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sábado, 26 de outubro de 2013

Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Lisboa, Congresso «Álvaro Cunhal, o projecto comunista, Portugal e o mundo de hoje » É a confiança nos trabalhadores, no povo e na sua luta e num futuro melhor para a humanidade que queremos e temos a obrigação de manter viva Sábado 26 de Outubro de 2013 Em nome do Partido Comunista Português quero transmitir as nossas mais calorosas e cordiais saudações a todos os participantes e organizadores do Congresso “Álvaro Cunhal, o Projecto Comunista, Portugal e o Mundo de hoje”.

Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Lisboa, Congresso «Álvaro Cunhal, o projecto comunista, Portugal e o mundo de hoje »

É a confiança nos trabalhadores, no povo e na sua luta e num futuro melhor para a humanidade que queremos e temos a obrigação de manter viva 


Em nome do Partido Comunista Português quero transmitir as nossas mais calorosas e cordiais saudações a todos os participantes e organizadores do Congresso “Álvaro Cunhal, o Projecto Comunista, Portugal e o Mundo de hoje”.
Um Congresso que esteve e está aberto a diferentes tipos de participação e participantes, não apenas a militantes comunistas, mas a todos aqueles que, oriundos dos mais diversos sectores da vida social e política, das organizações sociais e de massas, da vida cultural ou académica, reconhecem a importância do estudo, do pensamento e acção de Álvaro Cunhal, valorizam o seu importante legado nos domínios da acção e intervenção política, social, cultural e artística, bem como o seu percurso de homem e revolucionário e o que ele traduz, não apenas como exemplo, mas como atitude, posicionamento e projecto político.
A todos os que nos honram com a sua presença, a sua participação, as suas comunicações e reflexões, mas também simples vivências e experiências de um combate partilhado em comum, o nosso sincero agradecimento.
Permitam-me que, particularmente, saúde e agradeça à Universidade de Lisboa e à sua Faculdade de Letras, nas pessoas do seu Reitor, Professor Doutor António Cruz Serra e do Director desta Faculdade que nos acolhe, Professor Doutor Paulo Farmhouse Alberto, todo o apoio e disponibilidade para a realização desta marcante iniciativa do calendário das comemorações do Centenário do nascimento de Álvaro Cunhal.
Comemorações que consideramos serem já um grande êxito e a justa homenagem que todos nós aspirávamos ver concretizada quando do seu anúncio oficial em Novembro de 2012. Comemorações que permitiram revelar numa dimensão muito elevada o homem que foi Álvaro Cunhal – esse destacado e central protagonista da nossa história contemporânea, comunista convicto, que se afirmou como um exemplo na luta pelos valores da emancipação social e humana no nosso país e no mundo –, e chamar a atenção para a sua multifacetada actividade, nomeadamente para a riqueza e profundidade do seu trabalho no domínio da intervenção e acção política a que este congresso que agora se inicia não deixará de dar um particular relevo, nomeadamente à sua importante e extensa obra teórica, não apenas porque este é o espaço adequado ao aprofundamento do seu conhecimento, mas essencialmente porque ela continua a ser, pela sua actualidade, uma referência na resposta a problemas essenciais do nosso país e do nosso tempo.
Uma obra que deu uma criativa contribuição ao desenvolvimento do materialismo dialéctico e histórico e, em particular, contribuiu para dotar o PCP de um corpo de análises, ideias e orientações que marcaram o projecto comunista e as formas concretas que veio a assumir em Portugal, que influenciaram a sociedade portuguesa. Uma contribuição criadora que está bem patente na teoria da Revolução Portuguesa ou na teoria do partido comunista que desenvolveu e cujas características essenciais sistematizou com mestria em “O Partido com Paredes de Vidro”, para se tornar também uma referência para o movimento comunista e revolucionário mundial.
Uma vasta obra produzida ao mesmo tempo que agia e intervinha na resposta aos problemas do seu povo e do seu país, e participava activamente na luta mais geral pela emancipação dos trabalhadores e dos povos no plano internacional.Num percurso que evidencia essa sua invulgar capacidade de, ao mesmo tempo, estudar e sistematizar a realidade e desenvolver um pensamento teórico e intervir nessa realidade complexa e em movimento, característica que faz da obra de Álvaro Cunhal um exemplo superior da ligação indissolúvel de teoria e prática transformadora e revolucionária.
