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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Eurythmics - Would I Lie To You?


SOCIEDADES SECRETAS (PARTE11) - EUA: o papel dos franco-maçons, a consumação do poder dos Rothschild e o seu envolvimento no assassinato de Abraham Lincoln Franco-Maçonaria nos EUA Os rosa-cruzes fundaram sua primeira colónia (que é hoje a Pensilvânia) em 1694. Os franco-maçons, abriram suas primeiras lojas, com a permissão da loja mãe da Inglaterra, em 1730. Esse trabalho secreto exercido durante séculos pelos franco-maçons foi o que permitiu a criação dos Estados Unidos. Foram os franco-maçons que organizaram e realizaram a guerra da independência americana, foram eles também que escreveram e assinaram a constituição dos Estados Unidos.

EUA: o papel dos franco-maçons, a consumação do poder dos Rothschild e o seu envolvimento no assassinato de Abraham Lincoln

Os rosa-cruzes fundaram sua primeira colónia (que é hoje a Pensilvânia) em 1694. Os franco-maçons, abriram suas primeiras lojas, com a permissão da loja mãe da Inglaterra, em 1730.
Esse trabalho secreto exercido durante séculos pelos franco-maçons foi o que permitiu a criação dos Estados Unidos. Foram os franco-maçons que organizaram e realizaram a guerra da independência americana, foram eles também que escreveram e assinaram a constituição dos Estados Unidos. Mais ou menos um terço dos presidentes americanos foram franco-maçons.
Eles estão também largamente representados no congresso e no senado. O selo americano, a pirâmide, com o olho que tudo vê, as armas de Estado no verso do selo, a fênix, assim como a bandeira da pátria com 13 estrelas e as 13 listras são antigos e importantes símbolos franco-maçónicos. Naturalmente, eles foram criados sob a ordem dos Rothschild e introduzidos por Adam Weishaupt, mas o seu simbolismo remonta à época do Antigo Egipto. Foi Philippe Rothschild que fez o esboço da pirâmide dos Iluminatti, representada nas notas de um dólar, como revela a sua namorada Ayn Rand no seu livro «Atlas Shrugged».
No fim da guerra da independência, as lojas dos franco-maçons americanos desligaram-se da loja mãe inglesa e fundaram a sua própria Grande Loja Americana. Esta última comportava o “Rito de York”, composto de 10 graus (o 10.º grau é o dos templários) e o “Rito Escocês”, que é dividido também em 33 graus.
A maior parte dos franco-maçons imagina que não existem graus acima do 33º. De fato, os membros do 33º tornam-se os iniciados entre os Illuminati, que têm seus próprios graus (11º dos Protocolos).
Os Illuminati da Baviera já controlavam perfeitamente todas as lojas do “Grande Oriente” da Europa. Os franco-maçons da América, nessa época, ainda não estavam contaminados pelo “iluminismo” de Weishaupt. Isso aconteceu mais tarde.
Observação sobre a situação actual:
É preciso saber que provavelmente 90% dos franco-maçons de hoje não têm a mínima ideia do que os seus superiores, emaranhados na rede dos Illuminati, possam também tramar.
Os franco-maçons, como muitas outras organizações, nada mais são do que uma cobertura que permite aos Illuminati aumentarem sua influência.
Lyndon LaRouche dá a seguinte descrição: “A imagem das lojas locais dos franco-maçons não é dada, na maioria das vezes, pelas acções que elas demonstram. Frequentemente, são círculos de pessoas, solicitando certas finalidades de utilidade pública, que usam um aperto de mão secreto, ou outros sinais gestuais, próprios das Sociedades Secretas. Ao se reunirem, eles acreditam poder fazer-se passar por personalidades comuns do lugar. Isso é vantajoso para os seus negócios e para as suas carreiras.”
“As suas esposas também encontram, dessa forma, boas frequentações na Sociedade e ficam a saber as últimas bisbilhotices da vizinhança. Mas na direcção é bem ao contrário. Um simples irmão de loja não sabe, na verdade, o que se passa na direcção” (Neue Solidarität10 de Março de 1993).
Mencionemos, pois é interessante, que os franco-maçons alemães prussianos puseram-se ao serviço dos americanos, outros franco-maçons alemães sustentaram a Inglaterra e encheram os seus bolsos. Quase 30.000 soldados de seis estados alemães, dos quais a metade era originária de Hesse-Hanau, foram alugados para o governo inglês. Em numerosas batalhas contra os americanos havia no exército britânico mais soldados alemães do que ingleses. Citemos a Batalha de Trenton, onde só combateram alemães.
Durante esse tempo, como eram as finanças nos Estados Unidos?
