market Update - 09/05/2014
Sessão asiática

• As bolsas asiáticas terminaram a semana em terreno misto, apesar da força evidenciada pelo Nikkei 225.

• O índice accionista indiano SENSEX fixou novos máximos históricos, com a banca a subir mais, devido às expectativas de que um novo governo vai ajudar à melhoria do rating dos bancos. O índice Nifty 50 fechou pouco abaixo dos máximos históricos, antes das eleições.

Sessão europeia

• As principais praças europeias iniciaram a sessão de hoje em maré vermelha, depois de ontem o chairman do BCE, Mario Draghi, ter mantido a política monetária, assumindo uma previsão de um período prolongado de inflação baixa. Por cá, o PSI-20, apesar de ter iniciado o dia de hoje com uma ligeira valorização, com a melhoria das perspectivas para a dívida portuguesa por parte da S&P, inverteu a sua tendência para terreno negativo, seguindo assim o resto da Europa. O melhor exemplo para esta inversão é o caso do BCP, que foi das cotadas que mais estava a impulsionar o índice no início da sessão, e agora é um dos títulos que mais está a penalizar.

• O saldo orçamental francês, além de ter saído negativo, saiu abaixo das expectativas (-28,0 mil milhões vs. Exp. -25,7 mil milhões).

• Na Holanda, a produção industrial desiludiu as expectativas (-3,8% vs. Exp. -0,8%), o mesmo aconteceu na Itália, que ainda apresentou resultados mais preocupantes (-0,5% vs. Exp. 0,3%). Enquanto que, no Reino Unido, os valores para este mesmo dado saíram ligeiramente acima do previsto (-0,1% vs. Exp. -0,2%).

• O CPI na Noruega saiu em linha com o esperado (0,4% vs. Exp. 0,4%). O par cambial EUR/NOK reagiu imediatamente deslizando 306pips para mínimos de Novembro de 2013.

• A agência de rating S&P melhorou as perspectivas de Portugal de negativo para estável, com a classificação a manter-se inalterada em BB. Espera-se que a Moody’s actualize hoje a sua avaliação a Portugal, uma vez que não alterou a posição na última data do calendário.


Acções

• CTT (CTT.PT): a operadora postal lidera o PSI-20, com os investidores a aproveitar a queda forte de 6% sofrida ontem para acumular acções antes de entrarem em ex-dividendo a 19 de Maio.

• Banca: o BCP, o BES e o BPI estão a ser vendidas esta manhã, com os investidores a diminuir a exposição antes da Moody’s se pronunciar depois do fecho da bolsa sobre o rating de Portugal, que terá um impacto imediato nas acções da banca.


Análise técnica e fundamental

FOREX
USDCAD, D1 – CAD continua a ganhar força


No Canadá, a construção de casas novas aumentou, sendo um bom indicador para o mercado imobiliário deste país e levando o CAD a valorizar-se e, consequentemente, a pressionar o USD/CAD.

O USD/CAD está a testar a linha de tendência inferior que poderá ser considerada a linha clavicular do H&S que está a formar e a quebra em baixo dá um novo ponto de entrada curta.

Hoje vão ser divulgados dados sobre o emprego canadiano e se houver um aumento da criação de emprego, acima do esperado, ajudará a um novo impulso curto no par cambial.

GBPUSD, H4 – GBP mantém-se forte

Com vários dados macroeconómicos importantes a favorecer o GBP na sessão de hoje, podemos esperar uma forte valorização da libra esterlina em comparação com o USD. A produção da manufactura, que engloba 80% da produção industrial do Reino Unido, saiu acima do esperado, quer na variação mensal (0,5% vs. Exp. 0,3%), quer na anual (3,3% vs. Exp. 2,9%).

A balança comercial também verificou um acréscimo (-8,48 mil milhões de libras vs. Exp. -9 mil milhões), o que mostra a recuperação fortíssima da economia britânica. Com um forte tendência altista, tendo o GBP já valorizado 3,40% desde o início do ano face ao USD, podemos esperar a continuação dessa mesma tendência, depois de uma correcção, até à mais recente resistência, situada nos USD 1,6994.

MATÉRIAS-PRIMAS

OIL, H1 – Petróleo suportado pela Ucrânia e pela queda na oferta


Apesar do Putin ter abandonado o apoio às eleições pró-independentistas no leste da Ucrânia, os separatistas mantêm os planos para eleições no domingo. Este revés colocou um prémio geopolítico nos preços do petróleo. Além disso, os dados do Departamento de Energia publicados na quarta-feira mostraram uma contracção na oferta de crude pela primeira vez em mais de um mês. A conjugação destes dois factores fundamentais sustentam o preço do petróleo.

