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sábado, 30 de novembro de 2013

ó sua descaradona tire a roupa da janela, que a roupa sem dona lembra-me a dona sem ela

ó sua descaradona tire a roupa da janela, que a roupa sem dona lembra-me a dona sem ela































O HUMOR É UMA ARMA !



Maduro manda prender comerciantes que remarquem os preços dos produtos na Venezuela O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, instou hoje as autoridades venezuelanas a prender os comerciantes que cobrem altos valores ou remarquem os preços dos produtos que se comercializam no país.

Maduro manda prender comerciantes que remarquem os preços dos produtos na Venezuela


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, instou hoje as autoridades venezuelanas a prender os comerciantes que cobrem altos valores ou remarquem os preços dos produtos que se comercializam no país."Peço a todos os organismos públicos, a partir de amanhã, todas as inspecções que se façam e se demonstre amplamente que houve remarcação de preços, depois [das recentes] inspecções ou que continuaram cobrando de maneira fraudulenta, que actuem com toda a severidade da lei e, por serem delitos em flagrante, se proceda imediatamente à detenção dos responsáveis, sejam quem forem", declarou.
Nicolás Maduro falava durante uma reunião de trabalho com os seus ministros, transmitida em directo e de maneira obrigatória pelas rádios e televisões do país.
O presidente da Venezuela acusou a Federação de Câmaras de Comércio, o Conselho Nacional de Comércio e a Câmara Venezuelana Americana de Comércio e Indústria, de ter uma aliança com a coligação opositora Mesa de Unidade Democrática e factores internacionais para criar instabilidade económica no país e levar a cabo um "golpe suave" de Estado.
Por outro lado, assinou um decreto para regular os preços dos alugueres dos estabelecimentos comerciais na Venezuela, baixando os valores cobrados mensalmente para o máximo de 250 bolívares (28,50 euros) por metro quadrado. Na Venezuela estão proibidos também os arrendamentos em dólares ou noutra moeda estrangeira.
"Encontrámos sobrefacturação de 1000 e 2000% nos alugueres, nos centros comerciais, sem nenhuma explicação", disse, sublinhando que os gastos em condomínio (serviços) a cobrar aos inquilinos não poderá exceder o equivalente a 25% do aluguer.
"A partir da publicação do decreto, os cânones de alugueres dos imóveis onde se desenvolvem actividades comerciais (...), em qualquer tipo de estabelecimento, não poderá exceder o valor mensal de 250 bolívares por metro quadrado", anunciou.
Segundo fontes não oficiais, o decreto de redução dos alugueres abrange também os "estabelecimentos onde se desenvolvam actividades comerciais em edifícios de habitação ou escritório, edifícios com fins turísticos, armazéns ou escritórios, de uso educativo e médico-assistenciais".


Lusa/SOL

Mais de 27 mil indianos adquiriram cidadania portuguesa desde 2007 Portugal concedeu nacionalidade portuguesa a mais de 27 mil descendentes de cidadãos nacionais nascidos em Goa, Damão e Diu, desde 2007

Mais de 27 mil indianos adquiriram cidadania portuguesa desde 2007


Portugal concedeu nacionalidade portuguesa a mais de 27 mil descendentes de cidadãos nacionais nascidos em Goa, Damão e Diu, desde 2007, registando-se um aumento dos pedidos nos últimos anos, segundo o Instituto dos Registos e do Notariado (IRN).De acordo com a lei, aos cidadãos nascidos naqueles territórios indianos antes de 1961 (data da ocupação pela União Indiana) é reconhecida a nacionalidade portuguesa. Os seus filhos podem requerer a atribuição da nacionalidade portuguesa.
Desde 2007, o IRN despachou favoravelmente 27.382 pedidos, de acordo com dados solicitados pela Lusa.
"A tendência é crescente, sobretudo desde 2009", refere o IRN, que não indica números por ano por impossibilidade das aplicações informáticas.
Para estes casos, o tempo de tramitação varia entre um a quatro meses.
Quanto ao reconhecimento de nacionalidade portuguesa aos cidadãos nascidos antes de 1961, no ano passado foram aprovados 3.713 pedidos e, este ano, até ao final de Outubro, 3.185, com o período de espera a poder chegar aos três meses.
Já quanto aos cidadãos indianos que requerem a nacionalidade portuguesa por naturalização ou pelo casamento, o IRN despachou 470 pedidos este ano e, no ano passado, um total de 670. Nestes casos, as atribuições têm um período médio de espera de três a quatro meses.
"Este tempo de tramitação corresponde a processos que apresentam os documentos em condições de serem apreciados favoravelmente. Pode acontecer que haja necessidade de aperfeiçoar qualquer documento ou pedir a confirmação de qualquer certidão, designadamente aos serviços consulares de Goa ou Nova Deli, situação em que o processo pode estar pendente por maior período, dependendo da maior ou menor demora na resposta", refere o IRN.


