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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Todo mundo nu - o fotógrafo Spencer Tunick

Todo mundo nu

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"A beleza de um corpo nu só a sentem as raças vestidas" - isso é frase do Fernando Pessoa, que associo pra falar da gente, sentada agora em frente ao computador, vendo as fotografias do Spencer Tunick.
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Excelente ele chamar de "instalações" as fotos que dirige: aglomerados de pessoas nuas nas mais variadas paisagens, usando o corpo como escultura.
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Não chega a bater no erótico, mas no impacto da naturalidade mesmo - em outras palavras, não se diria, antigamente, que uma falta de roupa causaria o furor que causa hoje em dia…
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Já foi preso 5 vezes. Número irrisório perto dos milhares de voluntários que já reuniu para suas instalações grupais. Quer dizer, em Nova Iorque ele ainda é persona non grata e não fotografa há mais de 10 anos, mas fora de lá não tem muito esse problema.
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Divididos entre espaços urbanos, interiores, adornos e na natureza selvagem, Tunick tem excelentes ensaios no México, Sydney, Dusseldorf, Amsterdam...
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No Brasil, em 2002, Tunick foi selecionado para a 25ª Bienal de São Paulo e deixou todo mundo nu, deitados no escritório do Pavilhão Ciccillo Matarazzo no Parque do Ibirapuera. Ninguém pareceu muito incomodado.
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Festival de Luzes, no Japão, representa elementos da natureza Um dos mais tradicionais festivais de luzes do Japão, o Festival de Luzes de Inverno de Kuwana, acontece sempre entre os meses de novembro a março no parque Nabano No Sato, famoso por abrigar diversas espécies botânicas. Cenas estonteantes como o Monte Fuji, a aurora boreal e o nascer do sol são reproduzidas por LEDS em diversos pontos dos jardins. A apresentação que acontece ao ar livre tem um show onde as luzes se formam em sintonia com os ritmos musicais.

Festival de Luzes, no Japão, representa elementos da natureza

Um dos mais tradicionais festivais de luzes do Japão, o Festival de Luzes de Inverno de Kuwana, acontece sempre entre os meses de novembro a março no parque Nabano No Sato, famoso por abrigar diversas espécies botânicas.
Cenas estonteantes como o Monte Fuji, a aurora boreal e o nascer do sol são reproduzidas por LEDS em diversos pontos dos jardins. A apresentação que acontece ao ar livre tem um show onde as luzes se formam em sintonia com os ritmos musicais.
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal (Cortesia/Japan Guides)
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal (Cortesia/Japan Guides)
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal (Cortesia/Japan Guides)
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal (Cortesia/Japan Guides)
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal (Cortesia/Japan Guides)
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal (Cortesia/Japan Guides)
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal (Cortesia/Japan Guides)
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal (Cortesia/Japan Guides)
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal (Cortesia/Japan Guides)
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal
LEDS reproduzem cenários como Monte Fuji e a aurora boreal (Cortesia/Japan Guides
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Optimus multada em 4,5 milhões no caso secretas Comissão Nacional de Proteção de Dados aplica maior coima de sempre na sequência de notícia publicada pelo Expresso. A operadora vai recorrer para os tribunais. Micael Pereira