Em termos técnicos, o petróleo Brent oferece potencial ascendente assim que quebrar em alta a linha de tendência descendente. Se efectivamente quebrar em alta, o potencial altista é de pelo menos 1 dólar por barril. Por seu lado, o crude norte-americano (WTI.OIL) negoceia apoiada uma linha de tendência ascendente. 

ÍNDICES ACCIONISTAS

DE30, H4 – Investidores tomam ganhos nos índices europeus


Segundo as declarações de Mario Draghi na sessão de ontem, a inflação anda pressionada devido aos preços dos bens alimentares e da energia, mas também afirmou que um euro forte e um baixo consumo interno conduzem à desinflação.

Apesar de ter afirmado que o BCE pode actuar na próxima reunião, as declarações facilitistas e amenas de Mario Draghi, conjugadas com o prosseguimento do referendo neste domingo na Ucrânia, por parte dos separatistas pró-russos, apesar do pedido de Putin para adiarem o mesmo, levou à instabilidade nos mercados accionistas europeus.

Depois do DAX 30 ter testado o nível dos 78,6% de Fibonacci no fim da sessão de ontem (9606 pontos), o principal índice alemão pode proseguir com os restantes mercados e cair até ao próximo nível de Fibonacci de 61,8% (9500 pontos).

Fim do domínio Illuminati, crise no Vaticano e seu interesse pelos Alienígenas [Vídeo]



Postado por: Ton Müller
Investigando a fundo estes delicados temas de grande interesse mundial, além do ritualístico "número 11" utilizado pelos astutos manipuladores dos "dois bandos-facção", da influência "alienígena Illuminati-Réptil" e "dos terríveis atentados encobertos das Torres gêmeas de N.Y.", também saiu à luz uma enorme "fraude econômica" que envolve muitas "Instituições Governamentais" e privadas.
Justamente desde "o final de 2012" seus planos nefastos começaram a "retroceder" de maneira irrevogável, existe um "poder-energia superior e cósmico" que está ativando "seus Aliados terrestres" para "desmascarar-revelar" de maneira "contundente e rápida" todos "os encobrimentos" que estavam escondidos há muitos anos.
Neste caso, estaríamos falando de certas "irregularidades de crises financeiras" ocorridas em grandes bancos de prestígio, como "HSBC, Barclays, Banco Santander, J.P. Morgan, Banco Vaticano, Banco Ambrosiano, Royal Bank of Scotland, Goldman Sachs" e em muitos outros. Será que suas "redes" e terríveis descalabros econômicos já estão "saindo à luz"?
Mas esta "enorme rede" terá algo a ver com os últimos "escândalos dentro do Vaticano" que destituíram o conhecido "Banqueiro de Deus", Ettore Gotti Tedeschi, e outros altos funcionários?
E esse não terá sido também "o estopim" para que o Papa Bento XVI renunciasse seu trono em "11 de fevereiro", uma renúncia jamais vista na história da Igreja Católica? S. Malaquias, há vários séculos, prognosticou que haveria "112 pontífices" antes do fim desta civilização e da "Igreja Católica".
Mas quem é esse último Papa? Será que ele mostra "a cara visível" que todos já conhecemos ou a "da sombra" que se oculta muito bem? E o que significa Jorge Mário Bergoglio (Francisco I) ter sido o "primeiro Papa jesuíta na história"? E que precisamente no momento da "apresentação" do recém-eleito Papa, "vários óvnis" tenham sido observados sobre a Praça de São Pedro no Vaticano?
E qual é o motivo do Catolicismo "se envolver" em temas de "existência de vida em outros mundos"? E por que o Teólogo Corrado Balducci, um dos mais importantes "exorcistas e demonólogos" do Vaticano, e também "jesuíta", falou com muita ênfase sobre a existência "dos óvnis e dos extraterrestres"?
E por que "2 cometas anunciadores" com dois pontífices, um "emérito" e outro "em exercício", nestas mesmas datas? Serão maus "augúrios ou tratar-se-á de uma profunda renovação" em toda parte para, assim, iniciar "a nova Era de Luz fotônica"?


