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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

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Jose Chitas No ano 250 d.C., houve uma terrível onda de destruição que assolou o território do atual Portugal. A culpa foi atribuída por alguns historiadores a hordas de vâ...ndalos invasores vindos no norte da Europa. No entanto, segundo outros, a devastação foi obra da população local. O alvo da fúria popular eram os romanos, que controlavam os centros de decisão da economia, tratando com extrema dureza os escravos e trabalhadores assalariados.

No ano 250 d.C., houve uma terrível onda de destruição que assolou o território do atual Portugal. A culpa foi atribuída por alguns historiadores a hordas de vâ...ndalos invasores vindos no norte da Europa. No entanto, segundo outros, a devastação foi obra da população local.
O alvo da fúria popular eram os romanos, que controlavam os centros de decisão da economia, tratando com extrema dureza os escravos e trabalhadores assalariados. A insurreição teve como causa não apenas o ressentimento em relação aos romanos mas a percepção das injustiças econômicas e sociais por parte dos recém-convertidos ao Cristianismo.

Passados tantos séculos, o que sinto hoje nas ruas do meu país não é muito diferente. Há uma imensa revolta, mesmo que a televisão vá anestesiando as pessoas com palavras pouco compreensíveis como “resgate”, "austeridades", “ajustamento”, “orçamento”, “maturidades”, “défice”, palavras que já me causam náuseas.

Sim, também eu acreditei em 2011 que devíamos mudar as coisas, tornar o Estado mais pequeno, as empresas públicas mais eficientes… Mas enganaram-me: o que estão a fazer agora não é o que prometeram. Vieram para cá uns senhores do FMI, que emprestam dinheiro com juros de agiotas e, pouco contentes de receberem os seus lucros, obrigam-nos a despedir milhares de professores, a reduzir hospitais e maternidades, a cortar salários e pensões, a abolir abonos de família às crianças e bolsas aos estudantes, a aumentar impostos.

Se a população já tinha alguma esperança de se assemelhar a um país europeu quanto ao bem-estar, agora tudo isso ruiu.

Quem chamou estes senhores do FMI e da Europa? Não, não foi o Governo, foram os bancos, porque são os bancos que nos governam. Não temos democracia, temos bancocracia. Foram os bancos portugueses que, impedidos de ir buscar dinheiro à Europa, convenceram o Governo a chamar a troika, essa odiosa entidade que diz estar a fazer um “resgate” mas que, no fundo, está criminosamente a fazer um sequestro, a manter-nos todos sequestrados. Ninguém espera felicidade do FMI. Mas não deve ser um senhor etíope Selassie nem um senhor indiano Lall que nos vêm ensinar o que fazer com as nossas escolas e hospitais. Não são os banqueiros que devem decidir o destino dos funcionários públicos, milhares dos quais já foram despedidos.

Sim, aos credores não se pode permitir tudo. Não se pode permitir que nos façam retroceder no desenvolvimento que já tínhamos alcançado. De quem é a culpa de o dinheiro ter corrido a rodos nas décadas anteriores? De quem é a culpa de os bancos arranjarem dinheiro a 1% e emprestarem a 6%? Quem disse para gastar à vontade quando entrámos na União Europeia? Quem mandou acabar com a nossa indústria, agricultura e pescas? Foram os que mandam na Europa, não foi o povo português.

E agora, que já somos um protetorado, o dinheiro “emprestado aos sequestrados” vai primeiro para salvar os bancos e pagar os juros. Os juros são de tal maneira grandes que, para os pagar, se despedem milhares de professores, se deixam famílias na pobreza, se forçam milhares à emigração. Os bancos nunca ficam a perder, são “recapitalizados”. E eu? Se não tiver dinheiro para alimentar os meus filhos, o que faço?

Quase me parece que, nos “bons” tempos, os bancos fazem de propósito para emprestar dinheiro aos Governos. É com essas operações que eles “fabricam” dinheiro. Quais vendedores de droga, deixam os Governos dependentes, num círculo vicioso interminável.Para o FMI é mais fácil que o país não tenha professores nem médicos: o que importa é que haja dinheiro para pagar os juros.