Os presidentes Benjamin Franklin e Thomas Jefferson eram ferozmente contra a ideia de um banco central privado que controlaria a moeda americana. Após a morte de B. Franklin em 1790, os agentes de Rothschild promoveram Alexander Hamilton ao posto de ministro das finanças. Este criou o First Nacional Bank of the United States, o primeiro banco central americano. Ele foi estruturado como o “Banco da Inglaterra” e era controlado pelosRothschild.
Em 1811 terminou o contrato do banco com os Estados Unidos. A economia americana estava já de tal modo desestabilizada que o contrato de cinco anos não foi renovado. Em seguida, os Rothschild usaram tanto a sua influência no parlamento britânico que a Inglaterra exigia de volta as suas colónias na América. Isso causou a guerra de 1812-1814. Essa guerra endividou tão fortemente os Estados Unidos que não lhe restou nada mais a fazer senão pedir novamente um crédito aos banqueiros (isto é, ao banco central).
Em 1836 sob a presidência de Andrew Jackson, ele foi novamente liberalizado, mas retomou novamente a sua concessão em 1863 e tornou-se em 1913 a Reserva Federal Norte-Americana, hoje o banco central americano.
Com a morte de Mayer Amschel em 1812, o direito de decidir da fortuna familiar ficou com Nathan Rothschild. Garantido por essa posição, ele criou o Nathan Mayer Rothschild & Sons Bank em Londres, com sucursais em VienaParis e Berlim. Esse banco operava no mercado de acções e de empréstimos, assegurava os governos, administrava e dirigia outros bancos, companhias de estrada de ferro, fábricas de aço, indústrias de armas e outros.
Nos Estados UnidosN. M. Rothschild & Sons eram representados por Khun Loeb & Co.J.P. Morgan & Co. e August Belmont & Co.
Nathan conservou essa posição no clã familiar até 1836, quando foi envenenado durante uma reunião de família. O motivo da reunião foi a celebração do casamento de seu filho Lionel Rothschild. Alguns acham que Nathan foi suprimido porque mexia na fortuna familiar. O seu filho Lionel teve sucesso como novo chefe da N. M. Rothschild & Sons, e foi finalmente eleito para o parlamento britânico. Jacob (JamesRothschild, da sucursal parisiense, sucedendo Nathan, foi o administrador da fortuna familiar de 1836 a 1868.
Os Rothschild, aliados aos “Illuminati da Baviera”, representavam a força financeira que sustentava o sionismo e, mais tarde, o comunismo. Eles tramaram e financiaram muitas revoluções e guerras. Os Rothschild financiaram por exemplo, os dois campos da guerra civil americana de 1861 a 1865.
De Dezembro de 1860 a Maio de 1861, onze estados americanos cujo sistema económico se baseava na escravidão (os estados do Sul) desligaram-se da União e constituíram os “estados confederados”. Isso provocou a Guerra da Secessão em Abril de 1861 contra os outros estados da União situados ao norte dos Estados Unidos. Foram quase que exclusivamente os agentes de Rothschild que criaram e fomentaram a guerra civil.
Um destes provocadores foi Georges Bickley, que havia fundado os “Cavaleiros do Círculo de Ouro”. Por intermédio de Bickley e dos seus cavaleiros, a casa Rothschild insistiu sobre os inconvenientes que representava a União para os estados confederados.
Nos outros estados da União, ao contrário, os Rothschild, servindo-se de J.P. Morgan e de August Belmont, acentuaram as vantagens da União.
O banco de Rothschild de Londres financiou o Norte, e o de Paris, o Sul. Que negócio colossal para os Rothschild! Só se pode ser o vencedor quando se financia os dois campos e quando se lhes fornece as armas. Quem seriam os vencedores? Os americanos, os do Norte e os do Sul! (cumprimentos a Maquiavel).
Entretanto, o presidente Lincoln, que havia percebido o jogo dos Rothschild, recusou-se, em 1862 e 1863, a pagar-lhes os juros que se elevavam a somas colossais. Pouco depois, ele encarregou o congresso de fazer imprimir os dólares Green Back, para pagar as tropas da União. Bem entendido, isto não estava de acordo com o plano dos Rothschild. A conseqüência foi que, por sua ordem, um dos seus agentes, John Wilkes Booth, matou Lincoln em 14 de Abril de 1865. Mais tarde ele foi libertado da prisão pelos “Cavaleiros do Círculo de Ouro” e passou o restante de sua vida agradavelmente na Inglaterra com uma soma rechonchuda oferecida pelos Rothschild.
Após a morte de Lincoln, os dólares Green Back foram novamente retirados de circulação e resgatados a um preço ridiculamente baixo pelos banqueiros MorganBelmont e Rothschild.
http://paradigmatrix.ne

