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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

JÁ ONTEM TINHA DENUNCIA DO A DIFICULDADE A CHEGAR A ESTA NOTÍCIA QUE DEPOIS DE MUITAS PERIPÉCIAS E TENTATIVAS CONSEGUI PUBLICAR - Tentativa de Censura de Artigo sobre a Maçonaria (no Facebook da Casa da...

Veja o vídeo que mostra a tentativa de censura:






TENTATIVA DE CENSURA DE ARTIGO SOBRE A MAÇONARIA (NO FACEBOOK DA CASA DAS ARANHAS)


CLIK NA IMAGEM PARA AUMENTAR

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O Facebook está, cada vez mais, a compactuar com a censura de conteúdos de teor político e controverso.
Este vídeo demonstra o Facebook a impedir a partilha de uma notícia sobre a formação de uma Ordem da Maçonaria para jovens em Portugal através da página da Casa das Aranhas, dizendo que utilizadores identificaram a notícia como sendo ‘material abusivo’.
Para além de corruptos e cobardes, ainda tentam censurar informação relativa às suas actividades. Haja paciência para tanta desonestidade!

casadasaranhas.files.wordpress.com

Polonesa cria belos retratos usando flores e sementes A artista polonesa Elżbieta Wodała experimenta a beleza da natureza em suas colagens feitas com sementes, folhas, pétalas e outras partes de plantas encontradas por aí. Com seus belos retratos, Wodala diz ressaltar um conceito ecológico e encorajar as pessoas a serem artistas nas horas vagas.

Polonesa cria belos retratos usando flores e sementes

A artista polonesa Elżbieta Wodała  experimenta a beleza da natureza em suas colagens feitas com sementes, folhas, pétalas e outras partes de plantas encontradas por aí. Com seus belos retratos, Wodala diz ressaltar um conceito ecológico e encorajar as pessoas a serem artistas nas horas vagas.
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www.tramp.com.br

MIRÓ NÃO É COCÓ, TOTÓ! Criou o CPAI (Clube Português de Artes e Ideias) e depois passagou pela vereação do agora preso Isaltino de Morais... o roteiro de um deserdado da sorte em busca do seu lugar ao Sol, melhor ainda se à sombra de alguém mais luminoso do que o sombrio reflexo da sua própria imagem. Compreende-se que, para quem queria ser reconhecido pela cultura, não seja facil ser confundido com um vendedor de auto-rádios da Praça de Espanha.

MIRÓ NÃO É COCÓ, TOTÓ!