Recuso-me a viver assim: quero viver em democracia, num país justo que se preocupa com a população e não com os bancos. Não quero viver sequestrada.

Não sei se continuaremos calados e subservientes perante estes senhores que nos manobram. Mas uma coisa é certa: eles não estão livres de uma fúria popular como aquela que aconteceu aos romanos no século III.

5 técnicas para aumentar o prazer feminino (infalível)

5 técnicas para aumentar o prazer feminino (infalível)


Técnica nº. 1: MÃOS MOLHADAS
Faça sua parceira sentar-se em uma cadeira confortável na cozinha. Certifique-se que ela consegue ver muito bem tudo que você faz. Encha a pia da cozinha com água e adicione algumas gotas de detergente para louça com aroma. Segurando uma esponja macia, submersa suas mãos na água e sinta sua pele ser envolvida pelo líquido até que a esponja esteja bem molhada…
Agora, movendo-se devagar e gentilmente, pegue um prato sujo do jantar, coloque-o dentro da pia e esfregue a esponja em toda a superfície do prato.
Vá esfregando com movimentos circulares até que o prato esteja limpo.
Enxágüe o prato com água limpa e coloque-o para secar. Repita com toda a louça do jantar até que sua parceira esteja gemendo de prazer.
Técnica nº. 2: VIBRANDO PELA SALA
É um pouco mais difícil do que a primeira, mas com algum treino você vai fazer com que sua parceira grite de prazer:
Cuidadosamente apanhe o aspirador de pó no lugar onde ele fica guardado.
Seja gentil, demonstre a ela que você sabe o que está fazendo. Ligue-o na tomada, aperte os botões certos na ordem correta. Vagarosamente vá movendo-se para frente e para trás, para frente e para trás… por todo o carpete da sala. Você saberá quando deve passar para uma nova área.
Vá mudando gradativamente de lugar. Repita quantas vezes seja necessário até atingir os resultados.
Técnica n° 3: CAMISETA MOLHADA
Este joguinho é bem fácil, embora você precise de mente rápida e reflexos certeiros. Se você for capaz de administrar corretamente a agitação e a vibração do processo, sua parceira falará de sua performance a todas as amigas dela:
Você precisará apenas de duas pilhas. Uma pilha com as roupas brancas, e outra pilha com as coloridas. Encha a máquina de lavar com água e vá derramando gentilmente o sabão em pó dentro dela (para deixar a mulher ofegante, use exatamente a quantidade recomendada pelo fabricante).
Agora, sensualmente coloque as roupas brancas na máquina… uma de cada vez…. devagar. Feche a tampa e ligue o ‘ciclo completo’. Sua companheira vai ficar extasiada. Ao fim do ciclo, retire as roupas da máquina e estenda-as para secar. Repita a operação com as roupas coloridas…
Técnica nº. 4: O QUE SOBE, DESCE
Esta é uma técnica muito rapidinha. Para aqueles momentos em que você quer surpreendê-la com um toque de satisfação e felicidade. Pode ter certeza, ela não vai resistir. Ao ir ao banheiro, levante o assento do vaso. Ao terminar, abaixe novamente. Faça isso todas às vezes. Ela vai precisar de atendimento médico de tanto prazer.
Técnica nº. 5: GRATIFICAÇÃO TOTAL
Cuidado: colocar em prática esta técnica pode levar sua companheira a um tal estado de sublimação que será difícil depois acalmá-la, podendo causar riscos irreversíveis a saúde da mulher. Esta técnica leva algum tempo para o seu aperfeiçoamento. Empenhe-se com afinco. Experimente sozinho algumas vezes durante a semana e tente surpreendê-la numa sexta-feira à noite. Funciona melhor se ela trabalha fora e chega cansada em casa..
Aprenda a fazer uma refeição completa. Seja bom nisso. Quando ela chegar em casa, convença-a a tomar um banho relaxante (de preferência aromático em uma banheira de água morna que você já preparou). Enquanto ela está lá, termine o jantar que você já adiantou antes dela chegar em casa.
Após ela estar relaxada pelo banho e saciada pelo jantar, execute a Técnica nº. 1.