Lusa/SOL

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Pensões Antecipação de reforma por mútuo acordo vai ser penalizada

Pensões 

Antecipação de reforma por mútuo acordo vai ser penalizada
Com o aumento da idade da reforma para os 66 anos, que o Governo vai discutir com os parceiros sociais na próxima segunda-feira, os desempregados que rescindiram amigavelmente vão ver as pensões baixar, noticia o Público.
ECONOMIA
Antecipação de reforma por mútuo acordo vai ser penalizada
Porém, aqueles cujo despedimento resulte de uma rescisão amigável e tiveram direito a subsídio vão ter uma diminuição no valor da pensão.A proposta de decreto-lei pretende manter a hipótese de os desempregados anteciparem a reforma, mas têm de cumprir vários requisitos, como estarem no desemprego há mais de um ano e a receber subsídio.
A penalização corresponde a 3%, multiplicado pelo número de anos entre os 62 e os 65, que até agora era a idade legal da reforma.
De acordo com o economista da CGTP Eugénio Rosa, avança o Público, até aqui a penalização atingia no máximo 9%, mas com o aumento da idade da reforma poderá atingir os 12%. O factor de redução é anulado, tal como actualmente, mas só quando a pessoa atingir a idade normal do acesso à pensão.

CONTOS TRADICIONAIS PORTUGUESES - OUTROS CONTOS «O Azeiteiro e o Burro», conto tradicional português.

OUTROS CONTOS

«O Azeiteiro e o Burro», conto tradicional português.

«O Azeiteiro e o Burro»
Conto Tradicional Português

33- «O AZEITEIRO E O BURRO»

Dois estudantes encontraram, numa estrada, um azeiteiro com um burro carregado de bilhas de azeite. Os estudantes estavam sem dinheiro; por isso, decidiram roubar o animal. Enquanto o pobre homem seguia o seu caminho,  um deles tirou a cabeçada do burro e colocou-a no pescoço. O outro estudante fugiu com o animal e a carga. De repente, o azeiteiro olhou para trás e viu um rapaz em vez do burro.

Rapaz com a Cabeçada do Burro
Conto Tradicional Português

Nesse momento, o estudante exclamou: «Ah! senhor, quanto lhe agradeço ter-me dado uma pancada na cabeça! Quebrou-me o encanto que durante tantos anos me fez ser burro!...» 

O azeiteiro tirou o chapéu e disse-lhe: «Afinal, o meu burro estava enfeitiçado! Perdi o meu ganha-pão! Peço-lhe mil perdões por tê-lo maltratado tanta vez -  mas que quer? - o senhor era muito teimoso!»

-Está perdoado, bom homem! - disse o estudante. O que lhe peço é que me deixe em paz.

O Burro do Azeiteiro
Conto Tradicional Português

O pobre azeiteiro lamentou-se porque já não podia vender o azeite. Então, foi pedir dinheiro a um compadre para ir à feira comprar outro burro. Quando lá chegou, viu um estudante a vender o seu burro. O azeiteiro pensou que o rapaz se tinha transformado, outra vez, num animal! Aproximou-se do burro e gritou com toda a força: 

«Olhe, senhor burro, quem o não conhecer que o compre».

Conto Tradicional  Português 


wwwpoetanarquista.blogspot.pt

ALGARVE ANTIGO - IMAGENS COM MÚSICA DOS MARENOSTRUM

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