Com este Congresso e na multiplicidade de olhares que permite sobre a sua obra, o seu percurso e sua luta, havemos de colher todos nós, estou certo, ensinamentos que nos enriquecerão e fortalecerão a luta por um mundo melhor e mais justo. A riqueza e amplitude da sua obra e da sua luta, sempre inserida no quadro do seu Partido, não deixa de fora praticamente nenhum dos domínios essenciais do combate dos que não se contentam apenas em interpretar o mundo, mas que assumem o compromisso de o transformar.
As suas análises do sistema capitalista e da evolução mundial, suas tendências e forças motoras; as suas contribuições riquíssimas à problemática da relação direcção-Partido-classe-massas; as suas análises sobre a questão central do papel da classe operária, da decisiva importância da sua unidade e a sua política de alianças nas diferentes etapas e fases da luta pela sua emancipação; as suas avaliações das experiências do socialismo e a compreensão das causas das dramáticas derrotas; as suas reflexões sobre a questão do Estado, são objecto e parte do vasto património teórico de Álvaro Cunhal.
Como parte é o seu inestimável contributo para afirmar a necessidade e actualidade do ideal e do projecto comunista, particularmente quando, perante a derrocada da URSS e de outros regimes do Leste europeu, os poderes dominantes apresentavam o capitalismo como fim da história e o projectavam numa marcha triunfal no caminho para a democracia universal, liberto de guerras e de crises.
Uma marcha que nunca se iniciou, nem podia iniciar, por que como previu e preveniu Álvaro Cunhal o capitalismo não só continuou a manter as suas características essenciais, como sistema de exploração, opressão e agressão, como no quadro da nova situação de alteração da correlação forças, momentaneamente mais liberto e menos condicionado, haveria de confrontar os trabalhadores e os povos com mais brutais e desumanas consequências.
A actual crise do capitalismo, com o seu rol desemprego, destruição económica, retrocesso social, injustiças e desigualdades são bem a confirmação de que, como afirmava Álvaro Cunhal, nem o projecto comunista de uma sociedade nova e melhor, deixou de ser válido, nem o capitalismo se mostrou ou mostra capaz de resolver os grandes problemas da humanidade.
Desse projecto onde não cabe apenas a realização dos seus grandes objectivos – a construção do socialismo e do comunismo –, mas também as múltiplas causas que dão sentido aos combates de hoje pela construção de um mundo sempre melhor e mais justo: - a causa da defesa dos trabalhadores e do povo, dos seus justos interesses e direitos, contra a ofensiva e prepotência do grande capital; a causa do combate permanente às desigualdades e injustiças sociais, e o compromisso de lutar e organizar a luta para lhes pôr termo; a luta pela liberdade e democracia; pela defesa do desenvolvimento económico, tendo como elemento integrante o progresso social; a causa da paz e pela amizade e cooperação entre os povos; a luta actual contra a política de direita e pela concretização de uma alternativa para servir o povo e o país; a causa da afirmação dos valores elementares como a igualdade de direitos, a fraternidade, a justiça social e a solidariedade humana; a garantia e valorização do papel dos povos no decidir da história e que a sociedade nova, como a experiência o comprovou, só poderá ser construída por decisão e empenhamento dos trabalhadores e do povo.
Um projecto que alguns se apressaram a declarar como definitivamente morto, mas que está não só vivo e bem vivo, como o ideal que transporta continua a iluminar o caminho dos que continuam a lutar pela concretização das mais profundas aspirações do povo, certos de que um dia ele será futuro.
Do valioso e imenso legado que Álvaro Cunhal nos deixou, está a luta pela conquista da liberdade, da democracia, por um projecto de desenvolvimento ao serviço do país e do povo e pela independência nacional. Está a luta por uma sociedade nova liberta da exploração do homem pelo homem, está uma inabalável confiança nos trabalhadores, no povo e na sua luta e num futuro melhor para a humanidade.
É essa mesma confiança que queremos e temos a obrigação de manter viva com realizações como esta que aqui nos traz para dar mais força e continuar a luta que teve em Álvaro Cunhal um exemplar combatente e que hoje é nossa!
Para todos votos de um bom e profícuo trabalho!

