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sábado, 2 de novembro de 2013

Jürgen Kröger Quer portugueses a trabalhar até aos 67 mas reformou-se aos 61 Jürgen Kröger reformou-se este Verão, aos 61 anos, mas continua a trabalhar com a Comissão Europeia. O antigo chefe da troika continua a defender que os portugueses devem reformar-se apenas aos 67 anos, mas aposentou-se cinco anos antes, revela a Rádio Renascença.

Jürgen Kröger Quer portugueses a trabalhar até aos 67 mas reformou-se aos 61
Jürgen Kröger reformou-se este Verão, aos 61 anos, mas continua a trabalhar com a Comissão Europeia. O antigo chefe da troika continua a defender que os portugueses devem reformar-se apenas aos 67 anos, mas aposentou-se cinco anos antes, revela a Rádio Renascença.
ECONOMIA
Quer portugueses a trabalhar até aos 67 mas reformou-se aos 61
DR
O representante da Comissão Europeia na troika em Portugal, Jürgen Kröger, reformou-se este Verão, aos 61 anos mas foi recentemente repescado para continuar a trabalhar. Segundo a Rádio Renascença, o alemão foi contratado para assumir o cargo de conselheiro especial para questões de política económica.

Kröger possui agora um contrato válido por um ano (cessa em Outubro de 2014), e o pagamento não será feito mensalmente, mas sim por cada dia de trabalho. Segundo a rádio, o antigo chefe da Comissão Europeia poderá amealhar 46.900 euros em apenas 12 meses. 
Contudo, além de, com este novo caro, acumular um novo vencimento à sua reforma, Jürgen Kröger ficou conhecido por fazer parte do leque de defensores da idade da reforma em Portugal. O alemão esteve entre os que defendiam que os portugueses deveriam aposentar-se apenas aos 67 anos, contudo, ele próprio fê-lo cinco anos antes.

1966 - Pescadores Portugueses nos Grandes Bancos da Terranova


SOCIEDADES SECRETAS (PARTE XIV) - A MÁFIA ITALIANA - A SUA HISTÓRIA - A Máfia é uma estrutura criminosa administrada por um grupo anônimo, inserida de forma oculta em todos os setores da sociedade e das esferas institucionais. Seus integrantes são conhecidos como mafiosos. Ela estende seus tentáculos por todos os círculos estatais, pelo universo capitalista, penetrando nos meandros financeiros e políticos.

Máfia é uma estrutura criminosa administrada por um grupo anônimo, inserida de forma oculta em todos os setores da sociedade e das esferas institucionais. Seus integrantes são conhecidos como mafiosos. Ela estende seus tentáculos por todos os círculos estatais, pelo universo capitalista, penetrando nos meandros financeiros e políticos.
estrutura mafiaMas esta organização transcende o viés dos estabelecimentos públicos e privados, ela atinge o cerne da própria vida social e cultural, transformando-se em um fenômeno amplamente aceito por boa parte da sociedade. Além disso, embora tenha vínculos com a esfera legal, ela age no perímetro ilegal, à margem das normas estatais.
Os mafiosos atuam oferecendo proteção a quem lhes convém ter como aliados, fazendeiros e comerciantes das cidades interioranas, primeira etapa da infiltração da Máfia, no seu berço, quando é comumente conhecida como protomáfia. Neste momento, em pleno século XIX, na Itália imperava o sistema dos grandes latifúndios, que mantinha á disposição dos poderosos senhores inúmeros camponeses desprovidos de terras, à beira da miséria.
Com tantos passando fome, tem início uma onda de assaltos e furtos, portanto abre-se o campo para que muitos ofereçam segurança aos donos das propriedades. Com o tempo, estes protetores se desenvolvem e estruturam, não tardando para que esta tarefa cumprida à margem do Estado se torne ilegal, uma vez que revela ser extremamente lucrativa, estendendo-se também para os proprietários de estabelecimentos comerciais urbanos.
Com a estruturação do Estado, a máfia recém-nascida começa a interferir junto aos representantes da esfera pública, se insinuando em negócios suspeitos, principalmente na questão das licitações. Quanto mais cresce e se fortalece o Estado, mais a máfia se desenvolve, infiltrando-se também nos mecanismos que regem o capitalismo da Itália, berço dos principais grupos mafiosos. Logicamente os agentes estatais também lucram com esta parceria, bem como o circuito privado da economia.
A máfia não se limita a esta relação de auxílio mútuo. Ela segue exercendo ascendência sobre membros do Governo responsáveis por decidirem questões cruciais; domina cada vez mais o contrabando das mais variadas mercadorias, especialmente de cigarros; contrata pistoleiros para exercitar sua própria justiça e parte para o explosivo tráfico de drogas.
Desta forma as organizações mafiosas atraem a atenção de juízes e procuradores, bem como da população em geral, os quais passam a acossar os mafiosos. Quando a situação se torna insustentável para a Máfia, seus líderes começam a compactuar com integrantes importantes da Justiça, da Polícia e do Estado, que fecham os olhos para seus crimes.
o-poderoso-chefaoNos anos 80, porém, os italianos se cansaram de viver com medo. Instâncias jurídicas e penais foram transmutadas e aparelhadas de forma mais severa para assim combaterem o sistema mafioso, então concretamente constituído na Itália. A Operação Mãos Limpas permitiu, neste contexto, que se detivesse, julgasse e condenasse centenas de membros desta organização criminosa. Embora seus chefes, conhecidos como ‘Capos’ e ‘Dons’, reagissem duramente, assassinando muitos juízes e promotores, a Máfia se desgastou muito neste processo e viu-se desprovida de seu antigo prestígio.
Na Itália tornaram-se célebres, na realidade, mas também no universo ficcional, diversos grupos, tais como a Cosa Nostra, que nasceu na Sicília; A Camorra, de Nápoles e a Ndrangheta, da Calábria. A organização mafiosa foi concebida no sul da região italiana, durante a era medieval. Seus fundadores eram trabalhadores do campo que arrendavam propriedades dos grandes senhores feudais. Surgiu então o célebre mecanismo de proteção compulsória, diante de saques e roubos a estas fazendas.
Este sistema se disseminou por todos os recantos do Planeta, especialmente pelos EUA. A produção O Poderoso Chefão narra o desenvolvimento do crime organizado nos Estados Unidos.


