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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A TORRE EIFFEL EM 4 MIL PIXELS

postsabeiramar.blogspot.pt

CORREIA DE CAMPOS E A VIRAGEM DO PS À ESQUERDA -. Correia de Campos, ministro da saúde de Sócrates, encarregou-se hoje de pôr água na fervura nos entusiasmos coligacionistas que nascem a cada esquina. A urgência de uma união de esquerda é real, mas não se pode adoptar uma qualquer solução a qualquer preço, em particular quando vastos sectores do PS preferem continuar a governar à direita, ainda que apelidem tal governação de políticas mais “amigas dos cidadãos”, como é hoje demonstrado em artigo de opinião no “Público” assinado pelo antigo governante.

ALTERNATIVAS E GOVERNOS AMIGOS

Correia de Campos, ministro da saúde de Sócrates, encarregou-se hoje de pôr água na fervura nos entusiasmos coligacionistas que nascem a cada esquina. A urgência de uma união de esquerda é real, mas não se pode adoptar uma qualquer solução a qualquer preço, em particular quando vastos sectores do PS preferem continuar a governar à direita, ainda que apelidem tal governação de políticas mais “amigas dos cidadãos”, como é hoje demonstrado em artigo de opinião no “Público” assinado pelo antigo governante.
Toda a prosa é clara na rejeição da procura de entendimentos à esquerda, o que implicaria, obviamente, a procura de plataformas políticas comuns em questões centrais, como a renegociação da dívida, o memorando de entendimento, a repartição da carga fiscal, o papel e responsabilidades do sistema bancário, a configuração que desejamos para o estado social e muitas outras matérias basilares para um entendimento entre forças de esquerda.
Correia de Campos, a quem não se nega clareza na exposição de razões e ideias, é cristalino como água da mais pura nascente quando recusa entendimentos à esquerda, em nome da centralidade política do PS, centralidade que, porém, não o inibe de defender acordos à direita.
Basta ler este pedaço de prosa extraído do artigo de hoje no “Público” para se entender bem o que se está já a preparar por aquelas bandas, que mais não é do que a redistribuição de cargos e prebendas entre os mesmos de sempre, para que tudo fique na mesma. Nem sequer me atrevo a utilizar a velha máxima das moscas que mudam, continuando a ser tudo o mesmo. Mas leiam o que diz o antigo ministro, que vale a pena:
“Seja em 2015, seja em 2014 teremos um governo para cuja chefia se alinha uma força maioritária, o PS. Os cépticos da direita dirão que será igual ao actual, com pequenas mudanças de orientação. Não é verdade. Mesmo sem sermos utópicos, será possível criar um governo melhor. Mais amigo dos cidadãos, que não lhes faça promessas incumpríveis, nem lhes minta, como se viu nos estaleiros de Viana e nos swaps. Que não se arrime a uma agenda ideológica de méritos ignorados mas destrutivos, para fazer ruir o muito que uniu os portugueses depois da conquista das liberdades, na Saúde, na Educação, na investigação e inovação, na modernização da agricultura, das infraestruturas e da formação profissional, na atracção do investimento e no apoio à cultura e à preservação do património e da natureza. Que crie empregos e valor, apoie as exportações e promova o crescimento nos sectores que demonstram inovação, combatividade e sustentabilidade. De coligação, certamente, mas com gente diferente desta que governa agora. Uma derrota da direita fará cair esta combinação actual feita de ligeireza, teimosia ideológica, incompetência e descoordenação. Verdadeiros sociais-democratas e democratas cristãos surgirão.”
Este parágrafo é a resposta que o articulista dá à questão com que abre o texto, quando pergunta se “deve o PS virar à esquerda?”. A opinião de Correia de Campos não deixa margem para dúvidas, até porque não de pode negar ao ex-governante o mérito de ser habitualmente bastante claro no que escreve. Porém, deveria o autor ter em consideração que parte de premissas erradas. A primeira é a de que a continuação das anteriores políticas, mas com mais “amizade” (resta saber o que é isso…) para os cidadãos, permita resolver alguma coisa essencial dos problemas em que estamos atolados, gerados maioritariamente por Governos de que o próprio fez parte. A segunda é pressupor que existam, no PSD e no CDS, “verdadeiros sociais-democratas e democratas cristãos” dispostos a aceitar uma agenda do PS mais “moderada”, mas com as mesmas finalidades de direita, ainda que apelidada de “mais amiga dos cidadãos”, um conceito político acabado de inventar e de que desconfio de que ainda iremos ouvir falar muito…
Finalmente, Correia de Campos erra na análise quando ignora que é à esquerda do PS que deve ser procurada a solução, com a definição de plataformas de entendimento que rompam com o fanatismo ideológico neoliberal que tomou conta este governo e que, pelos vistos, contamina muitos responsáveis do PS.
As indicações dadas por Correia de Campos reforçam a ideia de que será muito difícil ao PCP encontrar entendimentos com este PS, mais interessado na continuação das atuais políticas, ainda que embrulhadas de forma mais “amigável”. Reforçam, também, a necessidade de o PCP continuar a reforçar a sua influência política e social, ainda que existam à esquerda parceiros com quem pode ser viável estabelecer entendimentos que convirjam numa grande força de esquerda com capacidade de influenciar decisivamente o rumo dos acontecimentos. Esse espaço existe e pode ser ocupado.
Outra conclusão que se pode retirar da argumentação de Correia de Campos é a de que votar no PS será o mesmo do que dar o aval para o prosseguimento das atuais políticas, mas com protagonistas mais “amigáveis”.
Significa isto que, para derrotar a direita e a agenda neoliberal também partilhada por estes sectores do PS só há um caminho: continuar a reforçar o PCP. Não vejo outras “Alternativas”*.
*Titulo do artigo de Correia de Campos publicado hoje no “Público”