MAIS IMAGENS DA MANIFESTAÇÃO ANTI-TROIKA EM LISBOA


Tiago Miranda (foto tirada por telemóvel) Manif em frente à Assembleia da República

Tiago Miranda (foto tirada por telemóvel) Manif em frente à Assembleia da República

Carla Tomás (foto tirada por telemóvel) Manif já chegou à Assembleia da República

Carla Tomás (foto tirada por telemóvel) Manif já chegou à Assembleia da República

17h09 - Catarina Martins, líder do Bloco de Esquerda, está na manifestação em luta com o movimento Que Se lixe a Troika. E diz: "Um Governo que está a destruir o país. Tirou de riqueza mais de 20 mil milhões de euros. Este Governo tem de ir embora. As pessoas estão a organizar-se. Sair à rua é uma forma das pessoas dizerem que estão contra", diz.

Tiago Miranda (foto tirada por telemóvel) Catarina Martins, líder do Bloco de Esquerda

Tiago Miranda (foto tirada por telemóvel)



Tiago Miranda (foto tirada por telemóvel)


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/troika-e-fmi-fora-daqui-grita-se-em-lisboa=f837846#ixzz2irRbjIxo

26 DE OUTUBRO 2013 - MANIFESTAÇÃO QUE SE LIXE A TROIKA - FOTOGALERIA

















Ex ministro da) defesa do Canadá fala sobre os extraterrestres 2013 lege...

A VIOLÊNCIA PODE FUNCIONAR TANTO PARA SUBJUGAR COMO PARA LIBERTAR -Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada" ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. Nada mais falso.





Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada" ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. Nada mais falso.




A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar


Um povo que se revolta de forma sangrenta contra a Máfia do Dinheiro, coadjuvada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e o país inteiro, esse povo está a utilizar a violência de uma forma justa para se libertar.

Um pai que pegue num taco para dispersar à paulada um grupo de rufias que está a espancar o seu filho, está a utilizar a violência de uma forma justa;

Uma mulher que crave uma faca na barriga de um energúmeno que a está a tentar violar, está a utilizar a violência de uma forma justa;

Um homem que abate a tiro um assassino que lhe entrou em casa e lhe degolou a mulher, está a utilizar a violência de uma forma justa;

Um polícia que dispara contra um homicida prestes a abater um pacato cidadão, está a utilizar a violência de uma forma justa;

Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa;

Um povo que se revolta de forma sangrenta contra a Máfia do Dinheiro, coadjuvada por políticos corruptos, legisladores venais, comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e o país inteiro, esse povo está a utilizar a violência de uma forma justa.



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Grupos ad hoc de cidadãos profundamente indignados, corajosos, bem informados e com elevada consciência social, terão de caçar paulatinamente os criminosos que estão a conduzir o país ao actual holocausto social e económico, apanhando-os um a um, desprevenidos e indefesos, seja no café, no emprego, no jogging, no barbeiro, no automóvel ou onde quer que se encontrem, e justiçá-los à medida das suas responsabilidades.


Caçar paulatinamente os ladrões do povo, apanhando-os um a um e justiçá-los...


Os criminosos são a máfia financeira, os donos e administradores de empresas que parasitam o Estado, os políticos corruptos, os legisladores a soldo, os propagandistas venais, etc. A limpeza metódica desta cáfila (que o receio tornará difícil revezar), fará inevitavelmente desabar a pirâmide que detém o poder.

A sociedade está hoje instantaneamente ligada entre si pelas actuais tecnologias de informação e telecomunicações - Internet e telemóveis. É actualmente possível a troca rápida de informação entre muitos milhares de cidadãos sob as mais variadas formas - redes sociais, blogues, e-mails, texto, voz, fotos e vídeos.

As populações, recorrendo a estas novas tecnologias e podendo comunicar mais rápida e directamente uns com os outros, têm a capacidade de registar a teia de ligações, de influências e as agendas dos ladrões que os estão a conduzir à ruína, bem como montar um sistema de vigilância que lhes monitorize os passos e os localize em tempo real.


citadino.blogspot.pt

O QUE É O DINHEIRO !? - O Dinheiro é criado partir do nada pelos banqueiros que, a partir dessa ilusão, se apoderam da riqueza produzida por todos os outros cidadãos


O Dinheiro é criado partir do nada pelos banqueiros que, a partir dessa ilusão, se apoderam da riqueza produzida por todos os outros cidadãos

Donde é que vem o Dinheiro?