www.infoescola.com


AL CAPONE ERA FILHO DE PAIS ITALIANOS

Alphonse Gabriel Capone também conhecido como “Scarface” (cara cortada) foi um gangster e contrabandista estadunidense (seus pais eram italianos), e ficou famoso mundialmente como Al Capone. Capone nasceu em Nova York, no dia 17 de janeiro de 1899, e foi criado no Brooklyn, onde estudou até os nove anos. Abandonou os estudos para integrar as quadrilhas da cidade. Ingressou rapidamente na Five Points Gang, liderada por Johnny Torrio, gangster que ,em 1909, foi para Chicago para trabalhar sob as ordens de Big Jim Colosimo.

Johnny Torrio começou a liderar a quadrilha depois de ordenar o assassinato de seu chefe, não se sabe ao certo se eliminado por Capone ou Frankie Yale. De qualquer forma, Torrio confiou a Capone, durante a década de 1920, a organização da direção do bando, dedicado a exploração da prostituição, do jogo ilegal e do tráfico de álcool.
Em 1925, Torrio se aposentou e Capone passou a liderar o bando, depois de eliminar seus rivais em uma série de guerras mafiosas, cujo estopim foi o assassinato de O’Banion. Em 1926, exercia o controle da máfia da cidade e reunia todas as quadrilhas, exceto duas: a de Aiello e a de Bugs. Capone e seus homens mataram todos os membros da quadrilha de Aiello em menos de um mês. Os enfrentamentos culminaram com a violenta morte dos chefes da quadrilha de Bugs, em 1929.
Depois de livrar-se de seus rivais, Capone continuou enriquecendo graças ao tráfico ilegal de bebidas alcoólicas causado pela lei seca e através de sua vasta rede clandestina de salas de jogo. Calcula-se que, em 1927, a fortuna de Al Capone era superior a 100 milhões de dólares.
Depois de anos de infrutífera perseguição policial, e perante a falta de provas, Capone foi detido por sonegação fiscal e, em 1931, condenado a onze anos de prisão. Foi encarcerado na cidade de Atlanta, em 1932, e, em 1934, foi transladado ao centro penitenciário de Alcatraz.
Depois de passar oito anos na prisão, foi concedida a Capone a liberdade condicional. Sua deterioração (física e mental) já era notável, visto que, segundo relatos, padecia de sífilis. Depois de ficar um tempo no hospital, foi viver em sua mansão, situada em Miami Beach, onde viveu até o final de seus dias. Al Capone faleceu no dia 25 de janeiro de 1947.

GOMORRA A MÁFIA NAPOLITANA

Esta obra já clássica na história da literatura italiana, marco de uma espécie de novo despertar da arte neste país, é um retrato devastador do domínio da máfia napolitana na Itália, a Camorra, a mais violenta organização criminal do Planeta. Gomorra - A História Real de um Jornalista Infiltrado na Violenta Máfia Napolitana, escrito pelo jornalista Roberto Saviano e lançado pela editora Bertrand Brasil em 2008, é uma corajosa denúncia sobre a ação torpe desta entidade marginal, que não respeita regra alguma, nem mesmo um único guia de conduta interna.

