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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O PCP criticou, os secretários de Estado levantaram-se e foram embora Teresa Morais e Sérgio Monteiro o deixam plenário ignorando perguntas do PCP sobre a concessão dos CTT. Comunistas vão levar episódio à conferência de líderes.

O PCP criticou, os secretários de Estado levantaram-se e foram embora

Teresa Morais e Sérgio Monteiro o deixam plenário ignorando perguntas do PCP sobre a concessão dos CTT. Comunistas vão levar episódio à conferência de líderes.
O Governo "não é obrigado a falar", mas tem um "dever ético e político" de responder ao Parlamento, diz Bruno Dias.

Foi um episódio caricato aquele que se viveu esta sexta-feira de manhã no Parlamento. Apesar de interpelados pelo grupo parlamentar do PCP sobre as alterações ao contrato de concessão dos CTT, os dois secretários de Estado que estavam na bancada do Governo levantaram-se e deixaram o plenário sem responder, alegando depois que o Executivo não é obrigado a responder aos deputados.“Foi um episódio inédito pelas piores razões”, conta o deputado Bruno Dias, que fez a intervenção do PCP. Embora admita que o Executivo “não é obrigado, regimentalmente, a falar”, o comunista defende que os governantes têm o “dever ético e político de prestar contas ao Parlamento pelo decreto-lei que fizeram aprovar”. E deve, pelo menos, responder quando são interpelados directamente.
Para além de um “enorme desrespeito para com a Assembleia”, a atitude dos secretários de Estado dos Assuntos Parlamentares, Teresa Morais, e o das Infra-estruturas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro - que se levantaram e abandonaram a sala -, demonstra “falta de ética política”. “Um Governo que se demite do debate democrático tem que se demitir de funções”, defende Bruno Dias, que não se lembra de um caso assim no Parlamento.
O deputado comunista acabara de apresentar e defender a proposta de apreciação parlamentar do decreto-lei que altera as bases da concessão do serviço postal universal e que tem implicações nos compromissos que o Estado exigia no processo de privatização dos CTT. O PCP defende que com as alterações introduzidas pelo Governo será mais fácil aos novos accionistas dos CTT encerrar estações de correios, aumentar os preços, ao mesmo tempo que o diploma elimina o conceito de rede pública postal e do seu plano de desenvolvimento.
“Dirigimos as nossas críticas, questionámos o Governo sobre a alteração do contrato de concessão já depois deste ter sido aprovado e, quando acabei de intervir, o presidente da Assembleia da República em substituição, Guilherme Silva, deu a palavra ao Governo”, descreve Bruno Dias.
Nessa altura, a secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares, Teresa Morais, respondeu que deveria haver uma “equívoco” porque o Governo não se inscrevera para intervir. Guilherme Silva terá ficado estupefacto, mas como também não havia outros pedidos de intervenção passou ao ponto seguinte da agenda. Ao mesmo tempo que Teresa Morais e Sérgio Monteiro, se levantavam e saíam da sala sem hesitações.
O líder da bancada comunista, João Oliveira, ripostou, chamando a atenção de Guilherme Silva para o gesto do Governo, gerou-se uma troca de argumentos entre os dois deputados a que se juntaram depois parlamentares das outras bancadas. Teresa Morais regressou ao plenário para dizer “que o Governo tem o direito de gerir o seu tempo de intervenções” e justificou-se com o facto de o presidente em exercício ter passado ao assunto seguinte, conta Bruno Dias.
Nesta conversa do empurra de responsabilidades entre quem deu o primeiro sinal de que o assunto estava arrumado, Guilherme Silva não escondeu o seu desagrado com a situação, sobretudo por ser posto em causa pela secretária de Estado.
O caso, prometem os comunistas, será levado à próxima conferência de líderes.
Chumbada a apreciação parlamentar com os votos contra do PSD e CDS-PP, as bancadas mais à esquerda não perderam tempo e voltaram à carga. Hoje mesmo, PCP, BE e Verdes entregaram projectos de resolução para que o Parlamento decida no sentido de determinar a cessação da vigência deste decreto-lei.

O MUNDO DOS GATOS - BENGAL, o herdeiro manso das selvas... - Recente e única, esta raça descende directamente de felinos selvagens, mas age como gato doméstico...

BENGAL, o herdeiro manso das selvas...


Recente e única, esta raça descende diretamente de felinos selvagens, mas age como gato doméstico...







