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domingo, 27 de outubro de 2013

Manuel Maria Carrilho Bárbara Guimarães é "um perigo para os filhos" O antigo ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho disse ao Jornal de Notícias (JN) deste domingo que Bárbara Guimarães é “certamente um perigo” para os filhos, referindo-se à dependência que a apresentadora tem do álcool.

Manuel Maria Carrilho Bárbara Guimarães é "um perigo para os filhos"
O antigo ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho disse ao Jornal de Notícias (JN) deste domingo que Bárbara Guimarães é “certamente um perigo” para os filhos, referindo-se à dependência que a apresentadora tem do álcool.
FAMA
Bárbara Guimarães é um perigo para os filhos
DR
Manuel Maria Carrilho e Bárbara Guimarães estão em processo de divórcio, e o antigo ministro da Cultura não poupa críticas à apresentadora. Numa entrevista dada ao JN, Manuel Maria Carrilho disse que Bárbara Guimarães é “certamente um perigo” para os filhos.

Sobre a acusação de violência doméstica, o antigo ministro salientou que é “totalmente falso”, já que “as únicas agressões de que ela se pode queixar são as auto-agressões em situações de alcoolismo”.
Em causa está o facto de, segundo Carrilho, a apresentadora ser alcoólica: “A Bárbara alcoolizada chocava com paredes, caiu na minha quinta, numa sebe de cinco metros e cortou-se toda e partiu o telemóvel”.

Manuel Maria Carrilho assegurou ainda que tentou “de tudo” para ajudar Bárbara Guimarães, mas esta “rejeitou completamente” qualquer tratamento.
“Ela acha que aquilo é que é vida, que a casa devia ser garrafas de uma ponta à outra, cheia de gente a entrar e a sair, e a porta aberta”.
Isto originou uma “depressão com o álcool e o resto com siliciones, botoxs, estrias e comprimidos, que ela toma por dia, sem controlo médico. Deixou de comer e a passou a beber. É este o resultado”, rematou.
Na origem desta situação, o homem explicou que a cara da SIC “não conseguiu suportar a idade”, sendo que “há um ano que a única coisa que a Bárbara pensa são os 40 anos”.

Amigo de Bárbara Guimarães agredido por Carrilho Publicado em 27 de Outubro de 2013 Bárbara Guimarães Manuel Maria Carrilho foi impedido de entrar em casa e terá agredido o amigo de Bárbara Guimarães


Amigo de Bárbara Guimarães agredido por Carrilho


Publicado em 27 de Outubro de 2013


Bárbara GuimarãesNuno Oliveira foi agredido pelo ex-ministro ontem à noite quando este se dirigiu a casa afirmando que queria ver os filhos. Manuel Maria Carrilho foi impedido de entrar em casa e terá agredido o amigo da apresentadora.
Em declarações à SIC Nuno Oliveira, amigo de Bárbara Guimarães, contou como foi agredido por Manuel Maria Carrilho ontem à noite quando este tentava entrar na casa que partilhava com a apresentadora.
O ex-ministro da Cultura deslocou-se ontem à noite à residência familiar alegadamente com a intenção de ver os dois filhos do casal, Dinis, de nove anos, e Carlota, de três, por volta das 22h30. Manuel Maria Carrilho estava acompanhado por um grupo de pessoas, mas foi impedido de entrar em casa.
Após algumas altercações, Nuno Oliveira acabou por ser agredido, como contou à SIC: “Eu entrei no prédio e subi ao primeiro andar onde fui agredido pelo senhor Manuel Maria Carrilho e pelos capangas que estavam com ele.”
Na sequência destes eventos o INEM foi chamado ao local, assim como a Polícia que, de acordo com a estação de Carnaxide, identificou 10 pessoas, entre elas o ex-ministro.
Nuno Oliveira afirma ainda que Manuel Maria Carrilho o “pontapeou na cara duas vezes” e, segundo a SIC, vai apresentar queixa na próxima segunda-feira.

A nossa encantadora Natureza 18 – Osga-comum (Tarentola mauritanica) - por Andreia Dias “Entrei em casa, e lá estava “uma” a olhar para mim em posição… pronta a atacar-me, a saltar e morder-me! Agarrei na vassoura e zás! Mas parecia de borracha e tive que lhe fazer uma perseguição… mas depois de uns valentes açoites, … matei-a!”

A nossa encantadora Natureza 18 – Osga-comum (Tarentola mauritanica) - por Andreia Dias
“Entrei em casa, e lá estava “uma” a olhar para mim em posição… pronta a atacar-me, a saltar e morder-me! Agarrei na vassoura e zás! Mas parecia de borracha e tive que lhe fazer uma perseguição… mas depois de uns valentes açoites, … matei-a!”

Quantas vezes já ouvimos isto? E haverá certamente quem esteja a ler este texto e já o tenha feito…
Estas pobres coitadas, que parecem uns crocodilos em miniatura ou um parente próximo de um dinossáurio, não fazem mal a ninguém. Mais uma vez, perduram os mitos sobre este tipo de animais, que não têm culpa nenhuma de terem nascido em corpos menos apelativos aos humanos. As osgas não são venenosas, não provocam doenças de pele e não são peçonhentas. Não são, não são, não são! São sim, um maravilhoso insecticida, chegando a comer 20 mosquitos por hora.





Desde que nasci que me habituei a vê-las nas férias de Verão, do Algarve. Fazia a viagem desde o Norte a pensar “será que este ano estão lá?”. Todas as noites as contabilizava e tentava perceber os seus laços familiares. Todas tinham um nome e sempre sonhava conseguir ver uma a comer um insecto. Num Verão, alguém passou no corredor exterior da casa e chacinou umas quantas…, encontrei cabeças e patas… senti-me tão impotente… resolvi fazer uns cartazes de sensibilização e espalhar pelo corredor. Quando reproduzi os cartazes numa gráfica, a senhora que os imprimiu, entregou-me o trabalho sustentando-o por uma pontinha do papel e com ar de nojo… a partir daí, fiquei conhecida como a “menina das osgas” e nunca mais necessitei deixar o meu nome nos trabalhos que solicitava.

