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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Uma professora "inútil" prega descasca no peneirento Miguel Sousa Tavares

Sobre os Professores
 
É do conhecimento público que o senhor Miguel de Sousa Tavares considerou ‘os  professores os inúteis mais bem pagos deste país.’ Espantar-me-ia uma afirmação tão generalista e imoral, não conhecesse já outras afirmações que não diferem muito desta, quer na forma, quer na índole. Não lhe parece que há inúteis, que fazem coisas inúteis e escrevem coisas inúteis, que são pagos a peso de ouro? Não lhe parece que deveria ter dirigido as suas aberrações a gente que, neste deprimente país, tem mais do que uma sinecura e assim enche os bolsos? Não será esse o seu caso? O que escreveu é um atentado à cultura portuguesa, à educação e aos seus intervenientes, alunos e professores. Alunos e professores de ontem e de hoje, porque eu já fui aluna, logo de ‘inúteis’, como o senhor também terá sido. Ou pensa hoje de forma diferente para estar de acordo com o sistema?
 
O senhor tem filhos? – a minha ignorância a este respeito deve-se ao facto de não ser muito dada a ler revistas cor-de-rosa. Se os tem, e se estudam, teve, por acaso, a frontalidade de encarar os seus professores e dizer-lhes que ‘são os inúteis mais bem pagos do país.’? Não me parece… Estudam os seus filhos em escolas públicas ou privadas? É que a coisa muda de figura! Há escolas privadas onde se pagam substancialmente as notas dos alunos, que os professores ‘inúteis’ são obrigados a atribuir. A alarvidade que escreveu, além de ser insultuosa, revela muita ignorância em relação à educação e ao ensino. E, quem é ignorante, não deve julgar sem conhecimento de causa. Sei que é escritor, porém nunca li qualquer livro seu, por isso não emito julgamentos sobre aquilo que desconheço. Entende ou quer que a professora explique de novo?
 
Sou professora de Português com imenso prazer. Oxalá nunca nenhuma das suas obras venha a integrar os programas da disciplina, pois acredito que nenhum dos ‘inúteis’ a que se referiu a leccionasse com prazer. Com prazer e paixão tenho leccionado, ao longo dos meus vinte e sete anos de serviço, a obra de sua mãe, Sophia de Mello Breyner Andersen, que reverencio. O senhor é a prova inequívoca que nem sempre uma sã e bela árvore dá são e belo fruto. Tenho dificuldade em interiorizar que tenha sido ela quem o ensinou a escrever. A sua ilustre mãe era uma humanista convicta. Que pena não ter interiorizado essa lição! A lição do humanismo que não julga sem provas! Já visitou, por acaso, alguma escola pública? Já se deu ao trabalho de ler, com atenção, o documento sobre a avaliação dos professores? Não, claro que não. É mais cómodo fazer afirmações bombásticas, que agitem, no mau sentido, a opinião pública, para assim se auto-publicitar.
 
Sei que, num jornal desportivo, escreve, de vez em quando, umas crónicas e que defende muito bem o seu clube. Alguma vez lhe ocorreu, quando o seu clube perde, com clubes da terceira divisão, escrever que ‘os jogadores de futebol são os inúteis mais bem pagos do país.’? Alguma vez lhe ocorreu escrever que há dirigentes desportivos que ‘são os inúteis’ mais protegidos do país? Presumo que não, e não tenho qualquer dúvida de que deve entender mais de futebol do que de Educação. Alguma vez lhe ocorreu escrever que os advogados ‘são os inúteis mais bem pagos do país’? Ou os políticos? Não, acredito que não, embora também não tenha dúvidas de que deve estar mais familiarizado com essas áreas. Não tenho nada contra os jogadores de futebol, nada contra os dirigentes desportivos, nada contra os advogados.
Porque não são eles que me impedem de exercer, com dignidade, a minha profissão. Tenho sim contra os políticos arrogantes, prepotentes, desumanos e inúteis, que querem fazer da educação o caixote do  (falso) sucesso para posterior envio para a Europa e para o mundo. Tenho contra pseudo-jornalistas, como o senhor, que são, juntamente com os políticos, ‘os inúteis mais bem pagos do país’, que se arvoram em salvadores da pátria, quando o que lhes interessa é o seu próprio umbigo.
Assim sendo, Sr. Miguel de Sousa Tavares, informe-se, que a informaçãozinha é bem necessária antes de ‘escrevinhar’ alarvices sobre quem dá a este país, além de grandes lições nas aulas, a alunos que são a razão de ser do professor, lições de democracia ao país. Mas o senhor não entende! Para si, democracia deve ser estar do lado de quem convém.
 