10 vídeos que você nunca vai encontrar na internet

10 vídeos que você nunca vai encontrar na internet


Na era moderna, regada de câmeras de vigilância, youtubers e programas televisivos, é praticamente impossível aceitar que alguma coisa poderia não estar ao alcance de alguns cliques.
Mas embora a internet conte com um acervo incontável de vídeos, que se mantém aos olhos do público geral por inúmeras razões, existem algumas produções que se perderam no tempo, e você simplesmente não encontrará em nenhum pedacinho da world wide web.
O Operários foi atrás de algumas informações, e conseguimos listar 10 vídeos que, em algum momento já existiram, mas você nunca vai encontrar na internet. Está preparado? Então olha aí:

10) Roubo do diamante no aeroporte de Bruxelas

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Segundo noticiários, 8 homens mascarados roubaram um diamantes no valor de 50 milhões de dólares no dia 18 de fevereiro de 2013 de dentro de um avião no aeroporto de Bruxelas. Em apenas 15 minutos os bandidos teriam entrado no compartimento de bagagens do avião e roubado a pedra preciosa. Embora conte com um forte sistema de vigilância que diz ter captado a ação dos bandidos, o aeroporto de Bruxelas nunca se pronunciou sobre o assunto ou divulgou as imagens, oque abre brechas para inúmeras teorias da conspiração.

9) Episódio 87 de “Os Muppets”

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“Os Muppets” é um dos programas de TV infantis mais assistidos de todos os tempos, e exibiu no dia 10 de Fevereiro de 1976 o seu episódio de número 87, e se você não assistiu-o, nunca mais assistirá. O episódio conta a história dos Muppets se unindo em uma aventura contra a “Bruxa Malvada do Oeste”. Contudo, a bruxa acabou ficando mais aterrorizante que o pretendido, e logo após ter ido ao ar, a produção do programa recebeu várias reclamações de pais que diziam que suas crianças estavam com medo. Boatos dizem que a única cópia do programa foi queimada pelo diretor, que ficou bravo por não ter tido retorno com o episódio. Em todas as fitas e VHS’s dali para frente o episódio não apareceu. É impossível encontrar o vídeo na internet ou em qualquer outra mídia hoje em dia. O único indício que temos do episódio (fora as alegações) é essa foto tirada pela produção.

8) A fita de Armin Meiwes

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Esta é uma história tão perturbadora, que é muito bom que esse vídeo não esteja na internet. Em 2001, o canibal Armin Meiwes colocou um anúncio no site “The Cannibal Café” dizendo que gostaria de encontrar um voluntário que aceitasse ser “morto e comido” por ele. Surpreendentemente, o americano Bernd Jurgen Brandes se prontificou ao chamado. Armin teria filmado todo o evento, que segundo ele, teria sido uma morte rápida, e um prato bastante apetitoso. Em dezembro de 2002, Meiwes foi preso e condenado a 8 prisão perpétua. O vídeo foi anexado ao inquérito dele, mas nunca chegou a circular na internet inteiro, apenas em printscreens de trechos aleatórios.

7) A morte de Timothy Treadwell

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Timothy Treadwell era um biólogo conhecido no mundo inteiro por seu carinho especial com os ursos. Embora fora duramente criticado por não usar equipamentos de segurança, Timothy era um grande entusiasta e nunca deixava de visitar o parte nacional de Katmai, onde em 2003 foi atacado por um urso, juntamente com a sua namorada. Boatos dizem que as únicas pessoas que viram o vídeo foram a Mãe de Timothy e o promotor responsável pelo caso.

6) As fitas de Karla Homolka

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Um estuprador  aterrorizou a comunidade de Scarborough entre 1980 e 1990. O homem, Paul Bernardo, raptava as mulheres estuprava-as violentamente. Em 1990, Paul se casou com Karla Homolka que também era ligeiramente “estranha”. Karla possuia uma irmã mais nova, e concordou em drogar a sua irmã para que o seu marido pudesse estuprá-la, torturá-la e matá-la (nessa ordem). Todo o ato foi filmado, e 26 meses depois a fita foi parar nas mãos da polícia. Paul e Karla comprem até hoje prisão perpétua. O vídeo foi a prova principal do crime, mas nunca circulou em noticiários ou na internet.

5) O suicídio de Christine Chubbuck

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Christine Chubbuck era uma apresentadora de TV que cometeu suicídio ao vivo em seu programa no dia 15 de julho de 1974. Enquanto o programa era exibido em rede nacional para todos os Estados Unidos, Christine sacou uma arma e atirou em sua própria cabeça. O programa foi interrompido poucos segundos depois. Como não existiam ferramentas de gravação modernas naquela época, acredita-se que nenhuma cópia do vídeo existe atualmente.

4) A bomba da maratona de Boston


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Você deve lembrar das duas bombas que explodiram na Maratona de Boston no dia 15 de abril de 2013, matando três pessoas e deixando mais algumas feridas. Os irmãos russos Dzhokhar e Tamerlan Tsarnaev foram condenados pelo atentado, sob a alegação de que existiria um vídeo onde um deles era visto plantando a bomba, no entanto, o vídeo nunca foi divulgado para o público, e o caso até hoje é alvo de conspiracionistas.