Criou o CPAI (Clube Português de Artes e Ideias) e depois passagou pela vereação do agora preso Isaltino de Morais... o roteiro de um deserdado da sorte em busca do seu lugar ao Sol, melhor ainda se à sombra de alguém mais luminoso do que o sombrio reflexo da sua própria imagem. Compreende-se que, para quem queria ser reconhecido pela cultura, não seja facil ser confundido com um vendedor de auto-rádios da Praça de Espanha. Mas à rectidão de um caminho difícil preferiu o redondo dos óculos de massa com as lentes fundo de garrafa que lhe emprestam aquele ar de totó social-democrata bem à moda de Braga de Macedo. Terá feito as contas à (in)cultura laranja e ao que esta dá aos poucos cultos que a servem? Lá chegaremos.
Primeiro bateu à porta do PS de Guterres, naquele discurso mole e coração amanteigado, a sua férrea persistência vingaria ao primeiro golpe, mas a paixão de Tonecas era outra, e como todos sabemos, na fila para esse peditório o PS já tinha verdadeiros intelectuais (e artistas…) que chegue. O seu coração socialista, assim bateu entre 97 e 2000, foi traído e logo se liberalizou. Bateu à porta dos vários PSD´s, onde qualquer pseudo qualquer coisa era imediatamente bem vindo.
Em 2001, ainda não tinham metido o Pacheco Pereira no bolso, o Santana Lopes já tinha a sua Marina Mota, e ele escolheu ser (ou foi escolhido para...) consigliere cultural na família oeirense do  D.Isaltino. Mas às primeiras ameaças de que o Estado de Direito também vigorava pela Linha logo B(f)úgio. Tem méritos e qualidades pessoais, caso contrário jamais sería Secretário de Estado da Cultura (vide Miguel Relvas...), mesmo que o seja sob coordenação do mais inculto dos Primeiro-Ministros. É determinado, inteligente, perspicaz, pragmático e servil, qualidades inatas para um Secretário de Estado sem programa de governo ou orçamento para o aplicar. Talvez por isto mesmo não hesite em vender anéis com os dedos se necessário for. Para não voltar para Goa, mesmo que na mala diplomática, vale tudo, afinal de contas a maior parte da colecção Miró não vale uma chamuça.
Agora "back to basics", aquele tipo sagaz que viu a oportunidade, criou a sua própria organização (CPAI) onde era presidente, tesoureiro, secretária e faxineira, para ter um palco só para si, não é ele mesmo a personificação do "empreendedorismo social" do "bater punho" à Relvas?! Recorrer à manobra e à mais estranha das alianças para pertencer onde não tinha lugar (CNJ-Conselho Nacional de Juventude) por troca com a "facilitação" do voto não é da práctica parlamentar mais moderna e ainda recentemente "referandada" pelas bancadas que suportam a maioria?! Vivêssemos nós ainda no 24 de Abril e o jovem empreendedor cultural seria perfeito estandarte da imperial Mocidade Portuguesa, tivesse retornado para um Portugal comunista e ostentaria com orgulho o crachá de "pioneiro" exemplar.
A ambição acrítica, mata o espírito e transforma paulatinamente o jovem empreendedor num ente acrítico como se quer que ele o seja. Hoje na sua aquiescência cega é o antídoto perfeito para a virulência da inovação, para rebeldia da criatividade, para a cultura da memória…  
Festejará em breve o dia da libertação da troika e da alienação do património cultural e quando a festa acabar irá trabalhar para quem melhor lhe pagar. Como ex-Secretário de Estado da Cultura dificilmente será convidado para presidir à Lusoponte ou ao Banif, mas como leiloeiro da Christie's não conhecerá as dificuldades que ajudou a infligir ao comum dos portugueses.
Os nossos filhos ouvirão um dia no recreio da escola:
"- Olha ali um Miró, totó!"

por Nuno Félix, 
 filibuster.blogs.sapo.pt

GOSTA DE SURREALISMO !? - Sarolta Bán é uma designer de joias nascida em Budapeste, na Hungria. Com o passar do tempo, até mesmo para aperfeiçoar seu trabalho, Sarolta aprendeu a manipular fotos digitalmente e, desde então, sua criatividade parece ter aflorado ainda mais

Sarolta Bán é uma designer de joias nascida em Budapeste, na Hungria. Com o passar do tempo, até mesmo para aperfeiçoar seu trabalho, Sarolta aprendeu a manipular fotos digitalmente e, desde então, sua criatividade parece ter aflorado ainda mais.
As imagens que você vai ver a seguir mostram um universo surreal, criado pela artista. Se você já se encanta com as obras de Salvador Dalí, vai ficar impressionado com o que a versão feminina e digital da artista é capaz de fazer.
Saindo do universo do impossível e chegando bem diante de seus olhos, as imagens feitas por Sarolta parecem saídas do cenário de sonhos mais malucos que alguém pode ter. Aliada a essa maluquice, a fotógrafa trabalhou com a beleza sombria de sua própria imaginação. O resultado é simplesmente incrível. Confira!

