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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Angola/Portugal – Dois trabalhos extra… “José Eduardo dos Santos anuncia fim da parceria estratégica com Portugal” – dizem os títulos dos jornais e as aberturas dos telejornais nacionais.

Angola/Portugal – Dois trabalhos extra…




“José Eduardo dos Santos anuncia fim da parceria estratégica com Portugal” – dizem os títulos dos jornais e as aberturas dos telejornais nacionais.

«Só com Portugal, as coisas não vão bem!» - diz José Eduardo dos Santos, numa espécie de “verdade de La Palice”. Como se não fosse evidente!...

Para quem pensou que a sequência de editoriais e artigos destrambelhados do Jornal de Angola insultando “as elites portuguesas” eram obra de um ou dois lunáticos vagamente racistas, vagamente lambe-botas do poder de José Eduardo dos Santos, da filha Isabel, da restante família e daqueles generais e dirigentes que deitaram a mão aos recursos angolanos… ou que não representavam a posição oficial do país… aí está a resposta: total apoio do Estado aos seus dirigentes e às suas fortunas inexplicáveis, na forma de pressão chantagista sobre Portugal e os interesses que tem em Angola e que Angola detém em Portugal.

Estão certíssimos no seu papel! Isto não é uma originalidade angolana. Sempre que uma clique corrupta toma conta de um país para o saquear, cria um muro de protecção mútua à sua volta. Como vemos todos os dias e infelizmente, é assim, também, entre nós!

Agora, todos aqueles que se agacharam terão dois trabalhos extra: levantarem-se e puxarem as calças para cima!

HOJE NO "JORNAL DE NEGÓCIOS" Governo cria imposto adicional para automóveis a gasóleo Proprietários de automóveis a “diesel” vão ter de suportar um encargo adicional. Além do Imposto Único de Circulação normal, são adicionadas taxas que variam entre os 1,39 e os 68,85 euros. Veja quanto pagará a mais. O Negócios teve acesso à proposta do Orçamento do Estado para 2014.



HOJE NO
  "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Governo cria imposto adicional 
para automóveis a gasóleo

Proprietários de automóveis a “diesel” vão ter de suportar um encargo adicional. Além do Imposto Único de Circulação normal, são adicionadas taxas que variam entre os 1,39 e os 68,85 euros. Veja quanto pagará a mais. O Negócios teve acesso à proposta do Orçamento do Estado para 2014.
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O Imposto Único de Circulação vai aumentar ligeiramente no próximo ano, sendo actualizada em 1%. Mas, além disso, é criado um imposto adicional que será aplicado apenas aos veículos a gasóleo. A taxa adicional varia em função da cilindrada, mas também da idade do veículo, chegando a um máximo de 68,85 euros.

De acordo com a proposta de Orçamento do Estado para 2014, a que o Negócios teve acesso, o IUC para veículos de categoria A (matriculados até 1 de Julho de 2007) sofre um agravamento de 1%. Nos matriculados após Julho de 2007, regista-se um agravamento de 1% tanto na componente de cilindrada como de emissões de CO2.

A novidade é, no entanto, a criação de um imposto extra. “Sobre veículos a gasóleo enquadráveis na categoria A e B do IUC (...) incide um adicional de IUC”, refere o documento. No caso dos veículos até Julho de 2007, o imposto adicional varia entre 1,39 euros para automóveis de até 1.500 de cilindrada, matriculados de 1981 a 1989, e 25,01 euros para veículos posteriores a 1995 com mais de 3.000 de cilindrada.

Para os automóveis matriculados após Julho de 2007, que conta já com encargos anuais mais elevados devido ao facto de ser tida em consideração a componente ambiental, além da cilindrada, a taxa adicional vai dos 5,02 euros para motores até 1.250 de cilindrada, chegando aos 68,85 euros para veículos com mais de 2.500 de cilindrada.

A título de exemplo, e considerando já as tabelas a aplicar para 2014, sem este imposto adicional, um automóvel a “diesel” de 2013, com cilindrada de 2.500 e CO2 de mais de 250g/Km, o valor do IUC seria de 814,57 euros. Com a taxa adicional, neste caso de 68,85 euros, aumenta para 893,75 euros. Ou seja, são mais 9,72%.