3) Ataque ao pentágono americano

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Em setembro de 2001 o mundo parou quando o Vôo 77 da Amrican Airlines foi sequestrado e caiu contra o Pentágono, oque resultou em 184 mortes. Devido à natureza do ataque, muitas pessoas e câmeras de segurança gravaram o ocorrido (assim como aconteceu no World Trade Center), mas dessa vez, o FBI confiscou todas as fitas e filmagens que encontrou e recusou-se a divulgá-las. Este “medo” todo em divulgar os vídeos, abre brecha para teorias, que sugerem que o avião tenha sido abatido por um caça aéreo americano

2) A morte de Steve Irwin

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Steve era conhecido mundialmente por dedicar sua vida estudando e convivendo com animais, dentre eles, crocodilos e jacarés. No dia 04 de setembro de 2006, enquanto filmava alguns clipes para um documentário do Animel Planet, Steve se viu em águas profundas e ao filmar um crocodilo, foi atacado sorrateiramente por uma arraia, cujo ferrão perfurou sua coluna e seu coração, fazendo com que ele morresse instantaneamente de hemorragia. O incidente foi registrado em vídeo pela sua equipe de filmagem, mas a pedido da família, as imagens nunca foram exibidas.

1) Os vídeos da escola Sandy Hook

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No dia 14 de dezembro de 2012 às nove horas e trinta e cinco minutos, Adam Lanza entrou na Sandy Hook Elementary School e matou 26 pessoas entre estudantes e professores, e depois se suicidou usando um rifle Bushmaster XM15-E2S. A escola tinha atualizado o seu sistema de vigilância algumas semanas antes, e todas as ações de Adam foram registrados em vídeo. O vídeo está sob poder da polícia, e nunca chegou a circular na internet nem em nenhum outro veículo de comunicação.
www.operariosdaweb.com.br

30 FOTOS COM HISTÓRIA

Carro da princesa Diana após o acidente
diana
O papa João Paulo II momentos depois de ter sofrido um atentado à bala em 1981, na Praça São Pedro, no Vaticano.
papa
Titanic
titanic
Turistas fugindo das primeiras tsunamis, Indonésia 2004.
piratas
Foto da sessão no Senado para a votação da Lei Áurea, 1888. Em 13 de maio de 1888, às 15 horas, a Lei Imperial n° 3.353, ou Lei Áurea, foi sancionada pela Princesa Isabel, abolindo a escravatura no Brasil.
senado-aurea
Primeiro Mc Donalds
mc
Mike Tyson VS Evander Holyfield
mike
O primeiro vôo da historia – 14bis
14bis
Senna aconselhando o jovem Schumacher
senna
Primeiro computador do mundo
1pc
Batalha de Iwo Jima
iwo
Saddam hussein minutos antes de ser morto
saddam
A bomba atômica que atingiu Hiroshima em 06/08/1945
bomba
Papa confraternizando-se com Hitler
papa-hitler
Última foto de John Lennon vivo dando autografo ao fã que horas depois o mataria
john
1950 – Bebedouros separados na Carolina do Norte
bebedouro
Primeiro atari
atari
microsoft

Cadáver do Che Guevara
che
kennedy minutos antes de ser assassinado
kennedy
Construção do Cristo redentor
cristo
Adolf hitler e suas vadias
hitlher-va
Nelson Mandela preso
mandela
Chaves
chaves
Enola Gay – avião que jogou a bomba sobre Hiroshima
enola
Foto de John Lennon no Necrotério.
john2
Chuck Norris e Bruce Lee
chuck-bruce
Michael Jackson no enterro de James Brown
mj
Morre Elvis Presley
elvis
Foto famosa conhecida como “The Power of One”, 2007.Em 2007, Oded Balilty registrou não só um momento histórico, mas o poder que uma única pessoa pode ter diante de algo que ameaça sua segurança. A fotografia, conhecida como “The Power Of One” ganhou o prêmio “Pulitzer Breaking News Photography” em 2007 após retratar uma mulher judia enfrentando a Força de Segurança Israelita, na Cisjordânia, que estava prestes a desalojar centenas de judeus em assentamentos ilegais.
power
www.humordaterra.com

Vira o disco e toca o mesmo Que, no caso, é nada. - E não sou eu (suspeito) quem o afirma, mas o editorialista do "Público".

Vira o disco e toca o mesmo

Que, no caso, é nada. E não sou eu (suspeito) quem o afirma, mas o editorialista do "Público".


terradosespantos.blogspot.pt

HISTÓRIA DA GUERRA COLONIAL 46ª PARTE - Veja o vídeo Combatentes do Ultramar contam dificuldades e medos vividos passados - O PRIMEIRO ATAQUE - DE GUILEJE A GADAM,AEL (O CORREDOR DA MORTE)

combatentes contam dificuldades vividas



O PRIMEIRO ATAQUE....