1 – Carona

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

2 – Ursinho

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

3 – Terra de gigantes

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

4 – Maktub

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

5 – Tripulação

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

6 – Baita ideia

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

7 – Ajuda

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

8 – Descanso

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

9 – Voo

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

10 – Labirinto

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

11 – Fumaça

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

12 – Melhor amigo

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

13 – Destino

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

14 – Passeio

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

15 – Truque

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

16 – Confronto

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

17 – Peixarada

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

18 – Conexão

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

19 – Sombrinha

Fonte da imagem: Reprodução/SaroltaBán

8 ANIMAIS QUE SE COMEM VIVOS - Existem muitas receitas pelo mundo que são feitas com animais ainda vivos minutos antes do preparo e isso é até muito comum. A lagosta, por exemplo, é cozida viva, pois ela abriga uma bactéria perigosa que se espalha rapidamente se for morta antes de cozinhar

Existem muitas receitas pelo mundo que são feitas com animais ainda vivos minutos antes do preparo e isso é até muito comum. A lagosta, por exemplo, é cozida viva, pois ela abriga uma bactéria perigosa que se espalha rapidamente se for morta antes de cozinhar.
Muita gente acha crueldade a forma como os bichinhos vão para a panela na água fervente, mas outros defendem que eles não sentem dor. É tudo uma questão de ser ou não um fã de frutos do mar, certo?
No entanto, e se o animal que você está prestes a comer ainda está vivo mesmo e se movimentando? Aí, a história muda bastante de figura. Você teria coragem? Confira abaixo oito exemplos de animais que são preparados e consumidos vivo.

8 – Sannakji

Fonte da imagem: Reprodução/List Verse
O sannakji é um prato servido na Coréia, sendo geralmente temperado com sementes e óleo de gergelim. O principal ingrediente do sannakji é Nakji, que é um pequeno polvo. Os tentáculos são geralmente cortados com o polvo vivo e levados rapidamente para o cliente, embora, por vezes, é servido inteiro.
O principal “atrativo” deste prato é que, quando mastigado, os tentáculos ainda estão se contorcendo. Além disso, como as ventosas ainda estão ativas é muito comum que algumas partes fiquem grudadas na garganta de quem come. Delícia, não é mesmo, minha gente?

7 – Ouriços-do-mar

Fonte da imagem: Reprodução/Aliza Green
Se mandar para o oceano, recolher os seus próprios ouriços-do-mar e comê-los imediatamente após a captura se tornou uma prática popular na Itália. Como a parte comestível fica no interior do ouriço, existe uma ferramenta especial para abri-las e apreciá-las sem o perigo de algum espinho atrapalhar o processo de forma dolorosa.

6 – Odori Ebi


Odori Ebi é um tipo de sashimi feito com filhote de camarão, que tem sua casca removida e, às vezes, a cabeça também. O resto do camarão, a parte traseira, é servido ainda se movendo para ser comido dessa forma. Tanto que esse prato também é conhecido como “Dancing Sashimi”, pois parece que o camarão está dançando com seus movimentos.
O camarão pode ser mergulhado em saquê para tornar mais fácil o consumo e ele, finalmente, morre ao ser mastigado. O Odori Ebi é um prato geralmente caro nos restaurantes japoneses, pois como é feito com o camarão vivo, ele exige um preparo muito rápido.

5 – Camarão embriagado

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia
O camarão embriagado tem algumas poucas diferenças com a iguaria acima. Primeiro porque é uma receita chinesa, e não japonesa como o Odori Ebi. Além disso, nem sempre é servido vivo. Mas quando é, é sempre servido em uma tigela de Baijiu, uma bebida com cerca de quarenta a sessenta por cento de conteúdo alcoólico, além de condimentos.
Outra diferença é que esta receita leva camarão adulto, em vez de filhotes. E a pior parte: nessa receita os camarões vivos ficam muito mais ativos, sendo possível vê-los pulando e tentando escapar da tigela até que algum chinês faminto o capture com seus hashis. #tenso

4 – Salada de formiga

Fonte da imagem: Reprodução/List Verse
Considerado pelo Guia Michelin como o melhor restaurante do mundo por três anos consecutivos, o dinamarquês Noma, oferece pratos requintados e ideias inovadoras. No entanto, existem algumas um tanto estranhas que não foram muito apreciadas, como é o caso da salada de formiga.
Para prepará-la, as formiguinhas são refrigeradas vivas para que se movam mais lentamente. O restaurante afirma que elas têm um suposto sabor de capim-limão. Será? Refrigeradas ou não, o fato é que existem formigas rastejando sobre folhas de alface e isso não é nada agradável, ainda mais sabendo que o valor do prato pode chegar a quase 700 reais.