O que é o dinheiro?
Para a maioria de nós, a questão "Donde é que vem o dinheiro?" lembra-nos uma imagem da casa da moeda a imprimir notas e a cunhar moedas. O dinheiro, a maioria acredita, é criado pelo governo.

É verdade, mas só até um certo ponto. Esses símbolos de valor de metal e de papel que costumamos pensar como dinheiro são, na verdade, produzidos por uma agência do governo federal chamada Casa da Moeda.

Mas a grande maioria do dinheiro não é criado pela Casa da Moeda. É criado em grandes quantidades todos os dias por empresas privadas chamadas bancos.

A maioria de nós acredita que os bancos emprestam dinheiro que lhes foi confiado por depositantes. É fácil de imaginar. Mas não é verdade.

De facto, os bancos criam o dinheiro que emprestam, não dos ganhos do próprio banco, não do dinheiro depositado, mas directamente da promessa de pagamento da pessoa que pede emprestado.

A assinatura da pessoa que pede emprestado nos papéis do empréstimo é uma obrigação para pagar ao banco o empréstimo mais o juro, ou, perde a casa, o carro, qualquer bem que tenha dado como garantia. É um grande compromisso para o devedor.

O que é que essa assinatura requer do banco? O banco faz surgir do nada a quantidade do empréstimo e inscreve-o na conta do devedor.

Parece absurdo?

De certeza que não pode ser verdade. Mas é!

Para demonstrar como é que este milagre da banca moderna acontece, considerem esta simples história:

A história do ourives
Antigamente, quase qualquer coisa era utilizada como dinheiro.

Tinha apenas de ser portátil e que houvesse gente suficiente que acreditasse que o poderia trocar mais tarde por coisas de valor real como comida, roupa ou abrigo. Conchas, grãos de cacau, pedras bonitas, mesmo penas foram usadas como dinheiro.

Ouro e prata eram atraentes, flexíveis e fáceis de trabalhar, portanto algumas culturas tornaram-se especialistas nestes metais. Os ourives comerciavam mais facilmente moldando moedas, unidades estandardizadas destes metais cujo peso e pureza eram certificados.

Para proteger este ouro o ourives precisava de um cofre.

Depressa os outros habitantes estavam a bater à sua porta querendo alugar um espaço para guardar em lugar seguro as suas moedas e valores.

Passado pouco tempo, o ourives estava a alugar cada prateleira do seu cofre e ganhava um pequeno rendimento pelo seu negócio de aluguer de espaço no cofre.

Os anos passaram e o ourives fez uma observação astuta.Os depositantes raramente vinham retirar o seu ouro físico e nunca vinham todos ao mesmo tempo.

Isto acontecia porque os cheques que o ourives passava como recibos do ouro depositado, estavam a ser trocados no mercado como se fossem o próprio ouro.

Este papel-moeda era muito mais cómodo do que moedas pesadas, e somas de dinheiro podiam ser simplesmente escritas, em vez de laboriosamente contadas uma a uma em cada transacção.

Entretanto, o ourives desenvolvera outro negócio. Ele emprestava o seu ouro cobrando juros.

Bem, à medida que os cheques fáceis de utilizar foram sendo aceites, as pessoas que pediam empréstimos queriam o valor em forma de cheques em vez de metal. À medida que a indústria se expandia, mais e mais pessoas pediam empréstimos aos ourives.

Este facto deu ao ourives uma ideia ainda melhor.

Ele sabia que muito poucos dos seus depositantes alguma vez retiravam o seu ouro. Portanto, o ourives pensou que poderia facilmente emprestar cheques sobre o ouro dos seus depositantes, a somar ao seu próprio ouro.

Desde que os empréstimos fossem reembolsados, os depositantes nunca saberiam e não seriam prejudicados. E o ourives, agora mais banqueiro que artesão, conseguiria um lucro muito maior do que se emprestasse apenas o seu ouro.

Durante anos o ourives aproveitou secretamente um bom rendimento dos juros ganhos com os depósitos dos outros.