Produzir um gato bonito como os felinos selvagens, mas com o temperamento dócil dos domésticos. Este foi o desafio que Jean Mill, radicada na Califórnia - EUA, topou vencer para dar origem ao Bengal. Uma história que começou há 30 anos e envolve dedicação além de, certamente, sorte.
Formada em psicologia e graduada em genética, Jean sempre amou os gatos. Em 1963 comprou um Leopardo Asiático (Felis prionailurus bengalensis), felino selvagem do porte de um gato, original da Malásia, Bangladesh e Índia. Era uma fêmea e colocou-a com um gato doméstico preto e de pêlo curto da raça american shorthair. Eles produziram uma filhote híbrida (que vem de espécies diferentes) chamada Kin kin. O Leopardo Asiático tem o mesmo número de cromossomos de um gato doméstico, o que é fundamental para o acasalamento produzir filhotes férteis. Porém, é preciso também que o casal tenha os genes distribuídos da mesma forma dentro dos seus cromossomos, o que nem sempre ocorre. Por isso, Jean surpreendeu-se quando Kin kin produziu, por sua vez, uma bela ninhada. Mas com a morte do marido em 1965, Jean mudou-se da fazenda em que vivia em Yuma, Arizona, para um apartamento na Califórnia e abandonou o hobby. A experiência não influiu, portanto, nas atuais linhas de sangue do Bengal.




Jean só resolveu prosseguir com o trabalho ao se casar novamente. Foi viver em um sítio, em 1975. Naquela época, o pesquisador Willard Centerwall cruzava Leopardos Asiáticos com gatos domésticos para isolar o gene que os tornava imunes à Leucemia Felina. Jean conseguiu receber esses filhotes para cuidar deles. Algum tempo depois, ele suspendeu as pesquisas e doou algumas fêmeas de primeira geração (F1) para Mrs. Jean Mill. Desta forma, ela obteve as primeiras F1 descendentes do Leopardo Asiático conhecido como "Centerwall ALC" com fêmeas domésticas de pêlo curto. As mais notáveis e conhecidas foram Millwood Praline, Millwood Pennybank e Millwood Rorschach. Todos os pedigrees do Gatil Millwood mostram estes gatos e também, muitos dos Bengals existentes no mundo descendem destes cruzamentos originais com o Leopardo Asiático "Centerwall".
Em uma viagem à Índia, em 1980, Jean Mill importou um bonito gato doméstico com marcações do tipo do Leopardo Asiático, que possuía rica coloração alaranjada com pintas e rosetas muito escuras para ser usado em um novo programa de criação e desenvolvimento da raça, com o objetivo de introduzir uma nova e diferente linha de sangue. Este gato se tornou muito conhecido: levou-o aos EUA e cruzou-o com fêmeas híbridas. Deu-lhe o nome de Milwood Tory of Delhi, sendo usado na reprodução principalmente com as fêmeas de primeira geração (F1)." Delhi " teve uma notável contribuição para a raça com a sua magnífica cor, pequenas pintas escuras e distintas distribuídas por todo o corpo, pelagem dourada e brilhante , além de belos olhos verdes.

Em 1985 ela apresentou os primeiros bengais em exposições da TICA. Em 1989 o padrão da raça foi redigido. A raça foi reconhecida pela TICA em 1991. Hoje, estima-se em 30.000 o número de bengais no mundo, estando mais da metade nos estados Unidos.

No processo de cruzamentos Jean observou que apenas fêmeas híbridas (algumas) nascem férteis. Machos férteis aparecem só a partir da quarta geração. Cruzou gatos diversos de pelagem marcada, inclusive das raças Egyptian Mau e Ocicat. "Utilizá-los dilui os genes das características físicas típicas dos felinos selvagens", lembra Jean Mill. "Já temos manchas suficientes e devemos agora fixar melhor os demais itens que garantem a aparência selvagem". O Bengal pode se tornar ainda mais parecido com o Leopardo Asiático, como pede o atual padrão oficial. Jean explica que "alguns dos atributos são difíceis de obter, como as orelhas pequenas e arredondadas, as marcações com contraste acentuado e as pintas com alinhamento horizontal e aleatório".








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OS MAASAI - Os povos africanos e suas etnias


Os povos africanos e suas etnias


A leitura deste tema despertou-me o interesse... Os povos africanos pertencem a varias centenas de grupos étnicos diversos. Cada grupo tem sua língua distinta, tradições, arte, ofícios, historia modo de vida e religião.

Resolvi pesquisar mais a fundo quando me deparei com algumas referências aos guerreiros Maasai (segue abaixo)...  

O atual continente africano consiste numa grande variedade de mundos. Seus povos vivem em diversas condições tanto de contrastes extremados como de classe media.

Há extrema pobreza e grandes riquezas; ha pessoas que sofrem de sede e fome, e pessoas que tem comida em abundância; ha enormes reservas naturais com abundância de vida natural e ha partes altamente urbanizadas de cidades com arranha-céus e conforto moderno.


Os Maasai     
No Quênia, na África Oriental, há mais de 40 etnias, cada uma com suas próprias crenças. A maasai, instalada no sul do país e o norte da Tanzânia, acredita num deus único, dividido em duas pessoas. 

