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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

. HOJE NO "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" Partidos vão analisar "crime público" nas galerias Os partidos vão continuar a "reflexão" sobre os recentes protestos nas galerias do público no Parlamento, incidentes que a presidente da Assembleia da República considera "uma ofensa à democracia" e que constituem um "crime público".

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Partidos vão analisar 
"crime público" nas galerias 

Os partidos vão continuar a "reflexão" sobre os recentes protestos nas galerias do público no Parlamento, incidentes que a presidente da Assembleia da República considera "uma ofensa à democracia" e que constituem um "crime público". 

Segundo o porta-voz da conferência de líderes, o deputado do PSD Duarte Pacheco, o assunto voltou ser abordado pelos grupos parlamentares e pela presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, que reiterou a tese de que as situações ocorridas são "uma ofensa à democracia" e que "sendo um crime público nada impede as autoridades" de agirem.

Fontes parlamentares revelaram também que Assunção Esteves está a elaborar um estudo comparado para avaliar como é feito o acesso do público aos Parlamentos dos outros países.

Ainda a propósito da posição da presidente da Assembleia da República, o porta-voz da conferência de líderes enfatizou que Assunção Esteves entende que sendo "um crime público", a Assembleia da República não está obrigada a apresentar qualquer tipo de queixa e que as autoridades, nomeadamente o Ministério Público, podem atuar caso o entendam.

Duarte Pacheco disse ainda que a interpretação da presidente da Assembleia da República é "pacífica" e que os partidos anuíram em continuar a fazer uma reflexão sobre o tema.

Nenhum dos partidos, ainda de acordo com o porta-voz da conferência de líderes, apresentou "formalmente" qualquer proposta.
Em declarações à Lusa na terça-feira, PCP e BE defenderam que os recentes protestos nas galerias do público no Parlamento merecem "compreensão" e não justificam qualquer alteração ao atual modelo de acesso, enquanto o PS propôs uma "reflexão".

Em declarações à Agência Lusa, o líder parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares, disse compreender os recentes protestos nas galerias do hemiciclo "à luz da atual situação social e económica".
"Não considero que tenham atingido uma dimensão que justifique qualquer restrição ou condicionamento no acesso" às galerias, defendeu o líder parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares, lembrando que "sempre houve protestos nas galerias".

Para o líder parlamentar do PCP, João Oliveira, as expressões consideradas como ofensas por parte do Governo são "fruto do desespero das pessoas que são atingidas pelas políticas" da maioria PSD/CDS-PP e é nesse âmbito que "devem ser encaradas".
"Se é para haver reflexão, então que se reflita em primeiro lugar sobre as causas destas expressões", defendeu o líder parlamentar do PCP, considerando que as atuais regras deverão manter-se porque "tem funcionado" e não se justificam alterações.

As bancadas do PSD e CDS-PP ainda não discutiram o assunto internamente, não tendo por isso uma posição final sobre o tema.
Pelo PS, o líder parlamentar já tinha proposto na última conferência de líderes "uma reflexão" sobre a matéria, que deve ser feita "com cautela".
Na terça-feira, no último dia da discussão do Orçamento do Estado para 2014, o discurso da ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, foi interrompido por gritos de manifestantes que assistiam ao plenário nas galerias e que reclamaram a "demissão" do Governo.

No passado dia 01 de novembro, durante a apresentação do Orçamento do Estado para 2014, o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, tinha sido interrompido por gritos de "assassinos" provenientes de manifestantes nas galerias da Assembleia da República.
"Assassinos/assassinos!", foi a palavra de ordem mais ouvida, por breves minutos, até a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, ordenar à polícia a evacuação das galerias.
Os cerca de 20 manifestantes, que empunharam papéis a formar a palavra "Rua" e outros cartazes - com a inscrição "carrascos do povo", por exemplo -, gritaram ainda que "está na hora de o Governo se ir embora" e "fascistas!"

* Ofensa à democracia é uma juíza trabalhar dez anos no TC e receber reforma por inteiro e não é crime público porque esta mordomia está convenientemente legalizada!
A sra. Presidente da Assembleia da República é, democráticamente, um fiasco. 

apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

HOJE NO DESENVOLTURAS & DESACATOS O FILME COMPLETO LEGENDADO EM PORTUGUÊS - O ÚLTIMO DESAFIO

O Calypso do comandante Cousteau apodrece num estaleiro Petição online pede que o icónico navio seja classificado como património nacional francês. Desentendimentos entre a família e o estaleiro onde estava a ser reparado deixaram o navio num impasse.