Agora um importante emprestador, ele foi enriquecendo mais que os outros habitantes e exibia a sua fortuna. As suspeitas aumentaram de que ele estava a gastar o dinheiro dos seus depositantes. Estes juntaram-se e ameaçaram retirar o seu ouro se o ourives não explicasse a sua riqueza recente.

Contrariamente ao que se poderia esperar, isto não foi um desastre para o ourives. Não obstante a duplicidade do seu esquema, a sua ideia resultou. Os depositantes não tinham perdido nada. O seu ouro ainda estava seguro no cofre do ourives.

Em vez de retirarem o seu ouro, os depositantes exigiram que o ourives, agora o seu banqueiro, lhes pagasse uma parte dos juros dos seus depósitos.

E isto foi o princípio do sistema bancário. O banqueiro pagava uma pequena taxa de juros pelos depósitos de dinheiro das pessoas, e então emprestava-o a uma taxa de juro maior.

A diferença cobria os custos de operação do banco e o seu lucro. A lógica deste sistema era simples. E parecia uma forma razoável de satisfazer a procura de crédito.

Contudo esta não é a forma como a banca trabalha hoje.

O nosso ourives-banqueiro não estava satisfeito com o rendimento que restava depois de partilhar os ganhos dos juros com os seus depositantes.

E a procura por crédito estava a crescer depressa, à medida que os Europeus se espalhavam através do mundo. Mas os seus empréstimos estavam limitados à quantidade de ouro que os seus depositantes tinham no seu cofre.

Foi quando ele teve uma ideia ainda mais arrojada. Já que só ele é que sabia a quantidade de ouro que estava nos seus cofres, então podia emprestar cheques sobre ouro que nem sequer estava lá!

Desde que os detentores dos cheques não aparecessem todos ao mesmo tempo a reclamar o ouro que estava no seu cofre, como é que alguém descobriria?

Este novo esquema funcionou muito bem, e o banqueiro tornou-se tremendamente rico com os juros pagos por ouro que nem sequer existia!

A ideia de que o banqueiro podia criar dinheiro a partir do nada era demasiada escandalosa para acreditar, por isso, por muito tempo, esse pensamento nem sequer ocorreu às pessoas.

Mas, o poder de inventar dinheiro subiu à cabeça do banqueiro, como podem imaginar. Com o tempo, a magnitude dos empréstimos e a ostentação da riqueza do banqueiro levantou novamente suspeitas.

Algumas pessoas que pediam empréstimos começaram a exigir ouro em vez de representações em papel. Rumores espalharam-se.

Subitamente, vários depositantes ricos apareceram para retirar o seu ouro. O jogo tinha acabado!

Uma multidão de possuidores de cheques apareceu junto às portas fechadas do banco. O banqueiro não tinha ouro e prata suficiente para cobrir todo o papel que tinha distribuído.

Isto chama-se uma "corrida ao banco" e é o que qualquer banqueiro mais teme.

Este fenómeno da "corrida ao banco" arruinou bancos individuais e, sem surpresa, danificou a confiança do público em todos os banqueiros.




Um milhão de britânicos com contratos «zero horas» Os contratos «zero horas», que não dão qualquer garantia ao trabalhador, tornaram-se uma prática corrente no Reino Unido, revela um recente estudo de um instituto britânico.



Um milhão de britânicos com contratos «zero horas»

Os contratos «zero horas», que não dão qualquer garantia ao trabalhador, tornaram-se uma prática corrente no Reino Unido, revela um recente estudo de um instituto britânico.

Em algumas empresas do Reino Unido os contratos «zero horas» representam a esmagadora maioria dos vínculos laborais. É o caso da cadeia McDonalds, onde 90 por cento dos trabalhadores (precisamente 82 200 pessoas) estão nestas condições, isto é, tanto podem trabalhar 70 horas por semana como nenhuma, sendo remunerados nessa correspondência.

O empregador não lhes dá qualquer garantia, mas exige-lhes disponibilidade total em função das suas necessidades.

Deste modo, a multinacional do hambúrguer pode dar-se ao luxo de com apenas 1200 trabalhadores efectivos servir diariamente 2,5 milhões de refeições em terras de sua majestade.

A Sports Direct é outra cadeia comercial muito conhecida que mantém 20 mil trabalhadores com contratos «zero horas», ou seja, 90 por cento da mão-de-obra. O mesmo modelo é aplicado nas lojas Boots ou na Subway.

