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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

AGORA TEM AQUI VÍDEOS MARAVILHOSOS E MUITAS IMAGENS DESLUMBRANTES DE CEREJEIRAS EM FLOR ! NÃO PERCA EM MAIS UMA POSTAGEM ESPECIAL DO DESENVOLTURAS & DESACATOS -m dos símbolos mais conhecidos da primavera no Japão são as magníficas cerejeiras rosa japonesas, também chamadas de sakura. A partir de meados de março, a Internet é inundada com imagens incríveis de todas as variedades de rosa, florescendo em parques e ruas de diversas cidades do Japão. A primeira cidade a florescer é Tóquio e quase todas suas árvores chegam a plena floração até o final do referido mês. Dependendo de algumas cidades, as cerejeiras podem florescer até mesmo no mês de maio.

As floradas de cerejeiras mais bonitas em todo o mundo
Um dos símbolos mais conhecidos da primavera no Japão são as magníficas cerejeiras rosa japonesas, também chamadas de sakura. A partir de meados de março, a Internet é inundada com imagens incríveis de todas as variedades de rosa, florescendo em parques e ruas de diversas cidades do Japão. A primeira cidade a florescer é Tóquio e quase todas suas árvores chegam a plena floração até o final do referido mês. Dependendo de algumas cidades, as cerejeiras podem florescer até mesmo no mês de maio.

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As floradas de cerejeiras mais bonitas em todo o mundo 01
Via: Adas Meliauskas
Como o ano letivo oficial japonês começa em abril, o primeiro dia de volta à escola ou ao trabalho após as férias, geralmente coincide com a floração das sakuras. Assim é comum ver muitos moradores fazendo piqueniques sob as cerejeiras em parques e jardins para contemplar estas lindas flores, em uma tradição chamado Hanami, que remonta ao século 8.
Durante estes poucos dias do ano, as cerejeiras florescem em uma metáfora perdurável de vida efêmera na cultura japonesa, sendo associadas com a vida do samurai, cuja existência podia ser tão breve quanto a da flor que se desprende da árvore. Um espetáculo natural que é possível observar de maneira especial em certos lugares do mundo.
Ademais o seu fruto é muito relacionado à sensualidade, por seu vermelho intenso. O suco de cereja madura tem um sabor tão intenso que poeticamente é comparado ao sabor do primeiro gosto do amor. Possivelmente por isso há uma ligação erótica com o fruto da árvore.

Na Espanha, no Vale do Jerte, quando começa a desaparecer a neve dos cumes e apenas durante uns poucos dias é possível ver um milhão de cerejeiras em flor. Um acontecimento conhecido como "A Festa da Cerejeira em Flor" declarada de interesse turístico regional.
A flor da cerejeira já foi considerada uma das flores mais belas do mundo, tanto pelo seu formato como pela delicadeza e espessura das suas pétalas. Na Índia essa flor é considerada sagrada e nas casas que ela floresce nunca falta nada, diz a lenda da flor de cerejeira da Índia.

Mesmo que a sakura seja a flor nacional não oficial do Japão, hoje elas se espalharam pelo mundo, em grande medida devido à diáspora japonesa. A floração das sakuras é, definitivamente, uma das mais belas paisagens que podemos desfrutar a cada primavera, onde quer que sejam encontradas.
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As floradas de cerejeiras mais bonitas em todo o mundo 02
Via: Hector Melo A.
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As floradas de cerejeiras mais bonitas em todo o mundo 03
Via: Brian Hsu
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Via: y2 – hiro
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Via: Dani Romanesi
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As floradas de cerejeiras mais bonitas em todo o mundo 06
Via: Ida Shum
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As floradas de cerejeiras mais bonitas em todo o mundo 07
Via: Hector Melo A.
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As floradas de cerejeiras mais bonitas em todo o mundo 08
Via: Inoue Keiichi
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Via: Shawn Marshall
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Via: Saru Kachim
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Via: Hiroki Morita
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Via: Danielle Hughson
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Via: Kaz Watanabe
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Via: Ariel Mmx
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Via: Kiko Berwanger
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Via: Shiru6
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As floradas de cerejeiras mais bonitas em todo o mundo 17
Via: Paulo Galian


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OLHÓ AVANTE - A RESPOSTA NECESSÁRIA À atitude prepotente e provocatória do Governo Passos/Portas, proibindo a marcha a pé na Ponte 25 de Abril, deu a CGTP-IN a resposta necessária – com a serenidade, a lucidez, a determinação e a firmeza que a caracterizam e fazem dela a grande central sindical dos trabalhadores portugueses.

Editorial


«A CGTP-IN sai mais prestigiada; o Governo sai mais isolado»
A RESPOSTA NECESSÁRIA
À atitude prepotente e provocatória do Governo Passos/Portas, proibindo a marcha a pé na Ponte 25 de Abril, deu a CGTP-IN a resposta necessária – com a serenidade, a lucidez, a determinação e a firmeza que a caracterizam e fazem dela a grande central sindical dos trabalhadores portugueses.