Calypso do comandante Cousteau apodrece num estaleiro

Petição online pede que o icónico navio seja classificado como património nacional francês. Desentendimentos entre a família e o estaleiro onde estava a ser reparado deixaram o navio num impasse.
O Calypso é indissociável do nome de Jacques-Yves Cousteau, explorador francês, inventor, realizador de documentários sobre os oceanos, divulgador da vida marinha. Com aquele navio, Cousteau iniciou as aventuras pelos oceanos que os tornaram aos dois famosos. Mas agora, 16 anos depois da morte de Cousteau, o Calypso definha num estaleiro em Concarneau, França, pelo que uma petição online pretende que seja classificado como património nacional francês.A petição partiu de um oceanógrafo e mergulhador científico francês Bruno Bombled, cujas odisseias submarinas de Cousteau, que passavam na televisão quando era criança, o puseram a sonhar. Ainda hoje se sente “um filho” doCalypso, por isso lançou a petição online, em que se pede à ministra da Cultura e da Comunicação francesa, Aurélie Filippetti, para que salve o navio.
“Hoje, está a apodrecer em Concarneau…o que é um escândalo”, diz a petição, que conta com mais de 9500 assinaturas, e defende a classificação do navio como património nacional francês por ter feito “avançar a ciência e as consciências em França e pelo mundo”.
Este triste presente do Calypso começou a ser traçado em 1996, um ano antes da morte de Cousteau: no porto de Singapura, foi abalroado por uma barcaça e, com danos graves, afundou-se. “Gostaria que o Calypso continuasse ao serviço da ciência e da educação”, disse então Cousteau.
O navio regressou a França e daí foi rebocado, apenas em 2007, para o porto de Concarneau, onde nos estaleiros Piriou seria restaurado. Numa primeira fase, foi o conflito entre Francine Cousteau, a segunda mulher de Cousteau, e os filhos dele que atrasaram a reparação, com a disputa pela posse do navio no centro da discórdia. Mas desde o início de 2009, o desentendimento entre os estaleiros e a Equipa Cousteau (organização para a protecção dos oceanos com sede em França, presidida por Francine Cousteau), relacionado com os pagamentos, esteve na origem da paragem das obras. No ano seguinte, aEquipa Cousteau pediu ao Ministério da Cultura francês a classificação do navio.
“Mas porquê preservar os navios?”, pergunta-se na petição. “Porque os navios têm uma alma, porque fazem parte da grande história do homem”, lê-se. “Eles são a própria imagem da solidariedade, do trabalho colectivo, do caminho comum… sem a união dos homens, não vai a nenhuma parte.”
A história gloriosa do Calypso começou nos anos de 1950. Draga-minas da Grã-Bretanha durante a II Guerra Mundial, transformado depois em ferry, Cousteau descobriu-o em Malta e achou que era perfeito para as suas odisseias. Um milionário irlandês, Loel Guinness, comprou-o e alugou-o em 1950 ao explorador francês por um valor simbólico, tornando possíveis os seus sonhos (depois do naufrágio em Singapura, o neto e herdeiro de Loel Guinness vendeu-o à Equipa Cousteau por um franco).
O mundo subaquático nos ecrãs
Transformado em navio oceanográfico – e com direito a uma câmara de observação subaquática na proa, composta por oito vigias –, a aventura a sério começava em 1951, dirigindo-se o Calypso para o Mar Vermelho, para estudar corais. Em 1954, iniciava-se uma grande expedição ao Mediterrâneo, Golfo Pérsico, Mar Vermelho e Índico, que esteve na base do documentário O Mundo Silencioso, vencedor da Palma de Ouro de Cannes e de um Óscar. Era a primeira longa-metragem a cores do mundo subaquático.
Em 1964, o documentário O Mundo sem Sol, que relatava a vida de seis aquanautas durante um mês numa casa construída no Mar Vermelho, a 100 metros de profundidade, também ganhou um Óscar. Igualmente famosa é a série televisiva O Mundo Submarino de Jacques Cousteau.
Mas se o Calypso é indissociável do nome de Cousteau, o gorro vermelho que usava também era uma imagem de marca do explorador. Ex-oficial da marinha francesa, não era propriamente um cientista, mas permitiu que as ciências oceanográficas se desenvolvessem através da sua divulgação junto do público e nas expedições iam muitas vezes cientistas. Entre o seu legado está ainda a invenção (com o engenheiro francês Émile Gagnan), durante a II Guerra Mundial, do regulador do escafandro, uma peça que debita o ar à pressão do ambiente. Até aí, a regulação das válvulas era manual, mas com a invenção deste aparelho pôde dar-se a conquista do mar por toda a gente.
Como grande divulgador do mar, Cousteau teve o Calypso como companheiro de viagens durante mais de 40 anos. Resta agora saber o que lhe reserva o futuro, se a morte, se a preservação de um passado glorioso.

Constança Cunha e Sá "Cavaco diz que corte nas pensões é definitivo"

Constança Cunha e Sá "Cavaco diz que corte nas pensões é definitivo"
A comentadora política da TVI, Constança Cunha e Sá, fez sobressair ontem à noite que a justificação fornecida pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, para solicitar ao Tribunal Constitucional a fiscalização preventiva do diploma que prevê o regime da convergência de pensões equivale à assunção de que o corte nas pensões tem um carácter “definitivo”.
POLÍTICA
Cavaco diz que corte nas pensões é definitivo
“Cavaco Silva diz que o corte das pensões é definitivo, diz que é uma decisão unilateral e definitiva do Governo. O Presidente é muito claro quando obviamente considera que é um imposto extraordinário”.

