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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Bastonário da Ordem dos TOC diz que há negócios do Estado envoltos em 'nevoeiro' O bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), Domingues Azevedo, defendeu hoje um "princípio da transparência da vida pública", considerando que há negócios no Estado envoltos em "nevoeiro".

Bastonário da Ordem dos TOC diz que há negócios do Estado envoltos em 'nevoeiro'


O bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), Domingues Azevedo, defendeu hoje um "princípio da transparência da vida pública", considerando que há negócios no Estado envoltos em "nevoeiro"."Para se acabar com aqueles negócios que a gente olha para eles e vê assim uma espécie de nevoeiro. Não consegue explicar o que é que anda ali por dentro, mas sabe que há ali embrulho", declarou.
O responsável falava durante a sessão de abertura da conferência "A nova lei de finanças locais", no Funchal, nomeadamente sobre a actual carga de impostos em Portugal.
De acordo com o bastonário, uma das funções da ordem é "consciencializar a sociedade da importância dos sistemas fiscais". Quando os portugueses pagam "um imposto", referiu, sacrificam um pouco da sua comodidade e, como tal, estas taxas são consideradas "intrínsecas" e parte do "suor" de cada cidadão.
Por isso, referiu, ganha-se "um direito em saber como é gerido esse dinheiro".
O responsável criticou ainda os cortes feitos a reformados e pensionistas, argumentando que o funcionário público, hoje em dia, é visto como "uma espécie de malandro que não merece o dinheiro que ganha", apesar de ter estruturado "toda a sua vida dentro de um quadro que não foi ele que o criou", mas sim o Estado.
"Tudo aquilo que você acreditou até agora é mentira. Disseram que você ia ter direito a 100 euros. Não tem 100 euros. Tem 70 e não tem mais um tostão", exemplificou, finalizando com um desabafo: "Desculpar-me-ão, mas isto é um roubo".
O presidente do colégio de especialidade de Contabilidade Pública, João Azevedo, referiu que existe uma comissão para normalizar a contabilidade pública nacional que deverá estar pronta até ao final de Abril.
A sessão de abertura que ficou marcada pela ausência do vice-presidente do Governo Regional da Madeira, João Cunha e Silva, cuja presença constava do programa.
O bastonário dos TOC disse desconhecer os motivos. Existiram "outras razões que nós não entendemos e também não queremos entender para a ausência do senhor vice-presidente do Governo Regional da Madeira", referiu, no entanto.
"Nós estamos aqui para trabalhar e não para fazer politiquices", acrescentou.
A Lusa contactou a vice-presidência do governo, que argumentou nunca ter confirmado a presença. Dado o teor do debate, referiu o gabinete, "foi entendimento do Governo Regional da Madeira fazer-se representar pelo titular da pasta das Finanças".
Lusa/SOL

DONO DO RESTAURANTE META DOS LEITÕES CONTA TODA A VERDADE SOBRE A FALSIDADE DAS AFIRMAÇÕES DOS CDS(S) DO ALGARVE

Leitões, Mealhada e Congresso do CDS: conheça toda a história

O proprietário do restaurante onde almoçaram 15 militantes do CDS descreve, por escrito, a agora famosa refeição do passado domingo. O livro de reclamações foi disponibilizado, garante. Compare as versões e tire as suas conclusões.



A história explodiu nas redes sociais na passada segunda-feira: o CDS Algarve denunciava um “assalto” de que 15 dos seus membros haviam sido vítimas no restaurante A Meta dos Leitões, na Mealhada. O proprietário era acusado de ter cobrado quatro refeições a mais e, quando confrontado, disse que o fazia em retaliação aos “roubos” do Governo.

Negócios ouviu, posteriormente, a versão do líder da distrital algarvia do CDS, José Pedro Caçorino. Afinal, não foram quatro refeições a mais que foram cobradas, mas apenas uma dose de leitão. O livro de reclamações não foi apresentado, assegurava Caçorino, mas a polícia não foi chamada porque o congressista que foi reclamar ao restaurante ainda tinha que voltar para o Algarve.

Agora é possível conhecer a versão do proprietário do restaurante, que enviou um depoimento por escrito para oNegócios. Gonçalo Sarmento vem “repudiar veementemente a falsidade” da publicação do CDS Algarve. De acordo com a versão do dono da Meta dos Leitões, “a conta apresentada e paga” dizia “expressamente respeito a 18 doses de leitão (15 pedidas inicialmente mais três pedidas no decorrer da refeição)”, e indicava ainda “um bife também pedido no decorrer da refeição”.




