AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Huacachina: oásis no deserto do Peru O povoado de Huacachina está localizado no deserto da região sudoeste do Peru. O local é um pequeno oásis com uma população modesta, com pouco mais de 100 residentes.

Huacachina: oásis no deserto do Peru

O povoado de Huacachina está localizado no deserto da região sudoeste do Peru. O local é um pequeno oásis com uma população modesta, com pouco mais de 100 residentes.

Construída em torno de uma pequena lagoa, Huacachina é um destino turístico popular. Como na maioria dos desertos, a temperatura é normalmente quente, ensolarada e seca, com pouca chuva.

A “alta temporada” de Huacachina acontece no inverno, entre os meses de maio e agosto.
Huachachina floresceu nos anos 1940 e 1950 como um refúgio para a elite peruana e voltou a ter evidência através de campanhas de promoção do turismo na década de 1990. Hoje é um paraíso para os mochileiros e destino para passeios de sandboard e dunebuggy.
Uma lenda local diz que a lagoa foi criada quando um jovem e curioso caçador perturbou uma linda princesa enquanto ela tomava banho no local. Ela fugiu, deixando a piscina de água pra trás da qual se tornou a lagoa.
Huacachina peru 1Huacachina peru 2Huacachina peru 3Huacachina peru 4Huacachina peru 5Huacachina peru 6Huacachina peru 7Huacachina peru 8Huacachina peru 9Huacachina peru 10Huacachina peru 11Huacachina peru 12
Fonte: twistedsifter.com

Algumas freguesias de Lisboa rejeitam competências e criticam falta de verbas e de informação

Algumas freguesias de Lisboa rejeitam competências e criticam falta de verbas e de informação

A Assembleia Municipal de Lisboa discute esta terça-feira a transferência de competências e de trabalhadores da câmara para as 24 freguesias da capital.
Há autarcas, incluindo do PS, que constam a forma como o processo tem sido conduzido na câmara 
Ao contrário do que afirmam António Costa e a vereadora da Inovação e Modernização Administrativa, há presidentes de junta de freguesia que não querem receber alguns dos equipamentos, vias e espaços verdes que a Câmara de Lisboa lhes pretende entregar.
Há também autarcas, incluindo do PS, que se queixam de falta de informação ou que consideram insuficientes as verbas que lhes foram destinadas no âmbito do processo de reorganização administrativa em curso.
As posições desses autarcas constam de pareceres que foram enviados por alguns dos presidentes de junta de freguesia da capital, no início de Janeiro, à Comissão Permanente de Descentralização e Obras Municipais da Assembleia Municipal de Lisboa (designada por 5.ª comissão). Dos 24 autarcas eleitos no final de Setembro houve nove (das freguesias de Ajuda, Alcântara, Areeiro, Belém, Olivais, Parque das Nações, Santa Clara, Santo António e São Vicente) que não se pronunciaram sobre nenhuma das duas propostas da Câmara de Lisboa, relativas à descentralização de competências e à transferência de recursos humanos. 
Estas propostas vão ser discutidas esta terça-feira, a partir das 15h, na assembleia municipal, já depois de terem sido alteradas “na sequência das recomendações vertidas em relatório da 5.ª Comissão [...] e das negociações mantidas com os sindicatos representativos dos trabalhadores do município de Lisboa”. As alterações em causa não satisfazem o Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa e o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local, que agendaram para as 14h um plenário “contra a transferência coerciva de funcionários para as Juntas de Freguesia”.
Reuniões pouco esclarecedoras
Em Dezembro de 2013, tanto o presidente da Câmara de Lisboa como a vereadora Graça Fonseca afirmaram em reuniões camarárias que nenhum presidente de junta tinha rejeitado receber competências ou equipamentos, acrescentando que tinha até havido autarcas a manifestar interesse em assumir responsabilidades além daquelas que estavam previstas. Mas nos pareceres enviados à Assembleia Municipal, há exemplos de ambas as situações.

