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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

VEJA AQUI NO DESENVOLTURAS & DESACATOS A MODA JAPONESA - Moda Incomum Japonesa - Parte 1 Os japoneses tem como carateristica principal aliar a tradição milenar com a modernidade. Por isso o Japão é uma grande potencia, mesmo sendo um pais minusculo territorialmete. Também na moda eles estão entre os primeiros. Mas não deixa de ser estranho para nós ocidentais, ver nas ruas o que normalmente são idéias experimentais de desfiles de moda. E os jovens japoneses não deixam por menos, usam e abusam da moda extravagante. Confira a criatividade, que provavelmente voce não vai ver nas ruas de capitais brasileiras, a criatividade de dândis modernos que passeiam pelas ruas de Tóquio.

Moda Incomum Japonesa - Parte 1




Os japoneses tem como carateristica principal aliar a tradição milenar com a modernidade. Por isso o Japão é  grande potencia, mesmo sendo um pais minusculo territorialmete.
Também na  eles estão entre os primeiros. Mas não deixa de ser estranho para nós ocidentais, ver nas ruas o que normalmente são idéias experimentais de  de moda.
E os jovens japoneses não deixam por menos, usam e abusam da moda extravagante.
Confira a criatividade, que provavelmente voce não vai ver nas ruas de capitais brasileiras, a criatividade de dândis modernos que passeiam pelas ruas de Tóquio.




















www.bomblognews.com.br

O QUE É QUE A IGREJA TEM FEITO PARA ACABAR COM OS CASOS DE PEDOFILIA ? MEDIDAS PARA INGLÊS VER, DEMAGOGIA , DE RESTO NADA ! PALAVRAS E REUNIÕES E MAIS NADA - ALGUNS PADRES "SUSPENSOS" E OUTROS REFUGIADOS NOS CORREDORES OBSCUROS DO VATICANO SÃO MEDIDAS QUE NÃO IMPEDEM OS VÍCIOS HÁ SÉCULOS E SÉCULOS ENRRAIZADOS

O que é que a Igreja tem feito para lidar com os casos de abusos sexuais?





A crise dos abusos sexuais na Igreja Católica tornou-se verdadeiramente pública quando, em 2002, o jornal "Boston Globe" lançou uma investigação aos casos de abusos de menores por parte de membros do clero e, também, a cultura de encobrimento desses casos por parte da hierarquia.

Ao longo da década seguinte, o escândalo chegou a outros países ocidentais, sobretudo Reino Unido, Irlanda, Alemanha, Holanda, Austrália e mais recentemente Portugal (com um caso pontual, envolvendo um sacerdote do Fundão). Vários padres foram suspensos pela Igreja, muitos foram presos pelas autoridades civis e, nos Estados Unidos, até um bispo foi condenado não por abusar, mas por ter encoberto casos que se passaram na sua diocese.


A resposta do Vaticano tardou, em parte dificultada pela dimensão global e descentralizada da instituição, mas chegou. Ao longo dos últimos anos, Roma tomou medidas mais concretas e, no plano do simbólico, foram muito importantes os pedidos oficiais de desculpas por parte de João Paulo II e Bento XVI, que inclusive se encontraram pessoalmente com vítimas de abusos em muitas das viagens que realizaram durante os seus pontificados.


Logo em 2003, o Papa João Paulo II afirmou que "não há espaço no sacerdócio ou na vida religiosa para aqueles que fariam mal aos mais novos". No mesmo ano, o Vaticano organizou uma conferência sobre o assunto: na altura, um painel de oito especialistas, incluindo não-católicos, mostrou-se contra a política de "tolerância zero" que tinha sido adoptada pelos Estados Unidos, reflectindo o medo de, numa tentativa de se fazer justiça, poderem surgir casos de padres falsamente acusados, por exemplo.


Em 2011, o Vaticano decidiu ainda responder à comissão das Nações Unidas para os direitos da criança, enviando um relatório sobre a prestação da Santa Sé neste campo - o relatório tinha sido pedido 14 anos antes. Em Julho de 2012, as Nações Unidas enviaram uma novo questionário para Roma, estabelecendo como prazo para resposta 1 de Novembro de 2013. Questionado pela Renascença, o padre Federico Lombardi, director da Sala de Imprensa da Santa Sé, revelou que o prazo era indicativo e não rígido.


