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domingo, 2 de fevereiro de 2014

AINDA O 31 DE JANEIRO DE 1891 Uma peça particular, que mão amiga nos permitiu aceder, para assinalar nesta efeméride.

AINDA O 31 DE JANEIRO DE 1891

Uma peça particular, que mão amiga nos permitiu aceder, para assinalar nesta efeméride.

O número do jornal O Alarme,de Coimbra, assinalando o primeiro aniversário da revolta de 31 de Janeiro de 1891, com uma gravura de João Chagas. Repare-se que a moldura do jornal já algo deteriorada mantém na parte superior gravado negro na madeira VIVA A REPÚBLICA.

SAÚDE E FRATERNIDADE!

A.A.B.M.


arepublicano.blogspot.pt

Hino - Avante Benfica - ESTE HINO FOI CENSURADO E PROIBIDO EM 1942 POR SALAZAR

DEPOIS DOS DIAS DE TEMPESTADE QUE SE FIZERAM SENTIR NO PORTO A 6 DE JANEIRO EIS AQUI ALGUMAS FOTOS.

Tempestade no mar, tragédia em terra



A HISTÓRIA DO TERRÍVEL ASSASSINO DIOGO ALVES LIGADA AO AQUEDUTO DAS ÁGUAS LIVRES EM LISBOA

DIOGO ALVES

Este era o nome do terrível assassino e ladrão que utilizava os caminhos sobre os arcos do Aqueduto para perpetrar toda a espécie de crimes. Segundo reza a História, Diogo Alves, "o Pancada" como era conhecido, escondia-se no aqueduto para assaltar e atacar as pessoas que passavam no longo e estreito passeio ao ar livre sobre a Ribeira de Alcântara, atirando-as depois de uma altura de 65 metros. No Verão de 1837, Diogo Alves terá roubado a vida a 76 pessoas. Foi apanhado em 1840, condenado à morte e enforcado a 19 de Fevereiro de 1841. Esta história de Diogo Alves intrigou os cientistas da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, que após o enforcamento do homicida, lhe deceparam a cabeça para a estudarem e tentarem compreender a origem da sua malvadez.
A cabeça decepada encontra-se, ainda hoje, no teatro anatómico da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, conservada num recipiente de vidro, numa solução de formol. Mostra-nos o rosto de um homem com ar tranquilo, contrário ao seu comportamento ao longo da vida.

AQUEDUTO DAS ÁGUAS LIVRES

O Aqueduto das Águas Livres foi mandado construir pelo Rei D. João V para fornecer água a Lisboa. O projecto foi feito pelo arquitecto Manuel da Maia, mas foi Custódio Vieira que o deixou pronto em 1748. Porém, a obra só foi totalmente concluída em 1799.
Este projecto tornou possível a resolução de um problema com que Lisboa se debatia há muito tempo: a falta de água em Lisboa. Pressionado pelo procurador da cidade, o rei concordou em mandar estudar os custos desta obra e a quem caberia o seu pagamento. Depois de grandes discussões, o povo aceitou que o Rei lançasse novos impostos sobre a carne, o vinho e o azeite que se consumiam em Lisboa, tornando possível o abastecimento de água a Lisboa. Em 12 de Maio de 1731 foi assinado o decreto para a construção do Aqueduto das Águas Livres, inteiramente paga com o dinheiro do povo.
Por isso, D. João V mandou colocar no Arco da Rua das Amoreiras uma placa com uma inscrição em latim, que dizia:
No ano de 1748, reinando o piedoso, feliz e magnânimo Rei João V, o Senado e povo de Lisboa, à custa do mesmo povo e com grande satisfação dele, introduziu na cidade as Águas Livres desejadas por espaço de dois séculos, e isto por meio de aturado trabalho de vinte anos a arrasar e perfurar outeiros na extensão de nove mil passos.
Anos mais tarde, o Marquês de Pombal mandou substituir essa inscrição por outra que não referisse que tinha sido o povo a pagar tão grande obra e onde se pode ler:
Regulando D. João V, o melhor dos reis, o bem público de Portugal, foram introduzidas na cidade, por aquedutos solidíssimos que hão-de durar eternamente, e que formam um giro de nove mil passos, águas salubérrimas, fazendo-se esta obra com tolerável despesa pública e sincero aplauso de todos.