O nosso primeiro "embrulhanço", é retratado com grande realismo no livro "A Pátria ou a vida", (que para quem não sabe é da autoria do então comandante da companhia 2781).
Digitalização das páginas 98 e 99.
Pfiuuu, pfiuuu - pá, pá. Pfiuu, pfiuu, pfiuu-pá, pá, pá-pfiuuu, pfiuuu, pfiuu-pá -pá-pá. Pfiuuu... pum... Pfiu, pfiuu-pá-pá-pá... Pfiiiu... pum-pfiuu -pá-pá. Tá-tá-tá-tá... Valha-nos Nossa senhora!... Pfiu, pfiu-pá-pá... Cabrões!, filhos da puta!, tá-tá-tá-tá... Pfoc... pom, pfiu, pfiu, pfiu-pá-pá-pá-pá... Ai que ficamos aqui todos!... Tá-tá-tá-tá... Tó-tó-tó-tó... Pfiium... pum... Tá-tá-tá-tá-tá... Vira-me o caralho da arma para outro lado, cabrão!... Pfoc... pom, pfiu, pá, pá... tá-tá-tá-tá-tá... Pum, catrapum, pum... tá-tá- tá... Pfoc, pfiu, pfiu-pá-pá... pom... Filhos dum caralho!... Tá-tá-tá-tá... Pfiium... pum... Eh!, caralho, vamos é sair daqui senão fodemo -no todos!... Tá-tá-tá-tá... tó-tó-tó-tó... Pfiu-pá... Vejam para onde estão a fazer fogo, caralho!... Tá-tá-tá-tá... Mas, afinal, onde é que os cabrões estão?... Traz a HK para aqui... aponta para além... Pfiu, pfiu-pá-pá... tó-tó-tó-tó-tó... O cabrão do Morteiro 60 para onde é que está a fazer fogo?... Tá-tá-tá-tá, pfoc-pfoc-pfoc... pom, pom, pom... pom, pom... Para onde aponto, meu furriel?... pfiu, pfiu, pfiu... pá-pá-pá... Vai chamar furriel ao caralho, e aponta para além... Tá-tá-tá... Tó-tó-tó -tó.. Pfoc, pom-pom. «Parem o fogo, caralho!» — bem que há muito tempo o alferes da Companhia africana berrava a mesma coisa. «Parem o fogo, porra!» — gritava agora o Capitão. Tá-tá-tá... tá... tá Tó -tó.. tó tó... Pfoc... pom... tá-tá... pom. E a muito custo o fogo lá foi parando, uns porque perceberam e obedeceram, outros porque se mais quisessem já não tinham com quê. Afinal, parece que já há muito tempo (e o que é aqui muito tempo?) éramos só nós a disparar que nem uns desalmados, para lá, para onde calhava, pois donde eles atacaram ou onde agora estavam, isso não chegámos a perceber, com todos aque98 les tiros, chicotadas e bazucadas por cima das nossas cabeças, fora o infernal cagaçal que nós próprios fazíamos. Periquitos, não é? E os que já não são ou como estes africanos que nunca o foram?... A ordem, agora, era para preparar e retirar. E vontade disso todos tínhamos; mas a bicha, que voltou a recompor-se, não havia maneira de avançar. De resto, vá que não vá, que aqui ao lado, no pessoal da nossa secção e parece mesmo que do nosso pelotão, não houve azar. Já lá para a frente é que se sente um grande burburinho de surdas imprecações entre os africanos e ali mais para o lado ouvem-se uns gemidos de dor de alguém que de certeza é dos nossos, e estão a pedir com alguma aflição para avançar o socorrista. No rádio já estão a pedir evacuações, e o capitão mandou agora montar a segurança e alargar o dispositivo, enquanto chama uns tantos para ajudar a capinar mato para o helicóptero poder aterrar. Mesmo assim, no final de tanto estardalhaço, era de pensar que fosse bem pior. As duas primeiras bazucadas de RPG acertaram em cheio nos dois soldados da Companhia africana que estavam destacados em missão de vigilância: um, mesmo na cabeça que desapareceu completamente, esfrangalhada pelo pescoço; outro, em cheio no peito, deixando para ali um corpo praticamente informe com bocados de pele, carne e ossos por tudo quanto era sítio. E há coisas de que nem é bom falar, ali esborrachadas contra os troncos e outras dependuradas de ramos das árvores mais próximas. Sabe Deus a impressão que tudo isto deixa — andarmos para aqui a arrumar estes restos todos em panos de tenda estendidos no chão, apanhando bocados e bocadinhos ainda quentes, enquanto se espera que cheguem as evacuações. Dos nossos só ficou ferido um moço de transmissões, com uns poucos de estilhaços de RPG. Mas não parece que corra risco de vida.