A ESTEBES É PIOR QUE A COBRA CASCAVEL E QUER ENCHER O CU DA MATRAFONA JOANA VASCONCELOS ! - Presidente da Assembleia propôs mecenato para pagar comemorações do 25 de Abril


Presidente da Assembleia propôs mecenato para pagar comemorações do 25 de Abril

Proposta gerou mal-estar entre os deputados, que consideram ser incompatível com um órgão de soberania. Patrocínio visa ornamentação de chaimites com cravos criados por Joana Vasconcelos.
Assunção Esteves quer trazer chaimites ornamentados com cravos vermelhos para a Assembleia da República RUI GAUDÊNCIO

A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, colocou em cima da mesa a hipótese de recorrer ao mecenato (patrocínio) para suportar os custos financeiros de algumas iniciativas para assinalar o próximo 25 de Abril. Uma delas é ornamentar chaimites com cravos criados pela artista plástica Joana Vasconcelos.A hipótese de a Assembleia da República recorrer ao mecenato para custear iniciativas associadas às comemorações da revolução de Abril foi confirmada ao PÚBLICO pelo gabinete de Assunção Esteves, que acrescentou, no entanto, não haver ainda uma decisão tomada sobre o assunto.
A solução foi avançada pela presidente da Assembleia da República na conferência de líderes da passada semana e está a causar incómodo nas bancadas. Os deputados argumentam que o mecenato (patrocínio de actividades culturais) é incompatível com um órgão de soberania. "Agora vamos pedir dinheiro às empresas?", questionou um parlamentar, que quis manter o anonimato. Aliás, nenhum deputado de qualquer bancada se quis identificar para falar sobre este assunto, com a justificação de que as propostas ainda estão a ser estudadas e que ainda não há decisões tomadas. Na realidade, as bancadas estão a tentar contornar esta hipótese de mecenato.
No momento em que a proposta foi avançada por Assunção Esteves houve silêncio na sala, nenhuma das bancadas se manifestou. Na resposta enviada ontem ao PÚBLICO, o gabinete da presidente informa que a "hipótese de mecenato, de facto, se levantou, no diálogo com os grupos parlamentares, mas que não se decidiu por ela".
Uma das iniciativas que Assunção Esteves propôs para as comemorações dos 40 anos da Revolução de Abril é uma exposição de chaimites junto à Assembleia da República, ornamentadas com cravos criados pela artista plástica Joana Vasconcelos. Seria, aliás, para esta iniciativa que se destinaria o mecenato. Há quem questione a escolha desta artista por temer ser alvo de crítica por parte de outros criadores. A ornamentação com cravos dos veículos militares já é uma segunda versão da proposta de Assunção Esteves. A presidente primeiro avançou com a ideia de Joana Vasconcelos poder fazer uma cobertura para a fachada do edifício da Assembleia da República, mas acabou por recuar, concordando que teria custos muito elevados.
Assunção Esteves quer chegar a um consenso entre as bancadas sobre a forma de assinalar o 25 de Abril. Foi entretanto criado um grupo de trabalho com deputados de todas as bancadas. Nuno Encarnação (PSD), João Rebelo (CDS), António Braga (PS), Miguel Tiago (PCP) e Pedro Filipe Soares (BE) reúnem hoje com a presidente sobre este assunto. Ao que o PÚBLICO apurou, foram feitas outras propostas para assinalar o 25 de Abril entre as quais a realização de vídeobiografias de deputados (apresentada pelos sociais-democratas) e a de uma exposição com cartazes e ilustrações da época (avançada pelo CDS). Há outras propostas da presidente que são pacíficas como é o caso de convidar um coro infantil para cantar na sessão plenária do 25 de Abril.
Na súmula disponibilizada aos jornalistas sobre a conferência de líderes da passada semana, Assunção Esteves defendeu que o programa de comemorações deverá ser "ambicioso". Algumas das iniciativas já foram acertadas, segundo a mesma súmula: "Um ciclo anual de cinema sobre Direitos Humanos e no mês de Abril sobre a revolução, aberto ao público. Teatro, exposição de iconografia, concertos nas escadarias e dentro do palácio, uma conferência com o título "Os paradigmas do futuro", "contributos estéticos de vários artistas" e "uma boa preparação da cerimónia dentro do plenário".
Na resposta enviada ontem ao PÚBLICO pelo gabinete da presidente é referido que "já existe um programa traçado, com algumas rubricas a confirmar" e que será comunicado oportunamente aos jornalistas.

