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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

PELO SAGRADO DIREITO DE SER DO CONTRA break the silence Moisés e as tábuas da Lei: um Deus implacável Um amigo reagiu furioso a uma postagem que fiz no Facebook – era uma charge ironizando uma citação particularmente belicosa do Velho Testamento da Bíblia (Números 31: 17-18). Bem, todos que se deram ao trabalho de ler o livro sagrado dos cristãos, particularmente o Velho Testamento, sabe que é possível encontrar aos montes citações semelhantes, em que um Deus vingativo e ciumento exige dos homens provas de seu amor incondicional por Ele, pedindo sangue e até matança de inocentes.


PELO SAGRADO DIREITO DE SER DO CONTRA

break the silence


Moisés e as tábuas da Lei: um Deus implacável
Um amigo reagiu furioso a uma postagem que fiz no Facebook – era uma charge ironizando uma citação particularmente belicosa do Velho Testamento da Bíblia (Números 31: 17-18). Bem, todos que se deram ao trabalho de ler o livro sagrado dos cristãos, particularmente o Velho Testamento, sabe que é possível encontrar aos montes citações semelhantes, em que um Deus vingativo e ciumento exige dos homens provas de seu amor incondicional por Ele, pedindo sangue e até matança de inocentes. Meu amigo argumenta que a citação está descontextualizada, que o Novo Testamento é diferente e que ateus e agnósticos, quando atacam as religiões, se igualam aos fanáticos religiosos que discriminam homossexuais e não-crentes.
 
Mas o Estado brasileiro não é laico?
Respondo que, num país como o Brasil, em que ateus e agnósticos são estigmatizados como pessoas sem ética nem moral, em que candidatos a cargos eletivos já tiveram que esconder sua condição de não-crentes para serem aceitos pelo eleitorado, em que crucifixos são pendurados em repartições públicas violando a laicidade do Estado, e em que posições contrárias aos dogmas cristãos – principalmente católicos –, como por exemplo pesquisas com células-tronco, casamento de pessoas do mesmo sexo, aborto e AIDS, são vistas como heresia, é preciso partir para o confronto. Os não-crentes precisam “sair do armário”, como disse Richard Dawkins, e defender suas posições.

Ao fazer isso, eles estarão também defendendo a liberdade de expressão. Sim, porque, como bem sabiam os Pais Fundadores dos Estados Unidos, para garantir a liberdade religiosa e de expressão, o Estado deve ser impedido de promover qualquer confissão religiosa. Aqui, os ateus e agnósticos precisam demarcar terreno, conquistar espaço na sociedade, expor suas idéias – e isso certamente ferirá suscetibilidades religiosas. Talvez depois dessa etapa seja possível encontrar denominadores comuns entre crentes e não-crentes, como fizeram Umberto Eco e D. Carlo Maria Martini, arcebispo de Milão, no memorável diálogo epistolar reproduzido no livro “Em que crêem os que não crêem”.
 
Rushdie: condenado à morte por blasfêmia
À parte isso, ofender ou ironizar religiões pode não ser de bom tom, mas é um direito democrático líquido e certo. Mas ainda é perigoso e não está totalmente assegurado. Quando Salman Rushdie escreveu Os Versículos Satânicos, no final dos anos 1980, o aiatolá Khomeini se arvorou o direito de emitir uma fatwa (decreto religioso) pedindo a morte dele. O escritor teve que ficar escondido em Londres por quase uma década. Quando o jornal dinamarquês Jyllands-Postenpublicou uma série de 12 caricaturas do profeta Maomé como terrorista, em 2005, manifestantes e governos islâmicos de todos os cantos do planeta promoveram ruidosas manifestações e fizeram pressões pedindo a proibição de publicações semelhantes e a punição do jornal. Temendo ferir “suscetibilidades islâmicas” – afinal, a Arábia Saudita, maior produtora de petróleo do mundo, é um Estado teocrático islâmico –, vários governos ocidentais, laicos e democráticos, condenaram publicamente as charges. O próprio governo da Dinamarca criticou o jornal, que acabou pedindo desculpas públicas aos muçulmanos. Duas décadas atrás, grupos católicos fizeram pressão para a proibição do filme Je Vous Salue Marie, de Jean-Luc Godard (conseguiram aqui no Brasil, durante o governo de José Sarney). Há poucos anos, a organização católica ultraconservadora Opus Dei tentou proibir o filme Código da Vinci. Se para evitar ferir suscetibilidades religiosas tivermos que censura obras de arte ou simplesmente espetáculos, o que restará da liberdade de expressão e de pensamento tão duramente conquistada, principalmente abaixo do Equador? Não podemos esquecer Voltaire ("Não concordo com nada do que dizes, mas lutarei até a morte pelo teu direito de dizê-lo"), Rosa Luxemburgo ("a liberdade é a liberdade de quem pensa de modo diferente de nós") e George Orwell ("se a liberdade significa alguma coisa, é o direito de dizer o que as pessoas não querem ouvir").
 