O FANTASMA DA LIBERDADE - 1,44H DE FILME LEGENDADO EM PORTUGUÊS - FILME COMPLETO - Quem nunca sentiu um inebriante desejo de subverter todas as regras de conduta social, desligar-se daquele paradoxo enfático que distingue o certo do errado e experimentar sensações que contrariam todo e qualquer padrão ordinário de ética? Garanto que, se este “ser” existe, ele não é nada, mas nada normal. O Fantasma da Liberdade, penúltima obra do mestre espanhol Luis Buñuel, é um filme que compactua “pessoalmente” com este tipo de sentimento. Aliás, é com ele que Buñuel finalmente liberta de seu corpo aquele espectro maldito que lhe assombrara durante toda a vida, o próprio “fantasma da liberdade”; afinal, o diretor nunca estivera tão livre para emaranhar o espectador em situações de pura oniricidade surrealística quanto agora, tendo como mote apenas aqueles supracitados questionamentos, entre algumas outras cositas más.

Luis Buñuel – O Fantasma da Liberdade



O Fantasma da Liberdade, legendado em português. Um filme de Luis Buñuel (1974) com  Jean-Claude BrialyAdolfo Celi e Michel Piccoli.

O Fantasma da Liberdade (Luis Buñuel, 1974)

Quem nunca sentiu um inebriante desejo de subverter todas as regras de conduta social, desligar-se daquele paradoxo enfático que distingue o certo do errado e experimentar sensações que contrariam todo e qualquer padrão ordinário de ética? Garanto que, se este “ser” existe, ele não é nada, mas nada normal. O Fantasma da Liberdade, penúltima obra do mestre espanhol Luis Buñuel, é um filme que compactua “pessoalmente” com este tipo de sentimento. Aliás, é com ele que Buñuel finalmente liberta de seu corpo aquele espectro maldito que lhe assombrara durante toda a vida, o próprio “fantasma da liberdade”; afinal, o diretor nunca estivera tão livre para emaranhar o espectador em situações de pura oniricidade surrealística quanto agora, tendo como mote apenas aqueles supracitados questionamentos, entre algumas outras cositas más. 
É por isso que, a grosso modo, O Fantasma da Liberdade não possui nem ao menos uma história. Ou melhor, até poderíamos definir uma linha de condução narrativa para este grande conjunto de situações aparentemente desconexas que Buñuel utiliza para a composição da obra, mas ela passaria muito, mas muito longe de poder ser considerada uma trama, propriamente dita. Não é um filme que apresenta uma continuidade entre as seqüências, mas todas elas, por mais que sejam cabalisticamente surreais, servem para estruturar e ilustrar a mensagem que Luis tenta transmitir ao espectador: de que a liberdade, em virtude das amarras sociais e de nossa própria voluntariedade em segui-las, só pode ser experimentada por nós na forma de arte, sonho ou de pura ilusão. É uma utopia que, infelizmente, será irreversivelmente mantida como tal. 
Porém, mesmo com uma mensagem sutilmente amarga, Buñuel constrói em O Fantasma da Liberdade aquela que pode facilmente ser reconhecida como a obra mais hilariante de sua carreira – o que é um inestimável elogio, já que, mesmo quando não tem realmente esta intenção, o diretor nos brinda com momentos de extrema inteligência e sofisticação cômica. É um filme que se utiliza de absurdos, devaneios cáusticos da mente afiadamente genial de Buñuel, que compõem uma das maiores coletâneas surrealistas do cinema. Desde o início, passado na época das guerras napoleônicas, até o alucinado final, o que vemos é uma colagem preciosa de seqüências surtadas que apostam em uma sensacional inversão de valores para criticar, sempre de maneira embasada e, claro, cômica, os valores sociais mais desprezados pelo diretor – além, claro, de conter aquelas habituais alfinetadas na burguesia e no clericalismo (no caso do segundo, dessa vez, uma bela duma flechada, isso sim).
A maneira utilizada por Buñuel para conectar uma seqüência à outra, por sinal, é extremamente brilhante, e faz com que a mudança de situação não ocorra de maneira tão abrupta quanto se fossem divididas em simples esquetes – o que seria, certamente, a opção utilizada por um realizador mais ordinário. O diretor, em O Fantasma da Liberdade, sempre procura ligar os fatos através de uma personagem em comum entre as seqüências, ou seja, o figurante de uma cena passa a ser o protagonista de outra, que por sua vez resulta em algum fato que sucede um encontro entre a câmera e mais outro personagem, que virá a ter seu sonho relatado numa próxima seqüência, e por ai vai. Tudo é devidamente encaixado, passando uma sensação de pseudo-conectividade que realmente faz sentido aos olhos do espectador – pseudo em virtude de não terem, na verdade, uma relação entre si, a não ser esta que acabo de citar, forjada pelo diretor.
Um bom exemplo desta “conectividade artificial” (na verdade, todas as seqüências poderiam ser citadas aqui, mas tive de escolher apenas uma) é o momento em que, após ter passado a noite em uma pousada de estrada (em um dos momentos mais hilários do filme, onde o diretor deixa a câmera no corredor do hotel e passa a acompanhar as desventuras de uma gama de personagens excêntricos, desde padres viciados em jogatina até um casal sadomasoquista), uma personagem vai se preparar para prosseguir a viagem que realiza. A câmera desce com ela até o saguão, onde acaba por filmar sua conversa com outro homem. Quando se separam, ao invés de prosseguir junto à moça, Buñuel passa a acompanhar os movimentos do segundo elemento, no caso, o homem, iniciando uma nova seqüência. 
Esta seqüência, aliás, resulta em um dos momentos mais excêntricos e fantásticos de todo o cinema. É uma daquelas amostras completas da genialidade de um realizador, que não nos permitem desfrutar do benefício da dúvida. Trato de uma história contada pelo professor de uma academia policial, na qual Buñuel utiliza-se de uma irônica e finíssima inversão de valores para reforçar de maneira ainda mais explícita suas idéias contra as convenções pré-estabelecidas da sociedade, forçando seus personagens a protagonizarem uma descaracterização total de uma das práticas burguesas mais características (e bastante enfatizada pelo diretor): o jantar. É o relato de uma sociedade onde as pessoas se reúnem ao redor da mesa para defecar e, às escondidas, no “banheiro”, praticam o ato da alimentação. Um momento de pura genialidade – reflexo da mente doentia de Luis Buñuel -, que faz parte da conjuntura de um dos filmes mais singulares da carreira deste que fora um dos diretores mais autorais de toda a história. Uma verdadeira e imperdível obra-de-arte surrealística.

XV FEIRA INTERNACIONAL DO CAVALO LUSITANO Caracterizada pela fertilidade de suas terras, pela abundância de pastos e pela beleza de suas paisagens marcadamente rurais, a Golegã mantém a arquitectura tradicional Portuguesa. Segundo vários autores, a Vila da Golegã teve origem no tempo de D. Afonso Henriques ou de D. Sancho I, quando uma mulher natural da Galiza e que residia em Santarém veio estabelecer-se com uma estalagem neste local.