Aqui as versões coincidem: José Pedro Caçorino já indicara que, efectivamente, a conta apresentada indicava “18 refeições de leitão e uma de um bife”. O facto de haver 18 refeições de leitão para 14 militantes foi explicado pelo empregado: “informou que levou mais uma travessa para a ponta da mesa, que levava três doses”. A diferença estava no facto de terem sido 14 militantes a comer leitão, o que, incluindo as três doses adicionais e o bife, totaliza 18 doses.

Porém, como conta o proprietário da Meta dos Leitões, foram cobradas 19 doses: 15 de leitão, incluindo três doses pedidas durante a refeição. Fica a faltar o bife, o que pode ajudar a explicar a discrepância: como explica Gonçalo Sarmento, este prato foi pedido “no decorrer da refeição”, já depois de terem sido pedidas as 15 doses de leitão, no início do almoço.

Um dos elementos do CDS pediu factura com despesa de 470 euros

O proprietário explica que, depois de apresentada a conta, não houve “qualquer reclamação de quem quer que fosse”. A despesa cifrou-se em 505,35 euros, exactamente o valor que Caçorino já havia adiantado aoNegócios. Foram emitidas duas facturas: uma no valor de 33,69 euros, o valor de uma refeição, após a divisão da despesa pelos 15 militantes, com o “número de contribuinte de um deles”.

Foi ainda emitida uma factura “correspondente ao remanescente da conta, 471,66 euros, com o número de contribuinte de um dos outros”. Em conclusão, como houve dois militantes a pedir factura, cada um deles fica automaticamente habilitado a ganhar um dos carros que o Estado vai sortear a partir de Março.

Depois de “paga a totalidade da conta”, prossegue o dono da Meta dos Leitões, os 15 militantes saíram do restaurante. Porém, um dos elementos do grupo “regressou pouco depois ao restaurante e dirigiu-se ao balcão, apelidando o dono de ladrão e pedindo o livro de reclamações”, prossegue Gonçalo Sarmento.

O dono do restaurante, famoso pela confecção de leitões, não faz qualquer referência à principal acusação do CDS Algarve, que diz que Sarmento justificou a cobrança de comida a mais com o facto de o CDS apoiar o Governo. O líder da distrital algarvia do CDS resumiu assim o que Sarmento terá dito: “Andaram a roubar-me a vida toda, agora roubo-vos eu a vocês”.



Militante do CDS saiu para buscar documentos e nunca mais apareceu

Apesar de Gonçalo Sarmento não assumir ter feito a referida declaração, a verdade é que também não a nega. O elemento do CDS pediu o livro de reclamações, que “lhe foi apresentado ao mesmo tempo que lhe foi solicitada a sua identificação”, nomeadamente o Bilhete de Identidade ou o Cartão de Cidadão. Aqui as versões também não coincidem: ao Negócios, José Pedro Caçorino disse que o livro não foi disponibilizado, e que o colega “ameaçou chamar a polícia”.

As autoridades só não foram chamadas a intervir porque o congressista “ainda ia ter de viajar para o Algarve entendeu ir-se embora”. O dono do restaurante conta outra história. Perante “a exigência dos documentos” para fazer a reclamação, o militante do CDS “alegou que os tinha deixado no automóvel, onde disse ir buscá-los, e saiu do restaurante”, onde “não mais voltou para fazer a anunciada reclamação”.

Gonçalo Sarmento diz ainda que “algum tempo após o incidente”, o restaurante “passou a receber diversas chamadas telefónicas insultuosas”.

Proprietário vai processar os militantes do CDS

Apesar de José Pedro Caçorino ter afirmado que ainda ninguém apresentou queixa na polícia, e que um pedido de desculpas seria suficiente para resolver o assunto, a Meta dos Leitões não vai deixar as acusações do CDS Algarve sem resposta. “A Meta dos Leitões não pode deixar de repudir a falsidade do que vem sendo divulgado e afecta sobremaneira o seu bom nome”. Por isso, “não pode deixar de ir proceder criminalmente” contra “o real autor” da publicação no Facebook que apelida o restaurante de “Meta dos Ladrões”.

O proprietário diz que vai “encetar as diligências necessárias para conseguir identificar” os “reais autores” da publicação. Para isso, conta com a Direcção Nacional do CDS-PP, “de quem se espera a indicação da identificação dos membros do seu partido responsáveis por esta notícia completamente falsa e difamatória”, pede Gonçalo Sarmento.