(Nota: Para calcular o valor do IUC deve somar o valor correspondente à componente cilindrada ao valor da componente de emissões de CO2. O resultado deve ser multiplicado pelo coeficiente do ano de aquisição, gerando o total do imposto a liquidar anualmente no mês da matrícula do veículo. No caso dos veículos a "diesel", deve somar ao valor da componente de cilindrada e das emissões a taxa adicional e só depois multiplicar pelo coeficiente.)

* Assaltar ainda mais quem trabalha.

apeidaeumregalodonarizagentrata.blogspot.pt

Relatórios Portugal falha combate à pobreza infantil, diz Unicef Várias instituições e ONG acusam Portugal de não combater a pobreza infantil de uma "forma multidimensional" e propõem a criação de uma estratégia nacional e de um Ministério para os assuntos infantis, segundo um relatório da Unicef Portugal.

Relatórios

Portugal falha combate à pobreza infantil, diz Unicef
Várias instituições e ONG acusam Portugal de não combater a pobreza infantil de uma "forma multidimensional" e propõem a criação de uma estratégia nacional e de um Ministério para os assuntos infantis, segundo um relatório da Unicef Portugal.
PAÍS
Portugal falha combate à pobreza infantil, diz Unicef
O documento é uma análise à forma como Portugal tem aplicado a Convenção dos Direitos da Criança e resulta da compilação de dados e contribuições de várias instituições e Organizações não-Governamentais (ONG) nacionais, como a Associação de Proteção e Apoio à Vítima (APAV), a Cáritas, o Instituto de Apoio à Criança ou a Rede Europeia Anti-Pobreza.
De acordo com o documento, "o problema chave está no facto de a pobreza infantil em si não ter sido abordada pelas autoridades portuguesas de uma forma multidimensional".O relatório foi entretanto enviado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros e em junho seguiu para o Comité dos Direitos da Criança, de onde sairá outro relatório que será apresentado em janeiro de 2014 nas Nações Unidas.
"É necessário uma estratégia nacional para enfrentar a pobreza infantil, uma que adote uma abordagem coordenada e integrada, reunindo os diferentes departamentos envolvidos (saúde, educação, segurança social, emprego, finanças, economia), definindo objetivos específicos e limitados no tempo com vista à redução da pobreza infantil e da exclusão social", lê-se no relatório.
É lembrado que os últimos dados estatísticos apontavam, para 2011, para um risco de pobreza infantil na ordem dos 28,6% e que as medidas de austeridade adotadas pelo governo desde 2010 conduziram "à negação ou violação dos direitos económicos, sociais e culturais e, como resultado, constituem etapas regressivas no gozo desses direitos pelas crianças portuguesas e pelas suas famílias".
"A verdade é que 23 anos depois da ratificação da Convenção por Portugal, as crianças ainda não são vistas pelos decisores políticos como titulares de direitos", consta no relatório.
Apontam, por outro lado, que um exemplo claro de falta de liderança e um indicador da persistência de "uma atitude ultrapassada" em relação aos direitos das crianças está no facto da Comissão Nacional para os Direitos da Criança ter sido extinta, em 2000, e de não haver nenhum mecanismo responsável, a nível nacional, pela implementação da convenção.
Sublinham não haver nenhuma estrutura responsável pela coordenação e monitorização dos assuntos infantis e destaca que "a fragmentação da responsabilidade pelas políticas e serviços para as crianças continua a ser um dos principais problemas", já que "muito frequentemente" os vários serviços trabalham de forma independente.
Recomendam, por isso, a criação de um Provedor da Criança ou uma unidade autónoma de defesa dos direitos das crianças que trabalhe sob a alçada do atual Provedor de Justiça.
"Para responder à ausência de uma estrutura nacional que coordene e monitorize a implementação da convenção, que seja criado um Ministério para os Assuntos Infantis e da Juventude (...) que garanta que as crianças tenham o melhor início de vida possível",