A provocação ardilosamente montada pelo Governo, via ministro da Administração Interna, (este em tom e pose a fazer lembrar os ministros do Interior do antigamente) tinha todos os condimentos para levar a água ao moinho dos que, pelo conteúdo de classe da política que praticam, fazem dos trabalhadores o seu alvo primordial – e temem, acima de tudo, a luta organizada das massas trabalhadoras.

A resposta da CGTP-IN foi o que se viu: as marchas por Abril em Lisboa, no Porto e nas Regiões Autónomas, trazendo para as ruas centenas de milhares de trabalhadores, foram, cada uma à sua maneira, poderosas demonstrações da força e da capacidade de mobilização do movimento sindical unitário. Foram, no seu conjunto, uma clara afirmação de dignidade e de coragem por parte dos trabalhadores; uma concludente afirmação da combatividade e da unidade das massas; uma poderosa jornada de luta por Abril, pela Constituição da República Portuguesa, pela soberania e a independência nacional.

E constituíram, por tudo isso, uma inequívoca exigência de demissão do Governo, de rejeição do pacto das troikas e da política de direita – e uma igualmente inequívoca afirmação da disponibilidade dos trabalhadores para prosseguirem e intensificarem a luta até à conquista de uma política inspirada nos valores de Abril, portanto ao serviço dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País.



Da grande e poderosa jornada de luta, e do carácter histórico que, por diversas circunstâncias, assumiu, é justo e indispensável salientar o trabalho preparatório que a antecedeu, levado a cabo por milhares de sindicalistas – bem como pelas organizações e militantes do PCP, que disso fizeram tarefa prioritária – através de um esforço gigantesco e só possível vindo de gente que sabe o que quer e tem consciência do papel que lhe cabe face à política de direita, ao terrorismo social, aos roubos nos rendimentos e nos direitos dos trabalhadores, dos reformados e pensionistas, dos jovens, enfim da imensa maioria dos portugueses.

Na memória dos que construíram esta memorável acção de luta permanecerão, certamente, como sinais para o futuro, a convicção e a confiança evidenciadas pela generalidade dos manifestantes; a postura combativa assumida, inclusive, por gente que participava pela primeira vez numa manifestação da CGTP-IN; a serena firmeza com que foi desmontada a provocação engendrada pelo Governo – e os momentos de solidária camaradagem com que a multidão, em Alcântara, recebia os autocarros que haviam atravessado a Ponte 25 de Abril: com gritos e punhos cerrados de confiança e força e com lágrimas de emoção, que eram também de confiança e força, em muitos olhos…

Quem não viu nada do que lá se passou e viu, apenas e só, o que, mesmo antes de a marcha se realizar, já tinha decidido ver, foram os media dominantes – salvo raras, honrosas e assinaláveis excepções. Na verdade, a generalidade desses órgãos de propaganda da política das troikas segue as ordens do dono como as galinhas seguem o risco que lhes traçam à frente dos olhos. Uma vez mais, vimos o inevitável órgão da Sonae a assumir a vanguarda no cumprimento da tarefa: anunciando o «falhanço» da CGTP-IN e a «vitória» do «ministro Miguel Macedo»; e dando à estampa uma «reportagem» sobre a marcha de Lisboa que, cozinhada de acordo com a receita e os temperos dos critérios «informativos» em vigor naquele jornal, só podia dar no que deu…

Nos ataques à CGTP-IN também não podiam faltar, e não faltaram, os radicalistas do verbo fácil, catedráticos em táctica, estratégia & seus derivados, revolucionários online, irados, acusando a Central de não querer fazer a «revolução já!» – e em vários casos afinando pelo mesmo diapasão dosmedia do grande capital.



Duas coisas são certas: a CGTP-IN sai mais prestigiada da grande jornada do dia 19 – e o Governo sai mais isolado política e socialmente.

E o êxito do dia 19 constituiu um forte estímulo à intensificação da luta. Vejam-se as greves já marcadas para este mês de Outubro e inícios de Novembro (CTT, Metro, Soflusa e Transtejo, CP, Carris, Administração Pública, Transportes, etc., etc.), com destaque especial para a concentração do dia 1 de Novembro, junto da Assembleia da República, quando da votação do Orçamento do Estado para 2014 – um OE que é bem a amostra do conteúdo de classe e das práticas predadoras deste Governo e desta política: com mais exploração e mais empobrecimento; com mais assaltos aos direitos laborais e mais benefícios para o grande capital; com mais mentiras sobre a pretensa equidade na distribuição dos sacrifícios; com mais um roubo de 3200 milhões de euros aos trabalhadores e aos reformados; com mais famílias atiradas para a pobreza e a miséria; com mais violações da Constituição e mais apoio do Presidente da República às práticas anticonstitucionais do Governo – é, portanto, um OE a exigir mais e mais fortes lutas organizadas das massas, mais e mais reforço da unidade e acção dos democratas e patriotas. E, por tudo isso, a exigir a continuação da intervenção intensa e criativa do colectivo partidário comunista – no próximo fim-de-semana empenhado na realização desse momento alto do Centenário que é o Congresso «Álvaro Cunhal, o projecto comunista e o mundo de hoje».

Frases e Pensamentos de Simone de Beauvoir Simone de Beauvoir “Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância.” ―Simone de Beauvoir

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