Há dois dias, foi criada no Facebook a página “Eu vou comer à Meta dos Leitões”, que se afirma como um local para “fãs de leitão e apoiantes do proprietário da Meta dos Leitões, que amortizou como pôde o que o Governo lhe roubou”. A página já tem mais de sete mil “gostos” e tem reunido várias críticas aos militantes do CDS.

AGRICULTORES EM PROTESTO PAGAM À SEGURANÇA SOCIAL EM LEGUMES - Viticultores e agricultores do Douro “vão pagar a prestação” à Segurança Social de Vila Real em batatas ou legumes, num acto simbólico que decorre na terça-feira, em Vila Real, e visa protestar contra as novas obrigações fiscais.

AGRICULTORES EM PROTESTO PAGAM À SEGURANÇA SOCIAL EM LEGUMES


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Viticultores e agricultores do Douro “vão pagar a prestação” à Segurança Social de Vila Real em batatas ou legumes, num acto simbólico que decorre na terça-feira, em Vila Real, e visa protestar contra as novas obrigações fiscais.
A iniciativa foi convocada pela Associação dos Vitivinicultores Independentes do Douro (AVIDouro) e está agendada para a frente do edifício da Segurança Social, em Vila Real.
“A obrigatoriedade de os pequenos e médios agricultores se colectarem nas Finanças traz encargos bastante significativos, principalmente porque os seus rendimentos são muito baixos ou quase nenhuns”, afirmou hoje à agência Lusa a dirigente da AVIDouro, Berta Santos.
Todos os agricultores com actividade comercial vão passar a ser obrigados a declarar o início de actividade. Têm ainda de passar factura de todas as transações comerciais.
O prazo de inscrição nas Finanças termina a 30 de Janeiro.
Berta Santos referiu que, por se terem de colectar, os produtores são também obrigados a pagar à Segurança Social. “Só que, em alguns casos, aquilo que recebem dos produtos que vendem não chega sequer para pagar esta prestação”, afirmou.
A dirigente diz que tem constatado que muitos agricultores “têm revelado vontade de cessar a actividade porque não conseguem fazer face a estas imposições fiscais, porque não têm rendimentos suficientes para isso”.
Para alertar para estas situações, na terça-feira os viticultores e agricultores durienses vão “simbolicamente pagar as prestações à Segurança Social em géneros“.
“É aquilo com que nós conseguimos pagar. Com batatas, com cebolas, alhos, com aquilo que nós produzimos. De outra forma não temos dinheiro para pagar”, salientou a responsável.
E, segundo Berta Santos, “estes valores são em muitos casos o mínimo que se pode pagar” ou seja, “62 euros por mês”.
Os “sacos pequenos” serão deixados no edifício da Segurança Social de Vila Real.
A AVIDouro reclama a suspensão imediata das novas regras para os pequenos e médios viticultores, muitos dos quais a única atividade comercial que têm é a venda de uvas.
/Lusa

VENDA DE CARTAS DE CONDUÇÃO JÁ TEM MAIS DE 100 ARGUIDOS - Mais de cem indivíduos já foram constituídos arguidos no âmbito do inquérito gerado pela operação “Carta Branca”, que está a decorrer no Tribunal de Instrução Criminal do Porto, relacionada com a venda de cartas de condução.