Eles são Enkai-Norok, deus negro e generoso da chuva e Enkai-Manyocik, deus vermelho e malicioso da seca. Segundo suas crenças, matar um animal sem razão alguma é violar o sagrado e chamar o castigo divino.

Os Maasai preservam muitas de suas tradições culturais e, é um dos grupos mais conhecidos internacionalmente. Seu idioma é o “Maa” e sua população estava estimada em 883.000, ou seja, 453.000 no Quênia e 430.000 na Tanzânia. Essa estimativa torna-se prejudicada devido a natureza nômade dos Maasai, pois é a única etnia autorizada a viajar livremente pelas fronteiras entre o Quênia e a Tanzânia.

A força desse povo é visível no olhar, conhecido como “Caçadores de Leões”, os jovens caçavam em sinal de bravura para suas futuras esposas, hoje essa é uma prática rara, mas quando caçam, o método utilizado é a lança, não utilizam rifle ou espingarda.


A tribo Maasai se distingue das outras etnias vestindo sempre algo na cor vermelha. Patriarcalista por natureza, os mais velhos é que decidem sobre qualquer assunto para todos os grupos Maasai.

Os destaques ficam para a dança. Essa dança para o povo Maasai, na verdade, é um sinal de virilidade,. quem salta mais alto tem mais esposas, daí vem sua importância para a tribo.

O Ser Supremo e Criador dos Maasai

Enkai (conhecido também como Engai) é seu único Deus, àquele que dá o gado ao povo Maasai, também Guardião da Chuva, do sol, da fertilidade, do amor e fonte do conhecimento sobre as ervas.

O líder espiritual dos Maasai é o “
Laibon”, ele é o intermediário entre os Maasai e o Deus Enkai.

A iniciação é realizada somente na maioridade dos jovens, quando então ocorrem as cerimônias ritualísticas, a principal é a circuncisão.

Curioso é o casamento, para que as mulheres possam casar, elas devem estar solteiras e grávidas, dessa forma o homem pode escolher a que mais lhe agradar, desenhando na barriga da escolhida um X vermelho. A mulher não pode recusar o pedido, mas caso o faça, ela simplesmente é mandada embora de sua própria casa e abandonada pela família.

A mulher só pode casar uma única vez na vida, já os homens podem ter quantas esposas desejarem e ao mesmo tempo, tudo vai depender do número de vacas suficiente para cada dote. A cada matrimônio o homem tem que dar 10 vacas ao pai da noiva.

Conhecer um pouco da cultura e dos costumes dos “Maasai” (uma das centenas de etnias que habitam as 52 nações do continente africano), é sem dúvida, muito agregador. Não caberia apenas num artigo, a multiplicidade de rituais e hábitos desse povo, porém, é certo que, a África talvez seja a região do mundo onde existe a maior variedade desses costumes, considerados exóticos pela mentalidade ocidental.

A estrada passa veloz ao longo do Rift Valley, cortando a árida savana marcada pelas acácias. No horizonte, as montanhas marcam a fronteira entre Quênia e Tanzânia. Ainda mais longe fica o cume do Kilimanjaro coberto de neve. É a terra dos Maasai, pátria de um povo orgulhoso e indomável, de pastores e guerreiros, terra que guarda as raízes de uma antiga tradição. Começa a alvorada.

Um ‘conto’ Maasai...

Na aldeia da noiva fervem os preparativos: é o dia do matrimônio, data em que a moça será entregue oficialmente ao seu futuro esposo. Este vem de muito longe e espera com uma testemunha fora da cabana, entre os homens da família de sua futura esposa. Dentro da cabana, a mãe e as outras mulheres da aldeia preparam a moça seguindo um ritual secreto e inalterado no tempo.

A cabana é baixa e escura, de forma retangular, feita de folhas e galhos entrelaçados, cobertos de peles de animais e de uma mistura de argila e esterco de vaca. Pela única porta, ligeiramente aberta, entram e saem mulheres, atarefadas e alegres, todas enfeitadas com suas melhores roupas e adornos. São colares, braceletes, brincos e anéis feitos com pérolas de muitas variedades. Para valorizarem seus adereços e ficarem mais atraentes, todas têm as cabeças raspadas.









A vaidade dos homens não é menor. Eles se vestem com mantos de lã, nos quais prevalece a cor vermelha em diversas tonalidades. As crianças, sentadas no chão, olham silenciosas e pacientes, apesar das nuvens de moscas rodando sobre elas.

A tia e uma das irmãs da noiva ficam encarregadas de preparar as sandálias com as quais a moça será apresentada à aldeia do noivo. 

As sandálias são um símbolo de prosperidade para a família que se forma. Elas representam o gado que é um bem supremo, fonte de vida e de prestígio. "Senhor - oram os Maasai - concedei-nos generosamente sandálias e cajados para o tempo da nossa velhice".