Citação de:http://guinecolonial.home.sapo.pt/cronicas.htm#aerograma2
Há muito tempo que os altos comandos preparavam uma operação de envergadura para Naga, na altura uma das zonas mais inóspitas no teatro de operações da Guiné, onde o 
PAIGC mantinha tranquilamente há muitos meses uma importante base de apoio. Para além de zona de treino de guerrilha existia escola, posto médico e outros equipamentos, a servir uma significativa concentração populacional, Bissum.
A operação vinha sendo preparada com muito sigilo já que seria decisivo o factor surpresa. O objectivo consistia em instalar um novo aquartelamento a nível de companhia para colmatar uma notória lacuna na malha da quadrícula militar.
Na altura o meu batalhão original ocupava a zona de Bula, a norte de Bissau, e a minha companhia tinha as funções de companhia de intervenção. Significava o permanente estado de prontidão para acorrer a qualquer situação inesperada, como fosse a reacção imediata a um ataque ao quartel ou à povoação, o auxílio ou o reforço a uma outra força no exterior, ou as operações programadas, como a montagem de emboscadas nos caminhos de acesso à povoação ou a escolta para transporte de armamento ou alimentos a outro quartel.
Designada outra companhia para ocupar o quartel a construir em Bissum, foi esta reforçada com um pelotão da dita companhia de intervenção, na circunstância o meu, para além do pelotão de sapadores especializado na construção de edificações militares, minagem e desminagem, montagem de armadilhas, etc.
A operação envolvia várias fases, a primeira das quais era a chegada de surpresa ao local, primeiro em coluna apeada e depois em lanchas da marinha, já que a zona de Naga era atravessada pelo rio Cacheu e a clareira onde nos pretendíamos instalar era praticamente ribeirinha. Muito perto existia a já referida povoação de Bissum, nome que, naturalmente passou a designar o futuro quartel.
Para que o assalto ao objectivo fosse feito aos primeiros alvores do dia, como aconselham os manuais, a saída de Bula fez-se ainda antes da meia noite. Mais de duas centenas de homens, primeiro em viaturas, depois em 
LDM rio Cacheu acima até a alguns quilómetros do objectivo e finalmente o assalto a pé.
Até ao momento decisivo do ataque foram sete horas de grande tensão e expectativa já que, para manter o segredo e evitar que algum dos espiões que pululavam no quartel fizesse anular a surpresa, apenas os oficiais conheciam o plano da operação e mesmo estes só parcialmente - o estritamente necessário para o seu desempenho, fase por fase.
É o género de operação que causa maior stress aquela em que caminhamos passo a passo para uma situação de perigo iminente, sem sabermos exactamente do que se trata. Tensão agravada pelo cansaço prematuro já que a maior parte do pessoal não tinha conseguido pregar olho nas 3 ou 4 horas que lhes foram dadas desde a ordem de preparação até ao momento da saída do quartel.
A mão crispada em torno do punho da G-3, a língua retesada dentro da boca seca, as gotas de suor que iam rolando da testa e aquela proibida vontade de encher o mais fundo das entranhas com o fumo de um cigarro, tudo isto enforma uma sensação única e por isso inesquecível.
Tanta precaução com o sigilo parece ter resultado, a julgar pela maneira precipitada como a população de Bissum fugiu mata fora, ao primeiro sinal da nossa presença. Apenas os porcos, cabritos e galinhas vagueavam assustados por entre as casas quando a atravessámos em direcção à clareira próxima, onde se começou imediatamente a assentar as bases do futuro quartel.
Montado o dispositivo de defesa o meu pelotão foi incumbido de patrulhar a zona, tendo então especial cuidado com a povoação abandonada à pressa. Sabíamos que, mais cedo ou mais tarde a população teria de regressar a suas casas, sobretudo quando se apercebesse que a presença da tropa seria definitiva. Vasculhámos a mata palmo a palmo, encontrando vestígios nítidos da fuga precipitada. A seguir foi a própria povoação a ser inspeccionada.
Quando nos aproximávamos vimos o vulto de um homem que saía a correr de uma das casas. Imediatamente se levantaram três dezenas de G-3 prontas a abrir fogo.
Apesar do cansaço e da tensão, apercebi-me num relance de milésimos de segundo que o homem levava alguma coisa na mão mas que decididamente não era uma arma. Imediatamente dei um grande berro e mandei que ninguém atirasse. Levei eu a G-3 à cara e disparei um, dois, meia dúzia de tiros cujos projécteis passaram bem acima e ao lado do turra, que fugiu espavorido. Ainda se esboçaram gestos de perseguição ao fugitivo, mas também isso eu consegui impedir.
A situação justificava quebras de disciplina e por isso só consegui esboçar um sorriso de cansaço tranquilo, quando ouvi vários:
-- Seu pexote!... Seu pexote!...
A partir desse episódio ficou seriamente abalado o meu prestígio como atirador especial, qualificado com uma das notas mais elevadas no curso de oficiais milicianos. Mas não cuidei em desfazer a má impressão e só bastante mais tarde adiantei a justificação de tal imperícia.
Ainda hoje não sei se a aceitaram, mas consola-me a ideia de que alguns terão compreendido a razão por que aquela foi uma das atitudes em combate de que me orgulho ainda hoje.