A palavra aos comunistas ucranianos Silenciado nas suas posiições sobre os conflitos internos no País, o Partido Comunista da Ucrânia dirigiu uma carta aberta a todos os ucranianos e à comunidade internacional Nela avança com propostas que referimos abaixo mas caracterizando a situação nas seguintes palavras

A palavra aos comunistas ucranianos 


Silenciado nas suas posiições sobre os conflitos internos no País, o Partido Comunista da Ucrânia dirigiu uma carta aberta a todos os ucranianos e à comunidade internacional
Nela avança com propostas que referimos abaixo mas caracterizando a situação
nas seguintes palavras


Queridos Camaradas

A Ucrânia entrou para a lista dos países afectados pelas "revoluções coloridas" . Ocorreu uma sucessão chocante massacres , vandalismos , motins e ataques a prédios do governo apareceram Das primeiras páginas dos meios de comunicação ocidentais .

Como parte dos confrontos incontáveis ​​centenas de manifestantes e forças de segurança ficaram gravemente feridos ,  levando à morte de vários manifestantes. Não se pode esquecer os sequestros em massa e violência política pelos elementos mais radicais .

Os recentes acontecimentos dissiparam o mito de que há na oposição na capital ucraniana entre um "regime criminoso " e " pacíficos dos Democratas Europeus. "

Na realidade , esses eventos vêm da luta entre clãs oligárquicos pelo poder na Ucrânia, e para o cargo presidencial em particular. Os acontecimentos actuais são um golpe.

Isto é confirmado pelas recentes acções da "oposição " que cria instituições paralelas de poder, e falando em nome das pessoas envolvidas em ações anti- constitucionais que alimentam o conflito na Ucrânia , forçando as autoridades a ir mais longe na repressão.

Atenção especial deve ser dada à crescente atividade de forças políticas neo- nazis e ultra- nacionalistas que fizeram a escolha de violência e ilegalidade , que causou o confronto e confrontos .

Estas organizações incluem , em particular " Spilna správa " ( Causa Comum ) , " Trizub " ( Trident), " UNA-UNSO ", " Lei do Setor ", " Svoboda ", etc .



O partido " Svoboda " ocupa um papel especial na escalada do conflito como um partido parlamentar no poder em algumas áreas do oeste - tem uma oportunidade real de continuar a sua política de subversão contra a ordem constitucional na Ucrânia.

Todas estas organizações estão unidos ideologicamente e seguir o exemplo de guerrilheiros ucranianos do nacional-socialismo alemão - Bandera e Shukhevych - repetindo os seus slogans.

Por exemplo, um slogan se tornou muito popular hoje em dia: "Glória à Ucrânia, Glória aos heróis !" foi de colaboradores ucranianos durante a Segunda Guerra Mundial, quando os habitantes   pacíficos polacos e ucranianos  eram massacrados na Ucrânia Ocidental.

O Partido Comunista da Ucrânia informou o mundo comunista , os trabalhadores e os movimentos de esquerda de vários actos de vandalismo , como quando os neo- nazis destruíram as estátuas de Lenin e os monumentos da era soviética, mas actua agora com vandalismo contra monumentos erguidos em homenagem aos heróis da luta contra o fascismo.

Ao mesmo tempo , está-se a tornar cada vez mais claro que a Ucrânia caiu em numa espiral de violência . Com o apoio da oposição por parte das potências ocidentais , incluindo alguns políticos da Europa Ocidental , que estão a alimentar de forma mais clara o conflito na Ucrânia.