Ainda hoje, os Maasai são, em grande parte, pastores nômades que alternam longos meses em busca de pastos e água com outros períodos de permanência em lugares fixos. O gado é meio de vida e objeto de fé. Segundo a lenda, Engai (ou Enkai), o Ser Supremo, teria entregue todo o gado do mundo aos Maasai. Lavrar a terra seria uma ofensa.

Às manadas são dedicados carinho e atenção. O gado, com vistosas corcundas e longos chifres, tem um grande valor social: a fortuna econômica é sempre medida pela quantidade de gado, que serve para manter a família, aumentar a riqueza e possuir mais mulheres e filhos.

Os animais também são objeto de culto; não são mortos exclusivamente por motivos alimentares, mas somente por razões rituais. O alimento principal é o leite. Durante o casamento, é oferecido a todos os presentes na espera que a esposa esteja pronta para deixar a casa materna. O leite tem um gosto ácido e, muitas vezes, é misturado ao sangue do gado que traz vitalidade e força aos Maasai.

Para que o matrimônio aconteça, as famílias passam por longas negociações. A moça prepara-se para as bodas desde a puberdade, quando sofre a excisão, abandonando o nome da infância e os velhos enfeites. A oficialização do casamento ocorre somente quando o noivo entrega ao pai da noiva o número de bois negociado. Para muitos povos africanos, o casamento não envolve simplesmente um homem e uma mulher, mas as suas famílias inteiras. A ligação que se cria por meio da entrega do gado torna-se uma nova relação de amizade, partilha, solidariedade e apoio recíproco.

A esposa está quase pronta e o esposo, impaciente, após longas horas de espera. O pai e alguns anciãos entram na cabana para os ritos e a benção final. A última a sair é a noiva. Está vestida com uma longa túnica preta enfeitada com adornos coloridos. As mãos escondem o rosto de uma moça de quinze anos, emoldurado por faixas de pérolas, colares e brincos. Ela soluça e chora enquanto vai ao encontro do esposo, sem olhar atrás de si, pois causaria má sorte. As mulheres da família acompanham-na até o esposo, entoando cantos de encorajamento, misturados com gritos agudíssimos. 

Ela é entregue ao esposo e à testemunha, ambos de rosto pintado de vermelho. É o momento da separação, da saída para uma nova casa e uma nova vida. A aldeia reúne-se ao redor da jovem, que soluça fortemente, sinal de tristeza e gratidão para com a família que a criou e que talvez jamais possa rever.

Invisíveis trilhas de terra arenosa, que olhos estrangeiros não sabem descobrir, levam à aldeia do marido, onde tudo está pronto para acolher a esposa. As mulheres idosas, bem adornadas, acolhem-na e acompanham-na até a nova cabana, cantando e dançando ritmicamente. Seus movimentos repetem os dos pássaros e dos animais da savana.
Invisíveis trilhas de terra arenosa, que olhos estrangeiros não sabem descobrir ...

O conjunto tem algo de mágico e hipnótico, cercado por um vale encostado nas montanhas, onde o tempo e a natureza parecem imóveis, vítimas de uma magia que essas vozes e essas danças prolongam ao infinito.

Depois de ter acompanhado a esposa, que não sairá da cabana pelo resto do dia, as mulheres acolhem os outros hóspedes, que são levados, sempre ao ritmo de cantos, sob a proteção da sombra de grandes acácias. É servido churrasco sobre longas e grandes espadas. A cerveja fabricada na aldeia é misturada à cerveja comercial e todos bebem à vontade.

As mulheres mais jovens, em grupo e com as crianças acomodadas junto ao corpo, também participam. Durante horas e horas, debaixo do sol forte, entoam com vozes agudas hinos de alegria e de prosperidade para o novo casal. Os anciãos, os únicos no interior da pequena aldeia, bebem e discutem à sombra de uma grande árvore, e abençoam os hóspedes que a eles prestam homenagem, pondo carinhosamente a mão sobre suas cabeças. Os jovens guerreiros, ao contrário, ficam de lado.


Povo temido - Os moran, como são chamados os guerreiros entre quinze e trinta anos, têm longos cabelos entrelaçados e misturados com ocra vermelha e gordura de carneiro. Em tempo de guerra estas decorações serviam para tornar mais assustador o aspecto dos guerreiros e agora, durante a cerimônia, servem para atrair a atenção, em particular das moças.

O rapaz torna-se moran após a circuncisão, assumindo um compromisso militar diante da comunidade. Os guerreiros possuem o direito e o dever das armas, defendendo o território e o gado, caçando os animais predadores e, no passado, roubando gado de outros povos.
Hoje os Maasai perderam a agressividade que os tornava o povo mais temido da região, mas conservaram costumes e tradições.