Com ou sem ajuda dos meus cartazes, a “minha” comunidade de osguinhas sobreviveu e continua por lá.

Em Portugal, existem 2 espécies de osgas: a osga-comum (Tarentola mauritanica) e a osga-turca (Hemidactylus turcicus). Não é fácil distingui-las e além de outras características, em grosso modo, a osga-comum é maior e mais clara. A osga-turca ocorre apenas no Algarve (zona litoral e vale do rio Guadiana, região interior do Alentejo e pequenos núcleos isolados na região de Èvora. A osga-comum, habita o Sul da Europa, várias ilhas mediterrânicas e o Norte de África (de Marrocos ao Egipto). Em Portugal, é mais abundante do que a osga-turca.

Reproduz-se em duas épocas (Março a Abril e Junho a Julho), sendo cada postura constituída em média, por 2 ovos, depositados em fendas ou debaixo de pedras. Por vezes, várias fêmeas colocam os ovos no mesmo local e a incubação dura entre 40 dias a 3 meses.

Consoante o local, hibernam de Novembro/Dezembro a Março. Apresentam actividade crepuscular e nocturna. São muito conspícuas, podendo ser facilmente observadas nas paredes de casas ou em muros. Procuram lâmpadas acesas, pelo facto das luzes atraírem muitos insectos dos quais se alimentam. A sua alimentação é baseada essencialmente em insectos e aranhas.

A sua capacidade de se manterem em superfícies verticais e andarem no tecto de cabeça para baixo, não se deve a ventosas ou a superfícies pegajosas, mas a imensas micropilosidades (nanoestruturas) que possuem nas lamelas das patas que funcionam como um velcro. Inspirada nestas estruturas, uma equipa de cientistas norte-americanos (incluindo um português), criou um adesivo biodegradável e biocompatível, que poderá ser utilizado em intervenções cirúrgicas. O adesivo continua a ser desenvolvido, mas espera-se que esteja disponível no mercado dentro de 2-3 anos.

Curiosidades: Quando se sente em perigo perde a cauda, mas tem a capacidade de a regenerar. Porém, a cauda regenerada é mais lisa e curta e nunca recupera a cor original. Quando capturadas, emitem sons bem audíveis, os mesmos que utilizam para comunicarem entre si.

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publicado por Carlos Loures
estrolabio.blogs.sapo.pt

entrevistarostos.pt - o seu diário digital Camilo Mortágua figura mítica da resistência no Barreiro «Henrique Galvão era um homem fora de época» Camilo Mortágua figura mítica da resistência no Barreiro
«Henrique Galvão era um homem fora de época» “Henrique Galvão é para mim a maior figura politica do anti-salazarimo, sabendo que foi salazarista.” – sublinha Camilo Mortágua ao recordar Henrique Galvão. “Na vida nunca mais encontrei pessoa com a craveira humana, nem corajosa como Henrique Galvão” – refere.

entrevistarostos.pt - o seu diário digital

Camilo Mortágua figura mítica da resistência no Barreiro
«Henrique Galvão era um homem fora de época»

Camilo Mortágua figura mítica da resistência no Barreiro<br>
«Henrique Galvão era um homem fora de época»

“Henrique Galvão é para mim a maior figura politica do anti-salazarimo, sabendo que foi salazarista.” – sublinha Camilo Mortágua ao recordar Henrique Galvão.
“Na vida nunca mais encontrei pessoa com a craveira humana, nem corajosa como Henrique Galvão” – refere.

“É preciso reinventar uma outra base de sustentação da democracia, porque com as estruturas partidárias existentes não há nada a fazer” – sublinha Camilo Mortágua.

Camilo Mortágua, é uma figura mítica da resistência contra o salazarismo, foi um daqueles que pegou em armas contra o Estado Novo.
Um destes dias esteve no Barreiro, terra onde tem amigos e que visita com regularidade.
Foi durante um jantar, ali, no Restaurante Moutinho, em pleno Barreiro Velho que trocámos algumas palavras com um dos homens que acompanhou Henrique Galvão no assalto ao Santa Maria, um dos episódios marcantes na luta pela conquista da Liberdade e Democracia em Portugal.
Falámos de memórias, do presente e dos sonhos de um homem que continua a acreditar que é pela acção que o mundo se transforma.

As pessoas compreendam que não podem baixar a cabeça

Quisemos saber por onde anda hoje Camilo Mortágua, respondeu-nos : “ando por aí, entre o Alentejo e Lisboa, entre o Alentejo e os Açores, por muitas outras paragens”.
Refere que a sua vida continua a ser uma dedicação – “à mesma coisa, que é uma espécie de obsessão, tentar que as pessoas compreendam que não podem baixar a cabeça, para que lhes deem porrada”.
Sublinha que está envolvido num “projecto que procura que a divida portuguesa, por aquilo que nós comemos seja menor, porque nós temos capacidade para produzir muito mais que produzimos.
Um projecto que defende que produzindo mais temos mais emprego. É um projecto que defende que é preciso olhar para a terra com outros olhos.”

Envolve dezenas de pequenos produtores do Alentejo

Camilo Mortágua é um dos animadores de um projecto que envolve algumas dezenas de pequenos produtores do Alentejo, em torno da cooperativa - Alcabaz – Cabazes do Alentejo, CRL, que desenvolve a sua actividade na zona do Alvito, Viana do Alentejo, Vidigueira, Cuba, no Alentejo.
Sublinha que a cooperativa Alcabaz estabelece pontes com os alentejanos que vivem na margem sul e em Lisboa.
“O projecto tem a ver com os alentejanos que estão na margem sul e em Lisboa, porque no Alentejo não há quem consuma e para podermos vender temos que vender aqui, porque aqui é que estão os consumidores” – salienta.

