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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

BEM ! ELE PRIMEIRO ACORDA O DONO ! PARA QUÊ ? ...PARA DEPOIS IR PARA O COMPUTADOR TÁ CLARO !







Chinês cria peças de cerâmica como você nunca viu Você com certeza nunca viu um trabalho de cerâmica como este. Feitos pelo artista chinês Johnson Tsang, os copos, tijelas e pratos se transformam em verdadeiras esculturas com incríveis formas humanas e movimentos que parecem ter sido jogados em estado líquido, um por cima do outro.

Chinês cria peças de cerâmica como você nunca viu

Você com certeza nunca viu um trabalho de cerâmica como este. Feitos pelo artista chinês Johnson Tsang, os copos, tijelas e pratos se transformam em verdadeiras esculturas com incríveis formas humanas  e movimentos que parecem ter sido jogados em estado líquido, um por cima do outro.
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Isaltino pede para cumprir metade da pena em casa O ex-autarca Isaltino Morais pediu ao Tribunal de Execução de Penas de Lisboa para cumprir metade da pena de dois anos em casa, com pulseira electrónica, disse hoje à agência Lusa uma fonte judicial.

Isaltino pede para cumprir metade da pena em casa

O ex-autarca Isaltino Morais pediu ao Tribunal de Execução de Penas de Lisboa para cumprir metade da pena de dois anos em casa, com pulseira electrónica, disse hoje à agência Lusa uma fonte judicial.O ex-presidente da Câmara Municipal de Oeiras, condenado pelos crimes de branqueamento de capitais e fraude fiscal, completou oito meses de pena efectiva em finais de Dezembro.
A pena aplicada a Isaltino Morais, preso no Estabelecimento Prisional da Carregueira, em Belas (Sintra), termina em finais de Abril de 2015.
Ainda como presidente da Câmara Municipal de Oeiras, o ex-autarca foi detido a 24 de Abril do ano passado, à porta da edilidade, depois de esgotados todas as possibilidades de recurso, mais de três dezenas.
Em Abril deste ano, assinala-se um ano de prisão de Isaltino Morais, condição para que possa ser requerida a liberdade condicional.
Isaltino Morais foi condenado em 2009 a sete anos de prisão e à perda de mandato autárquico por fraude fiscal, abuso de poder e corrupção passiva para ato ilícito e branqueamento de capitais.
A Relação decidiu condenar Isaltino Morais a dois anos de prisão, anulando as penas de perda de mandato e abuso de poder.
A 03 de Agosto de 2009, o Tribunal de Oeiras condenou Isaltino Morais a uma pena de sete anos de prisão efectiva, pela prática de quatro crimes – fraude fiscal, abuso de poder, corrupção passiva para ato ilícito e branqueamento de capitais.
A juíza Carla Cardador determinou ainda a perda de mandato do presidente da Câmara Municipal de Oeiras, para o qual foi eleito como independente, em 2009, e o pagamento de 463 mil euros ao Estado.
O recurso de Isaltino Morais para a Relação foi decidido a 13 de Julho de 2010, com os juízes desembargadores a reduzirem a pena de prisão efectiva para dois anos, a retirarem a perda de mandato e a baixarem a multa de 463 mil euros para 197 mil.
Lusa/SOL

Administradores do BPN escolhiam parceiros com promessa de ganhos indevidos Os ex-administradores do BPN Oliveira Costa, Francisco Sanches e Coelho Marinho, pronunciados hoje juntamente com o antigo ministro Arlindo Carvalho e outros, escolhiam parceiros "com a promessa de ganhos indevidos".