XV FEIRA INTERNACIONAL DO CAVALO LUSITANO

Caracterizada pela fertilidade de suas terras, pela abundância de pastos e pela beleza de suas paisagens marcadamente rurais, a Golegã mantém a arquitectura tradicional Portuguesa. Segundo vários autores, a Vila da Golegã teve origem no tempo de D. Afonso Henriques ou de D. Sancho I, quando uma mulher natural da Galiza e que residia em Santarém veio estabelecer-se com uma estalagem neste local. Que a Golegã já existia no século XV, parece não haver dúvidas, bem como depois de se haver estabelecido nela a dita Galega, ter passado a denominar-se Venda da Galega, Póvoa da Galega, Vila da Galega e mais tarde por corrupção de linguagem, "Golegã".
Em 1571, tem início a actual Feira de São Martinho da Golegã, hoje também Feira Nacional do Cavalo e Feira Internacional do Cavalo Lusitano. A partir de 1833, e com o apoio dado pelo Marquês de Pombal, a feira começou a tomar um importante cariz competitivo, realizando-se concursos hípicos e diversas competições de raças. Os melhores criadores de cavalos concentravam-se então na Golegã. Em meados do século XVIII, teve o seu começo a Feira da Golegã, chamada até 1972 Feira de São Martinho, data a partir da qual passou a denominar-se Feira Nacional do Cavalo. É a Feira Nacional do Cavalo a mais importante e mais castiça de todas as feiras que no seu género se realizam em Portugal e no mundo. Aqui apresentam-se todos os criadores, com os seus belos exemplares, razão pela qual se transaccionam na Golegã os melhores puro-sangue criados no País, que são vendidos para vários pontos do globo, sendo o mais importante evento nacional Equestre e o maior entreposto comercial do Puro Sangue Lusitano, reconhecido mundialmente.
(...)

HISTÓRIA DO CAVALO LUSITANO

Montado há já cerca de 5000 anos, o mais antigo cavalo de sela do Mundo chega ao limiar do século XXI reconquistando o esplendor de há dois mil anos, quando Gregos e Romanos o reconheceram como melhor cavalo de sela da antiguidade. Cavalo de “sangue quente” como o Puro Sangue Inglês e o Puro Sangue Árabe, o Puro Sangue Lusitano é o produto de uma selecção de milhares de anos, o que lhe garante uma “empatia” com o cavaleiro superior a qualquer raça moderna. Seleccionado como cavalo de caça e de combate ao longo dos séculos, é um cavalo versátil, cuja docilidade, agilidade e coragem, lhe permitem hoje competir em quase todas as modalidades no moderno desporto equestre, confrontando-se com os melhores especialistas.
O Puro Sangue Lusitano, é procurado como montada de desporto e de lazer, e como reprodutor pelas suas raras qualidades de carácter e antiguidade genética. A sua raridade resulta de um pequeníssimo efectivo de cerca de 5000 éguas reprodutoras. Em Portugal, berço da raça, estão apenas em reprodução cerca de 2500 éguas, no Brasil 1200, em França 600, distribuindo-se as restantes pelo México, Inglaterra, Bélgica, Alemanha, Itália, Canadá e Estados Unidos da América. Hoje o efectivo da Raça Lusitana está em crescimento, sobretudo na Europa, onde há uma extraordinária progressão em quantidade e qualidade.
A qualidade geral da produção tem aumentado muito, e tudo leva a crer que se venham a estabelecer novas linhas dentro da Raça, contribuindo para o seu progresso e assegurando a sua variabilidade genética. No séc. XXI, o Puro Sangue Lusitano continua a ser o cavalo por excelência para a Arte Equestre e para o Toureio. Mas para além de ser o cavalo que dá maior prazer montar, continuará a surpreender pela sua natural aptidão para os Obstáculos, para o Ensino, Equitação de Trabalho e Atrelagem de Competição, duas disciplinas em que já foi Campeão do Mundo.   A institucionalização oficial do Stud-Book da Raça Lusitana, em 1967, foi um passo decisivo, ao condicionar a admissão de reprodutores, dando origem a um generalizado e criterioso trabalho de selecção.