Projecto que vale a pena acreditar

Fica aqui o registo da Alcabaz – Cabazes do Alentejo, CRL - www.alcabaz.pt ou telefone: (351)912303477.
“Quem não tem net, pode telefonar que nós preenchemos os requisitos para que os interessados recebam a encomenda” – refere Camilo Mortágua.
“Já conseguimos que alguns jovens começassem a produzir. Este é um projecto que penso que vale a pena acreditar” – sublinha.

Uma história de vida

Recorde-se que Camilo Mortágua recentemente lançou um livro onde escreveu as suas memórias. Sublinha que – “Andanças para a Liberdade - uma historia de vida, que vai desde a nascença até ao assalto ao Santa Maria.”
Camilo Mortágua, nasceu a 29 de Janeiro de 1934 em Ul, concelho de Oliveira de Azeméis, terra donde era natural sua mãe. Entre os 2 e os 13 anos viveu em Salreu, terra de seu pai.

Henrique Galvão era um homem fora de época

Perguntámos como se sentia ao estar hoje, aqui, na terra onde nasceu Henrique Galvão
“Há pessoas que depois de morrerem têm muitos lugares que os querem. Henrique Galvão nasceu cá.
Mas há outras terras que também reivindicam o seu nascimento” - salienta.
Quando começou a falar de Henrique Galvão, notámos que Camilo Mortágua ficou emocionado. Era como se estivesse a mergulhar na memória e reviver acontecimentos.
“Henrique Galvão era um homem fora de época.Era um homem que tinha ideias, tinha convicções.
Era um homem que era muito para além da época que viveu, isso nunca ninguém lhe perdoou.
Ainda hoje, não lhe perdoaram.
Henrique Galvão é, para mim, a maior figura politica do anti-salazarimo, mesmo sabendo que ele foi salazarista.” – sublinha.
“Eu sou o que sou, porque não há ninguém que conheça melhor o seu dono que o seu criado de quarto” – refere Camilo Mortágua, que esta era a frase de Henrique Galvão, para se definir a si próprio.
“Na vida nunca mais encontrei pessoa com a craveira humana, nem corajosa como Henrique Galvão” - sublinha.

Se voltasse atrás faria o mesmo

Camilo Mortágua salienta aventura do Santa Maria – “marcou-me muito, marcou-me muito mesmo, se voltasse atrás faria o mesmo, mas melhor se possível”.
Recorde-se que após o assalto ao Santa Maria, Camilo Mortágua passou a viver no Brasil, até ao ano de 1961, depois viveu em Marrocos até 1966, seguiu-se a França, onde, dinamizou a criação da LUAR - Liga de Unidade e Acção Revolucionária. Foi em França que viveu, sempre na clandestinidade, até ao 25 de Abril.

É muito difícil compreender estes tempos

Como é que um revolucionário vê o Portugal de hoje? – perguntámos
“Os Franceses têm um dito, «quanto mais velho, mais cínico». É verdade que às vezes dou por mim a ter atitudes que me surpreendem, porque é muito difícil compreender estes tempos.
Estou convencido, pelas minhas convicções forjadas não por literatura, mas pela vida, estou convencido, como muita gente, aliás, que a maneira de governar as sociedades, experimentada, ou a maneira dominante de governar as sociedades, não tem solução.

Aparentemente estamos num beco sem saída

“Não é uma questão de crise, de menos crise ou mais crise, isto não tem saída. Não é uma crise, isto é uma questão de essência, é uma questão de natureza do modelo e das relações que existem entre as pessoas.
Enquanto isto não for tocado, não se resolve crise nenhuma, não se resolve nada.
Quando a ciência, a evolução e o esforço do homem, esteve a servir para desestruturar o próprio homem e leva-o à ruína e à pobreza, esta sociedade não tem futuro. Esta sociedade é um crime.
Vê-se que as coisas que os homens inventaram voltaram-se contra os homens, tirou-lhes o emprego, tirou-lhes a sua profissão na sociedade. Onde estão as propostas inovadoras que possam obstar e por fim a esta fatalidade. Aparentemente estamos num beco sem saída” – sublinha Camilo Mortágua.

O mundo no futuro será diferente

É possível acreditar num mundo diferente? - perguntámos
“Não é uma questão de acreditar, mas o mundo no futuro será diferente, melhor ou pior. Ser diferente não quer dizer que seja melhor ou pior. Ele será diferente.”
Valeu a pena o 25 de Abril? – perguntámos
“Com certeza. Sou homem do 25 de Abril, do 26, do 27 do 28 e por aí fora…”

Reinventar outra base de sustentação da democracia

No final da nossa breve conversa Camilo Mortágua sublinhou – “A mensagem que gostava de fazer passar, é que preciso reinventar uma outra base de sustentação da democracia, porque com as estruturas partidárias existentes não há nada a fazer. É estranhíssimo”.

S.P.

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Grampo em celular de Merkel leva Alemanha a elevar o tom contra EUA Enquanto desconfiança era de espionagem apenas sobre cidadãos comuns, governo alemão foi brando nas críticas aos americanos. Discurso muda radicalmente com revelações de que a chanceler federal também foi vítima da NSA.