Tamanha é a violência e a indignidade com que esta estrutura mafiosa atua, que logo se tornou conhecida como Gomorra, um trocadilho com o nome original, Camorra, remetendo à destruição da cidade dominada pelo pecado, descrita no Antigo Testamento. Ninguém escapa das garras destes criminosos; agentes governamentais, pessoas comuns, negociantes, membros do Poder Judiciário, políticos e integrantes do clero da Igreja Católica, todos são vítimas potenciais da máfia napolitana, assassinados ou aliciados por ela.
Navios não cessam de depositar no porto de Nápoles produtos de todo gênero, procedentes do próprio território italiano e também de outras regiões européias – restos de substâncias químicas, elementos considerados venenosos e, surpreendentemente, corpos humanos. Tudo aí desembarca ilegalmente. Destes recipientes de carga ao universo da moda dos altos círculos, Saviano vai desvendando os meandros desta organização letal, revelando como ela se infiltra nos lugares e setores mais remotos, dentro e fora do país, gerando no território italiano uma situação insustentável quando eleva ao topo o nível de criminalidade no continente europeu.
A Camorra atua tanto em planos menos significativos, como a transação de produtos piratas nos mercados de camelôs e a corrupção no campo do comércio do lixo, quanto nas esferas requintadas do mundo fashion e da arte, alcançando também o universo do tráfico mundial de drogas. Toda esta movimentação tem como cenário as maiores metrópoles do Planeta, de um extremo a outro, do Leste da Europa à América do Norte, da região chinesa ao Brasil.
Ao desvelar a realidade desta organização mafiosa nos mínimos detalhes, Roberto Saviano conheceu, ao mesmo tempo, o sucesso e o medo, a fama e a reclusão. Napolitano genuíno, nascido em 1979, membro de um círculo de investigadores do Observatório sobre a Camorra e a Ilegalidade, o autor foi obrigado a deixar sua terra natal e esteve a ponto de abandonar a Itália no final de 2008.
Perseguido e ameaçado, sob constante segurança policial, isolado, sem poder desfrutar de sua súbita condição de celebridade, ele se viu de repente vivendo como um condenado, em lugar não revelado, sem poder voltar a trabalhar, aos 29 anos. Seu único livro, Gomorra, lançado na Itália em 2006, foi adaptado para as telas dos cinemas pelas mãos hábeis do diretor Matteo Garrone, que conquistou, como a obra em que se inspira, sucesso imediato, principalmente nas mostras e festivais de cinema. Protagonizado, entre outros, pela célebre Angelina Jolie, o filme conquistou o Grand Prix no Festival de Cannes.
Todo este alvoroço em torno da história fragilizou ainda mais a situação de Saviano; em 2008 a Gomorra marcou as festas natalinas como o momento em que o jornalista deveria ser executado. Ironicamente a popularidade de sua obra, que já alcançou mais de 1 milhão de cópias vendidas em pelo menos quarenta países, decretou sua sentença condenatória.
Apenas em novembro de 2008 o escritor conseguiu retornar ao convívio social, integrando manifestações em prol da liberdade de expressão e conquistando a oportunidade de realizar conferências sobre sua obra. Até mesmo a Academia Nobel, de Estocolmo, prestou homenagens a ele, por sua intrepidez e perseverança.



Fontes

http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145416/
http://arquivoetc.blogspot.com/2008/10/gomorra-denncia-contra-mfia-napolitana.html
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=521AZL006

O guião para a salvação de Portas Quando se esperava o debate do orçamento assistiu-se à polémica em torno do ansiosamente esperado guião para a reforma do Estado, quando se esperava a liderança da bancada parlamentar do PSD assistiu-se ao protagonismo do CDS e a uma votação digna de um funeral, quando se esperava a liderança do debate por parte do primeiro-ministro ou, na ausência deste, pela ministra das finança o verdadeiro líder da maioria foi Paulo Portas.

O guião para a salvação de Portas

Quando se esperava o debate do orçamento assistiu-se à polémica em torno do ansiosamente esperado guião para a reforma do Estado, quando se esperava a liderança da bancada parlamentar do PSD assistiu-se ao protagonismo do CDS e a uma votação digna de um funeral, quando se esperava a liderança do debate por parte do primeiro-ministro ou, na ausência deste, pela ministra das finança o verdadeiro líder da maioria foi Paulo Portas.
Já não é  Cavaco que propõe negociações a pensar no pós troika, Cavaco anda desaparecido e enquanto Passos se vai apagando num mal disfarçado cansaço e em sinais de impotência de alguém que se sente incompetente para enfrentar a situação a que conduziu o país, é Portas que lança os reptos ao PS, propõe negociações e sugere o seu guião como base de trabalho. Não se percebe se Portas pertence a este governo ou se as negociações que propõe ao PS já visam um futuro entendimento pós-eleitoral.
Pouco tempo depois de ter ficado queimado junto da opinião pública com a sua demissão irrevogável Paulo Portas reaparece como um dos seus submarinos enquanto Passos Coelho ou se afunda ou se arrisca a enfrentar uma revolta a bordo, a lembrar o Bounty. Se dantes era o PSD a dizer que Portugal não era a Grécia, agora é Portas que se acha celta e põe o seu ministro da Economia a anunciar milagres económicos. Passos Coelho é o incompetente, o cansado, o incapaz, o responsável por tudo o que de mau é feito. Portas é o salvador e tendo assumido a liderança das pastas económicas teve a arte de adiar o guião até ao debate do OE para iludir as suas responsabilidades. Portas só dá a cara pelas pastas económicas quando lhe interessa e Passos deixa-se ultrapassar.
  
