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quinta-feira, 8 de maio de 2014

ESCOLHEM AMBIENTES FARAÓNICOS E DEPOIS OS CAGÕES ELOGIAM-SE A ELES PRÓPRIOS -Governo homenageia Governo num livro sobre três anos de troika Documento revisita “mais de 450 medidas executadas” desde 2011 – um resumo que Carlos Moedas descreve como “uma forma modesta e sincera” de agradecer o trabalho aos membros do Governo.

Governo homenageia Governo num livro sobre três anos de troika

Documento revisita “mais de 450 medidas executadas” desde 2011 – um resumo que Carlos Moedas descreve como “uma forma modesta e sincera” de agradecer o trabalho aos membros do Governo.
Para elogiar o “grande trabalho”, o “sucesso”, a “caminhada contínua” de três anos de troika, para recordar a “extrema complexidade” da aplicação do programa de resgate, as “mais emblemáticas reformas” e para não deixar em branco o “dia-a-dia dos memorandos”, o Governo lançou um livro que resume as principais metas do programa que o executivo considera cumpridas.Um livro que percorre, em cerca de 150 páginas, as várias áreas da governação num auto-elogio do trabalho feito pelo Governo durante o período da troika – e que o secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, assume ser uma homenagem aos seus colegas de governo, actuais e ex-governantes que colaboraram com a Estrutura de Acompanhamento do Memorando (Esame) no interior do executivo, que liderou.


O documento que o Governo descreve como um resumo dos dias de convivência com a troika e do trabalho do próprio executivo chama-se A Gestão do Programa de Ajustamento – 1000 dias, 450 medidas cumpridas(com ilustração de Inês Moura Paes na capa) e foi lançado nesta quinta-feira por Carlos Moedas num Conselho de Ministros especial, realizado no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, na presença dos ministros e dos secretários de Estado e aberto na parte final à imprensa.
Depois de o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, elogiar aquilo que descreveu como um período “tão difícil para a generalidade dos portugueses”, a Carlos Moedas coube falar dos portugueses e do trabalho dos membros do executivo – actuais e ex-governantes. “Uma forma modesta e sincera” de os homenagear, enfatizou primeiro, para depois seguir o discurso com largos elogios à actuação do executivo. “Este livro pertence a todos.”

Pedro Passos Coelho justificara minutos antes a realização deste balanço público em Conselho de Ministros com o facto de não o fazer durante o período formal da campanha eleitoral para as eleições europeias. Mas, prometendo cumprir o “dever estrito de imparcialidade”, adiantou que o Governo não deixará de “encontrar uma forma simbólica” de assinalar o 17 de Maio.
Carlos Moedas justificou o lançamento deste livro como modo de revisitar “de forma transparente” – prometeu – o trabalho com a troika. Porque “cada avaliação era uma interacção” com os representantes da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional, para memória futura fica neste resumo “o dia-a-dia dos memorandos, o dia-a-dia de centenas de pessoas que trabalharam de forma incansável em prol do país para que nada falhasse”.
Crítica aos media
Enquanto Moedas enumerava algumas das “mais de 450 medidas executadas pelo Governo nestes mais de 1000 dias de programa”, Passos percorria algumas linhas do livro.


No prefácio, o primeiro-ministro faz igualmente um balanço positivo dos três anos de resgate, dizendo que este resumo “descreve bem o trabalho muito intenso” e muito do que diz ter sido feito pelo executivo para reformar a economia e as instituições. Lamenta, porém, a forma como tudo o que envolveu o programa foi tratado pela comunicação social. “É verdade que nem sempre se deu destaque mediático a esta dimensão do programa, já que as metas da consolidação orçamental, e tudo o que as envolvia, tiveram sempre prioridade noticiosa, que é como quem diz a dita 'austeridade' ajudou, no debate público, a dar menos visibilidade à dimensão da transformação estrutural do Estado e na economia”, escreve Passos Coelho.
Maria Luís Albuquerque discursaria a seguir, para lembrar a política expansionista seguida em 2008 e 2009, que diz ter exacerbado os problemas financeiros do país, e percorrer as principais medidas do Ministério das Finanças. E Portas passaria do balanço do programa da troika às medidas prometidas para a “reforma do Estado”.

Terminados os discursos, ministros e secretários de Estado desceriam para a “fotografia de família”. Passos caminha quase lado a lado com o ministro da Educação, Nuno Crato, acenando-lhe discretamente com a cabeça em sinal afirmativo. Depois dos sorrisos para as câmaras, o primeiro-ministro segue em direcção ao interior do palácio. Com Portas ao lado sorrindo; agora, Passos de semblante fechado.

A CAPITAL DOS "REBELEDES" HOMS NA SÍRIA FOI LIBERTADA PELO EXÉRCITO - VEJA FOTOGALERIA

Síria - Oriente Mídia - Homs se encontra agora, em sua totalidade, nas mãos do exército sírio.


Foi concluído, na última sexta-feira, um acordo entre o governo sírio e os milicianos que estão em Homs. Este acordo estipula a retirada dos milicianos dos poucos bairros do centro da cidade que ainda estavam nas mãos destes grupos.
Segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, com sede em Londres, citado pela AFP, ” uma trégua entrou em vigor na Cidade Velha de Homs e bairros circundantes no marco de um acordo entre o regime e os milicianos que permitirá que 1.000 sobreviventes da batalha se retirem para o norte da província de Homs, deixando a cidade nas mãos do Exército”.
O acordo aconteceu depois de dias de violentos combates nos bairros de Bab Hud e Al Hamidiyeh.
Nesta sexta-feira, o Exército realizou várias operações na cidade, incluindo os bairros de Bab al- Turkman, e Al Qasur Safsafeh, matando dezenas de milicianos e destruindo seus equipamentos.
Segundo informações veiculadas pelo canal de televisão Al Mayadin, este acordo, que estipula a retirada dos milicianos para outras regiões ao norte, é o primeiro de seu tipo. É bom destacar que na província de Homs três localidades ainda estão nas mãos das milícias: Hul, Talbisseh e Rasten.
O acordo é uma importante vitória para o Exército, porque, além do significado de Homs, a guerra em uma cidade como esta é muito mais difícil do que no campo ou em pequenas localidades.







PARA MAIS TARDE RECORDAR - BENFICA VENCE PELA 5ª VEZ A TAÇA DA LIGA - FOTOGALERIA

















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