3 – Casu Marzu

Fonte da imagem: Reprodução/List Verse
O Casu Marzu é um queijo tradicional da Sardenha feito com leite de ovelha. Até aí, tudo bem. O problema é com o que ele é consumido e esse talvez seja alguns dos itens mais nojentos da lista. O queijo é apreciado com larvas! Sim, pois o queijo é preparado até um estágio de decomposição e as chamadas “larvas do queijo” (Piophila casei) são adicionadas para ajudar a quebrar a gordura.
As larvas então comem o queijo, formando uma superfície mais aerada e macia, e ainda liberam um líquido conhecido como lágrima. Algumas pessoas removem as larvas antes do consumo, mas muitas mandam tudo para dentro. Blerght!

2 – Sashimi de sapo vivo

Fonte da imagem: Reprodução/List Verse
Para este prato, um sapo é mantido na cozinha até que alguém faça o pedido do sashimi. Na mesma hora, o bicho é cortado e colocado em um recipiente com gelo, indo direto para a mesa do comensal. O pior de toda essa história é que o coração do sapo ainda está batendo quando ele é servido. Que fim triste para o anfíbio...

1 – Ikizukuri

Fonte da imagem: Reprodução/List Verse
Também um tipo de sashimi, o ikizukuri é um prato feito com o peixe vivo. O cliente do restaurante pode escolher a sua “vítima” em um tanque de peixes. Feito isso, o chef pesca o bicho, tira os seus intestinos rapidamente na frente do cliente e já monta o prato para servi-lo.
O chef faz cortes no peixe de forma que não atinja o coração, a fim de que, quando o cliente saboreie o prato, ainda possa sentir o órgão pulsando. Além disso, a “graça” do prato para os apreciadores é que a boca do peixe também ainda esteja se mexendo. Talvez esboçando um último pedido de socorro, quem sabe

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ANÍBAL CAVACO SILVA, «O INEPTO»

ANÍBAL CAVACO SILVA, «O INEPTO» 

O INEPTO | O presidente da República, eleito para o ser de todos os portugueses, fecha-se cada vez mais na sua capelinha, onde se tornou líder de facção, e envergonha, certamente, muitos dos que nele votara
m. Hoje, sobre a questão das pinturas de Joan Miró, balbuciou qualquer coisa como não se querer pronunciar, pois o tema passou a servir de «arma de arremesso político». Como em política todos os argumentos são de arremesso, o inquilino de Belém só tem de cumprir o que hoje afirmou como princípio e manter-se caladinho até ao final do mandato. Poupa-nos, pelo menos, a estas patéticas declarações, que bateram aos pontos o surrealismo do pintor catalão.
Em 1891, Eça de Queirós escrevia que Portugal atravessava a pior crise de sempre. Sustentava a sua análise num país sem crédito, sem dinheiro e com falta de homens de valor e carácter. As constantes declarações de Cavaco e a forma como exerce o seu mandato, provam o engano do escritor e diplomata. Portugal é hoje um país governado por gente triste, inculta e incapaz, que se diverte a arrastar o país numa crise sem precedentes e que deixará marcas profundas para as próximas gerações. Noutros tempos, os cognomes serviam para caracterizar a forma como os reis desempenhavam os seus reinados e o que foram as suas principais marcas. Se vivêssemos nessa altura, teríamos Cavaco a passar à história como 'O Inepto'! Para desgraça do país a que preside.