Por fim, Constança Cunha e Sá deixou no ar a pergunta: “Como é que o Governo pode esperar que o Tribunal Constitucional deixe passar este diploma?”. 
A comentadora política assinalou que Cavaco Silva não se trata de “um perigoso esquerdista”, pelo que, em seu entender, o facto de se ter reportado à medida como sendo um “imposto furtivo” confere mais força à ideia de que o carácter dos cortes será permanente.

VIAJANDO PELO MUNDO - CURIOSIDADES, PAISAGENS, FOTOGRAFIA E MUITO MAIS


As incríveis pontes vivas localizadas na Índia



Em um cenário perfeito para um filme de aventura, em Meghalaya, na Índia, localizam-se incríveis pontes naturais construídas a partir de árvores vivas.
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As pontes são formadas a partir de raízes entrelaçadas de Seringueira, que, com o passar do tempo, vão dando forma as essas estruturas extraordinárias, o que possibilita que as pessoas se desloquem em meio a uma paisagem natural de tirar o fôlego.
Confira mais nas fotos abaixo:
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Fonte: http://www.mnn.com/earth-matters/wilderness-resources/blogs/breathtaking-images-of-the-living-bridges-of-india

Shalak Attack: arte de rua impactante pelas paredes do mundo



Shalak Attack é uma artista ‘canadense-chilena’ dedicada à pintura, ao grafite e à arte urbana, que produz obras incríveis pelas paredes do mundo. Além de seus grafites inesquecíveis, a artista também trabalha com tatuagem, ilustração, som e vídeo, entre outras formas de arte.
Segundo a página “about” do site da artista, “Shalak compartilha sua paixão pela liberdade de expressão, facilitando oficinas de artes visuais para jovens de comunidades carentes e presos em vários países da América, Europa, Oriente Médio e recentemente na África. [...] Muros públicos tornaram-se seu lugar favorito para pintar, e ela usa o grafite como uma forma de arte para criar acessibilidade à cultura para diversas comunidades. [...] Shalak usa a cor como uma ferramenta para criar narrativas visuais que celebram e questionam a identidade cultural e os valores sócio-políticos.”
Confira abaixo algumas dessas obras:
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Para ver mais: http://www.shalakattack.com/


Um fotógrafo chamado David Yarrow já produziu cerca de 90 fotografias de animais selvagens, ao longo de uma dura jornada pelos lugares mais difíceis do mundo.
A obra do fotógrafo conta com deslumbrantes fotografias de leões, ursos, gorilas, zebras e diversos outros animais belíssimos em meio a seu habitat natural. Todos retratados em preto e branco, cara a cara, e com uma riqueza incrível de detalhes.
Confira algumas dessas lindas fotografias:
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Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2486855/Photographer-comes-face-face-deadly-animals-capture-stunning-images.html

Fotógrafo passa 3 anos retratando as últimas tribos do mundo

Um fotógrafo chamado Jimmy Nelson passou mais de 3 anos percorrendo o mundo em busca de tribos isoladas, conhecendo seu modo de vida e registrando tudo em imagens.
As fotografias dessas visitas foram impressas em um livro (Before They) e o fotógrafo faz questão de salientar que a finalidade era mesmo a de comercializar o livro.
No entanto, Jimmy parece ter extraído grandes ensinamentos dos lugares por passou:
“Quanto mais longe da civilização, mais as pessoas trabalham como uma unidade familiar, com maior respeito para as gerações mais velhas e para o outro. Quanto mais longe você está, mais as pessoas são amáveis.”
O fotógrafo pretende retornar às tribos para lhes mostrar o livro concluído, e diz que deseja visitar mais 35 dessas comunidades antes de morrer.
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O Tsaatan (renas de pessoas) do norte da Mongólia são uma tribo nômade que dependem de rena para quase todos os aspectos da sua sobrevivência.
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O Himba são uma antiga tribo de pastores semi-nômades, vivendo desde o século 16 em assentamentos espalhados por toda a região do rio Kunene, no noroeste da Namíbia e sudoeste de Angola.
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O Maori são o povo indígena da Nova Zelândia, que chegou a Nova Zelândia no século XIII, tendo feito a viagem por mar épico das ilhas da Polinésia Oriental.
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O Drokpa Tribe, que os números em torno de 2.500, vivem em três aldeias no vale DHA Hanu de Ladakh, que está situado em Jammu e Caxemira, um território disputado entre a Índia e o Paquistão.

OCIOSO



O ESTACIONAMENTO DE BICICLETA MAIS ÉPICO QUE EU VI


Monumentos e estátuas muito estranhas ao redor do mundo Em quase todos os destinos turísticos ao redor do mundo é certo que você encontrará monumentos, praças, estátuas ou esculturas famosas.

Monumentos e estátuas muito estranhas ao redor do mundo

Em quase todos os destinos turísticos ao redor do mundo é certo que você encontrará monumentos, praças, estátuas ou esculturas famosas.


Fonte: http://2a24.wordpress.com/






Estátua engraçada Brussel - Bélgica
Fonte: twentytwowords.com






Fonte: www.vitamin-ha.com


Fonte: http://email-junk.com/






viagensecuriosidades.com