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sábado, 19 de outubro de 2013

NEM OS IPAD ESCAPAM -Autarca cessante de Beja ficou com iPad do município por 50 euros Mal-estar provocado pela notícia impediu que outros ex-membros do executivo e dos seus serviços de apoio fizessem o mesmo

Autarca cessante de Beja ficou com iPad do município por 50 euros


Mal-estar provocado pela notícia impediu que outros ex-membros do executivo e dos seus serviços de apoio fizessem o mesmo
O ex-presidente da Câmara de Beja, Jorge Pulido Valente (PS), terminou esta semana o seu mandato de quatro anos confrontado com uma compra que fez nos últimos dias e que está a suscitar polémica: adquiriu por 50 euros um iPad 2 (modelo lançado em Portugal em Março de 2011), propriedade do município, cujo preço de aquisição, novo, varia entre 400 e 500 euros. Também o director executivo da Empresa Municipal de Água e Saneamento (EMAS), Rui Marreiros, pagou cem euros por um PC HP EliteBook 8540p, que tem um valor comercial entre os mil e os 1400 euros, e ficou com um iPad 2 igualmente por 50 euros.
Num documento a que o PÚBLICO teve acesso, Pulido Valente propõe ao conselho de administração da EMAS, de que ele próprio é também presidente, que o tablet da Apple que lhe estava atribuído para o exercício das suas funções no município lhe seja vendido por 50 euros, "na sequência da utilização continuada" do mesmo, "em regime de exclusividade e permanência". A proposta foi aprovada no dia 2 deste mês, apenas pela vereadora Cristina Valadas (PS), que detinha o pelouro da Administração e Finanças na autarquia, e que integrava também a administração da EMAS, com Pulido Valente e outro vereador do PS. Igual procedimento foi seguido pelo director executivo da empresa municipal, que propôs a aquisição, exactamente com as mesmas palavras do presidente, do portátil e do tablet com que trabalhava, por 150 euros, obtendo a concordância da vereadora.
Confrontado com estes factos no decorrer de uma conferência de imprensa realizada na terça-feira, o ex-presidente da câmara, então ainda em funções, começou por dizer que não queria fazer comentários sobre a matéria, por se tratar de um "não assunto". Mas acabou por afirmar: "[O problema] não existe e isso quer dizer que não foi adquirido material informático". Todavia, Rui Marreiros, questionado sobre se a aquisição teria sido feita junto da EMAS e não da câmara, confirmou: "Nós fizemos a aquisição de material informático" - referindo-se a ele e ao ex-presidente.
A revelação suscitou uma advertência aos jornalistas por parte do vereador José Velez, o terceiro membro da administração da empresa, segundo o qual a questão está em saber se a aquisição do material nas condições em que foi adquirido "é legal ou ilegal" e se o município "saiu prejudicado ou não" - não tendo porém exprimido a sua opinião.
Os documentos mostram que foram os compradores quem assinou as propostas de aquisição pelos valores em causa, alegando que os equipamentos tinham um "valor patrimonial nulo". Tanto o portátil como os dois iPad foram adquiridos pelo município, no âmbito de um programa de modernização administrativa financiado por fundos europeus.
O Estatuto dos Eleitos Locais determina que estes "não devem patrocinar interesses particulares, próprios ou de terceiros, de qualquer natureza, quer no exercício das suas funções, quer invocado a qualidade de membro de órgão autárquico".
Os vereadores socialistas do executivo agora substituído pretendiam tornar extensiva a alguns elementos dos serviços de apoio ao executivo a possibilidade de adquirir o material informático que lhes estava distribuído. Este propósito foi mal acolhido por alguns funcionários da câmara que trouxeram o assunto para as redes sociais, motivando uma tomada posição dos eleitos da CDU, agora maioritária na câmara. Os comunistas criticaram a anterior maioria por ter actuado "em causa própria" e por querer vender aos seus membros, por valores "residuais", equipamentos em condições de continuarem a ser utilizados no município. A polémica travou as aquisições na câmara, mas na EMAS o presidente e o director ainda concretizaram as suas intenções.

Estes não são reais carros, apenas um Ilusão óptica alucinante Fabricante de modelo profissional e fotógrafo Michael Paul Smith passou os últimos 25 anos fazendo carros em miniatura e fotografá-los, coloque em uma fictícia cidade americana dos anos 1950 chamado Elgin Park. Seus modelos são tão detalhadas que, quando colocado em dioramas em miniatura e fotografado usando perspectiva forçada, você acha que eles são veículos reais. Continue lendo para saber mais.

Fabricante de modelo profissional e fotógrafo Michael Paul Smith passou os últimos 25 anos fazendo carros em miniatura e fotografá-los, coloque em uma fictícia cidade americana dos anos 1950 chamado Elgin Park. Seus modelos são tão detalhadas que, quando colocado em dioramas em miniatura e fotografado usando perspectiva forçada, você acha que eles são veículos reais. Continue lendo para saber mais.




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PCP critica ausência da direção do PS nas lutas contra o Governo O secretário-geral do PCP criticou hoje a ausência da direção do PS na manifestação da CGTP, considerando incompreensível essa demarcação num quadro de "indignação" contra o Governo e que os socialistas têm de resolver esse problema.



PCP critica ausência da direção do PS nas lutas contra o Governo

O secretário-geral do PCP criticou hoje a ausência da direção do PS na manifestação da CGTP, considerando incompreensível essa demarcação num quadro de "indignação" contra o Governo e que os socialistas têm de resolver esse problema.