Optimus multada em 4,5 milhões no caso secretas

Comissão Nacional de Proteção de Dados aplica maior coima de sempre na sequência de notícia publicada pelo Expresso. A operadora vai recorrer para os tribunais.
Micael Pereira
 Última atualização há 20 minutos
Optimus vai recorrer da coima
Optimus vai recorrer da coima
Rui Duarte Silva
O acesso ilegal aos registos telefónicos de um jornalista por uma funcionária da Optimus, a pedido dos serviços secretos, vai sair cara à operadora. A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) decidiu aplicar uma multa de 4,5 milhões de euros à empresa de telecomunicações móveis. É a maior coima aplicada até hoje por aquela entidade.
Numa deliberação final concluída e aprovada a 14 de janeiro, a que o Expresso teve acesso, a Optimus é condenada pela prática de quatro contra-ordenações.
Depois de ter feito auditorias na empresa, e na sequência de uma notícia do Expresso que dava conta da espionagem aos registos telefónicos do jornalista Nuno Simas no verão de 2010, quando estes fazia parte da redação do "Público", a CNPD concluiu que a operadora não observou "as condições de tratamento e armazenamento de dados de tráfego" (coima de 1,5 milhão de euros), não observou "o prazo de conservação fixado" para esses dados (coima de 1,5 milhão de euros), e não conciliou "os direitos dos assinantes com a privacidade dos utilizadores" (coima de 1,5 milhões de euros) e não tinha as "medidas adequadas para o controlo dos suportes dos dados" (coima de três mil euros).
A funcionária da Optimus que acedeu aos dados do jornalista era mulher de um operacional do SIS (Serviço de Informações de Segurança), Nuno Dias.
Num processo-crime atualmente em fase final de instrução, o DIAP de Lisboa acabaria por confirmar uma investigação do Expresso em que foi revelado que o então diretor operacional do SIS, João Luís, pediu a Nuno Dias que providenciasse os registos telefónicos do jornalista, tendo depois fornecido esses dados a Jorge Silva Carvalho, na altura número 1 do SIED (Serviço de Informações Estratégicas de Defesa). Silva Carvalho procurava assim descobrir quem seriam as fontes internas aos serviços secretos que estariam a passar informações a Nuno Simas.
O então diretor do SIED viria a ser contratado mais tarde pelo grupo Ongoing, no final de 2010, dando origem a outras situações relacionadas com os serviços secretos consideradas ilegais pelo Ministério Público. Silva Carvalho, João Luís e o presidente da Ongoing, Nuno Vasconcellos, foram acusados no inquérito-crime do DIAP de Lisboa e aguardam agora uma decisão do tribunal de instrução criminal, prevista para março, para saber se vão a julgamento. Da acusação fazem parte os registos telefónicos obtidos ilegalmente na Optimus.

Optimus recorre para o tribunal

Em reação, uma fonte oficial da operadora considera "a decisão da CNPD totalmente infundada e despropositada e irá impugná-la" nos tribunais, acrescentando ser "lamentável que um caso que surge de uma ação de espionagem, que a Optimus ajudou a resolver descobrindo o prevaricador, tenha como consequência uma acusação à sua integridade e bom nome".
Numa resposta escrita ao Expresso, a Optimus diz estar "confiante na justiça portuguesa, pois cumpre e até excede todas as normas de segurança, sendo considerada atualmente  a melhor empresa do mundo no serviço ao cliente, o que atesta bem da qualidade e robustez dos seus sistemas". A operadora lamenta ainda "que, pela segunda vez consecutiva, a CNPD dê a conhecer à comunicação social as conclusões de um relatório que a empresa ainda não comentou, tratando com leviandade assuntos tão sérios".

ai de mim - poema de António Garrochinho


Partido Comunista Lembra Governo dos EUA para manter as mãos fora da Venezuela

Partido Comunista Lembra Governo dos EUA para manter as mãos fora da Venezuela

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O Partido Comunista EUA denuncia os eventos que ocorreram na República Bolivariana da Venezuela durante a semana passada. Alguns opositores do governo progressista de Nicolas Maduro, provenientes de camadas privilegiadas, que não aceitam as conquistas do governo bolivariano, foi muito além do protesto pacífico, que é garantido a eles como um direito pela Constituição venezuelana, e cometeram atos de violência no Caracas e outras áreas. Pelo menos quatro pessoas morreram, com distúrbios de continuar.  
Em vez de deplorar a violência, a secretária de Estado dos EUA John Kerry tem atacado o governo venezuelano e fez exigências que nenhuma nação soberana pode aceitar, incluindo não prender os manifestantes e os seus instigadores. Isso faz parte de um padrão que vai voltar para o governo Bush, que, em 2002, foi fortemente implicado em um esforço para derrubar o ex-presidente, Hugo Chávez, por meio de um golpe violento. Desde então, houve muitas ações dos Estados Unidos entregou pesados ​​e declarações, os quais Venezuela repudiou com dignidade. Na verdade, o governo dos EUA ainda tem de reconhecer a vitória do presidente Maduro nas eleições de abril passado. Todos os governos da América Latina reconhece Maduro como presidente, ea maioria deles emitiram declarações com palavras fortes deplorando a violência atual.  
Por sua atitude, o governo dos EUA se alinha com algumas pessoas muito right wing na Venezuela, em países vizinhos (como o ex-presidente da Colômbia, Alvaro Uribe), e nos Estados Unidos (tais como dados do Reagan e administrações de Bush, incluindo Otto Reich, Maduro quem acusa de financiar os protestos da direita).  
A mídia de massa controlada corporativa nos Estados Unidos são cúmplices nesta situação. Mesmo supostamente jornais "liberais" como o Washington Post ter sido em uma campanha implacável para difamar todo o grupo de extrema-esquerda e os governos de esquerda na América Latina, incluindo a da Venezuela.
O governo dos Estados Unidos precisa reconhecer que a era dos governos supino na América Latina, que aceitou os ditames de Washington e Wall Street é uma coisa do passado. Com asa esquerda ou governos de centro-esquerda no poder, tem sido possível reduzir drasticamente a pobreza e melhorar significativamente a saúde ea educação em toda a região. Políticas comerciais e de ajuda iluminados do governo venezuelano tem sido um fator importante para tornar isso possível. Essas coisas nunca aconteceu quando os Estados Unidos dominaram a área. Apesar de mentiras na imprensa e meios de comunicação, mais e mais pessoas nos EUA estão começando a reconhecer isso.
O Partido Comunista EUA manifesta o seu total apoio às realizações do governo bolivariano da Venezuela e compromete-se a trabalhar para pôr fim aos esforços de desestabilização dos Estados Unidos naquele país e outros.
Especificamente, apelamos ao governo Obama para:

  • Reconhecer o direito do povo venezuelano a escolher democraticamente os seus próprios líderes e forma de governo. Isso implica, entre outras coisas, reconhecendo formalmente Nicolas Maduro como presidente da República Bolivariana da Venezuela.
  • Cessar a usar o dinheiro dos contribuintes norte-americanos para financiar acções de desestabilização do Instituto Republicano Internacional, o Instituto Democrático Nacional, a CIA, a NSA e outras entidades que minam a segurança do Estado venezuelano e seus vizinhos.
  • Faça uma clara ruptura com os líderes de direita nos Estados Unidos e além de que estão trabalhando para reverter as decisões democráticas do povo venezuelano, inclusive ex-figuras do governo Bush, como Otto Reich, ex-presidente Álvaro Uribe, da Colômbia, e os políticos venezuelanos, como Leopoldo Lopez.

Por fim, o secretário de Estado Kerry tinha dito anteriormente que a Doutrina Monroe é uma coisa do passado.  
Que assim seja, de fato: em ações, bem como palavras.
FOTO: Diario Granm

www.granma.cubaweb.cu

UCRÂNIA: Vejamos o que nos diz o insuspeito – que não julgaria vir a citar – JOSÉ MILHAZES (ou um seu leitor: sem imagens, apenas uma bandeira, a da UE, porque amanhã até já podemos cá não estar)


UCRÂNIA: Vejamos o que nos diz o insuspeito – que não julgaria vir a citar – JOSÉ MILHAZES (ou um seu leitor: sem imagens, apenas uma bandeira, a da UE, porque amanhã até já podemos cá não estar)


Interessante. Isto faz sentido? Não faz sentido? JOSÉ MILHAZES enlouqueceu? Não? Vamos aos factos (ao texto: mas não nos fixemos no “democraticamente eleito Ianukovich”):