Entre eles, as danças características, durante as quais os guerreiros mostram a habilidade pessoal e o entrosamento de grupo, acontecem ao som de um canto rítmico feito de tons agudos e graves.

Nem todos os moran permanecem na aldeia. Alguns saem para a caça ao leão, antigamente um rito fundamental na consagração de um novo membro. Para os Maasai a caça ao leão no dia das bodas garante boa sorte ao matrimônio.

Os jovens guerreiros partem acompanhados dos anciãos, que oram para Engai (Enkai), o Ser Supremo, "cujo olho é grande e a tudo observa". Ele vigia os Maasai "que são os melhores e os mais fortes guerreiros".

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Estranha forma de oposição Esta semana o líder do PS teve vária oportunidades para intervir, melhor, para desempenhar o seu papel de líder da oposição. Em Davos Durão Barroso falou em crise internacional o que permitia ao líder do PS questionar a tese da direita segundo a qual todos os males portugueses são o resultado do governo do seu partido.





Estranha forma de oposição

Esta semana o líder do PS teve vária oportunidades para intervir, melhor, para desempenhar o seu papel de líder da oposição. 

Em Davos Durão Barroso falou em crise internacional o que permitia ao líder do PS questionar a tese da direita segundo a qual todos os males portugueses são o resultado do governo do seu partido. Mas Seguro parece ficar quietinho sempre que está em causa de defender o seu partido quando isso significa defender o seu antecessor. 

No final da semana o governo divulgou a execução orçamental fazendo passar a ideia e mais um sucesso, escondendo que o aumento da receita fiscal foi feito à custa da transformação de um subsídio de todos os trabalhadores em  receita de IRS, para além de uma boa parte do suposto sucesso ter sido alcançado à custa de receitas extraordinárias e artificiais. Mas Seguro não respondeu, parece que ficou tolhido perante tão grande sucesso governamental, calou-se e permitiu mais uma vez ao governo passar a ideia de oásis.

Toda a semana foi marcada pela pouca vergonha nas bolsas de investigação, onde o governo além de ter favorecido amigos promoveu um corte brutal no apoio estatal à investigação e às universidades. A situação foi tal que o próprio governo se sentiu atrapalhado, começou por falar da necessidade de investir em investigação útil às empresas para acabara a gaguejar perante factos incómodos. Seguro teve aqui uma grande oportunidade para denunciar um dos lados mais negros deste governo e um dos traços em que o PS mais se distingue da direita. Mas, tal posição significaria elogiar a aposta dos governos de Sócrates na ciência e como já se, entre não fazer oposição e defender uma bandeira do PS que tenha sido bandeira de Sócrates o líder do PS prefere ficar calado e favorecer a direita.

Ainda durante esta semana o país ficou a saber que o mesmo governo que inventou concursos para, supostamente, tornar a Administração Pública independente dos aparelhos partidários, exige agora que os que concorrem a lugares de directores-gerais e subdirectores-gerais tenham trabalhado directamente com membros do governo. Isto é, só podem concorrer os assessores e adjuntos ou os anteriores dirigentes, que foram escolhidos pelo governo ainda antes da lei dos concursos entrar em vigor. Isto significa que o próximo governo vai ter que suportar os boys do PSD até ao fim dos mandatos pois estes irão dizer que foram escolhidos por concurso. Parece que Seguro concordou com a manobra e nada disse.

Então, que oposição fez Seguro?

No meio de milhões de portugueses que acedem  ao SNS ocorreu um incidente, situação em que uma organização da dimensão deste sistema será sempre fértil, por mais que se gaste ou por melhor que seja gerido, a comunicação social sempre teve aí um filão para manchetes dramáticas.  De forma oportunista Seguro apontou baterias para o único sector do governo onde uma parte significativa dos cortes foram suportados pelos interesses instalados, tendo-se evitado a penalização da qualidade dos serviços de saúde. Mas como o braço direito de Seguro é médico, um rapazola que em tempos disse que acabava com a ADSE na hora e sem mais, o líder do PS lá foi, já com uma semana de atraso. Passear-se num qualquer hospital para dizer umas banalidades aos jornalistas.

Até parece que ou António José Seguro concorda com quase tudo o que o governo faz ou faz de propósito para passar a mensagem de que é mais incompetente do que Passos Coelho e que com ele tudo ficará na mesma. Esta é a mensagem que o PSD faz passar, mas a verdade é que pelo comportamento do líder do PS até se fica com a impressão de que combinou com Passos Coelho a melhor forma de a direita o derrotar. Provavelmente terá as suas razões, assim como outros preferem o conforto de alguns cargos tranquilos a liderar a oposição Seguro parece ter percebido que é bem mais confortável ser líder do PS na oposição do que primeiro-ministro.








jumento.blogspot.pt

A COMUNICAÇÃO DO REGIME No léxico comunicacional dominante, o “regime” é um exclusivo dos países que quem manda nos media decidiu hostilizar. A Coreia do Norte tem regime, mas a Coreia do Sul não tem. Na América Latina há um regime e meio. Cuba tem sempre um regime. A Venezuela tem dias:

A COMUNICAÇÃO DO REGIME

No léxico comunicacional dominante, o “regime” é um exclusivo dos países que quem manda nos media decidiu hostilizar.

