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sábado, 7 de dezembro de 2013

ESTAMOS NA SELVA, SÓ O FOGO NOS PODERÁ SALVAR !

video
AS HIENAS, OUÇAM O RISO DELAS, SÓ O FOGO PODERÁ COMBATÊ-LAS ! - um vídeo de António Garrochinho

História d’um cão Eu tive um cão. Chamava-se Veludo: Magro, asqueroso, revoltante, imundo, Para dizer numa palavra tudo Foi o mais feio cão que houve no mundo



História d’um cão

Eu tive um cão. Chamava-se Veludo: Magro, asqueroso, revoltante, imundo, Para dizer numa palavra tudo Foi o mais feio cão que houve no mundo Recebi-o das mãos dum camarada. Na hora da partida, o cão gemendo Não me queria acompanhar por nada: Enfim - mau grado seu - o vim trazendo. O meu amigo cabisbaixo, mudo, Olhava-o ... o sol nas ondas se abismava.... «Adeus!» - me disse,- e ao afagar Veludo Nos olhos seus o pranto borbulhava. «Trata-o bem. Verás como rasteiro Te indicarás os mais sutís perigos; Adeus! E que este amigo verdadeiro Te console no mundo ermo de amigos.» Veludo a custo habituou-se à vida Que o destino de novo lhe escolhera; Sua rugosa pálpebra sentida Chorava o antigo dono que perdera. Nas longas noites de luar brilhante, Febril, convulso, trêmulo, agitado A sua cauda - caminhava errante A luz da lua - tristemente uivando Toussenel: Figuier e a lista imensa Dos modernos zoológicos doutores Dizem que o cão é um animal que pensa: Talvez tenham razão estes senhores. Lembro-me ainda. Trouxe-me o correio, Cinco meses depois, do meu amigo Um envelope fartamente cheio: Era uma carta. Carta! era um artigo Contendo a narração miuda e exata Da travessia. Dava-me importantes Notícias do Brasil e de La Plata, Falava em rios, árvores gigantes: Gabava o steamer que o levou; dizia Que ia tentar inúmeras empresas: Contava-me também que a bordo havia Mulheres joviais - todas francesas. Assombrava-me muito da ligeira Moralidade que encontrou a bordo: Citava o caso d’uma passageira... Mil coisas mais de que me não recordo. Finalmente, por baixo disso tudo Em nota breve do melhor cursivo Recomendava o pobre do Veludo Pedindo a Deus que o conservasse vivo. Enquanto eu lia, o cão tranquilo e atento Me contemplava, e - creia que é verdade, Vi, comovido, vi nesse momento Seus olhos gotejarem de saudade. Depois lambeu-me as mãos humildemente, Estendeu-se a meus pés silencioso Movendo a cauda, - e adormeceu contente Farto d’um puro e satisfeito gozo. Passou-se o tempo. Finalmente um dia Vi-me livre d’aquele companheiro; Para nada Veludo me servia, Dei-o à mulher d’um velho carvoeiro. E respirei! «Graças a Deus! Já posso» Dizia eu «viver neste bom mundo Sem ter que dar diariamente um osso A um bicho vil, a um feio cão imundo». Gosto dos animais, porém prefiro A essa raça baixa e aduladora Um alazão inglês, de sela ou tiro, Ou uma gata branca sismadora. Mal respirei, porém! Quando dormia E a negra noite amortalhava tudo Sentí que à minha porta alguem batia: Fui ver quem era. Abrí. Era Veludo. Saltou-me às mãos, lambeu-me os pés ganindo, Farejou toda a casa satisfeito; E - de cansado - foi rolar dormindo Como uma pedra, junto do meu leito. Preguejei furioso. Era execrável Suportar esse hóspede importuno Que me seguia como o miserável Ladrão, ou como um pérfido gatuno. E resolvi-me enfim. Certo, é custoso Dizê-lo em alta voz e confessá-lo Para livrar-me desse cão leproso Havia um meio só: era matá-lo Zunia a asa fúnebre dos ventos; Ao longe o mar na solidão gemendo Arrebentava em uivos e lamentos... De instante em instante ia o tufão crescendo. Chamei Veludo; ele seguia-me. Entanto A fremente borrasca me arrancava Dos frios ombros o revolto manto E a chuva meus cabelos fustigava. Despertei um barqueiro. Contra o vento, Contra as ondas coléricas vogamos; Dava-me força o torvo pensamento: Peguei num remo - e com furor remamos Veludo à proa olhava-me choroso Como o cordeiro no final momento, Embora! Era fatal! Era forçoso Livrar-me enfim desse animal nojento. No largo mar ergui-o nos meus braços E arremessei-o às ondas de repente... Ele moveu gemendo os membros lassos Lutando contra a morte. Era pungente. Voltei à terra - entrei em casa. O vento Zunia sempre na amplidão profundo. E pareceu-me ouvir o atroz lamento De Veludo nas ondas morimbundo. Mas ao despir dos ombros meus o manto Notei - oh grande dor! - haver perdido Uma relíquia que eu prezava tanto! Era um cordão de prata: - eu tinha-o unido Contra o meu coração constantemente E o conservava no maior recato Pois minha mãe me dera essa corrente E, suspenso à corrente, o seu retrato. Certo caira lém no mar profundo, No eterno abismo que devora tudo; E foi o cão, foi esse cão imundo A causa do meu mal! Ah, se Veludo Duas vidas tivera - duas vidas Eu arrancara àquela besta morta E àquelas vís entranhas corrompidas. Nisto sentí uivar à minha porta. Corrí, - abrí... Era Veludo! Arfava: Estendeu-se a meus pés, - e docemente Deixou cair da boca que espumava A medalha suspensa da corrente. Fôra crível, oh Deus? - Ajoelhado Junto do cão - estupefato, absorto, Palpei-lhe o corpo: estava enregelado; Sacudi-o, chamei-o! Estava morto.