Grampo em celular de Merkel leva Alemanha a elevar o tom contra EUA

Enquanto desconfiança era de espionagem apenas sobre cidadãos comuns, governo alemão foi brando nas críticas aos americanos. Discurso muda radicalmente com revelações de que a chanceler federal também foi vítima da NSA.
Por vezes a política consegue ser bem engraçada. Um desses raros momentos se deu nesta sexta-feira (25/10), diante da grande imprensa reunida na capital alemã. O vice-porta-voz do governo, Georg Streiter, afirmou que Berlim "jamais declarara encerrado" o caso de espionagem pela Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla original) dos Estados Unidos.
Os numerosos jornalistas nacionais e internacionais ali reunidos tiveram que rir. Em reação, Streiter tentou explicar: somente um "aspecto parcial" teria sido dado por esclarecido. Ele se referia à suposta espionagem de milhões de alemães pela NSA.
Em agosto último, o chefe da Casa Civil alemã, Ronald Pofalla, declarara que essa acusação estava totalmente esclarecida e fora de discussão. "Na Alemanha não existe violação dos direitos fundamentais em escala milionária", afirmou, após uma das numerosas reuniões do Grêmio Parlamentar de Controle para os serviços secretos alemães.
Essa afirmativa era duplamente significativa, pois Pofalla não apenas é assessor próximo da chefe de governo (ambos pertencem à União Democrata Cristã – CDU), como também é coordenador dos serviços secretos nacionais.
Confiança abalada
Na época, assim como agora, as mais sérias dúvidas a essa representação dos fatos partiram sobretudo dos grupos de oposição, o Partido Social-Democrata (SPD), o Verde e o A Esquerda. Com razão, eles presumiam que Angela Merkel não tinha qualquer interesse em questionamentos críticos, por encontrar-se em plena campanha para as eleições legislativas de 22 de setembro.
Social-democrata Peer Steinbrück (e) e Angela Merkel em debate eleitoral
Como seria de se esperar, seu principal adversário eleitoral, o social-democrata Peer Steinbrück, a abordou ofensivamente a respeito, acusando-a de falta de vontade de esclarecimento no escândalo da NSA. "A Sra. Merkel não se distancia dos americanos e aceita, sem crítica, que direitos e interesses alemães sejam contrariados", disse Steinbrück na época, em reação à declaração de Pofalla.
Mas já no meio do ano houve indicações isoladas de que a premiê não mais confiava totalmente no principal aliado dos alemães. E, no dia da crítica do adversário social-democrata, ela se pronunciou a favor do fortalecimento da tecnologia europeia de internet. Como justificativa, mencionou que todas as grandes vias de dados e a indústria de roteadores estão em mãos chinesas e americanas. "Parece-me duvidoso que isso seja bom", disse.
"Demonização" dos americanos
Apesar das dúvidas de Merkel, o secretário da CDU, Hermann Gröhe, acusou o SPD de antiamericanismo. "O governo dos Estados Unidos é demonizado como se o perigo partisse dele, e não do terrorismo internacional", indignava-se o democrata-cristão em meados do ano.
Peter Schaar, encarregado do governo alemão para proteção de dados
Pouco depois, em seguida a outra reunião do Grêmio Parlamentar de Controle, Pofalla anunciou que o governo iria esclarecer passo a passo os detalhes ainda em aberto. Documentos e cartas, inclusive da NSA, seriam apresentados em caráter confidencial ao setor parlamentar encarregado dos serviços secretos, a fim de serem examinados, explicou o chefe da Casa Civil.
O encarregado do governo alemão para proteção de dados, Peter Schaar, era um dos que gostariam de ter visto esses documentos – que, até mesmo por sua função, deveria ter sido designado a isso. No entanto, o ministro do Interior Hans-Peter Friedrich negou-lhe acesso aos arquivos, alegando não se tratar de competência do departamento de Schaar.
Protesto popular
Contudo, não se pode dizer que o governo Merkel tenha se mantido totalmente passivo. Em julho, poucas semanas após as primeiras revelações do ex-colaborador da NSA Edward Snowden, Friedrich viajou para Washington a fim de conversar sobre o caso com o vice-presidente americano, Joe Biden, a assessora do presidente para assuntos de segurança, Lisa Monaco, e o secretário de Justiça, Eric Holder.
Encerrado o encontro, o ministro alemão do Interior afirmou ter-se tratado de um intercâmbio de opiniões aberto e construtivo. Entre pontos, ficara claro que "os EUA conseguem compreender o choque vivido pelo lado alemão".
À medida que o escândalo da NSA se ampliava, também protestos fora do Parlamento também se tornavam mais fortes. No início de setembro, diante do canteiro de obras da nova central do Serviço Federal de Investigações (BND) em Berlim, ativistas da associação Digitalcourage, de proteção de dados pessoais, protestaram contra toda forma de espionagem. O slogan da manifestação era: "Cidadãos estão de olho nos serviços secretos".
O ato simbólico foi uma espécie de ensaio geral para a grande passeata de 7 de setembro, para a qual foram convidados numerosos grupos de direitos civis e associações de jornalistas, assim como os partidos Verde, A Esquerda e Pirata. Segundo os organizadores, 20 mil manifestantes estiveram reunidos sob o slogan "Liberdade em vez de medo".
Ativistas em Berlim exigiram "Liberdade em vez de medo", 7/09/2013
Mudança no tom
Pouco mais de seis semanas mais tarde, também Berlim parece ter mudado seu modo de agir. As notícias de que, com grande probabilidade, um dos telefones celulares da chefe de governo alemã teria sido grampeado suscitaram reações bem mais fortes do que a espionagem contra milhões de cidadãos.
Agora, de súbito, o ministro do Interior Friedrich passou a exigir desculpas por parte dos americanos. O ministro das Relações Exteriores, Guido Westerwelle, convocou o embaixador dos EUA em Berlim e condenou publicamente o procedimento da NSA. A vítima, Merkel, censurou a espionagem dirigida contra sua pessoa com as palavras "isso não dá".
Não está claro quando a chanceler federal, o governo alemão ou os serviços secretos a ele subordinados receberam informações sobre a investida contra o celular de Merkel. Na coletiva de imprensa em Berlim, o vice-porta-voz Streiter respondeu de maneira evasiva às perguntas nesse sentido.

DW.DE

poesia - António Garrochinho - 27out2013


O NOSSO POVO, A NOSSA CULTURA - ESPECTACULAR ! - VEJA AQUI UMA DESCAMISADA TRADICIONAL - FOTOGALERIA

“Descamisada” Tradicional....


