Como explica uma reportagem do jornal espanhol Público.es., não é raro o trabalhador ser convocado de manhã ao serviço e pouco depois ser enviado para casa porque a afluência de clientes ficou abaixo das expectativas.

O assunto tornou-se num tema quente da actualidade britânica depois de o CIPD (Chartered Institute of Personnel and Development), um instituto especializado em recursos humanos, ter publicado, dia 5, um relatório segundo o qual o universo de trabalhadores nestas condições é quatro vezes maior do que os números oficiais indicam.

Assim, enquanto as estatísticas britânicas apontam para a existência de 250 mil «contratos zero», o estudo do CIPD estima que os números reais rondarão um milhão de pessoas.




Um caso de sobre-exploração

Por seu turno, o CIPD, que se baseou num inquérito a mais de mil empregadores, mostra que o recurso a esta modalidade de precariedade absoluta se tornou comum em muitos sectores de actividade.

Os resultados revelam que 19 por cento dos empregadores inquiridos empregaram pelo menos uma pessoa nestas condições.

No chamado sector do voluntariado esta percentagem sobe para 34 por cento, no sector público para 24 por cento e no sector privado em geral fica-se nos 17 por cento.

Na hotelaria, restauração e entretenimento, 48 por cento dos empregadores admitiram recorrer aos «contratos zero», na educação, 25 por cento, e na saúde, 27 por cento.

É ainda significativo que 25 por cento das empresas com mais de 250 trabalhadores utilizem este tipo de contratos, enquanto o mesmo sucede em apenas 11 por cento das pequenas empresas.

A maioria dos empregadores (54%), que reconhecem utilizar este tipo de contratos, afirmam que eles representam pouco mais de dez por cento do total de trabalhadores, sendo que a percentagem média é de 16 por cento.

Com base nestas respostas, o CIPD estima que entre três a quatro por cento dos empregados cobertos pelo inquérito têm contratos «zero horas», o que equivale a um milhão de trabalhadores em todo o Reino Unido.

Além disso, as informações fornecidas por 148 trabalhadores com este tipo de contratos mostram que 14 por cento dos patrões frequente ou muito frequentemente não lhes oferecem o número de horas suficiente para manterem padrões básicos de vida.

Por outro lado, 38 por cento dos trabalhadores consideram que têm um emprego a tempo inteiro, trabalhando 30 ou mais horas por semana.

A verdade é que os contratos «zero horas» estão muito longe de servirem apenas estudantes ou pessoas que desejam trabalhar algumas horas por semana, finalidade para que teriam sido criados.

Segundo o sindicato Unison, a grande maioria destes trabalhadores sujeita-se a estes contratos, sem quaisquer benefícios, como direito a férias, cobertura em caso de doença, seguro de saúde ou indemnização por despedimento, apenas porque não tem outra opção.

cidatino.blogspot.pt

A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar. Contra a violência económica e financeira que nos tem atirado a todos para o desespero, repliquemos com a violência que for necessária para desparasitar de vez o país desta cáfila de parasitas assassinos de colarinho dourado.




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A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar


A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar. Contra a violência económica e financeira que nos tem atirado a todos para o desespero, repliquemos com a violência que for necessária para desparasitar de vez o país desta cáfila de parasitas assassinos de colarinho dourado.

Um povo que se revolta de forma sangrenta contra a Máfia do Dinheiro, coadjuvada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e o país inteiro, esse povo está a utilizar a violência de uma forma justa para se libertar.

Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada", ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar:


* Se Um pai que pegue num taco para dispersar à paulada um grupo de rufias que está a espancar o seu filho, está a utilizar a violência de uma forma justa; 

* Se uma mulher crava uma lima de unhas na barriga de um energúmeno que a está a tentar violar, essa mulher está a utilizar a violência de uma forma justa;

* Se um homem abate a tiro um assassino que lhe entrou em casa e ameaça degolar-lhe a família, esse homem está a utilizar a violência de uma forma justa;

* Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa;

* Um povo está a utilizar a violência de uma forma justa quando utiliza a força, porque sonegado de todas as entidades que o deveriam defender, contra a Máfia do Dinheiro, acolitada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e a economia de um país inteiro.