pracadobocage.wordpress.com

JORNADAS PARLAMENTARES DO PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS A DECORRER EM FARO - "Há soluções para os problemas do país e nós estamos aqui para as afirmar"

"Há soluções para os problemas do país e nós estamos aqui para as afirmar"







Senhoras e Senhores jornalistas,
Camaradas e Amigos,
Realizamos estas nossas Jornadas Parlamentares escassos dias após a aprovação do Orçamento de Estado para 2014 pela maioria que suporta o atual governo do PSD/CDS.
Um Orçamento que pelas opções que faz e as medidas que comporta, muito justamente caracterizamos como sendo mais um Orçamento de exploração, empobrecimento e ruína nacional que vem agravar a política de extorsão e confisco dos rendimentos do trabalho e das populações dos orçamentos de 2012 e 2013.
Um Orçamento que segue a via de roubo dos salários, das reformas e pensões, da destruição do sistema de proteção social, do ataque aos serviços públicos essenciais às populações, despedimentos e da destruição do país.
Um Orçamento que na sua concretização trará mais desigualdades e injustiças, mais dramas, privações e sofrimentos para os portugueses e pelo volume dos cortes envolvidos acrescentará mais crise à crise, que manterá e prolongará a recessão económica com a penalização do rendimentos das famílias, a redução do consumo e a quebra do investimento público, seguindo o rumo de destruição de micro, pequenas e médias empresas.
Um Orçamento que é uma completa farsa da igualdade na distribuição dos sacrifícios, promovida por um governo que está há tempo de mais à frente dos destinos do país. Que impõe brutais sacrifícios aos trabalhadores e ao povo e tudo garante aos responsáveis pela crise no país – o grande capital económico e financeiro: menos impostos, chorudos lucros do negócio da compra de dívida pública, ampliados com nova baixa taxa de referência no BCE, como o admite agora o próprio responsável do Banco de Portugal. Benefícios fiscais, rendosos contratos swap de milhões, leoninas PPP e novas privatizações.
Um Orçamento que não é apenas injusto e desastroso, mas que tal como os anteriores Orçamentos apresentados por este governo, afronta a Constituição. Que insiste e segue o tortuoso e inaceitável caminho da subversão, entre outros, dos princípios da igualdade e da proteção da confiança ao insistir no corte de salários e pensões.
Um Orçamento que confronta o Presidente da República com as suas responsabilidades e o seu compromisso de defesa da Constituição da República. Um Orçamento que em coerência com tal compromisso devia ter como única solução o veto puro simples e a sua devolução à Assembleia da República para o conformar com a Lei fundamental e os verdadeiros interesses dos portugueses e do país.
Um veto para dar resposta também ao clamor do protesto e indignação dos trabalhadores e do povo que percorre o país e que claramente rejeitam este Orçamento e exigem ser tratados com justiça e consideradas as suas vidas e o seu futuro.
Uma exigência que ganha um ainda maior relevo quando se acaba de anunciar, num dos anos de maior recessão e crise, que não só as 25 maiores fortunas do país se viram aumentadas em 16%, como o número milionários cresceu mais de 10%. Ou seja o país afunda-se, a grande maioria dos portugueses vêm descer dramaticamente as suas condições de vida e os grandes senhores do dinheiro vão de “vento em pompa”, a confirmar que a crise não é para todos e a chamada política de austeridade é aquilo que realmente é: uma política de espoliação do povo e de concentração de riqueza.
Protesto e indignação que crescem também aqui no Algarve, como aconteceu no dia de luta pela rejeição do Orçamento promovido pela CGTP em mais de uma dezena de localidades. Luta que saudamos e aproveitamos para reafirmar a solidariedade ativa do Partido Comunista Português.
Lutas que não são apenas uma demonstração de repúdio dos trabalhadores e das populações em relação a este Orçamento e à política que o suporta, mas uma afirmação de vontade do seu prosseguimento e intensificação em relação a um processo que não ficou concluído no passado dia 26 e que independente da sua evolução no plano institucional, estará e continuará confrontado com a firme oposição, resistência e luta dos trabalhadores e das populações.
Dizem os principais responsáveis do governo que “o pior já passou”, mas é uma falácia! A mesma falácia com que anunciavam que as medidas de austeridade eram temporárias, para um curto espaço de tempo. Mal o tinham afirmado e ainda não estavam aprovadas as medidas brutais que acabaram de ser votadas no Orçamento que tudo vai piorar e já aí estavam em ação concertada o FMI e a Comissão Europeia a exigir novas medidas extras de cortes na vida das pessoas de mais 3,4 mil milhões de euros, para 2015.
Falam de “milagre económico e de crescimento”, mas o seu milagre não se reflete no melhoramento da vida das pessoas, antes pelo contrário, agravam-na.
