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domingo, 24 de novembro de 2013

Barbara - L'aigle Noir (Live 1987 Chatelêt)

cronologia da "violência" As televisões calam e o que a pantalha não exibe, já se sabe, não existe. Mas os povos europeus (até na Suécia as coisas não vão bem) erguem-se e lutam contra a austeridade, contra a sangria dos povos em prol dos mercados, seja lá o que isso for. Não me venham acusar do mesmo que acusam Mário Soares, de apelar à violência. Porque, ao ponto a que as coisas chegaram, a violência vai ser inevitável e não sou eu, ou Mário Soares, que a estamos a instigar, mas gente como Merkel e Barroso ou, por cá, Passos, Portas e desvairada companhia.

cronologia da "violência"

As televisões calam e o que a pantalha não exibe, já se sabe, não existe. Mas os povos europeus (até na Suécia as coisas não vão bem) erguem-se e lutam contra a austeridade, contra a sangria dos povos em prol dos mercados, seja lá o que isso for. Não me venham acusar do mesmo que acusam Mário Soares, de apelar à violência. Porque, ao ponto a que as coisas chegaram, a violência vai ser inevitável e não sou eu, ou Mário Soares, que a estamos a instigar, mas gente como Merkel e Barroso ou, por cá, Passos, Portas e desvairada companhia.

Encaremos a realidade: os governos europeus são apenas ramificações do mundo financeiro, manipulados a seu bel-prazer pelo FMI, Bruxelas, Berlim, agências de rating, bolsas, instituições bancárias, os famigerados mercados.

Só uma Europa unida na mesma luta será capaz de rechaçar a barbárie. Só quando organizações, movimentos, gentes de todos os países participarem em iniciativas conjuntas eles terão medo e, finalmente, recuarão como ratos do esgoto de onde nunca deviam ter saído.

Até lá, os nossos dias são o que são. Sobressalto, tristeza, angústia, indignação, asco, falta de dinheiro e vontade de viver.

Ouçam os povos. Antes que seja tarde. Enquanto, como disse Soares, podem ir para casa pelo seu próprio pé.

15-11-2013
Bolonha, Itália
Nápoles, Itália
Turim, Itália
Turim, Itália

16-11-2013
Florença, Itália
Nápoles, Itália
Valsusa, Itália
17-11-2013
Atenas, Itália
19-11-2013
Galiza, Espanha
Galiza, Espanha
20-11-2013
Roma, Itália
Bolonha, Itália
Sofia, Bulgária
21-11-2013
Nápoles, Itália
22-11-2013
Bolonha, Itália
23-11-2013
Barcelona, Espanha
Madrid, Espanha


ouropele.blogspot.pt

Jívaros - A Tribo encolhedora de cabeças Na floresta, parte oriental do Equador vive uma tribo de aborígines chamada JÍVAROS, ferozes guerreiros que ficaram famosos no mundo inteiro por seu estranho hábito de degolar seus inimigos, e de usar estas cabeças como amuletos.

Jívaros - A Tribo encolhedora de cabeças

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Na floresta, parte oriental do Equador vive uma tribo de aborígines chamada JÍVAROS, ferozes guerreiros que ficaram famosos no mundo inteiro por seu estranho hábito de degolar seus inimigos, e de usar estas cabeças como amuletos.
Ainda hoje, estes índios são completamente selvagens e não mantém contatos com o homem branco. O próprio governo do Equador, os ignora, afinal eles vivem completamente isolados no meio da floresta.
Os Jívaros possuem uma estatura média, corpo robusto, rosto redondo, e olhos negros. Os homens usam cabelos longos, vestem uma tanga e usam um estiletes de bambu atravessado nos lóbulos das orelhas. As mulheres tem cabelos longos, e usam um adorno no lábio inferior confeccionado de bronze. Ambos possuem lábios muito negros, em virtude de mascarem uma erva chamada Yanamuco. Os homens são bígamos, além de sua mulher ficam com mulheres capturadas nas guerras.
Como troféus de guerra, eles colecionam a cabeça do guerreiro derrotado.
A cabeça do inimigo vencido é reduzida e transformada em troféu, onde a alma do inimigo fica aprisionada. Analisando essas cabeças observa-se que os olhos e a boca eram costurados, o motivo desse ritual era que os ídios Jivaros acreditavam que retirando a cabeça e realizando o cerimonial o espírito do inimigo não mais o incomodaria.
O índio mata seu inimigo, corta sua cabeça, coloca-a num extrato vegetal de Yanamuco, que lhe da uma coloração negra e a conserva da ação do tempo.
Reunido com os homens da tribo; ele retirado do crânio os os miolos, músculos, olhos, língua. Depois a cabeça é enchida com areia e seixos quentes, que são substituídos diariamente em um processo que dura dias.
Ambos processos fazem com que as células que compõem a parte óssea do crânio, se quebrem e e se contraiam a tal ponto de realmente diminuir o tamanho da cabeça. Em alguns casos a crânio chega a diminuir 50 % de seu tamanho e curiosamente através da regulamentação da contração da pele, os traços fisionômicos se mantém quase que perfeitos.



