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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

OS COISOS E AS GREVES DO METRO De cada vez que há uma greve no Metro há um animal que se destaca por uns dias. São os coisos, o único animal autocoprofágico, pois alimenta-se da própria porcaria que produz e retira desse processo um prazer enfermiço. Quando o dono lhe diz «escreve aí umas linhas contra as greves no Metro»

OS COISOS E AS GREVES DO METRO

De cada vez que há uma greve no Metro há um animal que se destaca por uns dias. São os coisos, o único animal autocoprofágico, pois alimenta-se da própria porcaria que produz e retira desse processo um prazer enfermiço. Quando o dono lhe diz «escreve aí umas linhas contra as greves no Metro» eles transcendem-se, recopiam-se a si próprios, descobrem utentes onde só conheciam clientes «a greve traz-lhes muitos transtornos, não é?», relêem relatórios secretos com mentiras mil vezes desmentidas «os trabalhadores do Metro têm manicura paga pela empresa e massagistas em cada estação» e se o dono lhe reservar uma primeira página, o frenesim atinge um auge e o coiso até denuncia «os grevistas malvados que obrigam o governo bondoso a indemnizar os pobres banqueiros entregando-lhes as privilegiadas reformas superiores a 600 euros».

Mas este frenesim coisal não consegue esconder os protagonistas maiores desta estória, que são os mesmos que, como classe, protagonizam a História – os trabalhadores. Que quando lutam, e por umas horas recusam gerar a riqueza criada pelo seu trabalho, lembram-nos exactamente quem faz o país andar para a frente. Lembram-nos quem a cada dia nos transporta para o trabalho, para a escola, para o médico, para o cinema. Quem cada noite de Natal nos garante o transporte, mesmo naquela noite onde só circula quem a tal é obrigado pelo emprego ou pela solidão. Quem cada noite de Ano Novo transporta milhares e milhares que a festejam, incluindo muitos coisos, aqueles que não foram com os donos para o estrangeiro gastar em réveillons de luxo o dinheiro que roubaram ao povo.

Em 2013, os trabalhadores do Metro de Lisboa levantaram-se em greve a 15, 22 e 29 de Janeiro, 30 de Abril, 30 de Maio, 27 de Junho, 8 e 31 de Outubro, 19, 21 e 28 de Novembro e 19 de Dezembro. Mas foram roubados todos os dias, nesses e nos restantes 353 dias em que não fizeram greve. E porque não se submeteram, nem aos ladrões nem aos coisos que justificam a roubalheira, a sua luta faz parte do futuro que nasce da crescente recusa à política de direita. Porque Portugal tem futuro, com o trabalho e a luta de quem trabalha!

Manuel Gouveia

(Texto publicado no Avante de 24 de Dezembro de 2013)

Personagem Scrooge, no filme A Christmas Carol (2008) - (Fonte: Google Imagens)

AS MANEIRAS SUBTIS DO ANTI-COMUNISMO E PROMOÇÃO YANQUE AINDA ESTÃO NA BERRA ! CAGADINHAS DE NATAL AO ESTILO DE IRMÃ LÚCIA.

AS MANEIRAS SUBTIS DO ANTI-COMUNISMO E PROMOÇÃO YANQUE AINDA ESTÃO NA BERRA !


CAGADINHAS DE NATAL AO ESTILO DE IRMÃ LÚCIA.

revela a TSF que uma miúda escreveu há muitos anos uma carta ao então presidente Kennedy (estávamos no período da guerra fria) preocupada com o bombardeio do polo-norte por parte dos russos.

A miúda tinha escutado o pai lendo a notícia e foi para a cama decidida a escrever uma carta ao presidente dos EUA preocupada com a morte do pai-natal face ao eventual bombardeio da zona onde ele habitava. E assim o fez !

Sabe-se agora passados 50 anos que o "bondoso" Kennedy respondeu á menina que também estava preocupado com o eventual bombardeio, com o pai natal e com as pessoas que viviam lá na zona.

fim de história ! comovente não é ?

Esteve a cartinha 50 anos de môlho para agora ser mostrada ao mundo não voltem por aí os russos, os ateus, os infiéis decididos a mandar alguns petardos lá para cima dos esquimós.

Estou de lágrima no olho por tanta emoção e ternura por parte desta criancinha e ao mesmo tempo a lembrar-me das criancinhas da Palestina, e de todas as partes do mundo onde os sionistas e os Kennedys de agora continuam a despedaçar com bombas, mísseis e drones, tudo o que é inocente e que luta pela liberdade.


Pretendo fazer esta carta ao papa xico, talvez mais tarde porque ele agora anda numa maré de publicidade do OMO LAVA MAIS BRANCO e já agora deixá-lo descansar das cansativas mensagens (só mensagens) de paz, justiça para o mundo já que isso começa por não existir lá no mundo dele, o Vaticano


António Garrochinh
o

SILÊNCIO, PAZ e AMOR Na multiplicidade dos diversos silêncios que existem, o silêncio de que necessito, não é uma ausência do que me rodeia, nem será inerte. Muito pelo contrário, será como que um trabalho que tenho a fazer no mais profundo de mim. Na vida de muitos de nós, verificamos que continuamente temos e, passamos por situações muito similares, quase repetitivas, particularmente as que nos podem ser negativas.

SILÊNCIO, PAZ e AMOR

Na multiplicidade dos diversos silêncios que existem, o silêncio de que necessito, não é uma ausência do que me rodeia, nem será inerte. Muito pelo contrário, será como que um trabalho que tenho a fazer no mais profundo de mim.