Jerónimo de Sousa falava aos jornalistas em Alcântara, durante a manifestação da CGTP contra o Governo, depois de confrontado por jornalistas com a ausência de dirigentes socialistas nessa ação de protesto.
"Registamos o facto de, neste quadro de indignação profunda e geral por parte de tantos trabalhadores e de tanta gente - parte dela vota no PS -, o PS está sempre ausente. Essas pessoas não compreendem a posição do PS, quando há uma luta pela demissão deste Governo", disse.
Interrogado se gostaria de ter a presença do secretário-geral do PS, António José Seguro, na manifestação da CGTP, Jerónimo de Sousa respondeu: "Num quadro de convergência de todas as forças que estão contra esta política, seria sempre bom se o PS fosse solidário e se mobilizasse para estar com esta grande ação que tem objetivos muito concretos".
"Não vale a pena o PS pensar que pode enganar por muito tempo, querendo sol na eira e chuva no nabal. O PS tem de fazer uma opção de fundo. Se é oposição em relação à política do Governo, então demonstre-o", respondeu.
De acordo com o secretário-geral do PCP, o PS "tem um complexo de prisioneiro em relação ao memorando da `troika` (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia), que aponta estas medidas que o Governo está a executar".
"O PS pode estar mais bem posicionado no plano meramente eleitoral, mas, nos planos político e social, o PS não está bem. Não basta verbalizar uma oposição em sede institucional para depois, onde estão as pessoas e onde pulsam os problemas com todos os dramas sociais e laborais, o PS estar sempre ausente", acusou.
Jerónimo de Sousa sugeriu em seguida que terão de ser os próprios socialistas a resolverem internamente o seu posicionamento no quadro político nacional.
"O problema está no PS, e esse é um problema que os socialistas têm de resolver", sustentou, antes de fazer também críticas ao Governo PSD/CDS e de exigir a demissão de Pedro Passos Coelho.
Na perspetiva de Jerónimo de Sousa, o executivo PSD/CDS tem "uma base social de apoio cada vez mais reduzida", tendo pela frente "a luta da CGTP, mas também da população portuguesa em geral".
"Muitos não estão aqui nesta manifestação, mas apoiam-na, tendo em conta as suas vidas e as ameaças que decorrem para as suas reformas, salários, pequenos negócios e dignidade. A reflexão mais profunda que o primeiro-ministro [Pedro Passos Coelho] poderia fazer era ir embora e demitir-se", acrescentou.

O POVO DO PORTO EM PROTESTO CONTRA AS MALFEITORIAS


A manifestação da CGTP no Porto encheu a Ponte do Infante onde desde as 15 horas centenas de pessoas marcham em protesto contra as "malfeitorias" que "eles" andam a fazer ao país e pedem a demissão do Governo. 

À hora marcada para o início do protesto os acessos à ponte, que foram cortados pela PSP, estavam já cheios de populares e coloridos pelas bandeiras da CGTP mas também por cartazes e bandeiras afectas a forças políticas como o Bloco de Esquerda e ao movimento anarquista.

"A luta continua, Governo para a rua", podia ouvir-se ainda na Ponte do Infante.

A CGP diz que é um dos maiores protestos no Porto. João Torres, da União de Sindicatos, chegou a falar em 50 mil pessoas, mas a PSP diz que ainda não pode confirmar números.

Maria José Pereira veio "com a família toda" de Paredes para se juntar a esta acção de luta. "Querem roubar o emprego ao meu marido", justificou, enquanto o filho galgava o separador central da ponte de bandeira em punho.

Entre as dezenas de cartazes que, juntamente com o vermelho das bandeiras da CGTP, dão cor à massa humana que ainda atravessa a Ponte do Infante lêem-se palavras de ordem contra algumas das decisões do Governo, como a privatização dos CTT, o corte nos salários da Função Pública e nas pensões.

Um cartaz, com as caras de Cavaco Silva, Paulo Portas e Pedro Passos Coelho, com laivos de felicidade, à volta de uma máquina de jogo destaca-se na multidão. "Jackpot de terror", lê-se. 

CGTP anuncia protesto contra Orçamento do Estado a 1 de Novembro Milhares de manifestantes concentram-se em Alcântara, em Lisboa, contra a política de austeridade do Governo.

CGTP anuncia protesto contra Orçamento do Estado a 1 de Novembro

Milhares de manifestantes concentram-se em Alcântara, em Lisboa, contra a política de austeridade do Governo.


O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, anunciou este sábado uma acção de protesto contra o Orçamento de Estado, a realizar no dia 1 de Novembro junto da Assembleia da República, em Lisboa.
"No próximo dia 1 de Novembro, dia feriado que nos foi roubado e que coincide com a primeira votação na generalidade do Orçamento de Estado, lá estaremos, de novo, na Assembleia da República, para rejeitar a proposta de Orçamento, para exigir a demissão do Governo e a realização de eleições quanto antes", disse Arménio Carlos aos milhares de manifestantes concentrados em Alcântara, em Lisboa.

Depois da travessia da ponte 25 de Abril, em centenas de autocarros, às 15h30 a chuva também decidiu participar na “Marcha por Abril contra a exploração e o empobrecimento”, e não houve remédio senão acelerar os discursos. Primeiro a juventude, depois os reformados e finalmente o secretário-geral da CGTP.