ATAQUES À C. CAÇ. 2781

Manuscritos dos anos 70, enviados pelo amigo Lameirinho , que relatam os ataques à nossa companhia e que vieram enriquecer as minhas memórias.




BISSUM - NAGA - ANOS 1970/1972

GRANDE MÁQUINA !!!!!
MELÍCIAS DE BISSUM
JUVENTUDE DE BISSUM NAGA 1970
LAVANDARIA :-)
VAMOS AO TRABALHO...
VAI HAVER PÃO QUENTE !!! O FORNO JÁ ESTÁ EM BRASA...
PREPARANDO O RANCHO - HOJE HÁ BATATA. JÁ TENHO SAUDADE DO ARROZ E SALSICHA
TAMBÉM FAZÍAMOS OS NOSSOS CRUZEIROS !!!!
A POPULAR LAVADEIRA...

TABANCAS DE BISSUM NAGA



BISSORÃ 1970 - Chegada do Batalhão de Caçadores 2927

AS FOTOS AQUI PUBLICADAS FORAM HOJE GENTILMENTE ENVIADAS PELO CAMARADA ARMANDO PIRES QUE ERA DO BATALHÃO 2861 E QUE O 2927 RENDEU EM 1970 EM BISSORÃ






FOTOS ENVIADAS PELO AMIGO LAMEIRINHO

Directamente da Alemanha para recordar Bissum
 

















ALBUM DE RECORDAÇÕES

Alguns militares do 1.º GRUPO

BISSUM - MESSE DOS GRADUADOS 

O REFEITÓRIO DE BISSUM
ABRIGOS EM BISSUM
Bissum, à esquerda o aquartelamento e à direita as tabancas, mais ao fundo a pista, é visível o grande mangueiro que imponente dava sombra para a cozinha.

VISTA DO QUARTEL DE BISSUM

Esta canoa, estava estacionada em Bissum nas traseiras do posto de transmissões e tinha sido apreendida ao então chamado "Inimigo"GUINÉ BISSAU - SPÍNOLA EM BISSUM-NAGAGUINÉ BISSAU - DO 27 ATERRA NA PISTA DE BISSUMGUINÉ BISSAU - MESSE DE GRADUADOS EM BISSUM
GUINÉ BISSAU - ABRIGOS EM BISSUM
Bissum, à esquerda o aquartelamento e à direita as tabancas, mais ao fundo a pista, é visível o grande mangueiro que imponente dava sombra para a cozinha.

2 FOTOS ENVIADAS POR ANTÓNIO REIS - 3.º GRUPO OPERACINAL
OLHA O ENXUTO A BEBER A SUA LOIRINHA !!!!!!
GUINÉ - QUARTEL DE TRMS (1972)(Enviada por Castro)

GUINÉ (Enviada por Castro)
GUINÉ BISSAU - PALÁCIO DO GOVERNADOR (Anos 70)GUINÉ BISSAU - PALÁCIO DO GOVERNADOR (Foto actual !!... GUINÉ - HOSPITAL MILITAR DE BISSAU (ANOS 70)GUINÉ - O HOSPITAL (ACTUALMENTE!!!......)A EMBOSCADA
BOLANHA 
UM PATRULHAMENTOCONSEQUÊNCIAS DE MINA
CRIANÇAS DA GUINÉNão é montagem....
A TRAGÉDIA MADINA DO BOÉ