Isso está bem patente na situação económica e social do Algarve. Uma situação que é bem do reflexo de uma política de desastre social e nacional que tem vindo a ser seguida por anteriores governos que colocaram a região na dependência, apesar da sua importância, de um único sector – o turismo. Uma política de desastre que conduziu à contínua liquidação da capacidade produtiva desta região, seja a indústria, a agricultura, as pescas e que agora o atual governo amplia com o seu enfoque no modelo assente nas exportações, desvalorizando e desprotegendo o mercado interno, afundando o que resta.
Um modelo que se quer impor à custa do retroceder do país, regressando e consolidando o modelo económico de salários de miséria, baixo valor acrescentado e emigração!
Um modelo ao serviço do lucro de alguns e não ao serviço do país e que se vê bem aqui nesta região. Alardeiam que este foi o melhor ano de sempre do Turismo para mostrar as virtualidades do seu modelo, mas esqueceram-se de dizer que esse melhor ano não teve qualquer reflexo no emprego e muito menos na elevação das condições de trabalho e de vida das populações desta região.
Omitem que o Algarve continua a ser a região mais penalizada de com o drama do desemprego. Que a sua massiva dimensão, juntamente com as políticas de ataque e desvalorização dos salários, aumento dos bens e serviços essenciais está a conduzir a uma situação de empobrecimento de largas massas da população e a fazer alastrar a pobreza e o drama a milhares de famílias.
Omitem que o Algarve continua a bater os recordes do aumento da precariedade das relações de trabalho e que hoje é apelidada, pela particular situação que aqui se vive, de capital do trabalho precário, da sazonalidade.
Podem dizer que estão a crescer, mas continuando a destruir a vida da maioria das pessoas, porque a sua opção é a do crescimento sem desenvolvimento, sem criar emprego, sem direitos, com salários baixos e de miséria. O crescimento que serve apenas alguns, acentuando as desigualdades e as injustiças!
Não é a aumentar a exploração de quem trabalha que se resolvem os problemas do país. É produzindo mais e distribuir melhor e com mais justiça, melhorando a vida dos portugueses.
Portugal tem muitos recursos e potencialidades para promover o seu desenvolvimento e esta Região não está condenada ao afunilamento do seu desenvolvimento para um único sector que por mais importante que seja e é, só por si é incapaz de garantir condições de vida digna às populações desta região, resguardar ou salvaguardar mais as populações face às crises e assegurar de forma sustentada o seu futuro.
O desenvolvimento da agricultura e da agro-indústria, mas igualmente as atividades ligadas ao mar têm um importante papel a desempenhar para o progresso desta região, com a criação de riqueza e de emprego.
Tal como o têm o aproveitamento dos nossos recursos, tão importante para promover o desenvolvimento industrial. No quadro do aproveitamento e valorização dos recursos naturais, a região do Algarve encerra também potencialidades que urge tirar partido, designadamente no domínio da atividade extrativa, como noutros momentos o temos afirmado e explicitado.
Como já foi afirmado, estamos aqui no Algarve, porque não nos resignamos perante os inquietantes processos de abandono das populações à sua sorte, vítimas de uma política que todos os dias torna mais degradada a situação social.
Como publicamente o Grupo Parlamentar anunciou este é um dos motivos da realização aqui das nossas Jornadas Parlamentares e que a situação existente justifica plenamente, o outro, é a preocupante situação que está a conduzir a ofensiva contra os serviços públicos que está em curso e conheceu, nestes últimos tempos após as eleições autárquicas, um novo impulso com a extinção de repartição de finanças, serviços de saúde, da segurança social em cima de outros que paulatinamente se têm vindo a ser concretizados. Mantem toda a atualidade a exigência de revogação do pagamento de portagens na A 22.
Uma ofensiva que tem o claro objetivo de subverter a natureza do Estado saído da Revolução do 25 Abril e alienar os direitos políticos, económicos, sociais e culturais que esse Estado tem por obrigação constitucional garantir ao povo português.
Em contraponto com esse modelo constitucionalmente consagrado que estabelece políticas sociais universais nos mais diversos domínios, na saúde, educação, segurança social e a prestação de outros serviços públicos essenciais a todos os cidadãos, o que temos assistido é à concretização uma política que visa reconfigurar a estrutura e o papel do Estado, moldando-o aos interesses do grande capital monopolista.
Uma política que mercantiliza de forma crescente os direitos sociais e os serviços públicos, numa dimensão cada vez mais preocupante e com mais graves e crescentes reflexos negativos no plano social e do desenvolvimento do país.