O líder da intersindical exigiu a demissão do Governo, e fez referência ao facto de o protesto não ter podido realizar-se a pé na ponte.

Arménio Carlos referiu-se também ao Orçamento do Estado, dizendo que é inconstitucional e esmagador nos rendimentos dos trabalhadores, e por isso, diz, é preciso dizer “basta”, que este Orçamento está fora da lei e o Presidente da República não pode deixar passar.  Disse também ser altura de Cavaco Silva afastar este Governo.

O líder da CGTP disse ainda que o Tribunal Constitucional não pode de forma alguma ser pressionado e que há uma alternativa: a política de esquerda.

O sindicalista afirmou aos milhares de pessoas que participaram no protesto, que hoje no Porto e em Lisboa, foi feita "uma das lutas mais intensas, vibrantes e determinadas do movimento sindical e dos trabalhadores portugueses".

A CGTP marcou para uma jornada nacional de luta contra a exploração e o empobrecimento, que inclui manifestações no Porto e em Lisboa.

Centenas de autocarros levaram manifestantes do sul e centro do país, atravessando a ponte sobre o Tejo para integrar a concentração da CGTP em Alcântara, contra as políticas de austeridade. No Porto, o protesto inclui a travessia a pé da ponte do Infante.
 

As manifestações em Lisboa e Porto passo a passo Coletes refletores em alguns estivadores e familiares que assistem ao protesto junto ao Porto de Lisboa

As manifestações em Lisboa e Porto passo a passo


Coletes refletores em alguns estivadores e familiares que assistem ao protesto junto ao Porto de Lisboa
17.20
Polícia vigia manifestantes junto do Porto de Lisboa
17.08
Manifestantes chegam à entrada do Porto de Lisboa, onde um cordão policial com cerca de 30 agentes impede o avanço da marcha.
16.50
Centenas de manifestantes dirigem-se para o Porto de Lisboa e ameçam fechá-lo. Um grupo de jovens trajados de palhaços seguem na frente do desfile
16.31
A CGTP terá realizado "uma das maiores manifestações" na cidade do Porto. João Torres, da central sindical, fala entre 50 a 60 mil manifestantes.
16.20
Terminam os discursos em Alcântara, com os dirigentes da CGTP de braço dado a cantarem o hino da central sindical e a Internacional Socialista.
16.10
A CGTP anunciou uma grande concentração a 1 de novembro, às 10 horas, junto à Assembleia da República, para rejeitar a proposta de Orçamento de Estado, que nesse dia irá estar à votação. Esta ação visa também protestar contra "o roubo do feriado do 1 de Novembro".
16.07
No Porto, a frente da marcha já está em Passos Manuel, mas ainda há gente a atravessar a ponte do Infante.
16.05
Arménio Carlos diz que "o tribunal constitucional tem de decidir sem pressões" e classifica o Orcamento de Estado como "terrorismo social". O líder da CGTP insiste na renegociação da dívida e no aumento do salário mínimo e das pensões.
15.53
Arménio Carlos começa a discursar com referência à proibição da manifestação na Ponte 25 de Abril. Faz ainda alusão à "grande manifestação que está a decorrer na ponte do Infante, no Porto".
15.48
Os manifestantes que partiram de Gaia chegam ao Porto. O cortejo divide-se em dois: uma parte segue pela rua Alexandre Herculano, os restantes pela rua das Fontainhas. O reencontro está marcado para daqui a algum metros na rua Duque de Loulé.
15.46
Em Alcântara, a chuva obriga a improvisar abrigos. Muitos estão a coberto do próprio palco, onde discursa agora o representante dos reformados da CGTP. "Até o tempo o Passos Coelho manipula", disse, provocando a primeira assobiadela da tarde.
15.34
Já se cruza a Ponte do Infante. Os manifestantes ocupam as quatro faixas de circulação da ponte e os dois passeios. Não há qualquer via de emergência livre
15.32
Cerca das 15.30 horas, começou a chover em Lisboa mas os manifestantes não desarmam. Com chapéus de chuva, impermeáveis, ou abrigando-se nos próprios cartazes, continuam a cantar e a bater palmas.
15.23
Arrancou em Vila Nova de Gaia a marcha lenta que atravessará a Ponte do Infante rumo ao Porto.
15.20
Já se cantam palavras de ordem e está prestes a arrancar na Serra do Pilar, no Porto, a marcha da CGTP. Milhares de pessoas preparam-se para atravessar a ponte do Infante rumo à Avenida dos Aliados.
15.04
A Ponte do Infante, no Porto, cortada à espera das muitas centenas de pessoas que se encontram na Serra do Pilar, em Vila Nova de Gaia. Neste momento, os cem autocarros com manifestantes de toda a zona Norte ainda continuam a descarregar pessoas.
15.01
Manifestantes em Alcântara aguardam chegada dos restantes autocarros. Um grupo musical atua em cima do palco onde Arménio Carlos falará por volta das 16 horas.
14.46
A Norte, os manifestantes concentram-se a 50 metros da Ponte do Infante, que vão atravessar a pé rumo ao Porto
14.42
"Deixem-se de cantigas, queremos legislativas". Esta é uma das novas palavras de ordem contra o Governo que os manifestantes vão ensaiando junto ao palco instalado em Alcàntara, com o tabuleiro da ponte em fundo, ainda com muitos autocarros a passar.
14.25
Manifestantes já se fazem ouvir em Alcântara, à medida que vão chegando mais autocarros.
14.22
A organização diz que até às 14.30 horas já tinham passado 63 autocarros pela ponte 25 de Abril.
14.18
Arménio Carlos sublinhou à chegada a Alcântara que como todos puderam ver " não houve nenhum bloqueio" da ponte. "Essa nunca foi a nossa intencão", repetiu.
14.15
Algumas dezenas de pessoas recebem os autocarros em Alcântara, com bandeiras nacionais e punhos erguidos.
14.03
Até agora a travessia da ponte não causou qualquer congestionamento ao trânsito, uma vez que os autocarros da CGTP circularam apenas pela faixa mais à direita e separados por intervalos de alguns metros.
13.49
O autocarro onde seguem os dirigentes da CGTP chegou às 13.45 horas a Almada. Travessia calma da ponte, com buzinadelas e acenos aos que seguem em sentido contrário.
13.48
13.47
13.43
Os autocarros vão atravessando a Ponte 25 de Abril em grupo sem problemas de maior
13.23
O líder da CGTP já esta a caminho da Margem Sul e confessou ao JN, pouco antes de entrar no autocarro, que está confiante numa grande jornada de luta.
13.05
Primeiros autocarros atravessam a Ponte 25 de Abril. A marcha é lenta e ouvem-se "buzinões".
12.55
Pouco depois das 12.45 horas, Arménio Carlos chega ao Marquês de Pombal, cumprimenta vários transeuntes e dirige-se para o autocarro que o levará a margem sul. Na comitiva segue Mario Nogueira, líder da Fenprof, Ana Avoila, coordenadora da Frente Comum, e outros dirigentes sindicais.