Luiz Guimarães
www.webanimal.com.br

Seixal convida ministro para "Natal do Hospital" que não foi construído A Câmara do Seixal e várias entidades locais vão convidar na segunda-feira o ministro da Saúde, Paulo Macedo, para estar presente na iniciativa do "Natal do Hospital", no Seixal, que esteve previsto, mas cujas obras não chegaram a avançar.

Seixal convida ministro para "Natal do Hospital" que não foi construído
A Câmara do Seixal e várias entidades locais vão convidar na segunda-feira o ministro da Saúde, Paulo Macedo, para estar presente na iniciativa do "Natal do Hospital", no Seixal, que esteve previsto, mas cujas obras não chegaram a avançar.
PAÍS
Seixal convida ministro para  Natal do Hospital que não foi construído
Lusa
Em agosto de 2009, foi reconhecida a necessidade de se construir um hospital complementar no Seixal para servir as populações de Seixal, Sesimbra e Almada, tendo sido celebrado um acordo estratégico com o Governo.

O autarca lembrou que desde 2009, quando foi assinado o acordo, que a Câmara do Seixal, em conjunto com outras entidades locais e população, realizam a iniciativa "Natal do Hospital", para relembrar a necessidade do hospital e não deixar esquecer o assunto.
"Esta iniciativa do 'Natal do Hospital' serve para celebrar a decisão do Governo, apesar de não concretizada, de construir o hospital. Foi reconhecido que o hospital Garcia de Orta, em Almada, está sobrelotado e após uma luta de muitos anos o Governo reconheceu esta necessidade", disse à agência Lusa Joaquim Santos, presidente da Câmara do Seixal.

"O Governo PSD/CDS suspendeu todos os investimentos, sem critério. O Governo nunca disse que o hospital não era necessário e acreditamos que, mais cedo ou mais tarde, vai ser construído", defendeu.
Joaquim Santos afirmou ainda que o novo hospital do Seixal tinha um orçamento previsto de cerca de 60 milhões de euros, funcionando como apoio ao hospital Garcia de Orta.
"O custo social, das pessoas e funcionários do Garcia de Orta, é muito superior a estes 60 milhões. Só a população do Seixal, em IRS, paga mais de 200 milhões por ano. O hospital devia estar concluído até ao final de 2012 e nem o projeto de construção foi concluído", salientou.
O convite para o ministro da Saúde estar presente no "Natal do Hospital" no Seixal vai ser entregue na segunda-feira, pelas 11:00, no ministério da Saúde.
"Não se trata de uma manifestação. Vamos entregar este convite para chamar a atenção para a necessidade do hospital e com todo o respeito. Gostaríamos muito que o senhor ministro estivesse presente", concluiu.
O Natal do Hospital no Seixal realiza-se no dia 14 de dezembro, a partir das 15:00, no Cinema S. Vicente, em Aldeia de Paio Pires, contanto com a presença de artistas como Toy, Diamantina, os Banza ou Mário Barradas.

ALGARVE - QUARTEIRA - Quarteira celebra Festa em honra de Nossa Senhora da Conceição Nos dias 7 e 8 de dezembro a cidade de Quarteira celebra a sua mais importante festividade religiosa – a Festa em honra de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da comunidade piscatória quarteirense e de Portugal.