Pedro Reis

SERÁ !? - Desta vez Duarte Lima não escapa a interrogatório sobre homicídio O antigo deputado do PSD Duarte Lima, suspeito de ter assassinado Rosalina Ribeiro, será obrigado a responder perante um juiz às perguntas constantes da carta rogatória feita chegar a Portugal pelas autoridades brasileiras

Carta rogatória 


Desta vez Duarte Lima não escapa a interrogatório sobre homicídio

O antigo deputado do PSD Duarte Lima, suspeito de ter assassinado Rosalina Ribeiro, será obrigado a responder perante um juiz às perguntas constantes da carta rogatória feita chegar a Portugal pelas autoridades brasileiras. Refira-se que o antigo parlamentar se havia tinha escusado a prestar estes esclarecimentos, alegando, na altura, que o processo se encontrava em fase de instrução e não de inquérito, argumento que agora perdeu a validade, indica o Diário de Notícias.
PAÍS
Desta vez Duarte Lima não escapa a interrogatório sobre homicídio
DR
A carta rogatória remetida pelas autoridades brasileiras à Procuradoria-Geral da República para que o antigo deputado social-democrata, Duarte Lima, seja interrogado por um juiz português sobre o homicídio de Rosalina Ribeiro, crime de que é acusado no Brasil, chegou ontem.
Assim, o ex-parlamentar, que se encontra em prisão domiciliária no âmbito de outro caso que corre na Justiça portuguesa, será, muito em breve notificado pelas varas criminais de Lisboa.
“Atendendo à fase que se encontra o processo brasileiro, posterior à dedução de acusação pela prática de crime de homicídio, e após confirmação junto das autoridades brasileiras, o pedido foi enviado às varas criminais de Lisboa para execução”, adiantou ao Diário de Notícias uma fonte do gabinete da procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal.
Saliente-se que Duarte Lima se havia escusado a responder a uma outra carta rogatória, tendo argumentado, à data, que o processo se encontrava em fase de instrução e não de inquérito, cenário que não mais se coloca.
Esta é a primeira vez que o antigo deputado será ouvido pela Justiça portuguesa no âmbito do assassinato de Rosalina Ribeiro, estando obrigado a comparecer presencialmente perante um juiz.

O GATUNO ACUSA ! - RENDEIRO DIZ QUE OS CLIENTES FORAM LESADOS POR SEREM GANANCIOSOS Fundador do BPP que responde por burla qualificada diz que nenhum burlão "se transforma na coisa burlada"