Mais do que um guião para a reforma do Estado o guião que está sendo elaborado por Paulo Portas serve para assegurar a sobrevivência da sua carreira política. O desastre a que o país está sendo conduzido começa a ser evidente e Portas prepara-se para dizer que o culpado foi o PSD e Passos Coelho, foi ele que escolheu Gaspar, que se apoiou na seita do falecido Borges e que nomeou  a actual ministra das Finanças contra a sua vontade. O que de bom tem acontecido na economia é obra da sua diplomacia económica e dos empresários que ele se tem esforçado por apoiar. Até a reforma do IRC foi conduzida por um homem da sua confiança.
Aquilo que se pode ler nos últimos acontecimentos políticos um guião para a salvação de Portas à custa do enterro de Passos Coelho, do PSD e do próprio Cavaquismo. A teia montada por Portas levou um PSD a aplaudir os discursos dos ministros do CDS ao mesmo tempo que votaram o OE em silêncio, conduziu Cavaco ao silêncio e a oposição interna a Passos Coelho no PSD a uma desorientação tal que até já desejam ver António Costa em primeiro-ministro, o mesmo António Costa que Portas e o CDS não se cansam de namorar, a pensar numa futura coligação. Entretanto, Passos Coelho comporta-se como aquele que é sempre o último a saber.

É incrível como um partido como o PSD anda agora a defender um guião que só revela incompetência e, como se isso não bastasse, centra a estratégia do seu governo nesse mesmo guião, tratando o seu autor como se fosse o verdadeiro primeiro-ministro. Este PSD está mesmo mal.

jumento.blogspot.pt

Impressionante!... ...estão cerca de 10.000 compatriotas a emigrar por mês. E, há quem diga que temos um excelente Governo! Enfim!... Eu contradigo!estamos a rasar o tempo do Estado Novo! Para acabar com ele foi preciso a oposição, ao tempo, unir-se! Revoltou-se e nem tão pouco interessa analisar quem teve o papel predominante no 25 de Abril! Sem negar o papel dos militares, acrescentarei o povo.

Impressionante!...

...estão cerca de 10.000 compatriotas a emigrar por mês. E, há quem diga que temos um excelente Governo! Enfim!...
Eu contradigo!estamos a rasar o tempo do Estado Novo! Para acabar com ele foi preciso a oposição, ao tempo, unir-se! Revoltou-se e nem tão pouco interessa analisar quem teve o papel predominante no 25 de Abril! Sem negar o papel dos militares, acrescentarei  o povo.
Quando os tempos que correm, são de desgraças infindáveis, perdendo-se o respeito pela pessoa humana, onde há patronato sem vergonha a oferecer 200€ a um trabalhador, de salário mensal, direi também, porque amo a liberdade e o caminho para a igualdade, tornar-se-à necessário outra revolução. Estou convencido que os democratas deste país, que não dormirão e, no momento certo o povo saberá onde deverá estar, lutando contra os algozes de agora, numa só grupo-uma oposição forte.

Chegou o tempo de meter na cadeia os exploradores, que não têm nenhum decoro, escravizando quem tem de vender a sua força, quer braçal, ou quer intelectual. Ninguém sobreviverá com ordenados muito abaixo do salário mínimo, se com este significa viver e ajudar a desenvolver a economia de Portugal: uma vida com dignidade tornou-se impossível. As pessoas já sentem essa realidade nas suas vidas e, então partem, deixando a vaga para trabalhadores asiáticos, trabalhando já a preço de uva mijona, com um saco cheio de vãs esperanças, qual mourama escravizada! Sempre esperei que as religiões denunciassem este tipo de situações. Pelos vistos a génese destas é semelhante: dividir para reinar e explorar, qual ópio do povo.


Aos cidadãos conscientes restará ter esperança de que saberemos dar a volta por cima, trazendo de regresso todos os que saíram, assim queiram, ao seio da nossa comunidade-a nossa Pátria, neste momento enferma. Urge, estar alerta! Ninguém deve poupar esforços para que estejamos unidos contra a tirania que perpassa por toda a nossa sociedade.


manuelinhodaire.blogspot.pt