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Inspetora da ONU: rebeldes é que usaram armas químicas Inspetora da ONU: rebeldes é que usaram armas químicas. 18832.jpeg Essa notícia deveria estar na primeira página dos jornais, mas o arco midiático em apoio aos lobbies da guerra restringiu severamente sua disseminação. Uma das inspetoras da ONU encarregada de checar o uso de armas químicas na Síria declarou, em maio deste ano, que todos os indícios apontavam para a responsabilidade dos rebeldes. Os rebeldes é que estariam usando armas químicas, e jogando a culpa no governo.

Inspetora da ONU: rebeldes é que usaram armas químicas


Inspetora da ONU: rebeldes é que usaram armas químicas. 18832.jpeg 
Essa notícia deveria estar na primeira página dos jornais, mas o arco midiático em apoio aos lobbies da guerra restringiu severamente sua disseminação. Uma das inspetoras da ONU encarregada de checar o uso de armas químicas na Síria declarou, em maio deste ano, que todos os indícios apontavam para a responsabilidade dos rebeldes. Os rebeldes é que estariam usando armas químicas, e jogando a culpa no governo.

Foto: REUTERS/Ward Al-Keswani

A declaração de Carla Del Ponte circulou em alguns veículos europeus (como a BBC) e em todos os sites árabes, mas foi abafada pela hegemônica mídia pró-americana. Autoridades russas, nervosas com a possibilidade dos EUA iniciarem mais uma guerra insana, voltaram a citar o testemunho de Ponte no intuito de amainar o frenesi guerreiro dos falcões americanos.

Apesar da declaração de Ponte não se referir aos ataques mais recentes, a informação colhida por ela reforça a teoria de que são os rebeldes é que usam gás sarin para chocar a opinião pública mundial e jogá-la contra o presidente sírio.

Segundo o New York Times, Obama deu um passo atrás, e afirmou que deixará a decisão de atacar a Síria nas mãos do Congresso. Mas é difícil acreditar que o Congresso resistirá a pressão dos bilionários lobbies da guerra e da grande mídia americana. O New York Times, como sempre, apoia a guerra; daqui a alguns, possivelmente, fará uma mea culpa.

Por: Miguel do Rosário
http://www.iranews.com.br/noticia/10748/inspetora-da-onu-rebeldes-e-que-usaram-armas-quimicas

PSD e PS chumbam proposta para vendedores não pagarem na Feira de Todos os Santos em Silves POR ELISABETE RODRIGUES A proposta que o executivo permanente da Câmara de Silves (CDU) levou hoje a reunião de câmara, prevendo que, «a título excecional», os feirantes não tivessem de pagar para poder vender na Feira de Todos os Santos, foi chumbada pelos vereadores do PSD e do PS.

PSD e PS chumbam proposta para vendedores não pagarem na Feira de Todos os Santos em Silves


A proposta que o executivo permanente da Câmara de Silves (CDU) levou hoje a reunião de câmara, prevendo que, «a título excecional», os feirantes não tivessem de pagar para poder vender na Feira de Todos os Santos, foi chumbada pelos vereadores do PSD e do PS.
A proposta de que o certame este ano fosse uma feira franca visava, segundo a presidente da Câmara Rosa Palma, «minimizar os efeitos que provavelmente se sentirão e que resultarão da não existência de feriado no dia 1 de novembro e com a atual crise económico-financeira», nomeadamente «uma diminuição muito considerável do número de visitantes da feira, o que constitui, de per si, um fator de desincentivo à participação dos feirantes e demais comerciantes no evento, retirando a este secular evento o prestígio e a notoriedade que o público lhe atribui».
Em comunicado, o executivo, agora liderado pela comunista Rosa Palma, mas que não tem maioria, considera que este evento é um «motor de dinamização da economia local», que permite o «encontro anual de feirantes, de artesãos, de famílias e de várias gerações» naquele que é «um evento ancestral e tradicional», por isso pretendia que, excecionalmente se pudessem «desonerar os feirantes e demais comerciantes a retalho não sedentários da obrigação do pagamento das taxas previstas na Secção I, do Capítulo IX, da Tabela de Taxas e Licenças anexa ao Regulamento n.º 210/2013».
No seu comunicado, a presidente Rosa Palma lamenta que a proposta agora apresentada tenha sido «chumbada com os votos contra dos Vereadores do PSD (dois) e do PS (dois) e os votos a favor do Executivo Permanente (três)».
Fernando Serpa, vereador do PS, por seu lado, disse ao Sul Informação que a oposição votou contra «por uma questão legal e de princípio».
«Durante a reunião, solicitámos a presença de um jurista da Câmara, para que ele dissesse se o Regulamento de Feiras de Silves contempla ou não esta isenção. O jurista foi chamado e disse que não contempla. Nós pedimos então que fosse elaborado um parecer por esse jurista, enquadrando a decisão. Bastava que houvesse um documento para enquadrar a decisão. Mas isso foi recusado pela senhora presidente, que forçou a votação da sua proposta e foi chumbada».
E quanto tempo demoraria a fazer esse parecer? «O parecer poderia ter sido feito em meia hora, numa hora, em três horas que fosse. E nós até nos disponibilizámos a que, na posse do parecer, a senhora presidente avançasse, que nós ratificaríamos depois», acrescentou Fernando Serpa.
Enquanto agora a feira franca foi chumbada «por uma questão legal e de princípio», como salientou o vereador socialista, em «2009 e 2010, a “Feira de Todos os Santos” foi realizada como feira franca. Também no ano de 2009, o mercado municipal da freguesia de Silves foi franco. Em ambas as situações, houve a aprovação unânime de todas as forças políticas», salienta Rosa Palma no comunicado.
Por isso, o Sul Informação quis saber o que mudou este ano para a atitude do PS e do PSD ser diferente. «Em 2010, não tínhamos esta pressão do órgão de tutela, o Tribunal de Contas, sempre a vigiar tudo», além de que então «não estávamos a contar todos os tostões».
E qual é o montante da receita que a Feira de Todos os Santos garante à Câmara de Silves, através das licenças pagas pelos feirantes? Fernando Serpa confessa que não sabe, mas repete: «é uma questão de princípio».
Face a esta situação, o executivo permanente da autarquia afirma «lamentar profundamente este tomada de atitude [por parte da oposição], que considera poder ser um contributo decisivo para a perda de importância e impacto deste evento, que se realiza regularmente desde 1492, ocasião em que o Rei D. João II outorgou a “Carta de Feira” à cidade de Silves».
Em sequência do chumbo da proposta, o executivo permanente da Câmara de Silves decidiu ainda reunir-se com a Comissão de Feirantes no próximo dia 29 de outubro, terça-feira, às 10h00, no edifício dos Paços de Concelho.
A secular Feira de Todos os Santos, em Silves, tem lugar, este ano, entre os dias 31 de outubro e 3 de novembro. 