Uma situação que se agravará se forem concretizadas as medidas de corte brutais previstas no Orçamento para 2014, nomeadamente nos sectores vitais da saúde e da educação.
Na saúde o corte de 300 milhões no Orçamento do Estado, não só põe em causa o SNS, mas o próprio acesso à saúde tal como está consagrado constitucionalmente. Ao contrário do que tem sido afirmado pelo Governo, não só este acesso tem sido posto em causa, como a qualidade das respostas do SNS têm vindo a degradar-se, situação que só não atinge dimensões ainda mais preocupantes porque os seus profissionais, de uma forma geral, são inexcedíveis no esforço que fazem para ultrapassar dificuldades, apesar da desvalorização social, profissional e material, a que têm sido sujeitos.
A falta de profissionais nos serviços, as reestruturações hospitalares em curso realizadas apenas com preocupações economicistas, o encerramento de serviços e a transferência de valências como está acontecer aqui no Algarve, a falta de meios técnicos, o aumento dos custos com a saúde para as famílias, os mais de 1 milhão de portugueses não terem médico de família, são apenas algumas dos muitos obstáculos que as famílias portuguesas estão a sentir no acesso aos cuidados de saúde, o que levará de forma inequívoca, à degradação de alguns dos principais indicadores em saúde.
Na educação, através de puzzle estratégico, desenhado pelos grandes interesses económicos que pretendem disputar os lucros e o potencial económico da educação, quer através da Escola Privada, quer através da manipulação e instrumentalização da Escola Pública.
Um Orçamento sustentado em duas opções ideológicas fundamentais para o grande capital em Portugal: reduzir a Escola Pública a um Instituto de formação profissional de banda estreita sem qualidade e por isso aprofunda a escola dual e o ensino vocacional, aproximando-se do período anterior ao 25 de Abril de 74, em que a divisão entre escolas técnicas e liceus constituía, de facto, uma divisão social e, através do novo Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo, cujo decreto-lei, utilizando a falácia da liberdade de escolha e retirando quaisquer limites à criação de escolas do ensino particular e cooperativo, constitui um passo de gigante na destruição da Escola Pública, através de um processo de transferência de avultadas verbas para os colégios privados, quer através dos contratos de associação, quer através do “cheque ensino”.
Orçamento do Estado que consagra ainda cortes de 30 milhões de euros e 12 milhões de euros, para o ensino Universitário e Politécnico, respetivamente, o que levará ao despedimento de professores, redução do número de centros investigação, à desvalorização do Ensino Politécnico e que está a servir de pretexto para a chamada reorganização da rede de Instituições de Ensino Superior.
Peça significativa na estratégia do Governo, particularmente no objetivo de continuar a atirar para o desemprego mais uns milhares de professores, é a introdução da vergonhosa prova de avaliação de conhecimentos e capacidades, prova contra a qual o PCP já se manifestou contra.
O que o país precisa não é de extinguir e destruir serviços, de centralizar recursos e poder de decisões e transformar direitos em negócio privado, mas de concretizar uma Administração Pública democrática e eficiente capaz de prestar serviços de qualidade e garantir o acesso universal aos mais diversos serviços públicos.
Uma Administração Pública desburocratizada, desconcentrada e regionalizada, com intervenção próxima das populações e que tenha por objetivo central a elevação da qualidade de vida dos portugueses e o desenvolvimento do país.
Como a convicção de que a sua política de direita e do pacto de agressão, é injusta e desastrosa para o país, resta ao Governo um último argumento: o de que não há alternativa. Há alternativa e temo-la apresentado.
Há soluções para os problemas e uma alternativa capaz de assegurar o desenvolvimento harmonioso do país, garantindo condições e modos de vida dignos para as suas populações.
Não uma qualquer alternativa, mas uma alternativa, patriótica e de esquerda, capaz de combater as verdadeiras causas da grave situação do país a que conduziu a política de direita.
Uma verdadeira alternativa para romper com a crescente submissão e subordinação externas.
Uma política que se propõe pôr Portugal a produzir, valorizar as condições de vida dos trabalhadores e do povo, defender e desenvolver os serviços públicos e afirmar a soberania nacional.
É com essa perspetiva que aí estamos e aqui iniciamos as nossas Jornadas Parlamentares em contacto com as populações, visando aprofundar e afirmar propostas e os caminhos alternativos à política de direita de desastre e destruição nacional!
Boas Jornadas e bom trabalho!