No início de Dezembro, a Santa Sé enviou as respostas para a ONU, mas recusou dar quaisquer detalhes sobre casos particulares, reservando-se o direito à confidencialidade por respeito às partes envolvidas, incluindo as vítimas. O Vaticano disse que apenas cederia esta informação a pedido de Estados e para para colaboração com casos judiciais.


Critérios mais apertados

A Santa Sé recordou que ao longo dos últimos anos apertou os critérios de admissão aos seminários, actualizado o direito canónico para lidar com estas situações. O Vaticano ordenou todas as conferências episcopais a elaborar directrizes para seguir em caso de denúncias ou suspeitas de abusos por parte de ministros da Igreja ou em instituições católicas. 

Entre as recomendações inclui-se o contacto imediato e a colaboração estreita com as autoridades civis, pelo menos nos países em que tal é possível. Os bispos portugueses aprovaram as directrizes em Abril de 2012.

Antes, em Fevereiro de 2012, realizou-se novo simpósio internacional no Vaticano sobre protecção de crianças, que concluiu pela criação de um Centro de Protecção de Crianças.


Em países como Reino Unido e Estados Unidos, onde a questão foi devastadora para a credibilidade e até para as finanças da Igreja, as alterações e novas políticas implementadas fizeram diminuir radicalmente o número de novos casos. A opinião generalizada é que as instituições católicas nestes países são actualmente dos lugares mais seguros para crianças. Mesmo no início da crise, a esmagadora maioria dos casos dizia respeito a abusos cometidos há décadas, com muito menos nos anos mais recentes. 

PCP diz que Governo vai "mais longe" que ditadura fascista com privatização dos CTT O PCP acusou hoje o Governo de ir mais longe que a ditadura fascista no que à privatização dos CTT diz respeito, com os sociais-democratas a assinalarem que os CTT vão ser vendidos com uma valorização de 100% do seu capital. "No que diz respeito aos CTT e ao serviço público postal, este Governo atreve-se a ir mais longe do que foi a própria ditadura fascista. Pela primeira vez em cinco séculos de história, os correios são entregues aos interesses privados dos grupos económicos", acusou o deputado comunista Bruno Dias em intervenção no parlamento.

PCP diz que Governo vai "mais longe" que ditadura fascista com privatização dos CTT


O PCP acusou hoje o Governo de ir mais longe que a ditadura fascista no que à privatização dos CTT diz respeito, com os sociais-democratas a assinalarem que os CTT vão ser vendidos com uma valorização de 100% do seu capital.
"No que diz respeito aos CTT e ao serviço público postal, este Governo atreve-se a ir mais longe do que foi a própria ditadura fascista. Pela primeira vez em cinco séculos de história, os correios são entregues aos interesses privados dos grupos económicos", acusou o deputado comunista Bruno Dias em intervenção no parlamento.
O parlamentar criticou na sua intervenção o "obsceno espetáculo de enriquecimento de alguns à custa do empobrecimento de quase todos", num "processo verdadeiramente escandaloso de submissão total do interesse público, em que tudo vale para favorecer este vergonhoso negócio".
Na resposta, o deputado do PSD Luís Menezes, reconhecendo o "mar ideológico" que separa as posições dos sociais-democratas e dos comunistas, disse que o Estado receberá com esta venda "quase aquilo que receberia por 12 anos de dividendos futuros", ficando ainda com 30% do capital dos CTT.
O parlamentar "laranja", que registou a coerência do PCP sobre esta matéria, acusou o PS de "falta de vergonha" porque em todos os Programas de Estabilidade e Crescimento (PEC) dos socialistas estava inscrita "preto no branco a privatização dos CTT".
A venda das ações dos CTT - Correios de Portugal permitiu um encaixe de 579 milhões de euros, disse hoje o presidente executivo da empresa, Francisco Lacerda.