SOCIEDADES SECRETAS (PARTE 10) - Os Illuminati da Baviera de Adam Weishaupt Adam Weishaupt Adam Weishaupt foi educado num colégio de jesuítas e acabou por obter o título de professor dos cónegos. No decorrer dos anos, os conceitos do Catolicismo acabaram por não lhe agradar mais. Isso levou-o a tornar-se aluno particular do filósofo judeu Mendelsohn, que o converteu ao gnosticismo.

Os Illuminati da Baviera de Adam Weishaupt

Adam Weishaupt foi educado num colégio de jesuítas e acabou por obter o título de professor dos cónegos. No decorrer dos anos, os conceitos do Catolicismo acabaram por não lhe agradar mais. Isso levou-o a tornar-se aluno particular do filósofo judeu Mendelsohn, que o converteu ao gnosticismo.
Em 1770Weishaupt provavelmente foi procurado pelos sócios-capitalistas da casa Rothschild, que se haviam reunido antes, para que ele fundasse em Ingolstadt, a “Ordem Secreta dos Illuminati da Baviera”.
Breve explicação:
É necessário não confundir os Illuminati da Baviera de Weishaupt com o grupo de pessoas denominadas Illuminati os quais o Paradigma da Matrix refere frequentemente. Os verdadeiros Illuminati tinham-se infiltrado na “Confraria da Serpente” na Mesopotâmia, conforme já referido no artigo «Uma breve reflexão sobre o poder actual dos Illuminati». Eles nunca eram mencionados e jamais apareciam pessoalmente em público. Usamos o termo Illuminati porque é empregado pelos iniciados para designar esse grupo de pessoas que agem secretamente. Adam Wieshaupt utilizou entretanto a nomenclatura Illuminati para designar a sua ordem cujas finalidades eram semelhantes às dos Illuminati, que já existiam antes (talvez para que essa designação de Illuminati pudesse criar confusão ao público entre aqueles que procuravam saber demais?). Para prevenir qualquer confusão, designaremos, o grupo de Weishaupt pelo nome de “Illuminati da Baviera” e os outros pelo nome de Illuminati.
Os Illuminati da Baviera estavam organizados em círculos imbricados uns nos outros (como as bonecas russas). Desde que um iniciado provasse a sua faculdade de guardar um segredo, era admitido num círculo mais restrito e ligado aos segredos ainda mais profundos. Somente aqueles que se encontravam nos círculos menores conheciam a verdadeira finalidade dos “Illuminati da Baviera”. Diziam aos membros dos graus inferiores não existir graus superiores e ocultava-se-lhes ao mesmo tempo a identidade do grão mestre, como aconteceu na “Estrita Observância”. Os Illuminati da Baviera eram divididos em 13 graus, simbolizados pelos 13 degraus da pirâmide dos Illuminati, representada na nota de um dólar.
Eles copiaram dos jesuítas o seu sistema de espionagem para testar as fraquezas dos membros que alcançavam o título de “patriarcas”. Essa política da ordem permitia-lhes colocar os patriarcas nas posições onde o seu talento era explorado ao máximo. Lançar o descrédito tornou-se também uma das tácticas para assegurar-se de que nenhum dos patriarcas se desviasse da ordem.
Weishaupt sabia como atrair à sua ordem as melhores e mais esclarecidas mentes, as quais escolhia na alta finança, na indústria, na educação e na literatura. Ele utilizava a Corrupção pelo dinheiro e pelo sexo para controlar as pessoas de posição elevada.
Feito isso, ele sabia chantagear as pessoas que o procuravam, dando-lhes postos da direcção para ficar seguro de poder tê-las sob o seu controlo. Os Illuminati da Baviera puseram-se a aconselhar pessoas do governo, servindo-se dos adeptos (dos graus superiores). Tal, bem entendido, secretamente. Esses “especialistas” sabiam como dar conselhos aos políticos em exercício, para que adoptassem certas formas de Política que correspondesse ao que eles visavam.
Isso era feito, no entanto, com tanta subtileza que aqueles que recebiam os conselhos acreditavam serem eles os próprios os autores das ideias que colocavam em prática.
Alegava-se como pretexto para explicar a existência dos Illuminati da Baviera, que eles eliminariam o que a Sociedade tinha de mau e levariam o ser humano ao seu estado natural e à consequente felicidade. Tal significava que iriam sujeitar a monarquia e a Igreja, o que lhes valeu perigosos adversários. Isso demonstra mais uma vez, que manter o segredo era a directriz mais importante da ordem.
Nós reconhecemos que essa era verdadeiramente a ideologia de Weishaupt, devido a um documento que era conhecido pela designação «Novo Testamento de Satanás», severamente guardado pelos Illuminati da Baviera. Iremos apresentar aqui esse documento, curiosamente semelhante aos «Protocolos dos Sábios de Sião», que só se tornou acessível ao público em 1875: um mensageiro dos Illuminati da Baviera, durante a sua cavalgada deFrankfurt a Paris, foi atingido por um raio; esse incidente permitiu que se tomasse conhecimento de uma parte das informações relativas a uma Conspiração mundial.
Eis o conteúdo desse documento:
O primeiro segredo para dirigir os seres humanos e ser senhor da opinião pública é semear a discórdia, a dúvida e criar pontos de vista opostos, o tempo necessário para que os seres humanos, perdidos nessa confusão, não se entendam mais e se persuadam de que é preferível não ter opinião pessoal quando se tratar de assuntos de Estado. É preciso atiçar as paixões do povo e criar uma literatura insípida, obscena e repugnante. O dever da Imprensa é de mostrar a incapacidade dos não-Illuminati em todos os domínios da vida religiosa e governamental.