Tulipas, sim, Tulipas, e de todas as cores e tipos. Fotos de estúdio, fotos ao ar livre, fotos de grandes jardins e plantações. Um espetáculo multicolorido



























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AS INCRÍVEIS "ÁRVORES DO VENTO" NA NOVA ZELÂNDIA Na região de Slope Point, Nova Zelândia, o vento é tão violento e persistente, que as árvores acabaram se adaptando. Ao longo dos anos elas foram se torcendo e dobrando em direção ao que o vento sopra. O resultado é algo bonito.












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Mostrem-nos o ouro! Queremos ver o nosso ouro. Existem 382,5 toneladas de ouro, nos cofres do Banco de Portugal?!...Diz-se!..A propósito de coisas terrenas: onde está o ouro? No Banco de Portugal? A sério...? Alguém o viu?... Quem é que o audita? De quanto em quanto tempo? Mostrem-nos o ouro! Queremos ver o nosso ouro.

Mostrem-nos o ouro! Queremos ver o nosso ouro.




Existem 382,5 toneladas de ouro, nos cofres do Banco de Portugal?!...Diz-se!..A propósito de coisas terrenas: onde está o ouro? No Banco de Portugal? A sério...? Alguém o viu?... Quem é que o audita? De quanto em quanto tempo? Mostrem-nos o ouro! Queremos ver o nosso ouro.
É que no princípio da semana(Outubro de 2012) apareceram em Xangai umas barras de ouro cheias de tungsténio. E como andam a preparar a golpada para acabar com os petro-dólares e passarem a pagar o petróleo com ouro, acho que está na hora de verificar o estado das nossas reservas de ouro.
o Banco de Portugal (adiante, BdP) não é de Portugal. O BdP não é um banco nacional. O BdP é uma entidade obscura, com governo próprio, que não se submete ao regime da Administração Pública do Estado. O BdP obedece ao BIS: 'Bank of International Settlements' [Banco Internacional de Transferências e Pagamentos], sediado em Basileia - obviamente, no país campeão do segredo bancário, a Suíça.
Ora, as reservas de ouro de Portugal (uma das maiores do mundo) são património do Estado da República Portugesa que estão à guarda do BdP, pelo que não parece bastante que o BdP envie regularmente relatórios à AR. O BdP deve produzir também a prova material da curadoria do nosso ouro.
Tanto quanto sei, o BIS, por via dos "Acordos de Washington" estabelece que as reservas de ouro dos países que lhe estão associados sejam auditadas de três em três anos. Acontece que, há duas semanas, o 'Bundesbank' (o BdP da Alemanha) reconheceu publicamente que não sabe do ouro alemão que tem estado à guarda de Washington. E mais, o 'Bundesbank' admitiu que o ouro alemão não é auditado há mais de três anos.Parece que o ouro da Alemanha se evaporou lá por terras do 'Tio Sam'... E o nosso ouro? Que é dele? Alguém o viu, ultimamente?Estará hipotecado?..Ou terá desaparecido em terras do "tio sam",também?....Na FED?!