***«»***
Nesta notícia, sobre a privatização dos CTT, valioso património material e imaterial do país, ao serviço do bem público, assinalam-se bem as clivagens políticas e ideológicas existentes entre os três maiores partidos, e que traduzem as próprias clivagens da sociedade portuguesa.
Enquanto o PCP se opõe com determinação à privatização, pela simples razão de que a gestão privada de um bem público, ficando sujeita à lei do lucro, acaba por prejudicar o sentido social da prestação de serviços desse mesmo bem, e que, no caso vertente, se traduz no encerramento de centenas de postos de atendimento integrais nas zonas do território nacional, com menor densidade demográfica, prejudicando assim as populações mais isoladas, normalmente de escassos rendimentos, o PSD, pelo contrário, remete a sua parca argumentação para a narrativa da contabilidade de mercearia, vangloriando-se de que, com o encaixe da privatização, o Estado arrecadou, de uma assentada, doze anos de dividendos futuros. Esqueceu-se o deputado falante de que esse encaixe é irrepetível e que Portugal não acaba daqui por doze anos, sendo o ónus, nesta perspetiva financeira, atirado, mais uma vez, para as gerações futuras.
Já o Partido Socialista tem o que merece, e aí, o deputado laranja até tem razão, já que o Partido Socialista, que perdeu as suas matrizes ideológicas fundadoras, é sempre aquele partido que é e não é, que diz e não diz, que faz e não faz, debatendo-se eternamente com o seushakespeariano conflito íntimo, do Ser ou não Ser, o que está a tolher-lhe a capacidade de iniciativa para se assumir como um verdadeiro partido de oposição.
AC
alpendredalua.blogspot.pt

Lembranças do Bacalhau Em 1996, discorrendo àcerca do bacalhau, o ilustre dr. Eduardo Mayone Dias anotou que por muito tempo o bacalhau foi chamado em Portugal o fiel amigo. O bacalhau era, de facto, “um amigo fiel p’rós tempos mais apertados, quando a bolsa não permitia deitar carne na panela. Cozido com batatas e grelos era uma refeição substancial e não muito cara. Hoje em dia, o bacalhau anda pelo preço do bife. Se existe algum alimento nacional português, o bacalhau deve ocupar esse lugar”.

Lembranças do Bacalhau

Em 1996, discorrendo àcerca do bacalhau, o ilustre dr. Eduardo Mayone Diasanotou que por muito tempo o bacalhau foi chamado em Portugal o fiel amigo. Obacalhau era, de facto, “um amigo fiel p’rós tempos mais apertados, quando a
bolsa não permitia deitar carne na panela. Cozido com batatase grelos era umarefeição substancial e não muito cara. Hoje em dia, o bacalhau anda pelo preçodo bife. Se existe algum alimento nacional português, o bacalhau deve ocupar esse lugar”.
No entanto, como acentuou Mayone Dias, “o bacalhau é um peixe estrangeiro,jamais visto nas águas pátrias. Desde os fins do século 15 que os portuguesesvão pescar o bacalhau à Terra Nova. Ainda há 40 ou 50 anos eram barcos à vela
(lugres), que iam em sua busca. Dos lugres arriavam-se pequenos botes (dories),onde um pescador solitário passava horas, por vezes no meio de denso nevoeiro,lançando no mar as suas linhas dotadas de numerosos anzóis.
Depois, a bordo do lugre, o pescado era limpo e salgado. Mais tarde em terra, secava-se ao sol. Quando chega à cozinha dos portugueses, o bacalhau é mais
um peixe espalmado, coberto de sal fino e duro como uma tábua. Só depois de ter passado uma noite de molho é que se pode cozinhar.
Dizem que há cem maneiras de cozinhar bacalhau, mas como de vez em quando um restaurante lança ainda mais uma fórmula, pode ser que haja ainda mais. O bacalhau cozido “com todos” e os plebêussimos pastéis de bacalhau continuam,
contudo, a defender os seus lugares como as mais castiças de todas as modalidades”.
No seu precioso livro Cooking with a Portuguese flavor, o casal August e Elizabeth Vaz (Castro Valley, CA) presenteia-nos com a seguinte transcrição: “Não restam dúvidas ter sido um navegador português quem primeiro descobriu a Terra
Nova (Newfoundland), muito antes de John Cabot. João Vaz Costa Corte Real, por ordens de D. Afonso V (1438-1481), avistou em 1463 a Terra dos Bacalhaus,
posteriormente denominada Newfoundland, onde certamente os portugueses já pescavam e se tinham estabelecido nos fins do século 15. A faina da pesca aobacalhau progrediu com a presença de entre duas e três centenas de embarcações
vindas, quase unicamente, dos portos de Viana e Aveiro”. (Dionysius Lardner, The History of Maritime & Inland Discovery, Vol. II, London 1830).
Segundo as informações fornecidas pela Encyclopedia Britannica, não podemos precisar com exactidão a data da descoberta da Terra Nova, mas tão somente
sugerir que os pesqueiros locais eram já conhecidos antes da viagem de John Cabot em 1497, de naturalidade italiana (Giovanni Caboto, 1450-1498). Juntamente com
a família, Cabot transferiu-se p’ra Londres em 1484, tendo iniciado as suas explorações anos depois, partindo do porto inglês de Bristol. Esteve em Lisboa
em 1498, encontrando-se com João Fernandes, chamado O Lavrador, que anteriormente havia percorrido a Islândia e Gronelândia. À memória do explorador
português, Cabot deu o nome de Labrador’s Land à costa leste da Gronelândia.
Aparentemente, o termo Newfoundland identificou-se como expressão moderna do genérico “new-found-land” (terra nova descoberta), que Cabot usou no seu mapa
em 1496. A Encylopedia Britannica registou igualmente o testemunho do explorador português Gaspar Corte Real em 1501 àcerca da riqueza dessas águas a
fervilhar com bacalhau.
Maguelonne Toussaint-Samat (History of Food) claramente aponta o bacalhau na categoria de prato nacional português, e que foram os Bascos (Espanha) os
primeiros pescadores na descoberta e apanha do bacalhau na Terra Nova. Visto que o bacalhau é essencialmente voraz, ele atira-se a todas e quaisquer linhas,
facilitando os pescadores no uso de múltiplas linhas em cada barco. Encontrei semelhantes referências, e muitas outras curiosidades, no livro de Mark Kurlansky
ao título Cod, a biography of the fish that changed the world (Bacalhau, uma biografia do peixe que transformou o mundo). Porém, por carência de espaço, deixo tudo isso em “águas de bacalhau” de parceria com aqueloutras expressões:
“Seco como um bacalhau; Estender o bacalhau, ou seja, cumprimentar alguém com a mão; e finalmente, P’ra quem é, bacalhau basta”.
Seguidamente, estes provérbios que consegui “pescar” àcerca do peixe: É p’la cabeça que o peixe começa a cheirar mal. O peixe é apanhado pela boca e o homem pelas suas palavras. O peixe pode nadar três vezes: na água, no molho e no
vinho. Nem tudo o que vem na rede é peixe. Melhor um peixe pequeno do que um prato vazio. Ao fim de três dias, peixes e hóspedes começam a enjoar. Quem dorme não apanha peixe. Se não podes apanhar peixe, apanha camarão. O peixe não vai atrás do anzol mas de isca. Pela boca morre o peixe. Filho de peixe sabe
nadar.