Quarteira celebra Festa em honra de Nossa Senhora da Conceição 


Nos dias 7 e 8 de dezembro a cidade de Quarteira celebra a sua mais importante festividade religiosa – a Festa em honra de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da comunidade piscatória quarteirense e de Portugal.

de-artifício.

Este evento é uma organização da Paróquia de Quarteira e Junta de Freguesia de Quarteira, com o apoio da Câmara Municipal de Loulé.

A Festa em honra de Nossa Senhora da Conceição é uma tradição com raízes culturais antigas, já que a imagem foi encontrada nas redes pelos pescadores há mais de 200 anos, e que está profundamente integrada na comunidade piscatória e em todos os quarteirenses.

Para além das novenas e de outras celebrações religiosas, destaca-se o desfile das embarcações de pesca engalanadas que acompanham a procissão religiosa, seguido da Bênção do Mar que, desde o ano de 2000, é efetuada no novo Porto de Pesca de Quarteira onde foi erigida uma pequena capela para acolher a Santa.

Reza a curta história desta capela que recebe os pescadores no seu regresso do mar que, no mesmo ano em que foi erigida, protegeu as embarcações de um violento temporal que se abateu na costa do Algarve, apesar dos estragos materiais provocados.

A Festa da Nossa Senhora da Conceição tornou-se, com o passar dos anos, não só uma importante manifestação religiosa mas também uma atração para muitos visitantes nacionais e estrangeiros que marcam presença neste feriado nacional na cidade de Quarteira.













Ademar Dias

A "JUSTIÇA" DESTE PAÍS É UMA CRUZ ! - Escola de Alpiarça reuniu num dia dinheiro para libertar mãe de dois alunos 6 de Dezembro, 2013 O Agrupamento de Escolas José Relvas, em Alpiarça, conseguiu reunir o dinheiro suficiente para libertar a mãe de dois alunos, presa na semana passada por não ter pago custas judiciais relativas a um processo de 2006. A directora do agrupamento, Isabel Coelho, disse à agência Lusa que, alertada na terça-feira para a situação dos dois irmãos, gémeos com 17 anos, e da mãe, pessoa "muito querida na comunidade", a direcção da escola agiu de imediato, conseguindo reunir o dinheiro suficiente para, em menos de 24 horas, conseguir o seu regresso a casa.

Escola de Alpiarça reuniu num dia dinheiro para libertar mãe de dois alunos

6 de Dezembro, 2013
O Agrupamento de Escolas José Relvas, em Alpiarça, conseguiu reunir o dinheiro suficiente para libertar a mãe de dois alunos, presa na semana passada por não ter pago custas judiciais relativas a um processo de 2006.A directora do agrupamento, Isabel Coelho, disse à agência Lusa que, alertada na terça-feira para a situação dos dois irmãos, gémeos com 17 anos, e da mãe, pessoa "muito querida na comunidade", a direcção da escola agiu de imediato, conseguindo reunir o dinheiro suficiente para, em menos de 24 horas, conseguir o seu regresso a casa.
"Na quarta-feira de manhã, estávamos às 11:00 no tribunal para fazer o pagamento de 837 euros e logo nesse dia foi libertada", disse Isabel Coelho à Lusa, frisando o "grande sofrimento" que a situação causou à família.
"Sei que ela passou lá muito mal. Não comeu, desmaiou, esteve internada. Não iria sobreviver", pois é uma pessoa "muito magra, muito frágil, doente", frisou.
No passado dia 28 de Novembro, a mulher foi levada de casa para um estabelecimento prisional para cumprir uma pena subsidiária de 100 dias de prisão, por não ter pagado cerca de 900 euros em custas judiciais de um processo em que foi condenada.
Dando cumprimento a uma decisão do Tribunal Judicial de Almeirim, a GNR foi buscar a mulher à sua residência, em Alpiarça, mas o resto da família não foi informada da diligência e os dois jovens terão tido vergonha de contar que a progenitora tinha sido presa, tendo, até à descoberta da situação pela escola, passado fome, noticiou a Rede Regional.
Isabel Coelho confirmou que foi depois de um telefonema para a escola na terça-feira que a direcção chamou os jovens, tendo verificado que um deles estava a faltar por se encontrar doente.
"Fomos de imediato à residência da família e diligenciámos junto da Fundação José Relvas para que lhes fosse fornecido o jantar e junto do centro de saúde para cuidar do jovem que estava doente", disse.
A escola lançou nesse dia uma campanha junto da comunidade educativa -- alunos, professores, funcionários e pais -, que permitiu reunir o dinheiro necessário à libertação da mulher.
Isabel Coelho disse à Lusa que a comunidade local acabou também por contribuir, tendo sido já angariados perto de 2.000 euros, que vão permitir adquirir alguns bens, como electrodomésticos e roupa de cama, para ajudar a família, que passa por "dificuldades".
Lusa/SOL

veja como ele se ajeita para dar uma volta na lambrêta


CABO VERDE - A COLADEIRA: PEDRO MAGALA / DJALUNGA / RITINHA LOBO

Cesaria Evora - Mae velha (Nando da Cruz)

à espera do final feliz Lagarde deu o mote, outros lhe lamberam as palavras, sempre atentos e veneradores. Dizem eles que a pobreza em Portugal, ou na Grécia, é nada se comparada com a dos países miseráveis de África ou da Ásia.