Podermos verificar a existência material do ouro de Portugal é da maior importância, por duas razões:Primeiro, porque tem havido uma corrida ao ouro nos mercados, não só por ser um valor de refúgio, pois representa-se a si próprio, mas porque é sabido que a próxima golpada da plutocracia e cleptocracia globalista é "acabar" com o dólar e passar a pagar o petróleo com ouro. Note-se as movimentações dos emergentes BRICS(Brazil,Russia,India,China,Africa do Sul, para criar o seu próprio banco central e a sua própria moeda para as suas transaccões comerciais.
Depois, porque há viver e morrer. Hoje estamos nesta trágica situação de hemorragia financeira que gangrena a economia nacional, amanhã não sabemos se viremos a ter de recorrr às nossas reservas de ouro para financiar a nossa economia a sério , e não com este dramático casino do crédito financeiro que só serve para alimentar a banca zombie (morta-viva)ligada à maquina,à especulação imobiliária e financeira que só dá mau nome à banca sólida e leal - aquela que financia o fomento da economia.
Por conseguinte, a Assembleia da República que ordene ao Banco de Portugal a organização da mostra do ouro que tem à sua guarda, aos portugueses.
Tudo o que há a fazer é convocar a imprensa, juntamente com auditores independentes para uma data a determinar intempestivamente pela AR. Não deve ser o BdP a definir a data.
Sempre seriam umas horas de 'directos' para as TVs - sempre tão afoitas a inventá-los por dá cá aquela palha - e um regalo para os olhos de quem gosta de coisas reluzentes.
Seria ainda uma excelente oportunidade para, a cada três anos, a imprensa trazer à discussão pública o valor do ouro e do dinheiro, que ao contrário do ouro que se representa a si próprio, é um mero instrumento de troca com valor fiduciário... assente no ouro, como deve ser. Será?
É que esta coisa da 'reserva fraccional' inventada pela banca cúpida, estúpida e corrupta, tem muito que se lhe diga, pois por essa desmedida ganância, a banca acaba por distorcer o funcionamento da economia inundando-a de papel-moeda (inflação, o mais injusto de todos os impostos, um verdadeiro vírus para a economia) que não tem qualquer correspondência com a capacidade real de produção de riqueza existente no Planeta.
A banca já obtém proveitos fabulosos com os depósitos das pessoas que, via de regra, tendem a deixar nos seus cofres, 75% da sua riqueza acumulada, gastando apenas 25% e ainda assim, a banca corrupta e cúpida, tinha de inventar um mecanismo que lhe permite emprestar dez vezes mais do que os activos de que realmente dispõe. Reserva fraccional, chamam-lhe. Eu chamo-lhe ROUBO LEGALIZADO.



"mão amiga"/Joe Wolf

AQUELA AUDAZ E FELIZ MADRUGADA Diante da noite longa a liberdade se levantou. Tornou noite última esse obscurantismo corrosivo de gerações, tempo triste de inércia, paz falsa de conformismos moralistas e ambição truncada. Daquela primordial madrugada o mundo se fez novo, o sol desflorou a cor da vida, a alegria prisioneira se libertou, a voz muda se tornou ouvida. A coragem e a verdade caminham nas ruas de mão dada, a felicidade e a esperança encontram glorioso tempo de paixão para construir um dia novo, mãe de todos os dias seguintes, génese desejada por tantos e finalmente abraçada a todos.

