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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

TRIBUNAL POPULAR DE REFORMADOS, APOSENTADOS E PENSIONISTAS (LISBOA, 17 DE DEZEMBRO DE 2013)











ephemerajpp.com

Os burros escoiceiam sempre duas vezes Os burros são como os carteiros. A diferença é que os carteiros tocam duas vezes à campainha, para terem a certeza que são ouvidos, enquanto os burros escoiceam duas vezes para se certificarem de que as suas teses são compreendidas

Os burros escoiceiam sempre duas vezes


Os burros são como os carteiros. A diferença é que os carteiros tocam duas vezes à campainha, para terem a certeza que  são ouvidos, enquanto  os burros escoiceam duas vezes para se certificarem de que as suas teses são compreendidas.
O secretário de estado Bruno Maçães utilizou uma técnica mista. Deu uma entrevista ao Sol para confirmar a rábula da Grécia: orgulha-se de ser considerado alemão, é fã da senhora Merkel que diz ser uma nossa grande amiga e acredita na Europa una e indivisível, onde não haverá divisões entre Norte e Sul.
Estou certo que muitos o terão escutado, mas ninguém ( fora da courela governativa) o terá compreendido. Logo, esforço inútil o do Maçães! O remédio é aprimorar a técnica dos burros, para ver se alguém o entende.



cronicasdorochedo.blogspot.pt

CUBA SEMPRE ESTEVE AO LADO DE MANDELA Se Cuba não tivesse mandado 400 mil combatentes libertários para defender Angola da agressão sul-africana, os segregacionistas teriam conquistado aquele país e estabelecido as bases para consolidar o racismo, regime de inspiração nazista sobre todo o continente africano.

CUBA SEMPRE ESTEVE AO LADO DE MANDELA

Se Cuba não tivesse mandado 400 mil combatentes libertários para defender Angola da agressão sul-africana, os segregacionistas teriam conquistado aquele país e estabelecido as bases para consolidar o racismo, regime de inspiração nazista sobre todo o continente africano.
  

Por Hélio Doyle


Até a fotografia com Obama, a grande imprensa brasileira parecia querer ignorar que o presidente de Cuba, Raúl Castro, era um dos seis chefes de Estado que discursaria nas homenagens póstumas a Nelson Mandela. E muita gente não entendia por que Cuba estava entre os seis.
Uma frase pronunciada por Mandela explica: “A batalha de Cuito Cuanavale foi o começo do fim do apartheid. Devemos isso a Cuba”.
Os valentes muchachos cubanos que enfrentaram os racistas sul-africanos apoiados pelo ocidente e Israel
 Mandela sempre reconheceu o papel decisivo de Cuba no fim do regime de segregação na África do Sul. Se Cuba não tivesse mandado quase 400 mil combatentes para defender Angola da agressão sul-africana, os segregacionistas teriam conquistado aquele país e a Namíbia continuaria submetida à África do Sul.
O encontro de dois heróis da liberdade cientes do seu dever no mundo
Os cubanos lutaram durante 10 anos ao lado dos angolanos contra os sul-africanos e os derrotaram definitivamente na batalha de Cuito Cuanavale, citada por Mandela. A partir daí as forças da África do Sul recuaram do território angolano e o governo daquele país foi obrigado a negociar a paz e libertar a Namíbia. O desgaste do governo sul-africano acelerou o fim do apartheid e a libertação de Mandela.
Soldados libertários cubanos ao lado de combatentes do MPLA enfrentando enfrentando o fogo nazi-racista.
Naqueles tempos, os Estados Unidos, o Reino Unido e a maioria dos países europeus apoiavam o governo sul-africano e queriam derrubar o de Angola. Israel ofereceu bombas atômicas aos segregacionistas, para acabar logo com a guerra e tornar aquele país uma potência nuclear.
A História mostrou quem estava do lado certo.


militanciaviva.blogspot.pt

COM SAPATILHAS DE MARCA ATÉ DÁ GOSTO CORRER


Caso BPN há três anos nos tribunais sem sequer metade das testemunhas ouvidas foto ÁLVARO ISIDORO/GLOBAL IMAGENS Caso BPN há três anos nos tribunais sem sequer metade das testemunhas ouvidas O julgamento do processo principal do caso Banco Português de Negócios (BPN) arrancou, faz domingo três anos, tendo sido ouvidas até à data 63 testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público, isto, de um total de 300 testemunhas.

Caso BPN há três anos nos tribunais sem sequer metade das testemunhas ouvidas

 
 
foto ÁLVARO ISIDORO/GLOBAL IMAGENS
Caso BPN há três anos nos tribunais sem sequer metade das testemunhas ouvidas