Pedro Cegonho (PS), por exemplo, entende que a gestão e a manutenção do Mercado de Campo de Ourique devem passar da câmara para a junta de freguesia a que preside, ao contrário do que está previsto. Já Hugo Xambre Pereira (PS), presidente da junta do Beato, afirma que devem ser considerados estruturantes (e portanto permanecer sob a alçada do município) a Rua Gualdim Pais, a Estrada de Chelas e o Mercado da Picheleira, este último “pelas obras profundas e estruturais de que necessita”.
Por sua vez, o presidente da junta de Carnide diz que os encontros promovidos pela câmara para discutir esta matéria “foram pouco esclarecedores e manifestamente insuficientes” e garante que sempre exprimiu “total discordância com algumas áreas ou equipamentos a transferir”. Como exemplos de competências que não quer assumir, Fábio Sousa (CDU) aponta o Complexo Desportivo do Bairro Padre Cruz, os pavimentos da zona antiga do mesmo bairro, a Biblioteca Municipal Natália Correia e os espaços verdes de dois bairros municipais da freguesia. 
Já o presidente da junta de São Domingos de Benfica quer que o município continue responsável pela Rua Conde de Almoster, pela Avenida Carolina Michaelis e pelo Parque Bensaúde. Por outro lado, José Cardoso (PS) pretende que a câmara lhe entregue o Palácio Beau Séjour, para lá instalar a sede da freguesia.
Em vários dos pareceres entregues à assembleia municipal há presidentes de junta a defender que são insuficientes os montantes que lhes foram destinados. “As verbas previstas pela Lei n.º 56/2012 não prevêem algumas das competências que a Câmara de Lisboa quer transferir para as juntas de freguesia”, alerta Hugo Xambre, do Beato.
Por sua vez, Fábio Sousa, de Carnide, nota que “nunca foram apresentados os mapas que justificam as verbas a transferir” e pergunta “porque é que há juntas de freguesia a receber quase cinco milhões e outras pouco mais de um milhão”. Também Luís Newton (PSD), presidente da Junta de Freguesia da Estrela, critica a “falta de informação sobre os valores que serão transferidos”.
No caso de Campolide,o autarca diz não dispor de “dados e informação suficientes” para elaborar um parecer. “Falta-nos quase toda a informação financeira e de recursos humanos”, afirma André Couto (PS), acrescentando que “um parecer nesse campo seria mera astrologia feita por leigos desconhecedores dessa ciência”.

Trabalhadores das juntas
Na proposta referente à transição de recursos humanos da Câmara de Lisboa para as juntas de freguesia que foi aprovada pelo município em Dezembro de 2013, dizia-se que os trabalhadores que fossem transferidos manteriam um conjunto de direitos de que hoje usufruem, como o acesso aos refeitórios, unidades de educação e medicina do trabalho, bem como aos serviços sociais. Na versão que vai ser discutida pela assembleia municipal esta terça-feira foi introduzida uma modificação, para que também os actuais funcionários das juntas possam vir a usufruir desses direitos, ao contrário do que agora acontece.
A possibilidade de virem a ser criadas desigualdades entre os antigos e os novos funcionários das freguesias tinha sido levantada por vários deputados municipais e por representantes dos sindicatos, no decurso dos trabalhos da 5.ª Comissão da assembleia. “A coexistência de trabalhadores com diferentes regimes de prestação de trabalho e diversos direitos e regalias pode vir a constituir um grande entrave à boa gestão de recursos humanos”, alertou Maria Elisa Carvalho (PS), presidente da Junta de Freguesia da Penha de França. Também Inês Drummond (PS), de Benfica, salientou a importância da “manutenção do equilíbrio”.

Viticultores em protesto despejam alimentos na Segurança Social Viticultores e agricultores despejaram batatas, couves, fruta, azeitona e até vinho na entrada da Segurança Social de Vila Real, depois de não terem conseguido entrar no edifício num protesto simbólico para pagarem a prestação em géneros.

Viticultores em protesto despejam alimentos na Segurança Social
Viticultores e agricultores despejaram batatas, couves, fruta, azeitona e até vinho na entrada da Segurança Social de Vila Real, depois de não terem conseguido entrar no edifício num protesto simbólico para pagarem a prestação em géneros.O objectivo da concentração marcada pela Associação dos Vitivinicultores Independentes do Douro (AVIDouro) foi alertar para o "elevado custo" da Segurança Social e exigir a anulação das novas medidas fiscais para os pequenos e médios produtores.
Foram cerca de 70 os viticultores e agricultores que se juntaram durante a manhã à porta do Centro Distrital da Segurança Social de Vila Real. Levavam consigo batatas, couves, cebolas, abóboras, feijões, maçãs, laranjas, azeitonas, algumas garrafas de vinho e um coelho.
Nos cartazes que empunhavam podia ler-se "não às novas regras fiscais", "não aos nabos do Governo" ou "demissão".
"Se não temos dinheiro vivo para pagar a Segurança Social, nós queremos pagar a nossa Segurança Social em géneros, com os nossos produtos", afirmou Berta Santos, dirigente da AVIDouro.
Só que os manifestantes foram barrados por um cordão policial que não os deixou entrar no centro distrital e, depois de alguns gritos de protesto contra os agentes da PSP e o director da Segurança Social, a quem chamaram "pequeno ditador", acabaram por despejar no chão os produtos.
Todos os agricultores com actividade comercial vão passar a ser obrigados a declarar o início de actividade. Têm ainda de passar factura de todas as transacções comerciais.
O prazo de inscrição nas Finanças foi sucessivamente prorrogado até 31 de Janeiro.
Agora, passado quase um ano após o lançamento da medida, Berta Santos diz que "já há muitos agricultores que se colectaram e que já estão a cessar actividade porque não aguentam com os impostos e principalmente a pagar a prestação à Segurança Social".
A dirigente usou o exemplo de um viticultor que teve 336 euros de rendimento bruto anual pela venda de vinho do Porto e que tem que pagar 62 por mês à Segurança Social, ou seja, 744 euros por ano.
"Isto é impensável", sublinhou.
Belmira Pinto, viticultora da Galafura, salientou que "os bocadinhos de vinho" que produz não dão "para sobreviver, quanto mais para pagar a Segurança Social".
"Com os remédios, a Segurança Social e estes impostos todos que nos estão a impor temos que deixar ir tudo a monte, não podemos viver com esta situação que estamos a viver", acrescentou.
Manuel Figueiredo deslocou-se de Folgosa do Douro para mostrar ao Governo que aquilo que está a fazer "é um grande roubo".
"Eu, com oito pipas de benefício, fizeram-me coletar porque não me pagavam as cartas de benefício. Já paguei o imposto, que foi uma coisa maluca, e com os produtos a subirem, assim não dá. Vou ter que deixar os prédios a monte, porque assim não se consegue", afirmou.
Margarida Gonçalves empunhou uma bandeira negra para lutar "contra o Governo" porque está a impor leis que "não estão no mapa".
"Isto prejudica-nos em tudo. Tenho dois filhos, um na universidade, e aquilo que colhemos é muito pouco. E do pouco que colhemos, podemos vender ou não e o Governo ainda nos impõe uma lei que nos obriga a pagar 60 e tal euros todos os meses para a Segurança Social", frisou.
O Centro Distrital de Segurança Social de Vila Real esclareceu que os agricultores que produzem para autoconsumo ficam excluídos de pagamento, sendo que o valor dos rendimentos acima do qual deixa de ser considerado autoconsumo foi fixado nos 1676,88 euros, ou seja, quatro vezes o valor do IAS (Indexante de Apoios Sociais). O valor do IAS em 2014 é 419,22 euros.