O 1.º COMBOIO PORTUGUÊS - O comboio começou a circular em Portugal há 157 anos!



O comboio começou a circular em Portugal há 157 anos!


O comboio fez a sua estreia em Portugal no dia 28 de Outubro de 1856, há precisamente 153 anos e dois meses, e era uma importante promessa de desenvolvimento de Portugal, garantindo rápidas ligações de pessoas e mercadorias, entre o Norte e o Sul, o Litoral e o Interior.
Fontes Pereira de Melo, como Ministro das Obras Públicas, foi o grande timoneiro da modernização das vias rodoviárias e do arranque do caminho-de-ferro no nosso país, considerado condição sine qua nonpara a industrialização do Reino.
Muitas terras pelo país fora reivindicaram a construção de linhas-férreas, mas, condicionalismos de ordem financeira, inviabilizaram a sua concretização. Mesmo assim, foram construídas várias linhas (largas e estreitas) centenas e centenas de quilómetros de carris que, entretanto, com a expansão do transporte rodoviário (automóveis, camiões e autocarros), foram sendo paulatinamente abandonados. O facto é tanto mais constrangedor quando se sabe que o comboio é o melhor, mais eficaz e menos poluidor (referimo-nos, obviamente, ao comboio eléctrico) dos meios de transporte urbanos e semi-urbanos.
Mas voltemos à história do 1.º comboio português.
31 anos antes (1825), construir-se-ia a primeira linha-férrea em Inglaterra, país da Revolução Industrial e da ideia do transporte ferroviário. Defendeu-se, desde logo, a sua introdução em Portugal, como meio de modernizar o país. Vários projectos surgiriam, mas a instabilidade política das insurreições liberais e absolutistas, não permitiram a sua concretização.
Em Outubro de 1845, seriam publicadas as bases para a construção de caminhos-de-ferro em Portugal, que, no entanto, não teriam qualquer resultado prático.
Só depois do triunfo do movimento da Regeneração, em 1851, seriam criadas as necessárias condições de estabilidade política, para o surgimento do fontismo e da criação das infra-estruturas necessárias ao definitivo desenvolvimento.
As obras do 1.º troço da 1.ª linha-férrea portuguesa começaram em 1853, a cargo da Companhia Central e Peninsular dos Caminhos de Ferro em Portugal, sob a supervisão de uma companhia inglesa, e demorariam 3 anos. No dia 24 de Agosto de 1856 o rei D. Pedro V, visitou as obras, já em fase de acabamento, mas em Alverca ainda havia irregularidades.
A inauguração ocorreria dois meses depois, concretamente na manhã do dia 28 de Outubro de 1856, entre Lisboa e o Carregado. O novo meio de transporte compunha-se de duas locomotivas (a “Portugal” e a “Coimbra”) e dezasseis carruagens. O trajecto a percorrer era de 36,5 km e demorou cerca de 40 minutos.
Maria Isabel Lemos e Roxas Carvalho Meneses de Saint-Léger, que foi Marquesa de Rio Maior e dama da rainha D. Maria Pia, com apenas quinze anos assistiu a esta viagem inaugural. Sobre as impressões então vividas escreveu no seu “Livro de Memórias”, o seguinte:
«Vou narrar o que me lembra do solene dia da inauguração que, enfim, chegou. Minha mãe não quis ir ao banquete do Carregado. Mas foi comigo, para um cerro fronteiro à estação de Alhandra ver a passagem do comboio (…).
Finalmente, avistámos ao longe um fumozinho branco, na frente de uma fita escura que lembrava uma serpente a avançar devagarinho. Era o comboio? Quando se aproximou, vimos que trazia menos carruagens do que supúnhamos. Vinha festivamente embandeirado o vagão em que viajava D. Pedro V. O comboio parou um momento na estação, de onde se ergueram girândolas estrondosas de foguetes (…).
(…) Só no dia seguinte ouvimos meu pai contar as várias peripécias dessa jornada de inauguração. A máquina (…) não tinha força para puxar todas as carruagens que lhe atrelaram; e fora-as largando pelo caminho. Creio que se o Carregado fosse mais longe e a manter-se uma tal proporção, chegava lá a máquina sozinha ou parte dela (…).
Meu pai passou para a carruagem real, na qual chegou ao Carregado, onde assistiu aos festejos e comeu lautamente, porque o banquete era farto. (…)»
No dia seguinte, celebrava-se o aniversário de D. Fernando e a nova linha seria aberta à exploração, com duas viagens diárias de ida e volta, cujo preço (ida e volta) era o seguinte: 1.ª classe – 700 réis; 2.ª classe – 560 réis; e 3.ª classe – 240 réis.
Demoraria, no entanto, mais de meio século até ficar praticamente concluída a rede ferroviária nacional.