O julgamento do processo principal do caso Banco Português de Negócios (BPN) arrancou, faz domingo três anos, tendo sido ouvidas até à data 63 testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público, isto, de um total de 300 testemunhas.
Nesta altura, falta ouvir os depoimentos em tribunal de 23 testemunhas chamadas pela acusação, sete das quais arroladas recentemente, seguindo-se ainda a audição da totalidade das testemunhas de defesa dos 15 arguidos, entre os quais se destaca o fundador do BPN, José Oliveira Costa, a que se soma a empresa Labicer.
É precisamente sobre a matéria que envolve a empresa de cerâmica em que o BPN investiu vários milhões de euros - notícias apontam para um prejuízo total próximo de 90 milhões de euros só com os negócios em torno da Labicer, considerados dos mais ruinosos para o grupo - que incidem atualmente os trabalhos do coletivo de juízes responsável pelo processo-crime.
Sendo certo que os advogados dos arguidos poderão prescindir da audição de algumas das testemunhas que já participaram nas sessões de julgamento por iniciativa da acusação, não é menos verdade que a 'fatia de leão' de testemunhas arroladas neste processo ainda está por ouvir, o que indica que o mesmo ainda estará longe de ser concluído.
Em causa neste processo que corre nas Varas Criminais de Lisboa (atualmente deslocado em termos físicos para o Palácio da Justiça) estão diversos crimes económicos, que vão desde abuso de confiança a burla qualificada, passando por fraude fiscal e falsificação de documentos, entre outros ilícitos.
Refira-se que as 15 pessoas e o representante da empresa Labicer estão há muito dispensados pelo tribunal de comparecerem nas sessões do julgamento, quase todos por motivos familiares e profissionais, mas também por razões de saúde, como é o caso de Oliveira Costa.

PROTESTO DOS ENFERMEIROS ONTEM EM LISBOA






ephemerajpp.com

O NATAL E OS COITADINHOS «Eu não quero receber medalhas, quero justiça na economia, justiça na repartição da riqueza criada, quero emprego com direitos para gerar essa riqueza, quero que a dignidade do homem seja mais valorizada que os mercados, quero que o interesse colectivo e o bem comum tenham mais força que os interesses de meia dúzia de privilegiados.»

O NATAL E OS COITADINHOS

«Eu não quero receber medalhas, quero justiça na economia, justiça na repartição da riqueza criada, quero emprego com direitos para gerar essa riqueza, quero que a dignidade do homem seja mais valorizada que os mercados, quero que o interesse colectivo e o bem comum tenham mais força que os interesses de meia dúzia de privilegiados.»
José António Pinto na Assembleia da República
(aqui)
Aproxima-se o Natal, há que burilar o verbo amar nos corações, exercitar os bons sentimentos com genuflexões de alma, embeber-se de piedade pelos pobrezinhos, os pretinhos, os velhinhos, os aleijadinhos, olhar todos os “inhos” com os olhinhos que reflectem os seus espiritozinhos. Coitadinhos!...
Dizer às crianças que o Pai Natal não tem brinquedos para todos os meninos nomeadamente os mais carenciados (belo eufemismo!) o que é para eles uma injustiça dado que o menino Jesus ainda não tinha aberto os olhinhos já os Reis Magos o presenteavam com ouro, incenso e mirra, o que lhe permitiu um bom pé-de-meia e bom cheirinho. Coitadinho!...
Claro que as crianças não conseguem entender porque é que o Pai Natal só tem brinquedos para os meninos que já não sabem que fazer a tudo o que possuem, obrigando os seus papás a malabarismos de linguagem para lhes explicar tão grande aberração; ou bênção? Coitadinhos!...
E porque são todos muito bonzinhos, os paizinhos, para colmatar tamanha injustiça, - ou justiça divina, vá lá saber-se - irão com os seus rebentos vasculhar nos gavetões, sótãos e saguões, procurando entre a tralha o que não servindo, serve aos filhos dos desempregados. Coitadinhos!...
Entretanto os funcionários públicos já foram avisados que não devem colocar o sapato na chaminé e muito menos a bota. O natalzinho dos funcionáriozinhos vai ser de chinelo roto. Coitadinhos!...
Começou a agitação nos corações de todos os que gostam muito dos pobrezinhos. Coitadinhos!
A festa natalícia aproxima-se, e há que proporcionar aos pobrezinhos, coitadinhos, a ceia de Natal. Há milhares de meninos que passam fome e os bons corações que explodem de emoção, não vão permitir que os pobrezinhos coitadinhos, não tenham ceia de natal, uma consoada repimpada que os faça esquecer por algumas horas a fome dos dias seguintes.
Milhares de voluntários pedem para os necessitados, gente programada para ter pena dos pobrezinhos uma vez por ano, como se a pobreza fosse um fenómeno cíclico que surge anualmente precisamente pelo natal.
O aviltamento a que são sujeitos os que recebem a esmola, não impressiona esses corações de plástico que, confrontados com a baixeza dos seus gestos, replicam que “é melhor isto que deixar os pobrezinhos sem consoada”. O porquê de haver pobreza é uma questão filosófica de difícil digestão, “pobres sempre houve e sempre há de haver”, Deus assim quer… e depois ainda há o céu que aos ricos é negado. Os pobres têm o paraíso no céu e os ricos na terra. Este é o grande castigo infligido aos ricos e a maior riqueza de que beneficiarão os pobres que serão para a eternidade os senhores do paraíso e arredores.

Um em cada quatro portugueses em risco de pobreza

«Um quarto da população portuguesa encontrava-se em risco de pobreza ou de exclusão social em 2012, situando-se este valor, de 25,3% da população total, em linha com a média da União Europeia, de 24,8%, segundo dados do Eurostat. Relativamente a Portugal, registou-se uma subida de quase um ponto percentual entre 2011 e 2012, com o número de pessoas a enfrentarem risco de pobreza ou exclusão social a subir de 24,4% para 25,3% da população, o equivalente a 2,7 milhões.» por Lusa.
Cid Simões
cheira-me a revoluçãp

QUE LUTA QUE VAI AQUI !!!!!