Xi'an - A cidade do exército de Terracota A antiga cidade de Xi'an, a capital da província Shaanxi, é uma das cidades mais antigas do mundo. Em vez de Beijing, a cidade de Xi'an possui uma história mais antiga como capital da China. No passado, Xi'an chamava-se Chang'an. No livro de Marco Polo, Xi'an era o começo da Rota da Seda.

Xi'an - A cidade do exército de Terracota

A antiga cidade de Xi'an, a capital da província Shaanxi, é uma das cidades mais antigas do mundo. Em vez de Beijing, a cidade de Xi'an possui uma história mais antiga como capital da China. No passado, Xi'an chamava-se Chang'an. No livro de Marco Polo, Xi'an era o começo da Rota da Seda.
Como cidade, Xi'an tem uma história de 3.100 anos. Na história, houve 13 dinastias que tinham construído a capital delas em Xi'an; no total, elas governaram a China por 1.140 anos.
Na Dinastia Han (do ano 221 antes de Cristo ao ano 24) e na Dinastia Tang (618-907), Xi'an era o centro político, económico e cultural da China. Depois da Dinastia Tang, o centro político da China mudou para o oeste. Contudo, Xi'an era sempre a cidade mais importante no nordeste e chamava a atenção do governo central.

A história de Xi'an resumidamente:

1,1 milhões de anos antes de Cristo, na Idade da Pedra Lascada O Homem-macaco Lantian criou a civilização humana em Xi'an. Foi descoberto pela ruína cultural do Homem-macaco Lantian.

6.000 anos antes de Cristo, na Idade de Pedra Polida Apareceu a Comunidade Matrilinear. Foi descoberta pela ruína Banpo.

Cerca de 2.800 anos antes de Cristo Vivia o ascendente chinês mais antigo: o Imperador Huang. 
O imperador Huang nasceu no nordeste da China 5.000 anos atrás. Ele tinha participado em 52 guerras na vida dele. O Imperador Huang é chamado o ascendente da civilização. Até hoje, o túmulo do Imperador Huang é homenageado por muita gente. 

Do ano 246 ao ano 207, antes de Cristo O Reino Qin unificou os reinos e construiu a China.

Do ano 206 antes de Cristo ao ano 25 A Dinastia Han do Oeste construiu a capital em Xi'an. Começou-se a chamar a cidade Chang'an. Isso foi o começo da famosa cidade antiga: a cidade de Chang'an. No ano 138 antes de Cristo, começou a Rota da Seda em Chang'an.

Do ano 265 ao ano 317 A Dinastia Jin do Oeste escolheu Chang'an como a capital.

Do ano 318 ao ano 329 A Dinastia Pré-Zhao construiu a capital em Chang'an.

Do ano 351 ao ano 394 Era a capital da Dinastia Pré-Qin.

Do ano 535 ao ano 557 Era a capital de Wei Oeste e de Zhou do norte.

Do ano 581 ao ano 681 Era a capital da Dinastia Sui.

Do ano 618 ao ano 907 Era a capital da Dinastia Tang.

No ano 690 A única imperatriz chinesa Wu Zetian subiu no trono em Chang'an.

No ano 1369, da Dinastia Ming mudou-se o nome da cidade Chang'an para Xi'an, e que manteve até hoje.

Xi'an é uma história viva, a qual recorda as mudanças e os desenvolvimentos da história chinesa.

As antiguidades históricas de Xi'an e da área grande ao redor de Xi'an mostram uma ordem da história, que é, raramente, completada. Dentro da cidade Xi'an, há mais de 4.000 ruínas antigas e túmulos antigos. Até hoje, desenterraram-se oficialmente mais de 120 mil antiguidades. 
è com frequência que agricultores trabalhando no campo encontre uma peça antiga. Muitos túmulos foram pilhados.