A Coreia do Norte tem regime, mas a Coreia do Sul não tem. Na América Latina há um regime e meio. Cuba tem sempre um regime. A Venezuela tem dias: quando se trata de atacar a legitimidade do Governo de Nicolas Maduro, há o regime de Nicolas Maduro. Quando se trata de celebrar acordos comerciais com a Venezuela, já não há regime. No resto das Américas, ainda não há regimes, mas há países que, pelas orientações progressistas que prosseguem, ainda se arriscam a ter regime.

Em África, há um sector dos media que elege Angola como um dos poucos países africanos que tem regime. O regime de Eduardo dos Santos. Na CPLP, mais ninguém tem regime. E mesmo Angola, tem dias. O Zimbabwe de Mugabe passou por uns tempos em que tinha regime, mas tem andado esquecido. Deixou de ser uma prioridade mediática e perdeu o regime, até ver.

No Médio Oriente, só há dois regimes: o da Síria e o do Irão. Felizmente para o Katar, para o Bahrem, ou para a Arábia Saudita, que aí não há regimes. Como já não há regimes no Iraque ou na Líbia. Aí a situação conheceu uma grande mobilidade. Sadam e Kadafi viveram muitos anos no poder sem ter regime. Mas um belo dia passaram a ter regime e foram apeados pelas armas para que os respectivos países deixassem de ter regime. Hoje já não há regimes nesses países.

A China é um caso paradigmático. Quando se trata de noticiar condenáveis casos de corrupção muito semelhantes aos que ocorrem em países onde não há regime, dá-se mesmo um upgrade, e refere-se o regime comunista, em caixa alta e com símbolos coloridos em fundo, mas quando se trata de noticiar a venda da EDP ou dos seguros da Caixa a chineses, o regime subitamente eclipsa-se, e os chineses passam a ser unicamente chineses, ou seja, deixam de ter regime.

Na Europa, a Rússia voltou de há uns anos para cá a ter regime. Com o fim da URSS deixou de haver regime, mas como os oligarcas russos decidiram guardar para si os proventos da restauração capitalista, frustrando as expectativas dos oligarcas de outras paragens, voltaram a ter regime. Eles e todos os que se queiram dar bem como eles: Ucrânias, Biolorrússias e seja quem for. A Ucrânia está dividida: há os que lutam pelo regime e os que lutam para não ter regime. Ter ou não ter regime depende muito dos ciclos eleitorais. Já na antiga Jugoslávia, só a Sérvia tem direito a ter regime. E enquanto não reconhecer o Kosovo terá regime. Já o dito Kosovo, pode ser “governado” por traficantes a soldo, mas não tem regime.

Entre nós também não há regime. A democracia anda pelas ruas da amargura. O regime democrático definha às mãos da troika, dos governos, dos partidos e dos media que sustentam a criminosa política de empobrecimento e de traição nacional. Lutar por uma alternativa a este estado de coisas é um imperativo democrático e patriótico, ainda que nos
arrisquemos a ter regime.

ANTÓNIO FILIPE (em manifesto74.blogspot.pt)


cris-sheandbobbymcgee.blogspot.pt

50 anos após o Departamento de Estado dos EUA reconhece o crime, "Nós matamos Patrice Lumumba "

50 anos após o Departamento de Estado dos EUA reconhece o crime, "Nós matamos Patrice Lumumba "