Fonte: http://rafaeldsm.blogspot.com.br/2011/02/jivaros-tribo-encolhedora-de-cabecas.html

GUIDA VIEIRA . A podridão foi denunciada É mesmo muita a porcaria que este poder bolorento está a deixar como rasto. Lamentável, triste e medonho Durante quase quatro décadas, gente da oposição madeirense, alcunhada de extrema-esquerda, denunciou o regabofe que se ia instalando à sombra da autonomia do poder absoluto do PSD.

GUIDA VIEIRA

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A podridão foi 
denunciada

É mesmo muita a porcaria que este poder bolorento está a deixar como rasto. Lamentável, triste e medonho

Durante quase quatro décadas, gente da oposição madeirense, alcunhada de extrema-esquerda, denunciou o regabofe que se ia instalando à sombra da autonomia do poder absoluto do PSD.

Esta gente chamou a atenção e apresentou propostas concretas para limitar os poderes absolutos, com uma lei clara que estabelecesse um regime de incompatibilidades concretas, para que quem faz as leis não tivesses interesses pessoais a defender.

Esta gente denunciou os negócios estranhos e as fugas ao fisco, organizadas por agentes que deveriam ser os primeiros a defender os interesses públicos e que, no entanto, ajudavam clientes a fugir aos impostos.

Esta gente disse que havia fuga de dinheiros da Região para outros locais, em negócios imobiliários disfarçados, para que os poderosos aparecessem sempre como pobrezinhos com o intuito de enganar as pessoas de boa fé.

Esta gente denunciou a promiscuidade existente entre o sector público e o privado, em vários sectores da vida económica, onde os interesses públicos eram aniquilados pelos interesses de amigos, afilhados e compadres.

Esta gente, por várias vezes, disse que o poder local estava a ser arrebanhado por agentes que, antes de qualquer coisa, serviam os interesses do poder regional e pessoal, sem prioridades sociais que resolvessem verdadeiramente os interesses das pessoas.

Esta gente apresentou propostas sociais em várias áreas, sucessivamente derrotadas pelo poder regional, como a redução do chamado jackpot para metade. Chamou os bois pelo seu nome e o que é que aconteceu?

Estas pessoas sofreram vários processos em tribunal, sendo alcunhadas de arguidas, como se fossem malfeitoras, para fazer pressão sobre as suas denúncias. Sofreram um achincalhamento permanente sobre as suas atitudes e a sua vida, até a privada. E tudo isto durante quase 40 anos. 

E o povo eleitor como respondeu? Acreditou mais no infrator do que no denunciante e, por isso, o poder em nome dessa confiança foi apodrecendo cada vez mais.

Agora, finalmente, o povo está a acordar e está à vista que tudo o que foi denunciado era certo e se calhar pouco. A podridão começa a sair à luz do dia. Do pouco que vamos sabendo, é mesmo muita a porcaria que este poder bolorento está a deixar como rasto. Lamentável, triste e, ao mesmo tempo, medonho.

Medonho, porque já estamos a pagar caro a irresponsabilidade da política do compadrio da insensibilidade social e do abandono de tudo o que interessa para a nossa verdadeira autonomia enquanto ilhéus. Medonho porque os nossos filhos e netos vão continuar a pagar, já estão a pagar, estas leviandades, que infelizmente, tiveram cobertura legal, o que nos faz pensar que há algo na democracia que está a falhar.

E ainda há pessoas que não trabalham para levar a derrota até ao fim pensando que é ficando no seu “cantinho” que melhor servem os seus interesses, que podem parecer muito puros e nobres, mas acabam por ser tão mesquinhos e egoístas porque, em última análise, servem para manter a podridão dum poder que já devia ter caído há muito tempo.

A hora é de levar a derrota até ao fim confiando que, só com uma Mudança de poder, de políticas e de governantes poderemos aspirar a que a Madeira consiga respirar um melhor ambiente, como já está a acontecer no Funchal e noutros Concelhos da Região. 

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA"
 18/11/13


apeidaeumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

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