1 DE NOVEMBRO (SExta-fEiRa | fRiDay)
 Largo do arneiro
09h00 Concurso de Saltos de Obstáculos | Show Jumping
 Hippos
11h00 Concurso Completo de Atrelagem - Ensino | Horse Driving Competition- Dressage
 equuspoLis
18h00 Exposição de Pintura de Frédérique Lavergne | Painting Exibition
 casa-estúdio carLos reLvas
19h00 Exposição de Fotografia “Ribatejo, o Outro Lado da Cor”
 Fotógrafos Amadores do Ribatejo | Photography Exibition
 2 DE NOVEMBRO (SáBaDO | SatuRDay)
 Hippos
07h30 Partida do Concurso de Resistência Equestre | Departure - Endurance Competition
 Largo do arneiro
09h00 Concurso de Saltos de Obstáculos | Show Jumping
 Fim de Tarde - Entrega de prémios do Concurso de Resistência Equestre | Endurance
Competition Prize Giving
 quinta da Labruja
14h00 Concurso Completo de Atrelagem - Maratona | Horse Driving Competition - Marathon
 campo de ténis
 XV Open Golegã FNC | Tennis Open
 equuspoLis
17h00 “S. Martinho - Golegã” Apresentação do Livro de Serrão de Faria | Book Presentation
 3 DE NOVEMBRO (DOMiNgO | SuNDay)
 Hippos
11h00 Concurso Completo de Atrelagem - Cones | Horse Driving Competition
 Largo do arneiro
09h00 Concurso de Saltos de Obstáculos | Show Jumping
 campo de ténis
 XV Open Golegã FNC | Tennis Open
 6 DE NOVEMBRO (QuaRta-fEiRa | WEDNESDay)
 Hippos
09h00 I Congresso Equino Hippos Golegã | I Equine Congress Hippos Golegã
10h00 Concurso de Dressage Nacional – Prova P2, E2 e M2 | National Dressage Competition
15h00 Prova de Equitação à Portuguesa – Prova Nível B e A | Portuguese Equitation Tests
15h00 Concurso de Dressage Nacional – Prova C2 | National Dressage Competition
 equuspoLis
09h00 III as Jornadas do Grupo de Trabalho de Investigação em Equídeos - “Panorama da
investigação equina em Portugal” | Journeys of the Working Group of Equidae Research
17h30 “Importância das doenças transmissíveis com implicações no trânsito de equídeos”
Fórum da Associação de Médicos Veterinários de Equinos | Forum of the Association
of Equine Veterinarians
 7 DE NOVEMBRO (QuiNta-fEiRa | thuRSDay)
 Hippos
09h00 I Congresso Equino Hippos Golegã | I Equine Congress Hippos Golegã
10h00 Concurso de Dressage Nacional – Prova P3, E3 e M3 | National Dressage Competition
15h00 Concurso de Dressage Nacional – Prova C3 e S. Jorge | National Dressage Competition
 Largo do arneiro
 LIV Concurso Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela FNC e XV Concurso
Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela da Feira Internacional do Cavalo Lusitano
10h00 Poldros de 3 anos, apresentados à mão | 3 Yr. Old Colts
15h00 Cavalos de 4 anos, apresentados montados | 4 Yr. Old Horses (Presented Under Saddle)
17h00 Cavalos de 5 anos ou mais, apresentados montados | 5Yr. Old Horses (Presented Under Saddle)
18h30 Um Cavalo a ver… um Cavalo a adquirir… | To see a Horse… to get a Horse
20h00 Troféu D. Diogo de Bragança, VIII Marquês de Marialva, - Concurso de Dressage
Nacional - Prova livre com música - Nível Internacional | National Dressage Competition
20h30 Apresentação Equestre da Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Alter do
Chão | Equestrian Presentation
22h00 Centro Equestre da Lezíria Grande | Horse Show
 campo de ténis
 XV Open Golegã FNC | Tennis Open
 8 DE NOVEMBRO (SExta | fRiDay)
 Hippos
10h00 Taça de Portugal de Equitação de Trabalho - Ensino | Dressage of Working Equitation
Portuguese Cup
11h00 Final do Campeonato Nacional de Derby´s (1ª.Mão) | Horse Driving Derby - National
Championship
 Largo do arneiro
18h00 Um Cavalo a ver… um Cavalo a adquirir… | To see a Horse… to get a Horse
21h00 Apresentação da Escola Portuguesa de Arte Equestre | Presentation
22h00 Horse Ball - Open
 quinta dos áLamos
20h00 Baile da Jaqueta | Traditional Portuguese Equestrian Costume Ball
 campo de ténis
 XV Open Golegã FNC | Tennis Open
 9 DE NOVEMBRO (SáBaDO | SatuRDay)
 Hippos
11h00 Taça de Portugal de Equitação de Trabalho - Maneabilidade | Portuguese Cup Working
Equitation
 Largo do arneiro
11h00 Final do Campeonato Nacional de Derby´s (2ª.Mão) | Horse Driving Derby - National
Championship
15h00 Um Cavalo a ver… um Cavalo a adquirir… | To see a Horse… to get a Horse
16h00 Cerimónia de Distribuição de Prémios da Feira de S. Martinho, XXXVIII Feira Nacional
do Cavalo e da XV Feira Internacional do Cavalo Lusitano – Campeões de Raça |
Official Award Ceremony of the 2013 Fair - Breed Champions
18h30 Homenagem ao Presidente de Honra do Concurso de Cavalo de Sela 2013,
 Dr. José Veiga Maltez | Tribute to the Horse Saddle President, Dr. José Veiga Maltez
19h00 Prémios Golegã - Distinção à Excelência Equestre | Golegã Prizes – Distinction of
Equestrian Excellence
21h00 Comemoração dos 25 anos do Horse Ball na Golegã | Horse Ball in Golegã 25th
Anniversary - Homenagem a Filipa Valença e João Ralão Duarte | Tribute to Filipa
Valença and João Ralão Duarte
21h15 Horse Ball
23h00 Cavalhadas – Prova de Perícia e Destreza | Mounted Games - Skill and Expertise Test
 quinta da Labruja
15h00 Cross por Equipas | Team Cross
 campo de ténis
 XV Open Golegã FNC | Tennis Open
 10 DE NOVEMBRO (DOMiNgO | SuNDay)
 DIA EUROEqUUS / EUROEqUUS’ DAy
 Largo do arneiro
11h00 Final do Campeonato de Maneabilidade de Centros Hípicos (ANTE) | Horse Driving
Final Championship for the Riding Schools
16h00 Taça de Portugal de Equitação de Trabalho - Velocidade | Portuguese Cup Working Equitation
 Hippos
14h30 Campeonato Nacional de Corridas de Cavalos a Galope e a Trote
 Grande Prémio Golegã 2013 | National Horse Racing Gallop and Trot Championship
2013 Golegã Gran Prix
 campo de ténis
 XV Open Golegã FNC | Tennis Open
11 DE NOVEMBRO (SEguNDa | MONDay)
 DIA DE SãO MARTINHO / SAINT MARTIN’S DAy
 porta de fernão Lourenço
12h30 Partida do Cortejo dos Romeiros de São Martinho | Procession of Saint Martin’s Pilgrims
 igreja matriz
13h00 Benção dos Romeiros de São Martinho | Blessing of Saint Martin’s Pilgrims
13h30 Chegada do Cortejo dos Romeiros de São Martinho | Arrival of Saints Martin´s Pilgrim


realfamiliaportuguesa.blogspot.pt

Deixem ver se percebo: - O Joaquim pede emprestado quase 300 milhões de euros para comprar os jornais DN, JN e a TSF, aos bancos BCP e BES; - O Joaquim não paga! … nem os juros!; - Os bancos perdoam quase 2/3 da divida; - Outra parte convertida em capital, ficando o Joaquim com uma parte!!!!