tradução para português do motor Google

De fato, o Departamento de Estado emitiu um novo volume da história da diplomacia norte-americana, em que numerosos documentos sobre suas operações secretas incluído. Com estas novas revelações, o governo dos EUA muda a imagem que tentou dar em 1994, quando os documentos divulgados naquele ano evitou qualquer menção da polícia secreta ianques nos eventos que levaram a um conflito dramático na recém-descolonizado República do Congo e, finalmente, o assassinato do líder anti-imperialista Patrice Lumumba.
Patrice Lumumba papel histórico
No primeiro e apenas eleições livres realizadas na ex- Congo Belga em 1960, o povo congolês escolheu esmagadoramente para Patrick Lumumba , fazendo dele o primeiro ministro-chefe do país após a independência. Lumumba tentou aplicar em seu país um anti-coloniais e pan-africanos política. Como em outras circunstâncias semelhantes na história do século XX, que a razão foi o suficiente para conspirar contra ele, em um esforço conjunto, os Estados Unidos e as principais potências europeias.
[Img # 24521]
Bélgica, a antiga metrópole, organizou uma intensa campanha de desestabilização do país. Dada a direção tomada pelo governo de Lumumba,belga encorajados a secessão de Katanga , uma área geográfica do país extremamente rico em minerais. Da mesma forma, eles retiraram seus técnicos e especialistas, a fim de causar-lhe um colapso econômico total.
Por sua parte, os serviços de inteligência dos Estados Unidos e de outros países europeus começaram a "subsidiar" traidores congoleses que emprestam para colaborar contra o Executivo recém-eleito.
Também como aconteceu - e vai acontecer - em outras partes do mundo, sob o pretexto de proteger as propriedades dos residentes belgas no país, a antiga potência colonial enviado contingentes de pára-quedistas para Katanga , a fim de ajudar a consolidar a separação começou no parte do país.
Na intervenção militar belga, Lumumba ingenuamente apelou a Organização das Nações Unidas para expulsar as tropas estrangeiras. O resultado foi catastrófico. Os belgas se recusaram a deixar o país e as Nações Unidasjuntaram-se à conspiração contra o governo central.
[Img # 24523]
Foi quando o chefe de governo, Patrice Lumumba , foi forçado a buscar ajuda da União Soviética. Em meados de 1960 começaram a chegar conselheiros militares soviéticos. Lumumba não estava disposto a ceder qualquer soberania que tinha conquistado tão recentemente seu país.
Como em tantas outras ocasiões, o governo dos EUA liderado por Eisenhower deu ordens expressas para assassinar Patrice Lumumba. Este enviou o país Africano conhecido agente da CIA Frank Carlucci , que anos mais tarde seria nada menos do que S SECRETÁRIO de Defesa sob Ronald Reagan . Os resultados do presente incidente Carlucci comecei a apreciar rapidamente. Um golpe derrubou Lumumba, que foi preso, torturado e morto por mercenários europeus e congoleses.
Em janeiro de 1961, em plena savana katangeña, iluminado pelas luzes dos carros de seus assassinos, eu estava amarrado a uma árvore e por um mercenário belga, baleado até a morte. Seu corpo, sem vida, foi picado e dissolvido em ácido sulfúrico, em seguida, começou a espalhar os seus restos mortais em vários lugares que não foi reconhecido por ninguém.
Dias antes de seu assassinato, Lumumba tinha escrito à sua mulher: "Não brutalidade, maus tratos, tortura ou me fez uma reverência, porque eu prefiro morrer com a cabeça erguida, com uma fé profunda e permanente confiança no futuro do meu país, assunto e atropelando princípios sagrados viver ".
Depois de décadas de silêncio, a verdade acabou empurrando completamente.Em 2001, o parlamento belga reconheceu a responsabilidade do Estado na morte do líder congolês . E agora, os papéis do governo dos EUA ter dado a conhecer aos outros participantes do assassinato de um homem que hoje é considerado por seu povo como um herói nacional . Agora são os arquivos do governo dos EUA, que revelam algo que todos já sabiam: a sua cumplicidade no assassinato
VÍDEO: TESTEMUNHO IMPRESSIONANTE DE SEUS ASSASSINO belga.CRIMINOSOS cinismo


Os dados fornecidos neste artigo e extrair deles correspondem a um trabalho sobre Lumumba Pedro Antonio Garcia, Cubahora

PASSATEMPO DESCUBRAM AQUI NESTE IMAGEM ONDE ESTÁ A MINISTRA DAS FINANÇAS


Conservação de Cerejas em Calda A ideia deste método de conservação foi-me dado por uma amiga da Vila de Caria, que partilhou os conhecimentos familiares, visto ser desta forma que conservam a fruta em excesso. Nada como recorrer aos saberes ancestrais, para aplicar nos tempos modernos.

Conservação de Cerejas em Calda

A ideia deste método de conservação foi-me dado por uma amiga da Vila de Caria, que partilhou os conhecimentos familiares, visto ser desta forma que conservam a fruta em excesso. Nada como recorrer aos saberes ancestrais, para aplicar nos tempos modernos.


Primeiro fazer a calda:

1l de água
1/2Kg de açúcar
Dissolve-se o açúcar na água e vai ao lume, quando começar a ferver, manter a fervura durante meia hora e deixar arrefecer.



As cerejas a conservar não devem ter quaisquer toques, devendo se escolher as mais rijas.
Retira-se o pé (que não se deve deitar fora, depois eu publico o que fiz aos pés e aos caroços) e coloca-se num frasco que feche hermeticamente. A escolha foi para os que foram recomendados por quem deu a receita, têm uma armação metálica para garantir o fecho e uma borracha substituível para vedar.
Os francos são cheios com cereja, ocupando todos os espaços, até podemos ajudar com o dedo a acomodar mas sem as esmagar. No final de cheio, enche-se com a calda que já deve de estar completamente fria.