VENDA DE CARTAS DE CONDUÇÃO JÁ TEM MAIS DE 100 ARGUIDOS



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Mais de cem indivíduos já foram constituídos arguidos no âmbito do inquérito gerado pela operação “Carta Branca”, que está a decorrer no Tribunal de Instrução Criminal do Porto, relacionada com a venda de cartas de condução.
A informação consta de um acórdão do Tribunal da Relação do Porto que confirma a decisão do juiz de instrução de decretar a excepcional complexidade do processo, alargando para um ano o prazo de prisão preventiva sem que tenha sido deduzida acusação.
“O processo principal encontra-se em claro crescendo, sendo ainda patente o caráter altamente organizado e a dispersão territorial dos co-arguidos (sendo alguns, mesmo, emigrantes)”, lê-se no acórdão, datado de 18 de Dezembro.
Segundo o Ministério Público, naquela altura já haviam sido constituídos 112 arguidos, tendo o processo 31 volumes e diversos anexos, contendo exames periciais, depoimentos de testemunhas e outras diligências de prova.
O elevado número de intervenientes, a “extensa e complexa” factualidade em investigação e a dispersão territorial dos factos foram alguns dos motivos que levaram o juiz de instrução a declarar a excepcional complexidade do processo.
“Carta Branca”
A operação “Carta Branca” foi desencadeada em Julho de 2013, quando a Polícia Judiciária (PJ) deteve 24 pessoas, na região Norte, suspeitas de integrarem uma rede de corrupção que se dedicava a vender cartas de condução a pessoas com dificuldade em conseguir, de forma legítima, esse título.
Entre os detidos, 21 homens e três mulheres, com idades entre os 38 e os 66 anos, estavam examinadores de condução automóvel, instrutores e empresários de escolas de condução.
Os suspeitos foram presentes a primeiro interrogatório judicial, indiciados pela prática dos crimes de corrupção passiva e falsificação de documentos, tendo sido decretada a prisão preventiva para cinco arguidos e a prisão domiciliária para outros três.
Os restantes arguidos ficaram sujeitos a apresentações periódicas, tendo ainda sido determinada a suspensão de funções a 12 arguidos.
A rede envolvia os centros de exames de Mirandela e de Bragança e diversas escolas de condução do norte do país.
Segundo os investigadores, os diretores e sócios-gerentes das escolas de condução eram os “angariadores e mediadores” entre os candidatos a condutores e os examinadores.
Por falta de aptidão na obtenção da carta de condução, os candidatos a condutores pagavam entre 2.500 a 7.500 euros aos diretores ou sócios da escola e, consequentemente ao examinador, para serem “beneficiados” no exame.
Os investigadores estão convencidos de que esta rede atuava há “largos anos”, suspeitando-se que haja centenas de alunos provenientes de diversas zonas do país, bem como até emigrantes, que obtiveram a carta de forma fraudulenta.
/Lusa

UMA ENTREVISTA DE NOVEMBRO DE 2013 - "Como se «vendeu» Passos ao PSD" e "Como se trabalhou a campanha contra Sócrates" Cúmplice de Pedro Passos Coelho vangloria-se das campanhas sujas, do condicionamento de opinião, das mentiras espalhadas pelosmedia e pelas redes sociais, levadas a cabo por uma “task force” para o efeito criada e que assim, primeiro, ludibriando os militantes do PSD ajudou Coelho a derrotar Paulo Rangel e Aguiar Branco na corrida à presidência do partido e depois, manipulando os eleitores com os mesmos métodos, ajudou Passos Coelho a derrotar Sócrates.

"Como se «vendeu» Passos ao PSD" e "Como se trabalhou a campanha contra Sócrates"

Cúmplice de Pedro Passos Coelho vangloria-se das campanhas sujas, do condicionamento de opinião, das mentiras espalhadas pelosmedia e pelas redes sociais, levadas a cabo por uma “task force” para o efeito criada e que assim, primeiro, ludibriando os militantes do PSD ajudou Coelho a derrotar Paulo Rangel e Aguiar Branco na corrida à presidência do partido e depois,  manipulando os eleitores com os mesmos métodos, ajudou Passos Coelho a derrotar Sócrates.
A história desta atividade abjeta que ajudou a fabricar um presidente do PSD e um 1ºM de Portugal vem descrita, com orgulho, pelo consultor de comunicação, Fernando Moreira de Sá, um dos heróis desta saga, na revista Visão de 14 de Novembro de 2013 e que reporta à sua tese de mestrado obtida na universidade de Vigo.   
Eis o que nos relata a VISÃO:
ATENÇÃO
Para ampliar, um clique na imagem.






Este texto da Visão está aqui

puxapalavra.blogspot.pt

Poluição na Ria Formosa,depois de colocado em causa a saude publica, por causa dos coliformes fecais nos bivalves,as Aguas do Algarve prometem uma nova ETAR!

Poluição na Ria Formosa,depois de colocado em causa a saude publica, por causa dos coliformes fecais nos bivalves,as Aguas do Algarve prometem uma nova ETAR!