O despacho de pronúncia, a que a agência Lusa teve acesso, refere que os três administradores do Banco Português de Negócios (BPN) angariavam "terceiros", entre os quais Arlindo Carvalho e o sócio José Neto, "a quem prometiam e proporcionavam ganhos indevidos".
"Os arguidos Arlindo Carvalho e José Neto foram idealizados como parceiros ideais para o Grupo [BPN] pelo arguido Coelho Marinho, que conhecia o primeiro arguido por proximidade da terra de naturalidade e porque tinha estado ligado ao Ministério da Saúde, como administrador hospitalar, num período em que Arlindo Carvalho desempenhou funções como ministro da Saúde", lê-se nos autos.
Quanto à estratégia utilizada, Arlindo Carvalho e José Neto "e as sociedades por si controladas vieram assim a adquirir a confiança dos arguidos Oliveira Costa, Francisco Sanches e Luís Caprichoso, no sentido de estes últimos virem a montar e fazerem aprovar diversas operações de financiamento a favor dos primeiros, com a finalidade de estes e suas empresas virem a adquirir as posições societárias e os activos anteriormente detidos" pelo empresário e accionista do BPN Ricardo Oliveira e sua empresa.
Segundo o despacho, "sucederam-se assim operações de financiamento, não suportadas em garantias efectivas, mas autorizadas por intervenção de Oliveira Costa, Francisco Sanches e Luís Caprichoso, montadas junto do BPN e do Banco Insular, tendo como beneficiários, primeiro, o arguido Ricardo Oliveira e suas empresas e, depois, Arlindo Carvalho e José Neto".
Os arguidos "quiseram alcançar um objectivo negocial com ocultação da intervenção do BPN, mas aceitaram, para conseguir essa ocultação, gerar uma perda para o BPN pela concessão de financiamentos que nunca vieram a ser pagos".
Entre os negócios analisados estão a aquisição da sociedade BRICK AND SAND, "uma operação de fachada", e do terreno da Guia, em Cascais.
Conclui o magistrado do Tribunal Central de Instrução Criminial que "os arguidos Oliveira Costa, Francisco Sanches e Coelho Marinho conluiaram-se ainda com os arguidos Arlindo Carvalho e José Neto de forma a lhes proporcionarem uma receita financeira que sabiam ser da titularidade de outras entidades, sabendo e querendo que os arguidos Arlindo Carvalho e José Neto iriam desviar essa receita para seu próprio benefício, em prejuízo das entidades legítimas titulares dessas receitas, que se traduziam na produção de juros sobre quantias depositadas junto do BPN".
Lusa/SOL

O CARNICEIRO DO ORIENTE É ENTERRADO "IMPUNE".


O CARNICEIRO DO ORIENTE É ENTERRADO "IMPUNE".


O ex-premiê israelense Ariel Sharon, notório por ter permitido o assassinato de milhares de famílias palestinos durante a invasão militar ao Líbano de 1982, deixou um legado de massacres, agressões militares e de ocupação dos territórios palestinos, com a construção de milhares de casas nas colônias judias, foi enterrado nesta segunda-feira (13), no deserto de Negev, ao sul.

por Moara Crivelente,  Com informações das agências palestinas


Sharon (ao centro da foto) morreu no sábado (11), aos 85 anos de idade, depois de oito anos em coma devido a um
derrame cerebral. Seu corpo foi enterrado no rancho da sua família, no sul do deserto de Negev, a
poucos quilômetros da fronteira com a Faixa de Gaza palestina.
O seu velório foi realizado no Parlamento israelense, o Knesset, que fica oficialmente em Jerusalém
desde 1980, quando foi aprovada uma lei que definia a cidade, “unificada”, como a capital de Israel, em detrimento da reivindicação palestina sobre a sua porção leste. Na cerimônia estiveram presentes
diversas autoridades israelenses, diplomatas estrangeiros e o 
 
vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (foto acima), assim como o ex-premiê do Reino Unido, Tony Blair (foto abaixo).


O atual primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que Sharon era “um grande guerreiro” (?)
que será para sempre lembrado, "com carinho", pelos israelenses. O presidente, Shimon Peres, também
disse que ele era “um soldado valente e um líder querido, que amava a sua nação, e cuja nação oamava. Ele foi um dos grandes protetores de Israel e um dos seus maiores arquitetos, que não conhecia o medo.”Autoridades palestinas também reagiram à morte de Sharon, classificando-o de criminoso de guerra que evadiu à justiça durante toda a vida. 

Ele foi “responsável pelo assassinato do [ex-presidente palestinoYasser] Arafat, e nós esperávamos tê-lo visto diante do Tribunal Penal Internacional, como criminoso de guerra”, disse Jibril Rajud, da liderança do partido Fatah, que está à frente da Autoridade Palestina.
 