Por isso, não posso deixar de lhe transmitir uma mensagem com que termina um texto da sua sábia mãe: ’Perdoai-lhes, Senhor Porque eles sabem o que fazem.’
 
Ana Maria Gomes
Escola Secundária de Barcelos

Elites oportunistas A defesa que muita gente faz de uma estratégia económica assente em salários baixos ou mesmo miseráveis revela muito bem o carácter oportunista de algumas das nossas elites. Esta gente não está preocupada com a situação financeira do país a não ser pelo facto de lhes provocar alguns danos, querem muito mais do que uma economia estável, querem um país de gente pobre, sem cultura e que ganhe miseravelmente.

Elites oportunistas

A defesa que muita gente faz de uma estratégia económica assente em salários baixos ou mesmo miseráveis revela muito bem o carácter oportunista de algumas das nossas elites. Esta gente não está preocupada com a situação financeira do país a não ser pelo facto de lhes provocar alguns danos, querem muito mais do que uma economia estável, querem um país de gente pobre, sem cultura e que ganhe miseravelmente.

Um modelo económico assente em salários miseráveis tem consequências que vão para além da competitividade de sectores de mão-de-obra intensiva, tem consequências sociais e culturais que vão muito para além dos indicadores relativos ao défice. Mesmo no plano económico essa gente ainda não explicou como é eu indústrias que vivem se salários miseráveis, que exportam produtos sem grande valor acrescentado, vão criar os excedentes de riqueza que permitirão reduzir a dívida.

A escolha deste modelo miserável por parte de algumas elites da capital nada tem de ingénuo, um sociólogo que trabalhe para um grand merceeiro tem muito a ganhar se os trabalhadores do merceeiro ganharem miseravelmente, a mercearia terá mais lucros e poderá pagar bem aos que estão disponíveis para fazerem fretes políticos que permitam ao merceeiro ajudar os seus a ganharem eleições.
  
Estas elites não apreciam sociedades competitivas, onde o sucesso esteja associado ao desempenho, estas sociedades são menos injustas, tendem a apresentar uma distribuição de rendimentos mais equitativas, a corrupção em todas as suas formas encontra menos condições para se impor. Trabalhadores e empresários mais qualificados são mais cultos, esclarecidos e exigentes, são tudo o que os oportunistas e corruptos menos desejam.
  

Os que defendem os salários baixos estão exigindo um país com um povo menos culto, menos qualificado, mais fácil de manipular com recurso a centrais de propaganda, mais influenciável pelos folhetins inventados p«elos Monizes e respectivas esposas. O que esta gente quer é manter um sistema económico em que a prioridade em vez de ser o crescimento da riqueza seja a manutenção dos mecanismos sociais que assegurem que uns quantos consigam ficar com a riqueza dos outros.
  
O que essa gente quer é que os cavaquistas de futuros BPNs continuem a ficar ilesos, que os desequilíbrios orçamentais sejam corrigidos com cortes salariais e impostos sobre os que menos ganham, que os mecanismos da corrupção continuem ilesos ou que os mecanismos da justiça continuem ao serviços dos golpes de Estado. O que esta gente deseja é um modelo económico miserável que assegure a continuação dos seus privilégios. 

jumento.blogspot.pt

HISTÓRIAS IMPRESSIONANTES - A mulher que cortou os seios para pilotar carros de corrida Violette Morris nasceu em Paris no dia 18 de abril de 1893. Violette era a caçula de seis irmãos e, por vontade dos pais, passou a adolescência no convento de L'Assomption de Huy. Apesar de reconhecer-se lésbica desde tenra idade, em 1914, ela se casou com um homem chamado Joseph Gouraud. Entediada pelo casamento, Violette se alistou no exército francês para servir durante a Primeira Guerra Mundial como enfermeira militar.