Deixem ver se percebo:
- O Joaquim pede emprestado quase 300 milhões de euros para comprar os jornais DN, JN e a TSF, aos bancos BCP e BES;
- O Joaquim não paga! … nem os juros!;
- Os bancos perdoam quase 2/3 da divida;
- Outra parte convertida em capital, ficando o Joaquim com uma parte!!!!
- O BCP recebeu uma ajuda do Governo ( isto é, de todos nós) de três mil milhões de euros! para tapar os ‘seus’ buracos e os da OLIVEDESPORTOS ??;
- AO QUE CONSTA, A MAIOR PARTE DA OLIVESDESPORTOS VAI SER COMPRADA PELO MOSQUITO, EMPRESÁRIO ANGOLANO QUE JÁ COMPROU A SOARES DA COSTA E TEM INTERESSES NA SAD DO SPORTING.
Conclusão:
- O Joaquim comprou uma grande empresa de comunicação social, com muita influência política.
- O Joaquim não meteu um tostão seu na compra, pois os bancos pagaram por ele.
- O Joaquim não pagou a dívida…..nem vai pagar.
- Os bancos quase que faliram e perdoam.
- Não faz mal, a malta paga sempre.
Terei ‘percebido’ bem?
Ah, esqueci-me: o Joaquim é dono da SportTv, que manda no futebol, e nenhum Banco penhorou as acções dele!
E NINGUÉM VAI PRESO???
ISTO É UMA GANG DE GATUNOS A VIVEREM Á NOSSA CUSTA!!!

(Texto de: Vicky Paes Martins)

Dicionário de Português, Edições Abel Xavier

aristocratas

recebido por mail

Dicionário de Português, Edições Abel Xavier

by Cláudio Almeida
Image

A

Apita (A-pita): Uma adolescente que usa o Ask.fm;

Arroto (Ar-roto): Massa de oxigénio com tendências homossexuais;



B

Bulimia (Bule-e-mia): Trabalha com afinco enquanto imita um gato.



C

Camaleão (cama-leão!): [Gíria] Mandar um sportinguista dormir.



D

Dinastias (Dinas-tias): [Calão] Fufas de Cascais.



E

Embaraçada (Em-bar-açada): Senhora a enfrascar-se em álcool para esquecer a irritação nas virilhas.



F

Fiscal (fis-cal): Criei óxido de cálcio.



G

Gerador (Gera-dor): Nome dado, na gíria, ao Orçamento de Estado para 2014.



H

Hidrogénio (Hidro-génio): indivíduo que denota conhecimentos fora do comum sobre água.



I

Involuntária (In-Voluntária): Pessoa que ajuda os pobrezinhos porque é chique.



J

Javali (Java-ali): Indicação do único computador da casa onde se consegue fazer o IRS online.



K

Koala (Ko-ala!): Mandar alguém levantar o rabo e dar de frosques.



L

Lambrusco (Lam-Brusco): Casamento entre uma ovelha e um Carrilho.



M

Mascara/Mascaro (Mas-cara/Mas-caro): Refutação de qualquer argumento da sua mulher sobre compras. 
E.g.:
- Esta saia é tão LINDA!
- Mascara.



N

Net: Filho do filho de um algarvio.



O

Ovários (Oh!-Vários!): Resposta que as pitas do Urban dão à pergunta "Já foste para a cama com algum homem?"





P

Paixão (pai-xão): Soalho que reclama a paternidade de alguém:

Primazia (Prima-azia): Alcunha que se dá àquela prima gorda com buço, que dá a volta ao estômago só de ver.



Q

Qualidade (Qual-idade): forma discreta e educada de falar da idade a uma senhora. E.g: "Esta gaja tem qualidade?"





R

Rebanho (Re-banho): Ato de se lavar novamente, tal é a camada de sarro que você tinha nesse corpo.



S

Simpatia (Sim-pa-tia): Dar a sua concordância ao que a irmã da sua mãe disse.



T

Turbolento (Turbo-lento): Chaço que tem um autocolante a dizer "Turbo" e dá 90 a descer.



U

Unguento (Un-guento): Expressão elogiosa que compara um jogador a uma estrela do Real Madrid das décadas de 50 e 60.

E.g.: Eh pá, este gajo joga! Temos aqui unguento!





V

Vidente (Vi-dente!): Interjeição de espanto que os sportinguistas proferem quando vêem um benfiquista que não corresponde às suas expetativas.



W

Wasabi (W-a-sabi): Expressão muito usada para fugir com o rabo à seringa, criando um amigo imaginário chamado "A".
E.g.:
- Alguém sabe quem é o culpado disto?
- Wasabi.



X

Xabregas (Xá-Bregas): Rei da Pérsia que fala como a Fanny.