Ayaan Hirsi Ali: contra a intolerância religiosa
Por isso, creio que o multiculturalismo, por mais bem intencionado que possa ser, é um equívoco. Veja-se o caso da escritora e política somali nacionalizada holandesa Ayaan Hirsi Ali. No seu país de origem, ela foi submetida a uma infibulação do clitóris, numa cerimônia religiosa presidida por sua avó. A família deixou a Somália em 1975, quando ela tinha seis anos. Em 1992, Ayaan conseguiu entrar na Holanda, onde recebeu o status de refugiada, começou a estudar e a se envolver na política. Ela fugira de um casamento arranjado por seu pai, prática comum na tradição clânica da Somália e de outros países. Mas na Holanda, Ayaan começou a enfrentar a pressão de somalis ali residentes, que queriam que ela se submetesse aos costumes culturais e religiosos - no caso, islâmicos - da comunidade. Mas ela não aceitava isso e começou a denunciar a pressão. E o pior é que o Estado holandês protegia a opressão familiar sob a bandeira do multiculturalismo, o que na prática significava fazer vista grossa a práticas medievais como excisão de clitóris, casamentos arranjados e submissão da mulher ao homem.

Isso é tolerância? Ou uma forma sutil de discriminação travestida de comportamento politicamente correto? Ao isolar imigrantes em verdadeiros "bantustões culturais" nos países desenvolvidos, o multiculturalismo europeu compactua com a opressão familiar e religiosa e renega o valor universal dos direitos humanos. Enquanto isso, os europeus brancos e cristãos podem desfrutar das liberdades civis e individuais. 


Postado por Cláudio Camargo

militanciaviva.blogspot.pt

NINGUÉM ENTENDE ESTA CANALHA DE ALDRABÕES E CORRUPTOS. NEM BCE, NEM FMI NEM O GOVERNO PORTAS/ PASSOS/CAVACO - Número um do FMI para Portugal antevê mais dez a 15 anos de ajustamento



Número um do FMI para Portugal antevê mais dez a 15 anos de ajustamento


Número um do FMI para Portugal antevê mais dez a 15 anos de ajustamento
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Hugo Correia, Reuters

O interlocutor do Fundo Monetário Internacional para o resgate português escolheu as páginas do Financial Timespara deixar um aviso à navegação dos atuais e futuros governantes do país. O processo de “transformações” da economia receitado pela troika, atira Subir Lall numa entrevista publicada esta quinta-feira, “terá de continuar por mais dez a 15 anos”. Na opinião deste responsável, “é irrealista esperar” que as “distorções” sejam “removidas nos três anos de um programa de ajustamento”. Ou que as reformas sejam “impostas externamente”.

“As distorções na economia acumularam-se durante décadas e é irrealista esperar que possam ser removidas nos três anos de um programa de ajustamento ou que o processo de reforma possa ser imposto externamente”, enfatiza o técnico do FMI Subir Lall na entrevista ao jornal Financial Times

Numa mensagem destinada ao chamado arco da governação, socialistas incluídos, o chefe da missão do Fundo Monetário Internacional que integra o trio de credores internacionais de Portugal avisa que “as transformações de que a economia precisa terão de continuar por mais dez a 15 anos e terão de ser caseiras”.
Nas declarações ao Financial Times, Subir Lall considera que é ainda cedo para falar da estratégia de saída do Programa de Assistência Económica e Financeira. O homem do FMI para Portugal estima que o início de 2014, quando forem testados nos mercados os títulos de dívida de maturidades mais extensas, será “um bom ponto para ver o que os investidores dizem”. 

“Mudar a forma como a economia responde e ultrapassar a inércia requer um esforço contínuo e terá de ser feito independentemente do partido político que estiver no poder”, vinca o responsável do Fundo, que não deixa de repetir a sua confiança quanto às alternativas que o Governo de Passos Coelho e Paulo Portas está obrigado a encontrar para reagir a futuras declarações de inconstitucionalidade de medidas de impacto orçamental.

Subir Lall não se coíbe de advertir que quaisquer “medidas alternativas” comportam “sempre um risco” de serem “as segundas melhores em termos de promoção do crescimento económico e do emprego”.
Um “surpreendente ajustamento”
Apesar dos avisos, Subir Lall ensaia um elogio ao ajustamento orçamental português, avaliando como “surpreendente” a redução do défice primário em 6,75 por cento do Produto Interno Bruto em menos de três anos.

“Dois terços do ajustamento necessário já foram alcançados. A restante consolidação terá lugar em 2014 e 2015, o que significa que o ritmo de consolidação será muito mais brando do que em 2011 e 2012”, argumenta.