À procura dos militares afogados no rio Corubal

Jangada com os sobreviventes do desastre de Cheche, no rio Corubal DR


Durante horas a fio, as duas jangadas no rio Corubal fizeram vezes sem conta a travessia para a margem norte. A companhia de caçadores 1790 estava a abandonar o quartel de Madina do Boé, onde tinha sido constantemente flagelada pelo inimigo ao longo de 13 meses, e era apoiada por homens de outras companhias. Tropas, viaturas e todo o material de guerra estavam a ser retirados daquele quartel no Leste da Guiné-Bissau, perto da fronteira com a Guiné-Conacri, na grande operação militar Mabecos Bravios. Iam na última travessia, a meio do rio, perto da povoação de Cheche, quando o desastre aconteceu.Até ali, tudo tinha decorrido sem incidentes. Para trás, tinham ficado os 30 quilómetros entre Madina de Boé e Cheche, e o rio começou a ser transposto na margem sul ao fim da tarde de 5 de Fevereiro de 1969. Passaram toda a noite naquilo. Só podia seguir uma viatura pesada de cada vez. Eram 28, mais 100 toneladas de munições e equipamentos, três auto-metralhadoras Daimler e à volta de 500 militares, conta-nos o então capitão José Aparício, comandante da companhia 1790 em Madina do Boé.
Ao início da manhã de 6 de Fevereiro, só restava na margem sul um grupo de homens: dois pelotões da companhia 2405, outros dois daquela que estava em retirada. "Eram entre 100 a 120 pessoas", diz José Aparício.
Toda a gente entrou na última jangada, que assim levava o dobro da sua lotação de segurança. Era feita por um estrado de madeira, assente em canoas e bidões de gasóleo vazios, puxada por um barco com motor fora de borda. José Aparício ia naquele grupo de homens. O alferes miliciano Rui Felício (que comandava um pelotão da companhia 2405) também.
De repente, a jangada adornou para um lado, atirando vários homens à água. Depois, balançou para o outro e cuspiu outros tanto. Ficou meio submersa, mas não foi ao fundo. José Aparício conseguiu manter-se na embarcação. Rui Felício caiu no rio.
"Estava a ir ao fundo. Percebi - se calhar muitos não perceberam - que tinha muito peso. Atirei a espingarda fora, que pesava cinco ou seis quilos, e a cartucheira à cintura, com outros cinco ou seis quilos. Descalcei as botas e nadei para a jangada." Ouviam-se gritos? "Não, não ouvi ninguém a pedir socorro, a gritar. Nada."
"Estou a arrepiar-me"
Paulo Lage Raposo, alferes miliciano da companhia 2405, atravessou o rio na viagem anterior. "Vimos que caíram uns para um lado e outros para o outro. Não houve gritos, nem esbracejares, nem coisa nenhuma. Carregados com as armas, as granadas, as botas, iam para o fundo como um prego." Muitos não sabiam nadar, o que agravou tudo. Mas naquele momento a dimensão do acidente passou despercebida.
"Só soube que tinha morrido gente - estou a arrepiar-me a contar isto - quando cheguei à margem e pedi a um furriel para formar o pelotão. Ao fim de dez minutos, fui ralhar com ele porque achava tempo demasiado para ainda faltar gente. Só percebi que se passava alguma coisa porque vi vários a chorar. Aí é que me apercebi que morreu gente. Do meu pelotão, foram 13", recorda Rui Felício.
"É uma coisa que marca para toda a vida. Tive coisas infelizes que já esqueci, mas esta não se esquece nunca. Lembro-me da data. Foi entre as nove as dez da manhã. Há pormenores que nunca mais saem da cabeça. Sei que estava um dia de sol."
Morreram cerca de 50 homens, quase todos da chamada metrópole. Do lado português do conflito, o desastre de Cheche, e não um confronto directo com o inimigo do PAIGC, foi o episódio que causou mais baixas durante a guerra colonial na Guiné-Bissau. Passados mais de 40 anos, a memória dos envolvidos retém números dos mortos diferentes. Uns falam em 45, outros 46, outros 47.
Este último número é referido, por exemplo, por José Aparício, tendo em conta os elementos que recolheu: "Morreram no desastre 25 militares da minha companhia e 22 da companhia de caçadores 2405, o que perfaz um total de 47 europeus. Morreram ainda na travessia mais cinco guineenses de um pelotão de milícias que fazia parte da guarnição de Madina do Boé. Felizmente, não morreu nenhum dos cerca de 100 elementos da população que ali viviam connosco e que foram evacuados para a então Nova Lamego, hoje Gabú. Fizeram a travessia em viagens anteriores."
Na época, a imprensa internacional fez-se eco da tragédia. Três dias depois (9 de Fevereiro), o jornal The New York Times escrevia numa breve notícia: "As autoridades militares [da Guiné portuguesa] relataram que se afogaram 47 soldados quando a sua jangada se afundou na travessia do rio Corubal. O comunicado não dizia quando ocorreu o desastre."
Duas semanas depois do naufrágio, foi organizada uma operação de recolha dos corpos por fuzileiros e mergulhadores. Muitos desapareceram para sempre. Na série de documentários A Guerra, de Joaquim Furtado, podem ver-se imagens aéreas de alguns corpos a boiar, recolhidas pelo piloto da Força Aérea José Nico. "Os [corpos] recuperados foram sepultados nas margens do rio, com as honras militares próprias", relata Joaquim Furtado.