 www.portuguesetimes.com

A SEGUIR FOTOS DE PORTUGUESES NA PESCA DO BACALHAU
http://allburrica.blogspot.pt 
portugal marítimo









FOTOS COM HISTÓRIA


fotos_historia_04

Iceberg com tinta preta que provavelmente derrubou o Titanic





fotos_historia_01

Construção da represa Hoover




fotos_historia_02

Homem descobre que a vítima era sua esposa




fotos_historia_03

Soldado em estado de choque – Primeira Guerra Mundial




fotos_historia_05

Sobreviventes do Titanic




fotos_historia_06

Zeppelin sobre o Capitólio, nos Estados Unidos




fotos_historia_07

Contrabandistas durante a Lei Seca




fotos_historia_08

Charles Chaplin e Gandhi




fotos_historia_09

Hitler em revista às tropas




fotos_historia_10

Foto de Pearl Harbor colorizada




fotos_historia_11

Arnold Schwarzenegger em 1970




fotos_historia_12

Dois amigos de infância se encontram inesperadamente em lados opostos em uma manifestação, em 1972




fotos_historia_13

Abertura da Disney, em 1955




fotos_historia_14

Soldados soviéticos observam uma grande pilha de cinzas humanas encontrada no campo de concentração de Majdanek, em 1944




fotos_historia_15

Garrincha mostrando por que era conhecido como “anjo das pernas tortas”


obutecodanet.ig.com.br

Idéia simples,mas genial ! Esse "fogão" foi feito na Finlândia e levou apenas 10 minutos para ser construído.Claro, que é preciso de uma serra elétrica.


Idéia simples,mas genial !

Esse "fogão" foi feito na Finlândia e levou apenas 10 minutos para ser construído.Claro, que é preciso de uma serra elétrica.












www.lunetamagica.info