A mulher que cortou os seios para pilotar carros de corrida


Violette Morris nasceu em Paris no dia 18 de abril de 1893. Violette era a caçula de seis irmãos e, por vontade dos pais, passou a adolescência no convento de L'Assomption de Huy. Apesar de reconhecer-se lésbica desde tenra idade, em 1914, ela se casou com um homem chamado Joseph Gouraud. Entediada pelo casamento, Violette se alistou no exército francês para servir durante a Primeira Guerra Mundial como enfermeira militar. Ela dirigia uma ambulância, participando na Batalha de Somme e na deVerdun. Em 1923, Violette resolveu ignorar as prováveis críticas da sociedade e pediu o divórcio para assumir sua verdadeira orientação sexual.
No exército, Violette se dedicou aos esportes, se tornando a primeira mulher francesa a competir nos arremessos de peso e de disco. Ela também fez fama no futebol feminino. De 1917 a 1919, Violette jogou pelo Fémina Sports e de 1920 a 1926, ela defendeu o Olympique de Paris, ela também fez parte da seleção olímpica da França.

violette
Além da brilhante carreira no futebol, Violette praticou muitos outros esportes. Ela fez parte da seleção masculina de polo aquático, porque na época, a França não tinha uma seleção feminina para essa modalidade. Ela também foi uma excelente boxeadora. Adorava subir no ringue para desafiar os soldados, que, na maioria das vezes, saíam derrotados. Violette também praticou ciclismo de estrada, motociclismo, hipismo, mergulho, tênis, levantamento de peso e luta greco-romana. Seu mais brilhante período como atleta foi de 1921 a 1924, anos nos quais ela tinha como lema: "fait Ce qu'un homme peut faire le Violette!" – Qualquer coisa que um homem faça, Violette também fará.
Como você já deve ter imaginado, o estilo de vida de Violette era muito diferente do tradicional papel reservado às mulheres francesas da época. À margem das suas atividades desportivas, Violette levava uma espécie de vida dupla. Ela amava a noite, o vinho e as belas mulheres, que segundo os boatos do tempo, nunca lhe faltaram. Violette também era uma fumante compulsiva, ela consumia de dois a três maços de cigarros por dia. Até os amigos mais íntimos não entendiam como ela podia ser tão boa atleta e ao mesmo tempo levar uma vida tão desregrada.

morris
O mundo, como é bem sabido, nunca foi um bom lugar para os ditos diferentes. Em meio às queixas sobre a vida noturna da atleta, a Associação Francesa de Atletismo Feminino negou a renovação da licença de Violette e ela não pode participar da Olímpiada de 1928, a primeira aberta às mulheres, em Amsterdã. Violette também foi acusada de imoralidade, especialmente porque um de seus amantes, Raoul Paoli, tornara público que a atleta era bissexual, não somente lésbica. Paoli havia se separado de Violette depois que ela decidiu submeter-se à uma mastectomia, para que pudesse pilotar carros de corrida com mais facilidade. Nos anos seguintes, longe de outras atividades esportivas, Violette montou uma loja de autopeças em Paris e se dedicou somente a pilotar e a construir carros de corrida.

A questão da mastectomia deixou bem claro a paixão de Violette pelas pistas de corrida. À medida em que o automobilismo evoluía, os carros iam ficando mais e mais compactos. Na época, na categoria em que Violette competia, os carros não podiam exceder os 400 quilos, tal exigência, tornava as cabines muito pequenas para os pilotos. Violette sofria terrivelmente com a pressão do volante contra seus peitos. Depois de extirpar os seios, ela mergulhou com mais sucesso no automobilismo profissional. O currículo de Violette nas pistas é impressionante: em 1922, ela venceu a Paris – Pireneus –Paris; em 1923, voltou a vencer esse mesmo evento e também subiu ao pódio na corrida Paris – Nice; em 1926, Violette venceu o Grande Prêmio de Saint-Sébastien e um ano mais tarde ganhou o Bol d'Or, nas 24 horas de Paris, pilotando um B.N.C; em 1934, ela venceu o Rally dos Dolomitas.

violette-morris
No final de 1935, Violette foi seduzida pelo nazismo. Ela participou como convidada de honra de Hitler nos Jogos Olímpicos de 1936, Berlim, em retribuição, forneceu aos alemães os planos parciais da Linha Maginot, os detalhes dos pontos estratégicos de Paris e os principais sistemas de suprimentos do exército francês.