Y

Yakuza (Y-akuza!): Que ainda tem a lata de por as culpas noutras pessoas.



Z

Zaragata (Zara-gata): Gaja que até com roupa de 10€ é boa.

PURGAS NEO-LIBERAIS - por terem apoiado listas adversárias MARGARIDA GOMES 30/10/2013 - 00:00 Decisão de desfiliação está nas mãos do conselho de jurisdição nacional. Mas pode haver mais de 500 processos idênticos O PSD prepara-se para expulsar 396 militantes que estiveram envolvidos em candidaturas adversárias às do partido nas recentes eleições autárquicas. Ao que o PÚBLICO apurou junto de dirigentes nacionais do PSD, estes processos, que resultam de queixas, aguardam já decisão do conselho de jurisdição nacional. Mas outras queixas estão a caminho e no total podem abranger mais de cinco centenas de militantes.

PSD propõe expulsão de 396 militantes por terem apoiado listas adversárias

Decisão de desfiliação está nas mãos do conselho de jurisdição nacional. Mas pode haver mais de 500 processos idênticos


O PSD prepara-se para expulsar 396 militantes que estiveram envolvidos em candidaturas adversárias às do partido nas recentes eleições autárquicas. Ao que o PÚBLICO apurou junto de dirigentes nacionais do PSD, estes processos, que resultam de queixas, aguardam já decisão do conselho de jurisdição nacional. Mas outras queixas estão a caminho e no total podem abranger mais de cinco centenas de militantes.
De acordo com os estatutos do partido, "cessa a inscrição no partido dos militantes que se apresentem em qualquer acto eleitoral nacional, regional ou local, na qualidade de candidatos, mandatários ou apoiantes de candidatura adversária da que foi apresentada pelo PPD/PSD". Os estatutos determinam ainda "a suspensão automática e imediata de todos os direitos e deveres de militante, desde o momento da apresentação da candidatura até ao trânsito de decisão final".
Ontem, o presidente da concelhia de Matosinhos do PSD, Pedro da Vinha Costa, enviou para a direcção nacional uma queixa com contornos idênticos, na sequência da decisão tomada em plenário de militantes. "Não há comportamento mais grave do que trair o partido a que se pertenceu. Ninguém é obrigado a ser militante do PSD. Não se pode é estar com um pé fora e um pé dentro", declarou este dirigente ao PÚBLICO.
Como os estatutos são claros em relação às sanções a aplicar aos militantes que infrinjam os seus deveres para com o partido, todos aqueles que estiveram ligados a candidaturas opositoras saltaram automaticamente das listas de militantes das respectivas secções, listas que vão servir de base aos cadernos eleitorais nas eleições que vão decorrer em muitas concelhias do partido.
No caso de Gaia, por exemplo, "há muitas pessoas" que estavam inscritas numa lista de militantes em Maio passado e que agora já não fazem parte da lista que foi fornecida pela direcção nacional. Uma grande parte dessas pessoas tinha apoiada a candidatura de José Guilherme Aguiar, que se desfiliou do PSD para se candidatar como independente contra Carlos Abreu Amorim. E ao longo do dia de ontem houve muita especulação sobre as razões pelas quais os militantes não constam.
O partido, pela voz do líder distrital do Porto do PSD, Virgílio Macedo, assegurou que os "militantes afastados têm as quotas em atraso". Já os apoiantes de Guilherme Aguiar falam de purga. Entre as pessoas que deixaram de constar das listas estão familiares de Guilherme Aguiar, que são militantes do partido. A filha do candidato, Ana Gomes Aguiar, é uma das pessoas com quotas em dia, mas que deixou de constar da lista de militantes da secção.
Ao que foi possível apurar, o nome da filha de Guilherme Aguiar faz parte da queixa que Firmino Pereira, vereador e vice-presidente da distrital, fez chegar à direcção do partido e que dá conta do seu envolvimento na candidatura autárquica do pai. Refira-se que Firmino Pereira vai ser candidato à concelhia do PSD de Gaia.
Uma apoiante do candidato independente, Maria Orquídea Correia, ligou ontem para a redacção do PÚBLICO a dar conta da sua indignação pelo facto de não fazer agora parte da lista, associando esta circunstância ao facto de não poder votar nas próximas eleições para a concelhia de Gaia, marcada para o dia 23, por não constar da lista.
Segundo o partido, os militantes que tiveram as quotas em atraso podem fazê-lo até dez dias antes do acto eleitoral nas respectivas concelhias, mas são também obrigados a enviar uma prova de residência.

PCP divulga 12 medidas alternativas ao OE a partir de hoje O Partido Comunista Português (PCP) inicia hoje uma série de acções de proximidade com a população para divulgar 12 medidas alternativas ao Orçamento do Estado para 2014 (OE2014) proposto pelo Governo da maioria PSD/CDS-PP. "[É] uma chamada de atenção relativamente às mentiras que são utilizadas e que baseiam a política do Governo, com as quais se procura chantagear as pessoas para que aceitem todos os assaltos, todos os roubos, todos os cortes que vão sendo efectuados", disse à Lusa o líder parlamentar comunista João Oliveira.