Na vida de muitos de nós, verificamos que continuamente temos e, passamos por situações muito similares, quase repetitivas, particularmente as que nos podem ser negativas.

Saber com certeza se faz parte do nosso percurso, não sabemos, ou poderemos vir a sabê-lo no tempo certo.
Em paralelo devemos questionar se não somos nós próprios que atraímos essas situações, devido a um padrão de acção, ou de sentir... sendo então nós, e exclusivamente nós, os únicos culpados. Culpados, porque não silenciamos e não procuramos no nosso Eu eventuais causas.

Praticar o silêncio e olhar para o nosso interior com verdade é tão necessário para viver, quanto respirar.

Nesse silêncio encontramos a calma, ficamos em Paz connosco e, com esta calma no mais profundo do ser, deixamos de ser como marionetes, “manipuladas” por fios externos que nos levam ou atraiem para a perda de energia, ou em oposição, para uma super energia que nos é negativa.
Este silêncio que me é vital, ajudar-me-á na conciliação comigo própria.
Será assim libertador e irá revitalizar a paz do meu Eu original, que é inata e que flui em todo e qualquer ser humano.

Silêncio sim, mas não será um silêncio mudo. Será um silêncio que fala e que devo ouvir para me redespertar, permitindo-me reagir e receber, o que no ruído em que vivo não tenho percepção.

Sinto, que neste meu silenciar, irei criar uma ligação que inevitavelmente me inspirará na mudança e melhoria de quem sou. Para alcançar esta mudança, para além de Silêncio e Paz, necessito de manter vivo o Amor, reencontrando na minha existência uma realidade além do aparente ser de matéria que também sou.

Já entrei neste Silêncio, Paz e Amor e encontrei-me. Por isso dizer que sei quem, e como sou.
Todos os seres humanos estão sob uma aparente amnésia do Eu, pelo que embora julguem que estão conscientes de quem são, e dos seus actos... tal não é real. Ser inteligente, dotado não dá a verdadeira consciência de quem somos e quantas vezes leva pessoas por caminhos, em que facilmente a artificialidade que nos rodeia, os egos, o desejo de poder, acabam por nos dominar

Falei Silêncio, Paz e Amor... todos são necessários.
O Silêncio fala... e se o soubermos escutar, muito aprendemos.
A Paz... estabiliza, harmoniza, aquieta. Assim a Paz é a base.
O Amor... é o grande inspirador e, é activo, move aspessoas. Move o Universo.

Como é óbvio, o Mundo que nos circunda, não tem, maioritariamente, sequer a intenção de procurar este encontro com o seu interior... por estar tão agarrado ao que é somente material.
Será um processo que eventualmente um dia, procurarão... ou não.

Num todo... Silêncio, Paz e Amor proporciona um regressar a “casa”, às raízes que estão em nós, restaurando-nos.

Silêncio, Paz e Amor!


©Susana Maurício
24 Dezembro de 2013
(ao abrigo do código do direito de autor)

Painting by Katie M. Berggren

6 FACTOS CURIOSOS SOBRE O NATAL



Confira 6 curiosidades sobre o Natal e divida as histórias natalinas que você conhece conosco, nos comentários.


1. A data


Nos primeiros anos da Igreja o Natal não era celebrado da forma com que nós fazemos hoje, entre os dias 24 e 25 de dezembro. Antigamente o nascimento de Cristo não tinha data. Foi só no ano 200 d.C que foi convencionado que a data seria dia 20 de maio. Mas em 380 d.C a igreja romana, que desejava unir vários cultos pagãos à cristandade convencionou que o dia do natal seria 25 de dezembro, porque era o festival do nascimento do Sol em várias religiões pagãs. Até hoje ninguém sabe qual é a data correta do nascimento de Jesus.

2. O presépio


O presépio como o conhecemos hoje – aquela cena bonita com Maria e José ao redor de Jesus, os Reis Magos, os animais e o pastor – foi criado por São Francisco de Assis, no século XIII.

3. Presentes


Acredite ou não, os presentes de natal não são uma invenção capitalista, mas uma tradição que vem desde o tempo dos romanos. No fim de todos os anos, eles trocavam presentes no dia de Strenia, uma deusa pagã. Como, mesmo com a mudança de religião, o hábito não morreu, a troca de presentes continua até hoje, mas com um motivo diferente.

4. O Natal foi banido


Na Inglaterra o Natal foi banido pelo parlamento em 1644. O dia não deveria mais ser um feriado, as lojas deveriam abrir e todos os atos que lembrassem, minimamente, o natal eram desencorajados. Os puritanos da América do Norte, seguindo a onda da Reforma Protestante, também baniram o natal por alguns anos.

5. Árvore de Natal


Jesus nasceu, então vamos colocar uma árvore na nossa sala? Não faz muito sentido, certo? A primeira associação de pinheiros com o natal vem de São Bonifácio, no século VII, quando ele cortou uma árvore dedicada a Thor para provar que o deus pagão não tinha poder. A tradição foi se modificando aos poucos e, no século XV, elas já tinham a configuração atual, sendo enfeitadas até com doces.

6. Papai Noel


Dizem que o papai Noel foi baseado no bispo da igreja São Nicolau. Ele nasceu no século III, na Turquia, e era conhecido por dar dinheiro e presentes aos mais pobres. 


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