RENDEIRO DIZ QUE OS CLIENTES FORAM LESADOS POR SEREM GANANCIOSOS

Fundador do BPP que responde por burla qualificada diz que nenhum burlão "se transforma na coisa burlada"
O despacho do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa que acusa João Rendeiro e dois outros ex-administradores do Banco Privado Português (BPP) de burla qualificada é um mero "exercício de hindsight", isto é, de retrospectiva. Na contestação entregue na 2ª Vara Criminal de Lisboa, onde na próxima quarta-feira começará a ser julgado, o fundador do BPP concentra-se neste argumento: o Ministério Público só terá chegado a determinadas conclusões porque avaliou "comportamentos ocorridos em 2007 e 2008 à luz da informação, conhecimento e experiência que se tem em 2013".
Os procuradores da 9ª secção do DIAP de Lisboa que conduziram a investigação concluíram, em Fevereiro de 2013, que os ex-administradores do banco terão feito uma gestão imprudente do veículo de investimento Privado Financeiras, gestão essa que terá causado prejuízos a uma centena de clientes e investidores na ordem dos 41 milhões de euros.
Para reforçar o capital da sociedade, o banco decidiu angariar investidores junto dos clientes com mais potencial: aqueles com capacidade para investir quantias mais avultadas, como Francisco Pinto Balsemão, terão mesmo sido contactados directamente por João Rendeiro. Acontece que os investidores não saberiam que as acções compradas seriam exclusivamente do BCP nem que a sociedade seria "alavancada": ou seja, além dos capitais próprios, a empresa recorreria a financiamento externo.
Mas João Rendeiro contesta o argumento de que os accionistas terão sido enganados: tinham experiência suficiente, diz, para saberem estar perante um investimento de risco e se acabaram lesados foi porque foram vítimas das suas ambições. "Os presentes autos são o exemplo acabado da cupidez de muitos dos aqui assistentes, que, ao longo de vários anos, muito ganharam em estratégias de investimento em tudo semelhantes à presente, e que agora, confrontados com a perda do investimento cujo risco aceitaram, dizem-se enganados, porque sabem que só pela via da responsabilização civil conexa à imputação de um crime conseguem (tentar) recuperar o investimento realizado", afirma a defesa de João Rendeiro, na contestação a que o i teve acesso.
O fundador do BPP vai ainda mais longe e diz que accionistas não só eram experientes como não terão legitimidade para reclamar que a Privado Financeiras tivesse apenas investido em acções do BCP quando, a título pessoal, também o fizeram. "Sofisticados especuladores bolsistas vestem a pele de ingénuos e impreparados consumidores, quando muitos deles investiram neste como antes em outros veículos, e, pasme-se, investiram também a título particular precisamente no mesmo título em que a Privado Financeiras investiu, o BCP", acusa.
João Rendeiro diz-se disposto a provar que aquele tipo de investimento é de "alto risco" e os investidores em causa, pela experiência que tinham na matéria, teriam de estar conscientes disso. Que no passado, antes do fracasso em torno do investimento em acções do BCP, a estratégia tinha tido sempre lucros "impressionantes" e "muito acima dos indicadores dos mercados". Que não podia prever "os problemas do sub prime" e ainda menos "a crise financeira de 2008 e seguintes", nem podia adivinhar "que o BCP estivesse tão fraco" e que a proposta de fusão do BPI falhasse. Se, no fim de tudo, os clientes foram vítimas de uma burla, diz Rendeiro, também ele terá sido "vítima de si próprio" porque ali terá investido também o seu dinheiro. "Nenhum burlão em parte alguma do mundo - sem que exista um caso gravíssimo de desdobramento de personalidade esquizofrénica (que se não presume) - actua para ser a principal vítima de si próprio, e parafraseando o poeta "transformando-se o burlão na coisa burlada"", defende.
A acusação não ignorou que Rendeiro, tal como os ex-administradores Salvador Fezas Vital e António Paulo Guichard, investiu dinheiro num aumento de capital da Privado Financeiras. Acontece, porém, que o dinheiro investido não seria de nenhum dos gestores mas de prémios que os três alegadamente terão recebido indevidamente do banco.

EMPRESAS MUNICIPAIS, ALBERGUES DE LUXO PARA LIXO?

EMPRESAS MUNICIPAIS, ALBERGUES DE LUXO PARA LIXO?

O contribuinte cá está para pagar esses desmandos....
“As empresas municipais de Braga que se encontram na situação económica e financeira mais complicada são as que pagam os salários mais elevados”, escreve o Diário do Minho , apresentando vários exemplos de salários relativos a 2009 e previsões para 2010. Das cinco empresas, apenas uma dá lucro. Há quem ganhe praticamente o mesmo salário que um Presidente da República. 

1. A Empresa Municipal de Habitação de Braga paga um ordenado médio mensal superior a dois mil euros a cada um dos seus 11 funcionários. Este valor não inclui eventuais suplementos por turnos, nem horas extraordinárias nem ajudas de custo nem os encargos obrigatórios com a Segurança Social. Esta empresa tem um passivo acumulado de 1,5 milhões de euros

2. Theatro Circo. Era uma empresa municipal agora é uma sociedade anónima, detida a 100% pela Câmara. Os 21 colaboradores auferem remunerações médias mensais superiores a 1.800 euros. O financiamento camarário anual ronda os 950 mil euros. O Theatro Circo, que acumula um passivo de quase 1,2 milhões de euros, gasta cerca de 50% do seu orçamento com encargos com o pessoal.
3. O Parque de Exposições de Braga (PEB) paga aos seus trabalhadores quase 600 euros a mais que o valor do ordenado mensal que recebe cada funcionário que trabalha na Câmara Municipal. O salário base mensal médio é de 1.496 euros. Ainda assim, os custos com o pessoal traduzem uma redução de 10% face ao último exercício da gestão de Jorge Cruz, como presidente desta empresa municipal. No entanto, a passagem de Miguel Corais para o lugar anteriormente ocupado por Cruz coincidiu com um aumento de 50% dos vencimentos dos administradores.