Os acontecimentos na Ucrânia constituem um potencial espoletar de uma guerra global que poderá rápida e facilmente escalar para uma guerra termonuclear de extinção. Na Conferência de Segurança de Munique deste fim-de-semana, o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia Sergei Lavrov teve uma acalorada troca de palavras pública com o Secretário-geral da OTAN Anders Fogh Rasmussen, na qual o último acusou a Rússia de “retórica belicosa” e Lavrov respondeu citando o programa de defesa antimíssil europeu como uma tentativa de assegurar uma capacidade de primeiro ataque nuclear contra a Rússia.
Nas suas declarações formais em Munique e uma semana antes no Fórum Económico Mundial em Davos, Suíça, Lavrov também criticou severamente os governos ocidentais por apoiarem organizações terroristas neonazis no seu zelo em colocar a Ucrânia sob controlo da União Europeia e da Troika para apertar a forca da OTAN em volta da Rússia.
No entanto, Lavrov subestimou o caso.
Desde que o Presidente Viktor Yanukovych anunciou que a Ucrânia estava a retirar os seus planos de assinar o Acordo de Associação da União Europeia em 21 de Novembro de 2013, organizações apoiadas pelo Ocidente constituídas por remanescências da colaboracionista nazi durante e imediatamente após a guerraOrganização de Nacionalistas Ucranianos (ONU-B) e seus sucessores lançaram uma campanha de provocações com o objectivo de não apenas derrubar o governo do Primeiro Ministro Mykola Azarov, mas de derrubar o democraticamente eleito Presidente Yanukovych.
A Parceria de Leste da UE foi iniciada em Dezembro de 2008 por Carl Bildt e Radek Sikorski, os ministros dos negócios estrangeiros da Suécia e da Polónia, no seguimento da confrontação militar da Geórgia com a Rússia na Ossétia do Sul. A Parceria de Leste teve como alvo seis países que eram antigas repúblicas da União Soviética: três na região do Cáucaso (Arménia, Azerbeijão, Geórgia) e três na Europa Central de Leste (Bielorússia, Moldávia, Ucrânia). Não era intencionado que estes fossem convidados para uma adesão completa à UE, mas antes atraídos para uma posição em que estivessem sob o controlo da UE através dos chamados Acordos de Associação, cada um deles centrado num Acordo Profundo e Compreensivo de Mercado Livre (APCML). O principal alvo do esforço era a Ucrânia. Sob o Acordo de Associação negociado com a Ucrânia, mas não assinado, a economia industrial da Ucrânia teria sido desmantelada, o comércio com a Rússia teria sido ferozmente atacado (com a Rússia a terminar o seu regime de mercado livre com a Ucrânia, para impedir que os seus mercados fossem inundados através da Ucrânia) e os jogadores dos mercados europeus teriam se agarrado às exportações agrícolas e de matérias-primas da Ucrânia. O mesmo regime de austeridade mortífera que foi imposto aos estados mediterrânicos da Europa sob a burla do resgate da Troika teria sido imposto à Ucrânia.
Mais do que isto, o Acordo de Associação exigia “convergência” em assuntos de segurança, com integração em sistemas de defesa europeus. Sob tal acordo melhorado, os acordos de tratados de longo prazo sobre o uso por parte da Marinha Russa dos cruciais portos da Crimeia no Mar Negro teriam sido terminados, dando ultimamente à OTAN uma base avançada na fronteira imediata da Rússia.
Enquanto as reportagens ocidentais promoviam as manifestações na Praça da Independência de Kiev (Maidan Nezalezhnesti, ou Euromaidan como é agora chamada) como inicialmente pacíficas, o facto é que, desde o início, os protestos incluíram assumidos neonazis de núcleo duro, “hooligans” futebolísticos de direita e veteranos de guerra “Afghansy” das guerras no Afeganistão, na Chechénia e na Geórgia. De acordo com o membro do parlamento ucraniano Oleh Tsaryov, 350 ucranianos regressaram ao país vindos da Síria em Janeiro de 2014, depois de lutarem ao lado dos rebeldes sírios, incluindo grupos ligados à al-Qaeda como a Frente al-Nusra e o Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS).
Logo no fim-de-semana de 30 de Novembro-1 de Dezembro de 2013, os autores dos distúrbios estavam a atirar cocktails Molotov e apoderaram-se da Câmara Municipal de Kiev, declarando-a um “quartel-general revolucionário”. Manifestantes do Partido Svoboda da oposição, anteriormente chamados Socialistas-Nacionalistas, marcharam sob a bandeira vermelha e negra daOrganização de Nacionalistas Ucranianos de Stepan Bandera (ONU-B), os colaboradores nazis que exterminaram judeus e polacos como um adjunto da máquina de guerra nazi e em cumprimento das suas próprias ideias radicais sobre pureza étnica, durante a Segunda Guerra Mundial.
A máxima do Partido Svoboda, “Ucrânia para os ucranianos”, era o grito de guerra de Bandera durante a colaboração da ONU-B com Hitler após a invasão nazi da União Soviética. Foi sob essa máxima que execuções em massa e limpezas étnicas foram cometidas pelos lutadores fascistas de Bandera. Fontes ucranianas relataram que o Partido Svoboda estava a efectuar treinos paramilitares durante o Verão de 2013 – meses antes do Presidente Yanukovych ter tomado a sua decisão de rejeitar o Acordo de Associação da UE.
O carácter neonazi, racista e anti-semita do Svoboda não desencorajou os diplomatas ocidentais – incluindo a Secretária de Estado Assistente dos EUA para os Assuntos Europeus e Euro-asiáticos Victoria Nuland – de se encontrarem publicamente com o líder do partido Oleh Tyahnybok, que tinha sido expulso do movimento Nossa Ucrânia em 2004 pelos seus discursos fortes contra “moscovitas e judeus” – usando nomes ofensivos e depreciativos para descrever ambos.
O reavivar fascista de Bandera tem vindo a decorrer à vista de todos desde a “Revolução Laranja” de 2004, quando Viktor Yushchenko foi instalado como Presidente da Ucrânia através de uma campanha de rua apoiada por interesses estrangeiros em muito financiada pela Fundação Renascença Internacional de George Soros e mais de 2,000 outras organizações não governamentais europeias e norte-americanas, depois de ter sido oficialmente declarado o derrotado numa luta presidencial renhida com Viktor Yanukovych. A 22 de Janeiro de 2010, uma das últimas acções de Yushchenko como Presidente, depois de perder a sua reeleição para Yanukovych por uma larga margem, foi nomear Stepan Bandera um Herói da Ucrânia, a qual é uma alta honra de Estado. A segunda mulher de Yushchenko, Kateryna Chumachenko, foi ela própria um membro do grupo juvenil da banderista ONU-B em Chicago, onde ela nasceu, de acordo com relatos de notícias. Nos anos 1980, Chumachenko chefiou os escritórios de Washington do Comité do Congresso Ucraniano da América (no qual a influência da ONU-B era grande na altura, de acordo com a Enciclopédia de Internet da Ucrânia) e do Comité Nacional de Nações Cativas, antes de se mudar para o Gabinete para os Direitos Humanos do Departamento de Estado. Em Janeiro de 2011, o Presidente Yanukovych anunciou que o estatuto de Herói da Ucrânia de Bandera tinha sido oficialmente revogado.