Dentro de tantos lugares históricos, os mais famosos são: a Ruína Banpo de Idade da Pedra Polida, o Exército de Terracota do Primeiro Imperador da Dinastia Qin, a Muralha da Cidade construída na Dinastia Ming, a Grande Mesquita, o Museu da História de Shaanxi que é o campeão em coletar antiguidades de todas as dinastias na China, o Templo Famen onde guardam-se as relíquias do Sakyamuni que é o fundador do budismo, e o Túmulo do Primeiro Imperador da Dinastia Qin e o Túmulo da Imperatriz Wu Zetian, os quais ainda não são explorados na questão das antiguidades dentro dos túmulos serem protegidas.

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MISTÉRIO !? - inclúi vídeo - O MISTÉRIO DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE DENVER Geralmente as misteriosas histórias sobre locais estranhos que existem são de lugares antigos, mas não essa. O Aeroporto Internacional de Denver foi construído em 1995 e traz consigo muitos mistérios. Por todos os cantos do aeroporto há coisas que chamam a atenção, como símbolos, gárgulas, monumentos e um lugar onde há algo muito estranho que só será aberto em 2094.

O MISTÉRIO DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE DENVER

Geralmente as misteriosas histórias sobre locais estranhos que existem são de lugares antigos, mas não essa. O Aeroporto Internacional de Denver foi construído em 1995 e traz consigo muitos mistérios.
Por todos os cantos do aeroporto há coisas que chamam a atenção, como símbolos, gárgulas, monumentos e um lugar onde há algo muito estranho que só será aberto em 2094.
Somente um aeroporto?
O lugar foi construído exageradamente, como se fosse a ponta do iceberg, uma capa que oculta algo muito maior. Seu orçamento inicial era de 1,7 bilhões de dólares, mas o total da obra acabou custando 4,8 bilhões, quase 3 vezes mais que o previsto.

Várias empresas foram contratadas e trabalharam em partes no projeto. Cada empresa realizava montava uma parte do aeroporto, de modo que nenhuma delas conhecia o projeto inteiro. Vários grandes túneis foram construídos, aparentemente dispensáveis para o funcionamento do aeroporto.

O cavalo apocalíptico

O-misterioso-Aeroporto-Internacional-de-Denver1Logo quando chegamos ao aeroporto, nos deparamos com algo no mínimo curioso. Há uma escultura arrepiante – um gigante cavalo azul de olhos vermelho brilhantes.
Diz a lenda que esse cavalo foi esculpido por Luis Jimenez, morto pelo cavalo enquanto o terminava. É que uma peça se soltou e desabou sobre Luis, que acabou morrendo.

A pedra Illuminati

No saguão principal do aeroporto há uma curiosa “pedra Illuminati”, referente a suposta “nova ordem mundial”. Abaixo dessa pedra há uma cápsula do tempo que, segundo sua inscrição, só será aberta em 2094, 100 anos após ter sido colocada ali. Seu conteúdo é desconhecido.

Nazismo

Existem muitas alusões ao nazismo no aeroporto, e a mais evidente delas é o formato das pistas vistas do alto. O projeto deveria ser refeito, pois muitos prédios norte-americanos que tinham esse formado foram totalmente reformados, evitando referenciar o símbolo nazista. Mas a situação no Aeroporto Internacional de Denver é diferente.

Gárgulas

Essas sinistras esculturas são usadas como desaguadouros de calhas em prédios religiosos e castelos, mas ali elas estão localizadas do lado interno do aeroporto, dando a impressão de serem guardiões demoníacos, espiando as pessoas que por ali passam. Aparentemente não possuem nenhuma função, além de completar a sinistra decoração do lugar.

Quadros

Essa pintura te lembra extraterrestres? Há rostos observando o planeta do céu, e seus traços não são nada normais.
O quadro acima  chama-se Paz e Harmonia com a Natureza, mas quando olhamos com um pouco mais de atenção, percebemos ‘o caos da natureza’. A crianças lamentando a morte de animais, outros animais presos em jaulas de vidro e ao fundo a floresta pega fogo. No canto inferior da imagem, é possível observar três crianças mortas, cada uma representando uma etnia. O que será que isso significa?
À primeira vista esse quadro parece uma linda pintura colorida, que representa crianças felizes num mundo alegre. Entretanto, a imagem é perturbadora. Algumas crianças carregam consigo, além da bandeira de seu país, armas. E parece que elas estão oferecendo para uma criança alemã.
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O que todas essas mensagens subliminares em um dos aeroportos mais movimentados do mundo quer dizer é um mistério.

Ocioso

Dom Eugênio, agente duplo Documentos inéditos provam a colaboração do primaz com a ditadura. Por Marsílea Gombata por Marsílea Gombata CNBB Dom Eugênio Dom Eugênio foi usado pelos militares como garoto de recados e recusou apoio a perseguidos Em 1976, sob a égide do Ato Institucional nº 5 e cercada por denúncias de torturas, prisões, desaparecimentos e mortes de presos políticos, como a do jornalista Vladimir Herzog, a ditadura começava a ruir em meio à transição “lenta, gradual e segura” anunciada pelo general Ernesto Geisel. A Igreja Católica, por meio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cobrava do governo informações e esclarecimentos sobre os abusos e condenava o caráter arbitrário do regime militar.