4. Os Transportes Urbanos de Braga (TUB) tiveram de afectar 5,8 milhões de euros para cobrir os vencimentos base dos seus 332 funcionários. Os três (!) administradores custam 131.824 euros em salários.

5. AGERE. A empresa municipal que a Câmara de Braga privatizou 49 por cento do capital social e é a única que dá lucros. Em média, cada funcionário (são 597) teve um rendimento anual inferior a 13 mil euros, tendo auferido uma remuneração média mensal base de 924 euros. Nuno Ribeiro foi até Novembro o único administrador da Agere, uma vez que o actual presidente do conselho de administração apenas assumiu o cargo em Novembro. Mas as contas revelam que os gestores custaram, em 2009, quase 81 mil euros, o que colocou os custo mensal dos administradores nos 6.750 euros. fonte 

Saiba qual o estado financeiro das empresas municipais do seu concelho
A Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC) apresentou a actualização do “Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses”. Algumas conclusões:
- 111 empresas municipais terão de ser extintas por não terem saúde financeira.Estas empresas representam mais de 40% do universo do sector empresarial local (SEL);
- Há mais empresas sem endividamento mas a dívida total cresceu 3,4% em 2012;
- As empresas municipais têm de cumprir estes critérios: as receitas dos últimos três anos têm de ser superiores a 50% das despesas; os apoios públicos no mesmo período têm de ser inferiores a 50% das receitas; e os resultados operacional e líquido acumulados desde 2010 têm de ser positivos. Basta que um critério não seja cumprido para que a empresa tenha de fechar. Estas empresas, por exemplo, não cumprem qualquer critério: EDEAF – Empresa Municipal de Desenvolvimento, de Alfandega da Fé, a Falcão – Cultura, Turismo e Tempos Livres, de Pinhel, e a TEGEAC – Gestão de Equipamentos Culturais e de Lazer, de Trancoso;
- À frente das empresas mais endividadas estão a Tratolixo, a EPUL e a Indaqua Matosinhos. Aceda aqui ao relatório da OTOC actualizado 

As câmaras municipais são as maiores agências de emprego do País.
A integração de "boys" partidários nos quadros de pessoal das câmaras e empresas municipais é regra e, com a aproximação da data das eleições autárquicas, adivinha-se um despautério de admissões e nomeações em catadupa.
Esta situação é particularmente expressiva no que diz respeito aos dirigentes que, nas juventudes partidárias, organizam as campanhas eleitorais e arregimentam votos. Uma vez instalados nos seus "tachos", continuam por norma a trabalhar ao serviço dos partidos, mas remunerados à custa dos municípios.

Ao longo dos últimos anos, este fenómeno agravou-se de tal forma que algumas empresas municipais mais parecem sedes partidárias dissimuladas.
Contudo, é nos municípios mais pequenos, alguns com apenas quatro ou cinco mil eleitores, que este problema se torna ainda mais grave e dramático no plano social. Nesses municípios, a obtenção de um qualquer emprego, ou a promoção numa função, depende quase exclusivamente do presidente de câmara local. Isto porque o maior empregador no concelho é a câmara; o segundo maior é, por regra, a misericórdia local ou alguma instituição de solidariedade, que atua em conúbio com o poder autárquico. Segue-se-lhes a administração central descentralizada, de forte dependência política, ou eventualmente uma empresa de média dimensão… amiga da câmara. Com esta estrutura de emprego, só o presidente de câmara e os caciques que dele dependem conseguem atribuir empregos que, em regra, beneficiam afilhados e familiares do presidente, os militantes do partido e os apaniguados das redes clientelares. Claro que a sua seleção raramente resulta do seu currículo ou das suas competências.
Estas práticas reiteradas, nomeadamente nos pequenos concelhos do interior, consolidam, na maioria do território nacional, a ideia de que o estudo, a formação e o esforço de nada adiantam. Fazem vingar a tese de que a qualidade do desempenho é irrelevante para ocupar um qualquer cargo. A qualidade não constitui critério de escolha de colaboradores, ou de progressão nas carreiras. A estrutura de recursos humanos está invertida. O profissionalismo foi dizimado pelo clientelismo. Paulo Morais 