PCP divulga 12 medidas alternativas ao OE a partir de hoje


O Partido Comunista Português (PCP) inicia hoje uma série de acções de proximidade com a população para divulgar 12 medidas alternativas ao Orçamento do Estado para 2014 (OE2014) proposto pelo Governo da maioria PSD/CDS-PP."[É] uma chamada de atenção relativamente às mentiras que são utilizadas e que baseiam a política do Governo, com as quais se procura chantagear as pessoas para que aceitem todos os assaltos, todos os roubos, todos os cortes que vão sendo efectuados", disse à Lusa o líder parlamentar comunista João Oliveira.
O deputado do PCP, juntamente com os parlamentares do PCP Bruno Dias e David Costa, vai inaugurar estas iniciativas, a partir das 8:30, junto ao Cais do Sodré, estando ainda previstas, entre outras, uma acção semelhante para a rotunda da Boavista, no Porto, pelas 18:00.
"No fundo, um contacto directo para esclarecimento e mobilização das pessoas relativamente àquilo em que se traduz o Orçamento do Estado, em relação ao que contém em termos de opções políticas e consequências para a vida das pessoas", continuou João Oliveira.
Para o deputado comunista, tem que se "afirmar que há alternativa e que o PCP tem um conjunto de propostas que consubstanciam essa alternativa".
"Talvez haja dois elementos que sejam de particular acuidade. Por exemplo, as questões relacionadas com a necessidade de apoiar, estimular e desenvolver a produção nacional em rotura com aquela perspectiva de dependência e endividamento externos, tal como as propostas relacionadas com a distribuição de rendimentos e a valorização do trabalho e dos trabalhadores, nomeadamente por via da valorização dos salários", especificou.
O PCP apresentou na semana passada um conjunto de três propostas para reduzir a despesa do Estado em 2014 num montante de até 8,6 mil milhões de euros, ainda antes de o primeiro-ministro, Passos Coelho, ter sugerido na terça-feira que a oposição apresentasse um OE2014 "alternativo" desde que respeite a meta do défice de quatro por cento.
O conjunto de 12 propostas comunistas para uma "política patriótica e de esquerda" assenta em cinco eixos: "rejeição do pacto de agressão" (memorando de entendimento com a 'troika'), "promoção e desenvolvimento da produção e da riqueza nacionais" e a "alteração radical das políticas financeiras e fiscal", com vista à "recuperação pelo Estado do comando democrático da economia" e "libertação do país das imposições supranacionais".
O PCP avança com a necessidade de "aumento dos salários", "aumento das pensões de reforma", "alargamento do acesso ao subsídio de desemprego", "reposição do abono de família", "congelamento do preço dos transportes", "imposição dos preços regulados dos combustíveis", bem como o "estabelecimento de um preço máximo para 2014 num conjunto de bens essenciais básicos alimentares e de higiene".
Do rol de alternativas constam ainda "congelamentos dos preços de serviços essenciais", "congelamento dos aumentos das portagens e eliminação das portagens SCUT", "revogação da nova lei do arrendamento", "reposição do valor das taxas moderadoras" e "reforço da acção social escolar".
Lusa/SOL

UM BIG BROTHER MAIS SÉRIO - METI-LHE OS PALITOS VÁRIAS VEZES -A ex-mulher de Carrilho admite, porém, que lhe meteu “os palitos as vezes” que lhe apeteceu, mas que embora o antigo ministro lhe tenha dito que a amava “profundamente”, acabou por vir “de faca em riste” para cima de si e foi aí que decidiu abdicar de tudo, inclusive da casa e do filho apenas para se livrar do calvário da violência.

Joana Varela Carrilho "veio de faca em riste para cima de mim"
É um dos casos mais mediáticos do ano, mas parece ainda não ter o fim à vista. A separação de Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho está a dar que falar e o Diário de Notícias avança esta quarta-feira com novos capítulos à história. Joana Varela, ex-mulher do antigo ministro, quebra o silêncio e revela episódios de bruta violência, facas, traições e bipolaridade.
FAMA
Carrilho veio de faca em riste para cima de mim
DR
Depois de se ter oferecido como testemunha de Bárbara Guimarães, Joana Varela, ex-mulher de Manuel Maria Carrilho, deu uma entrevista ao Diário de Notícias onde confessa alguns dos episódios mais negros do seu casamento com o antigo ministro.

“A primeira vez tinha 25 anos e bateu-me durante um dia inteiro”. A causa deste episódio de violência deveu-se, diz a antiga funcionária da Gulbenkian, a uma traição: “Eu percebi que ele tinha um caso e um dia pus-me a beber bagaço até cair para o lado (…). E aí pensei que isto só terminaria se também fosse para a cama com alguém. E fui. No dia seguinte disse-lhe ‘estamos quites’”.
A agora reformada, com 62 anos, classifica Manuel Maria como “uma pessoa violenta por natureza”, sem consciência e “com pouco sentido de dignidade do outro”. Em entrevista, Joana Varela admite que o primeiro episódio de violência ocorreu quando tinha 25 anos e que o marido de então a fazia sentir “abaixo de cão”.

Contudo, a atitude de Joana não agradou ao professor universitário que a espancou “o dia inteiro” com “imensos pontapés” e “uma faca encostada ao pescoço”. Segundo a própria, a cena de agressão deu-se com a presença do filho do casal, que estava escondido na cozinha com o irmão da Joana.
A ex-mulher de Carrilho admite, porém, que lhe meteu “os palitos as vezes” que lhe apeteceu, mas que embora o antigo ministro lhe tenha dito que a amava “profundamente”, acabou por vir “de faca em riste” para cima de si e foi aí que decidiu abdicar de tudo, inclusive da casa e do filho apenas para se livrar do calvário da violência.
Quanto às críticas feitas por Carrilho acerca da sua bipolaridade, Joana confessa que já esteve internada por diversas vezes mas que é “ele que sofre de uma perturbação muito grave”.