O Hamas, partido islâmico que governa a Faixa de Gaza, disse que a morte de Sharon foi “um
momento histórico”, marcando o “desaparecimento de um criminoso cujas mãos estavam cobertas de
sangue palestino”.
 
Sharon é considerado um criminoso de guerra por diversos cientistas políticos e defensores daresistência palestina e da libanesa, principalmente, mas não apenas, pelos massacres nos campos derefugiados palestinos de Sabra e Chatila, no Líbano, durante a invasão israelense ao país, em 1982,quando era ministro da Defesa. 
 

Os ataques, perpetrados sobretudo por milícias da extrema-direita libanesa, foi amplamente denunciado como facilitado e até acompanhado pelas tropas israelenses sob o comando de Sharon. Além disso,outros episódios de violência extrema como no campo de refugiados de Jenin, em 2002, por exemplo,
somam à lista de atos pelos quais os palestinos esperavam ver Sharon responder criminalmente. 




Foto: AFP / Said Khatib

Na cidade de Khan Younis, na Faixa de Gaza, palestinos queimam cartazes de Ariel Sharon, neste fim de
semana, chamando o ex-premiê de Israel de "carniceiro".


O
Habitantes dos dois campos de refugiados de Sabra e Chatila demonstraram o seu ressentimento pela atuação criminosa do ex-general das Forças Armadas israelenses e ex-premiê. Ativistas internacionais e palestinos lamentaram que Sharon tenha morrido antes de enfrentar o julgamento internacional pelos crimes de guerra de que é acusado.
 
O maior lembrança do legado de Sharon para as futuras gerações, será esta
Sua morte é outra lembrança horrível de que os anos de impunidade prática pelos abusos de direitos não fizeram qualquer coisa para trazer a paz entre israelenses e palestinos mais próxima [da realidade]. Pelas milhares de vítimas dessas violações, a morte de Sharon, sem enfrentar a justiça, aumenta a sua tragédia,” disse Sarah Leah Whitson, diretora da seção Oriente Médio do Observatório dos Direitos Humanos (“Human Rights Watch”).


militanciaviva.blogspot.pt

a solução final As empresas fracas devem falir e dar lugar a outras, mais empreendedoras, mais inovadoras, mais tenazes na busca do lucro. O mundo do trabalho deve ser dos mais ambiciosos, dos que não olham a meios para subir na vida.


a solução final

As empresas fracas devem falir e dar lugar a outras, mais empreendedoras, mais inovadoras, mais tenazes na busca do lucro. O mundo do trabalho deve ser dos mais ambiciosos, dos que não olham a meios para subir na vida. Há que separar o trigo do joio, distinguir os fracos dos fortes, deitar fora os velhos, os doentes, os desempregados que nada produzem, que vivem do erário público, da chulice, da divina providência em que o Estado se transformou.

É este, e só este, o pensamento, a crença, a bíblia que rege todas as acções dos homens de negro que nos governam. O mundo é dos capazes. O mundo é dos audazes. Dos insaciáveis e dos menos escrupulosos. Os que assim não agirem devem ser excluídos, esmagados, triturados pela máquina brutal do fisco, do confisco, do desemprego, se do suicídio tanto melhor. Palavras como solidariedade, equidade, justiça social, humanismo, igualdade de oportunidades, não fazem parte do vocabulário desta gente. O sofrimento alheio em nada lhes diz respeito. Não governam para pessoas, mas para mercados onde mais não somos do que gado a abater. O País é uma empresa que deve gerar lucro. Os salários, a não ser os daqueles que primam pela excelência da arrogância e da rapacidade, devem ser reduzidos para que possamos ser competitivos. A Saúde e a Educação devem ser geridos por empresas privadas, têm que dar dinheiro "custe o que custar". Temos que empobrecer, para que uns poucos enriqueçam, os que fazem mover a Terra. A esmola, a caridade, a sopa dos pobres são os bálsamos com que apaziguam as consciências. 

Quais judeus em Auschwitz, encaminhamo-nos para as câmaras de gás sem um protesto, um gesto de revolta.  Os fornos crematórios, alimentados pelos nossos corpos inúteis, irão aquecer o Inverno desta gente sem alma e sem vida digna desse nome.

É a solução final.




ouropele.blogspot.pt