Lusa/SOL

A farsa da oposição dos partidos parlamentares ao governo cadeiras assembleia da republicaA luta política relativamente ao governo de traição nacional PSD/CDS tem revelado nos últimos tempos uma total capitulação por parte dos partidos da dita oposição parlamentar, em torno do objectivo político fundamental do derrube deste sórdido governo.

A farsa da oposição dos partidos parlamentares ao governo

cadeiras assembleia da republicaA luta política relativamente ao governo de traição nacional PSD/CDS tem revelado nos últimos tempos uma total capitulação por parte dos partidos da dita oposição parlamentar, em torno do objectivo político fundamental do derrube deste sórdido governo.
No que diz respeito ao PS, Seguro tranquilizou já a tróica e Cavaco de que só pensa em eleições e que, seja como for, nada fará que prejudique ou perturbe o regresso de Portugal aos mercados, isto é, a consolidação do pagamento de uma dívida cada vez mais impagável, à custa de um brutal empobrecimento do povo trabalhador português que assim se visa perpetuar.
Seguro nunca mais disse uma palavra ou esboçou um gesto que seja no sentido de se opor à continuação da coligação no poder e de, no mínimo, exigir ao presidente da república que, em vez de andar a propor a unidade de salvação nacional dos partidos do memorando, demitisse imediatamente o governo e convocasse eleições antecipadas.
Aliás, não deixa de ser caricato e a tresandar de oportunismo que Seguro venha acusar Passos Coelho de estar já em campanha eleitoral, quando foi o próprio PS a abrir caminho e a alimentar essa situação, ao deixar para as eleições em 2015 a questão da substituição deste governo.
Por outro lado, as posições de defesa dos compromissos internacionais assumidos por este governo e o de Sócrates em que Seguro se enredou, deixa-o cada vez com menos margem de manobra para tentar apresentar-se como qualquer alternativa de ruptura à coligação no governo e à sua politica de traição nacional.
É que o PS já só aparece como um melhor gestor das medidas impostas pela tróica, no período que se seguirá ao termo do chamado programa de ajustamento.
Neste sentido, não deixa de ser revelador que a direcção de Seguro venha ultimamente a promover o futuro conselheiro de Barroso, João Proença - até já apontado como seu cabeça de lista ao parlamento europeu. Isto é, aquele que é o rosto da traição aos trabalhadores e que melhores serviços prestou à permanência deste governo no poder.
E quanto aos restantes partidos da chamada esquerda parlamentar, o PCP parece estar a saborear os resultados das eleições autárquicas – desligando-os do reforço da luta pelo derrube do governo – e o BE limita-se a qualificar o governo de indigno e de nojento, mas tanto ele como o PCP esquecem-se de fazer do parlamento uma tribuna permanente para a mobilização e organização populares para derrubar o governo, através da realização de greves gerais até se alcançar esse objectivo.
Aos trabalhadores não resta senão impor a sua própria alternativa de construir e consolidar uma frente democrática e patriótica, não se deixando cavalgar pelo oportunismo eleitoralista ou de soluções no estrito quadro parlamentar para travar e demolir a política do roubo dos salários e das pensões, do desemprego e da miséria, recusando o pagamento da dívida e pugnando pela saída do euro.

Retirado de:
http://lutapopularonline.org/index.php/pais/104-politica-geral/949-a-farsa-da-oposicao-dos-partidos-parlamentares-ao-governo