O segundo segredo consiste em exacerbar as fraquezas humanas, todos os maus hábitos, as paixões e os defeitos até o ponto em que reine total incompreensão entre os seres humanos.
É preciso principalmente combater as Personalidades fortes, que são os maiores perigos. Se demonstrarem um espírito criativo, produzem um impacto mais forte do que milhões de pessoas deixadas na ignorância.
Invejas, ódios, disputas e guerras, privações, fome e propagação de epidemias (Por exemplo a SIDA) devem esgotar os povos a tal ponto que os seres humanos não possam ver outra solução senão a de submeter-se plenamente à dominação dos Illuminati.
Um Estado esgotado por lutas interinas ou que caia no poder de inimigos estrangeiros depois de uma guerra civil, em todos os casos, está fadado ao aniquilamento e acabará por cair no poder destes.
É preciso habituar os povos a tomar a aparência do dinheiro como verdade, a satisfazer-se com o superficial, a desejar somente tomar o seu próprio prazer, esgotados na sua busca sem fim de novidades, e, no fim das contas, seguir os Illuminati.
Estes conseguiram a sua finalidade, remunerando bem as massas pela sua obediência e a sua atenção. Uma vez que a Sociedade esteja deprevada, os seres humanos perderão toda a fé em Deus.
Objectivando o seu trabalho pela palavra e por escrito e dando provas de adaptação, eles dirigirão o povo segundo a sua vontade.
É preciso desabituar os seres humanos a pensar por si mesmos: dar-se-á a eles um ensinamento baseado no que é concreto e ocuparemos as suas mentes em disputas oratórias que não passam de simulações. Os oradores entre os Illuminati aviltarão as ideias liberais dos partidos até ao momento no qual os seres humanos se sentirão tão cansados que se aborrecerão de todos os oradores, seja qual for o seu partido. Por outro lado, é preciso repetir incessantemente aos cidadãos a doutrina de Estado dos Illuminati para que eles permaneçam na sua profunda inconsciência.
A massa, estando cega, insensível e incapaz de julgar por si mesma, não terá o direito de opinar nos negócios de Estado, mas deverá ser regida com mão forte, com justiça, mas também com impiedosa severidade.
Para dominar o mundo, é preciso empregar vias indirectas para procurar desmantelar os pilares sobre os quais repousa toda a verdadeira liberdade – a da jurisprudência, das eleições, da Imprensa, da liberdade das pessoas e, principalmente, da educação e da formação do povo – e manter o mais estrito segredo sobre todo o empreeendimento.
Minando intencionalmente as pedras angulares do poder do Estado, os Illuminati farão dos governos os seus burros de carga até, que de cansaço, renunciem a todo o seu poder.
É preciso exarcebar na Europa as diferenças entre as pessoas e os povos, atiçar o ódio racial e o desprezo pela fé, a fim de que se abra um fosso intransponível, para que nenhum Estado cristão encontre sustento: todos os outros Estados deverão negar-se a ligar-se com ele contra os Illuminati, por medo que essa tomada de posição os prejudique.
É preciso semear a discórdia, as perturbações e as inimizades por toda a parte da Terra, para que os povos aprendam a conhecer o medo e não sejam capazes de opor a menor resistência.
Toda a instituição nacional deverá preencher uma tarefa importante na vida do país para que a máquina do Estado fique paralisada quando uma instituição se retire.
Illuminati da Baviera
É preciso escolher os futuros chefes de Estado entre aqueles que serão servis e submissos incondicionalmente aos Illuminati e também aqueles cujo passado tenha manchas escondidas. Eles serão os executores fiéis das instruções dadas pelos Illuminati. Assim, será possível, a estes últimos contornar as leis e modificar as constituições.
Os Illuminati terão em mãos todas as forças armadas se o direito de ordenar o estado de guerra for conferido ao presidente.
Pelo contrário, os dirigentes “não iniciados” deverão ser afastados dos negócios de Estado. Será suficiente fazê-los assumir o cerimonial e a etiqueta em uso em cada país.
A venalidade dos altos funcionários do Estado deverá impulsionar os governantes a aceitarem os empréstimos externos que os endividarão e os tornarão escravos dos Illuminati; a consequência: as dívidas de Estado aumentarão sensivelmente! Suscitando crises económicas e retirando repentinamente da circulação todo o dinheiro disponível, isso provocará o desmoronamento da economia monetária dos “não Illuminati”.
O poder monetário deverá alcançar com muita luta a supremacia no comércio e na indústria a fim de que os industriais aumentem o seu poder político por meio dos seus capitais. Além dos Illuminati – de quem dependerão os milionários, a polícia e os soldados – todos os outros nada deverão possuir.
A introdução do sufrágio universal (direito de voto a todos os cidadãos) deverá permitir que somente prevaleça a maioria.
Habituar as pessoas à ideia de autodeterminar-se contribuirá para destruir o sentido de família e dos valores educativos. Uma Educação baseada sobre uma doutrina enganadora e sobre ensinamentos erróneos embrutecerá os jovens, pervertendo-os e tornando-os depravados.
Ligando-se às lojas franco-maçónicas já existentes e criando aqui e acolá novas lojas, os Illuminati atingirão a finalidade desejada.