obeissancemorte.wordpress.com

TRIBUNAL DO INVESTIMENTO, TRIBUNAL DO CONSENTIMENTO, TRIBUNAL DA CAPITULAÇÃO. O Estado vende empresas públicas com interesse estratégico para o país que garantem serviços essenciais aos cidadãos.

TRIBUNAL DO INVESTIMENTO, TRIBUNAL DO CONSENTIMENTO, TRIBUNAL DA CAPITULAÇÃO.


O Estado vende empresas públicas com interesse estratégico para o país que garantem serviços essenciais aos cidadãos.
São empresas com um futuro promissor e que operam em áreas de actividade com garantia de procura estável (tantas vezes em posição monopolista).
O Estado vende-as a preço de retalho e não vê a quem. Parece não interessar que a nossa energia e a nossa banca seguradora passem para as mãos de outro Estado soberano que antagoniza com o nosso modelo de Estado de Direito, ou que até, em grande medida, o ameaça.
Para que este capital venha a correr e a saltar, criam-se pacotes fiscais a la carte, permitindo transferências de capital com total isenção de impostos, dá-se garantia política a multimilionários do Comité Central do Partido Comunista da República Popular da China cuja única contribuição para a economia portuguesa será a TSU (enquanto não substituírem os trabalhadores por computadores e robôs made in PRC) e um IRC recentemente trabalhado para contribuir com um valor baixíssimo para o todo da receita fiscal, graças a uma engenharia jurídica que beneficia as empresas que efectivamente podem pagar este imposto. Mas para o Presidente da Three Gorges, recentemente recebido discretamente pelo Presidente da República em Belém, tal não é suficiente.

É sabido, temos a segunda justiça mais lenta da Europa (só superada pela italiana), e os nossos legisladores sofrem de uma incontinência abundante quanto à legislação fiscal diz respeito. Por tudo isto a Justiça, ou falta dela, é uma das principais razões para se investir noutro país qualquer. No contexto económico português, a Justiça é “má moeda”. O que fazer?
Para apreciar os conflitos emergentes das relações contratuais onde está envolvido investimento estrangeiro aparece agora a inaudita ideia de criar um tribunal com uma competência especializada, um tribunal do investimento.
Ora convenhamos, para uma maior atractividade ao investimento, do que necessitamos é de simplificação, equidade, estabilidade e celeridade, não devemos provocar novos factores que distorçam a igualdade de acesso e tratamento pela justiça!