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SABEM O QUE É UM "MOLETE" ? SE NÃO VEJAM AQUI NO DESENVOLTURAS & DESACATOS A SUA HISTÓRIA



A história do “molete”
 
 


As invasões francesas a Portugal, de que este ano se recordou o segundo centenário da 2.ª, especialmente dirigida à cidade do Porto (Março de 1809), para além da enorme mortalidade e destruição que causaram, também tiveram as suas curiosidades, e deixaram as suas marcas, até na nossa língua.
É o caso do “molete”, pão pequeno que temos agora o hábito de consumir ao pequeno-almoço, ao lanche, ou a acompanhar as principais refeições.
Só tive conhecimento da existência de tal designação no final da década de 1970, quando comecei a viajar com mais regularidade para o Norte.
Na minha região (centro do país) sempre utilizávamos a denominação de papo-seco!
Ora, cá pelo grande Porto a designação usual é molete!
Tenho duas versões, para explicar tal nome.
A primeira foi-me contada um dia, num almoço com um antigo Presidente da Câmara de Valongo, que também era licenciado em História, que disse que o nome “molete” vinha directamente da aportuguesação do nome do general francês Moulet, que durante a 2.ª invasão francesa teria estacionado as tropas sob o seu comando, precisamente na região de Valongo.
Os seus serviçais, quando lhe iam comprar o pão, por imposição do General exigiam pães muito mais pequenos do que as padarias daqui tinham (pelos vistos naquele tempo só se fazia e comercializava pão grande). Já que os padeiros eram obrigados a confeccionar pães pequeninos para o general, sempre faziam alguns a mais que também colocavam para venda. As pessoas viam e começaram a questionar que pão era aquele? O vendedor dizia a verdade: é o pão do general Moulet!
Alguns fregueses ao verem, repetidamente, aqueles pães pequeninos, provaram e também se foram habituando a consumi-lo. Gostaram e foram pedindo pão do Moulet, com a repetição, ficou, simplesmente, molete!
A 2.ª versão, encontrei-a em qualquer sítio da web, achei também interessante e verosímil, porque aponta para a redução do peso, por razões de ordem logísitica, em tempo de “vacas magras”. Aí fica tal qual a vi:
«Apresentado por inteiro ou aos “nacos”, todos nós o comemos e faz parte dos nossos hábitos alimentares diários, com mais ou menos sal, é o pão.
 Há uma variedade imensa de tipos, uma das quais é o “papo-seco”, o qual cá por terras do Porto, é mais conhecido como “molete”.
Quem já não disse e ouviu dizer:
– “Ó Mãiee, dá-m’um molete” Tou co’fome!” – e como resposta – “Ó rapaz, bai à padaria e pede pra t’abiarem meia dúzia de moletes!”
Apesar de ser um vulgar tipo de pão, o molete pode orgulhar-se de ser o mais conhecido, embora a maior parte das pessoas que o comem, não saiba a sua história e o porquê de assim se chamar.
Como é do conhecimento geral, o Concelho de Valongo, no Porto, foi e é uma zona muito importante de panificação e moagem, como são exemplo disso os moinhos de água do Rio Ferreira, ainda existentes, e alguns recuperados. Para além disso, temos o “Pão de Valongo”, vulgarmente conhecido como Regueifa.
 Aquando das Invasões Francesas, em 1809, as tropas invasoras estiveram estacionadas em Valongo, tendo nessa altura havido falta de cereais, pelo que houve necessidade de se fazer racionamento do pão.
A forma adoptada foi a de diminuir ao peso, reduzindo o tamanho do pão para metade.
Essa medida foi tomada pelo General francês que comandava as tropas invasoras, que dava pelo nome de Moulet.
Daí o povo ter baptizado aquele pão com o nome de “molete”, aproveitando o nome do General que “decretou” a diminuição ao peso e ao tamanho do pão, para dessa forma poder alimentar os seus soldados.
E é esta a história dum tipo de pão que é conhecido por papo-seco, mas que cá pelo Porto, embora já a cair em desuso, lhe chamam “molete”.»