AQUELA AUDAZ E FELIZ MADRUGADA

Diante da noite longa a liberdade se levantou. Tornou noite última esse obscurantismo corrosivo de gerações, tempo triste de inércia, paz falsa de conformismos moralistas e ambição truncada. Daquela primordial madrugada o mundo se fez novo, o sol desflorou a cor da vida, a alegria prisioneira se libertou, a voz muda se tornou ouvida. A coragem e a verdade caminham nas ruas de mão dada, a felicidade e a esperança encontram glorioso tempo de paixão para construir um dia novo, mãe de todos os dias seguintes, génese desejada por tantos e finalmente abraçada a todos.


Sérgio Bernardino

O 25 de Abril de 1974 foi — é — imperativo de modernidade e civilização, exigência colectiva de mudança consubstancial à pertinência democrática de progresso e desenvolvimento, impulso inadiável para uma nova política do povo para o povo. Naquela madrugada se fez gente o povo calado, colheu fruto o trabalhador oprimido, se emancipou a mulher encarreirada, se rebelou o cidadão agrilhoado contra um Estado amarrado a ideais de passado, país estrangulado em guerras atrozes, sociedade escondida em mesquinhez e silêncios, rectângulo cheio de mofo e amorfo em sua existência.
Todo um país se levantou do chão e trouxe ao mundo um momento único de mudança, instante apaixonante da coragem dos homens, acto inspirador e de admiração, chave de esperança e visão renovadora de um amanhã de felicidade e progresso. Tão universal são estas verdades e exigências do cidadão, que mesmo de Camões se pode evocar aquele momento adaptando um famoso soneto: Aquela audaz e feliz madrugada, cheia de toda a esperança e liberdade, enquanto houver no mundo saudade, quero que seja sempre celebrada.


iPhil

O 25 de Abril de 1974 foi um dia irredutível de revolução, ímpeto derradeiro e justo para florir a liberdade e a democracia. É dessa realidade nova, enfim portuguesa, que a busca de felicidade dos homens consegue reunir as condições ideais para uma existência leal, uma soberania do bem comum, um caminho de esperança para um Portugal melhor. É deste momento novo que a nobreza da política se relança, movimento intrínseco para a promoção da verdade e do desenvolvimento, instrumento essencial para transformar a sociedade. É desse dia que a luta se renova diariamente, génese utópica mas de exigência árdua e meta forçosamente alcançável, desafio constante contra todos os males que minam a justiça e a verdade humana. É dessa madrugada progenitora que nos devemos manter fieis e agradecidos, não vivendo à sombra de conquistas e direitos, mas sempre entendendo cada instante como oportunidade política e social para construir em cada um de nós, e dos que nos rodeiam, um melhor mundo. É desse dia novo que todos os valores puros da política, liberdade, cidadania, transparência, justiça, igualdade, trabalho, solidariedade, fraternidade e humanidade devem coexistir no coração e na mente dos homens, e só então, com orgulho e razão, nos podemos chamar filhos da madrugada.
Victor Barreiras
25 Abril 2013
www.viralagenda.com

10 Estátuas de celebridades pelo mundo Esta é uma pequena compilação de estátuas de celebridades. Pessoas famosas que actuaram no cinema, música, dança.

10 Estátuas de celebridades pelo mundo

Esta é uma pequena compilação de estátuas de celebridades. Pessoas famosas que actuaram no cinema, música, dança. 

10. Arnold Schwarzenegger, Columbus, Ohio, EUA

arnold

Bob Marley, Kingston, Jamaica


bob

Bruce Lee em Hong Kong


BruceLee

Elvis Presley, Memphis, Tennessee, EUA


Elvis

 Freddie Mercury, Montreux, Suíça

FreddieMercury

Lucille Ball, Palm Springs, California, EUA


LucilleBall

Marilyn Monroe, Chicago, EUA


MarilynMonroe

Sylvester Stallone, A estátua de Rocky, Museum of Art, Philadelphia, EUA

rocky

Woody Allen em Oviedo, Espanha


woodyallen

Mestre Yoda, San Francisco, EUA


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