"As empresas municipais estão hoje completamente descredibilizadas. 
Na sua esmagadora maioria, delapidam recursos públicos, servem para distribuir empregos pelos "boys" dos partidos e até para favorecer umas negociatas. Em apenas dez anos de existência, acumularam milhares de vícios. Chegou pois a hora de moralizar o sector empresarial local, mantendo apenas aquelas entidades que cumpram um mínimo de requisitos.
Em primeiro lugar, qualquer empresa municipal deve atingir um volume de negócios significativo. Deve ter uma carteira de clientes, pagar a fornecedores, gerar emprego, representar um factor positivo na actividade do concelho em que se integre. No contexto actual, terão razão de ser empresas municipais de habitação responsáveis pela gestão de milhares de fogos, mas já não faz qualquer sentido manter estruturas cujo objecto de negócio seja apenas um pavilhão gimnodesportivo e uma piscina, como acontece por esse país fora.

Devem extinguir-se aquelas que não são mais do que serviços administrativos municipais mascarados, como é o caso das que apenas emitem licenças ou autorizações de construção.
Por último - e esta é a questão central! - uma empresa deve sobreviver se gerar lucro e não necessitar de subsídios ou indemnizações compensatórias. Uma empresa municipal à qual seja atribuída, por exemplo, a gestão de um parque habitacional, deve garantir que as receitas provenientes das rendas pagam a conservação e manutenção dos edifícios e das habitações, a gestão dos condomínios e os próprios custos de gestão.
As empresas municipais que cumpram as condições acima devem dispor de uma gestão profissional, não podem acolher "boys" partidários e obrigam-se a entregar os seus lucros anualmente aos municípios, para além de manterem e valorizarem o património que têm sob a sua responsabilidade.
Cumprindo estes critérios, o sector empresarial municipal ficará reduzido a menos de dez por cento, mas Portugal ficará menos pobre. E mais sério." FONTE
Os tachos apetitosos não podem acabar... vale tudo para manter o poder de distribuir tachos
Limitação de mandatos. Autarcas arranjam esquema para 'fintar' lei
O esquema é simples: presidentes das juntas, que tenham cumprido já três mandatos, candidatam-se como número dois para depois chegaram à liderança graças à renúncia ou à delegação de funções pelo cabeça de lista, avança o Jornal de Negócios.
As autárquicas são das eleições que mais obrigam à criatividade, em especial depois da entrada em vigor da regra da limitação de mandatos.
A nova forma de contornar a lei passa por os presidentes da junta, que já tenham três mandatos no currículo, candidatarem-se como número dois da lista subindo depois ao topo através da renúncia ou da delegação de funções do cabeça de lista, que no esquema funciona como uma espécie de fantoche.
“Tenho a coragem de assumir que o número um da lista só vai a votos para me permitir subir a esse lugar”, conta o presidente da junta de Ferreira de Aves, eleito pelo PSD, ao Jornal de Negócios. Curioso é o facto de neste caso o cabeça de lista ser a sua mulher.
Em Carnide, o actual autarca da CDU não espera que o número um da lista renuncie, mas está a contar que delegue em si as funções a tempo inteiro.
Tanto uma situação como outra são ‘fintas’ à limitação de mandatos que podem ser consideradas fraude à lei. FONTE

E para fintar os tectos salariais 
O interesse pelas empresas municipais reside no facto de estas terem sido criadas para escapar aos limites impostos (também nos salários) às entidades "estritamente" públicas. Um caso simples é o da Empresa Municipal de Águas do Porto: substituindo o SMAS, que era gerido pelo vereador com o pelouro do ambiente (que por essas funções não via o seu salário reforçado, a Empresa Pública passou a entregar ao director e seus dois ou três assessores/adjuntos, um total de mais de 200 mil euros por ano, a que se somavam automóvel, telemóvel e outros benefícios. Assim vale a pena.
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