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Procura de terra por jovens esgota oferta das autarquias na região de Aveiro São jovens, sem saídas profissionais, atraídos pela perspetiva de candidatura a incentivos comunitários e garantia de escoamento da produção, desejosos de copiar exemplos de sucesso com o mirtilo no concelho



Procura de terra por jovens esgota oferta das autarquias na região de Aveiro
São jovens, sem saídas profissionais, atraídos pela perspetiva de candidatura a incentivos comunitários e garantia de escoamento da produção, desejosos de copiar exemplos de sucesso com o mirtilo no concelho

A procura de terrenos para cultivo, a título gratuito, sobretudo por jovens, está a exceder a oferta das autarquias, que avançaram com bolsas de terras ou hortas comunitárias para dar utilidade a terrenos desaproveitados.
Estarreja, que estabeleceu em 2012 as primeiras 10 hortas comunitárias no centro urbano, junto ao Quartel de Bombeiros, rapidamente triplicou os lotes ocupados e já em janeiro atribuiu mais seis.
"A adesão tem aumentado e hoje são cultivados 44 lotes. Em janeiro deste ano atribuímos mais seis", descreve Rosa Simão, vereadora da Câmara de Estarreja.
Em Sever do Vouga, onde a oferta de terrenos tem em vista, principalmente, a produção de mirtilo, a Câmara está a negociar com as juntas de freguesia e as comissões de baldios, porque o projeto esgotou os terrenos disponíveis e cada vez são mais os interessados.
Em Águeda, o projeto que começou em 2012 com 22 talhões, junto à Biblioteca Municipal, tem atualmente mais de 90 pessoas em lista de espera para que lhes seja atribuído terreno.
"Temos o projeto de colocar hortas noutros pontos do concelho, que estão a ser estudados para responder a essa procura, a que não conseguimos dar resposta", adianta Daniela Herculano, técnica da Câmara de Águeda.
O perfil dos interessados também está a sofrer alterações, constatadas quer no município de Estarreja quer no de Águeda.
Já não são só famílias carenciadas ou de baixos recursos a querer plantar alguma coisa ao pé de casa para compor o orçamento familiar, nem tão pouco se trata do regresso à terra de pessoas criadas no campo, que a vida levou a empregarem-se na indústria e no comércio, na cintura das cidades e que matam saudades da enxada na reforma.
Às autarquias chegam cada vez mais pedidos de gente que trabalha nos serviços ou tirou um curso superior.
Para alguns, a atividade ao ar livre, ainda com o benefício de colher o que se semeou, ajuda a quebrar o ritmo apressado do quotidiano, a afastar as preocupações, a combater o "stress", a aprender na simplicidade do campo saberes ancestrais que a faculdade não ensinou.
Há outros que depositam na parcela de terreno camarário a confiança numa alimentação saudável, para colherem legumes e frutas de cultura biológica. "Querem saber o que estão a comer", observa Daniela Herculano.
Na região de Aveiro, o concelho de Sever do Vouga é um caso aparte. A Câmara juntou parceiros para dinamizar uma bolsa de terras, com o objetivo explícito de incentivar a cultura do mirtilo, numa aposta de especialização.
São jovens, sem saídas profissionais, atraídos pela perspetiva de candidatura a incentivos comunitários e garantia de escoamento da produção, desejosos de copiar exemplos de sucesso com o mirtilo no concelho.
"A bolsa de terras serviu também para fortalecer a imagem do concelho, em termos de capital do mirtilo", salienta António Coutinho, presidente da Câmara de Sever do Vouga, reconhecendo que a bolsa "está esgotada".
Lançada a bolsa de terras em abril de 2013, as licitações rapidamente esgotaram as parcelas disponíveis, atribuídas a 22 jovens agricultores para primeira instalação, dos quais 11 licenciados, que estão a tornar produtivos cerca de 30 hectares que estavam incultos, agora ocupados com cerca de 100 mil plantas.
Tal como em Águeda, em Sever do Vouga a procura excede a oferta, pelo que a Câmara está em negociações com as juntas de freguesia e com os conselhos diretivos de baldios, para alargar a iniciativa.