Ainda assim, contrapõe Lall, o crescimento económico a longo prazo estará condicionado a uma mudança do “sector não-transacionável para o sector transacionável”.

Também entre os “desafios” de maior escopo traçados ao Financial Times pelo chefe da missão do Fundo Monetário Internacional estão a flexibilização adicional do mercado de trabalho e a recomposição de um sector público tido por “ineficaz”. A somar às respostas que o Fundo exige para a alavancagem bancária, os custos dos portos e da energia e um sistema judicial visto como lento.

Índia: prendeu 15 membros do grupo cultural Chetna Natya Mandali pela polícia em Chattisgarh


Índia: prendeu 15 membros do grupo cultural Chetna Natya Mandali pela polícia em Chattisgarh

O membros foto Chetna Natya Mandali
 

[Nota: Como ODC transmitir a nossa mais sincera solidariedade internacionalista e de apoio aos membros do Chetna Natya Mandali preso e nossa profunda solidariedade e apoio para as massas oprimidas da Índia em sua luta pela revolução social]

15 membros do grupo cultural Chetna Natya Mandali (CNM), incluindo 11 mulheres, foram presos na semana passada, durante a realização de atividades culturais em Jaigur Biriyabhumi e vilas no distrito de Bijapur de Chattisgarh.
 
As forças policiais arbitrariamente CNM qualificado para ser uma ala do PCI (Maoista), que realizaram atividades para marcar a Semana Cultural Povos organizado pela Libertação do Povo do Exército Guerrilheiro (PLGA).
 
Chetna Natya Mandali foram acusados ​​de "incitar as pessoas contra o governo" e difundir a ideologia maoísta através de suas músicas, performances e discursos . Eles foram acusados ​​de moradores de recrutamento para o PCI (Maoista) e PLGA sem que haja qualquer prova.
 
Todos os membros do grupo cultural Chetna Natya Mandali são os jovens em torno de 20 anos, e tudo o que foi encontrado contra eles são "estranho", banners, folhetos, instrumentos musicais, trajes e acessórios.
 
A repressão de ativistas culturais sempre foi uma ferramenta nas mãos do Estado indiano para sufocar a dissidência, desde o início da Operação Caçada Verde em 2009.
 
Junto com assassinato, estupro, massacres, expropriação e deslocamento de adivasis na Índia central reprimiram intelectuais e ativistas culturais que falam contra a proposta de "desenvolvimento" do Estado para entregar os recursos do país para as empresas de mineração estrangeiras.
 
Este estado nunca fica aquém em seus estratagemas para silenciar as aspirações do povo para quebrar as cadeias da opressão e pavimentar um caminho para o desenvolvimento alternativo e verdadeira democracia.
 
Para folhetos Chetna Natya Mandali e instrumentos musicais foram o suficiente para que as forças policiais chegaram à conclusão de que eles eram maoístas. Mas a história tem mostrado que, quando o Estado é autoritário e brutal, ea resistência a ela também se torna mais unida e em negrito.
 
A história também tem mostrado que uma seção progressiva de intelectuais, escritores e ativistas culturais estiveram em solidariedade com as massas revolucionárias. Esta camaradagem vai mostrar mais uma vez que nenhuma quantidade de massacres, tortura, prisão e assédio são suficientes para prender a vontade do povo.
 


odiodeclase.blogspot.pt

PERGUNTAR AOS ALEMÃES? É típico em Portugal pedirem-se opiniões a estranhos quando se pretendem tomar decisões sobre assuntos delicados.

PERGUNTAR AOS ALEMÃES?

É típico em Portugal pedirem-se opiniões a estranhos quando se pretendem tomar decisões sobre assuntos delicados.

Os cortes nas pensões, pretendido pelo governo, foram parar ao Tribunal Constitucional por violarem grosseiramente a nossa Lei Fundamental, mas mesmo assim pediu-se ao tribunal constitucional qual o seu entendimento sobre esta matéria.

Não consigo perceber onde estava a dúvida, nem sequer entendo qual a relevância do entendimento daquele tribunal alemão, mas o resultado foi arrasador para os intentos de Passos Coelho e da troika, pois também por aquelas bandas a intenção viola a constituição.


Claro que o T.C. pode fazer vista grossa e deixar passar mais este atropelo à Constituição, tantas foram as ameaças feitas nos últimos dias, mas seria apenas o golpe final na confiança dos portugueses nas suas instituições, e uma ameaça ao estado democrático. 


Doutores aos molhos Toda a gente sabe que Portugal é um país de doutores. A média é próxima de um doutor por habitante. Ser doutor, em Portugal, é um estado de espírito que dispensa diploma, carimbos e secretarias. Dizem por aí que somos um país de poetas... tretas! Somos é um país de doutores.