O passo seguinte é a esterilização, coloca-se os frascos numa panela que permita cobri-los completamente de água. Após entrar em ebulição, mantem-se a fervura durante 15 min. Findo esse tempo, deixasse arrefecer com os frascos mergulhados na água. A técnica que eu utilizava era fazer este procedimento antes de me deitar, depois tinham a noite toda para arrefecer.



Depois guarda-se os frascos e ao longo do ano vamos nos deliciando com elas.
Eu fiz cereja preta, branca e ginja.
Mas esta mesma técnica pode ser usada para conservar pera e pêssego, que deve de ser cortas ao meio, sem pele e sem caroço. Claro que se tem de escolher as mais rijas, não pode estar mole.




Boas experiencias e vão contando os resultados.


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QUE BEM PREGA FREI TOMÁS ! - Alemanha baixa idade da reforma para 63 anos Depois de ter defendido que todos os países europeus subissem a idade da reforma para os 67 anos, Merkel decide agora baixar no seu próprio país para os 63 anos. Novo governo decide também um aumento dos benefícios sociais para mulheres cujos filhos nasceram antes de 1992 e um aumento das pensões por invalidez.

Alemanha baixa idade da reforma para 63 anos

Depois de ter defendido que todos os países europeus subissem a idade da reforma para os 67 anos, Merkel decide agora baixar no seu próprio país para os 63 anos. Novo governo decide também um aumento dos benefícios sociais para mulheres cujos filhos nasceram antes de 1992 e um aumento das pensões por invalidez.
Merkel dizia que todos o países deveriam ter a mesma idade de reforma da Alemanha. Será que ainda mantém a proposta? Foto de World Economic Fórum
Em maio de 2011, a chanceler alemã Angela Merkel exigiu a unificação da idade da reforma de todos os países europeus, argumentando que “em países como a Grécia, Espanha e Portugal, as pessoas não devem poder ir para a reforma mais cedo do que na Alemanha". Nessa altura, os alemães reformavam-se aos 65 anos gradualmente essa idade chegaria aos 67 anos, até 2029.
Mas esta sexta-feira foi confirmado que o novo governo de bloco central chegou a acordo para inverter o processo e permitir a aposentadoria sem penalização aos 63 anos, para os que já tiverem 45 anos de descontos. A proposta será aprovada em Conselho de Ministros a 29 de fevereiro.
Não se sabe se Merkel manterá o mesmo raciocínio de maio de 2011 e defenderá a baixa da idade da reforma de todos os países para os 63 anos, para acompanhar os alemães.
“As pessoas de que estamos a falar trabalharam em condições duríssimas, trabalharam 6 dias por semana e muito mais do que 40 horas”, justificou Sigmar Gabriel, o vice-chanceler social-democrata.
O novo governo aprovou também um aumento dos benefícios sociais para mais de nove milhões de mulheres cujos filhos nasceram antes de 1992 e um aumento das pensões por invalidez.
O governo aprovou também um plano para abandonar gradualmente a energia nuclear até 2022, aumentando a energia produzida por fontes renováveis.  

Comandante da Policia Municipal de Braga demite-se e alega "terrorismo institucional"


Comandante da Policia Municipal de Braga demite-se e alega "terrorismo institucional"



O comandante da Policia Municipal de Braga anunciou nesta quinta-feira que vai pedir demissão do cargo por se recusar "a pactuar" com os "actos de terrorismo institucional" que diz existirem na corporação.
Em declarações à agência Lusa, João Paulo Vareta, militar há 30 anos, explicou que "ainda" não pode revelar os fatos que o levaram a pedir a demissão por "lealdade" para com o presidente da autarquia, com quem vai reunir-se na sexta-feira.

"Demito-me por causa de factos ocorridos recentemente na Policia Municipal de Braga que colidem na sua gravidade com o estatuto ético que tenho como militar de carreira e com aquilo que jurei defender enquanto tal", declarou.

Segundo o militar, no cargo desde 1 de Abril de 2010, aquela corporação tem sido alvo de "actos de terrorismo institucional de grave violência psicológica por um grupo de agentes que se esconde atrás do anonimato e dissimulação".

Assim, adiantou o ainda responsável pela Policia Municipal bracarense, "será dado a conhecer ao senhor presidente estes fatos e as diligências a tomar para que seja reposta a legalidade que foi mortalmente ofendida".

João Paulo Vareta garante que a demissão do cargo "é irreversível", até porque está "exausto".

"Não tenho instrumentos para continuar. Chegou a altura de dar um murro na mesa. Para eu continuar, as minhas exigências seriam tais que a autarquia não pode ou não quer aceitar", concluiu.