É discurso recorrente da governação e da oposição que urge uma reforma profunda do sistema judicial. Então porquê complexificar a estrutura do mapa judicial com a criação de tribunais especiais? Precisa o grande capital estrangeiro - que não tem face, não conhece pátria, e que vai com a mesma facilidade com que veio - de uma discriminação positiva por parte da justiça portuguesa? De uma discriminação positiva relativamente às descapitalizadas (financeira e humanamente) PME`s nacionais? Precisam as grandes e ricas multinacionais estrangeiras de uma justiça mais célere e simplificada do que aquela a que tem acesso as nossas PME`s? E lembradas as nossas PME`s, será necessário relembrar, principalmente à esquerda, que o grande contributo para o emprego nacional vem das PME nacionais e que por isso memso não devemos induzir fatores que distorçam a concorrência, nomeadamente no equitativo acesso à justiça e na igualdade de critérios de julgamento?

Vendo melhor esta ideia até que nem é nova, e faz lembrar os tribunais exclusivos para os cidadãos britânicos nos tempos em que estávamos sob protectorado, sem nobreza (a banhos no Brasil), sem exército, sem Vinho do Porto, sem lã, sem mármore, sem cobre, sem salgema ou quaisquer outras riquezas que produzíssemos e que os nossos aliados diligentemente expatriavam a troco de meia dúzia de Winchesters.

Claro que logo se ressalva que a futura instituição também deveria dedicar-se a julgar processos com empresas portuguesas, dependendo das verbas envolvidas (se for muita pasta), algo que seria definido consoante o contexto económico (PIB e deficit orçamental), por exemplo anualmente.
Mas estaremos todos a ver mal ou aqui fica a sugestão de que as próprias regras de acesso a este tratamento especial por parte da justiça devem estar sujeitas ao jeito que esta justiça especial pode dar às contas do Estado, e dos maiores inverstidores potenciais, conforme as contas da execução orçamental ou o fecho do índice PSI 20?

A capitulação da política face à economia é já hoje uma banalidade,  novidade é a disponibilidade da esquerda para a institucionalizar, pela submissão do próprio aparelho judiciário ao interesse económico mais imediato.

Não existe um caminho ínvio para se ser recto com os princípios e valores que se diz defender, e em particular não existe uma terceira via para se ter uma justiça igual para todos.
 filibuster.blogs.sapo.pt

Desenhos Lindos á caneta e nanquim Imagem inicial, site de design bons tutoriais Alex Konahin tem se mostrado um artista de primeira, esbanjando características próprias, vem conquistando á todos inclusive até os críticos dearte! Seus desenhos envolvem muito o uso de padrões florais, símbolos culturais e ornamentação tradicional. Os objetos que Konahin desenha na maioria das vezes são insetos, animais selvagens, anatomia humana, etc.

Desenhos Lindos á caneta e nanquim

Imagem inicial, site de design bons tutoriais
Alex Konahin tem se mostrado um artista de primeira, esbanjando características próprias, vem conquistando á todos inclusive até os críticos dearte!
Seus desenhos envolvem muito o uso de padrões florais, símbolos culturais e ornamentação tradicional. Os objetos que Konahin desenha na maioria das vezes são insetos, animais selvagens, anatomia humana, etc.
Konahin  (link para seu portfólio) primeiro cria a carcaça do desenho a lápis e depois muda para caneta e tinta nanquim, o que deixa seus desenhos ainda mais lindos!!!
Seu Talento é incrível e realmente chama muito a atenção principalmente pela quantidade de detalhes.
Desenhos lindos, super criativos e bem desenvolvidos que valem a pena serem cada vez mais divulgados, não acham?!

Desenhos inacreditáveis feitos a Nanquim de Alex Konahin (1)
Desenhos inacreditáveis feitos a Nanquim de Alex Konahin (2)
Desenhos inacreditáveis feitos a Nanquim de Alex Konahin (3)
Desenhos inacreditáveis feitos a Nanquim de Alex Konahin (4)
Desenhos inacreditáveis feitos a Nanquim de Alex Konahin (5)
Desenhos inacreditáveis feitos a Nanquim de Alex Konahin (6)
Desenhos inacreditáveis feitos a Nanquim de Alex Konahin (7)
Desenhos inacreditáveis feitos a Nanquim de Alex Konahin (8)
Desenhos inacreditáveis feitos a Nanquim de Alex Konahin (9)

www.bonstutoriais.com.br