à espera do final feliz


Lagarde deu o mote, outros lhe lamberam as palavras, sempre atentos e veneradores. Dizem eles que a pobreza em Portugal, ou na Grécia, é nada se comparada com a dos países miseráveis de África ou da Ásia.

Resumindo, é isto: em vez de nivelarmos por cima, fazendo com que esses países saiam da pobreza, empobrecem-se os outros, os "periféricos da Europa", para que, assim, haja mais "equilíbrio" no mundo.

Entrementes, há uns senhores que, nas suas casas de milhões de dólares ou nos seus carros de centenas de milhares de dólares, esfregam as mãos de contentes, as contas bancárias sobem a alturas nunca dantes imaginadas.

O mundo é palco de uma tragicomédia onde todos somos protagonistas. Todos à espera de um final feliz sem, contudo, fazermos um gesto para sermos nós a escrever a História.

Casos do mundo que eu vou romanceando. ELE HÁ NOTÍCIAS DO DIABO E ESTA É UMA DELAS ! UM JORNAL AMERICANO (TINHA QUE SER) NOTICIOU QUE FOI ENCONTRADO NO MÉXICO A CAVEIRA DO DIABO COMO ABAIXO SE DESCREVE E SE PODE VER NUMA DAS FOTOS AQUI PUBLICADAS.

Casos do mundo que eu vou romanceando.

ELE HÁ NOTÍCIAS DO DIABO E ESTA É UMA DELAS !

UM JORNAL AMERICANO (TINHA QUE SER) NOTICIOU QUE FOI ENCONTRADO NO MÉXICO A CAVEIRA DO DIABO COMO ABAIXO SE DESCREVE E SE PODE VER NUMA DAS FOTOS AQUI PUBLICADAS.

MAS A HISTÓRIA PARECE SER BEM OUTRA, SOA POR AÍ QUE O CRÂNIO ENCONTRADO NÃO É DE SATANÁS MAS SIM DUM POBRE CORNUDO DE NOME PABLITO QUE SE SUICIDOU POR NÃO DAR CONTA DOS DESVANEIOS SEXUAIS DA SUA COMPANHEIRA CONHECIDA POR "LA DESVAIRADA" .

TAMBÉM NA FOTO PARA ALÉM DE UMA FOTOGRAFIA EM VIDA DO PABLITO SE MOSTRA UM DOS POSSÍVEIS CULPADOS MORAIS DO SUÍCIDIO DE PABLITO O D.MANOLO QUE SEGUNDO RUMORES SERIA UM DOS AMANTES DA LA DESVAIRADA.

NÃO É DE ADMIRAR QUE A FAMIGERADA MORRESSE DE AMORES POR D.MANOLO E QUE DESSE ORIGEM ESTA NOTÍCIA.

Segundo um jornal dos Estados Unidos, o esqueleto do tinhoso foi encontrado na cidade do Novo México e isso deixou o mundo todo boquiaberto. Uma construtora estava pavimentando uma autoestrada que liga o Novo México ao Texas e de repente encontraram um corpo estranho, as obras foram suspensas e a companhia convocou geólogos e arqueólogos para comparecer ao local e examinar o corpo estranho encontrado.

Após uma análise minuciosa por parte do especialistas, foi possível identificar do que se tratava:

“Eu sou especialista neste tipo de reconhecimento, já andei os 4 cantos do mundo procurando por indícios verdadeiros de quê Satanás possa ter existido. Por isso eu estou aqui hoje todo mundo sabe que eu caço o capeta faz tempo e dessa vez eu nem precisei de muito para identificar de quem se tratava a ossada” contou Dr. Renan De Wytto – um dos arqueólogos que fizeram a perícia.
A descoberta da ossada causou um furor tremendo no Vaticano e em toda a cúpula da Opus Dei em Roma. Muitos estudiosos da bíblia consideram a descoberta do século. O Vaticano enviou uma carta à construtora requisitando a ossada para uma análise mais aprofundada, caso seja constatado que se trata do Diabo vão solicitar a posse do esqueleto junto à ONU.