Como bons doutores que somos cagamos sentenças e diagnósticos com uma facilidade estonteante. É que o doutoramento mais em comum entre os portugueses é o doutoramento em Tudologia. Isto permite a todos e a cada um ter as mais lúcidas e definitivas opiniões sobre o que quer que seja.

Política, ciência, desporto, engenharia, direito, urbanismo são uma pequeníssima amostra de matérias que estão na boca de toda a gente e que toda a gente domina com uma mestria extraordinária. Arte e aeronáutica nem por isso mas estamos a trabalhar para aumentar, também aqui, o número de especialistas.

Por haver tanta gente extraordinária o extraordinário transforma-se em ordinário, perde o "extra". Isso explica porque é que Portugal, um país que os deuses fadaram para os grandes feitos em prol da humanidade, teima em não passar da cepa torta: tanto doutor excelentíssimo transforma o país numa ordinarice.

Precisamos de mais gente simples e boa e dispensamos tanto doutor. Os doutores estão convencidos que o seu estatuto lhes confere direitos especiais (porque são doutores) e o resultado é este: Portugal.

2014 VAI SER O ANO ONDE VAMOS OUVIR TODAS AS MENTIRAS E O ANO EM QUE A POLÍTICA DE INTOXICAÇÃO DO POVO PORTUGUÊS VAI ATINGIR O AUGE - 2014 2014 será o ano de todas as mentiras, o Governo vai apregoar o sucesso das suas opções de política económica ainda que o país se assemelhe cada vez mais a um cemitério empresarial, Bruxelas vai ter de inventar uma fórmula que permita limpar a honra dos responsáveis da Comissão e do BCE, quanto ao FMI há muito que anda a admitir os seus erros preparando-se para um cenário de conflito. Nem os ocupantes estrangeiros nem os cônsules locais vão querer assumir responsabilidades.

2014

2014 será o ano de todas as mentiras, o Governo vai apregoar o sucesso das suas opções de política económica ainda que o país se assemelhe cada vez mais a um cemitério empresarial, Bruxelas vai ter de inventar uma fórmula que permita limpar a honra dos responsáveis da Comissão e do BCE, quanto ao FMI há muito que anda a admitir os seus erros preparando-se para um cenário de conflito. Nem os ocupantes estrangeiros nem os cônsules locais vão querer assumir responsabilidades.
  
O OE para 2014 é o instrumento que permitirá aos responsáveis pelo falhanço ilibar-se dessas responsabilidades, duplica-se a dose da austeridade mas poupa-se o sector privado. Para salvar os responsáveis pelo falhanço das experiências feitas em Portugal leva-se à miséria aqueles de cujo voto se desconfia. Começou-se por se acusar os portugueses de consumirem demais, acaba-se culpando os funcionários públicos de todos os males.
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Mais para iludir a verdade do que pelo sucesso das políticas, o caso português vai ser declarado um grande êxito por aqueles que durante três anos sujeitaram o país a uma experiência que em termos económicos é o equivalente às experiências de Josef Mengele no campo de Aushwitz. Os responsáveis por centenas de milhares de desempregados, pela destruição de uma parte das empresas, pela destruição do ensino público, pela emigração forçada de uma geração de jovens, nunca assumirão as suas responsabilidades. 
  
O pós troika não é mais do que mais um resgate disfarçado de outra coisa qualquer, um resgate concedido a troco de mais cinco ou seis anos de austeridade. O pós troika é uma mentira e mais não é do que um período em que o governo se comportará como se fosse ele próprio a troika. 
  
No primeiro semestre de 2014 prepara-se o segundo resgate disfarçado, mais trinta ou quarenta mil milhões e mais cinco ou seis anos de austeridade brutal. O governo vai negociar o resgate sem a participação de outros partidos e no total segredo, isto se Cavaco Silva não conseguir transformar o PS em ala liberal do grupo formado pela troika e pelos seus apoiantes locais, governo e Belém.
  
No segundo semestre Cavaco vai concluir que as medidas do segundo resgate devem ser discutidas pelo país e a melhor forma de fazê-lo é legitimando o governo que as executará com novas eleições legislativa. Até lá Cavaco defenderá que a legislatura irá até ao fim, adormecendo a oposição interna do PS a José Seguro. Depois convoca eleições e assegurando-se de que Seguro será o candidato do PS a primeiro-ministro.
  
A única hipótese de a direita continuar a governar em São Bento e em Belém é indo a eleições em cima do segundo resgate e com Seguro como líder. Cavaco nunca se arriscará a que quase no fim do seu mandato seja forçado a dar posse ao governo que ele próprio ajudou a derrubar no início do mandato. Cavaco começa a habituar-se a ser humilhado, mas isso seria demais para o pobre senhor.



jumento.blogspot.pt