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Modus Operandi


Caçar paulatinamente os ladrões do povo, apanhando-os um a um e justiçá-los...


Os criminosos são a máfia financeira, os donos e administradores de empresas que parasitam o Estado, os políticos corruptos, os legisladores a soldo, os propagandistas venais, etc. A limpeza metódica desta cáfila (que o receio tornará difícil revezar), fará inevitavelmente desabar a pirâmide que detém o poder.

A sociedade está hoje instantaneamente ligada entre si pelas actuais tecnologias de informação e telecomunicações - Internet e telemóveis. É actualmente possível a troca rápida de informação entre muitos milhares de cidadãos sob as mais variadas formas - redes sociais, blogues, e-mails, texto, voz, fotos e vídeos.

As populações, recorrendo a estas novas tecnologias e podendo comunicar mais rápida e directamente uns com os outros, têm a capacidade de registar a teia de ligações, de influências e as agendas dos ladrões que os estão a conduzir à ruína, bem como montar um sistema de vigilância que lhes monitorize os passos, os localize em tempo real e os elimine de facto.



Confrontos, como os que têm acontecido até agora, entre multidões de manifestantes por um lado e grupos de polícias e militares (também eles vítimas) por outro, são contraproducentes e nada resolvem, deixando os criminosos a sorrir com as rédeas do poder firmemente nas unhas.

Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada", ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual.

A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar. Contra a violência económica e financeira que nos tem a todos atirado para o desespero, repliquemos com a violência que for necessária para desparasitar de vez o país desta cáfila de assassinos de colarinho dourado.

Quando sonegado de todas as entidades que o deveriam defender, um povo tem todo o direito de utilizar a violência contra a Máfia do Dinheiro, acolitada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e a economia de um país inteiro.

Num país em que os políticos, legisladores e comentadores mediáticos estão na sua esmagadora maioria a soldo do Grande Dinheiro, só existe uma solução para resolver a «Crise»... Somos 10 milhões contra algumas centenas de sanguessugas... e não há buracos suficientes para elas se esconderem...


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James A. Garfield – Presidente Norte-Americano (1831- 1881) 

"Quem quer que controle o volume de dinheiro no nosso país é o senhor absoluto de toda a indústria e comércio... e quando percebemos que a totalidade do sistema é facilmente controlada, de uma forma ou de outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisamos que nos expliquem como se originam os períodos de inflação e depressão."

(Poucas semanas após proferir estas palavras, o presidente Garfield foi assassinado).

"Whoever controls the volume of money in our country is absolute master of all industry and commerce...when you realize that the entire system is very easily controlled, one way or another, by a few powerful men at the top, you will not have to be told how periods of inflation and depression originate."



A Pirâmide da Pilhagem



1 – No topo, meia-dúzia de indivíduos que detêm e controlam
um Monopólio Financeiro a nível mundial.


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2 – Os "Banqueiros" - testas de ferro colocados à frente dos bancos, instituições que aparentam ser independentes mas que não passam de meras agências do monopólio financeiro mundial.


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3 – Os "Capitalistas e Gestores de topo" - supostamente donos e génios da gestão, testas de ferro da Banca, dirigem  grandes empresas que subsistem, na sua maioria, penduradas nos contratos com o Estado ou dos favores deste.


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4 – Os "Governantes - indivíduos que são colocados no governo pela Banca para servir os interesses desta, que apoia os dois partidos - PS e PSD - (fraude que consiste na fundação e financiamento pela elite do poder de dois partidos políticos que surgem aos olhos do eleitorado como antagónicos, mas que, de facto, constituem um partido único. O objectivo é fornecer aos eleitores a ilusão de liberdade de escolha política e serenar possíveis sentimentos de revolta contra a elite dominante), e que se revezam eternamente no poder.

Estes "governantes", após a sua passagem pelo Poder, têm um lugar garantido e principescamente pago na administração de um banco ou de uma empresa (naturalmente controlada por um banco).


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5 – Os "Comentadores Mediáticos" – sujeitos, normalmente com elevadas posições académicas, pagos (pela Banca) para tornar consensual, através dos jornais e das televisões, toda a propaganda que a Banca pretende fazer passar por realidade.


(E tantos outros...)

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