Uma nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) intermunicipal, que sirva Faro e Olhão, construída antes do que estava previsto e 500 mil euros para atacar o problema das descargas ilegais no sistema de águas pluviais em Olhão. Estas foram «as duas boas notícias» que o presidente da Câmara de Olhão levou esta quinta-feira a um plenário de viveiristas e mariscadores da Ria Formosa, que decorreu em Olhão.
Segundo António Pina, que é o representante da Comunidade Intermunicipal do Algarve – AMAL no Conselho de Administração da Águas do Algarve, na reunião deste órgão da passada terça-feira, foi decidido «começar o processo de construção de uma nova ETAR», que substitua as designadas por Olhão Poente e Faro Nascente, muito antiquadas.
À margem do plenário, onde fez este anúncio, o edil olhanense especificou ao Sul Informação que, para já, foi lançada a Avaliação Impacto Ambiental da localização da futura ETAR. «O primeiro passo é a aprovação do Estudo de Impacte Ambiental. O segundo, já depois de aprovada a localização, é a preparação do caderno de encargos e lançamento do concurso», revelou.
«Se não houver problemas na fase do impacte ambiental, é a expetativa do Conselho de Administração da Águas do Algarve, e foi isso que me foi transmitido, que até ao final de 2014 o concurso esteja adjudicado», disse o presidente da Câmara de Olhão.
A Águas do Algarve confirma, através da sua porta-voz Teresa Fernandes, que já está «em fase de apreciação o Estudo de Impacte Ambiental de uma futura ETAR Multimunicipal de Faro Nascente, que irá receber e tratar parte dos esgotos de Olhão, parte dos de Faro e os de São Brás de Alportel» e adianta que este esteve hoje «a ser apresentado na Agência Portuguesa de Ambiente APA, em Lisboa».
Já quanto a uma calendarização, não se compromete com um prazo para o lançamento do concurso e eventual adjudicação da obra. Esta «fase de análise do EIA é um primeiro passo para uma eventual decisão futura», disse.
A construção desta nova ETAR vem sendo falada há muito, já que a falta de capacidade das duas ETAR a ser substituídas, principalmente a situada em Faro, para tratar convenientemente as águas residuais para lá encaminhadas é há muito assumida. A sua construção estaria originalmente apontada para 2015 ou 2016.
Mas, segundo apurou o Sul Informação, esta  não é a única solução em cima da mesa. Uma possibilidade que ainda não estará colocada de parte é desviar os esgotos que agora vão para a ETAR Nascente de Faro para a sua congénere situada junto ao Aeroporto de Faro, bem mais moderna e também para Olhão.
Esta seria uma solução para melhorar a situação no curto prazo, além de potencialmente mais barata, já que uma nova ETAR obrigaria a um investimento na ordem dos 6 milhões de euros.
Noticia retirada do Sul informação on line
Nota do Olhão Livre: Depois de anos e anos a andarmos a denuciar esses crimes ambientais, depois de queixa à união Europeia porparte do Movimento de Cidadania Activa "Somos Olhão",só quando é colocada,  a saude publica em causa por excesso de coliformes fecais na carne dos bivalves; Coliformes fecais esses que provem das escorrências assasinas das ETARs Poente de Olhão e de Faro Nascente, é que as Aguas do Algarve vem anunciar uma nova ETAR, para breve quando há mais de 4 anos,que andam a enganar as pessoas,e a União Europeia,  com promessas falsas de estudos de impacte ambiental e de nova ETAR.
Agora que sentem o  cu a arder vem todos admitir os crimes, que durante anos andaram a cometer, e a esconder, e assim destruiram o frágil ecosistema da Ria Formosa,do qual a mais notória é o fim de mais de 80% da maior colónia de cavalos marinhos da Europa situada na Ria Formosa,  ao mesmo tempo quearruinaram centenas de mariscadores e viveiristas, ao  contaminarem  as terras,da principal Zona de Producção de Bivalves em Portugal pois a Ria Formosa,pois essa era responsavél pela producção de mais de 80% da producção de bivalves e hoje, a apanha de bivalves foi reduzida. mais de 60%.
Será que ninguém vai responder por esses crimes cometidos?
Será que  essas afirmações, não são mais que promessas para acalmarem a revolta, que grassa em Olhão e na Ilha da Culatra, motivada pela  nova classificação dos viveiros de Bivalves?
Nós no Olhão Livre, fartosde promessas vãs, e de ser apelidados de terroristas pelo poder local por denunciarmos esses crimes, vamos estar atentos se as promessashoje divulgadas, vão ser cumpridas, mas vamos também exigir, que os culpados sejam responsabilizados por esses crimes cometidos e sempre ocultados, pois os crimes são de tal ordem tanto ambientalmente como económicamente, que a culpa não pode morrer solteira! 


olhaolivre.blogspot.pt