Quando a Segunda Guerra Mundial começou, Violette, que perdera sua loja de autopeças na Grande Depressão, vivia modestamente, bem distante da glória e do glamour de antigamente, dando aulas de condução para sobreviver. Com a ocupação alemã da França, ela começou a contrabandear presunto e bebidas para o mercado negro, sempre dirigindo muito rápido e distribuindo alguns sopapos quando necessário. A agilidade dela ao volante e a fúria com os punhos cerrados, atraíram os olhares da Gestapo, que recrutou Violette para as suas fileiras.

Como agente da Gestapo, Violette tinha a incumbência de  frustrar as operações da SOE, uma agência britânica que ajudava a Resistência Francesa, ela tornou-se tão  temida pelo uso da violência e da tortura, que ganhou o apelido de Hiena da Gestapo. Trabalhando para os invasores alemães, Violette vivia confortavelmente num luxuoso barco, no Siena.  Em 26 de abril de 1944, enquanto dirigia um Citröen por uma estrada rural, Violette foi executada a tiros por membros da Resistência Francesa. Ela tinha 51 anos. Seu corpo, crivado de balas, foi enterrado numa vala comum.

kid-bentinho.blogspot.com.br

Homem que tentou matar João Paulo II diz que ordem partiu do Vaticano Mehmet Ali Agca, autor do atentado contra o papa João Paulo II, a 13 de Maio de 1981, acusou, hoje, terça-feira, o Vaticano de ter estado por detrás do crime.

Mehmet Ali Agca, autor do atentado contra o papa João Paulo II, a 13 de Maio de 1981, acusou, hoje, terça-feira, o Vaticano de ter estado por detrás do crime.
Homem que tentou matar João Paulo II diz que ordem partiu do Vaticano
João Paulo II foi atingido por três tiros, a 13 de Maio de 1981
Ali Agca culpou o secretário de Estado do Vaticano, Agustino Casaroli, como a pessoa que supostamente arquitectou o assassinato do papa.
"Definitivamente, o Governo do Vaticano esteve por detrás da intenção de assassinar o papa. O cardeal Agustino Casaroli, o número dois do Vaticano, decidiu assim", disse Ali Agca, em declarações exclusivas à televisão pública turca TRT.
João Paulo II foi atingido com gravidade por três tiros, quando viajava num veículo aberto, na Praça de S. Pedro, no Vaticano, a 13 de Maio de 1981.
A ordem de execução terá chegado através de um agente do Vaticano, identificado por Agca como "padre Michele", disse. "Pratiquei várias técnicas de ataque com o padre Michele e com outro agente do Vaticano. Reuni-me muitas vezes com ele e fomos até à praça de S. Pedro para planear o atentado", contou.
 Ali Agca explicou, ainda, que durante o encontro que teve com João Paulo II, em Dezembro de 1983, o papa não o questionou sobre a autoria do atentado, porque o chefe da igreja católica "sabia muito bem que o Vaticano estava por detrás".
Agca tem 52 anos e esteve preso numa prisão italiana durante 19 anos e 10 anos numa cadeia turca, de onde foi libertado em Janeiro deste ano.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1707147&page=-1 

OLÁ MEU AMIGO !

Mas que crise esta....


Olá meu amigo!
Em resposta ao V. "mail" onde me perguntavam como vou passando no meio desta crise filha da ...,  digo que, como quase toda a gente, tenho sido fortemente afectado por ela (ela, a filha .... p. da crise), com cortes sucessivos na minha já magra pensão de reforma. Por isso, agora
Só compro queijo podre...

 
Descrição:  cid:4BC039C396C84D90BDEA2811D5FD05E2@nelson

...carne seca...
Descrição:  cid:94A7DFB67E3D4A8987C9212D0D309C73@nelson>

...bebo vinho velho... Descrição:  cid:7B5D2D295A334B518503F487F4661947@nelson

...o meu carro já nem tem capota ...
Descrição:  cid:7399C3342DAD4115811140FDB09C6538@nelson>

...a minha banheira está ao ar livre...
Descrição:  cid:4D2D87E2DF5C4B4A8D0687F230C933BC@nelson

 
...e a minha amiga está quase sem roupa !
Descrição:  cid:2.1177460251@web160519.mail.bf1.yahoo.com

 
Vamos por aí, lutando...
Um abraço.