Ninguém conhece a sua existência nem as suas finalidades, e muito menos esses embrutecidos que são os não-Illuminati que são levados a tomar parte das lojas franco-maçónicas abertas, onde nada se faz senão jogar-lhes poeira nos olhos.
Todos esses meios levarão os povos a pedir aos Illuminati para tomarem as rédeas do mundo. O novo governo mundial deve aparecer como protector e benfeitor por todos aqueles que se submeterem livremente a ele (à ONU). Se um Estado rebelar-se, é preciso instigar seus vizinhos a iniciarem beligerâncias contra ele. Se eles desejarem aliar-se, é preciso desencadear uma guerra mundial.
Comentários
É muito fácil reconhecer que o conteúdo do «Novo Testamento de Satanás» é quase o mesmo dos «Protocolos dos Sábios de Sião», com a única diferença de que os judeus foram trocados pelos Illuminati. Já vimos por ordem de quem Adam Weishaupt fundou a ordem dos Illuminati da Baviera, e é fácil concluir de onde vem o «Novo Testamento de Satanás».
Os conspiradores tinham reconhecido a força e a influência das lojas franco-maçónicas já existentes e começaram a infiltrar-se nelas segundo um plano preciso para obter o seu controlo (11º dos Protocolos).
As lojas que foram infiltradas foram designadas pelo nome de “Lojas do Grande Oriente” (Lodges of the Grand Orient).
Um cérebre orador francês, o Marquês de Mirabeau, endividou-se seriamente levando uma vida dispendiosa e foi então contactado por Weishaupt por ordem dos agiotas judeus. Nisso, Moses Mendelsohn fez Mirabeau conhecer a esposa do judeu Herz. Em seguida, percebeu-se que ela estava mais frequentemente na companhia de Mirabeau do que de seu marido. Com isso Mirabeau sofreu uma chantagem e acumulou dívidas; logo encontrou-se sob o controlo absoluto dos Illuminati da Baviera. Pouco depois, foi obrigado a familiarizar-se com as suas doutrinas.
Ele recebeu a missão de persuadir o duque de Orleães, que era então o grão-mestre dos franco-maçons na França, a transformar as “Lojas Azuis” em “Lojas do Grande Oriente”.
Mirabeau organizou um encontro em 1773 entre o duque de OrleãesTalleyrand e Weishaupt, que iniciou os dois na Franco-Maçonaria do “Grande Oriente”.
Quando a declaração da independência americana foi assinada em 1 de Maio de 1776Adam Weishaupt levou ao fim o seu plano bem pensado e introduziu oficialmente a ordem dos Illuminati da Baviera. Esta data é dada erroneamente como sendo a data da fundação da ordem. Mas os mais importantes anos da ordem foram os seis anos que precederam a sua instauração oficial.
Entre outros membros da ordem, constam Johann Wolfgang von Goethe, o duque Carlos Augusto de Weimar, o duque Fernando de Brunswick, o barão de Dahlberg (vagomestre geral de Thurn und Taxis), o barão de Knigge e muitos outros…
Em 1777Weishaupt foi iniciado na loja franco-maçónica de “Theodoro do Bom Conselho” (“Theodore of Good Council”) em Munique, onde logo infiltrou toda a loja.
Em 16 de Abril de 1782, a aliança entre franco-maçons e os Illuminati da Baviera foi selada em Wilhelmsbad. Esse pacto estabeleceu uma ligação entre mais ou menos três milhões de membros das Sociedades Secretas dirigentes. Um acordo do Congresso em Wilhelmsbad tornou possível a admissão dos judeus nas lojas, enquanto que estes últimos tinham, nessa época, poucos direitos.
Controlando os Illuminati da Baviera, os Rothschild exerciam agora uma influência directa sobre outras lojas secretas importantes.
Todas as pessoas presentes juraram como bons conspiradores guardar segredo absoluto: de facto, quase nada transpareceu desse encontro. Perguntaram ao conde de Virieu, um dos franco-maçons participantes do congresso, se ele poderia dizer algo das decisões tomadas. Ele respondeu:
“Não posso revelar-te, posso somente dizer-te que é bem mais sério do que possas imaginar. A conspiração que se desenvolveu aqui foi tão perfeitamente imaginada que não há possibilidade para a monarquia e a Igreja escaparem disso.”
Outra pessoa presente, o conde de Saint Germain, advertiu mais tarde à sua amiga Maria Antonieta do complot de morte que deveria derrubar a monarquia francesa. Não levaram em conta, infelizmente, o seu conselho.
Alguns segredos subversivos começaram a manifestar-se apesar de tudo, o que teve como consequência que em 11 de Outubro de 1785, o Eleitor da Baviera ordenou uma invasão da casa do sr. Zwack, principal assistente de Weishaupt. Pilharam muitos documentos que descreviam o plano dos Illuminati da Baviera, a “Nova Ordem Mundial” (“Novus Ordo Seclorum“).
Eleitor da Baviera decidiu então publicar esses papéis com o nome de «Escritos originais da ordem e seita dos Illuminati».
Esses escritos foram, em seguida, divulgados tão largamente quanto possível para advertir os monarcas europeus. O título de professor foi retirado a Weishaupt, que desapareceu com o duque de Saxe-Gotha, outro membro dos Illuminati da Baviera.
Como eles não se opuseram ao rumor que a ordem dos Illuminati estava aniquilada, isso permitia-lhes continuar a trabalhar em segredo para ressurgir, mais tarde, com outro nome. No espaço de um ano, vimos aparecer publicamente a Deutsche Einheit (Unidade Alemã), que expandiu a propaganda dos Illuminati entre os círculos de leitores existentes.
Foi aí que nasceu o grito de guerra: “Liberdade, igualdade, fraternidade”. Os monarcas europeus não estavam nada conscientes do perigo, o que teve como consequência o nascimento da Revolução Francesa e o aparecimento do regime do terror.
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