será realmente ficção ou pura realidade


Conselhos de viagem As primeiras coisas a fazer quando chegar ao quarto do hotel Quer desfrutar da sua estadia sem percalços? Carolina Morse, do site SmarterTravel, tem oito conselhos indispensáveis para uma noite agradável


Conselhos de viagem

As primeiras coisas a fazer quando chegar ao quarto do hotel Quer desfrutar da sua estadia sem percalços? Carolina Morse, do site SmarterTravel, tem oito conselhos indispensáveis para uma noite agradável

Verifique se não existem insetos na sua cama:  
Examine o seu colchão, moldura da cabeceira, almofadas e lençóis. É difícil encontrar insetos como os percevejos, mas estes deixam manchas nos locais que habitam. Antes de se deitar, procure pequenas manchas castanhas (sangue humano que estes insetos parasitas consomem e processam).

 Desinfete os aparelhos eletrónicos:
O seu quarto pode parecer limpo, mas é possível que não esteja totalmente desinfetado. A equipa de limpeza presta especial atenção às casas de banho, mas pode não ter tempo para desinfetar os comandos de televisão, interruptores ou outros aparelhos eletrónicos. Desinfete-os com uma toalhita antibacteriana.
Procure locais escondidos no quarto: 
 Antes de se entregar ao descanso, verifique se está realmente só. Debaixo da cama, atrás das portas, no chuveiro ou dentro do guarda-roupa. Não há nada pior do que encontrar "esqueletos no armário" ou ser surpreendido por algum intruso.
Experimente o ar condicionado:  
Quando entra no quarto, a temperatura parece perfeita. No entanto, pode sentir frio ou calor durante a noite. E se descobrir a meio da noite que a climatização não funciona? O melhor é verificar durante o dia. Nem todos os hotéis têm serviço de manutenção 24h ou quartos livres para trocar.
Remova a colcha: 
 É verdade, as colchas não são mudadas sempre que um novo hóspede chega. Pode parecer uma grande falta de higiene, mas Reneta McCarthy (responsável pelos quartos de uma cadeia hoteleira norte-americana) afirma que as colchas podem ser mudadas apenas quatro vezes por ano. Retire a colcha usada antes de se deitar.

Desligue ou regule o despertador: 
 Muitos hotéis têm despertadores de cabeceira. Se não quer ser acordado a horas impróprias, desligue-o. Se costuma acordar com o despertador do seu telemóvel, mantenha o hábito. (Não há nada pior do que acordar com um som desconhecido)
Coloque o sinal "Do not disturb" ["não incomodar", em inglês] na porta:
 A menos que queira ser surpreendido de manhã pelo serviço de quarto, coloque o sinal na porta. No entanto, se quer o seu quarto limpo, retire-o durante a manhã.