Em paralelo , o Departamento de Estado dos EUA tem apelado repetidamente às autoridades ucranianas para negociar com a oposição, retirar as tropas de policiamento nas ruas de Kiev e permitir que a "oposição "  ocupe os prédios do governo , quando comentava as últimas leis "2anti-democráticos e ditatoriais " aprovadas pelo Parlamento ucraniano.

No entanto , essas leis combinam perfeitamente com os padrões das democracias ocidentais, são semelhantes à legislação em vigor nos Estados Unidos e na União Europeia .

Por exemplo, de acordo com as novas leis , as organizações públicas ucranianos financiadas do exterior, e tendo contribuído para a intensificação do conflito, terão de ser registados como agentes estrangeiros . Na lei dos EUA, este é o caso desde 1930. O parlamento ucraniano acaba inspirado na experiência americana .

Leis que proíbem manifestantes pacíficos de esconder seus rostos como existem na Europa .

Assim, a Alemanha criminalizou o uso de capacetes cobrindo o rosto, o uso de escudos durante as manifestações . Na França, os mesmos crimes são puníveis com 3 anos de prisão e uma multa de € 45.000.

Essa proibição está em vigor nos Estados Unidos , Canadá e outros países. Violar as leis sobre protestos pacíficos na Inglaterra equivale a uma penalidade de £ 5.000 e até dez anos de prisão nos Estados Unidos como na Inglaterra .

Nos Estados Unidos , bater ou agredir um policia pode levar de 3 a 10 anos de prisão. Na França, o bloqueio da rodovia , por qualquer motivo é proibido.

De alguma forma, os políticos ocidentais que expressam indignação e preocupação com a situação na Ucrânia , contra o " endurecimento " da legislação ucraniana - não se quer  lembrar desses factos .

Nestas circunstâncias , o Partido Comunista da Ucrânia acredita que a responsabilidade pela violência reside a ambos os líderes ucranianos , cujas ações forçaram o povo ucraniano a envolver-se em manifestações de massa , como líderes das chamadas organizações de "oposição" militantes nacionalistas de extrema-direita e políticos estrangeiros que empurram as pessoas para a " radicalização dos acontecimentos " e a " lutar até o fim" .



Estamos convencidos da justeza das iniciativas dos comunistas para um referendo na Ucrânia , cuja implementação seria eliminar as bases de protestos populares e permitir que o povo ucraniano decida o seu próprio destino.

O Partido Comunista da Ucrânia declara a necessidade de acabar com o uso da força , para garantir a não-interferência nos assuntos ucranianos por potências estrangeiras e seus representantes , incluindo a uma mesa de negociação.

Ao mesmo tempo , todas estas tentativas de criar estruturas paralelas  não constitucionais só pode reforçar a oposição e criar uma ameaça real da escalada do conflito se transformar numa guerra civil .

Parte da população apoia o governo ,  outra a auto-proclamada "oposição" , e isso só vai levar ao  inevitável da Ucrânia.


Nestas circunstâncias , o Partido Comunista da Ucrânia apresenta as segvuintes propostas concretas para resolver a situação:

- Convocar um referendo para decidir sobre a política económica externa da Ucrânia em termos de integração regional;

- Adoptar políticas de reformas , que eliminem a instituição presidencial e estabeleça uma república parlamentar , aumentando significativamente os direitos das comunidades locais;

- Aprovar uma nova lei eleitoral , fazendo regressar a representação proporcional para a eleição de deputados da Ucrânia;



- Aprovar a reforma judicial e introduzir a eleição dos juízes .

Aproveitamos esta oportunidade , para vos pedir que contribuam para a reconciliação na sociedade ucraniana por todos os meios possíveis para que sejam apoiadas estas nossas propostas e a fim de garantir a maior cobertura noticiosa possível da situação política actual na Ucrânia.
Pedimos que condenem as actividades extremistas, propaganda do fascismo , o nacionalismo e o neonazismo na Ucrânia , bem como a ingerência estrangeira nos assuntos internos da Ucrânia e qualquer escalada na violência que possa vir a ocorrer.

antreus.blogspot.pt