Dom Eugênio, agente duplo

Documentos inéditos provam a colaboração do primaz com a ditadura. Por Marsílea Gombata
por Marsílea Gombata CNBB
Dom Eugênio
Dom Eugênio foi usado pelos militares como garoto de recados e recusou apoio a perseguidos
Em 1976, sob a égide do Ato Institucional nº 5 e cercada por denúncias de torturas, prisões, desaparecimentos e mortes de presos políticos, como a do jornalista Vladimir Herzog, a ditadura começava a ruir em meio à transição “lenta, gradual e segura” anunciada pelo general Ernesto Geisel. A Igreja Católica, por meio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cobrava do governo informações e esclarecimentos sobre os abusos e condenava o caráter arbitrário do regime militar.
Acuados, os generais buscavam minar o ímpeto das lideranças católicas dentro da própria CNBB. Contaram, para isso, com uma das figuras mais influentes do clero: o cardeal e então arcebispo do Rio de Janeiro, dom Eugênio Salles. É o que revelam documentos oficiais obtidos por CartaCapital junto ao Arquivo Nacional em Brasília. Em relatório de 14 de março de 1976, o I Exército do Rio de Janeiro relata ao Serviço Nacional de Informações (SNI) como o cardeal conseguiu conter os esforços da própria CNBB de lançar uma campanha contra a repressão. Ao se referir ao “clero católico”, o documento dizia: “A CNBB pretendia fazer declarações sobre as atuais prisões, envolvendo elementos do PCB, no RJ/RJ. Dom Eugênio Salles conseguiu esvaziar o movimento da CNBB. Irah a Roma ET, no seu retorno ao país, farah declarações favoráveis”.
A evidência fica clara em outro documento do SNI, também parte do acervo do Arquivo Nacional. A carta da CNBB, endereçada ao general Ernesto Geisel em 24 de setembro de 1975, pedia esclarecimentos sobre o paradeiro de presos políticos. Preocupada em obter esclarecimentos “alviçareiros ou trágicos, mas definitivos” sobre casos de militantes desaparecidos, a entidade dizia ao então ditador: “Permanece, no entanto, um determinado número de desaparecimentos para os quais ainda não se obteve informações satisfatórias. (...) Até esta data, no entanto, os esclarecimentos não foram satisfatórios. Isto é motivo de desespero para as famílias dos desaparecidos e de angústia para nós pastores”. O então presidente da CNBB, Aloísio Lorscheider, termina a carta com uma súplica: “Gostaríamos de receber melhores esclarecimentos, bem como qualquer retificação, sobre imprecisão dos dados ou fatos aí contidos”.
Diante da pressão, os militares usavam dom Eugênio – arcebispo primaz do Brasil desde 1968 – como uma espécie de garoto de recados, de acordo com o documento do I Exército do Rio de Janeiro ao SNI, de 1976. À época da prisão de jornalistas ligados ao PCB, como Oscar Maurício de Lima Azêdo e Luiz Paulo Machado, foram coletados depoimentos de outros profissionais de imprensa, como Fichel Davit Chargel e Ancelmo Gois, por meio dos quais seriam reveladas operações do PCB no Rio. Com tais informações nas mãos, os militares pressionaram o fotógrafo Luiz Paulo Machado para que redigisse uma carta de repúdio ao comunismo, a fim de demonstrar arrependimento pela militância. A existência da carta de próprio punho, ressalta o documento oficial, era para ser mantida sob “alta compartimentação” (sigilo).
Apesar da carta escrita na madrugada de 13 para 14 de março, os militares queriam mais. Pediram, como relata o documento da Operação Grande-Rio – que visava “buscar intimidar ou desencorajar livre manifestação subversiva VG especialmente por meio de prisões de subversivos selecionadas por suas atuações destacadas” –, que dom Eugênio conversasse com a mulher do fotógrafo, Elaine Cintra Machado, para sugerir procurar o comandante do I Exército e obter informações sobre o detido. Era de extrema importância, no entanto, que o arcebispo deixasse transparecer o mínimo sobre a relação próxima que tinha com os militares. “Dom Eugênio Salles, por solicitação do CMT do I EX, fazendo transparecer ser iniciativa sua, aconselhou a Elaine que procurasse o CMT do I EX, dando a crer, também que soh o Exército poderia cooperar com ela.”
O objetivo seria pressioná-la, a fim de conseguir “o apoio ET a cooperação de Elaine”, como sugere o relatório sobre os procedimentos a serem tomados com a militante denunciada pelo marido como “responsável pelo movimento financeiro do PCB, no RJ”. A intenção era “desencadear de imediato uma ação psicológica sobre a esposa de Luiz Paulo Machado, Elaine Cintra Machado, com base na “carta-repúdio”.
Fotógrafo que trabalhou na revista Placar, pela qual fez a clássica foto de Pelé com uma mancha de suor em formato de coração, depois da partida contra o México, em 1970, no Maracanã, e no jornal O Globo, Luiz Paulo Machado vinha sendo monitorado pelo regime, assim como dezenas de jornalistas ligados ao PCB. No fim da década de 1960 e início dos anos 1970, estudou marxismo e leninismo em Moscou, na escola de formação da Liga Leninista da Juventude, o Komsomol, onde fez amigos de militância a quem depois ofereceu refúgio na casa de seu pai, o comandante Paulo Santana Machado, no Rio.