* TOME NOTA




apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

ESPECIAL DESENVOLTURAS & DESACATOS -ENTREVISTA A SALGUEIRO MAIA - A PRIMEIRA A SEGUIR AO 25 DE ABRIL - UM DOCUMENTO HISTÓRICO - SECRETÍSSIMO REVOLUÇÃO EM PORTUGAL

















Centro de Documentação 25 Abril

http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=esmaia16

«Os dirigentes dos partidos à esquerda do PS estão impedidos de convergirem pelo facto de se considerarem a si mesmos e à sua organização como a verdadeira vanguarda,


 «Os dirigentes dos partidos à esquerda do PS estão impedidos de convergirem pelo facto de se considerarem a si mesmos e à sua organização como a verdadeira vanguarda, como os detentores da via única, da linha justa, e que por isso devem ser eles a força dominante e motriz de qualquer solução de esquerda.
E assim continuam a falar sozinhos e longe de poderem aspirar a exercer ou influenciar directa e pragmaticamente o poder – prolongando a presunção mítica de que, um dia, serão eles que irão conduzir as massas, quais messias anunciados e redentores.»
São José Almeida
Público

Alemanha, França e Holanda . desfizeram-se de dívida grega . em plena crise Os bancos alemães, franceses holandeses quebraram os compromissos assumidos pelos respetivos governos, denuncia o "El Pais". Os bancos alemães, franceses holandeses desfizeram-se de dívida grega em plena crise do euro, contrariando os compromissos assumidos pelos respectivos governos, noticia hoje o "El Pais".



Alemanha, França e Holanda
. desfizeram-se de dívida grega
. em plena crise

Os bancos alemães, franceses holandeses quebraram os compromissos assumidos pelos respetivos governos, denuncia o "El Pais".


Os bancos alemães, franceses holandeses desfizeram-se de dívida grega em plena crise do euro, contrariando os compromissos assumidos pelos respetivos governos, noticia hoje o "El Pais". 

Citando "atas confidenciais do FMI [Fundo Monetário Internacional] de maio 2010" a que diz ter tido acesso, o jornal espanhol revela que a "Alemanha, França e Holanda, num dos piores momentos da crise do euro, assumiram o compromisso que os seus bancos apoiariam a Grécia e não venderiam dívida helénica".
 .
Contudo, refere, os bancos destes três países tinham, no primeiro trimestre de 2010 (antes do resgate à Grécia), mais de 122.000 milhões de dólares em dívida helénica, mas em finais do ano passado este valor havia caído 72%, para menos de 34.000 milhões de dólares.
 .
Tendo por base as atas "estritamente confidenciais" do FMI, o El Pais avança que o apoio da respetiva banca foi um dos argumentos a que recorreram os governos alemão, francês e holandês "para vencer as fortes resistências do FMI na concessão [à Grécia]  do maior pacote de ajuda financeira da sua história".  
 .
"Os representantes holandês, francês e alemão transmitiram o compromisso de que os seus bancos comerciais continuaram a apoiar a Grécia, mantendo a sua exposição", refere. 
 .
Contudo, continua, "os dados demonstram precisamente o contrário", comprovando que os três sócios europeus não cumpriram a sua palavra e agravaram a crise", com as respetivas "entidades financeiras a desfazerem-se dos títulos [de dívida pública grega], que 'queimavam' nas mãos".
 .
Segundo o El Pais, as mesmas atas revelam que as "divergências e dúvidas relativamente ao êxito do plano" de ajuda financeira surgiram desde o dia em que foi decidido o resgate à Grécia.
 .
"O documento revela claramente as críticas que países como a China, Austrália, Argentina ou Brasil fizeram desde o início", refere o jornal, notando que, entretanto, "muitas das reservas levantadas pelos membros do Fundo acabaram por confirmar-se".
 .
"Alguns representantes (China, Egito e Suíça) insistem no risco de que as análises conjuntas acabam por revelar diferenças de critério entre as três instituições representadas [na 'troika' - Comissão Europeia, FMI e Banco Central Europeu], lê-se na ata  citada pelo El Pais e assinada pelo assessor do diretor executivo do FMI, Francesco Spadafora.
 .
"Com o tempo, esses choques tornaram-se evidentes", sustenta o jornal, recordando que, "quando o FMI admitiu que se equivocou ao menosprezar os efeitos dos cortes na economia grega, a Comissão Europeia mostrou-se indignada e negou qualquer erro".
 .
Entre as críticas vertidas nas atas do FMI constam ainda alertas da China e da Suíça para a "possibilidade de os prognósticos de crescimento para a Grécia serem demasiado otimistas", o que poderia "por em risco a sustentabilidade da dívida grega", assim  como advertências da Argentina, Austrália, Canadá, Brasil e Rússia relativamente aos "imensos riscos" do programa de ajuda, não só para a Grécia, mas também para o prestígio do FMI.
 .
Já outros países apontaram um risco que acabou por se confirmar: a necessidade de recorrer a um perdão parcial face à impossibilidade grega de pagar todas as suas dívidas.

* Os banqueiros são palavrosos mas de pouca palavra.


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CABINES TELEFÓNICAS - A SUA EVOLUÇÃO

cabinas telefónicas 



NOVAS CABINAS TELEFÓNICAS 

"Diário Popular", 07 de Junho de 1969

Lisboa vai ficar dotada de novas cabinas telefónicas. Esta é uma das primeiras já instaladas, na avenida Duque de Loulé.Têm a particularidade de ser abertas, além de outras inovações interiores.

CABINE TELEFÓNICA 

Armação de Pêra, Algarve.

Segundo a "Time Out Lisboa" (nº 277, de 16 de Janeiro de 2013), as primeiras cabines telefónicas públicas surgiram em Portugal em 1932.

Actualmente, há 32.230 em todo o País.









CABINA HELVÉTICA 

Cortesia de Luís do Ó, em Genebra (Suiça)

MAIS UMA CABINA DE ISRAEL 



Ontem fui à lendária Safed tirar uma foto para o teu blogue.

Colaboração de Luís do Ó , em Israel


CABINAS TELEFÓNICAS 



Estas cabinas telefónicas existiam em Lisboa em 1969.


CABINA BÓSNIA 



Rogatica, Bósnia, 30 de Março de 1996


NÃO É CABINA TELEFÓNICA, MAS...



... não deixa de ser divertida.
Panjim, Goa, Novembro de 1981


ESTA CABINA FOI INVENTADA EM 1936 



cabina telefónica típicamente britânica , chamada Kiosk K6 ou Jubilee Kiosk, foi inventada por Sir Giles Gilbert Scott (1880-1960), quando as autoridades pretenderem "instalar um telefone público perto de cada casa do país".

A cabina tem 2,5 m de altura, é leve, tem 8 filas de janelas e as barras verticais para fora para ter uma janela central mais aberta. Mais de 60 mil destas cabinas foram construídas entre 1936 e 1968.

Como arquitecto, Scott possuía uma capacidade ímpar de deixar marcas visíveis na paisagem. Os seus edifícios incluem a Catedral Anglicana que domina Liverpool e três dos edifícios londrinos mais conhecidos, a central eléctrica de Battersea (1929-55), capa de "Animals", dos Pink Floyd, a ponte de Waterloo (1939-45) e a central eléctrica de Bankside (1955), actualmente Tate Modern Gallery.

in "Design, 1.000 Objectos de Culto", volume cinco, Phaidon, 2009


CABINA BRANCA 



Situa-se no Largo da Feira em Barroselas, distrito de Viana do Castelo.

Espera que não a tenham pintado de outra cor.

Cortesia de Gin-Tonic


A CABINA MUDOU DE CÔR!



A famosa cabina telefónica na não menos famosa Praça Alexandre Herculano, em Constância, mudou de côr.



guedelhudos.blogspot.pt