Machado foi solto mais tarde por falta de provas, por intervenção do então presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) Prudente de Moraes Neto. Procurado por CartaCapital, Machado explicou que prefere não falar sobre esse período de sua vida.
Discurso. Líder ecumênico metodista e coordenador do Grupo de Trabalho da Comissão Nacional da Verdade que investiga o papel das igrejas durante a ditadura, Anivaldo Padilha reconhece que a figura de dom Eugênio é controversa: além de ter atuado a mando dos militares, chegou a negar ajuda a militantes, inclusive os católicos. “Dos pronunciamentos dele, não me lembro de nenhum explicitamente apoiando a ditadura, mas lembro de muitos outros criticando setores de oposição, especialmente a esquerda.”
Da mesma visão compartilha dom Angélico, bispo auxiliar do cardeal dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo cuja trajetória foi marcada pela proteção aos militantes e que, inclusive, mais de uma vez esteve com o então ministro-chefe da Casa Civil, Golbery do Couto e Silva, para lhe entregar listas com nomes de desaparecidos. “Do que conheço a respeito da atuação do cardeal dom Eugênio, a não ser em casos isolados, ele realmente não se confrontou com a ditadura”, avalia.
Não são poucos os casos nos quais dom Eugênio foi chamado a ajudar e a fazer frente ao regime militar e não deu ouvidos. Um dos mais famosos é o da estilista Zuzu Angel, cujo filho Stuart foi torturado e morto pelo Serviço de Inteligência da Aeronáutica. Ao procurar dom Eugênio, bateu com a cara na porta. Sua filha, a colunista social Hildegard Angel, em mais de uma ocasião disse que o cardeal “fechou os olhos às maldades cometidas durante a ditadura, fechando seus ouvidos e os portões do Sumaré aos familiares dos jovens ditos ‘subversivos’ que lá iam levar suas súplicas, como fez com minha mãe”.
A omissão, o silêncio e a compra das versões dadas pelos militares para acobertar torturas e mortes nas prisões por dom Eugênio acabavam sendo respaldados pela mídia, com quem o cardeal mantinha ótimas relações – vale lembrar que ele escrevia artigos para O Globo e Jornal do Brasil com certa regularidade.
Em audiência da CNV no Rio, ex-presos políticos destacaram a postura ambígua de certos setores da Igreja durante o regime militar. Atuante no movimento social da Igreja Católica, a pernambucana Maria Aída Bezerra procurou o então arcebispo do Rio para ajudar a amiga Letícia Cotrim, que estava detida. “A conversa não foi boa. Não deu certo. Ele não acreditava que a comunidade cristã dele estava sendo perseguida e não quis intervir. Ele nos considerava subversivos e era contra cristãos de esquerda”, declarou em seu depoimento na sessão do dia 17 de setembro.
A proximidade com a ditadura passava também por uma forte amizade com Antonio Carlos Magalhães, governador da Bahia e pessoa de muita influência durante o regime. Uma amizade que chegava ao ponto de os dois serem vistos, mais de uma vez, tomando banho de mar juntos.
O cardeal, naturalmente, tem seus defensores, que negam as acusações e dizem que dom Eugênio prestou ajuda a militantes refugiados de países do Cone Sul. A ajuda tinha como base uma parceria com o Alto-Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), que fornecia a verba a ser administrada pela Cáritas. Além do aluguel pago aos militantes, a Igreja Metodista oferecia no Colégio Bennett, na zona sul do Rio, um espaço de aulas para os filhos dos refugiados, enquanto esperavam pelo asilo político. Mas o asilo a refugiados, explica o bispo emérito da Igreja Presbiteriana, Paulo Ayres, deu-se mais por uma questão política do que ideológica. “Ele foi procurado pelo Alto-Comissariado da ONU para que o Brasil servisse como uma passagem para eles. Esse apoio aos militantes foi institucional”, lembra Ayres. “Não há dúvida de que dom Eugênio esteve muito mais próximo do governo militar do que dos católicos favoráveis à resistência.”
Assessor de imprensa de dom Eugênio por mais de 40 anos, Adionel Carlos da Cunha discorda. “Desconheço completamente qualquer ação do dom Eugênio nesse sentido (de colaboração com os militares). Pelo contrário, a ação dele foi de conseguir salvar mais de 5 mil militantes”, conta.
Trajetória. Um dos nomes cogitados para suceder ao papa João Paulo I, em 1978, o arcebispo nascido em Acari, no Rio Grande do Norte, em 8 de novembro de 1920, foi próximo do Vaticano como nenhum outro cardeal brasileiro. Ao longo de seus quase 60 anos de episcopado e mais de 40 de cardinalato, nomeou 22 bispos e 215 padres. Sempre foi um ferrenho opositor à Teologia da Libertação.
Para dom Angélico, a posição de dom Eugênio era clara: “Não era uma postura dúbia. Basta analisar historicamente”, disse, ao lembrar que a ditadura foi construída pelas “classes conservadoras, os grandes interesses econômicos e o apoio da CIA”. “Vivíamos em meio à polarização indevida entre o mundo livre e o mundo comunista. E muitos na Igreja temiam essa onda comunista.”

PÁGINAS FALSAS DE EANES E CAVACO NO FACEBOOK - Eanes é o ex-Presidente mais popular em páginas falsas Nenhum dos ex-Presidentes da República tem páginas autorizadas no facebook. Há quatro em nome de Eanes, uma no de Sampaio e Soares não tem nenhuma.


Duas das páginas falsas de Eanes no Facebook já foram bloqueadas



Duas das páginas de Eanes no Facebook foram bloqueadas poucas horas depois do Expresso ter publicado que Eanes é o ex-Presidente com mais páginas falsas na rede.


Imagem de uma das páginas de Eanes no facebook que já foi bloqueada. Esta, quase que poderia ter sido feita com o consentimento do general.DR Imagem de uma das páginas de Eanes no facebook que já foi bloqueada. Esta, quase que poderia ter sido feita com o consentimento do general.
Duas páginas que utilizavam a imagem e o nome do ex-Presidente da República Ramalho Eanes foram bloqueadas poucas horas depois do Expresso ter noticiado que Eanes era o ex-Chefe de Estado com mais páginas falsas nesta rede social.
Uma destas páginas não autorizadas tinha 1244 amigos, textos relativamente institucionais, e utilizava uma reprodução do retrato a óleo de Eanes enquanto Presidente da República, da autoria do já desaparecido pinto Luís Pinto Coelho.
A outra, adivinhava-se mais facilmente ter sido feita à revelia do ex-Presidente,  tinha 37 amigos, e posts como "uma vez também anilhei um cagarre" ou "o Presidente da República abandonou a figura do mediador. Fiquei magoade".
Nenhum dos ex-Presidentes da República tem páginas autorizadas no Facebook, embora Eanes e Sampaio tenham páginas que utilizam o seu nome e imagem institucional, criadas à revelia dos seus gabinetes.



Eanes é o ex-Presidente mais popular em páginas falsas

Nenhum dos ex-Presidentes da República tem páginas autorizadas no facebook. Há quatro em nome de Eanes, uma no de Sampaio e Soares não tem nenhuma.

O gabinete do ex-Presidente da República António Ramalho Eanes nunca moveu uma tecla para criar uma página deste político no Facebook, mas já reportou aos responsáveis da rede social a existência abusiva de algumas. 
"Essas páginas foram eliminadas mas rapidamente surgiram outras", disse ao Expresso um colaborador de Ramalho Eanes. Com ou sem autorização oficial o general tem atualmente quatro páginas no facebook. Uma é quase institucional que utiliza uma foto do retrato a óleo de Eanes enquanto Presidente (da autoria de Luís Pinto Coelho), com 1244 amigos.
Outra , bem humorada, adivinha-se ter sido feita à revelia do ex-Presidente - apesar da sisudez da foto exibida -, tem 37 amigos, e a terceira , com 2372 gostos, transcreve, praticamente, o conteúdo disponibilizado pela Wikipedia sobre Ramalho Eanes. 
A quarta página é do MARE - Movimento de Apoio a Ramalho Eanes e é a vice-campeã das preferências com 2045 facebookianos que fizeram "gosto".

Soares sem seguidores


O ex-Presidente Mário Soares cujas declarações públicas têm sido tão reproduzidas nas redes sociais não tem nenhuma página. Uma colaboradora próxima disse ao Expresso que não tem "memória de alguma vez terem reportado" a existência de páginas abusivas.
Jorge Sampaio tem uma página criada sem conhecimento do seu gabinete . A página tem cinco mil amigos e perto de 800 seguidores.
Os conteúdos são colocados por muitos dos que se creem amigos na rede do ex-Presidente e utilizam a página como espaço de debate ou desabafo sobre questões sociais.
Em matéria de humor, Ramalho Eanes é o único ex-PR que captou as graças de algum cidadão divertido, que utiliza aquele espaço para dizer que "um dos poderes do Aníbal é visão raie X". "Raie" porque "a estabilidade tem o meu apoie".


O humor na página pirata criada em nome de Ramalho Eanes

VEREDICTO: INOCENTE! Quer o dr. Mário Soares ver o residente da República julgado por causa daquela ninharia do BPN. Discordo e explico porquê: se é verdade que todos os moços de estrebaria, trolhas e picheleiros deste país leram, por dever de ofício,


VEREDICTO: INOCENTE!

Quer o dr. Mário Soares ver o residente da República julgado por causa daquela ninharia do BPN. 
Discordo e explico porquê: se é verdade que todos os moços de estrebaria, trolhas e picheleiros deste país leram, por dever de ofício, o número de Março de 2001 da revista 'Exame', o mesmo não tinha de fazer um professor de finanças, um quadro superior do Banco de Portugal, um ex-ministro das Finanças, um ex-primeiro-ministro. Há leituras que nos rebaixam...
Foi, pois, por colossal ignorância e com absolutainocência que o sr. Aníbal abriu conta no BPN.


Analisando a estrutura accionista da Sociedade Lusa de Negócios, dona do BPN, não encontramos um único moço de estrebaria, um trolha, um picheleiro. Pudera... eles estavam avisados. E nem mesmo tentados por remunerações de 140% a dois anos cederam à tentação da compra de tão cobiçados títulos. Era, ainda, a recordação da D. Branca...
Quem encontramos, então? Gente séria, votada à defesa da causa pública, oriunda do núcleo duro do laranjal cavaquista e um ignorante einocente professor de finanças,  quadro superior do Banco de Portugal, ex-ministro das Finanças, ex-primeiro-ministro, um tal Cavaco.



O Silva está, pois, inocente. Melhor: o Silva é um inocente. Tão inocente que, tendo visto, uma vez, a capa rectangular de os 'Lusíadas' concluiu que aquilo só pode ter quatro cantos - o canto superior esquerdo, o canto superior direito, o canto inferior esquerdo e o canto inferior direito. 
Inocente, o Silva, mas com razoáveis conhecimentos de geometria.